Óstia Antiga é um dos maiores e mais bem preservados sítios arqueológicos da Itália. Localizada a cerca de 25 km a sudoeste de Roma, perto da moderna cidade de Óstia, foi a vibrante cidade portuária e comercial do Império Romano que serviu também como base militar. Hoje, oferece uma alternativa tranquila, arborizada e sem multidões para quem quer explorar o passado romano.
A antiga cidade portuária romana foi fundada no século VII a.C. e abandonada no século IX d.C. As ruínas bem preservadas, com os seus mosaicos e frescos, são frequentemente comparadas a Pompeia e constituem uma visita a não perder para explorar as inúmeras ruínas romanas ali existentes.
O que pode ver neste Parque Arqueológico?
O Teatro Romano, que é uma estrutura monumental que ainda hoje recebe espetáculos;
A Praça das Corporações, antigo coração comercial, decorada com impressionantes mosaicos que indicavam as rotas de comércio marítimo;
Os Insulae, prédios residenciais de vários andares muito bem preservados, que mostram como a população comum vivia;
As Termas e as Latrinas Públicas, ruínas fascinantes onde é possível ver o sistema de aquecimento romano e as antigas latrinas comunitárias;
O Capitólio, principal templo da cidade antiga, dedicado à tríade de deuses Júpiter, Juno e Minerva.
Com uma história milenar, e uma grande diversidade cultural e paisagística, o território nacional tem verdadeiros tesouros mundiais.
Se quiser viajar no tempo, poucos sítios do nosso país lhe vão permitir recuar tanto, como o Parque Arqueológico do Vale do Côa. Está classificado como Património Mundial da UNESCO desde 1998.
OParque Arqueológico do Vale do Côasituado na região nordeste de Portugal, feita de imponentes montanhas e de um afluente do rio Douro cujo nome se tornou universal: é o Côa, que encerra no seu vasto vale um vigoroso ciclo artístico. Trata-se de uma incrível galeria ao ar livre de arte rupestre, ao longo de uma área com 17 km.
Os sítios de arte rupestre do Vale do Côa, constituem uma rara concentração de arte rupestre composta por gravuras em pedra datadas do Paleolítico Superior (22 000–10 000 a.C.), situada ao longo das margens do rio Côa, nos municípios de Vila Nova de Foz Côa, Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda e Pinhel.
O Vale do Côa apresenta mais de 1.200 rochas, distribuídas por 20 mil hectares de terreno com manifestações rupestres, sendo predominantes as gravuras paleolíticas, executadas há mais de 25.000 anos.
Dizem que este é um dos mais importantes exemplares do Paleolítico superior, em todo o mundo.
Para ficar a conhecer melhor este Parque, veja agora o vídeo do Porto Canal sobre o Parque arqueológico do Vale do Côa e visita às gravuras rupestres.
E ainda ao vídeo Discover the messages of the Parque Arqueológico do Vale do Côa.
O Exército de Terracotaé uma vasta coleção de milhares de estátuas de soldados, cavalos e carruagens, em tamanho real, descobertas no mausoléu do primeiro imperador da China,Qin Shi Huang.
Qin Shi Huang reinou de 221 a 207 a.C. e foi responsável por unificar a China, criando a primeira dinastia imperial. Ordenou a construção do exército quando subiu ao trono, com apenas 13 anos.
O exército, que é um conjunto escultórico de mais de 7 000 elementos, foi encomendado por Qin Shi Huang para o proteger na vida após a morte, simbolizando um exército que o acompanharia no seu túmulo. O imperador preferiu usar estátuas em vez de sacrificar guerreiros vivos, uma prática comum na época.
A descoberta do Exército de Terracota aconteceu em 1974, quando um grupo de camponeses escavava um poço. Mal sabiam que tinham acabado de fazer uma das mais impressionantes descobertas arqueológicas do século XX - descobriram um conjunto de soldados de barro amarelo em tamanho real - o Exército de Terracota(que é Património Mundial da Humanidade desde 1987).
