A Tigelada de Proença-a-Nova é: "Ligeiramente escura por cima, cor de mel por dentro e um sabor que nos faz viajar às memórias de infância, lembrando o calor do forno a lenha ainda quente (...)".
A tigelada de Proença-a-Nova é um dos doces conventuais (regionais) mais emblemáticos da Beira Baixa. Confecionada de forma artesanal com ovos, mel, limão, canela, farinha e leite, destaca-se pelo seu processo de cozedura: o caçoilo de barro e o forno a lenha bem quente conferem-lhe uma crosta única e um sabor inigualável.
A ligação do concelho a este doce é tão forte que a tigelada foi eleita uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal no distrito de Castelo Branco. É habitual, também, a realização do Festival da Tigelada, com forte adesão de restaurantes e associações locais que promovem a doçaria regional.
Inicialmente confecionada apenas em dias de festa e casamentos, os ingredientes usados são simples: ovos, leite de cabra e mel. Muita gente produzia e tinha em casa estes produtos, pelo que variava apenas o segredo de cada doceira. Este doce português personifica assim os hábitos e costumes de um povo e das atividades locais, como a caprinocultura e a apicultura, sendo cozinhado numa panela de barro.
Atualmente, a Câmara Municipal de Proença-a-Nova implementou a Fábrica da Tigeladaque produz o doce de forma artesanal e está sediada na antiga escola primária da aldeia do Pergulho (local onde a iguaria foi documentada pela primeira vez). O objetivo do espaço é preservar a receita ancestral e garantir a sua produção de qualidade.
Se quiser experimentar é só seguir as receitas que se seguem.
Ingredientes
1 litro de leite
12 ovos
400 g de açúcar louro
Mel q.b.
Raspa de limão q.b.
Canela em pó q.b.
1 colher de sopa de farinha
Preparação:
Pré aquecer o forno que deve estar bem quente para as tigeladas.
Comece por bater demoradamente os ovos com o açúcar, o mel e a raspa de limão, até obter um creme uniforme.
Adicione a canela e a farinha e misture bem para incorporar todos os ingredientes no preparado.
Junte por fim o leite e envolva tudo cuidadosamente até ficar homogéneo.
Unte os caçoulos de barro com azeite.
Coloque os caçoulos no forno e vá distribuindo o preparado por cada um, mexendo sempre bem para que não forme pé.
Deixe cozer durante cerca de uma hora ou até a superfície estar bem dourada e a tigelada firme ao toque.
As tendências de cores para o verão 2026 misturam otimismo e sofisticação. A paleta equilibra tons pastel relaxantes, como o amarelo manteiga e o azul-claro, com cores vibrantes e saturadas como o vermelho tomate, o laranja e tons terrosos quentes.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante mais de 30 anos.
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My Name is Gulpilil é um filme (documentário de 2021) aclamado que narra a vida deDavid Gulpilil Ridjimiraril Dalaithngu (1953 – 2021), um dos mais icónicos atores e dançarinos aborígenes australianos.
Este filme e carta de amor ao cinema celebra a sua extraordinária vida e legado. Pode encontrá-lo no Google Play ou na Prime Video.
Este belo documentário realizado por Molly Reynolds é uma homenagem apropriada a David Gulpilil, no final da sua vida singular, na época doente com cancro de pulmão no estágio quatro.
Molly Reynolds é uma realizadora, argumentista e produtora de cinema australiana, reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho documental.
Sinopse: O filme, que também leva este título (My Name is Gulpilil), foi realizado durante a sua batalha final contra o cancro no pulmão, servindo como uma despedida e um reflexo direto do seu coração.
David Gulpilil foi um pioneiro que mudou a representação dos povos das Primeiras Nações no cinema australiano.
Nascido no norte da Austrália, o seu nome "Gulpilil" representa o seu totem, o martim-pescador. Ele descreveu-se como um homem que vivia entre dois mundos (o branco e o aborígene) e é amplamente reconhecido como um dos melhores bailarinos cerimoniais da Austrália.
O documentário celebra a sua vida e a ligação espiritual à sua terra
Love of my life, you've hurt me You've broken my heart, and now you leave me Love of my life, can't you see? Bring it back, bring it back, don't take it away from me Because you don't know what it means to me
Love of my life, don't leave me You've taken my love (all my love), you now desert me Love of my life, can't you see? (Please bring it back) Bring it back, bring it back, don't take it away from me Because you don't know what it means to me (means to me)
You will remember when this is blown over And everything's all by the way (ooh, yeah) When I grow older, I will be there at your side (ooh) To remind you how I still love you (I still love you)
Back, hurry back, please bring it back home to me Because you don't know what it means to me (means to me) Love of my life Love of my life
A Biblioteca Mohammed bin Rashid (MBRL), localiza-se em Al Jaddaf (junto ao Dubai Creek ), no Dubai, Emirados Árabes Unidos (EAU) . É considerada a maior biblioteca do Médio Oriente e um "monumento ao serviço da ciência e do conhecimento". O exterior apresenta pilares que exibem citações sobre a liderança do Sheikh Mohammed bin Rashid, em 171 idiomas.
Foi inaugurada em 2022 e destaca-se pelo seu design arquitetónico em forma de livro aberto e pela sua extensa coleção com mais de um milhão de títulos físicos e digitais. É composta por nove bibliotecas focadas em diferentes temas, incluindo áreas dedicadas a jovens, mapas, media, artes e negócios.
Dispõe de uma exposição permanente com manuscritos, livros raros e documentos históricos que datam desde o século XIII.
A biblioteca é a primeira na região que utiliza um sistema abrangente de IA, reduzindo a dependência de pessoal humano, tornando mais ágil os processos de seleção de títulos, leitura, bem como empréstimo e devolução de livros. Conta, pois, com um sistema inteligente e robótico que utiliza inteligência artificial para localizar e entregar livros em cerca de 10 minutos. Não é necessária reserva prévia para visitar e o acesso é gratuito.
Esta biblioteca procura ajudar a fortalecer a estatura dos EAU como um centro de cultura e inovação na região, criando um ambiente propício no país que atende a todos os segmentos da comunidade, especialmente escolas e estudantes universitários.
O Santo da Montanha é um romance do escritor português Camilo Castelo Branco, publicado originalmente em 1866. A obra faz parte da vasta bibliografia do autor, um dos maiores expoentes do Romantismo em Portugal.
Por ser um clássico da literatura portuguesa, o livro pode ser consultado aqui noInternet Archive.
Sinopse: A história inicia-se por volta do ano de 1687, descrevendo a movimentação de famílias nobres do Norte e Sul de Portugal. A narrativa centra-se na história de uma paixão avassaladora e trágica entre dois protagonistas incompatíveis: Mécia e Baltazar. O enredo explora temas recorrentes na obra camiliana, como o desejo, as barreiras sociais e as consequências fatais de amores proibidos ou impossíveis.
"Seis meses antes de se abrir um céu que o leitor há de entrever em certas festas de Corpus Christi, em Braga, se eu conseguir bosquejá-las dignamente, espalharam-se prospetos da festividade por todo o reino. Corria o ano de 1687.
A notícia alvoroçara as famílias das províncias de norte e sul. Era um louvar a Deus ver o denodo com que de solares sertanejos de Trás-os-Montes, por caminhos de cabras, desciam fidalgarrões, cabeças de copiosas tribos de meninas, sentadas sobre andilhas de coxins adamascados ou em liteiras ponderosas, cujos brasões iam dizendo a porção de sangue real de godos, seiva do venerando tronco de que tinham grelado as damas ou cavaleiros conteúdas dentro, a cabecear de sono."