Aprenda Português Europeu através de conteúdos interessantes e autênticos!
Assista hoje a mais um vídeo do Portuguese With Leo, onde Leonardo Coelho que analisa os sons da letra O.
Não perca a oportunidade de aprender um pouco mais.
Ora veja!
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Tenho dez anos
e caminho de volta à minha casa.
Venho da escola, da igreja,
da casa de Helena Reis, não sei,
mas piso, é certo, sobre trilha de areia,
pensando: vou ser artista.
Tenho um vestido, um sapato
e uma visão que não reconheço poética:
um mamoeiro com frutas sob muito sol e pardais.
Não a perderia porque era o bom-sem-fim,
como rosais, uma palavra anzol,
puxava calor, meio-dia, presas de ofídio,
diminuta aflição, gotículas,
porque a Virgem esmagava o demônio
com seu calcanhar rosado.
Só porque achei sua binga e seu pito
meu pai falou: eta menina de ouro!
Foi injusto outras vezes, mas perdeu tardes
atrás de sabugueiro para curar minha tosse.
Parece que vou entristecer-me,
desanimada de lavar hortaliças,
tentada ao jejum mais duro,
não como, não falo, não rio,
nem que o papa se vista de baiana.
Virgem Maria! o tempo quer me comer,
virei comida do tempo!
Me ajuda a parir esta ninhada de vozes,
me ajuda, senão
este conluio de sombras me sequestra,
me rouba o olho antigo e a paixão viva.
Se quiser desfrutar de memoráveis experiências de inverno e de um tradicional Natal finlandês não deixe de visitar Ruka-Kuusamo. Esta localidade situa-se no centro da Lapónia e é uma das cidades mais bonitas para se viver o Natal na Finlândia. A neve, as luzes do norte e a arquitetura perfeita fazem dela a cidade ideal. No Natal, no País das Maravilhas do Inverno, é possível desfrutar da companhia de renas brancas, enormes árvores iluminadas no meio de montes de neve branca e pura e imensas atividades!
Para além de um genuíno espírito natalício pode relaxar no meio de uma paisagem natural deslumbrante, fazer passeios de huskies ou renas, pescar no gelo ou fazer biscoitos de gengibre com o Pai Natal.
Famosa pela sua beleza natural, Ruka-Kuusamo situa-se numa região de colinas e florestas e num deserto quase intocado adornado por lagos, rios e rápidos, desfiladeiros e florestas antigas que permaneceram intocadas, todas cercadas por algumas das colinas mais impressionantes de toda a Finlândia. Este belo deserto é o lar de algumas das espécies mais raras de animais e plantas da Finlândia, incluindo os grandes predadores das florestas, como lobos, ursos e carcajus, e oferece ao amante da natureza a chance de experimentar algo verdadeiramente único. Devido à sua proximidade com a Rússia, a fauna e a flora são diversas, incluindo espécies do Ártico, da Sibéria e do sul.Ruka-Kuusamo está situada num planalto, a aproximadamente 250m acima do nível do mar, e daqui as águas correm em cinco direções diferentes, ligando-a ao Mar de Barents, ao Golfo de Bótnia e ao Báltico.Se quiser saber porque é que este é um dos principais destinos de férias da Finlândia, atraindo quase um milhão de turistas anualmente, não deixe de ver os vídeos abaixo.
Não perca esta oportunidade porque vale mesmo a pena. Aqui vai o primeiro.
Ouça António Zambujo e Ney Matogrosso que aqui cantam o Último Desejo de Noel Rosa.
Saiba o que é o Círculo Cromático e a sua influência na moda e na escolha dos looks, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Neste vídeo Luciane mostra-lhe como usar o círculo cromático no seu dia a dia. Aqui faz um resumo muito simples que lhe poderá ajudar a escolher os seus looks de moda com muita criatividade e harmonia.
O jogo do chinquilho (da malha ou jogo do fito) consiste no arremesso de uma malha (discos de metal ou pedras chatas) de forma a derrubar um pino (e/ou deixar a malha - ou o fito - o mais próximo possível deste pino), que se encontra a cerca de dezoito metros de distância. Cada derrube do pino vale dois pontos, quem conseguir ter a malha mais próxima do pino obtém um ponto. O jogo termina aos vinte e quatro pontos. No entanto, durante o jogo, os participantes com menos pontuação podem impôr regras, designadamente a mudança de jogo chamado "à sinca", em que o jogador pontua sem que a malha passe a linha de colocação do pino, bem como mandar a malha por baixo da pernas.
