Este é um jogo tradicional que continua muito popular. Podem participar vários jogadores (5 a 8), com idade superior a 5 anos e não necessita de material.
Pode ser praticado em espaço interior (casa/sala) ou exterior (quintal, jardim, etc.), de preferência liso e amplo.
Espaçadas, as crianças deverão encolher-se e pôr as mãos nos joelhos. Cada jogador tem de conseguir saltar com as pernas afastadas, colocando as mãos sobre as costas de outro(s) jogador(s) dobrado(s) sobre si próprio(s). Uma criança de cada vez terá que saltar por cima dos seus amigos com o apoio das mãos sem cair nem fazer o amigo cair.
O jogo termina quando um jogador ou equipa fizer mais saltos em função de um tempo determinado. Ganha quem conseguir saltar sobre todos os amigos.
Benefícios: Força muscular de impulsão; Perceção espacial (distância, direção e precisão); Coordenação motora; Resistência; Equilíbrio e controlo postural; Cooperação.
O termo Beco significa uma rua estreita e curta, muitas vezes sem saída, ou se quisermos, é sinónimo de viela.
A toponímia empregue nos becos lisboetas caracteriza-se pelo uso das suas peculiaridades, do tipo de artesãos que lá trabalhavam, das referências geográficas próximas como igrejas ou outras instituições passíveis de rápida identificação e/ou dos nomes dos seus moradores.
O Beco da Botica localiza-se na freguesia de S. Domingos de Benfica, em Lisboa, próximo da Estrada de Benfica. A designação deste Beco deve-se, provavelmente, à circunstância de neste local ter existido uma botica, ou seja, uma farmácia da época.
Estima-se que os primeiros boticários tenham surgido em Portugal durante o século XIII, depois dos especieiros, ainda que com estes tenham coexistido durante um certo período.
Hoje dia 8 de março, celebra-se o Dia Internacional da Mulher, símbolo de luta e de igualdade.
Muitos poetas encontraram e encontram a sua inspiração na mulher, exaltando a sua beleza e a sua personalidade.
Assinalando este dia, proponho-lhe a leitura de um poema do escritor brasileiro Machado de Assis: Menina e Moça.
«Está naquela idade inquieta e duvidosa, Que não é dia claro e é já o alvorecer; Entreaberto botão, entrefechada rosa, Um pouco de menina e um pouco de mulher.
Às vezes recatada, outras estouvadinha, Casa no mesmo gesto a loucura e o pudor; Tem coisas de criança e modos de mocinha, Estuda o catecismo e lê versos de amor.
Outras vezes valsando, e seio lhe palpita, De cansaço talvez, talvez de comoção. Quando a boca vermelha os lábios abre e agita, Não sei se pede um beijo ou faz uma oração.
Outras vezes beijando a boneca enfeitada, Olha furtivamente o primo que sorri; E se corre parece, à brisa enamorada, Abrir asas de um anjo e tranças de uma huri.
Quando a sala atravessa, é raro que não lance Os olhos para o espelho; e raro que ao deitar Não leia, um quarto de hora, as folhas de um romance Em que a dama conjugue o eterno verbo amar.
Tem na alcova em que dorme, e descansa de dia, A cama da boneca ao pé do toucador; Quando sonha, repete, em santa companhia, Os livros do colégio e o nome de um doutor.
Alegra-se em ouvindo os compassos da orquestra; E quando entra num baile, é já dama do tom; Compensa-lhe a modista os enfados da mestra; Tem respeito a Geslin, mas adora a Dazon.
Alexandra Jagoda
Dos cuidados da vida o mais tristonho e acerbo Para ela é o estudo, exceptuando talvez A lição de sintaxe em que combina o verbo To love, mas sorrindo ao professor de inglês.
Quantas vezes, porém, fitando o olhar no espaço, Parece acompanhar uma etérea visão; Quantas cruzando ao seio o delicado braço Comprime as pulsações do inquieto coração!
Ah! se nesse momento alucinado, fores Cair-lhes aos pés, confiar-lhe uma esperança vã, Hás-de vê-la zombar dos teus tristes amores, Rir da tua aventura e contá-la à mamã.
