A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores e mais importantes bibliotecas do mundo antigo. Localizava-se no Egito e funcionou como o principal centro do saber da Antiguidade.
A ideia de sua criação pode ter sido proposta por Demétrio de Faleros, um estadista ateniense exilado, ao sátrapa do Egito e fundador da dinastia ptolemaica.
Fundada no início do século III a.C., no complexo palaciano da cidade de Alexandria, foi idealizada por Ptolomeu I Sóter (Ptolemeu I, tal como o seu antecessor, Alexandre Magno, buscava promover a difusão da cultura helenística) e concluída por Ptolomeu II.
O objetivo desta biblioteca era reunir todo o conhecimento humano num só lugar. Guardava centenas de milhares de rolos de papiro (entre 40.000 e 700.000 rolos de papiro e pergaminho). Fazia parte de uma instituição maior chamada Mouseion (Templo das Musas). Atraiu grandes pensadores como Erastóstenes, Euclides e Arquimedes. Foi o local da tradução da Bíblia Hebraica para o grego (a Septuaginta).
A ideia de que ardeu de uma só vez é um mito popular. Sofreu vários incêndios, guerras e falta de fundos ao longo dos séculos. Um dos incêndios mais famosos ocorreu acidentalmente durante a invasão de Júlio César em 48 a.C. O seu fim definitivo aconteceu devido a tensões religiosas e políticas nos séculos seguintes.
Hoje, a nova Biblioteca de Alexandria é a moderna Bibliotheca Alexandrina, um grandioso centro cultural e de pesquisa inaugurado em 2002. Localiza-se no Egito, perto de onde ficava a antiga instituição. Em termos arquitetónicos possui uma arquitetura em forma de disco solar. Abriga espaço para 8 milhões de livros, 4 museus, um planetário e centros de conferências. Possui uma extensa coleção de livros raros (doados por governos internacionais e por diversos intelectuais), pinturas e esculturas.
Esta instituição foi erguida graças a uma colaboração internacional com a UNESCO e o estúdio de arquitetura Snøhetta. A sua imensa sala de leitura principal tem 11 níveis e uma cobertura de vidro desenhada para aproveitar a luz natural. Para além de ser uma biblioteca de depósito e pesquisa, a Bibliotheca Alexandrina funciona como um pólo educacional vibrante. A estrutura moderna engloba as seguintes valências: Museu de Antiguidades, Museu de Manuscritos, Museu da História da Ciência e Museu Sadat. Ainda alberga um planetário, um laboratório de conservação de manuscritos antigos e espaços dedicados a jovens e pessoas com deficiência visual.
Jogos de (o) Poder ou Charlie Wilson's Waré um filme americano de 2007 (drama biográfico e guerra), escrito por Aaron Sorkin e realizado por Mike Nichols. O filme contou com os actores Tom Hanks,Julia Roberts e Philip Seymour Hoffman.
Baseado em factos reais, nomeadamente na história do congressista americano Charlie Wilson e do oficial da CIA Gust Avrakotos, cujos esforços levaram à Operação Ciclone, uma operação para organizar e apoiar os insurgentes (mujahideen) afegãos durante a Guerra Soviético-Afegã (1979-89) que, posteriormente, levou ao fim da União Soviética e da reestruturação do governo com a Federação Russa, com a Perestroika e a Glasnost.
Sinopse: Início dos anos 80. A União Soviética invade o Afeganistão, o que chama a atenção de políticos norte-americanos. Um deles é o congressista texano Charlie Wilson (Tom Hanks), um homem mulherengo e polémico que não tem grande relevância política, apesar de ter sido eleito 6 vezes para o cargo. Com o apoio de Joanne Herring (Julia Roberts), uma das mulheres mais ricas do estado que o elege, e do agente da CIA Gust Avrakotos (Philip Seymour Hoffman), Wilson passa a negociar uma aliança entre paquistaneses, egípcios, israelitas e o governo norte-americano, de forma a que os Estados Unidos financiem uma resistência que possa impedir o avanço soviético no local. Drama baseado na experiência deste congressista, que, mesmo sob disfarce, passou momentos tensos no Afeganistão. Wilson estava naquele país durante a guerra contra os soviéticos e manteve um relacionamento estreito com os rebeldes afegãos.
