O Parque Florestal de Monsanto situa-se na Serra de Monsanto, no concelho de Lisboa e nasceu há cerca de 90 anos. Tem uma área de 1000 hectares, integrando o território de sete freguesias: Benfica; São Domingos de Benfica; Campolide; Campo de Ourique; Belém; Ajuda e Alcântara.
quarta-feira, janeiro 21, 2026
O Parque Florestal de Monsanto
quinta-feira, setembro 21, 2023
Sabia que é proibido dar de comer aos pombos?
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| Foto DN |
É mesmo proibido dar de comer aos pombos em algumas localidades do nosso país. Lisboa, Porto, Cascais e Sintra são alguns dos municípios que proíbem a população de alimentar os pombos e aplicam coimas aos infratores. Na capital, por exemplo, a coima pode chegar aos mil euros. Dar milho aos pombos é proibido de acordo com o n.º1 do Art.º 60º do Regulamento de Resíduos Sólidos.
O motivo desta proibição é evitar que esta praga se reproduza. Ou seja, se os pombos comerem os seus restos de pão e bolos não vão comer o milho com contracetivo que é distribuído pela cidade com o objetivo de controlar esta população de aves que se reproduz avassaladoramente e causa danos nos monumentos, nos prédios e nos nossos carros com os seus excrementos bem como à saúde humana.
segunda-feira, novembro 14, 2022
Era Uma Vez...
Hoje deixo-lhe aqui um delicioso texto. Não deixe de o ler, porque vale mesmo a pena.
"Era uma vez um gato. Um gato com história e com pose, que, neste dia resolveu contar parte da história da sua vida.
Não sou um gato qualquer, embora não saiba se nasci em berço de ouro. O que sei, é que, sem saber como nem quando, fui despejado dos meus aposentos. Depois de andar aos tombos, sobrevivi. Fui parar à loja de velharias da nossa querida Celinha.
Ao princípio até achei piada, mas, como acontece com todos, com o passar do tempo comecei a cansar-me daquela estadia forçada.
Não posso deixar de dizer que os melhores tempos foram aqueles em que fui colocado na montra, à vista de todos os que passavam e que encostavam o nariz ao vidro (e eu, com os meus lindos olhos azuis, a bater-lhes a pestana, mas não os convenci).
Também adorei quando um certo dia entraram duas damas a quem ao longo do tempo fui retirando o retrato e percebendo um pouco da sua personalidade (à semelhança do que fiz com outros clientes).
A mais pequenita fazia-se desinteressada pelo artigo e chorava por uma baixa de preço. A outra era um pouco mais discreta e não regateava o preço. Sei que ficava toda contente, quando a amiga intercedia por ela ou lhe comprava o artigo desejado a preços mais convidativos. A pequenita segredava quando via alguma anomalia. Com um toque ou um gesto de cabeça, ia passando informação à outra que sofre de falta de vista já há algum tempo.
Como me senti feliz quando um certo dia, a pequenita pegou em mim e quase que me virou do avesso. Teceu alguns elogios (poucos) que a outra dama secundou. Quando, como quem não quer o gato, perguntou o preço, a coisa mudou de figura. A Celinha, que é boa vendedora, logo argumentou com os meus belos olhos azuis, que até eram de vidro, o que não acolheu aceitação por parte da minha pretendente.
Durante uns dias, quando as damas chegavam, falavam de mim, achavam-me bonito e estranhavam que ainda andasse por ali. Uma delas até disse que eu tinha a grande vantagem de não miar. Por uma ou duas vezes mais, a minha pretendente pegou-me ao colo e até conseguiu uma baixa de preço, o que para mim foi uma desconsideração, mas nada, nem assim me levou…
Retornei ao meu lugar e mais nada aconteceu, a não ser, um olhar de soslaio uma vez por outra. Comecei a perder a esperança e posso dizer que ficava triste quando via sair a dama, com uns talheres, umas caixas, umas paneleirices, que na minha perspectiva de gato informado e convencido, não tinham graça nenhuma…
Antes de chegar ao fim da minha história, vou puxar aqui dos meus galões e dizer que sou um gato cheio de predicados.