É que esta criatura, adorável, divina, Nem se pode explicar, nem se pode entender: Procura-se a mulher e encontra-se a menina, Quer-se ver a menina e encontra-se a mulher! » Machado de Assis
Clémenceau, A Força de Amar é um filme (que passou a 2/3, na RTP 2) da cineasta francesa Lorraine Lévy, que narra a história da paixão inesperada entre Georges Clémenceau e Marguerite Baldensperger. O filme é baseado no conto "Eu te ajudarei a viver, você me ajudará a morrer", deNathalie Saint-Cricq.
Se não viu, não perca. Vale muito a pena. Ainda vai a tempo.
Sinopse: Quando a 2 de Maio de 1923 Georges Clémenceau conheceu Marguerite Baldensperger, ele tinha 82 anos de idade, ela 41. Marguerite veio pedir-lhe um livro destinado a uma coleção de obras históricas da editora Plon.
"O Tigre", que não perdeu nada do seu esplendor, é um homem ferido desde que foi derrotado. Marguerite, casada e mãe, permaneceu inconsolável, devastada pelo suicídio de sua filha mais velha de 17 anos de idade, Annette. Entre eles, a alquimia é imediata e Clémenceau oferece a Marguerite um pacto faustiano "Eu ajudar-te-ei a viver, tu ajudar-me-ás a morrer".
O pacto que Clemenceau lhe propõe vai além do tempo e da morte. Isso sela o relacionamento deles num turbilhão de energia vital, alegria e paixão. Nada os predestinou a darem-se bem. O ex-presidente do Conselho não perdeu nada de sua extravagância ou orgulho. Ele é tão furioso e tempestuoso quanto ela é discreta e reservada. Esse relacionamento romântico dará a Marguerite um novo gosto pela vida, ao mesmo tempo que reacenderá em Clémenceau a chama de velhas batalhas.
Porque eu sei que o tempo É sempre o tempo E o lugar É sempre e apenas o lugar E o que É real É real apenas por uma vez E apenas para um lugar Regozijo-me que as coisas sejam como são e Renuncio ao rosto abençoado T S Eliot -Quarta-feira de Cinzas
Uma estória de amor e coragem, de mulheres fortes num mundo só de homens: a Loanda Setecentista no Reyno de Angola.
Sinopse: No século XVII, duas mulheres deixaram o seu rasto na história da cidade de Luanda. À sua volta teria gravitado um sem número de indivíduos, fidalgos, traficantes, degredados, escravos e libertos. Uns, foram personagens marcantes do seu tempo, outros, simplesmente anónimos no papel de figurantes, todos eles se fazendo parte de um específico contexto historiográfico da colónia angolana. Se existiram realmente ou se foram, apenas, o retrato fugaz de uma época, não há certezas, embora tenham perdurado de alguns vestígios de memórias escritas.» Através do retrato de Maria Ortega e Anna de São Miguel, a autora leva-nos até Luanda do século XVII, de encontro ao percurso, queda e ascensão dos escravos e exilados do reino português. Cruzando a História com um ritmo narrativo forte e surpreendente, Loanda é ainda marcada pelo tom biográfico de personagens que deixaram a sua marca naquele território.
O Jogo do Piolho é uma brincadeira infantil (a partir dos 6 anos), tradicional, ideal para grandes grupos de crianças ou para se divertir com a família.
A sua possível origem pode estar relacionada com um jogo de bola jogado na Colômbia, e com larga prática nos Estado Unidos da América. Contudo, desconhece-se a história da sua integração em Portugal, bem como da origem dos termos "piolho" ou "mata" (que é semelhante ao jogo do piolho). Aproveite o bom tempo, que agora se inicia, escolha um espaço ao ar livre e comece a jogar! Para isso precisa do seguinte material: espaço amplo, bola ou ringue.
Regras do Jogo do Piolho:
O objetivo do jogo é atingir diretamente um jogador com a bola ou ringue, dentro das regras estabelecidas:
Separa-se o grupo em duas equipas com o mesmo número de jogadores e divididas num campo;
Cada equipa coloca-se no seu meio campo, exceto o "piolho" de cada uma que se coloca na parte de trás da equipa adversária;
Os jogadores de uma equipa vão trocando a bola entre o "piolho" e o seu campo, tentando cada equipa atingir com a bola todos os jogadores adversários;
O jogo termina quando uma equipa conseguir apanhar todos os adversários.
Orientações para o Jogo do Piolho:
A bola é jogada sempre com as mãos.