O Vale do OMOlocaliza-se num território junto a montanhas e nas margens do rio Omo, no sul remoto da Etiópia, onde há séculos vivem tribos que preservam costumes e comportamentos culturais da África mais tradicional e, por isso, por muito tempo, as suas culturas têm permanecido intocáveis. Porém, essa região tem vindo a ser cruelmente agredida e invadida por turistas, missionários, e pela construção de uma grande hidroelétrica, que irá alagar toda área povoada pelos povos que ali habitam.
O baixo vale do rio Omo, no sudoeste da Etiópia, é então o lar para oito povos diferentes, cuja população total é de cerca de 200.000. Entre eles, destacam-se: os Karo, os Mursi, os Hamer, os Bume, os Konso eos Omorate, entre outros. Eles vivem ali há séculos.
A inundação anual do rio Omo alimenta a rica biodiversidade da região e garante a segurança alimentar destes grupos especialmente porque a precipitação é baixa e irregular. No vale do Rio Omo, estes povos seminómadas conduzem grandes rebanhos de gado em busca da melhor pastagem, ao longo das margens do rio.
O Baixo Vale do Omoé uma área de uma beleza espetacular com diversos ecossistemas, incluindo pastagens, afloramentos vulcânicos, e uma das poucas matas fluviais remanescentes na região semi-árida da África que suporta uma grande variedade de vida selvagem.
O Vale Inferior do Omoinclui também um sítio arqueológico pré-histórico, reconhecido mundialmente, localizado nas margens do Rio Omo, perto do Lago Turkana onde ele desagua, na Região de Gému Gofa, no sudoeste da Etiópia, a cerca de oitocentos kms da capital Adis Abeba.
Na região demarcada deste sítio, ao longo de décadas de pesquisas foram encontrados fragmentos e vestígios - e rochas desde o Plioceno até ao Pleistoceno (de 3,8 milhões a 11,7 mil anos) - da presença humanoide. As pesquisas arqueológicas que têm sido realizadas neste local, estão entre as mais importantes, significativas e valiosas do mundo, e revelam não só o processo evolutivo dos hominídeos e das suas subespécies, mas também da fauna e da flora. Estas pesquisas e trabalhos arqueológicos têm desvendado a evolução do Homo Sapiens da África. Foram ali encontrados, também, fósseis com mais de três milhões de anos, das espécies Australopitecos e Homo habilis.
Em 1980 o Comité do Património Mundial da UNESCO homologou a inscrição e inclusão do Vale Inferior do Omo na Lista do Património Mundial na Etiópia, justificando que as evidências e vestígios pré-históricos e paleo-antropológicos encontrados no Vale Inferior do Omo proporcionam, das mais significativas e importantes descobertas, sobre a evolução social e técnica da raça humana iniciadas desde o período pré-histórico.
Assista agora a dois vídeos, acerca do Vale do OMO, dos youtubers Carla Mota & Rui Pinto: VIAJAR ENTRE VIAGENS.
O primeiro vídeo que pode ver aqui, fala-lhe da tribo Karo, onde os homens cortam as orelhas quando casam!
No segundo vídeo que pode ver em baixo, vai perceber que para se casarem, as noivas Hamer, se cobrem de lama e os homens saltam por cima de vacas.
O Egitoou República Árabe do Egito, é um país localizado entre o nordeste da África e o sudoeste da Ásia, através da Península do Sinai. É um país mediterrâneo limitado pela Faixa de Gaza e Israel a nordeste, o Golfo de Ácaba e o Mar Vermelho a leste, o Sudão ao sul e a Líbia a oeste. Embora não tenha nenhuma fronteira terrestre, fica próximo dos seguintes países: a Jordânia, a Arábia Saudita, a Grécia, a Turquia e Chipre.
O Egitoé o país mais populoso do Médio Oriente, o terceiro mais populoso do continente africano e o 14.º mais populoso do mundo, com cerca de 98 milhões e 800 mil habitantes (2019).
O país tem uma das mais longas histórias entre qualquer outra nação, traçando-se a sua herança até o VI ou IV milénio a.C. Considerado um berço da civilização, o Egito Antigo viu alguns dos primeiros desenvolvimentos da escrita, agricultura, urbanização, religião organizada e governo central.
