quinta-feira, fevereiro 12, 2026

Shelly My Love

Ouça Rod Stewart em Shelly My Love.
Shelly my love
I only long to be where you are
Shelly my love
Now and forevermore
Shelly my love
When I see you I catch fire
And soon I'm all aflame
I feel it start
Whenever you call my name
All around I feel a passion
That thrills my very soul
I put it down
To that I love you so
Shelly my love
I only long to be where you are
Shelly my love
Now and forevermore
Shelly my love
Oh Shelly my love
All around I feel a passion
That thrills my very soul
I put it down
To that I love you so
Oh Shelly my love
If this time I'm into somethin'
That is not of this world
The love I've got
It's supernatural, girl
Shelly my love
I only long to be where you are
Shelly my love
Now and forevermore
Shelly my love
Shelly, my love
Shelly, my love
Shelly, my love

quarta-feira, fevereiro 11, 2026

Um Dia em Grande


 Um Dia em Grande (ou Um Dia Especial) é um filme (1997) do género comédia romântica, realizado por Michael Hoffman e que conta no elenco com Michelle Pfeiffer, George Clooney, Charles Durning.
Sinopse:
Melanie Parker (Michelle Pfeiffer), uma arquiteta, e Jack Taylor (George Clooney), um colunista de um jornal, encontram-se quando os filhos se atrasam e perdem um passeio da escola. A partir de então o que deveria ser um dia normal de trabalho, acaba por ser uma loucura de idas e vindas entre celulares, filhos e várias outras crises que ameaçam acabar com as carreiras dos dois em apenas 12 horas.

terça-feira, fevereiro 10, 2026

O Boeuf Bourguignon

O Boeuf Bourguignon é um prato típico da gastronomia francesa, apreciado e preparado desde a Idade Média, que consiste em carne de vaca guisada em vinho tinto, com alguns vegetais e condimentos. Como o nome indica, é uma especialidade emblemática duma região da França, a Borgonha, pátria de vinhos célebres e também da raça charolesa de gado bovino, que são as indicadas para a elaboração desta iguaria. 

Reza a história que esta receita foi, no passado, um prato muito apreciado pelos agricultores durante as festas. Comiam-no, sobretudo, com pão torrado esfregado com alho. Este prato acabou por se tornar um prato dominical por excelência. E cada família tinha a sua maneira de cozinhar o Borgonha e acompanhava-o com batatas ou puré.

Aprenda a fazer este prato clássico da culinária francesa, de ensopado de carne em vinho tinto que utiliza ingredientes de alta qualidade (cenouras, aipo, salsa, cogumelos, bacon, cebolas-miniatura, etc.), com a chefe brasileira Rita Lobo. 

segunda-feira, fevereiro 09, 2026

O Filho do Homem

O Filho do Homem é uma pintura (1964) do pintor surrealista belga René Magritte (1898 -1967), produzida com tinta a óleo. 

Magritte pintou-o como um auto-retrato. A pintura consiste num homem de chapéu-coco, em pé à frente de um pequeno muro, com o mar e um céu nublado ao fundo. 

O rosto do homem é, em grande parte, ocultado por uma maçã verde pairando no ar. Apesar disso, os seus olhos podem ser vistos na borda da maçã.

René Magritte iniciou a sua carreira como designer de cartazes e anúncios. Em 1926, ao assinar um contrato com a Galeria la Centaure, em Bruxelas, passou a dedicar-se integralmente à pintura.

No ano seguinte, mudou-se para Paris e passou a integrar o grupo surrealista, tornando-se um dos principais expoentes do movimento. A sua obra desafiou a percepção da realidade pois é marcada por imagens enigmáticas e jogos visuais. Ainda que René Magritte tenha sido o principal nome do surrealismo na Bélgica, ele foi expulso do movimento em 1947 pelo escritor francês André Breton, seu fundador. Ao terminar a Segunda Guerra Mundial o pintor adoptou uma temática mais otimista, chamada por ele de "surrealismo em pleno sol", o que Breton achava pouco condizente com o seu manifesto. 

domingo, fevereiro 08, 2026

Blues da Piedade

Ouça Chico Chico (Francisco Eller) em Blues da Piedade (Ao Vivo).
Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já nascem com cara de abortadas
Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo que não têm

Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia

Pra quem não sabe amar
Fica esperando alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade!
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade!
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar os blues
Com o pastor e o bumbo na praça
Vamos pedir piedade
Pois há um incêndio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade!
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade!
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

Pra quem não sabe amar
Fica esperando alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade!
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade!
Lhes dê um pouco de coragem...
Aaah...
Lhes dê um pouco de coragem...
Aaah...
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem
Compositores: Roberto Frejat, Agenor De Miranda Araujo Neto

sábado, fevereiro 07, 2026

O Terceiro Corvo

Oh Lisboa
como eu gostava de ser
o terceiro corvo do teu emblema…
estar implícita na tua bandeira
negra e branca
como tinta e papel
como escrita e espaço!

Ser teu desenho
tua nova lenda
invenção deste século
que já não inventa
e se interroga:
donde vieram estes corvos?

Como tu, Vicente,
eu também não sou de cá
não sou daqui
não pertenço a esta terra
e talvez nem sequer a este mundo…

Porém estou aqui
nesta dolorosa praia lusitana
cheia de um tumulto inútil
que enegrece as tuas areias
e polui o ventre do rio
que os golfinhos há muito desertaram

E olhando as nuvens dedilhadas pelo vento
sentindo a terna dor do teu sentir sentido
peço-te, Lisboa:
surge de novo bela
reinventa
a santidade perdida do teu emblema
Ana Hatherly - Em Lisboa sobre o mar, Poesia 2001-2010

sexta-feira, fevereiro 06, 2026

A Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes

 A Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes era um dos elementos mais enigmáticos e fotografados da cidade de Tomar, no centro de Portugal, destacando-se não só pela beleza arquitetónica como pela profunda ligação ao passado templário e ao Convento de Cristo. Inserida na vasta Mata Nacional dos Sete Montes - uma área verde de cerca de 39 hectares conhecida também como a Cerca do Convento - esta pequena construção tornou-se ao longo dos séculos num símbolo de mistério, contemplação e património renascentista.

A Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes é um templo em miniatura com uma planta cilíndrica e em pedra lavrada que evocava as torres-lanterna do Convento de Cristo. Com cúpula esférica era inteiramente construída em pedra de cantaria e ficava situada acima do nível da água de um tanque também circular, ao bordo do qual se liga através de uma ponte de pedra.

A obra foi desenhada no século XVI pelo arquiteto João de Castilho, uma das figuras centrais do Renascimento arquitetónico em Portugal, e funcionava como "Casa de fresco": um abrigo de descanso e meditação para os monges, protegido do calor e ligado à água por um tanque circular.

A passagem da tempestade Kristin pelo concelho e cidade de Tomar causou danos significativos na Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes, um dos elementos patrimoniais integrados naquele espaço histórico e natural.

Não deixe de ver agora os Jardins Históricos (da RTP) acerca da Mata Nacional dos 7 Montes e de como era a Charolinha
E agora veja o que resta da Charolinha da Mata dos Sete Montes após a tempestade Kristin.