O Periquito-do-pacífico, tuim-do-pacífico ou tuim-peruano (Forpus coelestis) é uma espécie de ave da família Psittacidae. Mede cerca de 13 cm. Vive de 15 a 20 anos em cativeiro se bem alimentado. Pode ser encontrada no Peru, Equador e Venezuela.
Lume & Ar
domingo, setembro 27, 2026
O Periquito-do-pacífico
Conhecidos pela sua inteligência, curiosidade e, sobretudo, pelo seu temperamento vivo, os periquitos-do-Pacífico são pequenos, mas cheios de personalidade. Estas adoráveis aves, vivem em grandes bandos e tal como algumas raças de cães pequenos, demonstram uma coragem que desmente o seu tamanho: muitas vezes, enfrentam inimigos maiores e defendem vigorosamente o seu território quando são ameaçados. Quanto à dieta, os periquitos-do-Pacífico são sobretudo granívoros e frugívoros, como atesta a imagem, o periquito está a mastigar uma guloseima acabada de descascar, em Guayaquil, Equador.
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sábado, setembro 26, 2026
Malala
Malala é um filme (coprodução dos EUA e Emirados Árabes de 2015), realizado por Davis Guggenheim, do género documentário biográfico sobre Malala, com o título original: "He Named Me Malala".
O documentário mostra a vida da jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai e destaca o seu papel global na defesa do direito à educação das raparigas.
Sinopse:
É um retrato íntimo da vida, da história e da trajetória pessoal da ganhadora do Prémio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, como uma das principais defensoras da educação de meninas ao redor do mundo.
Retrata a sua recuperação após sobreviver a um ataque dos Talibãs em 2012, por falar sobre a educação das mulheres e suas consequências, incluindo seu discurso na ONU. Explora a relação com o pai, Ziauddin Yousafzai, e a inspiração por trás do seu nome.
sexta-feira, setembro 25, 2026
Kandy: A Capital Cultural do Sri Lanka
Kandy é a segunda maior cidade do Sri Lanka e a capital da chamada "Região Montanhosa". Rica em história antiga e lendas, a cidade é conhecida por possuir uma das localizações e um dos climas mais privilegiados da Ásia. A cidade situa-se a 115 kms de Colombo e destaca-se pela sua beleza e por ser o coração do budismo.
Visitar Kandy é conhecer a capital cultural do Sri Lanka, uma cidade que foi o centro do poder político e militar de um reino que desafiou portugueses e holandeses durante séculos, mantendo-se inconquistado até ao século XIX quando se submeteu ao poder dos ingleses.
No meio das ruas e bazares sempre animados, encontramos o Mercado Central (o lugar ideal para comprar uma recordação de viagem), o Centro das Artes e Artesanato e o Dalada Maligawa, conjunto arquitetónico formado por pavilhões cor-de-rosa com tetos vermelhos onde se encontra o Templo do Dente de Buda, principal centro religioso dos budistas. O Templo da Relíquia do Dente Sagrado (Sri Dalada Maligawa) foi construído dentro do complexo do palácio real e abriga a única relíquia remanescente do Buda, um dente, que é venerado pelos Budistas. O templo é uma das principais atrações de Kandy e um famoso Património Mundial da UNESCO no Sri Lanka.
Mas, se quiser conhecer melhor esta cidade e os seus arredores não deixe de visitar também:
- O Jardim Botânico Real de Peradeniya situado a poucos kms da cidade. É possível encontrar ali mais de 4.000 espécies de plantas, entre elas sobressaem especiarias de todos os tipos e aromas, da canela à noz-moscada. Este lugar é um paraíso tropical escondido no meio do burburinho da cidade, é um verdadeiro pedaço do Éden para escapar à agitação urbana das redondezas;
- A Pekoe Trail (Passeios a Pé) é composta por percursos do século XIX, recentemente transformados em iniciativas de turismo sustentável com financiamento da União Europeia e dos EUA. Cada etapa liga-se a cidades e vilarejos onde é possível a hospedagem - seja em hotéis de luxo, em fazendas extremamente acolhedoras ou em alojamentos simples e autênticos de trabalhadores de plantações de chá. Esta proposta singular é uma das mais recentes atrações em Kandy.
