Lembrando José Duarte que nos deixou ontem, e todos os apreciadores de Jazz, proponho-lhe que ouça a canção Blues in the Night, na voz do fantástico Louis Armstrong.
My mama done tol' me When I was in pigtails My mama done tol' me A man's gonna sweet-talk and give you the big eyes But when the sweet-talking's done A man is a two-face, a worrisome thing Who'll leave you to sing the blues in the night
Now the rain's a-fallin' Hear the train a-callin, "whoo-ee!" My mama done tol' me Hear that lonesome whistle blowin' 'cross the trestle, "whoo-ee!" My mama done tol' me A-whooee-ah-whooee ol' clickety-clack's A-echoin' back the blues in the night
The evenin' breeze'll start the trees to cryin' And the moon'll hide it's light When you get the blues in the night Take my word, the mockingbird'll sing the saddest kind of song He knows things are wrong, and he's right
From Natchez to mobile From Memphis to St. Joe Wherever the four winds blow I been in some big towns And heard me some big talk But there is one thing I know A man's a two-face, a worrisome thing Who'll leave you to sing the blues in the night
The evenin' breeze'll start the trees to cryin' And the moon'll hide it's light When you get the blues in the night Take my word, the mockingbird'll sing the saddest kind of song He knows things are wrong, and he's right
From Natchez to mobile From Memphis to St. Joe Wherever the four winds blow I been in some big towns And heard me some big talk But there is one thing I know A man's a two-face, a worrisome thing Who'll leave ya to sing the blues in the night Yes, the lonely, lonely blues in the night
O Egitoou República Árabe do Egito, é um país localizado entre o nordeste da África e o sudoeste da Ásia, através da Península do Sinai. É um país mediterrâneo limitado pela Faixa de Gaza e Israel a nordeste, o Golfo de Ácaba e o Mar Vermelho a leste, o Sudão ao sul e a Líbia a oeste. Embora não tenha nenhuma fronteira terrestre, fica próximo dos seguintes países: a Jordânia, a Arábia Saudita, a Grécia, a Turquia e Chipre.
O Egitoé o país mais populoso do Médio Oriente, o terceiro mais populoso do continente africano e o 14.º mais populoso do mundo, com cerca de 98 milhões e 800 mil habitantes (2019).
O país tem uma das mais longas histórias entre qualquer outra nação, traçando-se a sua herança até o VI ou IV milénio a.C. Considerado um berço da civilização, o Egito Antigo viu alguns dos primeiros desenvolvimentos da escrita, agricultura, urbanização, religião organizada e governo central.
O Egito Visto do espaço
A longa e rica herança cultural do Egito é parte integrante da sua identidade nacional, que muitas vezes assimilou várias influências estrangeiras, como gregos, persas, romano, árabes, otomanos e núbios. O Egito foi um dos primeiros e importantes centros do cristianismo, mas foi amplamente islamizado no século VII e continua a ser um país predominantemente muçulmano, embora com uma significativa minoria cristã.
O Egito foi berço de uma das civilizações antigas mais desenvolvidas do planeta. O país guarda monumentos históricos importantes desse período, como as famosas pirâmides.
Os egípcios antigos foram uma das primeiras grandes civilizações a codificar elementos de design na arte. Se quiser ficar a conhecer alguns exemplos da arquitetura e da escultura egípcia antiga, não deixe de ver a apresentação que se segue.
Scorpions é uma banda de rock originária de Hanôver, na Alemanha. Foi fundada em 1965 pelos irmãos e guitarristas Michael Schenker e Rudolf Schenker, sendo a primeira banda de hard rock formada naquele país. No início eram chamadas de Nameless (aqueles sem nome), depois passou para The Scorpions até o final de 1969, depois foram chamados simplesmente de Scorpions.