O jogo da malha é um jogo de pontaria aparentado com a galocha bigoden, o jogo da relha e a petanca.
Em Portugal, é jogado após um dia de trabalho, ou ao domingo, e serve para confraternizar, passar um momento de divertimento e companheirismo.
Notas:
As Festas englobam vários números: as Novenas, as Ceias, o Pinheiro, as Posses, o Magusto, as Roubalheiras, o Pregão, as Maçãzinhas, as Danças e os Toques Nicolinos.
Assista a duas lendas da música, Rod Stewart & Carlos Santana, a interpretar uma canção, também ela lendária, I'd Rather Go Blind, em Jones Beach (8/20/2014).
A Jambalaya é uma espécie de paella, em que os principais ingredientes são, além do arroz, o frango, o "andouille" (um tipo de chouriço de origem francesa), o lagostim de água doce ou o camarão, e vegetais, principalmente o pimentão, o aipo, a cebola, o tomilho e ainda a pimenta-caiena.
Esta comida típica resulta da mistura das influências francesas, espanholas, indígenas e africanas, na gastronomia de Nova Orleães.
A cozinha cajun-creole tem a marca da história da região pela presença de diferentes povos e culturas. Os seus pratos mais representativos são o gumbo (ensopado com quiabo e camarões) e a jambalaya, que pode ser feita na versão creole (com tomate), ou red jambalaya, e no estilo cajun (sem tomate), ou brown jambalaya.
O termo "Créole" refere-se aos imigrantes brancos e negros que vieram para o Luisiana no século XVIII, provenientes das colónias francesas nas Antilhas (a Martinica e o Haiti), e aos índios e brancos nativos que sofreram a sua influência.
A cozinha de Nova Orleães. é considerada a mais rica dos Estados Unidos, embora muito condimentada, e onde o equilíbrio e os ingredientes principais resultam numa combinação harmónica.
Confira abaixo, uma receita deste prato tradicional da culinária cajun.
Neste antigo jogo de habilidade, o desafio é lançar e apanhar pedrinhas, moedas ou saquinhos. O Jogo das Cinco Pedrinhas ou Cinco Marias, pode ser jogado individualmente ou com mais jogadores (adequado para idades a partir dos 8 anos), tem como objetivo apanhar o maior número de pedrinhas que se consiga e pode ser jogado na calçada, ao ar livre ou dentro de casa (longe de objetos que se quebrem)
Como se joga?
Com as cinco pedrinhas na palma da mão, cada jogador atira-as ao ar e apanha-as com as costas da mão; volta a atirá-las para as apanhar desta vez com a palma da mão.
Começa o jogo quem ficar com mais pedras na mão. O que começa coloca quatro pedrinhas no chão e de cada vez que atira ao ar a que tem na mão, procura apanhar uma das pedrinhas com a mesma mão. Se conseguir apanhar todas as pedrinhas do chão sem nunca deixar cair a que atira ao ar, volta a jogar, tentando apanhar agora duas de cada vez; se conseguir, prossegue o jogo, tentando então apanhar as quatro pedrinhas de uma só vez.
Conta no elenco com Jacinto Ramos (Mouzinho de Albuquerque), Jorge Brum do Canto (Paiva Couceiro), Augusto Figueiredo (Caldas Xavier), Silva Araújo (António Enes), Emílio Correia (intérprete António), Julieta Castelo (D. Maria José Mouzinho de Albuquerque), Carlos José Teixeira (João Macário), Artur Semedo (Daniel), Lourdes Norberto (Maria, a filha do colono), Maria Emília Vilas (tia Rosa), Carlos Benfica (Gungunhana), Mário Santos (agricultor), Hanita Hallan (Lily, a estrangeira), Jaime Zenóglio (estrangeiro), Alfredo Pique (Mambaza), César Viana (coronel Galhardo), Amílcar Peres (Freire Andrade), David Zinhôngua Manhiça (Mauéué), Pedro Navarro (governador), Fernando Gusmão (capitão), Carlos Bagão, Sousa Mendes, Narciso Moutinho, Roberto Santos Castanheira e Laura Ribeiro. A música é de Joly Braga Santos.
Sinopse:Moçambique, última década do século XIX. Perante a revolta vátua, o Governo Português envia um corpo expedicionário comandado por António Enes e onde se integravam oficiais valorosos como Mouzinho de Albuquerque, Paiva Couceiro e Caldas Xavier.