O jogo tem início com uma equipa a trocar a bola com o "piolho";
Qualquer jogador pode matar, estando no campo principal ou no "piolho", mas apenas se a bola for agarrada sem tocar antes no chão ou em qualquer obstáculo;
Os jogadores que se encontram na zona principal do campo tentam esquivar-se ou agarrar a bola que está a ser trocada pelos adversários sem a deixar cair no chão. Se conseguirem agarrar a bola podem tentar “matar” os jogadores da outra equipa;
Quando um jogador é apanhado vai para o "piolho", permanecendo aí até ao final do jogo;
O primeiro jogador a ser apanhado substitui o que começou no "piolho" desde o início do jogo.
Sempre que a bola sai dos limites do campo, pertence ao jogador que a conseguir apanhar, que reinicia o jogo da posição em que está no campo.
Benefícios do Jogo do Piolho:
Este jogo tradicional infantil, para além de ser muito divertido, trabalha algumas competências:
O Turquemenistãoé sem dúvida um dos mais misteriosos e inexplorados países da Ásia Central. O atual Turquemenistão encontra-se em territórios que já foram caminhos usados por várias civilizações durante séculos.
O Turquemenistão faz fronteira com o Cazaquistão a noroeste, Uzbequistão a nordeste e leste, Afeganistão a sudeste, Irão ao sul e sudoeste, e o mar Cáspio a oeste. A capital é a cidade de Asgabate.
Localizado num dos desertos mais secos do mundo, este país foi regido com mão de ferro pelo ditador vitalício Saparmyrat Niyazov, auto-intitulado "Turkmenbashi" ("líder do Turkmen"), até à sua morte em 2006, altura em que deixou de mandar erguer estátuas de ouro a si próprio. É um país de grande espiritualidade e beleza natural, atravessado desde tempos imemoriais pelas caravanas da Rota da Seda.
Na Idade Média, Merv (atual Mary) era uma das grandes cidades do mundo islâmico, e um importante ponto de passagem da Rota da Seda, uma imensa rota usada para o comércio com a China até meados do Século XV. Anexado ao Império Russo em 1881, o Turquemenistão chegou a ter um papel proeminente no movimento antibolchevique na Ásia Central. Em 1924, o Turquemenistão tornou-se uma república constituinte da União Soviética, a República Socialista Soviética Turcomena (RSS Turcomena). Tornou-se independente após a dissolução da URSS em 1991.
A população total no Turcomenistão foi estimada em 7,4 milhões de pessoas em 2023, de acordo com os últimos dados do censo e projeções da Trading Economics.
As maiores densidades demográficas do Turquemenistão ocorrem na costa do Mar Cáspio, ao longo dos rios e dos oásis. O deserto é despovoado.
Muitos dos cidadãos turquemenos são da etnia turcomena, com consideráveis minorias de uzbeques e de russos. Pequenas minorias incluem cazaques, tártaros, ucranianos, arménios, azeris e balúchis. A percentagem da etnia russa caiu de 18,6% em 1939 para 9,5% em 1989.
Este país possui a quarta maior reserva de gás natural do mundo. Apesar de ser rico em recursos naturais em algumas áreas, a maior parte do país é ocupada pelo Deserto deCaracum.
A Porta do Inferno é um campo de gás natural existente no país, que atrai frequentemente a atenção dos média, além de ser um grande ponto turístico da região.
A culinária do Turquemenistão não difere muito da dos países vizinhos da Ásia Central, principalmente daqueles que têm um passado de pastores nómadas. A gastronomia tradicional é composta principalmente de arroz, de vegetais, de carne de carneiro, de vaca, de aves, e ainda de laticínios.
As refeições começam normalmente com uma sopa, a chorba de carne e vegetais. O pão, do tipo naan é conhecido localmente como "çörek" ou "churek", tradicionalmente cozido num tandur, nunca pode faltar. A comida é servida num pano estendido no chão, que os comensais não podem tocar com os pés.
No vídeo abaixo poderá ficar a conhecer mais alguns factos e segredos curiosos deste país da Ásia Central.
Ouça Roberta Flack(1937 - 2025) em Killing Me Softly With His Song (Vídeo oficial).
