sábado, julho 11, 2026
Total Eclipse of the Heart
sexta-feira, julho 10, 2026
Carnaval Surrealista
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| Carnaval Surrealista |
Carnaval Surrealista é uma pintura a óleo de Vito Campanella (1932 - 2014). A sua obra é predominantemente surrealista, sendo um dos artistas mais destacados desse movimento.
Vito Campanella foi um pintor italiano de grande relevância para a pintura surrealista. Ao longo de sua trajetória, viveu em diversas cidades, como Conversano, Florença e Milão, onde participou ativamente de movimentos artísticos locais. Transitando por diferentes correntes estéticas, encontrou no surrealismo a sua forma mais autêntica de expressão.
Em 1956, mudou-se para a Argentina com sua família, incorporando influências da cultura latino-americana na sua obra, sem nunca perder a ligação aos salões europeus.
A sua pintura, marcada por um refinado simbolismo e uma técnica impecável, consolidou-se como um dos grandes legados do surrealismo moderno.
quinta-feira, julho 09, 2026
O Anfiteatro de El Jem
O Anfiteatro de El Jem (historicamente conhecido como o Coliseu de Thysdrus) é o maior coliseu romano do continente africano e o terceiro maior do mundo. Localizado na atual Tunísia, este monumento destaca-se internacionalmente por estar em um estado de conservação superior ao do próprio Coliseu de Roma, servindo como o testemunho máximo da grandiosidade do Império Romano no Norte de África.
Este antigo centro de entretenimento é uma das ruínas romanas mais bem preservadas de África. Construído no século III d.C., quando a cidade era conhecida como Thysdrus, o Anfiteatro de El Jem tinha capacidade para 35.000 espetadores, o que o tornava um dos maiores anfiteatros do império, apesar da sua localização remota. Erguido entre os anos 230 e 238 d.C. por ordem do oficial Gordiano, o coliseu foi financiado graças à enorme prosperidade de Thysdrus, que era um pólo comercial estratégico e um dos maiores produtores de azeite do império.
quarta-feira, julho 08, 2026
Figa De Guiné
Ouça a cantora brasileira Mari Froes em Figa De Guiné (Vídeo oficial).
terça-feira, julho 07, 2026
Sob a Chama da Candeia
A história desenrola-se no Norte de Portugal, numa casa de azulejos verdes com um jardim e uma magnólia. Quartos cheios de objetos de vidas passadas aqui. Traços do tempo, gestos e afetos. Aqui Alzira nasceu, viveu e morreu; aqui foi filha, mãe e avó; aqui brincou em criança, aprendeu piano, e dedicou-se a um marido austero. Alzira viveu neste espaço durante décadas, dividindo a sua rotina com Beatriz, a empregada, com quem mantém uma relação desgastada pelo tempo, ao ponto de hoje já não a suportar. Libertada após a morte do marido austero, Alzira toma, pela primeira vez na sua vida, uma decisão que pertence estritamente à sua vontade. A narrativa organiza-se em quadros fragmentados, estruturados ao ritmo das recordações, sem diálogos extensos e apostando na força da imagem.
segunda-feira, julho 06, 2026
O Bolo de Mel de Santa Helena
De acordo com o Blogue Teoria da Cor esta receita tradicional alentejana foi divulgada em 2010, pela atriz Io Appolloni no site, "As Receitas da Io". Também pode ser encontrada uma versão um pouco diferente na "Doçaria Conventual do Alentejo" de Alfredo Saramago.
Aqui fica uma receita do Bolo de Mel de Santa Helena.
0,5l de mel
2,5dl de azeite
150g de açúcar
150g de amêndoa moída
1 colher de café de canela
1 pontinha de cravinho em pó
5 colheres de sopa de farinha
6 gemas
Acrescentar a farinha até obter uma consistência densa, misturando sempre. Juntar as gemas, uma por uma, não parando de mexer com uma colher de pau.