É que, para além de ter uns olhos azuis fabulosos (só um cego e a minha pretendente, é que dizem que não são de vidro), tenho a vantagem de não largar pelo, não gastar água, não gastar ração, não fazer necessidades, não precisar de ir ao veterinário e nem sequer miar.
Afirmo, a pés juntos, que sou um gato com classe.
Ontem aconteceu um imprevisto.
Já fora de horas a amiga da pequenita entrou na loja da Celinha e disse-lhe que ia levar o gato para dar à sua amiga Gabriela. Confesso aqui, que não dei pulos de contente porque não posso, mas fiquei muito feliz.Sem que lhe tenha sido pedido nada, a Celinha, que achou o gesto bonito e ainda estava muito sentida e de lágrimas nos olhos com a partida do seu querido Pina, baixou o meu preço, mas isso não beliscou a minha felicidade.
Sei que agora a minha vida vai mudar de rumo (tal como a da minha nova dona). Tenho a certeza de que vou para uma casa onde me querem bem e onde há uma coleção incompleta de gatos de que eu poderei fazer parte. Sabe-se lá se não encontrarei por lá o amor da minha vida, com uns verdadeiros olhos de vidro, lindos de morrer e de que não importa a cor.
P.S.
Era uma vez um gato…
Um gato branco e de olhos azuis, com história e com pose, a quem deram o n.º 37 e com um carimbo cheio de classe que a minha querida Gabriela irá descobrir o que é.
Eu não vos disse que não era um gato qualquer?
Beijinhos com muita amizade.
Miau... Miau…"
Autora: Mª Armanda Coelho
terça-feira, fevereiro 08, 2022
Ilha do Príncipe - Pescando no Azul
A Ilha do Príncipe é a segunda maior ilha do arquipélago de São Tomé e Príncipe, que é constituído por duas ilhas principais, ambas pertencentes à linha vulcânica dos Camarões. A capital é Santo António.
Prepare-se para conhecer um pouco mais sobre esta ilha e a pesca que tem para oferecer.
Ilha do Príncipe - Pescando no Azul from BlueTail Films on Vimeo.
quinta-feira, fevereiro 03, 2022
Águias: Que espetáculo
Águia é o nome comum dado a algumas aves de rapina da família Accipitridae. Estas aves são geralmente, de grande porte, carnívoras, e têm grande acuidade visual.
As suas principais presas são: coelhos, esquilos, cobras, marmotas e outros animais, principalmente roedores, de pequeno porte. Algumas espécies alimentam-se de ovos de outros pássaros e peixes.
Aprecie o vídeo abaixo sobre estas aves. É um verdadeiro espetáculo!!!
Não perca!
segunda-feira, outubro 18, 2021
Golfinhos & Outros
Se se quiser divertir um pouco e distrair-se durante uns breves minutos, não deixe de ver o vídeo abaixo.
As reações de elefantes marinhos, golfinhos, focas etc., fazem-nos sorrir e alegram-nos o dia.
Votos de uma excelente semana.
Não perca.
domingo, fevereiro 07, 2021
O Melro
Recordando uma noite bem passada em casa de amigos, aqui lhe deixo um conto em forma de poema, de Guerra Junqueiro (1850-1923) um dos poetas filosóficos de Portugal, que ali foi muito bem recitado pela Filó.
O melro, eu conheci-o:
Era negro, vibrante, luzidio,
Madrugador, jovial;
Logo de manhã cedo
Começava a soltar, de entre o arvoredo,
Verdadeiras risadas de cristal.
E assim que o padre-cura abria a porta
Que dá para o passal,
Repicando umas finas ironias,
O melro de entre a horta,
Dizia-lhe: “Bons dias!”
E o velho padre-cura
Não gostava daquelas cortesias.
O cura era um velhote conservado,
Malicioso, alegre, prazenteiro;
Não tinha pombas brancas no telhado,
Nem rosas no canteiro:
Andava às lebres pelo monte, a pé,
Livre de reumatismos,
Graças a Deus, e graças a Noé.
O melro desprezava os exorcismos
Que o padre lhe dizia:
Cantava, assobiava alegremente;
Até que ultimamente
O velho disse um dia:
“Nada, já não tem jeito! este ladrão
Dá cabo dos trigais!