I follow the Moskva down to Gorky Park Listening to the wind of change An August summer night, soldiers passing by Listening to the wind of change
The world is closing in And did you ever think That we could be so close like brothers? The future's in the air, I can feel it everywhere I'm blowing with the wind of change
Take me to the magic of the moment On a glory night Where the children of tomorrow dream away (dream away) In the wind of change
Mh-mmh
Walking down the street And distant memories are buried in the past forever I follow the Moskva and down to Gorky Park Listening to the wind of change
Take me (take me) to the magic of the moment On a glory night (a glory night) Where the children of tomorrow share their dreams (share their dreams) With you and me (with you and me)
Take me (take me) to the magic of the moment On a glory night (a glory night) Where the children of tomorrow dream away (dream away) In the wind of change (the wind of change)
The wind of change blows straight into the face of time Like a storm wind that will ring the freedom bell for peace of mind Let your balalaika sing what my guitar wants to say (say)
Take me (take me) to the magic of the moment On a glory night (a glory night) Where the children of tomorrow share their dreams (share their dreams) With you and me (you and me)
Take me (take me) to the magic of the moment On a glory night (a glory night) Where the children of tomorrow dream away (dream away) In the wind of change (the wind of change)
Esta série de programas "percorre os principais roteiros turísticos do mundo, lugares muitas vezes longínquos, pouco explorados e repletos de descobertas e contrastes. África, Ásia, Oceania, Europa e Américas: a cada destino uma nova aventura, narrada por personagens reais em tom documental e quase autobiográfico. A cada novo episódio, as várias facetas de uma mesma cidade, com dicas, roteiros, histórias e revelações emocionantes."
Embarque nesta viagem virtual, sem sair de casa, e descubra Lima. "Neste programa encontrará, um pouco da historia da cultura inca e o funcionamento de um típico mercado peruano. O que é o cui, especialidade da culinária local e como é a rotina dos moradores do tradicional bairro de Miraflores. As belezas do Parque Kennedy; a moda da Lima Fashion Week; e os mais deliciosos pratos de uma tradicional cevicheria."
Ouça a cantora portuguesa Carolina Deslandes em Saia da Carolina (Coliseus). Esta canção é uma adaptação de um canto popular transformado em crítica social
A saia da Carolina Foi dalguem que a ofereceu Que é por ela ser menina Que é pra estar perto de Deus Foi assim de pequenina Que a quiseram ensinar Que o seu lugar é na cozinha E em casa a costurar
E tem cuidado Carolina Que o lagarto da ao rabo Tu até te vês rainha Queima-te o patriarcado Tem cuidado Carolina Quem tem sonhos tem pecados Ser menina é tua sina Ser mulher é teu legado
Cuidado com a Carolina Que vem de punho cerrado A saia da Carolina ardeu no meio do mato A história da Carolina é que ela agora veste fato
Sou Maria Carolina, Deslandes pra vocês
Nasci do amor antigo do Kiko e da Inês Tu querias julgar com riso toda a minha insensatez É por ter crias comigo, e agora conto com três A saia da Carolina nunca aqui teve um cabide E eu ando bem calçada vai perguntar ao David Debaixo do meu hoodie não gosto de dar nas vistas Por isso cancela as minhas entrevistas Tenho sardas espalhadas como grãos de areia Pedem-me uma canção eu tenho uma mão cheia Por isso avisa o lagarto que o esmago com o pé Não há tempo pra rastejos em terra de jacaré Não há tempo pra bocejos quando o dia me chama Eu vivo de fé, há que viva de fama A saia não é de ninguém Carolina oioai Carolina o aí meu bem
Cuidado com a Carolina Que vem de punho cerrado A saia da Carolina ardeu no meio do mato A história da Carolina é que ela agora veste fato
"Sobre o clima, os costumes, as manhas, a bruteza, os vícios, a má comida... A lista começou com Júlio César, alongou-se no decorrer dos séculos, tem casos extremos como o do mal-agradecido Voltaire que, em vez de dar graças pelo refúgio oferecido, sintetizou venenosamente os Países Baixos em "Canards, canaux et canailles". Jesuíta e diplomata, António Vieira disse pior, mas diplomaticamente. De facto são muitos os críticos mordazes de um país em que outros só vêem campos de tulipas, moinhos a rodar serenamente, montes de queijo, diques, água, abundância de belas raparigas loiras e desempenadas. Assim, o optimista Ramalho Ortigão escreveu a suave aguarela que, para muitas gerações, funcionou como relato exemplar de um país exemplar. O meu caso difere."
