Hoje proponho-lhe que assista ao tango La Cumparsita, interpretado no gelo por Shae-Lynn Bourne, nos Jogos Olímpicos de Inverno.
Shae-Lynn Bourne (1976) é uma treinadora, coreógrafa e ex-patinadora artística canadiana. Bourne competiu na dança no gelo. Ela conquistou com Victor Kraatz uma medalha de ouro, uma de prata e quatro de bronze em campeonatos mundiais, e três medalhas de ouro no Campeonato dos Quatro Continentes, e foram campeões dez vezes do campeonato nacional canadiano.
A Amiga Genial é um livro da escritora Elena Ferrante. De acordo com o The New York Times Elena Ferrante é uma das grandes escritoras contemporâneas.
A Amiga Genialé o primeiro volume de uma série de romances em quatro partes conhecidos coletivamente como Romances Napolitanos, escritos pela autora italiana Elena Ferrante. Ele é sucedido por História do Novo Sobrenome, História de Quem Foge e de Quem Fica e História da Menina Perdida.
A Amiga Genial, de Elena Ferrante, foi considerado, recentemente, o melhor livro do século XXI.
Com base num inquérito a que responderam 503 votantes, o jornal The New York Times divulgou os 100 melhores livros do novo milénio, cujo top ten inclui ainda Bolaño, Sebald ou Ishiguro.
Sinopse:
A Amiga Genialé a história de um encontro entre duas crianças de um bairro popular nos arredores de Nápoles e da sua amizade adolescente. Elena conhece a sua amiga na primeira classe. Provêm ambas de famílias remediadas. O pai de Elena trabalha como porteiro na câmara municipal, o de Lila Cerullo é sapateiro. Lila é bravia, sagaz, corajosa nas palavras e nas acções. Tem resposta pronta para tudo e age com uma determinação que a pacata e estudiosa Elena inveja. Quando a desajeitada Lila se transforma numa adolescente que fascina os rapazes do bairro, Elena continua a procurar nela a sua inspiração. O percurso de ambas separa-se quando, ao contrário de Lila, Elena continua os estudos liceais e Lila tem de lutar por si e pela sua família no bairro onde vive. Mas a sua amizade prossegue. A Amiga Genial tem o andamento de uma grande narrativa popular, densa, veloz e desconcertante, ligeira e profunda, mostrando os conflitos familiares e amorosos numa sucessão de episódios que os leitores desejariam que nunca acabasse.
As freguesias da Charneca e Ameixoeira eram freguesias afastadas do centro da capital, fazendo parte da chamada "Região Saloia", que abastecia a cidade com os produtos das suas quintas e campos de cultivo, tendo permanecido lugares campestres até às primeiras décadas do século XX.
A Ameixoeira, com as suas quintas de recreio aristocráticas, casas campestres e clima ameno, era um local atrativo para as gentes de Lisboa. No século XIX, os lisboetas vinham para a Ameixoeira passar os meses de verão, alugando casas para o efeito. No início do século XX tornou-se o local favorito para repouso, de escritores, políticos e outras pessoas endinheiradas.
Das memórias destas épocas recuadas, restam os relatos das "idas às hortas", aos Domingos; da "espera de toiros" na Calçada de Carriche; e dos duelos em defesa da honra na Estrada Militar, ou na Azinhaga da Ameixoeira. Famoso nas duas freguesias era o "Vinho do Termo" que se cultivava, predominantemente, nas Quintas da Torrinha e da Mourisca, e que abastecia as tabernas e retiros da capital.
As hortas estão agora de novo na ordem do dia, destacando-se, para além do seu papel social, as suas vertentes recreativa e pedagógica. Sabia que as primeiras hortas urbanas formais da cidade de Lisboa surgiram no parque do Museu do Traje? E que há também hortas na Alta de Lisboa, em Benfica, em Telheiras, no Vale de Chelas (a maior horta urbana portuguesa) e nos Olivais, na Fábrica Braço de Prata?…
As hortas urbanas também se multiplicaram em Beja, Azambuja, Figueira da Foz, Coimbra, Porto, Braga e no Funchal, graças a múltiplas chamadas de atenção do arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Tellesque defendia a integração da ruralidade no interior da cidade sobretudo por razões históricas e culturais, referindo que foi a partir da agricultura que a cidade nasceu, assim como também valorizava o papel social destes espaços na subsistência dos agregados familiares de menores rendimentos.