Qual seria a razão
Porque Deus fez os melros e os pardais?!”
E o melro entretanto,
Honesto como um santo,
Mal vinha no oriente
A madrugada clara,
Já ele andava jovial, inquieto,
Comendo alegremente, honradamente,
Todos os parasitas da seara
Desde a formiga ao mais pequeno inseto.
E apesar disto o rude proletário,
O bom trabalhador,
Nunca exigiu aumento de salário.
Que grande tolo o padre confessor!
Foi para a eira o trigo;
E armando uns espantalhos,
Disse o abade consigo:
“Acabaram-se as penas e os trabalhos.”
Mas logo de manhã, maldito espanto!
O abade, ainda na cama,
Ouviu do melro o costumado canto;
Ficou ardendo em chama;
Pega na caçadeira,
Levanta-se de um salto,
E vê o melro a assobiar na eira
Em cima do seu velho chapéu alto!
Chegou a coisa a termo
Que o bom do padre-cura andava enfermo,
Não falava nem ria,
Minado por tão íntimo desgosto;
E o vermelho oleoso do seu rosto
Tornava-se amarelo dia a dia.
E foi tal a paixão, a desventura,
(Muito embora o leitor não me acredite)
Que o bom do padre-cura
Perdera… o apetite!
Andando no quintal um certo dia
Lendo em voz alta o Velho Testamento,
Enxergou por acaso (que alegria!
Que ditoso momento!)
Um ninho com seis melros escondido
Entre uma carvalheira.
E ao vê-los exclamou enfurecido:
“A mãe comeu o fruto proibido;
Esse fruto era a minha sementeira:
Era o pão, e era o milho;
Transmitiu-se o pecado.
E, se a mãe não pagou, que pague o filho.
É doutrina da Igreja. Estou vingado!”
E engaiolando os pobres passaritos
Soltava exclamações:
“É uma praga. Malditos!
Dão me cabo de tudo esses ladrões!
Raios os partam! andai lá que enfim…”
E deixando a gaiola pendurada
Continuou a ler o seu latim
Fungando uma pitada.
Vinha tombando a noite silenciosa;
E caía por sobre a natureza
Uma serena paz religiosa,
Uma bela tristeza
Harmônica, viril, indefinida.
A luz crepuscular
Infiltra-nos na alma dolorida
Um misticismo heroico e salutar.
As árvores, de luz ainda douradas,
Sobre os montes longínquos, solitários,
Tinham tomado as formas rendilhadas
Das plantas dos herbários.
Recolhiam-se a casa os lavradores.
Dormiam virginais as coisas mansas:
Os rebanhos e as flores,
As aves e as crianças.
Ia subindo a escada o velho abade;
A sua negra, atlética figura
Destacava na frouxa claridade,
Como uma nódoa escura.
E introduzindo a chave no portal
Murmurou entre dentes:
“Tal e qual… tal e qual!…
Guisados com arroz são excelentes.”
Nasceu a Lua. As folhas dos arbustos
Tinham o brilho meigo, aveludado,
Do sorriso dos mártires, dos justos.
Um eflúvio dormente e perfumado
Embebedava as seivas luxuriantes.
Todas as forças vivas da matéria
Murmuravam diálogos gigantes
Pela amplidão etérea.
São precisos silêncios virginais,
Disposições simpáticas, nervosas,
Para ouvir estas falas silenciosas
Dos mudos vegetais.
As orvalhadas, frescas espessuras
Pressentiam-se quase a germinar.
Desmaiavam-se as cândidas verduras
Nos Magnetismos brancos do luar.
…………………………………………..
…………………………………………..
E nisto o melro foi direito ao ninho.
Para o agasalhar andou buscando
Umas penugens doces como arminho,
Um feltrozito acetinado e brando.
Chegou lá, e viu tudo.
Partiu como uma flecha; e, louco e mudo,
Correu por todo o matagal; em vão!
Mas eis que solta de repente um grito
Indo encontrar os filhos na prisão.
