terça-feira, julho 01, 2025
Nó em Espiral: Macramé
segunda-feira, junho 30, 2025
Utz
Utz, é um livro do escritor Bruce Chatwin (1940 - 1989) que foi um romancista e escritor de viagens inglês.
Bruce Chatwin é um dos mais aclamados escritores de literatura de viagens de sempre. Foi jornalista do Sunday Times Magazine durante vários anos, e a carta de demissão que mandou ao seu superior ficou célebre – nela lia-se simplesmente: "Fui para a Patagónia."
O seu livro mais celebre é, Na Patagónia, um clássico da literatura contemporânea, relato de viagem e retrato da solidão dos grandes territórios do sul do mundo. A sua carreira literária foi curta (mais longa terá sido a de viajante), mas de enorme brilho. Os seus livros, mais conhecidos são: O Vice-Rei de Ajudá, O Que Faço Eu Aqui?, Utz, Os Gémeos de Black Hill, Anatomia da Errância ou Regresso à Patagónia (com Paul Theroux).
Ao cuidar da sua coleção de porcelanas de Meissen, Kaspar Utz encontrou um refúgio contra as adversidades do século XX. E apesar das restrições sentidas na Checoslováquia durante a Guerra Fria, Utz afirma a sua individualidade nesta devoção às preciosas peças.
Autorizado a sair do país uma vez por ano, Utz considera repetidamente a possibilidade de desertar. Porém, não podendo levar consigo as porcelanas, refém do regime e da coleção de Meissen, regressa sempre a casa - um microcosmo povoado de pequenas e frágeis figuras, que constituem para o seu proprietário um mundo mais real do que o próprio mundo.
domingo, junho 29, 2025
Oração a São Pedro
eu te peço, rogo, imploro,
que abras as portas dos meus caminhos,
que se fecharam diante de mim,
atrás de mim,
à minha direita e à minha esquerda.
os caminhos financeiros,
os caminhos profissionais,
com as tuas 7 chaves de ferro,
e concede-me a graça de poder viver sem obstáculos.
tu que sabes todos os segredos do céu e da terra,
ouve a minha oração e atende a prece que te dirijo.
Que assim seja.
sábado, junho 28, 2025
São Pedro, meu padroeiro
Vê se encontras meu amor
Para abrir meu coração!
São Pedro, que és pescador.
O meu coração está preso
E a sofrer por amor!
És, São Pedro, protetor!
Olha que as divorciadas
Também querem um amor!
Fica aqui e faz chover.
Não vês que a minha fogueira,
Não pode ficar a arder?
sexta-feira, junho 27, 2025
Abraços
quinta-feira, junho 26, 2025
O Sino dos Ventos ou Espanta Espíritos
O Sino dos ventos também conhecido como o Senhor dos ventos, Sinos de vento, Mensageiro do vento, Carrilhão de vento, Sinos da felicidade ou Espanta espíritos é usado para melhorar a energia do ambiente através do vento. O Budismo e o Feng Shui usam-no porque segundo estas práticas o ar é uma força que quando se movimenta entre pedaços de bambu, madeira, metal, ou conchas, espalha boas vibrações e o som interage com a nossa energia e ajuda a acalmar o espírito.
O Sino dos ventos tem origem em todo o território asiático, sendo utilizado há mais de 1.000 anos. Na China antiga, era considerado um talismã sagrado que expulsava os espíritos negativos das casas. Além disso, acreditava-se que o objeto atraía bons espíritos para o local onde estava instalado.Em cada país asiático o Mensageiro do Vento teve um significado específico de acordo com a cultura e hábitos da região. Por exemplo, enquanto na China estes talismãs estavam ligados à religião budista, no Japão este objeto teve um papel importante relacionado com o Feng Shui e o Xintoísmo.
Para o Feng Shui, que é uma técnica que visa trabalhar com a harmonia das energias, este item tem a finalidade de harmonizar o ambiente. Além disso, a peça também limpa as energias más, deixando o ambiente mais bonito até por ser uma bela peça decorativa.