A Igreja Ortodoxa Egípcia é uma igreja cristã oriental ortodoxa baseada no Egito, África e o Médio Oriente. A igreja segue o Rito Alexandrino tendo em conta a liturgia, a oração e o património místico, assim como as co-irmãs Igreja Ortodoxa Etíope, Igreja Ortodoxa da Eritreia, Igreja Católica Eritreia, Igreja Católica Etíope e Igreja Católica Copta.
Com cerca de 22 milhões de membros em todo o mundo, dos quais cerca de 15 a 18 milhões estão no Egito, é a Igreja nacional cristã do Egito (copta significa egípcio) e uma das Igrejas da Ortodoxia Oriental mais antigas do mundo. Apesar disso, eles representam só 10% dos quase 100 milhões de habitantes do país, que na sua maioria são muçulmanos.
É a maior Igreja cristã do Norte da África, e é governada pelo seu primaz, o Papa Teodoro II de Alexandria, juntamente com o seu Sínodo.
O Natal destes cristãos é festejado durante quatro semanas e para cada uma delas é usual acender-se uma vela.
Durante os 40 dias do Advento os cristãos ortodoxos coptas jejuam. Durante os 43 dias anteriores ao Natal - de 25/11 a 06/01 -, não se come nenhum tipo de produto de origem animal (carnes, leite e ovos). Esse período chama-se "Kiahk", o Sagrado Jejum de Natal. Nas igrejas cristãs coptas aos sábados à noite cantam-se músicas de louvor e pela manhã do dia seguinte, bem cedo por volta das 5h frequenta-se a missa do domingo.
No dia 06 de dezembro, as Igrejas Cristãs Coptas celebram uma missa especial com o tema do nascimento de Jesus e cânticos de louvores que, geralmente, vão até cerca da meia noite e no dia seguinte 07 de janeiro, a tradição é a família Cristã Copta reunida numa refeição já marcada pela quebra do Jejum da Natividade e a interação de todos.
Na ceia de Natal, logo após a missa, não podem faltar o pão, o arroz, o alho e a carne cozida. Os Coptas, no dia de Natal é comum visitarem os vizinhos e os parentes, a quem se oferece Kahks, uma espécie de pãezinhos ou biscoitos (recheados de mel ou tâmaras) de Natal que são muito apreciados e típicos nas confeitarias do Egito na época natalícia e consumidos por todos, neste período.
O Egitoou República Árabe do Egito, é um país localizado entre o nordeste da África e o sudoeste da Ásia, através da Península do Sinai. É um país mediterrâneo limitado pela Faixa de Gaza e Israel a nordeste, o Golfo de Ácaba e o Mar Vermelho a leste, o Sudão ao sul e a Líbia a oeste. Embora não tenha nenhuma fronteira terrestre, fica próximo dos seguintes países: a Jordânia, a Arábia Saudita, a Grécia, a Turquia e Chipre.
O Egitoé o país mais populoso do Médio Oriente, o terceiro mais populoso do continente africano e o 14.º mais populoso do mundo, com cerca de 98 milhões e 800 mil habitantes (2019).
O país tem uma das mais longas histórias entre qualquer outra nação, traçando-se a sua herança até o VI ou IV milénio a.C. Considerado um berço da civilização, o Egito Antigo viu alguns dos primeiros desenvolvimentos da escrita, agricultura, urbanização, religião organizada e governo central.
O Egito Visto do espaço
A longa e rica herança cultural do Egito é parte integrante da sua identidade nacional, que muitas vezes assimilou várias influências estrangeiras, como gregos, persas, romano, árabes, otomanos e núbios. O Egito foi um dos primeiros e importantes centros do cristianismo, mas foi amplamente islamizado no século VII e continua a ser um país predominantemente muçulmano, embora com uma significativa minoria cristã.
