Frederico Lourenço (1963) é um escritor, tradutor e professor universitário português. É grande especialista de línguas e literaturas clássicas, nomeadamente, grego clássico e latim.
O livro "Latim do Zero a Vergílio em 50 Lições", de Frederico Lourenço, é um manual que ensina latim a partir do absoluto desconhecimento da língua. A obra, conta com apoio audiovisual em vídeos e é complementada pela "Nova Gramática do Latim", do mesmo autor, para um estudo mais completo.
Sinopse: Latim do Zero (título completo, Latim do Zero a Vergílio em 50 Lições) começou por ser uma página da internet estreada no momento em que a pandemia fechou o país em 2020. Em tempo recorde, obteve milhares de seguidores. A sua transformação em livro visou proporcionar um ensino mais sistemático e mais aprofundado: começando do zero, vão sendo construídas as bases gramaticais necessárias à leitura do maior autor da língua latina, Vergílio.
A primeira parte do livro é constituída por 50 lições, em que ao ensino pragmático de questões linguísticas se juntam temas de cultura e literatura latinas. Privilegiando o uso de frases originais e de textos autênticos, este método constrói o edifício gramatical que permite, na sua segunda parte, o acesso direto à Eneida de Vergílio - em concreto, aos seus Cantos 1 e 4, estudados na sua forma original e num formato especialmente pensado para facilitar a sua compreensão. A última parte propõe a leitura integral do Livro 1 das Odes de Horácio, acompanhada de abundantes notas explicativas.
A Capulana é um tecido tradicional de Moçambique com história (s) para contar. A capulana tem origem asiática e chegou a Moçambique como um bem de troca, tornando-se depois um símbolo de poder.
Segundoalguns linguistas a palavra "capulana" deriva do tsonga, no entanto outros salientam que provém de Ka Polana que significa o lugar do régulo Polana. No passado, a maioria das capulanas eram feitas localmente, mas atualmente são importadas de países como a Índia e a Indonésia.
A capulana tem uma longa história em Moçambique e é uma parte essencial da cultura e da identidade do país. Ela reflete a rica herança cultural, a história e os costumes do povo moçambicano, e continua a ser uma peça importante no dia a dia das mulheres.
A capulana é um tecido estampado, tradicionalmente usado pelas mulheres e que serve para cobrir o corpo e/ou a cabeça. É um símbolo importante da cultura moçambicana e possui diversas aplicações: como vestuário (moda feminina - saias, lenços, vestidos) e em funções práticas como transportar objetos (embrulho da trouxa) ou crianças ou em toalhas de mesa, cortinados, etc.
As capulanas são conhecidas pela riqueza de cores e motivos, que refletem a cultura moçambicana e podem incluir padrões geométricos, motivos inspirados na natureza ou em símbolos culturais. Os nomes que as capulanas recebem, muitas vezes baseados nas suas estampas ou nos acontecimentos associados, reforçam o seu caráter comunicacional.
Existem diferentes formas de usar a capulana, dependendo da região e da ocasião. As capulanas são consideradas um símbolo de identidade e de pertença, e podem também ser usadas para transmitir mensagens, como em campanhas políticas ou para celebrar eventos importantes.
As capulanas podem ser personalizadas e estampadas com imagens e mensagens específicas, como a imagem de Josina Machel, uma figura importante na história moçambicana.
Ouça os cantores brasileiros Diego e Victor Hugo em Tubarões. Diego & Victor Hugo é uma dupla sertaneja brasileira formada pelos amigos Diego Felix Pereira, o Diego e Elias Anderson de Souza, o Victor Hugo.
Se quer saber de mim, hum, hum Pergunte para mim Se for falar do que passou Conta a parte que você errou
Não pergunte se estou bem Não quero ser assunto seu pra mais ninguém Não estrague as minhas canções Vá pro inferno com suas recordações
Quem me deixou no mar Não tem direito de me perguntar O que rolou comigo e os tubarões Cê não me deve amor, eu não te devo explicações
Cê me deixou no ar Agora quer saber aonde eu vou posar Cancela as suas investigações Cê não me deve amor, eu não te devo explicações
Não pergunte se estou bem Não quero ser assunto seu pra mais ninguém Não estrague as minhas canções Vá pro inferno com suas recordações
Quem me deixou no mar Não tem direito de me perguntar O que rolou comigo e os tubarões Cê não me deve amor, eu não te devo explicações
Cê me deixou no ar Agora quer saber aonde eu vou posar Cancela as suas investigações Cê não me deve amor, eu não te devo explicações Uoh-oh-oh-oh-oh (cê não me deve amor) Cê não me deve amor, eu não te devo explicações
O éclair é um doce de origem francesa, de formato alongado, feito com massa choux (pâte à choux), e tradicionalmente recheado com creme pâtissière (creme de confeiteiro), coberto por uma camada de fondant, ganache, glacê oucalda de chocolate.