Órfãos do 27 de maio de 1977 ainda esperam receber os restos mortais dos seus pais.
Se não assistiu ao noticiário das 20h da RTP 1, com uma reportagem da Cândida Pinto, sobre a exumação dos restos mortais de pessoas desaparecidas forçadamente, vítimas do terrorismo do Estado Angola nos anos 1977-1979, designado por 27 de Maio, pode fazê-lo clicando aqui.
Leia também, aqui, a página internacional do jornal Diário de Notícias que titula: ADN de ossadas desmente governo de Angola. Leia aqui a carta de revolta dos órfãos.
Para que não caia no esquecimento, a memória, a recordação e a saudade do meu irmão, Rui Coelho.
Cobardemente assassinado, foi uma, dos milhares de vítimas, desta tragédia.
Tinha 25 anos. Da sua execução não se sabem local, data ou circunstâncias.
Não teve direito a qualquer tipo de julgamento ou defesa. Não se conhecem termos de acusação: Qualquer tipo de pseudo - confissão, a existir, foi arrancada sob coação e tortura.
Rui Coelho nem sequer estava em Angola à data do 27 de Maio de 1977. Não teve hipótese de conhecer o filho que é um dos órfãos do 27 de Maio de 77. O seu assassinato aconteceu porquê? Para quê?
Violência? Terror? Ameaça? Atentado à vida e aos Direitos Humanos? Ou tudo isso junto?
Será demasiado querer saber porque morreu, e como morreu, o meu irmão? Será demasiado querer reaver os seus restos mortais e dar-lhe um enterro digno? Será demasiado exigirmos fazer, finalmente, o luto?
Saiba o que combinar com a cor fúcsia, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo de hoje Luciane Cachinski fala-lhe sobre combinações de cores que estão na moda, desmistificando algumas dificuldades. Hoje é a vez de uma cor linda: o Fúcsia.
Depois de assistir a este vídeo, vai passar a encarar esta cor com outros olhos. Acredite ou não, a cor fúcsia pode ser usada em qualquer estação! Este vídeo vai mostrar-lhe que existem muitas possibilidades de combinações!
O Noruz ou "Dia Novo" é uma festa tradicional da Ásia Central que celebra o Ano Novo do calendário persa - marcando a renovação da natureza (primeiro dia da primavera). A saudação usual nesta festividade é: Noruz Mubarak que significa Feliz Ano Novo.
O Noruz pode acontecer no dia 20, 21 ou 22 de março do calendário Gregoriano, dependendo do momento em que ocorre o equinócio de primavera.
A celebração do Noruz ocorre há pelo menos 3 000 anos e está profundamente enraizada nos rituais e nas tradições do Zoroastrismo. Atualmente, acontece em muitos países que fizeram parte dos antigos impérios iranianos ou que sofreram a sua influência.
Assim, fora do Irão, é comemorado no Curdistão, no Afeganistão, na Albânia, nas antigas repúblicas soviéticas do Tajiquistão, Uzbequistão, Azerbaijão, Cazaquistão, Quirguistão, e ainda na Macedónia do Norte, na Turquia e no Turcomenistão) e também por várias comunidades de origem iraniana, em todo o Médio Oriente. Além disso, o Noruz também é comemorado pelos parses zoroastrianos, na Índia.
O dia 21 de março foi proclamado Dia Internacional do Noruz pela Assembleia Geral das Nações Unidas, por iniciativa de vários países que compartilham este feriado, e foi inscrito, em 2009, na Relação Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade, como uma tradição cultural observada por numerosos povos e que promove valores de paz e solidariedade entre gerações e dentro das famílias, bem como a reconciliação, a aproximação e a amizade entre diferentes povos.