“Quem vos meteu aqui?!” O mais velho,
Todo tremente, murmurou então:
“Foi aquele homem negro. – Quando veio
Chamei, chamei… Andavas tu na horta…
Ai que susto, que susto! Ele é tão feio!…
Tive-lhe tanto medo!… Abre esta porta,
E esconde-nos debaixo da tua asa!
Olha, já vão florindo as açucenas;
Vamos a construir a nossa casa
Num bonito lugar…
Ai! quem me dera, minha mãe, ter penas
Para voar, voar!”
E o melro alucinado
Clamou:
“Senhor! Senhor!
É porventura crime ou é pecado
Que eu tenha muito amor
A estes inocentes?!
Ó natureza, ó Deus, como consentes
Que me roubem assim os meus filhinhos,
Os filhos que eu criei!
Quanta dor, quanto amor, quantos carinhos,
Quanta noite perdida
Nem eu sei…
E tudo, tudo em vão!
Filhos da minha vida
Filhos do coração!!…
Não bastaria a natureza inteira,
Não bastaria o céu para voardes,
E prendem-vos assim desta maneira!…
Covardes!
A luz, a luz, o movimento insano
Eis o aguilhão, a fé que nos abrasa…
Encarcerar a asa
É encarcerar o pensamento humano.
A culpa tive-a eu! quase à noitinha
Parti, deixei-os sós…
A culpa tive-a eu, a culpa é minha,
De mais ninguém!… Que atroz!
E eu devia sabê-lo!
Eu tinha obrigação de adivinhar…
Remorso eterno! eterno pesadelo!…
………………………………………….
Falta-me a luz e o ar!… Oh, quem me dera
Ser abutre ou fera
Para partir o cárcere maldito!…
E como a noite é límpida e formosa!
Nem um ai, nem um grito…
Que noite triste! oh, noite silenciosa!…”
E a natureza fresca, onipotente,
Sorria castamente
Com o sorriso alegre dos heróis.
Nas sebes orvalhadas,
Entre folhas luzentes como espadas,
Cantavam rouxinóis.
Os vegetais felizes
Mergulhavam as sôfregas raízes
A procurar na terra as seivas boas,
Com a avidez e as raivas tenebrosas
Das pequeninas feras vigorosas
Sugando à noite os peitos das leoas.
A lua triste, a lua melancólica,
Desdêmona marmórea,
Rolava pelo azul da imensidade,
Imersa numa luz serena e fria,
Branca como a harmonia,
Pura como a verdade.
E entre a luz do luar e os sons e as flores,
Na atonia cruel das grandes dores,
O melro solitário
Jazia inerte, exânime, sereno,
Bem como outrora a mãe do Nazareno
Na noite do calvário!…
Segundo o seu costume habitual,
Logo de madrugada
O padre-cura foi para o quintal,
Levando a bíblia e sobraçando a enxada.
Antes de dizer missa,
O velho abade inevitavelmente
Tratava da hortaliça
E rezava a Deus Padre Onipotente
Vários trechos latinos,
Salvando desta forma, juntamente,
As ervilhas, as almas e os pepinos.
E já de longe ia bradando:
“- Olé!
Dormiram bem?… Estimo…
Eu lhes darei o mimo,
Canalha vil, grandíssima ralé!
Então vocês, seus almas do diabo,
Julgam que isto que era só dar cabo
Da horta e do pomar,
E o bico alegre e estômago contente,
E o camelo do cura que se aguente,
Que engrole o seu latim e vá bugiar!…
Grandes larápios!… Era o que faltava!
Vocês irem ao milho,
E a mim mandar-me à fava!
Pois muito bem, agora que vos pilho
Eu vos ensinarei, meus safardanas!
Vocês são mariolões, são ratazanas,
Têm bico, é certo, mas não têm tonsura…
E nas manhas um melro nunca chega
Às manhas naturais de um padre-cura.
O melhor vinho que encontrar na adega
É para hoje, olé!… Que bambochata!
Que petisqueira! Melros com chouriço!…
E então a Fortunata
Que tem um dedo e um jeito para isso!…
Hei de comer-vos todos um a um,
Lambendo os beiços, com tal gana enfim,
Que comendo-vos todos, mesmo assim
Eu fico ainda quase em jejum!