"Aqui, neste vale (da Ameixoeira), onde ainda brota o liquido que irrigou ao longo de muito séculos hortas e pomares, vinhos e pastos que serviram de alimento a rebanhos da mais variada fauna do reino animal desde o velho forte da Ameixoeira até às entranhas do histórico Conselho de Santa Maria de Belém. Do conselho resta a história registada nos respectivos livros de memórias mas, as hortas poderão ser revividas para gáudio e satisfação a quem a elas queira aderir e dos visitantes".
O Parque Agrícola da Alta de Lisboa (PAAL), freguesia de Santa Clara (antigas Ameixoeira e Charneca), foi inaugurado em 2015, e é o primeiro Parque Agrícola de base comunitária, liderado pela Associação de Valorização Ambiental da Alta de Lisboa (AVAAL), um exemplo de envolvimento entre cidadãos e autarquias na definição de um novo modelo de gestão e participação no uso da estrutura ecológica.
A AVAAL – Associação para a Valorização Ambiental da Alta de Lisboa, é uma ONG de Ambiente, sendo a sua missão a "ecologia cívica", definida como o desenvolvimento social através da valorização ambiental em comunidades locais.
A 1ª fase do PAAL conta com uma área de cerca de 20.000 m2 e 100 hortelões instalados, e é já um espaço de referência na agricultura urbana comunitária nacional.
A 2ª fase previa a constituição de um espaço complementar à produção hortícola, sendo mais virada para a constituição de vinha, pomares, prados e matas, num todo de grande valor ecológico e social.
O Beco dos Contrabandistas aparece assinalado em cartas de Lisboa desde 1856, não tendo sido encontrados registos anteriores a esta data. A proximidade de uma das portas da cidade, que serviam como fronteiras fiscais, ajudará a perceber a formação de um bairro dedicado ao contrabando, onde viviam os antigos contrabandistas de Lisboa.
Em 1887, por deliberação camarária publicada em Edital Municipal, foi atribuída a denominação de Rua dos Contrabandistas à artéria que se inicia junto do número 17 do Beco dos Contrabandistas (e termina na rampa das Necessidades), sendo esta também a sua designação anterior.
De 1959 até 2013 pertenceu à Freguesia dos Prazeres e, anteriormente, à Freguesia de Alcântara (antiga Freguesia de São Pedro de Alcântara). O Beco dos Contrabandistas situa-se, desde 2013, na Freguesia da Estrela, em Lisboa.
É uma parte de Lisboa conhecida por poucos turistas, mas é um lugar muito simpático.
A Galeria dos Contrabandistas faz parte de uma fase de um projeto que corresponde à criação de uma galeria de arte urbana e pretende dar a conhecer o Beco dos Contrabandistas, em Lisboa. Pretende ainda: Revitalizar o bairro, resgatando a cultura do lugar, a memória e o modo de vida dos seus moradores; Contribuir para promoção da preservação do património edificado e dos espaços públicos; e Combater a gentrificação do território.
Está a passar férias em Lisboa? Não sabe o que ver ou o que fazer nesta cidade, capital de Portugal?
Lisboa é uma das cidades mais bonitas e charmosas da Europa. É uma cidade com muito para ver e para fazer.
O vídeo de hoje (que faz parte de uma série), mostra-lhe em particular a Baixa de Lisboa (ou Baixa Pombalina), que é um dos principais cartões postais de Lisboa.
Vai poder ver a Praça do Comércio, o Arco da rua Augusta, a rua Augusta, o elevador de Santa Justa, a praça do Rossio, a rua cor de rosa e o Mercado da Ribeira.
Paulo Henry Plantier (1840 - 1908), foi um fotógrafo, ourives e gastrónomo lisboeta.
Fotógrafo amador, tinha uma postura diferente relativamente ao que se fazia então. Fazia retratos em que a cabeça enchia toda a imagem, utilizando chapas 18×24. A partir de 1887 passou a expor as suas obras na montra da ourivesaria que tinha na Rua do Ouro, em Lisboa.
Montava as fotografias em todo o tipo de cartões e expunha-as entre duas ou três rosas, conjuntamente com as joias e as peças de ouro que vendia.