O Egito foi berço de uma das civilizações antigas mais desenvolvidas do planeta. O país guarda monumentos históricos importantes desse período, como as famosas pirâmides.
Os egípcios antigos foram uma das primeiras grandes civilizações a codificar elementos de design na arte. Se quiser ficar a conhecer alguns exemplos da arquitetura e da escultura egípcia antiga, não deixe de ver a apresentação que se segue.
Tutancámon (c. 1 341 a.C. — c. 1 323 a.C.) foi um faraó da décima oitava dinastia (governou de c. 1332–1323 a.C.), durante o período da história egípcia conhecido como Império Novo.
Desde a descoberta de sua tumba quase intacta, foi chamado coloquialmente como Rei Tut. O seu nome original, Tutankhaten, significa "Imagem viva de Áton", enquanto que Tutankhamun significa "Imagem viva de Amom".
A descoberta a 4 de novembro de 1922, por Howard Carter, da tumba de Tutancámon, financiada por Lord Carnarvon, recebeu a cobertura da imprensa mundial. Isto despertou um enorme interesse público pelo antigo Egito, do qual a Máscara mortuária de Tutancámon continua a ser um símbolo popular.
Tutancâmon foi enterrado num túmulo excepcionalmente pequeno tendo em conta o seu status. A sua morte pode ter ocorrido inesperadamente, antes da conclusão de uma grandiosa tumba real, fazendo com que a múmia de Tutancámon fosse sepultada num túmulo destinado a outra pessoa. Assim se preservaria a observância dos habituais 70 dias entre a morte e o enterro.
A tumba, encontrada quase intacta e repleta de tesouros, foi saqueada pelo menos duas vezes na antiguidade. Mas, com base nos itens retirados (incluindo óleos e perfumes perecíveis) e a evidência de restauração da mesma após as intrusões, esses saques provavelmente ocorreram alguns meses depois do enterro inicial. Entretanto, a localização do túmulo perdeu-se no tempo, porque ficou soterrado por detritos de tumbas posteriores, além disso, foram construídas casas de trabalhadores sobre a sua entrada.
O túmulo continha 5,398 items, incluindo um caixão de ouro maciço, a máscara mortuária de Tutancámon, tronos, arcos e flechas, trombetas, um cálice de alabastro, 130 bengalas e suportes, comida, vinho, sandálias e roupas íntimas de linho. Howard Carter levou 10 anos a catalogar todos estes itens. Uma análise efetuada em 2016 descobriu que a lâmina de punhal de ferro de Tutancâmon, uma adaga recuperada da tumba, tinha uma lâmina de ferro confeccionada a partir de um meteorito.
Em fevereiro de 2010, os resultados dos testes de DNA realizados confirmaram que ele era o filho de uma múmia que alguns acreditavam ser de Aquenáton. A mãe era a irmã e a esposa de seu pai, cujo nome é desconhecido, mas cujos restos mortais são positivamente identificados como a múmia "Dama Jovem" (possivelmente Nefertiti).
Cem anos depois da descoberta do túmulo de Tut, o Rei Menino, repleto de tesouros maravilhosos, este continua a deslumbrar-nos e a proporcionar-nos novos conhecimentos acerca dos costumes egípcios. Tut transformou-se, assim, num dos faraós mais famosos do Egito.
O Outro Par - A Lei do Retorno é um filme egípcio, com apenas 4 minutos de duração, que ganhou o prémio de melhor curta metragem no Festival de Luxor, em 2014.
A realizadora, Sara Rozik, tinha 20 anos de idade.
Sinopse:
O filme retrata a Lei do retorno. Faça pelos outros o que gostaria que fizessem por si. Mas sem esperar que os outros retribuam.
A obra de Sara Rozik foi inspirada por um verdadeiro incidente que envolveu o indiano Mahatma Gandhi.
Ramesés II foi o terceiro faraó da XIX dinastia egípcia, uma das dinastias que compõem o Império Novo.