Untar uma forma de 24cm de diâmetro. Forrá-la com papel vegetal e voltar a untar. Polvilhar com farinha.
Levar ao forno pré-aquecido a 150º durante 30 minutos.
Depois desligue o forno e deixe "secar" o bolo mais uns minutos.
domingo, julho 05, 2026
A Biblioteca Khizanat al-Qarawiyyin
O seu valioso espólio inclui mais de quatro mil manuscritos raros e 20.000 volumes, destacando-se uma cópia do Alcorão do século IX escrita em pele de camelo, além de textos históricos originais de Averróis e Ibn Jaldun.
Embora localizada no Norte de África, está intimamente ligada à herança do Médio Oriente.
sábado, julho 04, 2026
As flores do jacarandá
Branda a viola da noite
Branda a flauta do dia
Brando cantar trazia
O vinho doce da noite
A água clara do dia
Quem o olhava escutava
O jacarandá florido
Que o silêncio cantava
sexta-feira, julho 03, 2026
Mais um Dia de Vida: O Livro
Ryszard Kapuscinski (1932 - 2007), em 1955, começou a trabalhar como jornalista, escrevendo reportagens sobre a reconstrução da Polónia. Ainda nos anos cinquenta, foi pela primeira vez enviado como correspondente para a Ásia (Índia, Paquistão, Afeganistão) e para o Médio Oriente. Mais tarde, passou longos anos como correspondente em África e na América Latina. Considerado um dos grandes mestres do jornalismo moderno, Kapuscinski foi eleito em 1999 o melhor jornalista polaco do século XX e distinguido, em 2003, com o Prémio Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades.
Ryszard Kapuscinski, escritor e um dos maiores repórteres do século XX, esteve em Angola num período conturbadíssimo: entre o 25 de Abril de 1974 e a independência do país africano, em Novembro de 1975. Mais Um Dia de Vida - Angola 1975 é o extraordinário relato dessa época. Depois de 400 anos de domínio colonial, assiste-se ao violento surgimento de um país novo, imerso numa sangrenta guerra de guerrilha que visa decidir quem governará a nação libertada.
quinta-feira, julho 02, 2026
O Forte de Golconda
Tanto a cidade quanto a fortaleza estão construídas sobre uma colina de granito de 120 metros de altura.
A origem do forte é do ano 1143, aproximadamente, quando a dinastía hindu dos Kakatiya governava a área. O nome significa "colina do pastor".
Desde 1512, Golconda foi um reino independente até 1687, quando foi tomado pelas tropas do imperador Aurangzeb. A capital deste reino esteve situada em Golconda até que, em finais do século XVI, foi trasladada a Hyderabad.
A maioria das construções que ainda estão conservadas, são, aproximadamente, dos séculos XVI e XVII. A sua impressionante estrutura foi capaz de resistir a prolongadas ocupações por parte das tropas da Mongólia.O conjunto de Golconda consiste em quatro fortes diferentes, com uma muralha exterior de 10 kms de comprimento e 87 bastiões semi-circulares. Embora a maioria dos edifícios estejam na atualidade quase destruídos, a fortaleza acolhia outrora diversos palácios cujos restos ainda são visíveis.
O Forte de Golconda, um marco histórico em Hyderabad, em tempos, albergou joias famosas, como os diamantes Koh-i-Noor e Hope. O forte começou por ser uma modesta estrutura de barro construída no século XI pela dinastia Kakatiya. Em 1518, a dinastia Qutb Shahi transformou-o numa formidável cidadela de pedra.
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| O diamante Hope |
quarta-feira, julho 01, 2026
Mais Um Dia de Vida
Com uma técnica de animação extraordinária e um trabalho documental que vai ao encontro dos homens que com ele então se cruzaram, o filme (que pode ver na íntegra no 1º link) é uma belíssima homenagem a um grande repórter de guerra e contou no elenco com Miroslaw Haniszewski, Tomasz Ziętek e Olga Boladz.