O "Cozinheiro dos Cozinheiros", é uma obra bastante rara, e curiosa, enriquecida com receitas inventadas por escritores e artistas conceituados em Portugal e no estrangeiro, no início do século XX, entre outros, como: A. A. Teixeira de Vasconcelos; António Batalha Reis; Alexandre Dumas (Pai); A. J. De Sousa Almada; A. J. Xavier Cordeiro; Alfredo Sarmento; Barão de Roussado; B. Martins da Silva; Brito Aranha; Bulhão Pato; C. Mariano Froes; Cândido Figueiredo; C. de Moura Cabral; Charles Monselet; Conde de Arnoso; Conde de Monsaraz; Coquelin Cadet; Eduardo Coelho; Eduardo Vidal; Fialho de Almeida; F. Gomes de Amorim; Fragoso; Gyp; Henrique Lopes de Mendonça; Henrique de Vasconcelos; J. I. De Araújo; Jayme Vítor; João da Cãmara; M. Henriques da Silva; M. Monteiro; Maximiliano de Azevedo; M. C. Ramalho Ortigão; Rangel de Lima; Rafael Bordalo Pinheiro; Saint-Simon; Severo dos Anjos e Visconde de Benalcanfor.
Fonte:"História da Fotografia",de Marie-Loup Sougez, (Dinalivro, Setembro de 2001, 1ª Edição) e aqui neste site.
Dongtan será, quando construída, a primeira cidade ecologicamente sustentável do mundo.
Dongtan – ou praia do leste – é o projeto de uma cidade ecológica, com a supervisão do arquiteto Alejandro Gutierrez, para ser construída na parte leste da ilha de Chongming, em Shangai na China. A ideia inicial era que a cidade fosse inaugurada na Exposição Mundial de 2010 em Shangai, mas a cidade não saiu ainda do papel. O projeto urbanístico foi contratado em 2005 pela Companhia de Investimento Industrial de Shangai (SIIC), e pretendia ser a primeira de uma série de 4 cidades.
Com cerca de 750 km², num local onde a maior parte da terra ainda não foi urbanizada, ela deveria ser implantada ao longo do rio Yangtze, deixando-se 65% da ilha reservada para usos rurais e implantação de parques públicos.
Em 2010 deveria ter sido construído um sistema formado por uma ponte e um túnel e também uma ampliação do metro que ligariam a ilha a Shangai e ao aeroporto internacional dessa cidade.
O projeto previa ainda que, em 2020, Dongtan começaria a crescer ao longo dos corredores de transportes públicos na direção norte, mas mesmo assim mais da metade da ilha continuaria mantendo o uso rural ou de parques públicos. (Fonte: 2013).
Atualmente Dongtan parece enveredar por ser um bairro-jardim aos moldes britânicos, um lugar onde a população mais rica de Shangai poderá passar o final de semana.
Parece que esta será a última ideia do que poderá vir a ser este local.
Assista a duas atuações de Janis Joplin interpretando ao vivo a canção Kozmic Blues. A primeira em 1970 no CNE Stadium, Toronto, no Canadá.
Time keeps moving on, Friends they turn away, Lordy Lord. Well, I keep moving on But I never found out why I keep pushing so hard a dream, I keep trying to make it right Through another lonely day.
Whoa — don't discover it lasts ... Honey, time keeps a-moving on, hey yeah, yeah yeah. Well, I'm twenty-five years older now So I know it can't be right And I'm no better baby and I can't help you no more Than I did when I was just a girl. Yeah!
But it don't make no difference baby, no, no, 'Cause I know that I could always try. There's a fire inside of everyone of us, huh-uh, I'm gonna need it now, I'm gonna hold it yeah, I'm gonna use it till the day I die.
Don't, honey, don't you expect any answers, dear, Ah, I know they don't come with age, no, no, no, no. Hey, I ain't never gonna love you any better baby 'Cause I'm never gonna love you right So you better take it now, I said right yes now, yeah.
But it don't make no difference baby, no, no, 'Cause I know that I could always try. There's a fire inside of everyone of us, huh-uh, I'm gonna need it now, I'm gonna use it yeah, I'm gonna hold it till the day I die.