Uma característica tradicional e específica deste período é a de se fazerem reuniões com a família e os amigos em volta de uma mesa decorada com objetos que simbolizam pureza, luminosidade, vida e prosperidade. Os participantes das celebrações vestem roupas novas e visitam vizinhos e parentes, principalmente os idosos. Também são feitos presentes, especialmente para as crianças, que geralmente consistem em objetos feitos por artesãos. Neste festival de Ano Novo há apresentações de música de rua e dança, ritos de água e fogo que são celebrados em público. Também são organizadas competições desportivas tradicionais, faz-se e vende-se artesanato diverso, etc.
Outra caractetística importante do Nortuz é o Haft sîn. O Haft sîn ou "sete sîn" é uma tradição ligada ao Noruz. No Ano Novo, sete itens, cujos nomes comecem com a letra sîn (ou seja s), devem ser dispostos sobre uma mesa ou sobre tapetes, num espaço reservado para receber convidados. Segundo a tradição, os sete itens são:
sabzeh - rebentos de trigo, cevada ou lentilha (a germinar) colocados num prato ou vaso, como símbolo do renascimento.
samanu - um doce feito de germe de trigo, simbolizando a afluência.
senjed - o fruto seco da oliveira do paraíso (Eleagnus angustifolia), que simboliza o amor
sîr - o alho, que simboliza remédio ou cura
sîb - maçãs, que são o símbolo da beleza e da saúde
somaq- uma especiaria extraída dos frutos secos da Rhus coriaria, que simboliza o nascer do sol.
serkeh - o vinagre que simboliza a longevidade e a paciência.
Eventualmente, alguns elementos tradicionais podem ser substituídos por outros, cujo nome também comece com a letra sîn.
Hoje proponho-lhe que conheça o Autorretrato em Esfera Espelhada (1935) do artista HMC. Escher, 1898 - 1972.
Escherfoi um artista gráfico holandês, conhecido pelos trabalhos em xilogravura e litogravura que representam obras fantásticas, incomuns, com várias perspectivas, geradoras de ilusão de ótica no observador. Foi considerado um artista matemático, sobretudo geométrico.
A primeira fase da obra de Escher foi o "Período das Paisagens" (1922-1937), época em que viveu na Itália. No "Período das Metamorfoses"(1937-1945), é quando uma forma ou objeto eram transformados em algo completamente diferente – tornando-se um dos temas favoritos de Escher.
A terceira fase foi o "Período das Gravuras Subordinadas à Perspectiva" (1946-1956).
A quarta fase da obra de Escher foi o "Período da Aproximação ao Infinito" (1956-1970).
Escher deixou uma produção de 448 litografias e xilogravuras e mais de 2 mil desenhos e esboços, além de ter ilustrado livros, tapeçarias, selos e murais.
Hoje, Dia do Pai, fique com My Father's Eyes (vídeo oficial), na voz de Eric Clapton.
