Here I go again I hear those trumpets blow again All aglow again Taking a chance on love Here I slide again About to take that ride again Starry-eyed again Taking a chance on love
I thought that cards were a frame-up I never would try But now I'm taking the game up And the ace of hearts is high
Things are mending now I see a rainbow blending now We'll have a happy ending now Taking a chance on love
Here I slip again About to take that tip again Got my grip again Taking a chance on love Now I prove again That I can make life move again In the grove again Taking a chance on love
Lisboa, 1758. Sete raparigas desaparecem misteriosamente para serem transformadas em escravas sexuais. Que terrível conspiração domina a cidade?
Sinopse: No verão de 1758, menos de três anos depois do grande terramoto que destruiu Lisboa, a população vive alarmada com o desaparecimento de sete raparigas cujos corpos nunca foram encontrados. Incomodado, Sebastião José de Carvalho e Melo, poderoso ministro do rei D. José, nomeia um recém-formado em Direito, Pina Manique, para investigar essas estranhas ocorrências. No entanto, existem apenas vagas suspeitas sobre uns mercadores árabes. Para tentar acusá-los, Sebastião José dirige-se às masmorras da Torre de Belém para convencer Santamaria, um piloto de barcos, a auxiliá-lo na investigação, uma vez que o prisioneiro fala a língua dos árabes. A troco dessa ajuda, oferece-lhe a liberdade. Santamaria recusa a proposta, até saber que uma das raparigas desaparecidas é a sua filha Assunção. É então que aceita ajudar na investigação, mergulhando numa cidade ainda atordoada pelo cataclismo. Nela, o piloto cruza-se com o seu filho Filipe, a antiga escrava Ester, o místico Abraão e o seu rival do passado, Hugh Gold, que em tempos disputou com ele o amor de Margarida, a paixão que Santamaria deseja agora rever. De repente, Santamaria vê-se envolvido numa terrível conspiração, pois enquanto tenta encontrar a sua filha e desvendar os desaparecimentos, tem de evitar ser implicado no processo dos Távoras. Numa Lisboa onde Sebastião José já começara a impor a sua lei de ferro, surge então esta história de amor de um pai pelos seus filhos e a sua simultânea tentativa de reencontrar a mulher por quem um dia se apaixonou.
O ponto oficial de encontro entre o Oceano Atlântico e oOceano Pacíficoé o Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul (Terra do Fogo), com a fronteira técnica seguindo o meridiano 67°14'W. A Passagem de Drake também é uma zona de transição, onde as águas, embora se misturem devido a fortes correntes, podem apresentar diferenças temporárias de densidade.
O encontro é uma zona turbulenta conhecida pelos navegadores como um dos trechos mais difíceis de se navegar, e não uma barreira invisível permanente.
A saber: Localiza-se no extremo sul do Chile/Argentina, na Terra do Fogo, passando pelo Cabo Horn e Estreito de Magalhães. Ao contrário de alguns vídeos populares que mostram uma separação total das águas, os oceanos misturam-se de forma gradual e contínua devido às correntes oceânicas. Alguns vídeos virais que mostram uma linha divisória clara de cores diferentes retratam, geralmente, o encontro de águas de degelo de glaciares com o oceano no Golfo do Alasca, e não o encontro entre os Oceanos Atlântico e Pacífico. Acredita-se que, em dias calmos, a diferença de densidade, temperatura e salinidade entre os dois oceanos (o Atlântico é geralmente mais salgado) pode criar um efeito visual temporário de fronteira.
No vídeo abaixo do Manual do Mundo, vai descobrir a verdade por trás das fotos e vídeos que circulam pela internet — e entender por que o mar não tem fronteiras visíveis.
As Cornucópias de Alcobaçasão um dos doces conventuais mais emblemáticos de Portugal, destacando-se pela sua massa crocante e recheio rico.
Embora seja incerta a origem das Cornucópias de Alcobaça, tudo indica que foram criadas no Mosteiro de Santa Maria de Cós (ou Coz), fundado no século XII e dependente do Mosteiro de Alcobaça (Património Mundial da Humanidade - UNESCO).
O nome deste doce e o seu formato derivam do latim cornu copiae (corno da abundância), um símbolo da antiguidade que representava a fertilidade e a abundância.
As Cornucópias fazem parte do vasto legado gastronómico dos monges de Cister, que utilizavam o excesso de gemas (após o uso das claras para engomar hábitos ou clarificar vinho) para criar uma doçaria rica em açúcar.
As Cornucópias de Alcobaça são recheadas de ovos-moles, confecionados com gemas e açúcar, quase os únicos ingredientes que entram no receituário da doçaria conventual portuguesa, depois da utilização das claras com objetivos mais prosaicos. Já a massa é fina e crocante, moldada em forma de cone e tradicionalmente frita em azeite (ou óleo). Geralmente é feita com farinha, manteiga, um toque de açúcar e banha. Após a fritura, a massa é muitas vezes passada por açúcar e canela antes de ser recheada.
