quinta-feira, outubro 05, 2017

Ninguém Esquece Um Bom Professor

Celebra-se hoje O Dia Mundial do Professor. A data foi criada pela UNESCO em 1994 com o objetivo de chamar atenção para o papel fundamental que os professores têm na sociedade e na instrução da população.
O Dia Mundial do Professor homenageia todos os que contribuem para o ensino e para a educação da sociedade. Este dia promove todos aqueles que escolheram o ensino como forma de vida e que dedicam o seu dia-a-dia a ensinar, crianças, jovens e adultos.
O que se pretende com esta celebração é mostrar a dignidade e a importância do professor na sociedade, como construtor de pessoas.
Aprecie agora os vídeos abaixo cuja mensagem central é: "Ninguém Esquece Um Bom Professor"
TTA 'No one forgets a good teacher' from The VFXCo - Motion Control on Vimeo.
Veja agora um vídeo onde John Cleese, Bob Hoskins, Joanna Lumley, Stephen Hawking e Tony Blair entre outras celebridades dizem o nome de professores que lhes marcaram a vida e sem os quais dificilmente teriam sucesso nas suas profissões (Filme realizado por Mike Stephenson e Paul Weiland para a Film Company).

A Portuguesa

Em Portugal, quando se implantou a República mudaram-se os símbolos do país: a bandeira e o hino.
Quanto à bandeira a mudança gerou grandes discussões. Já no que se refere ao Hino Nacional o consenso foi enorme e toda a gente aprovou A Portuguesa que já existia desde 1890 e era cantada com grande entusiasmo pelos portugueses, porque fazia uma homenagem ao povo português e à História de Portugal.
A Portuguesa era uma canção de protesto composta na sequência do ultimato inglês e adotada pelos republicanos, vindo a transformar-se no hino em 1911. Se quiser saber mais sobre este assunto clique aqui e aqui.
A versão original da letra é a que se segue,  a versão de 1957 pode vê-la aqui e a versão oficial pode vê-la clicando aqui.
I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!

III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
Data: 1890 (versão original); Letra: Henrique Lopes de Mendonça e Música: Alfredo Keil.
Aprecie agora o desempenho do Hino Nacional de Portugal - "A Portuguesa" - para orquestra, com soprano e coro, por ocasião das Comemorações do Centenário da República Portuguesa - 2010. Intérpretes: Orquestra Sinfónica Portuguesa, com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e Elisabete Matos como soprano, sob a direcção musical de João Paulo Santos.

quarta-feira, outubro 04, 2017

Isfahan

Isfahan ou Isfaã é uma cidade do Irão, que se localiza no centro daquele país, a 340 km ao sul de Teerão.

Isfahan é a terceira maior cidade do país, e capital da província com o mesmo nome.



A cidade conta com uma população de 1 583 609 habitantes (dados de 2006), e a sua região metropolitana tem 3 430 035 habitantes, também de acordo com o censo de 2006.


É uma cidade antiquíssima, que foi conhecida na Antiguidade por Aspadana, tendo sido à época uma das maiores cidades do mundo.
A Praça de Naqsh-e Jahan, um enorme espaço público rodeado de edifícios construídos no início do século XVII, foi inscrita em 1979 na lista do Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

terça-feira, outubro 03, 2017

A Vida, Sem Petróleo

O petróleo é absolutamente fundamental para o funcionamento do mundo moderno.
É usado nos meios de transporte e no fabrico de uma infinidade de produtos.
No entanto, já pensou o que acontecerá a este mundo, que depende tanto do petróleo, se subitamente ficasse sem ele?


Quer saber como será a nossa vida sem o petróleo?
Se quiser mesmo saber não perca os vídeos abaixo.
Vale mesmo a pena vê-los! Não perca.
Aqui vai o primeiro.
E agora o segundo!

segunda-feira, outubro 02, 2017

A Astrapia Paradisaeidae

A Astrapia Paradisaeidae é uma ave que foi recentemente descoberta entre as espécies de aves-do-paraíso. 
Foi vista pela primeira vez em 1938 pelo naturalista e explorador Fred Shaw Mayer. Embora os machos possam medir mais de 32 centímetros, as suas caudas podem medir até três vezes mais que o tamanho do corpo.
Estas aves têm a maior cauda do reino animal, quando comparada com o tamanho do corpo da espécie! As fêmeas são castanhas, com a cabeça de outra cor.
Esta espécie habita a região central da Papua-Nova Guiné.