No Verão de 1975, o grande repórter de guerra Ryszard Kapuscinski é enviado para Angola, numa altura em que os portugueses estão em debandada e os movimentos de libertação se envolvem numa guerra civil sem tréguas. Dois grupos que buscam a libertação do país têm ideais diferentes: o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), apoiado pela União Soviética, e a União Nacional para a Independência Total de Angola (Unita), apoiada pelos Estados Unidos.
terça-feira, junho 30, 2026
Nôs Morna
segunda-feira, junho 29, 2026
São Pedro
És o único dos três que traz velhice
Às festas. Tuas barbas brancas
Têm contudo um ar terno
A que o teu duro olhar não dá razão.
Parece que com essas barbas brancas
Por um fenómeno de imitação
Pretendes ter um ar de Padre Eterno.
Basta ver o tamanho dessas chaves —
As que Roma cruzou no seu brasão.
Segundo aquele passo do Evangelho
Do «Tu és Pedro» etcetera (tu sabes),
Que é, afinal uma fraude
Meu velho, uma interpolação.
Nem dão vontade de ser bom na terra,
Se, segundo evangélicas promessas
Vamos parar, ao fim, a um céu claustral.
Isso — fecharem-me — não quero eu,
Nem com Deus e o que é seu
Que o estar fechado faz-me mal
Até na beatitude do teu céu,
Entre os santos do paraíso,
(A liberdade — Deus dá a Deus —
Um Deus que não sei se é o teu),
O estar fechado, aqui ou ali, dizia eu
Faz-me terríveis cócegas no juízo.
Que não seja uma coisa morta,
Anti-popular, gongórica,
Por fruste deselegante,
Como de quem, sem saber nada, exausto,
Começo por duvidar bastante,
Desculpa-me chaveiro antigo,
De que tivesses existência histórica.
Se nos trazes
A alegria da singeleza
Ou a bondade que não sabe ter tristeza.
O pior é que nada disso fazes.
O teu semblante é duro e cru
E as barbas que roubaste ao Deus que tens
Só arrancam aos dandies teus loquazes
Ditos de dandies cínicos desdéns.
Que diabo, és uma série de ninguéns.
O Santo são as chaves, e não tu.
Para outros as barbas já citadas,
Para uns o tal fatídico chaveiro
Que fecha à chave as almas sublimadas.
Para uns tu fundaste a Roma do Papado
(Andavas bêbado ou enganado
Ou esqueceste
O teu posto quando o fizeste)
E para outros enfim, como é o povo
E segundo as ideias que ele faz,
És quem lhe não vem dar nada de novo —
Umas barbas com S. Pedro lá por traz.
Tudo em ti, salvo as barbas, é incerto,
Tudo teu, salvo as chaves, não tem ser
E a alma mais humilde é clamorosa
De qualquer coisa que se possa ver,
Em sonho até, qual se estivesse perto.
Que nunca escreveria
Este vago poema, em que me apresso
Só para me ver livre do teu nada,
Se não fosse para dar um cunho
A este livro da trilogia
(Santo António, S. João, S. Pedro —
De popular, que bem que soa!)
É que vieste parar a Junho
E a Lisboa?
Um sorriso que lhe fica bem,
Que até, até
No teu dia,
(Ó estupor velho
Como um chavelho,)
O povo anda com alegria,
É fé,
Não em ti nem nas barbas tuas
Mas no que a alegria é.
Espera lá, olha
Roma, fingindo que viceja,
Lentamente se desfolha.
Teu último gesto seja
Um gesto volvente e mudo.
Se tens poder milagroso,
Se essas chaves abrem tudo,
Deixa esse céu lastimoso.