Em 1894 Mouzinho de Albuquerque trava uma batalha para capturar o chefe de guerra Gungunhana.
Foi uma super-produção para o cinema nacional, destinada a celebrar as façanhas de Mouzinho de Albuquerque e de outros militares como Aires de Ornelas, Caldas Xavier, Paiva Couceiro e Freire de Andrade nas campanhas africanas e na chamada "pacificação" de Moçambique, com a encenação das batalhas de Marracuene e Coolela e a captura de Gungunhana em Chaimite. Talvez o filme colonialista mais "sem complexos" alguma vez realizado.
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Eugénio de Andrade - pintura de Ana Paula Lopes |
Vasco Graça Moura - Poesia 1997/2000, Círculo de Leitores
Saiba como pode sentir-se mais confiante, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha. Neste vídeo Luciane mostra-lhe como disfarçar a barriguinha que é o calcanhar de Aquiles de qualquer mulher.Assista a este vídeo, para se tornar mais autoconfiante. Aqui ficam cinco dicas muito simples para que consiga ter mais confiança naquilo que está a usar.
Ora veja.
Vale bem a pena.
O Catar ou Qatar, é um país árabe, conhecido oficialmente como um emirado do Médio Oriente. Situa-se na costa nordeste da Península Arábica, ocupando a pequena península do Catar. Faz fronteira com a Arábia Saudita a sul, e o Golfo Pérsico envolve o resto do país. Um estreito do Golfo Pérsico separa o Catar da nação insular vizinha, o Bahrein.
A península do Catar localiza-se entre as latitudes de 24° e 27°N e as longitudes de 50° e 52°E. A maioria do país é composta por uma planície árida baixa e coberta de areia. A sudeste encontra-se o Khor al Adaid ("mar interior"), uma área de dunas de areia que cercam uma entrada do Golfo. O clima caracteriza-se por invernos amenos e verões muito quentes e húmidos.
O Catar é um país cuja paisagem abrange um deserto árido e um longo litoral no Golfo Pérsico repleto de praias e dunas. Também na costa, fica a capital Doha, conhecida pelos arranha-céus futuristas e pela arquitetura ultramoderna inspirada no antigo design islâmico, com exemplos como o Museu de Arte Islâmica, feito de calcário e localizado na marginal à beira-mar da cidade, chamado Corniche.
O ponto mais alto no Qatar é Qurayn Abu al Bawl, com 103 metros de altura. Na área de Jebel Dukhan existem as principais jazidas terrestres de petróleo do país, enquanto os campos de gás natural se localizam no mar, a noroeste da península.
O nome Catar deriva de Qatara, que se acredita referir à antiga cidade de Zubarah, um importante porto comercial e cidade da região. A palavra "Qatara" aparece pela primeira vez num mapa do mundo árabe de Ptolomeu.
O Catar é um emirado absolutista e hereditário comandado pela Casa de Thani desde meados do século XIX. As posições mais importantes no país são ocupadas por membros ou grupos próximos da família al-Thani. Em 1995, o xeque Hamad bin Khalifa Al Thani tornou-se emir após depor o pai, Khalifa bin Hamad al Thani, num golpe de Estado.O Catar foi um protetorado britânico até se tornar independente em 1971. Desde então, tornou-se um dos estados mais ricos da região, devido às receitas provenientes do petróleo e do gás natural (possui a terceira maior reserva mundial de gás). Antes da descoberta do petróleo, a economia do país era baseada principalmente na extração de pérolas e no comércio marítimo. Atualmente, lidera a lista dos países mais ricos do mundo e está classificado em 41º lugar (logo depois de Portugal) na lista das Nações Unidas de países com maior desenvolvimento humano (IDH), e em 3° no mundo árabe. A Freedom House considera o país como "não livre". A Amnistia Internacional tem noticiado vários atropelos aos direitos humanos. Desde a primeira Guerra do Golfo, tem sido um importante aliado militar dos Estados Unidos e atualmente abriga uma importante base militar na região.
Em 1515, D. Manuel I de Portugal tornou o Reino de Ormuz um Estado vassalo. O Reino de Portugal passou a controlar uma parcela significativa da Arábia Oriental em 1521. O Forte de Al Zubara (provavelmente de origem portuguesa), é uma fortaleza militar histórica do Catar que é património mundial do UNESCO. Em 1550, os habitantes de al-Hasa colocaram-se voluntariamente sob domínio do Império Otomano, preferindo-o em relação ao Império Português.
