domingo, janeiro 18, 2026

A Persistência da Memória

A Persistência da Memória (1931) ou os  "Relógios fundidos" é uma das mais famosas obras de Salvador Dalí. Esta pintura apresenta a surrealista imagem da fusão de um relógio de bolso. A interpretação geral do trabalho é a de que o relógio é, incansavelmente, o pressuposto de que o tempo é rígido ou determinista, e neste sentido é apoiado por outras imagens, no trabalho, tais como a vasta expansão da paisagem e de formigas a voar a devorar os outros relógios.

Salvador Dalí (1904 - 1989), nascido na região da Catalunha, Espanha, é o maior símbolo da pintura surrealista mundial. 

Aliás, Dalí costumava afirmar:  "A única diferença entre mim e os Surrealistas é que Eu sou o Surrealismo".

O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica. 

O estilo extravagante, tanto na maneira de se vestir quanto nas suas aparições públicas, fez dele um ícone pop da arte moderna.

Ao longo da carreira, Dalí criou mais de 1.500 quadros, além de ilustrações para livros, litografias, cenografias teatrais, desenhos, esculturas e diversos outros projetos artísticos.