Deixa de vez esse céu,
Desce até à humanidade
E abre-lhe, enfim no mudo gesto teu,
As portas do Inferno, e da Verdade.
domingo, junho 28, 2026
Baião da Garoa
Sabiá não entoa
Não dá milho e feijão
Na Paraíba, Ceará, nas Alagoas
Retirantes que passam, vão cantando seu rojão
Tra, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Meu São Pedro me ajude
Mande chuva, chuva boa
Chuvisqueiro, chuvisquinho
Nem que seja uma garoa
Uma vez choveu na terra seca
Sabiá então cantou
Houve lá tanta fartura que o retirante voltou
Tra, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Choveu, garoou
sábado, junho 27, 2026
A Biblioteca Nacional King Fahad
A Biblioteca Nacional King Fahad fica situada e foi inaugurada em 1990, na cidade de Riade, na Arábia Saudita.
Esta biblioteca é uma fusão perfeita entre a arquitetura árabe tradicional e o design contemporâneo. Possui uma fachada de vidro coberta por painéis triangulares que lembram uma mashrabiya para filtrar a luz do sol.
A mashrabiya (ou musharabìa) é um elemento arquitetónico tradicional do mundo islâmico. Consiste numa janela ou varanda saliente, fechada por uma grade de madeira entalhada, que funciona como sistema de ventilação passiva e filtro de luz, além de garantir privacidade. O termo deriva da raiz árabe sh-r-b (beber). Originalmente, referia-se a uma prateleira ou pequeno espaço onde jarras de água eram colocadas para esfriar, aproveitando a corrente de ar que passava pelos padrões da grade.
A Biblioteca Nacional Rei Fahad é o repositório legal e a biblioteca de direitos autorais da Arábia Saudita. O projeto foi anunciado em 1983, em resposta a uma iniciativa da população de Riade, quando o Rei Fahad ascendeu ao trono, e a implementação começou em 1986.sexta-feira, junho 26, 2026
A Cascata de Svartifoss
quinta-feira, junho 25, 2026
A Geografia Serve Antes de Mais Para Fazer a Guerra
Yves Lacoste foi um geógrafo e geopolítico francês. Lançou no início de 1970 a revista Hérodote, que nos últimos trinta anos procurou revelar a face oculta da Geografia, isto é, o seu caráter político. Contribui com obras críticas e inovadoras, como La géographie, ça sert, d'abord, à faire la guerre para uma discussão do conceito da geografia política e geopolítica, especialmente em França.
Para que serve a Geografia e qual a sua função social? Neste livro, Yves Lacoste responde a estas questões e a frase título sintetiza um pouco o papel da ciência geográfica. A razão de ser da Geografia recai sobre a necessidade de melhor compreender o mundo e pensar o espaço para que nele se possa lutar de forma mais eficaz.
quarta-feira, junho 24, 2026
São João
Que a mulher do Diabo, se ele a tem,
Os tivesse parido a todos.
Sabemos isso, e sabê-lo-ia antes
De todos nós teu Mestre que viria,
Profeta, Deus e guia dos errantes,
Quão dolorosamente o saberia?
Sei que houve astros no céu da fé vazia.
Por mais astros que a noite use brilhantes,
Que Diabo!, a noite não se chama dia.
Lá o que esse cordeiro significa
Não tem cheiro
Para o povo, que tem a alma rica
Da emoção que não conhece.
Para ele o cordeiro é um cordeiro,
E o menino sorri e a vida esquece.
E os saltos dados a gritar
Com um medo exagerado
Feito tudo de maneira
A mostrar
O riso, as pernas e o agrado.
É quente e anónima a aragem,
Deslembro o teu indefinido encanto.
Meu Irmão, dou-te o abraço fraternal.
terça-feira, junho 23, 2026
Ai, S. João adormeceu
segunda-feira, junho 22, 2026
Os Conjuntos Estão Em Alta No Verão
Os conjuntos estão em alta neste verão de 2026. Destacam-se pela praticidade e elegância, combinando conforto e sofisticação. As maiores apostas da estação incluem conjuntos de alfaiataria em linho, visuais monocromáticos em branco total, peças de inspiração utilitária e workwear, e visuais loungewear fluidos.