Don't make no difference babe, no, no, no,
Honey, I hate to be the one. I said you're gonna live your life And you're gonna love, love, love your life. I'm gonna need it now, I'm gonna hold it yeah, I'm gonna use it, say, whoa ...
Don't make no difference, baby, no, no, no, Honey, I hate, I hate to be the one. I said every time you're gonna wanna love somebody, Every time you're gonna wanna need somebody, You're gonna wanna turn around, I'm gonna be there. No no no no no, no no no no no, no no no no.
When you're gonna put out your hand, All your want is some kind of lovin' man, He ain't gonna be there, I said, not here. No no no no, no no no no, no no no no, No no no, no no no, no no no no, No no no no, whoa, whoa, whoa, whoa, whoa, whoa Whoa, wah wah, whoa, Whoa, whoa, whoa, whoa, whoa, whoa Honey when I wanna reach out my hand I said darling all I ever wanted Was for you to understand me now — whoa Ah baby, I wanna sing about me Lord, honey, every day yeah!
This is a song that demands audience participation. All you have to do is clap your hands, man. I know you can cope with it no matter how stoned you are, man. We are all gonna cope with it and we're all pretty stoned, too, man. Like that! I can't hardly hear you, man! — Yeah!
O Parque Nacional Plitvice, está situado na Croácia, a apenas 150 Km de Zagreb, capital deste país. Trata-se de um parque nacional que se estende por 20000 hectares de bosques e de lagos, no coração dos Balcãs. Cascatas, lagos, abundante vegetação, abundância de aves e de ursos são características deste parque, que desde 1949 tem a designação de Parque Nacional e, que é Património Natural da Unesco desde 1979.
O Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, com 300km2, é constituído por 16 lagos nos mais diferentes tons de azul e verde, ligados por cachoeiras de todos os tamanhos.
Os lagos dividem-se em dois grandes grupos, os lagos superiores (12 lagos) e os lagos inferiores (4 lagos).
Há zonas que podem ser visitadas no Verão, outras no Inverno, e, no geral, não há lugares inacessíveis. Tem como problemas a abundante e frondosa vegetação na Primavera, e a neve a algumas cotas no Inverno.
Os passeios podem ser feitos pelos passadiços que serpenteiam o parque, nos caminhos de terra que se situam nas margens dos lagos ou de barco.
Visite o Parque Nacional de Lagos Plitvice, através do vídeo abaixo.
E agora veja como é o Parque Nacional dos Lagos de Plitvice no inverno.
O vocábulo Beco significa uma rua escura, estreita e curta, e às vezes sem saída, ou se quisermos, é sinónimo de viela. Fonte: "beco", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2024
Lisboa é uma cidade que conta ainda nos nossos dias, com cerca de uma centena e meia de Becos, sendo que no decorrer dos séculos alguns deles desapareceram, outros ganharam o estatuto de travessa por via de alterações urbanísticas ou por solicitação dos residentes.
O Beco do Quebra Costas situado próximo da Sé Patriarcal de Lisboa, é registado como do Quebra Costas desde 1823, foi acumulando diversas denominações ao longo do tempo que reafirmam a sua inclinação íngreme e a sua proximidade à Igreja de Santa Maria Maior, como pode pesquisar aqui.
De acordo com Luís Pastor de Macedo já foi a travessa do Quebra Costas (1801), a calçadinha da Costa (adiante das Cruzes da Sé) (1727), a calçada detrás da Sé (1652), a calçada detrás dos Paços do s.or Arcebispo (1651) e o beco q atraveça p.las costas da see (1565).
Oiça o cantor espanhol Patxi Andión em 20 Aniversario (Palabras).
La, lara, lara, la, la, la
20 años de estar juntos Esta tarde se han cumplido Para ti flores, perfumes Para mi, algunos libros No te he dicho grandes cosas Porque no me habrian salido Ya sabes cosas de viejos Requemor de no haber sido
La, lara, la, lara, lara, la, la, la, la
Hace tiempo que intentamos Abonar nuestro destino Tu, tu bajabas la persiana Yo, yo apuraba mi ultimo vino Hoy en esta noche fría Casi como ignorando el sabor Da soledad compartida Quise hacerte una canción Para cantar despacito Como se duerme a los niños
Y ya ves, solo palabras Sobre notas me han salido Que al igual que tu y que yo Ni se importan ni se estorban Se soportan amistosas Mas, mas no son, no son una canción Que helada que está esta casa! Sera, sera que esta cerca el rio O, o es que entramos en invierno Y estan llegando, estan llegando Los frios
O Akabeko é um brinquedo artesanal japonês, muito popular e antigo. Este brinquedo folclórico tem uma história de cerca de 400 anos.