Reinou entre aproximadamente 1279 e 1 213 a.C. O seu reinado foi possivelmente o mais prestigiado da história egípcia tanto no aspecto económico e administrativo como no cultural e militar. Foi também um dos mais longos reinados da história egípcia.
Houve 11 faraós com este nome no reino do Egito, mas apenas ele foi chamado de Ramesés, o Grande.
Uma enorme esfinge do faraó egípcio Ramsés II viu finalmente a luz do dia, no passado dia 12 de junho, depois de ter sido recolocada, através de um sistema especial, no Museu Penn, em Filadélfia, onde se encontrava há quase 100 anos.
Segundo o Live Science, que cita o comunicado do Museu Penn, em Filadélfia, a esfinge tem mais de três mil anos e pesa quase 13 toneladas, por isso, embora a nova localização – a entrada principal do museu – ficasse a apenas 76 metros de distância do sítio onde estava desde 1926, o seu transporte representava um grande desafio, como pode ver no vídeo abaixo.
Então, como foi possível transportar a estátua? Em primeiro lugar, o museu fez uma digitalização em 3D da esfinge, para calcular o seu peso e a sua densidade. Depois, em colaboração com uma equipa de engenheiros, conseguiu chegar a uma solução para a mover de forma segura.
A esfinge foi escavada no Templo do Deus Ptá, em Mênfis, cidade do Antigo Egipto, num projeto com a colaboração do Serviço de Antiguidades Egípcias, Fundo de Exploração do Egipto e a Escola Britânica de Arqueologia, tendo sido levada para os EUA em 1913.
1) O selo do túmulo, completamente intacto, do faraó Tutankhamon, quando foi descoberto por Howard Carter, em 1922.
Esteve intacto cerca de 3,245 anos.
Tutankhamon foi um faraó do Antigo Egipto que faleceu ainda na adolescência. Era filho e genro de Aquenáton (o faraó que instituiu o culto de Aton, o deus Sol) e filho de Kiya, uma esposa secundária de seu pai. Casou-se aos 8 anos, e assumiu o trono quando tinha cerca de nove anos, restaurando os antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero (principalmente o do deus Amon de Tebas).
Morreu, provavelmente, em 1 324 a.C., aos dezanove anos, sem herdeiros - com apenas nove anos de trono.
Devido ao facto de ter falecido tão novo, o seu túmulo não foi tão sumptuoso quanto o de outros faraós, mas mesmo assim, é o que mais fascina a imaginação moderna pois foi uma das raras sepulturas reais encontradas quase intacta.
Ao ser aberta, em 1922, ela ainda continha peças de ouro, tecidos, mobília, armas e textos sagrados que revelam muito sobre o Egipto de há 3 400 anos.
1- A prótese mais antiga tem 3.000 anos
Já desde há 3.000 anos que as pessoas se preocupam o suficiente com o seu bem estar para construirem próteses.
Esta prótese em particular, foi utilizada no Antigo Egipto, para ajudar uma pessoa a andar. De acordo com as investigações e réplicas levadas a cabo pelos técnicos, esta peça é uma prótese muito prática e funcional.
1 – Fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá.
Esta é a mais extensa fronteira internacional do mundo, com cerca de 8851 km.
2- Veja aqui ao lado a mesma fronteira, mas, num outro local.
3 -Bélgica, Países Baixos e Alemanha.
Mais uma tríplice fronteira assinalada de forma original.
4 - Egito e Israel
A fotografia desta fronteira entre estes dois países foi tirada pelo astronauta canadiano,Chris Hadfield, mostrando o Egito, à esquerda, e Israel, à direita.
Hoje proponho-lhe que visite Assuão no Egipto. Esta é contudo uma viagem virtual até porque, a instabilidade do país e a crise, não permitem outros voos. Assuão é uma província do Egito cuja capital é a cidade de Assuão. Localiza-se no Alto Egipto, no sul do país. A província estende-se ao longo do rio Nilo, desde Qina até à fronteira com o Sudão. Tem uma área de 679 km² e uma população, de 1 184 432 habitantes. O sítio arqueológico de Abu Simbel encontra-se na província de Assuão. A cidade capital dista 950 km do Cairo. Assuão também é o nome da Grande Barragem, construída nos anos 60, para fornecer água e electricidade a todo o Egipto.