Ao longo do tempo, o Senhor dos ventos espalhou-se pelo mundo, graças à sua beleza e à sua fama de proteção. Atualmente, é muito comum encontrar o Sino dos Ventos quer em jardins e áreas externas das habitações quer no seu interior, desde que esteja num ambiente onde tenha uma boa passagem de ar.Assim, cria sons agradáveis com o movimento do vento, com o objetivo de criar um ambiente leve e harmonioso. O som suave produzido pelos Sinos da felicidade pode ajudar a criar um ambiente relaxante e tranquilo.
quarta-feira, junho 25, 2025
O Clafoutis
O Clafoutis é um doce da culinária francesa (região do Limousino) feito originalmente com cerejas, na época do verão europeu, entre junho e agosto.
É uma receita super fácil, rápida e prática de fazer já que consiste numa fruta, originalmente cerejas inteiras, cozida no forno, num creme de farinha, ovos, leite e açúcar.
A receita indica que as cerejas devem ser marinadas por 2 horas com açúcar e Kirsch (licor de cerejas alemão). Entretanto, faz-se uma mistura de farinha, uma pitada de sal, ovos, açúcar, baunilha e raspa de limão; junta-se o leite, a nata, a manteiga derretida e as cerejas, e deita-se num prato que possa ir ao forno e à mesa, untado de manteiga e polvilhado de açúcar; coze em forno quente 30-40 minutos e serve-se morno.
Existe uma variante, também originária do Limousino, em que se utilizam outras frutas, principalmente a maçã, denominado "flaugnarde" ou "flognarde".
O Clafoutis é uma sobremesa híbrida entre um bolo e um pudim, ideal também para um lanche da tarde ou um pique-nique.Deixo-lhe em baixo, uma receita do Le Plat du Jour e aqui com o 24 kitchen e a receita da Filipa Gomes.
100g de farinha de trigo
60g de açúcar
1 pitada de sal
4 ovos
200ml de leite
1/2 fava de baunilha
40g de manteiga sem sal derretida
500g de cerejas sem caroço
Comece a receita retirando o caroço das cerejas. Uma boa técnica é usar um canudinho de inox para empurrar o caroço pela parte de baixo de cada cereja. Reserve.
Derreta a manteiga e deixe arrefecer.
Numa tigela coloque a farinha, o sal e o açúcar. Acrescente então os ovos e mexa bem. Adicione o leite, a baunilha e, por último, a manteiga derretida. Misture bem com um fouet para que a massa fique bem lisinha e homogénea.
Unte um recipiente, que vá ao forno, com manteiga e acrescente as cerejas já sem caroços. Cubra-as com a massa e leve ao forno pré-aquecido a 210 ºC por 10 minutos. Reduza a temperatura para 180ºC e coza por mais 20 minutos, ou até que as bordas da massa comecem a ficar douradas.
Sirva morno ou frio e, se desejar, com um pouquinho de açúcar de confeiteiro por cima.
As cerejas podem ser substituídas nesta receita por ameixas, nectarinas, damascos, pêssegos, maçãs, peras, etc.…
terça-feira, junho 24, 2025
Oração a São João Batista
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| S. João, Júlia Ramalho |
Celebrado no dia do seu nascimento, 24 de junho, São João Batista é um dos santos mais populares da Igreja Católica. De acordo com o novo testamento, foi ele que anunciou a vinda de Jesus Cristo e é o último dos profetas. É considerado o padroeiro dos hoteleiros, hóspedes e prisioneiros e o seu nascimento foi anunciado pelo anjo Gabriel.
São João Batista, um dos 13 apóstolos de Jesus Cristo foi o homem que o batizou. Os escritos revelam que Maria, mãe de Jesus, e Isabel, mãe de João Batista, eram primas. Por isso, neste Dia de São João, aprenda uma das orações para ter a proteção do santo, se quiser conhecer outras orações basta clicar aqui.