… Strumming my pain with his fingers Singing my life with his words Killing me softly with his song Killing me softly with his song Telling my whole life with his words Killing me softly With his song
… I heard he sang a good song I heard he had a style And so I came to see him, to listen for a while And there he was, this young boy A stranger to my eyes
… Strumming my pain with his fingers Singing my life with his words Killing me softly with his song Killing me softly with his song Telling my whole life with his words Killing me softly With his song
… I felt all flushed with fever Embarrassed by the crowd I felt he found my letters and read each one out loud I prayed that he would finish But he just kept right on
… Strumming my pain with his fingers Singing my life with his words Killing me softly with his song Killing me softly with his song Telling my whole life with his words Killing me softly With his song
… He sang as if he knew me In all my dark despair And then he looked right through me as if I wasn't there And he just kept on singing Singing clear and strong
… Strumming my pain with his fingers Singing my life with his words Killing me softly with his song Killing me softly with his song Telling my whole life with his words Killing me softly With his song
… Strumming my pain with his fingers Singing my life with his words Killing me softly with his song Killing me softly with his song Telling my whole life with his words Killing me
… He was strumming my pain Yeah, he was singing my life Killing me softly with his song Killing me softly with his song Telling my whole life with his words Killing me softly with his song
A banda Pink Floyd lançou, em abril de 2022, uma nova música chamada "Hey Hey Rise Up", primeira canção do grupo de David Gilmour e Nick Mason em 28 anos e baseada numa música ucraniana de 1914.
"Hey Hey Rise Up" apresenta Gilmour e Mason acompanhados pelo baixista de longa data Guy Pratt e Nitin Sawhney nos teclados. A gravação conta com a participação do cantor ucraniano Andriy Khlyvnyuk, da banda Boombox.
[Intro] Oh, in the meadow a red viburnum has bent down lo...
[Chorus] Oh, in the meadow a red viburnum has bent down low For some reason, our beautiful Ukraine is in sorrow And we'll take that red viburnum and we will raise it up And we shall cheer for our glorious Ukraine, hey, hey And we shall cheer for our glorious Ukraine, hey, hey
[Guitar Solo] (Hey, hey)
[Chorus] Oh, in the meadow a red viburnum has bent down low For some reason, our beautiful Ukraine is in sorrow And we'll take that red viburnum and we will raise it up And we shall cheer for our glorious Ukraine, hеy, hey And we shall cheer for our glorious Ukraine, hеy, hey
O Rio das Pérolas é um livro da escritora portuguesa Isabel Valadão.
Sinopse: Maria e Mei Lin podiam ser duas pessoas diferentes. Na verdade, são duas facetas da mesma mulher. Quando Mei Lin, uma menina irreverente, com grandes sonhos, foge do convento e das freiras que a criaram para não se ver condenada a uma vida sem fulgor, predestinada por outros, estava longe de imaginar que a sua escolha a precipitaria para o submundo das casas de ópio e de prostituição de Macau. Mas o destino prega-lhe uma partida e Mei Lin acaba por ser vendida como pei-pa-chai — no fundo, uma escrava sexual.
É então que conhece Manuel, filho de uma das famílias portuguesas mais importantes do Território, alguém que lhe pode dar outra vida. Mas será a nova família capaz de a aceitar? E será que o passado ficou verdadeiramente para trás? Uma viagem por Macau nas décadas de 40, 50 e 60 e pelas contradições da vida num território português às portas da China, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial e da guerra sino-japonesa.
Pangim, antigamente chamada Nova Goa, é a capital do estado de Goa, na Índia. É também a sede administrativa do distrito de Goa Norte.
Pangim é o centro de uma zona fortemente urbanizada, posicionando-se como a terceira mais populosa cidade goesa, atrás somente de Vasco da Gama e de Margão. Esta área metropolitana tinha 114 405 habitantes em 2011.
Até ao século XVIII foi uma aldeia chamada "Taleigão". Foi ganhando importância principalmente a partir de 1759, quando o vice-rei e governador da Índia Portuguesa, Manuel de Saldanha de Albuquerque e Castro, depois 1.º Conde da Ega, ali instalou a sua residência. Antes de se mudar, o vice-rei e governador remodelou a fortaleza do Idalcão, transformando-a num palácio. Tornou-se, então, na "Vila de Pangim".
Em 1843, tornou-se oficialmente a sede administrativa da Índia Portuguesa, em substituição da cidade de Goa (que gradualmente passou a ser conhecida como Goa Velha ou Velha Goa), tendo então mudado de nome para "Nova Goa".
Como o resto das possessões portuguesas na Índia, a 19 de dezembro de 1961 Pangim passou a fazer parte da União Indiana, ficando como capital do território da União de Goa, Damão e Diu.
Em 30 de maio de 1987, quando Goa passou a ser um estado, Pangim passou a ser capital estadual.