Akabeko é uma vaca lendária da região de Aizu, no Japão, que inspirou este brinquedo tradicional.
É feito de hariko (papel machê), no formato de uma vaca, composto de duas partes: o corpo e a cabeça e pescoço que balançam. Originário de Aizu, na província de Fukushima, na região nordeste de Tōhoku, o seu nome é traduzido como "vaca vermelha" no dialeto local (aka é "vermelho" e beko "vaca").
Existem, pelo menos, duas lendas que explicam o motivo de o brinquedo ser tão querido em Aizu.
A primeira refere que no século VIII, quando o templo Enzo-ji estava em construção na pequena cidade de Yanaizu, a sua posição no topo de um penhasco dificultava o transporte de materiais de construção pesados. Reza a lenda que uma vaca vermelha, num rebanho de gado, ajudou a transportar os materiais e recusou-se a deixar o local do templo, mesmo depois de o trabalho ter sido concluído. Yanaizu ainda é considerada a cidade natal de akabeko.
A outra lenda, remete a sua origem para a época de um surto de varíola no Japão, no final do século XVI. Naquele tempo, acreditava-se que os brinquedos akabeko protegiam as crianças da doença. Dizem que os círculos pintados na lateral da figura do akabeko representam marcas de varíola. Acredita-se que a cor vermelha também protege as crianças contra doenças, estando associada à boa saúde.
Em 1590, o daimyō (senhor feudal) Gamō Ujisato tornou-se o senhor de Aizu, governando a partir do Castelo Tsuruga, na cidade de Aizu Wakamatsu (na atual província de Fukushima). Visando impulsionar o empreendedorismo entre os seus samurais de baixo escalão, Gamō convidou os fabricantes de bonecos de Kyōto para ajudar a estabelecer competências e técnicas de fabricação de bonecos na região. O resultado foi o primeiro brinquedo akabeko e o seu design era baseado na lendária vaca vermelha do século IX que ajudou a construir o templo Enzo-ji.
O Akabeko não é apenas um brinquedo ou ornamento, composto de duas partes, é também um talismã de boa sorte e de boa saúde, que tem o poder de prevenir doenças, além de ser um símbolo da região de Aizu.
Trata-se do raríssimo quarto livro de culinária a ser editado em Portugal. Durante cerca de dois séculos (1680 – 1876), foram publicados em Portugal seis livros de cozinha.
O primeiro data de 1680, Arte de cozinha, de Domingos Rodrigues, mestre da cozinha da casa real no reinado de Dom Pedro II. O segundo livro, Cozinheiro Moderno ou nova arte de cozinha, escrito por Lucas Rigaud, cozinheiro da rainha Dona Maria I, é editado em 1780 e reeditado cinco vezes até 1826, consoante Paula Silva Pinto.
Depois, em 1841, do 1º Visconde de Vilarinho de São Romão, A arte do Cozinheiro e do Copeiro. Em 1860, de autor anónimo, aparece o Formulário para cozinha e copa coordenado por hum curioso da província do Minho, Impresso no Porto, na Tipographia de D. António Moldes, 1860. A seguir, em 1870, surge o Cozinheiro dos Cozinheiros de Paulo Plantier e, finalmente, em 1876, João da Mata lança a sua Arte de Cozinha.
Mas, ainda há,o Arte Nova e Curiosa para Conserveiros, Confeiteiros e Copeiros, Anónimo (1788), o Manual do Conserveiro e Confeiteiro, Anónimo (1875), o Cozinheiro Indispensável (1894). Anónimo e a Cozinha Portuguesa, obra do Pão de Santo António, Coimbra (1899).
Além dos livros impressos existem alguns manuscritos importantes, a maior parte provenientes de instituições religiosas quer femininas quer masculinas.