E depois de vos ter dentro da pança,
Depois de vos jantar,
Vocês verão como o velhote dança,
Como ele é melro e sabe assobiar!…”
Mas nisto o padre-cura titubeante,
Quase desfalecendo,
Atônito de horror, parou diante
Deste drama estupendo:
O melro, ao ver aproximar o abade,
Despertou da atonia,
Lançando-se furioso contra a grade
Do cárcere. Torcia,
Para os partir os ferros da prisão,
Crispando as unhas convulsivamente
Com a fúria de um leão.
Batalha inútil, desespero ardente!
Quebrou as garras, depenou as asas
E alucinado, exangue,
Os olhos como brasas,
Herói febril, a gotejar em sangue,
Partiu num voo arrebatado e louco,
Trazendo dentro em pouco
Preso no bico um ramo de veneno.
E belo e grande e trágico e sereno
Disse:
“Meus filhos, a existência é boa
Só quando é livre. A liberdade é a lei.
Prende-se a asa, mas a alma voa…
Ó filhos, voemos pelo azul!.. Comei!” –
E mais sublime do que Cristo quando
Morreu na cruz, maior do que Catão,
Matou os quatro filhos, trespassando
Quatro vezes o próprio coração!
Soltou, fitando o abade, uma pungente
Gargalhada de lágrima, de dor,
E partiu pelo espaço heroicamente,
Indo cair, já morto, de repente
Num carcavão com silveiras em flor.
E o velho abade, lívido de espanto,
Exclamou afinal:
“Tudo o que existe é imaculado e é santo!
Há em toda a miséria o mesmo pranto,
E em todo o coração há um grito igual.
Deus semeou de almas o universo todo.
Tudo que o vive ri e canta e chora…
Tudo foi feito com o mesmo lodo,
Purificado com a mesma aurora.
Ó mistério sagrado da existência,
Só hoje te adivinho,
Ao ver que a alma tem a mesma essência
Pela dor, pelo amor, pela inocência,
Quer guarde um berço, quer proteja um ninho!
Só hoje sei que em toda a criatura,
Desde a mais bela até à mais impura,
Ou numa pomba ou numa fera brava,
Deus habita, Deus sonha, Deus murmura!…
……………………………………………………
Ah, Deus é bem maior do que eu julgava!…”
E quedou silencioso. O velho mundo,
Das suas crenças antigas, num momento,
Viu-o sumir exausto, moribundo
Nos abismos sem fundo
Do temeroso mar do Pensamento.
E chorou e chorou… A Igreja, a Crença,
Rude montanha pavorosa, escura,
Que enchia o globo com a sombra imensa
Dos seus setenta séculos de altura;
O Himalaia de dogmas triunfantes,
Mais eternos que o bronze e que o granito,
Onde aos profetas Deus falava antes
Entre raios e nuvens trovejantes,
Lá dos confins sidéreos do infinito;
Esse colosso enorme, em dois instantes
Viu-o tremer, fender-se e desabar
Numa ruína espantosa,
Só de tocar-lhe a asa vaporosa
De uma avezinha trêmula, a expirar!……………………………………………
…………………………………………
E, arremessando a bíblia, o velho abade
Murmurou:
“Há mais fé e há mais verdade
Há mais Deus com certeza
Nos cardos secos de um rochedo nu
Que nessa bíblia antiga… Ó Natureza,
A única bíblia verdadeira és tu!…”
quarta-feira, janeiro 20, 2021
Os Gorilas
Conheça a história de Damian Aspinall (da Fundação Aspinall) através do vídeo abaixo. Ele cuidou de um gorila, o Kwibi, enquanto este era bébé. Criou-se, assim, um vínculo muito especial entre eles. Veja o que aconteceu aquando do seu reencontro, com o Kwibi já adulto e com família.
quarta-feira, janeiro 13, 2021
O Grandala azul
O Grandala azul (Grandala coelicolor) é uma espécie de pássaros que pertence à família dos Turdidae .
Estas aves são insetívoras arbóreas, pelo que possuem um bico comprido e forte. Normalmente as aves desta família têm cores discretas enquanto outras como o Grandala azul têm cores vibrantes, sobretudo os machos.