"Ó Glorioso São João Batista, príncipe dos profetas, precursor do divino Redentor, primogênito da graça de Jesus e da intercessão de sua Santíssima Mãe, que fostes grande diante do Senhor, pelos estupendos dons da graça de que fostes maravilhosamente enriquecido desde o ceio materno, e por vossas admiráveis virtudes, alcançai-me de Jesus, ardentemente vos suplico, que me dê a graça de o amar e servir com extremado afeto e dedicação até a morte. Alcançai-me também, meu excelso protetor, singular devoção a Virgem Maria Santíssima, que por amor de vós foi com pressa á casa de vossa mãe S. Isabel, para serdes livre do pecado original e cheio dos dons do Espírito Santo.
Se me conseguirdes estas duas graças, como muito espero de vossa grande bondade e poderoso valimento, estou certa de que, amando até a morte a Jesus e a Maria, salvarei minha alma e no céu convosco e com todos os Anjos e Santos amarei e louvarei a Jesus e a Maria entre gozos e delícias eternas. Amém".
segunda-feira, junho 23, 2025
São João, Xangô Menino
Ouça os cantores brasileiros Caetano Veloso e Gilberto Gil em São João, Xangô Menino (vídeo ao vivo).
Da fogueira de São João
Quero ser sempre o menino, Xangô
Da fogueira de São João
Viva São João, viva o brilho verde
Viva São João das matas de Oxóssi
Viva São João!
Veja como ele está lindo
Noite tão fria de junho, Xangô
Canto tanto canto lindo
Quero ser sempre o menino
As estrelas deste mundo, Xangô
Ai, São João, Xangô Menino
Viva São João, viva Dominguinhos
Viva São João, viva Qualquer Coisa
Viva São João, Gal Canta Caymmi
Viva São João, Pássaro Proibido
Viva São João!
Viva São João!
Viva São João!
domingo, junho 22, 2025
Morro da Maianga
sábado, junho 21, 2025
Mulher com Sombrinha
"Mulher com Sombrinha", é uma obra de Claude Monet (1875).
Mulher com Sombrinha, pintura impressionista de Monet, é também conhecida como "O Passeio". Concluída em 1875, esta obra retrata a primeira esposa de Monet, Camille, e o seu filho Jean, num campo de papoulas perto de sua casa em Argenteuil, na França. Muitas das suas pinturas retratam a sua esposa, Camille. "Mulher com Sombrinha" captura a sensação de um momento fugaz, com Camille capturada num instante de movimento enquanto ela e o seu filho passeiam pelo campo.
Esta pintura, uma das mais conhecidas do pintor, mostra uma campina ensolarada de Argenteuil, região no subúrbio de Paris frequentada pela sua família de 1872 a 1878. A pintura é considerada uma das obras mais emblemáticas do impressionismo e um testemunho do talento de Monet. O quadro é uma interpretação despreocupada da natureza feita por um pintor tão preocupado com detalhes a ponto de dizer que gostaria de pintar "como canta um pássaro".
sexta-feira, junho 20, 2025
Noites de Luar no Morro da Maianga.
Anda no ar uma canção de roda:
"Banana podre não tem fortuna
Fru-tá-tá, fru-tá-tá..
Fru-tá-tá, fru-tá-tá..
Fru-tá-tá, fru-tá-tá..."
Moças namorando nos quintais de madeira
Velhas falando conversas antigas
Sentadas na esteira
Homens embebedando-se nas tabernas
E os emigrados das ilhas...
— Os emigrados das ilhas
E puxam faca nas brigas...
Ó namoros de moças sem cuidado
Ó histórias de velhas
Ó mistérios dos homens
Emigrantes que puxam faca nas brigas
E os sons do violão
E os cânticos da Missão
Os homens
As tragédias dos homens!
quinta-feira, junho 19, 2025
O Viajante da Meia-Noite
Em O Viajante da Meia-Noite, uma família afegã regista, com os seus telemóveis, a angustiante travessia por vários países em fuga da guerra e da perseguição política.