Para a massa: 250g de farinha; 3 colheres (sopa) de manteiga; 1 colher (chá) de fermento em pó; sal q.b.; água q.b.; azeite ou óleo (para fritar); açúcar e canela (para polvilhar).
Para o recheio: 1 chávena (almoçadeira) de doce de ovos-moles.
Preparação:
Misture e amasse a farinha, a manteiga, o fermento, o sal e a água até conseguir obter uma massa própria para tender. Tenda a massa com a espessura de cerca de 2 ou 3 mm. Corte em tiras de 1,5 cm de largo, e enrole em espiral, partindo de cima para baixo em forma de cornucópia, aconchegando bem. Frite em azeite ou óleo, ou mistura dos dois, a 160º C.
Retire as cornucópias, passe-as por açúcar e canela e recheie com doce de ovos-moles.
Colaboração da D. Paula da «Pastelaria Alcoa», em Alcobaça
(Livro: Doçaria Conventual na Mostra de Alcobaça, Texto Editores, 2004)
youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Para mulheres maduras que procuram ser elegantes e modernas, existem alguns modelos de saias que se destacam por valorizar a silhueta feminina com conforto e sofisticação. Estes modelos intemporais são pensados para oferecer versatilidade, transitando facilmente entre o casual e o formal.
As 6 saias essenciais são, entre outras: A saia em A ou Evasé (midi) porque o corte em "A" desenha o corpo sem marcar, equilibrando as proporções e alongando a silhueta; A saia Envelope (ou trespassada) porque o seu ajuste personalizável na cintura, se adapta a qualquer tipo de corpo, proporcionando leveza e um toque atual; A saia Lápis (em alfaiataria) que é a versão moderna da clássica saia justa, feita com tecidos estruturados (muitas vezes com elástico no cós), porque realça a feminilidade com conforto;
A saia Plissada (midi) porque une movimento e elegância. O efeito das pregas ajuda a alongar o visual e a disfarçar volumes indesejados; A saia Jeans ou de ganga (lavagem escura) em corte reto ou evasé, porque é a peça ideal para looks casuais chiques, mantendo um ar alinhado e jovial; A saia de Cetim ou Seda, porque sendo fluida traz sofisticação imediata ao look, sendo perfeita tanto para ocasiões formais quanto para um jantar elegante.
Veja então este vídeo, sobre os 6 modelos de saias que com certeza são intemporais e vão durar para a vida toda!
Paisagem Com Lanternas (Landscape With Lanterns), 1958, é uma obra do artista belga Paul Delvaux (1897-1994).
Nesta paisagem onírica surrealista, uma mulher misteriosa está de costas. Se a mulher nos conduzir pelo caminho, certamente jamais retornaremos ao mundo dos vivos. Os fios de telefone pendurados após terem sido cortados indicam que a comunicação entre o mundo dos vivos e o dos mortos é impossível. À frente, vemos duas figuras carregando um cadáver envolto num lençol branco. Uma luz rasante e inquietante vinda da esquerda projeta sombras sinistras no chão sob as lanternas, e não das lanternas, como seria de esperar.
Paul Delvaux (1897–1994) foi um dos mais influentes pintores surrealistas belgas, conhecido pelas cenas oníricas que misturam o clássico com o estranho.
O seu trabalho é imediatamente reconhecível por temas recorrentes que criam um universo de silêncio e imobilidade.
As Figuras Femininas, são frequentemente retratadas como mulheres nuas ou vestidas de forma elaborada, com olhares fixos e ausentes, movendo-se como sonâmbulas por paisagens desoladas. As Estações de Comboio eram recorrentes na sua pintura. Inspirado por memórias de infância, Delvaux pintava frequentemente comboios e estações ferroviárias solitárias sob o luar. Outro dos temas utilizado pelo pintor era a Arquitetura Clássica. Ruínas gregas e romanas servem de pano de fundo para as suas cenas, evocando uma sensação de tempo suspenso.
Paul Delvaux, pintor que misturava temáticas oníricas e pessoais, formou-se pela Academia de Belas Artes de Bruxelas, onde mais tarde se tornou professor, desenvolveu uma linguagem visual única, frequentemente associada ao Surrealismo.
Das suas obras podemos destacar: Esqueletos, Jardim Noturno, A tentação de Santo António e A Vénus Adormecida.
Com a perda progressiva da visão, Delvaux deixou de pintar em 1986. A sua última grande exposição ocorreu em Paris, em 1992. Faleceu em 1994, aos 96 anos, deixando um legado artístico marcado por atmosferas misteriosas e cenários poéticos.