Entre elas temos também:O Livro de Cozinha da Infanta D. Maria de Portugal (séc. XVI); a Arte de Cozinha ou Methodo de fazer Guizados,Mosteiro de Tibães (Séc. XVI/XVII); Receitas de milhores doces…, Francisco Borges Henriques (início século XVIII ): Receitas de doces e cosinhados vários do convento Santa Clara de Évora (Maria Leocádia do Monte do Carmo) - 1729, Livro de receitas de Cozinha… Frei Manuel de Santa Teresa (séc. XVIII); Livro de receitas, cosmética e mezinhas (atribuído às freiras Visantinas - séc. XVIII) e a Compilação de Receitas do Convento de Odivelas – atribuído a Carolina Augusta de Castro e Silva (Finais do século XIX).
No vídeo abaixo, a brasileira Dede Leme ensina-a a selecionar as peças essenciais para o dia a dia e a combinar roupas de forma versátil e elegante. Assim, vai deixar de desperdiçar tempo e dinheiro, com roupas que não usa!
Com este método simples e eficaz, passará a ter um guarda-roupa funcional, cheio de estilo e de acordo com o seu orçamento.
Ainda que não haja brisa nenhuma, parece Que passa, um momento, uma leve brisa... Mas as árvores permanecem imóveis Em todas as folhas das suas folhas E os nossos sentidos tiveram uma ilusão, Tiveram a ilusão do que lhes agradaria... Ah, os sentidos, os doentes que vêem e ouvem! Fôssemos nós como devíamos ser E não haveria em nós necessidade de ilusão ... Bastar-nos-ia sentir com clareza e vida E nem repararmos para que há sentidos ... Mas graças a Deus que há imperfeição no Mundo Porque a imperfeição é uma cousa, E haver gente que erra é original, E haver gente doente torna o Mundo engraçado. Se não houvesse imperfeição, havia uma cousa a menos, E deve haver muita cousa Para termos muito que ver e ouvir ... Alberto Caeiro -"O Guardador de Rebanhos - Poema XLI"
A culinária francesa é conhecida pelas suas criações requintadas e saborosas que encantam os paladares das pessoas ao redor do mundo. O Croque Madame é uma receita original francesa.
O Croque Madame é um prato perfeito para brunchs ou simplesmente quando está com preguiça de fazer algo mais rebuscado. O Croque Madame, tal como o Croque Monsieur, é muito fácil de preparar.
O Croque Madame é um clássico sanduiche muito popular e consumido nos cafés e bistros franceses.
O Croque Madame é uma variação do Croque Monsieur, uma sanduíche de pão de forma com presunto, queijo e molho béchamel criado em 1910 por Michel Lunarca o dono do bistrotLe Bel Âge que ficava no Boulevard des Capucines na cidade de Paris.
Reza a lenda que o Croque Monsieur foi coroado com um ovo estrelado por cima da sanduíche e batizado como Croque Madame pelo chefe, para atender uma cliente que achou o nome muito machista.
Porém, historiadores da culinária francesa afirmam que o nome é uma alusão à aparência similar do ovo frito sobre o pão de forma, aos chapéus femininos da época.
Ingredientes: 1 colher de chá de farinha de trigo 1 colher (chá) de manteiga 500 ml de leite quente Noz moscada a gosto Sal a gosto 30 gramas de manteiga cortada e pequenos pedaços 4 fatias de pão de forma 200 gramas de fiambre 200 gramas de queijo gruyère 50 g de mostarda dijon 2 ovos 2 fios de Azeite
Preparação:
Comece por preparar o molho bechamel (molho branco) da seguinte forma: Derreta a manteiga numa panela pequena, junte a farinha e mexa sem parar até conseguir uma textura cremosa. Adicione o leite quente e mexa constantemente por 15 minutos ou até engrossar o molho. Junto depois a noz moscada ralada e uma pitada de sal. Retire a panela do fogo, coloque a manteiga fria em pedaços, cubra com plástico-filme e reserve no frigorífico. Pré aqueça o forno a 180 graus. Passe a mostarda nas fatias de pão e faça duas sanduíches adicionando o fiambre fatiado e o queijo gruyère ralado. Tire o molho bechamel, reservado no frigorífico, com uma colher o distribua na parte superior das sanduíches fazendo uma camada bem servida e finalize com o queijo gruyère ralado. Leve ao forno até dourar e derreter o queijo. Entretanto, estrele o ovo com uma colher de manteiga derretida e um fio de azeite numa frigideira, deixando-o com a gema bem mole. Quando pronto, retire o sanduíche do forno e finalize com o ovo estrelado na parte superior.