Sailing down behind the Sun Waiting for my prince to come Praying for the healing rain To restore my soul again
Just a toerag on the run How did I get here? What have I done? When will all my hopes arise? How will I know him? When I look in my father's eyes My father's eyes When I look in my father's eyes My father's eyes
Then the light begins to shine And I hear those ancient lullabies And as I watch this seedling grow Feel my heart start to overflow
Where do I find the words to say? How do I teach him? What do we play? Bit by bit, I've realized That's when I need them That's when I need my father's eyes My father's eyes That's when I need my father's eyes My father's eyes
Then the jagged edge appears Through the distant clouds of tears I'm like a bridge that was washed away My foundations were made of clay
As my soul slides down to die How could I lose him? What did I try? Bit by bit, I've realized That he was here with me I looked into my father's eyes My father's eyes I looked into my father's eyes My father's eyes
My father's eyes My father's eyes I looked into my father's eyes My father's eyes
Estava eu, andando na avenida A flor repousou, secando a ferida Bendito seja Deus Que semeou a vida Dessa florzinha, dessa florzinha
Que é flor de laranjeira amor É cheiro doce, dessa menina Flor de laranjeira amor Essa menina de saia curta Flor de laranjeira amor É cheiro doido que me alucina
Flor de laranjeira amor Não contamina, menina pura Se esse broto cessasse o estofo Que um dia o chico causou nessa gente E calasse com açúcar o grito de fome de um povo doente Que não se reconhece mais
Eu te daria, o solo mais fértil A melhor poesia O mundo inteiro, uma casa, uma vida Um lamento, um desejo
Pra flor de laranjeira amor É cheiro doce dessa menina Flor de laranjeira amor Essa menina de saia curta Flor de laranjeira amor É cheiro doido que me alucina Flor de laranjeira amor Não contamina menina pura
Pra flor de laranjeira amor É cheiro doce dessa menina Flor de laranjeira amor Essa menina de saia curta Flor de laranjeira amor É cheiro doido que me alucina Flor de laranjeira amor Não contamina menina pura
Esta série de programas "percorre os principais roteiros turísticos do mundo, lugares muitas vezes longínquos, pouco explorados e repletos de descobertas e contrastes. África, Ásia, Oceania, Europa e Américas: a cada destino uma nova aventura, narrada por personagens reais em tom documental e quase autobiográfico. A cada novo episódio, as várias facetas de uma mesma cidade, com dicas, roteiros, histórias e revelações emocionantes."
Embarque nesta viagem virtual, sem sair de casa, e descubra Ho Chi Minh.
A Cidade de Ho Chi Minh (no Vietname), e comumente conhecida e nomeada até 1975 como Saigão, é a maior cidade e principal centro financeiro, corporativo e comercial do Vietname. Situa-se no sul do país e tem cerca de 8,5 milhões de habitantes. É uma cidade histórica e portuária, recebendo a classificação de cidade global beta, por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC).
Foi fundada pelos khmers, sendo conquistada pelos anameses no século XVII. Depois, foi conquistada pela França em 1859, tornando-se na capital da Cochinchina e, mais tarde, de toda a Indochina Francesa até 1902. Em 1954 tornou-se a capital do Vietname do Sul tendo sido o quartel general das tropas americanas durante a guerra do Vietname. Em 1975 as tropas do Vietname do Norte entraram na cidade, marcando o fim da guerra.
Não deixe de ver também os dois links acima porque aí encontrará algumas histórias da história e ainda algumas curiosidades.
Tomem-se 750 grs. de açúcar, dissolvam-se em metade do seu peso de água e levem-se ao lume até chegar ao ponto de espadana. Em seguida junte-se-lhe 500 grs. de amêndoas peladas e levemente torradas, mexa-se rapidamente, tira-se a vasilha que as contém para fora do lume, mexa-se novamente, deita-se em travessas para arrefecer e separam-se rapidamente, rolando-as por fim entre as mãos se se quiser dar-lhes uma forma mais regular.
Para os amantes da música, ou não, proponho-lhe um filme:Landfill Harmonic - Uma Sinfonia de Espírito Humano.
Este documentário de 2015, foi realizado por Brad Allgood e Graham Townsley, e conta no elenco com Ada Ríos, Favio Chavez, María Ríos, Idalina Hertz, Jorge Ríos, Nicolás Gómez, Esteban Irrazabal, Tania Vera Hertz.
Sinopse:
Conheça a Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cautera, formada por crianças e jovens de baixos rendimentos que vivem numa comunidade (bairro de lata) em redor do aterro de Cateura, em Assunção no Paraguai. É regida por Fávio Chávez e tem a peculiaridade de tocar com instrumentos construídos com materiais recolhidos nesse aterro. É um testemunho de como a música pode transformar o espírito humano.