O Egito Visto do espaço
A longa e rica herança cultural do Egito é parte integrante da sua identidade nacional, que muitas vezes assimilou várias influências estrangeiras, como gregos, persas, romano, árabes, otomanos e núbios. O Egito foi um dos primeiros e importantes centros do cristianismo, mas foi amplamente islamizado no século VII e continua a ser um país predominantemente muçulmano, embora com uma significativa minoria cristã.
O Egito foi berço de uma das civilizações antigas mais desenvolvidas do planeta. O país guarda monumentos históricos importantes desse período, como as famosas pirâmides.
Os egípcios antigos foram uma das primeiras grandes civilizações a codificar elementos de design na arte. Se quiser ficar a conhecer alguns exemplos da arquitetura e da escultura egípcia antiga, não deixe de ver a apresentação que se segue.
Proponho-lhe que assista hoje a mais um episódio do programa televisivo Visita Guiada (da RTP2) que desta vez percorre as terras de Idanha - a - Velha(ou Egitânia), na Beira Baixa, em Portugal, pelas mãos da jornalista Paula Moura pinheiro. Se o quiser fazer basta clicar aqui.
Isolada na raia beirã, Idanha-a-Velha é romana, sueva, visigoda, muçulmana e cristã portuguesa. Aldeia histórica que cobre um arco temporal de dois mil anos, Idanha-a-Velha foi objeto de uma intensa campanha de requalificação. Pergunta: como é que se intervém num "objeto" com dois mil anos de idade? Alexandre Alves Costa, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto, responde a esta questão enquanto nos guia pelas ruas e edifícios da comovente Idanha-a-Velha. Entretanto, assista também ao vídeo abaixo, do Turismo de Portugal, sobre esta pequena aldeia de ambiente pitoresco e de passado notável, que pelo conjunto de ruínas que conserva, ocupa um lugar de realce no contexto das estações arqueológicas do País.
Freixo de Numão é uma aldeia e freguesia portuguesa do concelho de Vila Nova de Foz Côa, com 36,35 km² de área e 609 habitantes (2011). A sua densidade populacional é de 16,8 hab/km².
A aldeia de Freixo de Numão situa-se num planalto, rodeada de montanhas e com o rio Douro ao fundo.
São muito antigos os vestígios da ocupação humana na área e termo da freguesia de Freixo de Numão.
Quem visita esta belíssima aldeia, de casas juntinhas e de características rurais, depara também com diversos edifícios nobres: a Casa Brasonada de Freixo de Numão, a Casa da Justiça, a Casa Grande de Freixo de Numão, a Casa de Fidalgos, E não deixe de fazer o Percurso Pedestre do Circuito Arqueológico.
No perímetro urbano de Freixo de Numão pode visitar o Museu Da Casa Grande, instalado num belo Solar Barroco (segunda metade do séc. XVIII), com mostras significativas de Arqueologia e Etnologia. No quintal anexo pode ver ruínas romanas, medievais e modernas e alguns materiais da Idade do Ferro.
Imponente, como sítio arqueológico mas também como miradouro, é o Castelo Velho, onde campanhas sucessivas de escavação têm permitido estudar um povoado dos III e II milénios A.C. (Idades do Cobre e do Bronze).
As minas de volfrâmio, o sítio arqueológico da Coladreira e o sítio arqueológico do Rumansil ficam ali perto e são testemunhos da passagem do tempo por este local.
De diversos pontos da aldeia pode ainda usufruir de miradouros como o Miradouro da Senhora da Carvalha e o Miradouro do Castelo Velho, que oferecem uma deslumbrante paisagem.
Porque "o corpo não é de ferro", no intervalo dos passeios aproveite para saborerar os pratos típicos da região, à base de carne de porco e aves.
Não perca os afamados enchidos e os doces - destaque para a lampreia de ovos.
E aproveite para fazer as honras a outros produtos da terra como a amêndoa, o azeite, o vinho fino e de mesa.
As festividades cíclicas são outro factor de atração a Freixo de Numão.
Valerá por isso a pena espreitar este vídeo que conta as Festas de 1987:
1. As calças mais antigas - 3.300 anos
Esta peça de vestuário com 3.300 anos foi descoberta no oeste da China.