O Catar tem uma população estimada em 2,8 milhões de habitantes, dos quais apenas 313 mil são nativos catarianos. Os demais são trabalhadores estrangeiros, especialmente de outras nações árabes (13%), do subcontinente indiano (Índia 24%, Nepal 16%, Bangladesh 5%, Paquistão 4%, Sri Lanka 2%), do Sudeste Asiático (Filipinas 11%) e demais países (7%). Também é um dos poucos países do mundo em que os seus cidadãos não pagam impostos.
A religião predominante e oficial do Catar é o islamismo (sunita) embora haja cerca de 5% de seguidores do islamismo xiita. A lei xaria é a principal fonte da legislação do Catar de acordo com a Constituição.
Em 2010, de acordo com o Pew Research Center havia 67,7% de muçulmanos, 13,8% de cristãos, 13,8% hindus e 3,1% budistas.
A população cristã é composta quase inteiramente por estrangeiros. Desde 2008, os cristãos foram autorizados a construir igrejas em terrenos doados pelo governo, mas a atividade missionária estrangeira é desencorajada oficialmente. Apesar de serem uma parcela significativa da população, hindus e budistas não têm um lugar oficial de culto.
Se quiser saber quais são os melhores passeios no Catar, O País do Mundial de 2022, não deixe de ver os restantes vídeos desta série especial do Viaje Comigo. São mais três vídeos mostrando a cultura, costumes, museus, parques, estádios e atrações turísticas na capital do país, Doha, que pode ver clicando nos links a seguir: Passeios e Compras, Mercado Waqif e Catar 4 (Os Estádios Do Mundial FIFA 2022).
Ouça o mítico Pablo Milanés em Yolanda (Ao vivo em Havana, Cuba, em 2019).
Pablo Milanés (1943 - 2022) foi um cantor e guitarrista cubano. E quem é esta mulher que inspirou versos tão apaixonados a Pablo Milanés?
Chama-se Yolanda Benet, produtora de cinema e TV em Cuba, e era a esposa de Pablo em 1970. Tinha acabado de dar à luz Lynn, a primeira filha do casal. Mas o cantor não podia estar presente no momento do parto por causa de compromissos profissionais agendados para longe de Havana. Quando chegou à cidade, entregou à mulher uma das canções mais bonitas e românticas do mundo.
Hebe foi cofundadora e símbolo deste movimento de mães, formado na década de 1970 para exigir informações sobre os filhos sequestrados, torturados e desaparecidos durante a sanguinária ditadura militar que governou o país entre 1976 e 1983 e que deixou 30 mil mortos.
Ainda hoje, as Mães da Praça de Maio reúnem-se todas as quintas-feiras nesta praça, diante da Casa Rosada, a sede do governo argentino, em busca de justiça e verdade. Hebe perdeu dois dos seus três filhos sequestrados pelos militares. O seu filho mais velho, Jorge Omar, foi sequestrado e desapareceu em 8 de fevereiro de 1977, em La Plata, tendo, em 6 de dezembro do mesmo ano acontecido o mesmo ao seu outro filho, Raúl Alfredo, em Berazategui. Em 25 de maio de 1978, desapareceria também a sua nora, María Elena Bugnone Cepeda, mulher de Jorge.
Venha conhecer Os Emirados Árabes através do programa televisivo: O Mundo Segundo Os Brasileiros.
Baseado no original espanhol, a série leva o telespectador a percorrer alguns dos principais roteiros turísticos do mundo, lugares bastante conhecidos ou pouco explorados, porém repletos de descobertas e contrastes. O programa, começou a ser exibido na sua versão brasileira em 2011.
Agora que o Mundial de Futebol se realiza no Qatar, não deixe de conhecer (nem que seja virtualmente) esta região do Médio Oriente.
Os Emirados (ou emiratos) Árabes Unidos situam-se no Médio Oriente. Como o nome já diz, o país é uma união (federação) de sete emirados: Abu Dhabi, Ajman, Dubai, Fujairah, Ras al-Khaimah, Sharjah e Umm al-Quwain.
A principais religião do país é o islamismo. Como língua oficial, os Emirados Árabes adotam o árabe. A moeda é o dirham. Os Emirados Árabes possuem limites com o Golfo Pérsico (norte, leste e oeste), Omã a leste e Arábia Saudita ao sul.