Charlie Chaplin (1889 - 1977) foi um ator, comediante, realizador, compositor, roteirista, cineasta, editor e músico britânico. Chaplin foi um dos atores da era do cinema mudo, tendo-se notabilizado pelo uso da mímica e da comédia. É bastante conhecido pelos seus filmes O Imigrante, A Quimera do Ouro (considerado por ele o seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
O portal da webOpen Culture publicou uma lista de 65 películas deste ícone do cinema mudo. É de referir que esta figura lendária do cinema, protagonizou e escreveu mais de 80 trabalhos cinematográficos, compôs a música de 20 películas, realizou cerca de 70 curtas e longas metragens e produziu mais de 30 filmes.
Se quiser ver ver alguns destes filmes online, é só aceder aqui.
Entretanto, delicie-se com a cena da luta, do filme The Kid.
Saiba o que combinar com o amarelo mostarda, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo de hoje Luciane Cachinski fala-lhe sobre combinações de cores na moda, desmistificando algumas dificuldades. Começa pelo amarelo mostarda, que é uma cor que pensamos ser difícil, e que só podemos combinar com a cor preta, ou com a cor branca.
Na verdade, este amarelo permite muitas combinações, e permite criar looks lindos.
O Vinho é uma bebida alcoólica produzida pela fermentação do sumo de uva.
A vinha e o vinho constituem um património cultural e económico que representa para nós, Portugueses, um dos traços fundamentais da nossa identidade cultural.
O vinho possui uma longa história que remonta pelo menos a aproximadamente 8000 a. C., pensando-se que tenha tido origem nos atuais territórios da Geórgia, Turquia ou Irão. Crê-se que o seu aparecimento na Europa ocorreu há aproximadamente 6500 anos, nas atuais Bulgária ou Grécia. Era muito comum na Grécia e Roma antigas. O vinho tem desempenhado um papel importante em várias religiões desde tempos antigos. O deus grego Dionísio e o deus romano Baco representavam o vinho, e ainda hoje o vinho tem um papel central em cerimónias religiosas cristãs e judaicas como a Eucaristia e o Kidush.
Portugal é um país com uma longa tradição na produção de vinho, tendo sido exportador deste produto desde tempos remotos.
É de relembrar que a Região Demarcada do Douro, criada em 1756 pelo Marquês de Pombal, constitui a mais antiga região vitícola regulamentada do mundo.
Originalmente estabelecida para regular a produção do vinho fortificado a que se chama de "vinho do Porto", hoje a RDD circunscreve a Denominação de Origem Controlada dos vinhos do Porto e Douro. Mas, para além do vinho do Porto, não podemos deixar de referir também o Vinho da Madeira, para além de muitos outros de elevada qualidade e importância.
Mas, se quiser ficar a conhecer tudo sobre vinhos não deixe de clicar aqui , pois, poderá ficar a saber que castas (ou cepas) existem, como envelhecer e armazenar o vinho, alguns pratos e doces que utilizam vinho na sua confeção, outros locais no mundo onde se cultiva a vinha, etc.
Não dá pé Não tem pé, nem cabeça Não tem ninguém que mereça Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo Não tem dó no peito Não tem nem talvez ter feito O que você me fez, desapareça Cresça e desapareça
Não tem dó no peito, não tem jeito Não tem coração que esqueça Não tem ninguém que mereça Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito Não foi nada, eu não fiz nada disso E você fez um bicho de sete cabeça
Bicho de sete cabeça Bicho de sete cabeça
Não dá pé Não tem pé, nem cabeça Não tem ninguém que mereça Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo Não tem dó no peito Não tem nem talvez ter feito O que você me fez, desapareça Cresça e desapareça
Não tem dó no peito, não tem jeito Não tem coração que esqueça Não tem ninguém que mereça Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito Não foi nada, eu não fiz nada disso E você fez um bicho de sete cabeça
Bicho de sete cabeça Bicho de sete cabeça
Não dá pé Não tem pé, nem cabeça Não tem ninguém que mereça Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo (Não tem coração que esqueça) Não tem dó no peito (Não dá pé, não é direito) Não tem nem talvez ter feito (Não foi nada) O que você me fez, desapareça (Eu não fiz nada disso, e você fez um) Cresça e desapareça (Bicho de sete cabeça)
Bicho de sete cabeça Bicho de sete cabeça Compositores: Jose Ramalho Neto, Geraldo Azevedo De Amorim e Renato Rocha
Com Poejos e Outras Ervas é um livro da eminente figura da ciência portuguesa, A. M. Galopim de Carvalho.