Este é um dos filmes, que faz parte do programa Porto/Post/Doc, que questiona as formas de movimento forçado e voluntário que marcam o nosso tempo.
Um relato da saga, feito na primeira pessoa, do realizador afegão Hassan Fazili e da sua família na busca por asilo. Depois de ter chamado a atenção para os fundamentalistas altamente armados, com um documentário em 2015, sobre os combatentes Taliban, este grupo islâmico estabelece uma recompensa pela cabeça de Fazili. Não tendo outra opção senão fugir com sua esposa e duas filhas, narra com precisão as agruras pelas quais os refugiados passam diariamente, em vários pontos do mundo.
quarta-feira, junho 18, 2025
Luz e Fé
terça-feira, junho 17, 2025
Algumas Expressões Populares
Algumas das expressões populares abaixo, foram passando de geração em geração, mantendo-se vivas através da oralidade.
Estas são apenas algumas das expressões que enriquecem o vocabulário português e fazem parte do nosso património linguístico. São termos carregados de história e de identidade, refletindo a forma peculiar e expressiva como os portugueses comunicam no dia a dia.
Eis algumas (entre muitas outras) destas expressões populares que lhe podem soar familiarmente:
- Andar à nora - Estar confuso ou desorientado.
- Fazer das tripas coração - Esforçar-se ao máximo para alcançar algo.
- Estar com os azeites - Estar irritado ou zangado.
- Ter cá uma lata - Ser descarado ou atrevido.
- Bater a bota - Falecer, morrer.
- Dar de frosques - Fugir ou sair rapidamente de um local.
- Ir a eito - Fazer algo de forma contínua, sem interrupções.
- À grande e à francesa - Significa viver com luxo e ostentação (utilizada em Portugal desde a primeira invasão francesa - Junot - em 1807).
- Está daqui! - Acompanhada por um leve puxar de orelha, esta expressão usa-se para mostrar agrado e assegurar que a comida está deliciosa!
- Estar com cabeça na lua ou estar no mundo da lua - Significa que uma pessoa está desatenta, distraída ou que é esquecida.
- Quem anda à chuva, molha-se - Mostra, reafirmando, que todas as ações que escolhemos realizar, têm consequências.
- Chegar a roupa ao pêlo - Significa bater, agredir alguém. Normalmente, é utilizada em tom de brincadeira ou de aviso sobre determinados comportamentos, de pais para filhos.
- Partir o côco a rir - Um coco é um fruto bastante rijo e difícil de partir. Requer alguma prática, perícia e um golpe certeiro. A expressão usa-se quando alguém ri tanto que perde o controlo de tanto rir. Basicamente, o riso é tão forte, que é capaz de partir um côco!
- Ter a pulga atrás da orelha - Com origem misteriosa, vinculada a lendas de vikings, a expressão significa suspeitar de algo ou alguém, estando intrigado até obter uma resposta.
segunda-feira, junho 16, 2025
No Rancho Fundo
Ouça os cantores portugueses António Zambujo e Miguel Araújo em No Rancho Fundo (Coliseu do Porto - Oficial).
No Rancho Fundo é um samba-canção resultado da parceria de Ary Barroso com Lamartine Babo, muito embora a melodia seja uma composição anterior do próprio Ary Barroso, que recebeu então letra de J. Carlos e que foi intitulada "Na Grota Funda". Impressionado com a música, Lamartine Babo escreveu novos versos e tendo-a batizado de "No Rancho Fundo".