domingo, outubro 01, 2017

A Noite em S. Petersburgo

São Petersburgo é considerada uma das mais belas cidades do mundo e é conhecida como: a "Veneza do Norte"devido aos seus canais e a cidade das famosas Noites Brancas devido aos dias longos na época do verão.
São Petersburgo é a segunda maior cidade da Rússia e está localizada ao longo do rio Neva, na entrada do Golfo da Finlândia, no Mar Báltico.
Em 1914, o nome da cidade foi mudado para Petrogrado e, em 1924, para Leninegrado.
Em 1991, após o colapso da União Soviética, a cidade voltou a ter o seu nome original, sendo frequentemente chamada apenas de Petersburgo e informalmente conhecida como Peter.
São Petersburgo foi fundada pelo czar Pedro o Grande em 27 de maio de 1703.
Entre 1713-1728 e 1732-1918, São Petersburgo foi a capital do Império Russo. Em 1918, as instituições da administração central mudaram-se de São Petersburgo (Petrogrado) para Moscovo.
A cidade que conta com cerca de 5 milhões de habitantes (2012) é hoje um grande centro cultural europeu e também um importante porto russo no Báltico.
É frequentemente descrita como a metrópole mais ocidentalizada da Rússia, bem como a capital cultural do país. É a cidade mais setentrional do mundo com população acima de 1 milhão de habitantes.
O seu centro histórico e respetivos monumentos fazem parte da lista de locais que são Património Mundial da Humanidade (UNESCO).
O Hermitage, que é considerado um dos maiores museus de arte do mundo, localiza-se nesta cidade, bem como um grande número de consulados estrangeiros, corporações internacionais, bancos e outras empresas.
Aprecie em baixo, uma apresentação com 43 fotos assombrosas da noite em São Petersburgo, tiradas pelo excelente fotógrafo russo Sergey Louks.

sábado, setembro 30, 2017

Era Uma Vez

Oiça a jovem cantora brasileira Kell Smith em Era Uma Vez (videoclipe oficial).

Era uma vez
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens
Serem feitas de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia
Em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão
Dava pra ver, a ingenuidade a inocência
Cantando no tom
Milhões de mundos e os universos tão reais
Quanto a nossa imaginação
Bastava um colo, um carinho
E o remédio era beijo e proteção
Tudo voltava a ser novo no outro dia
Sem muita preocupação

É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido

Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo
Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real
E entender que ela mora no caminho e não no final
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido

Era uma vez

sexta-feira, setembro 29, 2017

A triste geração que virou escrava

Aprecie o belo texto da escritora, blogueira e advogada brasileira, Ruth Manus.

"E a juventude vai escoando entre os dedos.Era uma vez uma geração que se achava muito livre.
Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa. Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguer, a escola e as viagens em família para pousadas no interior. Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.
Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim. Frequentou as melhores escolas. Entrou nas melhores faculdades.
Passou no processo selectivo dos melhores estágios. Foram efectivados. Ficaram orgulhosos, com razão.
E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.
Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam durante a vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.
Ninguém os podia deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.
O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.
O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que era necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é? Prioridades. Acabavam sempre ficando, ao invés de sempre ir.
Essa geração tentava convencer-se de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.
Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.
Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer destacar-se na equipa? Sim.
Mas para a vida, costumava ser não:
Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito. Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa. Aos 30 eles não foram ao aniversário de um velho amigo porque ficaram até às 2 da manhã no escritório.
Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.
Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a perguntar-se se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.
Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias num hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.
Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.


Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.

Só não tinha controlo do próprio tempo.
Só não via que os dias estavam passando.
Só não percebia que a juventude se estava escoando entre os dedos e que os bónus do final do ano não comprariam os anos de volta."
Ruth Manus  - Estadão

quinta-feira, setembro 28, 2017

Autocarros sem motorista

Gostaria de viajar num autocarro automático, sem motorista? Então, vá até ao Japão e" curta" uma viagem destas.
Aprecie, também, o que é a qualidade dos transportes públicos neste país do extremo oriente.
No vídeo abaixo, pode ver as pessoas a entrar e a sair deste tipo de autocarros, que não têm nem motorista nem cobrador, que se desviam de maneira a evitar acidentes e que sabem, exatamente, onde cada um dos passageiros vai descer.
Mas, não pense que isto acontece só no Japão.  Agora, aqui na Europa, mais propriamente na Grécia , também circulam autocarros deste tipo. Se quiser ficar a saber mais acerca deste assunto, basta clicar aqui.