Assista a mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski que lhe fala dos Conjuntos Em Alta No Verão de 2026.
Esta temporada é marcada por tecidos naturais, modelagens utilitárias e uma forte influência de propostas minimalistas e monocromáticas.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante mais de 30 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo abaixo, Luciane Cachinski mostra-lhe os conjuntos que são uma tendência em 2026.
Os conjuntos estão aí para que o nosso dia a dia seja muito mais descomplicado. Quem é que já acordou sem paciência para escolher a roupa que vai vestir? Penso que toda a gente.
Assista então ao vídeo e apaixone-se mais ainda por esta beleza chamada "conjunto", porque veio para facilitar nossa vida!
domingo, junho 21, 2026
O Verão
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| Flores de Verão II - Antonio Gouveia |
num fio de repousada água, nos espelhos perdidos sobre
sábado, junho 20, 2026
A Açorda de Beldroegas
Estamos na época das beldroegas. As beldroegas são uma planta que cresce em todo o lado no final da primavera e início do verão no Alentejo. Aparecem nas ruas, nos campos, nos canteiros, por isso não temos de as cultivar, nem delas cuidar. Há lugares onde as pessoas, as acham uma praga.
A Açorda de Beldroegas é uma receita simples, deliciosa, rápida e fácil de fazer. É um prato da culinária portuguesa que devido à simplicidade de execução era muito comum em tempos de escassez e durante a época da ceifa (cocaria).
Cocaria é um método tradicional de confeção rural, enraizado no Alentejo, em que os alimentos são cozinhados em potes de barro colocados diretamente sobre brasas no chão. Designa também o grupo de trabalhadores agrícolas que se juntavam no campo para cozinhar os seus farnéis.
Os produtos utilizados na Açorda de Beldroegas são: cabeças de alho, azeite, beldroegas, pimentão colorau, batatas, ovos, queijo fresco.
Num recipiente com azeite faz-se um refogado com as cabeças de alho. Juntam-se as beldroegas
e deixa-se refogar mais um pouco. A seguir acrescenta-se a água, sal pimentão colorau (pouco)
e batatas cortadas às rodelas, colocadas ao lume. Finalmente acrescentam-se os ovos e/ou o queijo fresco.
sexta-feira, junho 19, 2026
Amor, em que grave dia vos vi
jamais nunca se quis doer de mi!
E pois me tod'este mal per vós vem,
mia senhor haja bem, pois est assi,
e vós hajades mal e nunca bem.
Em grave dia que vos vi, Amor,
pois a de que sempre foi servidor,
me fez e faz cada dia peior!
E pois hei por vós tal coita mortal,
faça Deus sempre bem a mia senhor,
e vós, Amor, hajades todo mal.
Pois da mais fremosa de quantas som
[jamais] nom pud'haver se coita nom
1e por vós viv'eu em tal perdiçom,
que nunca dormem estes olhos meus,
mia senhor haja bem por tal razom,
e vós, Amor, hajades mal de Deus.
quinta-feira, junho 18, 2026
My Kyiv ou Como Não Te Amar, Minha Kyiv!
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| Kyiv |
Já agora fique a saber que Kyiv é o nome ucraniano da cidade enquanto que Kiev é o nome russo da mesma.
A canção oficial e hino Як тебе не любити, Києве мій! (Como não te amar, meu Kyiv!) foi composta por Ihor Shamo (1925-1982) com letra de Dmytro Lutsenko tendo-se tornado o hino oficial da cidade.
Ouça em baixo Phillip Sear que interpreta um arranjo para piano da canção deste compositor ucraniano.