Fontainhas é um bairro da cidade de Pangim situado na sua zona oriental, entre o morro do Altinho, o bairro de São Tomé e a chamada ribeira de Ourém, em Goa, na Índia. Mantém até hoje características tipicamente portuguesas, nomeadamente a nível arquitetónico, tais como ruelas estreitas, vilas antigas e edifícios pintados com cores vivas. O bairro das Fontaínhas é o mais característico e mais lusitano bairro da capital de Goa. O bairro das Fontaínhas oferece ao visitante uma ideia de como era Pangim na época da governação portuguesa.
Há cerca de 200 anos aquela área era um extenso palmar que começou a ser ocupado por moradores, quando a capital de Goa foi deslocada de Velha Goa para Pangim. Depois cresceu e, hoje, uma boa parte das suas casas datam do século XIX e são de arquitetura indo portuguesa, com varandas, balcões e bonitas janelas. Não têm mais que dois pisos e a sua pintura usa cores mediterrânicas como o branco, o azul, o vermelho e o amarelo. As ruas do bairro são estreitas e sinuosas, havendo vielas, travessas, becos e escadarias.
Casa Oliveira
Na promoção turística o bairro das Fontainhas é chamado de Bairro Latino e, desde 1974, beneficia de um regime de proteção municipal para evitar os efeitos da pressão urbanística e da especulação imobiliária.
Nas Fontainhas fica a capela de São Sebastião, a delegação da Fundação Oriente e alguns restaurantes e bares, sendo a zona de Pangim onde mais se fala o português. O atendimento na farmácia, na confeitaria ou na ourivesaria, é muitas vezes feito em português.
Assista agora a alguns vídeos sobre Pangim e o Bairro das Fontainhas.
Conversas Vadias é uma série de 13 programas (que pode ver aqui) emitidos pela RTP em 1990, nos quais o professorAgostinho da Silva é entrevistado em estúdio por jornalistas e outras personalidades.
Deixo-lhe aqui hoje o Episódio 10, onde verá como o Prof. Agostinho da Silvaresponde às questões que lhe são colocadas por Herman José.
As calças flare ou à boca de sino são uma grande tendência, criando uma silhueta elegante.
Saiba como usar as calças flare, através das sugestões de mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo de hoje esta influencer mostra-lhe como esta calça dos anos 70 voltou mas, com inovações.A calça flare voltou com cós duplo e barra larga.
Ora veja.
Não perca esta oportunidade de se atualizar no que à moda diz respeito.
O Jogo da Dança das Cadeiras é uma brincadeira realizada para o divertimento de um grupo de pessoas, independente das suas idades. Para se jogar o Jogo da Dança das Cadeiras, têm de haver tantas cadeiras, quantos jogadores, menos uma. Também é necessário música, preferencialmente alegre. As cadeiras devem ser colocadas em círculo, viradas para fora e os participantes ficam de pé, à volta delas. Quando começa a música, os jogadores começam a andar à volta das cadeiras.
As Regras:
as cadeiras devem estar em círculos, sendo que a quantidade de assentos deve ser inferior ao número de participantes, na proporção de uma cadeira a menos para o número de integrantes do jogo;
é necessária uma música para iniciar a disputa. O líder fica de fora e ao gritar "já" liga a música. Quando a música toca, todos os participantes têm que andar ou dançar (com as mãos nas costas) em redor do círculo de cadeiras e quando a música pára, repentinamente (o líder é responsável pelo equipamento de som e será ele quem comandará a interrupção da música), todos os participantes terão de procurar a cadeira mais próxima para se sentar;
o integrante do grupo que não se conseguir sentar será desclassificado e leva consigo uma cadeira, de forma a que a proporção de indivíduos e cadeiras se mantenha. Inicia-se então uma nova rodada;
o ganhador será o indivíduo que se conseguir sentar na última rodada, isto é, naquela em que restarem apenas duas pessoas e uma cadeira;
a disposição das cadeiras estará diretamente relacionada com a quantidade de participantes, ou seja, forma-se sempre um círculo à medida que cada competidor sai, levando consigo uma cadeira.
Objetivos do Jogo:
Desenvolver as habilidades motoras amplas;
Promover o equilíbrio dinâmico;
Desenvolver o ritmo;
Aperfeiçoar a percepção visual e auditiva;
Promover a noção espacial;
Respeitar regras.
Desta maneira, respeitando as regras da brincadeira os participantes divertem-se muito também!