Na cidade de Assuão pode visitar o Museu de Núbia, que possui 300 peças representando diferentes épocas: pré-histórica, faraónica ptolomaica, copta e islâmica.
Outra atracção conhecida mundialmente é a Ilha Elefantina, que separa o Nilo em dois canais em frente a Assuão. A ilha Elefantina possui para além do mais, ruínas dos templos de Jnum, de Sadet e do seu filho Anukis. O nome atribuído à ilha (Abú-elefante), é de origem árabe, pois as rochas assemelham-se a estes animais pela sua cor e pelas suas formas. Nesta ilha situa-se também o Nilómetro, sistema utilizado pelos antigos egípcios para medir a altura das águas do Nilo.
Templo de Filae
Pode visitar ainda o Mosteiro de São Simão, que foi construído no século XII e acolheu os monges missionários que converteram alguns dos núbios ao Cristianismo. O Mausoléu do Aga Khan, um túmulo fatimida cujo sepulcro é feito de mármore de Carrara, é também uma proposta de visita.
Outra atracção é o Obelisco Inacabado, com cerca de 41 m e um peso aproximado de 1.168 toneladas.
O Templo de Filae, foi desmontado devido à construção da barragem e de novo erigido em Agilkia. Dedicada à Deusa Isis, contém um "mamisim" (casa de nascimento) e dois pilares. Aqui pode-se assistir a um maravilhoso espectáculo de luz e som.
Se quiser fazer esta viagem, instale-se confortavelmente e veja a bela apresentação que se segue.
Proponho-lhe um passeio até ao Egito. Mais propriamente até à província e cidade de Assuão. A província de Assuão é uma província do Egito cuja capital é a cidade de Assuão e que se localiza no Alto Egipto, no sul do país. Estende-se ao longo do rio Nilo, desde Qina até à fronteira com o Sudão. Tem uma área de 679 km² com uma população, de 1 184 432 habitantes. O sítio arqueológico de Abu Simbel encontra-se na província de Assuão. A cidade de Assuão dista 950 quilómetros do Cairo. Nesta cidade existem vários lugares interessantes para serem visitados: o Museu da Núbia, que possui 300 peças representando diferentes épocas: pré-histórica, faraónica ptolomaica, copta e islâmica; a Ilha Elefantina que separa o Nilo em dois canais em frente da cidade. Esta ilha possui, para além do mais, ruínas dos templos de Jnum, de Sadet e do seu filho Anukis. O nome atribuído à ilha (Abú-elefante), é de origem árabe, pois as rochas assemelham-se a estes animais pela sua cor e pelas formas que detêm. Nesta ilha situa-se também o Nilómetro, sistema utilizado pelos antigos egípcios para medir a altura das águas do Nilo. Entre outros lugares a visitar estão o Jardim Botânico; o Mausoléu do Aga Khan que é um túmulo fatimida, o Mosteiro de São Simão, construído no século XII e que acolheu os monges missionários que converteram alguns dos núbios ao Cristianismo. Pode ainda visitar o Obelisco Inacabado (com cerca de 41 m e que poderá pesar cerca de 1.168 toneladas), construído com granito vermelho proveniente das pedreiras de Assuão; o cemitério fatimita onde os Túmulos dos Nobres que datam do Império Antigo, revelam no seu interior cenas da vida quotidiana. Pode ainda conhecer o Templo de Filae, dedicado à Deusa Isis, onde se pode assistir a um maravilhoso espectáculo de luz e som e a Grande Barragem, construída nos anos 60, que fornece água e electricidade a todo o Egito. No entanto, a diminuição das inundações devido à barragem prejudicou a agricultura; o rico fertilizante do Nilo já não se deposita periodicamente nas terras de cultivo. Apesar de tudo, a barragem de Assuão foi considerada uma dádiva para a economia egípcia. Da barragem pode ainda avistar o Templo de Kalabsha.