Não perca a oportunidade de conhecer mais esta região do globo.
Ora veja.
Virginia Woolf (1882 - 1941), desde cedo ligada a grupos de intelectuais, casou em 1912 com Leonard Woolf e com ele fundou a editora Hogarth Press, responsável pela revelação de autores como Katherine Mansfield e T. S. Eliot e pela publicação das suas próprias obras. Reconhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo britânico, destacam-se entre os seus trabalhos os romances Mrs Dalloway (1925), Orlando (1928) e As Ondas (1931), assim como o ensaio Um Quarto que Seja Seu (1929). Após sucessivas crises depressivas e não suportando o isolamento provocado pelo agravar da Segunda Guerra Mundial, suicida-se em março de 1941, em Lewes.
Sinopse:
Imprevisível, divertido e inteligente, este conto acompanha a aventura da Sra. Gage, uma velha viúva que descobre uma herança inesperada com a ajuda de um papagaio invulgar. "Não está ninguém em casa!", "Não está ninguém em casa!" é só o que o papagaio James sabe dizer, mas ele esconde um segredo, assim como esta história esconde uma lição…
Ouça Rod Stewart em Da Ya Think I'm Sexy? (Vídeo oficial)
Alright
Nazaré é um filme (longa-metragem) português realizado por Manuel Guimarães em 1952.
Este filme conta no elenco com Virgílio Teixeira (António Manata), Helga Liné (Maria da Nazaré), Artur Semedo (Manuel Manata), Maria José (Estrela), Manuel Lereno (Torcido), Maria Olguim (ti Isaura), José Vítor (ti Manel Peixe Mau), Maria Schultz (Emília), Luís de Campos (ti Augusto Mar Ruim), Jaime Santos (Gagan), Pestana de Amorim (ti Tocha), João Iglézias (Sol-à-Barca), Almeida Santos (Baila Sapatos), Dórdio Guimarães (Joaninho) e rapazes da Nazaré e a colaboração dos arrais Manuel Vagos, António Batista e do Rancho Folclórico Tá-Mar.
Sinopse:
Manuel e António Manata são irmãos e pescadores, na Nazaré, numa família a quem o mar traz invariavelmente a morte. Manuel é arrais sem barco, constrangido a pedir favores ao ti Manel Peixe Mau, armador que lhe vai cedendo embarcação para a faina. António está tomado de amores por Maria da Nazaré, com quem acaba por casar. Um dia, um temporal quase ceifa a vida dos homens da companha de Manuel Manata e faz o irmão ganhar medo ao mar. E vêm os dias de fome, com as ondas e os ventos invernais a não deixar os pescadores sair...
Saiba quais são as 5 Dicas para Disfarçar a Barriguinha, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha. Neste vídeo Luciane mostra-lhe como disfarçar a barriguinha que é o calcanhar de Aquiles de qualquer mulher.Neste vídeo aqui ficam 5 dicas de moda feminina super especiais para se sentir mais confortável com a região abdominal.
Ora veja.
Vale bem a pena.
A Viagem a Portugal de Saramago foi transformada em série televisiva pela RTP. O viajante é o humorista brasileiro Fábio Porchat.
Fábio percorre "todas as cidades, cada cantinho" visitados por Saramago no livro. O objetivo desta série documental é mostrar "o que hoje é Portugal e o que um dia foi".
Sinopse:
Entre outubro de 1979 e julho de 1980, José Saramago percorreu o país lés a lés a convite do Círculo de Leitores, que comemorava o décimo aniversário da sua implantação em Portugal.
Disse o autor após essa deambulação, misto de crónica, narrativa e recordações, que "o fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite... É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos".
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| Frozen Daiquiri |
Hoje deixo-lhe aqui um delicioso texto. Não deixe de o ler, porque vale mesmo a pena.
"Era uma vez um gato. Um gato com história e com pose, que, neste dia resolveu contar parte da história da sua vida.
Não sou um gato qualquer, embora não saiba se nasci em berço de ouro. O que sei, é que, sem saber como nem quando, fui despejado dos meus aposentos. Depois de andar aos tombos, sobrevivi. Fui parar à loja de velharias da nossa querida Celinha.
Ao princípio até achei piada, mas, como acontece com todos, com o passar do tempo comecei a cansar-me daquela estadia forçada.