Sinopse:
À primeira vista um livro de culinária como muitos outros, este ... Com Poejos e Outras Ervas, transfigura-se, após o iniciar da sua leitura, numa visão muito pessoal e sentida de um Alentejo vivo, povoado por uma miríade de cheiros e sabores, nascidos na bruma dos tempos e transmitidos de geração em geração pelos homens e mulheres que foram fazendo do Além Tejo a sua terra. Aqui, Galopim de Carvalho escreve-nos histórias e receitas que se complementam dando forma a uma aguarela colorida do seu Alentejo, apresentado ao ritmo do sabor mas onde nos é possível visualizar a paisagem física e humana que forma um Alentejo real, que urge conhecer e tanta beleza oferece àqueles que o quiserem descobrir.
Ouça Sheryl Crow na canção "Walk On By" (dos compositores Burt Bacharach & Hal David), numa sessão especial na Casa Branca, que contou com a presença de Burt Bacharach e Barack Obama.
Burt Bacharach, recentemente falecido, criou canções como Walk on By, I Say a Little Prayer ou This Guy's in Love with You, para intérpretes como Dionne Warwick , Aretha Franklin, Dusty Springfield, Tom Jones entre outros. As baladas românticas e melancólicas que criou cruzavam a fronteira entre o jazz e o pop.
Burt Bacharachfoi vencedor de oito Grammys e de três Óscares.
If you see me walking down the street And I start to cry each time we meet Walk on by, walk on by
Make believe That you don't see the tears Just let me grieve In private 'cause each time I see you I break down and cry
And walk on by (don't stop) And walk on by (don't stop) And walk on by
I just can't get over losing you And so if I seem, broken and blue Walk on by Walk on by
Foolish pride That's all that I have left So let me hide The tears and the sadness you gave me When you said goodbye
Walk on by (don't stop) Walk on by (don't stop) Walk on by (don't stop) Walk on
Walk on by
Walk on by
Foolish pride That's all that I have left So let me hide The tears and the sadness you gave me When you said goodbye
Walk on by (don't stop) Walk on by (don't stop) Now you really gotta go, so walk on by (don't, don't stop) Baby, leave, you'll never see the tears I cry (don't, don't stop) Now you really gotta go, so walk on by (don't, don't stop) Mmm, baby, leave, you'll never see the tears I cry (don't, don't stop) Now you really gotta go, so walk on by (don't, don't)
Mário de Sá-Carneiro (1890 - 1916) foi um poeta, contista e ficcionista português, um dos grandes expoentes do modernismo em Portugal e um dos mais reputados membros da Geração d'Orpheu.
Hoje deixo-lhe um poema de Mário de Sá-Carneiro e um site que deve explorar e divulgar: "Mário de Sá-Carneiro online". Este sítio da net serve para dar a conhecer a obra do poeta não só cá, mas também além-fronteiras.
Além da correspondência e de uma pequena biografia do autor (escrita por Ricardo Vasconcelos), em português e em inglês, "Mário de Sá-Carneiro online" inclui separadores dedicados à exposição realizada na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, por altura do centenário da morte do poeta e às edições críticas, nomeadamente, a edição de Jerónimo Pizarro e Ricardo Vasconcelos.
Fim
Quando eu morrer batam em latas, Rompam aos saltos e aos pinotes, Façam estalar no ar chicotes, Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro Ajaezado à andaluza... A um morto nada se recusa, Eu quero por força ir de burro.