Ouça a icónica Janis Joplin (1969) em Little Girl Blue e Raise your hand.
Sit there Hm-mm, count your fingers What else, what else is there to do? Ooh, honey, I know how you feel I know you feel that you're through Ooh, wah-wah, sit there, hmm, count Oh, count your little fingers My unhappy, oh, little girl, little girl blue, yeah
Ooh-ooh, sit there, oh, count those raindrops Oh, feel 'em falling down, ooh, honey all around you Honey, don't you know it's time? I feel it's time somebody told you, 'cause you got to know That all you ever gonna have to count on
Or gonna wanna lean on It's gonna feel just like those raindrops do When they're falling down Honey, all around you Ooh, I know you're unhappy
Ooh, sit there Oh, go on, go on and count your fingers I don't know what else, what else, honey, have you got to do And I know how you feel And I know you ain't got no reason to go on And I know you feel that you must be through Oh, honey, go on and sit right back down
I want you to count, ooh, count your fingers Ah, my unhappy, my unlucky And my little, oh, girl blue I know you're unhappy Ooh-ooh, honey, I know Baby, I know just how you feel
Cumprem-se hoje 100 anos sobre o nascimento de Carlos Paredes (1925 - 2004), um dos mais importantes e influentes músicos portugueses do século XX.
Carlos Paredes foi o continuador de uma tradição familiar de tocadores da guitarra portuguesa, pois tanto o seu pai, Artur Paredes, como o seu avô, Gonçalo Paredes e o tio avô Manuel Rodrigues Paredes, foram intérpretes inovadores desse instrumento.
Criador de um repertório original Carlos Paredes influenciou distintas gerações de músicos nacionais e internacionais, contribuindo para a popularização deste instrumento junto de vastas audiências. O seu legado, pleno de memória e modernidade, ocupa um lugar central no nosso património cultural.
Veja agora a interpretação de Carlos Paredes em Verdes Anos, com Luísa Amarona viola em 1992, no Teatro São Luiz em Lisboa.
Angola - As Ricas Donas é um livro da escritora portuguesa Isabel Valadão.
Romance histórico na linha de Loanda - Escravas, Donas e Senhoras, Isabel Valadão leva-nos à Angola dos séculos XVIII e XIX, fazendo o retrato de Angola no século XVII e das mulheres que a dominaram.
Sinopse: "Tal como vinha acontecendo já desde o século XVII, três constantes marcariam a história de Loanda: o tráfico atlântico da escravatura, a deportação ou degredo de criminosos para Angola e a superioridade das famílias crioulas, ou lusodescendentes, às quais pertenciam essas mulheres, e que eram praticamente as únicas detentoras do monopólio desse tráfico. As estórias destas mulheres acabariam por se fundir com a história da cidade de Loanda e não será possível dizer com propriedade como teriam sido as suas vidas. Assim, para este romance, eu reinventei situações e dramatizei acontecimentos, pois é isto que um romancista faz. A partir de imagens e de factos reais, deixei a imaginação fluir e as estórias converteram-se, por vezes em coisas diferentes daquilo que verdadeiramente teria acontecido. Porém, embora ficcionadas, estas poderão ter sido as estórias das Ricas-Donas de Loanda."
Ouça o grupo português Trovante na canção Ser Poeta (Perdidamente) - letra deFlorbela Espanca - do álbum Terra Firme (LP 1987).
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhas de oiro e de cetim É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!
E é amar-te, assim, perdidamente É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja É ter garras e asas de condor!
E é amar-te, assim, perdidamente É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!
E é amar-te, assim, perdidamente É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!
E é amar-te, assim, perdidamente É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!
E é amar-te, assim, perdidamente É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente! Compositores: Joao Manuel Gil Lopes
Os Himbassão um grupo étnico de aproximadamente 20.000 a 50.000 pessoas que vivem na Namíbia, na região de Kunene (antes Caocolândia) e são considerados a tribo mais fascinante deste país.
Migraram de Angola para a Namíbia há cerca de 200 anos à procura de solos mais férteis. Os Himba vivem hoje no norte da Namíbia e em partes do sul de Angola. Esta área é conhecida pelas paisagens áridas, com savanas e desertos que se estendem a perder de vista. A vida é dura, mas os Himba desenvolveram formas engenhosas de sobreviver e prosperar naquele ambiente.