O Grandala azul pode ser encontrada em países como o Butão, a Índia, Mianmar e o Nepal, bem como no Tibete e noutras áreas da China.
domingo, novembro 01, 2020
A Foto do Século
A foto ao lado foi considerada a melhor foto deste século.
Uma leoa e a sua cria atravessavam a savana mas o calor era excessivo e, o leãozinho estava em grandes dificuldades.
Um elefante apercebeu-se que a cria morreria e transportou-a na sua tromba até a um charco de água, caminhando ao lado da mãe leoa.
E ainda lhes chamamos animais selvagens!!!
sábado, março 14, 2020
O Parque Jurássico de Querulpa
O Parque Jurássico de Querulpa situa-se no distrito de Aplao, na província de Castilla, em Arequipa, no Perú. O local onde se situa este parque servia como passagem de dinossauros que migravam entre a Argentina e o Chile.
Este parque é de tal maneira incrível que os seus visitantes se imaginam a voltar milhões de anos atrás no tempo. Além disso, a paisagem árida da região colabora para que a atmosfera paleontológica se torne ainda mais impressionante.O Parque Jurássico de Querulpa conta, não só, com cerca de 70 pegadas de dinossauros reais, mas também, com representações gigantescas desses animais.
Ali existem pegadas enormes com dimensões como 60 cm de largura e 10 de profundidade. Essas pegadas milenares são supostamente de dinossauros!A região também conta com fósseis de peixes, crocodilos e múmias centenárias.
No vídeo abaixo pode ficar a ter um "cheirinho" deste autêntico Parque Jurássico.
sexta-feira, novembro 15, 2019
Cavalos de Guerra
Assista ao trailer do filme Cavalos de Guerra (Ria Formosa), que vai estrear brevemente.
"Aquela que foi considerada a maior comunidade de cavalos-marinhos do mundo, enfrenta hoje sérios riscos de desaparecimento.
Uma equipa de mergulhadores, fotógrafos e cientistas embarcam numa missão pelas águas labirínticas da ria Formosa, com o objetivo de salvar um dos tesouros mais valiosos de Portugal, o enigmático cavalo dos mares."
quarta-feira, outubro 16, 2019
Ave-do-paraíso-de-vitória
O Ptiloris victoriae, também conhecido como o duwuduwu para o povo Yidinji, é uma ave do paraíso endémica da região de Atherton Tableland, uma região localizada no estado de Queensland, na Austrália, onde reside o ano todo.Esta ave foi descoberta em 1848 e posteriormente nomeada Rainha Vitória Os machos têm uma linda plumagem roxa, que fica mais azul com tons esverdeados na cabeça e bronze na parte de baixo do peito. Os machos têm uma curiosa mancha azul em forma de triângulo no pescoço. As fêmeas são castanhas, com "sobrancelhas" brancas.
A forma como o macho procura atrair as fêmeas é fascinante – ele curva as asas em torno do corpo e dança para os lados, enquanto insufla a garganta para acentuar a linda plumagem colorida do pescoço.
domingo, outubro 06, 2019
A Ave-do-paraíso de Wilson

A Ave-do-paraíso de Wilson (Cicinnurus respublica) é uma das menores aves do paraíso. Mas, é uma das mais lindas e coloridas espécies deste tipo de aves.
Os machos têm as cores vermelha, preta, azul e violeta na plumagem, e a cabeça é adornada por um tipo de desenho em forma de cruz preta dupla. A belíssima cauda faz uma curva em espiral.
Contrastando com os machos, as fêmeas são acastanhadas, com um pouco de azul na coroa.As aves do paraíso são típicas da Australásia e estão presentes nas regiões tropicais do Norte da Austrália, Nova Guiné, Indonésia e Ilhas Molucas. As aves-do-paraíso habitam principalmente zonas de floresta tropical e manguezais.
sábado, junho 15, 2019
A Cidade do México: O Mundo Segundo Os Brasileiros
A série percorre os principais roteiros turísticos do mundo, lugares muitas vezes longínquos, pouco explorados e repletos de descobertas e contrastes. África, Ásia, Oceania, Europa e Américas: a cada destino uma nova aventura, narrada por personagens reais em tom documental e quase autobiográfico.