O Lubango é uma cidade e município de Angola, capital da província de Huíla, localizada no sudoeste do país.
O termo "Lubango" vem do nome do soba (rei tribal) dos muílasCalubango (ou Kaluvango), que foi o líder local que recebeu a primeira expedição europeia nas suas terras. A área sob o seu domínio passou a ser denominada Terras do Calubango e, com o tempo, Terras de Lubango.
Polo de desenvolvimento da província da Huíla por excelência, o Lubango é limitado a norte pelos municípios de Quilengues e Cacula, a leste por Quipungo, a sul pela Chibia e a oeste pela Humpata e Bibala (Namibe).
O seu clima é tropical de altitude, a temperatura média anual ronda os 20º centígrados, sendo Julho o mês mais frio e Novembro o mais quente. A média pluviométrica anual é superior a 1000 milímetros.
A etnia predominante nesta região de Angola é o subgrupo étnico Ovamuila, do grupo Nhaneka-Humby, que vive disperso em pequenas aldeias.
Os portugueses da Madeira fundaram, em Janeiro de 1885, a "colónia de Sá da Bandeira", que a 31 de Maio de 1923 atingia a categoria de cidade, depois do comboio ter escalado a urbe, vindo do Namibe.
O Lubango desenvolveu-se sobretudo a partir da "colónia de Sá da Bandeira", tomando esse nome entre 1884 e 1975, enquanto o município foi sempre denominado Lubango.
O primeiro contacto europeu com pessoas da região data, contudo, de 1627. Embora a soberania portuguesa tenha começado apenas em 1769, foram os holandeses que deram os primeiros sinais de povoamento europeu, por volta de 1880.
No que se refere à educação, o Lubango assumiu-se desde 2007 como "Cidade do Conhecimento". É de salientar que, no tempo colonial, foi uma das primeiras cidades do interior a possuir ensino liceal, não só o Liceu Nacional Diogo Cão, mas também a Escola Industrial e Comercial Artur de Paiva e o Instituto Agrícola do Tchivinguiro. A chamada "Sá da Bandeira" até 1975, acolheu a sede da atual Universidade Mandume Ya Ndemufayo, que, com outras cinco privadas, perfazem uma rede de seis instituições de ensino superior, onde estudam perto de 15 mil estudantes.
O Monumento do Cristo Rei, as Fendas da Tundavala e Bimbe, as águas cristalinas da Cascata da Huíla, a Serra da Leba (esta última embora pertencente ao município da Humpata, o seu acesso é feito a partir do Lubango) são, sem sombra de dúvidas, os cartões de visita desta cidade localizada a cerca de 2 400 metros de altitude.
De acordo com as projeções de 2018, elaboradas do Instituto Nacional de Estatística, conta com uma população de 876 339 habitantes e uma área territorial de 3 147 km², sendo o mais populoso município da província, da região sul de Angola e o sexto mais populoso do país.
O Lubango em conjunto com a Chibia e a Humpata é uma área de grande concentração humana.
Concebida para pouco mais de 50 mil habitantes, a urbe suporta atualmente mais de um milhão, distribuídos em quatro comunas (Arimba, Hoque, Quilemba e Huíla), o que dificulta a prestação de alguns serviços básicos com eficácia.
O Lubango, considerada a Cidade Jardim de Angola, assinala este ano o seu centenário a 31/5/2023, desde a sua elevação a esta categoria, quando a primeira locomotiva do Caminho-de-ferro de Moçâmedes (CFM) venceu o deserto do Namibe e chegou ao planalto da Huíla.
A cidade do Lubango tenta, aos poucos, reaver a sua antiga imagem, para que se torne verdadeiramente numa das cidades mais prósperas do país.
Se quiser ficar a conhecer um pouco mais desta cidade angolana não deixe de ver os vídeos abaixo (atenção que pelo menos uma das imagens, do vídeo que se segue, não é do Lubango, mas sim do Lobito - é o caso do Tamariz).