A massa choux, é uma massa leve e oca (que se expande quando cozinhada e é assada em forma de tira). Esta massa também pode ser recheada com chantilly, natas ou outros cremes e recheios de fruta.
A palavraéclairsignifica "relâmpago" em francês. Existem duas teorias sobre a origem do nome: uma refere-se à cobertura brilhante que lembra um raio de luz e a outra, à sua popularidade, devido ao facto de desaparecerem tão rapidamente como um relâmpago.
A origem do éclair remonta ao século XIX, em França. A criação é atribuída ao chef Marie-Antoine Carême, considerado um dos pais da gastronomia francesa moderna. Carême aperfeiçoou a massa choux e criou versões doces e salgadas para a elite europeia.
Pela sua leveza e versatilidade, o éclair é muito usado em montras sofisticadas e confeitarias que trabalham com pastelaria fina.
Existem várias variações do éclair, com coberturas e recheios de sabores como chocolate, caramelo, café, e frutas como por exemplo a framboesa ou o pistácio.
Assim, nas confeitarias modernas, é comum encontrar uma grande variedade de sabores de éclairs para poderem satisfazer diferentes gostos.
É um dos 17 locais classificados como Património Mundial da UNESCO em Portugal, desde 1983. É também uma das "7 Maravilhas de Portugal". Tem, desde 2016, o estatuto de Panteão Nacional, juntamente com o Mosteiro dos Jerónimos (Lisboa), à semelhança do que aconteceu em 2003 com o Mosteiro de Santa Cruz (Coimbra) relativamente ao Panteão Nacional original desde 1966 na Igreja de Santa Engrácia (Lisboa).
No Mosteiro da Batalha estão sepultados o rei D. João I, a rainha D. Filipa de Lencastre, e alguns dos seus filhos (o infante D. Henrique, o infante D. João, a infanta D. Isabel e o infante D. Fernando), tal como três outros reis (D. Afonso V, D. João II, D. Duarte) e o Soldado Desconhecido.
Trata-se de um monumento muito importante, não só do ponto de vista arquitetónico, mas também dos pontos de vista, histórico e simbólico.
Foi mandado edificar em 1386 pelo rei D. João I de Portugal como agradecimento à Virgem Maria pela vitória contra os rivais castelhanos na Batalha de Aljubarrota, em 1385.
Atualmente este vasto conjunto monástico apresenta uma igreja, dois claustros com dependências anexas e dois panteões reais, a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas.
Assista agora ao programa televisivo, de Paula Moura Pinheiro, Visita Guiada ao Mosteiro da Batalha.
Às Cinco da Tarde é um filme iraniano (drama) de 2003, realizado por Samira Makhmalbaf com roteiro de Samira Makhmalbaf e de Mohsen Makhmalbaf. Passa-se nas ruínas bombardeadas de Cabul, e conta a história da ambiciosa Noqreh. Às Cinco da Tarde conta no elenco com: Agheleh Rezaie - Noqreh, Abdolgani Yousefrazi - Pai de Noqreh, Razi Mohebi - Poeta e Marzieh Amiri - Leylomah.
O título do filme Às Cinco da Tarde, vem de um um poema de Federico García Lorca e narra a luta de uma jovem pela educação, no Afeganistão pós-Talibã, e mostra a dura realidade do país e as dificuldades enfrentadas pelas mulheres.