Bem pra lá do fim do mundo
Onde a dor e a saudade
Contam coisas da cidade
De olhar triste e profundo
Um moreno canta as mágoas
Tendo os olhos rasos d'água
Que de noite no sereno
Espera a Lua no terreiro
Tendo um cigarro
Por companheiro
Bem pra lá do fim do mundo
Nunca mais houve alegria
Nem de noite, nem de dia
Já não contam
Mais segredos
E a última palmeira
Já morreu na cordilheira
Hibernaram-se nos ninhos
De tão triste esta tristeza
Enche de trevas a natureza
Só por causa do moreno
Que era grande, hoje é pequeno
Pra uma casa de sapê
Da tristeza lá da serra
Mandaria lá pra cima
Todo o amor que há na terra
E que fez do rancho fundo
O céu melhor
Que tem no mundo
E o Sol queima
A montanha vai gelando
Lembra o cheiro
Da morena
domingo, junho 15, 2025
O Macramê
O macramê (do árabe makrama "guardanapo", "toalha" ou "franja") é uma técnica de tecelagem manual com a utilização de nós. Originalmente o macramê era usado para fazer franjas ou barras em lençóis, cortinas e toalhas.
Os espanhóis aprenderam esta técnica com os mouros e espalharam-na pelo Europa do sul no início do século XIV.
Era uma arte bem estabelecida em França já nos séculos XIV e XV, sendo conhecida como filet-de-Carnassière, tendo sido introduzida na Inglaterra no final de 1600. A palavra "filet-de-Carnassière" é um termo histórico para macramê (ou macramé), um tipo de artesanato que envolve a criação de padrões e peças que utilizam nós feitos com corda ou com fio.
O macramê floresceu na Itália nos séculos XVII e XVIII e gozou de enorme popularidade.
As freiras de Espanha e de França, especialistas em todas as formas de bordar e fazer rendas, foram rápidas em ver todas as possibilidades deste tipo de nós decorativos e desenvolveram esta técnica havendo hoje várias pinturas que podem ser vistas em museus e catedrais, particularmente no hemisfério norte, que mostram peças de roupa e panos de altar com temas religiosos elaboradas em macramê.
Foi especialmente durante meados do século XIX, na Inglaterra vitoriana, que o macramê se popularizou como uma forma de artesanato complementar destinado à decoração de interiores.
sábado, junho 14, 2025
O Zé Povinho
O Zé Povinho é uma personagem satírica de crítica social, criada por Rafael Bordalo Pinheiro.
Surgiu pela primeira vez na 5.ª edição do periódico "A Lanterna Mágica", a 12 de Junho de 1875, na caricatura intitulada "Calendário Portuguez", alusiva aos impostos, onde se representa o então Ministro da Fazenda, Serpa Pimentel, a sacar ao Zé Povinho uma esmola de três tostões para o Santo António de Lisboa (representado por Fontes Pereira de Melo) com o "menino" (D. Luís I) ao colo, tendo ao lado o comandante da Guarda Municipal, de chicote na mão, presente para prevenir uma eventual resistência.
O Zé Povinho acabou de fazer 150 anos. É uma personagem genial que, há século e meio, dá corpo e cara ao povo português - com ironia, crítica e um certo desalento, mas sempre de punho cerrado.
O Museu Bordalo Pinheiro celebra este aniversário com exposições e conteúdos especiais que mostram como o Zé atravessou regimes, reinventou-se com novos autores e nunca deixou de ser atual. É que o "Zé" não morre: transforma-se. Continua a representar um povo que resiste, que refila, que sofre… mas que não desiste.
sexta-feira, junho 13, 2025
Responso ou Responsório a Santo António
Para encontrar coisas perdidas ou roubadas
Bendito e louvado seja Santo António,
Sol brilhante que em Lisboa,
França e Itália, deu luz a mais rutilante.
Ó beato Santo António, que ao monte Sinai subiste,
O teu Santo Breviário perdeste, em buscra dele
Volveste muito triste
E uma voz do céu ouviste:
- “António, torna atrás, o teu santo Breviário
Acharás em cima dele Jesus Cristo vivo, três coisas lhe pedirás:
O perdido achado, o esquecido lembrado e o vivo guardado”.
quinta-feira, junho 12, 2025
Lisboa Está Em Festa
Estamos em junho. Lisboa está em festa.