quarta-feira, setembro 27, 2017

Chula Rabela

Chula Rabela - Douro - Ilustração de Mário Costa (1902-1975)
A chula, originária do Alto Douro,  é uma dança popular muito antiga e um género musical de Portugal, de andamento ligeiro e de ritmo bastante marcado pelo tambor, conhecido por zabumba, pelo triângulo e por chocalhos.
O termo chula refere-se, também, a diversos ritmos musicais existentes em diversas outras partes do mundo, como por exemplo à Chula da Bahia e à Chula do Rio Grande do Sul, no Brasil. A chula foi também importante influência para o surgimento da grande maioria dos ritmos nordestinos no Perú.

Dó Sol
Aqui têm meus senhores / Ouves ó lindinha

A chula de barqueiros
Dó Sol
São todos rapazes novos / Ouves ó lindinha

Arrais e marinheiros

Ó chula rabêla ó chula / Ouves ó lindinha
Eu não te digo que não
São rapazes de calça branca / Ouves ó lindinha
E castanheta na mão

Dizeis que viva barqueiros / Ouves ó lindinha
Por ter a frente caiada
Eu também digo que viva / Ouves ó lindinha
A bela rapaziada

Vou dar a despedida / Ouves ó lindinha
Vou dá-la e vou-me embora
São horas de recolher / Ouves ó lindinha
O canário à gaiola
Música tradicional do Douro

terça-feira, setembro 26, 2017

Lisboa: O Mundo Segundo os Brasileiros

Conheça a cidade de Lisboa, em Portugal,  através da série televisiva O Mundo Segundo os Brasileiros .
O Mundo Segundo os Brasileiros é um programa de TV focado em viagens, criado pela Eyeworks em parceria com a Rede Bandeirantes do Brasil.
Baseada no original espanhol Españoles en el mundo, a série leva o telespectador a percorrer alguns dos principais roteiros turísticos do mundo, lugares bastante conhecidos ou pouco explorados, porém repletos de descobertas e contrastes.
O programa, que é exibido na sua versão brasileira desde 2011, já visitou mais de cem lugares diferentes em mais de setenta países, apresentando detalhes de arquitetura, culinária, história, cultura e vida noturna, tendo como "guias turísticos" brasileiros que moram nesses países e conhecem os lugares e as experiências mais interessantes de cada cidade ou região visitadas.
Da África, à Ásia, passando pela Oceania, pela Europa e pelas Américas, conheça cada um destes destinos a partir de um novo olhar, narrado por personagens reais em tom documental e quase autobiográfico.
Hoje proponho-lhe esta visita guiada à cidade de Lisboa. Ora veja!

segunda-feira, setembro 25, 2017

Ex My Love

Oiça a paraense Gaby Amarantos em Ex-My Love.
Gaby é uma cantora e compositora brasileira de pop, tecnobrega e MPB.

Meu amor era verdadeiro,
O teu era pirata
O meu amor era ouro
E o teu não passava de um pedaço de lata
Meu amor era rio
E o teu não formava uma fina cascata
O meu amor era de raça
E o teu simplesmente um vira-lata

Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine, ele nem vai valer 1,99
Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine, ele nem vai valer 1,99

Meu amor era verdadeiro,
O teu era pirata
O meu amor era ouro
E o teu não passava de um pedaço de lata
Meu amor era rio
E o teu não formava uma fina cascata
O meu amor era de raça
E o teu simplesmente um vira-lata

Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine, ele nem vai valer 1,99
Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine, ele nem vai valer 1,99

domingo, setembro 24, 2017

Edifícios religiosos tintin por tintin

A Sé Catedral de Lisboa





Aprecie a apresentação abaixo, que explica de uma forma simples, para leigos, o que significam os os diferentes edifícios religiosos e as diferentes formas de arquitetura com que têm sido construídos ao longo dos tempos.

sábado, setembro 23, 2017

Aves do Paraíso

Proponho-lhe que assista a um pequeno filme integrado no projeto dos pássaros de paraíso, que demorou 10 anos a realizar: Aves do Paraíso.
Esta é "Uma maravilha que a mãe natureza criou, e que os homens conseguiram ter a paciência de captar".