Finalização do prato: Sirva quente num prato acompanhado de uma porção de salada a seu gosto.
Notas: Algumas dicas interessantes para extrair outros sabores do seu Croque Madame: Pode substituir o queijo gruyère por mussarela. Se lhe agradar, adicione pimenta-do-reino branca e preta ao molho bechamel.
Quais foram, em 2023, as cidades mais caras do mundo para se viver? E as mais baratas?
Singapura e Zurique, na Suíça, empataram no primeiro lugar, de acordo com a última pesquisa Worldwide Cost of Living da Economist Intelligence Unit (EIU).
Esta foi a 9ª vez em 11 anos que cidade a asiática lidera a lista da EIU como a cidade mais cara do mundo, compartilhando neste ano a liderança com Zurique.
A pesquisa, teve em consideração 173 localidades, comparando mais de 400 preços para mais de 200 produtos e serviços. A classificação de Singapura foi resultado de custos elevados em produtos de supermercado, álcool, roupas e carro particular. Já na Suíça, a ascensão foi impulsionada por itens domésticos e atividades recreativas.
Em contrapartida as 10 cidades mais baratas do mundo para se viver são:
Relembre uma das mais famosas cenas do filme Casablanca: La Marseillaise.
Casablancaé um filme norte-americano de 1942, do género drama romântico, realizado por Michael Curtiz, baseado na peça teatral Everybody Comes to Rick's, de Murray Burnett e Joan Alison.
Casablanca, que conta no elenco com Humphrey Bogart, Ingrid Bergman, Paul Henreid, Claude Rains e Conrad Veidt, é considerado como um dos maiores filmes da história do cinema americano. A ação do filme passa-se na cidade marroquina de Casablanca sob o controle da França de Vichy.
Em 2006, o Sindicato de Roteiristas dos Estados Unidos elegeu o roteiro do filme como o melhor de todos os tempos.
Sinopse:
Durante a Segunda Guerra, um exilado norte-americano encontra refúgio na cidade de Casablanca, em Marrocos. Naquela época, muitos fugitivos tentavam escapar dos nazis por uma rota que passava por aquela cidade. O exilado americano Rick Blaine (Humphrey Bogart) encontrou ali refúgio, dirigindo uma das principais casas noturnas da região. O Rick’s Café é frequentado tanto por nazis, funcionários franceses, quanto por refugiados e criminosos. Clandestinamente, tentando despistar o Capitão Renault (Claude Rains), ele ajuda refugiados, possibilitando que eles fujam para os Estados Unidos. Quando um casal pede a sua ajuda para deixar o país, ele reencontra uma grande paixão do passado, a bela Ilsa (Ingrid Bergman). Ao reencontrar esta antiga paixão, verifica que agora está casada e precisa de ajuda para fugir dos nazis.
Aqui fica a cena do filme.
Ora veja! Não perca esta oportunidade porque vale bem a pena.
Esta obra é "o primeiro grande conjunto de receitas de várias regiões do país" e "codifica um corpus culinário definido como nacional (português), promovendo a sua defesa", representando uma evolução do que é considerado nacional. Para António Maria de Oliveira Bello, a cozinha nacional também inclui a cozinha dos afetos, construída a partir da identidade individual de quem participou no livro: "Muitas das receitas que publicamos foram-nos fornecidas muito amavelmente por senhoras de Lisboa e das províncias, para quem a culinária constitui uma arte realizada com prazer e carinho". Fonte: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Ciências Gastronómicas de Maria Margarida Sarmento Gomes Mota Pinto de Abreu.
Sinopse: Descubra as sopas mais tradicionais como a canja; os magníficos pratos de peixe e de crustáceos provenientes da costa portuguesa - bem grelhados ou em sumptuosas caldeiradas. No que toca às carnes, apresenta-se, por exemplo, o cozido à Portuguesa. Culinária Portuguesa é uma compilação das mais distintas especialidades da nossa culinária. O autêntico receituário português pelo fundador da Sociedade Portuguesa de Gastronomia.