- O icónico Lago Kandy tem uma localização bastante central, o lago é visível de muitas das atrações da cidade, especialmente do Miradouro de Kandy. Visitá-lo no momento certo, de preferência ao pôr do sol, é fundamental para vivenciar toda a beleza e a atmosfera única do local.
- O Circuito dos Três Templos: Embora o Templo da Relíquia do Dente de Buda seja um lugar incrível, ele não é o único templo a incluir no seu roteiro por Kandy. O circuito dos três templos abrange três templos magníficos, cada um deles uma verdadeira obra-prima do artesanato. Gadaladeniya Viharaya, Embekke e Lankathilaka são outros exemplos da relação do Sri Lanka com o budismo, sendo perfeitos para combinar com uma visita ao Jardim Botânico num belo passeio de um dia.
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quinta-feira, setembro 24, 2026
Dá-Me Lume
Ouça o cantor português Jorge Palma (1950 - 2026) em Dá-Me Lume.
Chegaste com três vinténs
E o ar de quem não tem
Muito mais a perder
O vinho não era bom
A banda não tinha tom
Mas tu fizeste a noite apetecer
Mandaste a minha solidão embora
Iluminaste o pavilhão da aurora
Com o teu passo inseguro
E o paraíso no teu olhar
E o ar de quem não tem
Muito mais a perder
O vinho não era bom
A banda não tinha tom
Mas tu fizeste a noite apetecer
Mandaste a minha solidão embora
Iluminaste o pavilhão da aurora
Com o teu passo inseguro
E o paraíso no teu olhar
Eu fiquei louco por ti
Logo rejuvenesci
Não podia falhar
Dispondo a meu favor
Da eloquência do amor
Ali mesmo à mão de semear
Mostrei-te a origem do bem e o reverso
Provei-te que o que conta no universo
É esse passo inseguro
E o paraíso no teu olhar
Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-me
Até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas
Há tanto tempo a acenar
Eu tinha o espírito aberto
Às vezes andei perto
Da essência do amor
Porém no meio dos colchões
No meio dos trambolhões
A situação era cada vez pior
Tu despertaste em mim um ser mais leve
E eu sei que essencialmente isso se deve
A esse passo inseguro
E ao paraíso no teu olhar
Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-me
Até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas
Há tanto tempo a acenar
Se eu fosse compositor
Compunha em teu louvor
Um hino triunfal
Se eu fosse crítico de arte
Havia de declarar-te
Obra-prima à escala mundial
Mas eu não passo de um homem vulgar
Que tem a sorte de saborear
Esse teu passo inseguro
E o paraíso no teu olhar
Esse teu passo inseguro
E o paraíso no teu olhar
Compositores: Jorge Palma
quarta-feira, setembro 23, 2026
O Bolo Carmelita Alentejano
O Bolo Carmelita é um bolo tradicional de inspiração conventual com raízes em receitas de família no Alentejo que combinam a riqueza dos ovos, da amêndoa e, por vezes, da cenoura.
Celebrando o outono que se inicia hoje, deixo-lhe duas receitas deste bolo tradicional da gastronomia portuguesa: a Receita Antiga do Bolo Carmelita Alentejano que passa de geração em geração.
Ingredientes para o recheio:
250 g de ovos moles
200 g de amêndoa moída
100 g de amêndoa triturada
200 g de açúcar
250 g de ovos moles
200 g de amêndoa moída
100 g de amêndoa triturada
200 g de açúcar
Ingredientes para a massa exterior:
100 g de amêndoas bem moídas
6 claras em castelo
200 g de açúcar
q.b. de farinha
100 g de amêndoas bem moídas
6 claras em castelo
200 g de açúcar
q.b. de farinha
Preparação:
Depois de se amassar bem a farinha, a amêndoa, as claras em castelo e o açúcar, estende-se esta massa numa base metálica redonda, ou prato de barro vidrado, e deita-se por cima o recheio de amêndoas, ovos moles e açúcar.