São povos semi-nómadas e pastoris. São os últimos povos semi-nómadas da África. Estão estreitamente relacionados com os hereros, também falantes da língua herero.
Os costumes e tradições são passados de pais para filhos. Entre os mais curiosos está o hábito de as mulheres protegerem a pele e o cabelo com argila e de ter como meio de limpeza apenas um "banho" de fumo. As mulheres não tomam banho durante toda a vida, apenas os homens tomam banho comum com água.
Os meninos têm as cabeças rapadas e as meninas usam colares de madeira para representar a pureza. As mulheres fazem artesanato com arames e madeira e os homens cuidam dos rebanhos.
Aproveite e conheça melhor este povo assistindo ao documentário que se segue para mais informações sobre a Tribo Himba.
Que modelam a vida Sem interferir muito; Os que apenas circulam No hálito da fala E apõem, de leve, Um desenho às coisas. Mas, porque há espaços desiguais Entre quem são E quem eles me parecem, O meu agrado inclina-se Para o mais reconciliado, Ao acordar, Com a sua última fraqueza; O que menos se preside à vida E, à nossa, preside Deixando que o consuma O núcleo incandescente Dum silêncio votivo De que um fumo de incenso Nos liberta. Sebastião Alba
La Durmiente é uma curta-metragem realizada pela portuguesa Maria Inês Gonçalves.
Maria Inês Gonçalves foi distinguida no Festival Internacional de Cinema de Roterdão (IFFR) pela sua curta-metragem La Durmiente (2025, Portugal/Espanha, DOC/FIC, 20′). Este filme, uma coprodução entre Portugal e Espanha, foi reconhecido pelo seu mérito artístico e nomeado para os Prémios Europeus de Curta-Metragem.
A curta-metragem foi elogiada pelo júri do festival, que a descreveu como:
"Um poema de meditação histórica, que se equilibra entre as evocações do passado e a leveza de um workshop vespertino. A câmara deambula entre o documentário e a reconstituição, a paisagem e o retrato, o abstrato e o concreto, ecoando a tradição do cinema português e explorando a história cultural da Península Ibérica, ricamente entrelaçada. A presença do património arquitetónico dá forma a uma beleza intemporal, de outro mundo, com uma abordagem anacrónica. Os atores infantis, inocentes e solenes, guiam-nos na contemplação do destino das mulheres no meio das grandes convulsões históricas dos séculos passados. Elementos ricos são suavemente harmonizados e construídos sob o toque delicado e suave do realizador. Uma obra muito prometedora para o cinema europeu."
Sinopse:
La Durmiente explora a história da infanta medieval D. Beatriz de Portugal(1373-1420) através da fabulação e do imaginário infantil. Tomando como cenário o Mosteiro de Sancti Spiritus em Toro, Espanha, onde jaz o sepulcro de D. Beatriz, um grupo de sete crianças encena e interpreta fragmentos da vida desta personagem apagada pela história, mas preponderante na crise dinástica portuguesa de 1383.
O Massacre das Fossas Ardeatinasfoi um dos capítulos mais trágicos da Segunda Guerra Mundial, em Itália. As vítimas foram escolhidas ao acaso e executadas nas grutas das Ardeatinas, perto de Roma.
Erich Priebke era capitão das SS quando, em 24 de março de 1944, ordenou o fuzilamento de 335 civis italianos, e participou do mesmo, como represália pelo ataque partigiano de via Rasella, onde morreram 33 militares alemães.
Em 1996, foi condenado à prisão perpétua. Cumpriu prisão domiciliária de acordo com as leis italianas, porque era proibido estar numa prisão devido à sua idade avançada. Morreu em 11 de outubro de 2013 aos cem anos de idade em Roma, na Itália.
De Roma a Florença, de Abruzzo a Londres e Telavive, o documentário O Corpo e o Nome, que pode veraqui na RTP Play, dá vida à história, entrelaçando imagens de arquivo e testemunhos pessoais, seguindo os caminhos que levaram a uma descoberta inesperada!
Décadas mais tarde, graças ao trabalho árduo de três mulheres, uma documentarista, uma arquivista e uma bióloga forense, o mistério em torno da identidade de várias vítimas desconhecidas foi resolvido. A investigação estendeu-se por diferentes regiões e continentes, ilustrando o alcance do impacto do massacre e a importância de dar um desfecho aos descendentes das vítimas.
"O Corpo e o Nome", estreou quarta-feira, dia 5/2, pelas 22:55 na RTP2.