Em cada novo episódio, as várias facetas de uma mesma cidade, com dicas, roteiros, histórias e revelações emocionantes.
Ora veja!
terça-feira, dezembro 04, 2018
Queijo para todos os gostos
Existem centenas de tipos de queijos diferentes produzidos em todo o mundo. Os diferentes estilos e sabores do queijo são o resultado do uso do leite de diferentes mamíferos ou do acréscimo de diferentes teores de gordura, empregando determinadas espécies de bactérias e bolores, e variando o tempo de envelhecimento e outros procedimentos de transformação do leite.
Mesmo que não goste de queijo não deixe de abrir a apresentação que se segue. Vale mesmo a pena.
Não perca esta oportunidade e, não se esqueça de neste Natal oferecer e comer queijos portugueses.
sexta-feira, novembro 23, 2018
Os Orangotangos e o Anúncio
A cadeia de supermercados Iceland prometeu começar a banir o óleo produzido a partir do fruto da palmeira, porque um só ingrediente "está a causar o colapso das populações de orangotangos do Sudeste Asiático".
O vídeo que a marca queria usar como publicidade de Natal deixou de poder passar na televisão por ser considerado "demasiado político".
sábado, maio 12, 2018
Do Pólo Sul ao Pólo Norte
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| Pinguim de Adélia - Richard Sidey |
Aprecie a excelente expedição fotográfica que Richard Sidey fez do Pólo Sul ao Pólo Norte.
Absolutamente a não perder! Extasie-se com a magnífica exuberância de um planeta chamado Terra.
quinta-feira, janeiro 25, 2018
Gatos
Istambul, a antiga Bizâncio e Constantinopla, é a maior cidade da Turquia, a quarta maior do mundo, rivalizando com Londres como a mais populosa da Europa, com 13 120 596 habitantes na sua área metropolitana (2010). A grande maioria da população é muçulmana, mas também há um grande número de laicos e uma ínfima minoria de cristãos e judeus.
Foi a capital do Império Romano do Oriente e do Império Otomano até 1923, cujo governante máximo, o sultão, foi durante séculos reconhecido como califa, o chefe supremo de todos os muçulmanos, o que fazia da cidade uma das mais importantes de todo o Islão.
Sinopse:
Depois de uma pesquisa intensa, que começou com a recolha de 35 histórias de gatos vadios, a realizadora turca acabou por filmar apenas as de sete desses gatos. Seguiu-os por ruelas, barcos, cafés, becos, mercados ou casas de portas abertas, sempre em absoluta de liberdade.Cada um destes felinos foi batizado com um nome: Sari, Bengü, Psikopat, Deniz, Aslan Parçasi, Duman e Gamsiz.
É um documentário mágico que nos conduz numa viagem pelas ruas de Istambul juntamente com estes seus habitantes de quatro patas que têm personalidades distintas.
Gatos (Kedi) tornou-se um verdadeiro fenómeno mundial, tanto junto do público como da crítica, que não ficou indiferente ao charme destes animais e da cidade de Istambul.
Não deixe, por isso, de ver o trailer oficial (em baixo) deste documentário.
Ora veja!
terça-feira, janeiro 23, 2018
Brincadeiras de Gatos
É um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos. Evidências genéticas assinalam que os gatos domésticos atuais, partilham uma procedência direta com os gatos selvagens do Médio Oriente.
Os gatos vivem entre quinze e vinte anos e têm uma personalidade independente e brincalhona. O gato tornou-se, por isso, um animal de companhia em diversos lares ao redor do mundo, para pessoas dos mais variados estilos de vida.
Na cultura humana, é uma figura da mitologia ou pode estar associado às mais diversas superstições. É, também um animal que aparece como personagem em diferentes desenhos animados, tiras de jornais, filmes e contos de fadas. Entre as suas mais conhecidas representações, estão os gatos: Tom, Gato Félix, Gato das Botas e Garfield.São bichos deliciosos ternurentes que nos podm proporcionar uns minutos de descontração e divertimento.
Ora veja!




