2. O sapato mais antigo do mundo - 5.500 anos
Este antigo mocassim, encontrado numa caverna da Arménia, tem aproximadamente uns 5.000 anos. O do pé esquerdo nunca foi encontrado, e este, do lado direito, estava protegido por pasto e excremento de ovelha.
3. As meias mais antigas - 1.500 anos
Este elegante par de meias em lã foi desenhado para poder ser usado com sandálias de enfiar no dedo, e assim andar na moda no antigo Egipto. Estas meias foram descobertas em meados do século XIX.
4. O sutiã mais antigo - 500 anos
Este sutiã terá sido feito entre 1390 e 1485, na Áustria. Embora existam outros registos mais antigos de corpetes e bolsas utilizadas com esta função, este é o único sutiã sobrevivente.
5. A mala de senhora mais antiga - 4.500 anos
Dentes de cão foi uma das poucas coisas que se poderam conservar desta mala de mão. Possivelmente eles faziam parte da sua decoração exterior.
6. Os óculos de sol mais antigos do mundo - 800 anos
Estes óculos de sol, os mais antigos da história, foram encntrados no Canadá. Este acessório foi projetado para proteger as pessoas dos reflexos do sol na neve que, muitas vezes, chegava a cegar os viajantes.
O Vale das Pirâmides na Bósnia é uma descoberta arqueológica inquietante. Parece "inquietante", porque ao que se sabe a primeira civilização humana sobre a Terra foi a Suméria (7.000 a.C.). Se assim é, então quem é que construiu a "Pirâmide do Sol" na Bósnia, que é a maior e a mais antiga encontrada até agora e que data de há cerca de 12000 anos? O que aconteceu nos 5000 anos de intervalo?
O Vale das Pirâmides da Bósnia representa o maior complexo de estruturas piramidais do mundo. Este complexo é constituído pela "Pirâmide do Sol" (220m), pela Pirâmide da Lua (190m), pela Pirâmide do Dragão (90m), pelo Templo da Mãe Terra e pela Pirâmide do Amor. O complexo das pirâmides é similar aos do Peru, do México e da Bolívia.
As Pirâmides do Sol, da Lua e do Dragão formam triângulos equiláteros perfeitos com 2.170 m de distância entre os seus topos. Todas estas pirâmides estão orientadas para o Norte cósmico. Sob o Vale das Pirâmides na Bósnia, há uma rede de túneis subterrâneos muito extensa. O labirinto subterrâneo tem dezenas de quilómetros de comprimento e consiste em passagens subterrâneas, câmaras e lagos artificiais.
A Pirâmide do Sol encontrada na Bosnia-Herzegovina é maior e está mais perfeitamente orientada do que a Grande Pirâmide do Egito. Situada perto da cidade de Visoko, não só é a primeira pirâmide descoberta da Europa, como o maior vale de pirâmides do mundo. O seu descobridor, foi o Dr. Semir Osmanagich, que também descobriu as pirâmides da Ásia, África, América do Norte, e ilhas como as de Mauricio e Tahiti.
Além da antiguidade, esta pirâmide recém descoberta, tem o maior complexo de túneis subterrâneos já encontrados.
No arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa no Japão, as águas em torno da ilha de Yonaguni escondem um conjunto de misteriosas ruínas. O território, de 28,88 km² e uma população de pouco mais de mil e setecentas pessoas, atraiu a atenção de historiadores, arqueólogos e outros cientistas quando, em 1985, um mergulhador descobriu magníficas estruturas de pedra submersas nas águas que circundam a ilha. Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta. É uma cidade muito antiga, localizada a alguns quilómetros da ilha de Yonaguni. Os vestígios arqueológicos desta cidade encontram-se submersos e pensa-se que têm cerca de 11.000 anos de idade, o que faz deles, as edificações mais antigas do planeta. Ao longo de mais de uma década de explorações, os mergulhadores já localizaram nada mais nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo uma pirâmide no mesmo estilo das dos aztecas e maias (constituídas por 5 andares e alinhadas de acordo com os pontos cardeais). A equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, têm explorado o sítio arqueológico submarino. Já encontraram escadarias, rampas, terraços, entalhes na rocha e outros indícios da presença de "mão humana", nomeadamente, ferramentas. Yonaguni pode ser o mais antigo conjunto arquitetónico da história.