Esta curta metragem que foi filmada na Nova Guiné vale bem a pena ser vista. Não perca esta oportunidade.

sexta-feira, setembro 22, 2017

A Origem da Palavra Lustre

Aqui lhe deixo a  Origem da Palavra: Lustre, de acordo com o Dicionário da Origem das Palavras de Orlando Neves.
Em Roma, costumavam contar o tempo por períodos de cinco anos a que chamavam "lustros", palavra que derivava do verbo luere, que significava "purificar", ou seja o sacrifício da expiação que se faria todos os "cinco anos".
Cada "lustro" começava por um recenseamento e purificação do povo, que se realizava no Campo de Marte- a esta cerimónia chamava-se "lustração".
A finalidade era purificar as cidades, os campos, as casas, os rebanhos, o exército, as crianças e as pessoas manchadas por algum crime.

Hoje a palavra lustre (substantivo masculino) significa (de acordo com o dicionário Priberam da língua portuguesa): lampadário, candelabro pendente com muitas luzes, brilho, polimento, e em sentido figurado: fama, resplendor, glória, brilhantismo.
Por seu turno a palavra lustro (substantivo masculino) significa: período de cinco anos, polimento ou  relâmpago (Portugal: Trás-os-Montes).

quinta-feira, setembro 21, 2017

September

Ouça a banda Earth, Wind & Fire, em September, do álbum Earth, Wind & Fire (1971).

Do you remember the
21st night of September?
Love was changing the minds of pretenders
While chasing the clouds away
Our hearts were ringing
In the key that our souls were singing.
As we danced in the night,
Remember how the stars stole the night away
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - never was a cloudy day
Ba duda, ba duda, ba duda, badu
Ba duda, badu, ba duda, badu
Ba duda, badu, ba duda
My thoughts are with you
Holding hands with your heart to see you
Only blue talk and love,
Remember how we knew love was here to stay
Now December found the love we shared in September.
Only blue talk and love,
Remember the true love we share today
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - never was a cloudy day
There was a
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - golden dreams were shiny days
The bell was ringing, aha
Our souls were singing
Do you remember
Never a cloudy day
There was a
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - never was a cloudy day
There was a
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - golden dreams were shiny days
Ba de ya de ya de ya
Ba de ya de ya de ya
ba de ya de ya de ya
De ya
Ba de ya de ya de ya
Ba de ya de ya de ya
ba de ya de ya de ya
Compositores: Al Mc Kay / Allee Willis / Maurice White




quarta-feira, setembro 20, 2017

O Livro das Viagens de Comboio

O Livro das Viagens de Comboio é uma apresentação que lhe mostra as mais belas viagens de comboio do mundo.
Não perca esta oportunidade de viajar sem ter que sair de casa.
Viaje no Expresso do Oriente, no Transiberiano, no Transcantábrico, no Patagónia Express ou no Shangri-La Express, etc.
Verá que vale bem a pena.

terça-feira, setembro 19, 2017

Meu Moçambique

Neves de Sousa
Minha África suburbana.
Eu sei-me Moçambique,
cisterna no pecúlio dos deuses.
Um Zambeze inteiro escala a língua
escorre-me pelas pernas
ramifica nos canhoneiros,
laça os peixes inquietos nas sementes
engolfa-se nos mpipis bêbados nas timbilas.
Eu sei-me Moçambique,
no cume das árvores, na sede incontinente
da minha falange, do Rovuma ao Incomati,
no xigubo terrestre dos pés descalços
e em todos os tambores que surdem
das mãos coloridas nos braços em chaga.
Tânia Tomé

segunda-feira, setembro 18, 2017

O amor é mais falado do que vivido

 Zygmunt Bauman
Em português do Brasil, proponho-lhe que leia o texto abaixo: "O amor é mais falado do que vivido".

"O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.

O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos".

"Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo". Zygmunt Bauman

domingo, setembro 17, 2017

Conceição

Oiça o cantor português, Rui Veloso, considerado o pai do rock português, em Conceição, do álbum Mingos e Samurais (1990).

Ela não entra no café sozinha
Tem um bloqueio um modo de ser
Ela tem um receio do que possam dizer
Que alguém lhe passou quando era menina
E como coisas boas nunca ninguém ensina
Ela cora por tudo e por nada

Conceição

Olhos nos olhos olhos no chão
Qualquer coisa a embaraça
Essa conceição
Não sei que lhe faça
E é uma pena que aquele corpo
É todo lume lenha de arder
Mesmo a pedir mão de mexer ...
O amor enviou-me, sou seu missionário
Vim mudar a tua sina
Arejar o teu coração
Guardado em naftalina

Conceição
Compositor:Carlos Tê / Rui Veloso