Em junho Lisboa anima-se de luz, cor e música para a comemoração dos Santos Populares, em particular de Santo António.
Os Casamentos de Santo António em Lisboa acontecem todos os anos no dia 12 de junho, na véspera do Dia de Santo António, o Santo Casamenteiro. É uma tradição anual na cidade, onde 16 casais, selecionados, celebram o casamento, recebendo a bênção de Santo António.
A noite de 12 para 13 de junho é conhecida como a Noite de Santo António.
Aproveitando o início do verão e o bom tempo, os alfacinhas (e não só), deslocam-se para os arraiais que se realizam nos bairros históricos como a Madragoa, Graça, Alfama, Mouraria, etc., onde a música, a alegria, as sardinhas assadas, as febras e o chouriço grelhados, são presença obrigatória.Ainda na noite de 12 para 13 de Junho, na Avenida da Liberdade, desfilam as Marchas Populares com os seus fatos típicos, que representam cada uma dos bairros tradicionais de Lisboa.
É uma festa tipicamente lisboeta, que todos os anos atrai milhares de pessoas às ruas da cidade, e que só termina de madrugada.
O homenageado por todas estes eventos é o Santo António, que em 1934 foi declarado Padroeiro de Portugal e que em 1946 foi proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XII.
Santo António é considerado o protetor das coisas perdidas, o protetor dos casamentos e o protetor dos pobres. É considerado também o Santo dos milagres, pois fez muitos ainda em vida. Durante as suas pregações nas praças e igrejas, muitos cegos, surdos, coxos e muitos doentes ficavam curados.
quarta-feira, junho 11, 2025
Beija-me Depressa
Próximos que estamos de celebrar o Santo António, conhecido como santo casamenteiro, aqui lhe deixo uma receita de um docinho que vai fazer acelerar o processo do enlace.
Beija-me Depressa é um docinho do tipo conventual que faz parte da Gastronomia da Estremadura.
Este bolinho foi criado em 1960, quando Jacinto Teixeira de Carvalho, o fundador da pastelaria Estrelas de Tomar, encontrou, seguiu e cozinhou diversas receitas da doçaria portuguesa e registou estes doces com origem tomarense.
O fundador da pastelaria inspirou-se na doçaria conventual para chegar até ao nome destes pequenos beijos.
12 gemas
2 colheres (sopa) de farinha de trigo peneirada
Água q.b.
Óleo para untar
Açúcar de confeiteiro para polvilhar
Leve ao lume brando o açúcar com água (o suficiente para cobrir o açúcar) e deixe ferver até atingir o ponto de pérola (quando a calda escorre da colher formando um fio cuja extremidade é semelhante a uma pérola).
Retire do lume, misture imediatamente a manteiga à calda e deixe amornar.
Adicione as gemas, uma a uma, mexendo a cada adição e em seguida coloque a farinha de trigo, aos poucos, misturando bem.
Leve novamente ao lume brando, até obter ponto de estrada, ou de bala mole (quando ao passar uma colher de madeira na panela onde está sendo feita a calda, o fundo se torna visível, formando uma estrada).
Coloque essa massa numa travessa untada com óleo e deixe-a repousar de um dia para o outro.
No dia seguinte, faça bolinhas com a massa, polvilhe-as com açúcar de confeiteiro e coloque em forminhas de papel.
terça-feira, junho 10, 2025
Camões & Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas
segunda-feira, junho 09, 2025
The Dynasty (A Dinastia)
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| István Tiborcz |
A história contada neste filme, é produzida pelo centro de reportagem investigativa Direkt36, em colaboração com cineastas independentes.
A Dinastia mostra como István Tiborcz, genro de Viktor Orbán, construiu um império de imóveis de luxo e empresas financeiras e de logística, tornando-se um dos homens mais ricos da Hungria.

















