Shamo nasceu e morreu em Kyiv. Estudou no Conservatório de Kyiv e compôs muitas obras orquestrais e de câmara, além de canções.Este arranjo apareceu numa coletânea ucraniana da década de 1960 com canções populares de autores ucranianos e estrangeiros. A canção original possui uma letra patriótica de Dmytro Lutsenko (1921-1989), letrista ucraniano que trabalhou com muitos dos principais compositores da época. Foi escrita para o "Dia da Cidade de Kyiv" em 1962 e adotada como hino oficial do distrito de Kyiv em 2014. Aqui lhe deixo uma tradução do primeiro e do último verso, retirada do LyricsTranslate, para dar uma ideia do sentimento da canção que pode ouvir no segundo vídeo.
quarta-feira, junho 17, 2026
A Dança da Primavera
(Frühlingstanz bei Stampa ou Ronde de couples dans un pré près de Stampa) é uma das raras pinturas de paisagens e festas da juventude de Alberto Giacometti. A obra antecede a sua famosa fase de esculturas alongadas e reflete o seu fascínio pelo pontilhismo e pelo modernismo.
1922 foi um ano de viragem para Giacometti, marcando o momento em que o artista se mudou para Paris para estudar na Académie de la Grande Chaumière. Pintado no norte de Stampa, na Suíça (a sua região natal no vale de Bregaglia), a obra apresenta um traçado vibrante. O artista frequentemente começava por fazer esboços na tela com cores primárias (vermelho para as figuras, azul para as paisagens), e é possível notar elementos geográficos locais como a Igreja de San Giorgio ao fundo.
Alberto Giacometti (1901- 1966) foi um renomado pintor e escultor suíço, profundamente influenciado pelo modernismo. A sua obra teve um papel essencial na definição da escultura surrealista, evoluindo posteriormente para um estilo marcado pelo existencialismo e pela representação expressiva da figura humana.As suas esculturas alongadas e etéreas tornaram-se icónicas, transmitindo uma sensação de solidão e fragilidade. Giacometti explorou a condição humana de maneira única, refletindo angústia e introspecção nas suas criações.
terça-feira, junho 16, 2026
I am a Fool To Want You
segunda-feira, junho 15, 2026
7 Vestidos Em Alta No Verão 2026: Modelos. (Parte 2)
Os vestidos fluídos com folhos assimétricos, os modelos utilitários e as peças de estética boho chic são os grandes destaques em alta no verão 2026. A temporada prioriza o movimento natural, o conforto térmico e uma sofisticação descomplicada, misturando texturas artesanais com cortes modernos
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante mais de 30 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo abaixo, Luciane Cachinski mostra-lhe os modelos que são uma tendência em 2026.
Não perca. Vale mesmo a pena.
Vamos para o segundo vídeo de um conjunto de episódios sobre os vestidos para o verão 2026.
domingo, junho 14, 2026
A Biblioteca Central da Universidade de Teerão
A Biblioteca Central e Centro de Documentação da Universidade de Teerão (ou Ketabkhane Markazi Daneshgah Tehran, no Irão) é uma das mais antigas e prestigiadas bibliotecas universitárias da região, com uma vasta coleção de manuscritos raros em persa e fontes islâmicas e um dos principais centros de investigação do Médio Oriente.
O imponente e moderno edifício de 9 andares, localizado na Avenida Enghelab, foi projetado pelo arquiteto Bahman Paknia (com contributos de peritos da UNESCO) e inaugurado formalmente em 1971.
Sendo a maior biblioteca académica do Irão inclui uma rica e vasta seleção de recursos em diferentes campos da Ciência, Tecnologia e Literatura.
O acervo da biblioteca inclui mais de um milhão de livros, publicações periódicas, manuscritos, microfilmes, cópias pictóricas, documentos e fotografias históricas, livros litográficos, dissertações académicas, documentos científicos e mapas, mais de 120.000 livros em Inglês, Francês, Alemão, Russo, Italiano, entre outras línguas.










































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