Sinopse: Após a queda do regime talibã no Afeganistão as mulheres podem voltar a estudar nas escolas. Uma delas Noqreh (Agheleh Rezaie), busca educação numa escola não religiosa, inspirada por professores e pela poesia de Federico García Lorca. Vai para a escola às escondidas, devido a desaprovação de seu pai (Abdolgani Yousefrazi). Na escola é realizado um debate entre as jovens que sonham em tornar-se presidentes do Afeganistão, o que faz com que Noqreh passe a sonhar com esta ideia. Entretanto, precisa de aprender a lidar com a dura realidade do seu país, o que inclui a sua cunhada Leylomah (Marzieh Amiri) e o bebé dela, que não tem o que comer.
O filme acompanha-a na descoberta do seu papel na sociedade e no sonho de ser presidente.
Guilin é uma cidade situada ao noroeste da Região Autónoma de Zhuang (Guangxi), na República Popular da China.
Ocupa uma área total de 27.809 km² dos quais 565 km² correspondem à cidade propriamente dita. A população aproximada (em 2010) era de 4,750 milhões de habitantes, constituída pelas seguintes etnias: Zhuang, Yao, Hui, Miao, Han e Dong. Apesar de ter mais de quatro milhões de habitantes, é uma cidade muito limpa e com baixos níveis de poluição.
Guilin é um dos destinos favoritos quer dos chineses (para passar férias), quer de turistas de todo o mundo. É que para além de limpa é dotada de jardins fantásticos, de passeios pedonais ao longo das margens dos rios Li e Taohua e dos lagos Shãn e Róng. Tem várias ruas fechadas ao trânsito, destacando-se a Zhengyang Lu, local favorito dos locais para ir almoçar e jantar fora.
Esta cidade é também um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza, com as suas montanhas verdejantes, os rios límpidos e os campos de arroz que formam uma paisagem fantástica.
Guilin está situada na margem oeste do Rio Li, no meio de um deslumbrante relevo cársico, com montanhas cobertas de vegetação, o que lhe confere uma beleza especial. Esta cidade turística tem como atrações: a pesca noturna com recurso ao corvo-marinho-de-faces-brancas ou cormorão; os cruzeiros no rio Li para apreciar a paisagem cársica das suas margens e as aldeias que existem ao longo das mesmas.
O passeio ao longo doRio Lié o que melhor representa a ideia da paisagem típica chinesa, com lagos, planícies e suaves colinas, através de uma sucessão de picos, todos com nomes descritivos: Colina do Pincel, Colina da Luta de Galos, Desfiladeiro dos Bois e Colina dos Bordados. A Colina da Tromba do Elefante é um dos marcos naturais mais conhecidos de Guilin, situando-se no Parque de Xiangshan. Esta formação rochosa assemelha-se a um elefante a beber água do rio, daí o seu nome. A vila de Yangshuo, situada no final do passeio pelo Rio Li, é um dos locais mais encantadores da região.
A cerca de duas horas de Guilin, os Terraços de Arroz de Longji são outra maravilha imperdível. Estes terraços, também conhecidos como "Terraços da Espinha do Dragão", foram construídos há séculos pelo povo Zhuang, que transformou as encostas das montanhas em terraços produtivos.
Ainda outra atração a não perder são as Grutas de Reed Flute, um sistema de grutas calcárias que impressiona pela sua formação única de estalactites e estalagmites, que se iluminam com cores vibrantes, criando um cenário surreal. Estas grutas são conhecidas há mais de mil anos e foram frequentemente mencionadas na literatura chinesa clássica.
Para continuar este passeio virtual não deixe de ver os vídeos abaixo. Aqui vai o primeiro.
O Mosaico Hidráulicoou Ladrilho hidráulico, é um tipo de revestimento artesanal feito à base de cimento, usado em pisos e paredes, e fabricado com uma dupla camada (pigmentação e preenchimento) produzido por meio de prensagem hidráulica. O nome deste revestimento resulta da prensagem a que é submetido.
O Mosaico Hidráulico é um produto artesanal de grande durabilidade, destinado não só a pavimentos e revestimentos mas também a trabalhos de decoração.
As primeiras referências ao ladrilho hidráulico surgem em 1857 quando este piso foi descrito como alternativa à pedra (ao mármore principalmente), como uma "cerâmica" que não necessitava de cozimento. O produto foi depois apresentado na Exposição Universal de 1867, em Paris, e teve o seu apogeu entre o final do século XIX e meados do século XX.