Não posso deixar de dizer que os melhores tempos foram aqueles em que fui colocado na montra, à vista de todos os que passavam e que encostavam o nariz ao vidro (e eu, com os meus lindos olhos azuis, a bater-lhes a pestana, mas não os convenci).
Também adorei quando um certo dia entraram duas damas a quem ao longo do tempo fui retirando o retrato e percebendo um pouco da sua personalidade (à semelhança do que fiz com outros clientes).
A mais pequenita fazia-se desinteressada pelo artigo e chorava por uma baixa de preço. A outra era um pouco mais discreta e não regateava o preço. Sei que ficava toda contente, quando a amiga intercedia por ela ou lhe comprava o artigo desejado a preços mais convidativos. A pequenita segredava quando via alguma anomalia. Com um toque ou um gesto de cabeça, ia passando informação à outra que sofre de falta de vista já há algum tempo.
Como me senti feliz quando um certo dia, a pequenita pegou em mim e quase que me virou do avesso. Teceu alguns elogios (poucos) que a outra dama secundou. Quando, como quem não quer o gato, perguntou o preço, a coisa mudou de figura. A Celinha, que é boa vendedora, logo argumentou com os meus belos olhos azuis, que até eram de vidro, o que não acolheu aceitação por parte da minha pretendente.
Durante uns dias, quando as damas chegavam, falavam de mim, achavam-me bonito e estranhavam que ainda andasse por ali. Uma delas até disse que eu tinha a grande vantagem de não miar. Por uma ou duas vezes mais, a minha pretendente pegou-me ao colo e até conseguiu uma baixa de preço, o que para mim foi uma desconsideração, mas nada, nem assim me levou…
Retornei ao meu lugar e mais nada aconteceu, a não ser, um olhar de soslaio uma vez por outra. Comecei a perder a esperança e posso dizer que ficava triste quando via sair a dama, com uns talheres, umas caixas, umas paneleirices, que na minha perspectiva de gato informado e convencido, não tinham graça nenhuma…
Antes de chegar ao fim da minha história, vou puxar aqui dos meus galões e dizer que sou um gato cheio de predicados.
É que, para além de ter uns olhos azuis fabulosos (só um cego e a minha pretendente, é que dizem que não são de vidro), tenho a vantagem de não largar pelo, não gastar água, não gastar ração, não fazer necessidades, não precisar de ir ao veterinário e nem sequer miar.
Afirmo, a pés juntos, que sou um gato com classe.
Ontem aconteceu um imprevisto.
Já fora de horas a amiga da pequenita entrou na loja da Celinha e disse-lhe que ia levar o gato para dar à sua amiga Gabriela. Confesso aqui, que não dei pulos de contente porque não posso, mas fiquei muito feliz.Sem que lhe tenha sido pedido nada, a Celinha, que achou o gesto bonito e ainda estava muito sentida e de lágrimas nos olhos com a partida do seu querido Pina, baixou o meu preço, mas isso não beliscou a minha felicidade.
Sei que agora a minha vida vai mudar de rumo (tal como a da minha nova dona). Tenho a certeza de que vou para uma casa onde me querem bem e onde há uma coleção incompleta de gatos de que eu poderei fazer parte. Sabe-se lá se não encontrarei por lá o amor da minha vida, com uns verdadeiros olhos de vidro, lindos de morrer e de que não importa a cor.
P.S.
Era uma vez um gato…
Um gato branco e de olhos azuis, com história e com pose, a quem deram o n.º 37 e com um carimbo cheio de classe que a minha querida Gabriela irá descobrir o que é.
Eu não vos disse que não era um gato qualquer?
Beijinhos com muita amizade.
Miau... Miau…"
Autora: Mª Armanda Coelho
Vale a pena ouvir, no vídeo abaixo, esta maravilha de arrepiar, que é Carly Simon cantando Moonlight Serenade, de Glenn Miller.
Glenn Miller (1904 - 1944) apaixonou-se pela música quando, aos 11 anos, ganhou o seu primeiro trombone.
Aos 34 anos, formou a sua própria banda e pôs em prática a ideia de um clarinete a sublinhar seções de saxofone. Este "som Glenn Miller", tão característico e revolucionário, rapidamente se tornou famoso. Com sucessos como "Tuxedo Junction" e "In the mood", a sua orquestra reunia enormes multidões pelos EUA. Em 1941, "Chattanooga Choo Choo" tornou-se o primeiro álbum na história a vender um milhão de cópias.