Deixa-se o bolo carmelita secar naturalmente e serve-se.
Depois de se amassar bem a farinha, a amêndoa, as claras em castelo e o açúcar, estende-se esta massa numa base metálica redonda, ou prato de barro vidrado, e deita-se por cima o recheio de amêndoas, ovos moles e açúcar.
Deixa-se o bolo carmelita secar naturalmente e serve-se.
E ainda outra receita do Bolo Carmelita.
Ingredientes:
750 g de açúcar
1 colher de sobremesa de manteiga
9 gemas
raspa da casca de 2 laranjas
450 g de polme de cenoura
açúcar em pó q.b.
750 g de açúcar
1 colher de sobremesa de manteiga
9 gemas
raspa da casca de 2 laranjas
450 g de polme de cenoura
açúcar em pó q.b.
Preparação:
Batem-se as gemas com o açúcar e a manteiga derretida, juntando-se depois o polme das cenouras (cozem-se as cenouras e passam-se pelo passe-vite) e a raspa das laranjas.
Em estando tudo bem incorporado deita-se o preparado numa forma de canudo previamente bem untada com manteiga.
Leve a cozer ao forno pré-aquecido (170ºC) cerca de + ou - 1 hora e 30 minutos (convém verificar se está cozido.
Depois de cozido, desenformado e arrefecido, polvilhe com açúcar em pó e sirva.
Batem-se as gemas com o açúcar e a manteiga derretida, juntando-se depois o polme das cenouras (cozem-se as cenouras e passam-se pelo passe-vite) e a raspa das laranjas.
Em estando tudo bem incorporado deita-se o preparado numa forma de canudo previamente bem untada com manteiga.
Leve a cozer ao forno pré-aquecido (170ºC) cerca de + ou - 1 hora e 30 minutos (convém verificar se está cozido.
Depois de cozido, desenformado e arrefecido, polvilhe com açúcar em pó e sirva.
terça-feira, setembro 22, 2026
Feiticeira
Ouça Luís Represas que canta Feiticeira/Hechicera com o cantor cubano Pablo Milanés e encanta o músico brasileiro Johnny do Carmo nas redes sociais.
De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada
De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado
De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido
De que fontes de que águas
De que chão de que horizonte
De que neves de que fráguas
De que sedes de que montes
De que norte de que lida
De que deserto de morte
Vieste tu feiticeira
Inundar-me de vida.
(Traducción al español)
De que noche demorada
De que breve mañana
Llegaste tú, hechicera,
De nubes deslumbrada.
De que sueño hecho mar
O de que mar no soñado
Viniste tú hechicera
A anidarte a mi lado.
De que fuego renacido
O de que lumbre apagada
Viniste tú, hechicera,
A secretearme al oído.
De que fuente, de que agua,
De que suelo y horizonte,
De que nieves, de que fraguas,
De que sed, de que montes.
De que norte, de que lidia,
De que desierto de muerte
Viniste tú, hechicera,
A inundarme de vida.
E agora num programa da RTP2.
segunda-feira, setembro 21, 2026
Canção De Outono
No entardecer da terra,
O sopro do longo outono
Amareleceu o chão.
Um vago vento erra,
Como um sonho mau num sono,
Na lívida solidão.
O sopro do longo outono
Amareleceu o chão.
Um vago vento erra,
Como um sonho mau num sono,
Na lívida solidão.
Soergue as folhas, e pousa
As folhas volve e revolve
Esvai-se ainda outra vez.
Mas a folha não repousa
E o vento lívido volve
E expira na lividez.
As folhas volve e revolve
Esvai-se ainda outra vez.
Mas a folha não repousa
E o vento lívido volve
E expira na lividez.
Eu já não sou quem era;
O que eu sonhei, morri-o;
E mesmo o que hoje sou
Amanhã direi: quem dera
Volver a sê-lo! mais frio.
O vento vago voltou.
O que eu sonhei, morri-o;
E mesmo o que hoje sou
Amanhã direi: quem dera
Volver a sê-lo! mais frio.
O vento vago voltou.
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