A coincidência do surgimento desta técnica com o movimento modernista favoreceu o desenvolvimento de mosaicos artísticos, com desenhos complexos. Os fabricantes cercavam-se de desenhadores e arquitetos da moda, como Alexandre de Riquer, Domènech i Montaner, Josep Puig i Cadafalch, Josep Pascó, Antoni Saurí i Sirés e Enric Sagnier.
Os ladrilhos hidráulicos têm, então, a sua origem no final do do século XIX no sul da Europa. Rapidamente esta técnica se espalhou pelos países mediterrâneos. Tornaram-se populares também na Inglaterra vitoriana e na Rússia, pela sua resistência e pelas suas qualidades decorativas.
Um colaborador de Antoni Gaudí, Joan Beltran, desenhou um pavimento hidráulico para a Casa Batlló que acabou por ser instalado na Casa Milà. Posteriormente, serviu de revestimento ao conjunto do Passeig de Gràcia, em Barcelona.
A partir dos anos 1960, o surgimento de outros materiais substituiu progressivamente os pisos hidráulicos por elementos menos elaborados e mais rentáveis.
Em Portugal, assim como por todo o Sul da Europa, este tipo de mosaico tem uma longa história e em muitas casas antigas ainda podemos encontrar os mosaicos originais, muitas vezes aplicados em xadrez ou com motivos coloridos mais tradicionais.
Contudo, continuam a ser produzidos, um a um, até hoje, e a maneira como são feitos continua a mesma há mais de um século. Com padrões geométricos ou florais, coloridos e intemporais, os Mosaicos Hidráulicos continuam a reinventar-se e tornaram-se moda novamente.
Graciano Gouveia, um algarvio de Olhão, é um artesão de oitenta anos, que ainda fabrica Mosaicos Hidráulicos. É um dos três artesãos, a nível nacional, dedicados ao fabrico dos ladrilhos hidráulicos. Dos outros, um vive no Alentejo e o outro em Coimbra. São procurados por clientes, sobretudo estrangeiros, que admiram esta técnica e gostam de visitar as suas oficinas. Hoje pode ver Graciano Gouveia no Museu Municipal de Olhão no Edifício do Compromisso Marítimo, onde decorreu também uma Exposição sobre a Arte do Mosaico.
A ilha italiana da Sicília, bela região do sul de Itália, é conhecida pelo seu rico património culinário.
A Caponata é um prato típico da culinária desta região. É um prato vegetariano que se destaca pelo seu sabor agridoce. Combina uma base de beringela com outros legumes, como o tomate, a cebola, o aipo, as azeitonas e as alcaparras, e com um molho muito especial à base de vinagre e açúcar. Pode ainda levar pinhões, aipo e, principalmente em Palermo, peixe ou mariscos. É por vezes considerada uma variante italiana da ratatouille francesa.
A versão maltesa desta iguaria, "kapunata", leva também pimento e é servida para acompanhar pratos de peixe, ou como um prato leve, quente ou frio.
A etimologia do nome não é totalmente conhecida. Alguns sugerem que deriva da língua Catalã, outros que vem do caupone, os bares dos marinheiros. Há quem refira que no passado o prato siciliano era similar à capponataGenovesa.
Em suma, a Caponata é o exemplo perfeito da diversidade de ingredientes e sabores que caracterizam a cozinha mediterrânica. E também é muito fácil de fazer, como pode verificar através da receita abaixo.
Ingredientes:
Para a base vegetal:
2 beringelas de tamanho médio.
2 tomates maduros (ou polpa de tomate)
1 cebola grande
2 talos de aipo
1/2 chávena de azeitonas verdes
2 colheres de sopa de alcaparras
Azeite virgem extra
Sal e pimenta a gosto
Para o molho agridoce:
3 colheres de sopa de vinagre de vinho tinto
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de sultanas
1 colher de sopa de pinhões
Folhas de manjericão fresco para guarnecer
Preparação:
Lave bem os legumes. Corte as beringelas em cubos médios. Adicione uma pitada de sal e deixe-as repousar durante cerca de 30 minutos para libertarem o sabor amargo. Entretanto, descasque os tomates, corte a cebola e o aipo em pedaços pequenos e descaroce as azeitonas. De seguida, escorra e seque as beringelas com papel de cozinha — é importante que seja um papel absorvente! Numa frigideira grande, aqueça bastante o azeite virgem extra em lume médio. Refogue a cebola e o aipo e cozinhe em lume médio baixo até ficarem tenros. Em seguida, adicione os pedaços de beringela. Cozinhe até começarem a alourar.