Depois do ataque japonês a Pearl Harbour, Miller desfez a sua orquestra e alistou-se. O seu talento foi imediatamente direcionado para fortalecer o moral das tropas: decidiu-se que ele deveria comandar a modernização da banda das forças armadas. Alcançando sucesso instantâneo, a Glenn Miller Army Air Force Band apresentou-se mais de 800 vezes num ano, fora as transmissões rádio para as tropas na Europa e na África.
Além de um grande trombonista, como regente de orquestra Glenn Miller criou arranjos muito originais, trazendo um sincopado preciso e uma harmonia contagiante ao jazz de Nova Orleães. Ele foi um dos artistas com maior número de vendas entre 1939 e 1942, liderando uma das mais famosas big bands.
Mas a estrelinha de Miller não duraria para sempre – em dezembro de 1944, no auge da carreira, o seu desaparecimento chocaria o mundo.
Já alguma vez ouviu a expressão: no tempo do Caprandanda? É provável que sim. Contudo dever-se-ia dizer No Tempo do Kapalandanda. Porquê?
Segundo dizem os entendidos o correto seria escrever/dizer Kapalandanda, porque não existe a letra "R" na língua Umbundu, ao passo que o "C" é pronunciado [t∫i], e como tal diferente de "K".
Mas, quem foi Kapalandanda? Quem foi esta personagem que faz parte do cancioneiro Umbundu?
A música dizia: "Kapalandanda walila / walilila ofeka yaye/ kapalandanda walila /eh/ walilila ofeka yaye" (Kapalandanda chorou / chorou pela sua Terra/ Kapalandanda chorou / oh/ chorou pela sua Terra).
Mas quem foi ele e porque chorou?
Para perceber quem foi esta personagem e as suas façanhas deixo-lhe aqui em baixo o valioso contributo de Carlos Duarte, publicado no «Jornal o Chá», da Chá de Caxinde, Nº 10 - 2ª série, Luanda, Abril/Maio 2014.
"Kapalandanda era sobrinho do Soba Kulembe, da Catumbela. Ia ser Soba. Agiu de 1874-1886. Adolescente, ganhou fama por ter morto sozinho um leopardo que andava a comer as cabras (…) Ainda jovem, inconformado com a passagem e estadia de caravanas de (…) comércio, levando panos e sal para o Huambo – Bailundos – e trazendo borracha, cera, mel e marfim – sem pagamento, pediu uma audiência ao Soba, seu tio, e aos sekulus, onde tentou convencê-los a que fosse cobrada uma taxa – «Onepa» - a essas caravanas. O Soba, acomodado e com medo da reação dos colonos, não concordou. Kapalandanda então reuniu um grupo de guerreiros e foi para o mato, armar emboscadas e assaltar as caravanas, cujo produto, confiscado, era em parte distribuído pelos kimbos do sobado.
Quando os colonizadores tomaram conhecimento, foram falar com o Soba para que tomasse providências e acabasse com essa resistência. O Soba reuniu os melhores guerreiros e ordenou-lhes que fossem pegar Kapalandanda. Mas o resultado foi o contrário do previsto. O grupo de Kapalandanda dominou e derrotou fácil os guerreiros de Kulembe. Os colonizadores resolveram então fornecer armas de fogo o Kulembe, acreditando que, com essa vantagem, acabariam com o grupo guerrilheiro.
Mas Kapalandanda, agindo como um Robin Hood angolano, tinha já granjeado a simpatia de grande parte dos kimbos do sobado; então, emissários dos kimbos saíam para avisá-lo da movimentação das forças de Kulembe, o que lhe deu condições de espera-las para o confronto, em local que lhe era propício, anulando assim a vantagem das armas de fogo.
Uma vez mais a tropa de Kulembe foi derrotada, e Kapalandanda ficou melhor armado. Os colonizadores resolveram então enviar uma companhia de tropa portuguesa, comandada por um capitão de nome Almeida, para submeter Kapalandanda. O encontro deu-se no Sopé do Passe. O grupo de Kapalandanda saiu derrotado e ele levado preso, primeiro para o Forte da Catumbela, e depois para S. Tomé."Tomás Gavino Coelho (nome grande da literatura angolana), pesquisou este assunto e chegou à seguinte conclusão:
"Este escrito é do benguelense Augusto Thadeu Bastos (1873-1936), e descreve como o Kapalandanda era visto pelo poder colonial".