Por fim, acrescente os tomates, as azeitonas e as alcaparras. Se necessário, adicione mais uma colher de sopa de azeite. Cozinhe durante cerca de 15 minutos, ou até os tomates ficarem macios. Para fazer o molho agridoce, numa tigela pequena misture o vinagre e o açúcar, até o açúcar estar completamente dissolvido. Depois, junte as sultanas e os pinhões à mistura e já está! Deite a mistura de molho agridoce sobre os legumes que cozinhou na frigideira. Salteie durante alguns minutos em lume brando, até ter a certeza de que todos os sabores se misturaram e que o molho tem uma consistência mais espessa. Quando estiver pronta, pode servir a caponata num prato grande e decorar com folhas de manjericão fresco!
A caponata sicilianapode ser consumida quente, morna ou fria, e permite muitas combinações diferentes, razão pela qual é uma receita original de antepasto (antipasti).
Experimente - a, como aperitivo, com um bom pedaço de pão torrado untado com um fio de azeite virgem extra, ou como guarnição de todo o tipo de carnes. Pode também misturá-la com massa fresca e adicionar - lhe um toque de parmesão.
Obra-prima "del grande maestro" italiano Luchino Visconti, foi Palma de Ouro no Festival de Cannes.
Sinopse:
O filme retrata a Sicília de 1860. Em 1860, Garibaldi inicia o movimento de unificação de Itália. D. Fabrizio (Burt Lancaster) é um aristocrata que assiste à diminuição do seu poder e à sua corrupção moral, tenta manter o anterior modo de vida, apesar dos tempos de mudança. Para D. Fabrizio a ascensão da burguesia é uma ameaça.
Mas numa manobra astuta, o aristocrata combina o casamento do seu sobrinho Tancredo (Alain Delon) com Angélica (Claudia Cardinale), filha de um rico e influente administrador de propriedades Calogero Sedara (Paolo Stoppa). Fiel aos seus valores, D. Fabrizio consegue assim manter acesa a chama do antigo regime.
E agora veja um vídeo sobre esta obra-prima do cinema.
Xian uma das cidades mais importantes da China, é a capital da província de Xianxim. Foi a capital da China ao longo de várias dinastias: Qin (255 a 206 a.C.), Han (202 a.C. a 25 d.C.) e Tang (618 a 907).
É preciso não esquecer que Xian marcou o início da histórica Rota da Seda, passado que está visível no popular museu de história de Shaanxi.
Situa-se no vale do rio Wei e é o limite oriental da Rota da Seda (que ligava o Oriente ao Ocidente), tendo sido durante a dinastiaTang que atingiu o seu apogeu. Face à sua posição, converteu-se numa metrópole que atraiu mercadores de diversas religiões, transformando-se num "melting pot" de cristãos, muçulmanos, zoroastristas e budistas.
Xian é também conhecida como o lugar do Exército de terracota, construído durante a dinastia Qin. A cidade tem mais de 3100 anos de história e era designada como Chang'an até à dinastia Ming (1368 a 1644). Como antiga capital do país, a cidade atrai viajantes, todos os anos, para admirar as principais atracções arqueológicas, tendo-se tornado, por isso, um importante destino turístico da China, depois de Pequim.
Se for até Xian não deixe de visitar: O Exército dos Guerreiros de Terracota; O Museu de história de Shaanxi ou de Xian; A Torre do Tambor e Torre Sineira (dois monumentos históricos situados no centro de Xi'an); A Muralha da cidade de Xian (muito bem preservada); A rua e o Bairro Islâmico (Beiyuanmen); O Pagode do Grande Ganso Selvagem (marco budista da cidade da dinastia Tang); O Pagode do Pequeno Ganso Selvagem (templo budista).
Outros lugares para visitar em Xian: O Mercado de caligrafia (na rua Shu Yuan Men); O Mausoléu de Yangling; O Monte Huashan; O Palácio de Huaqing;
O Museu Qianling; O Túmulo de Yangguifei; O Mausoléu de Zhaoling; A Grande Mesquita.
Desde a década de 1990, devido ao crescimento da economia no interior da China, a cidade de Xian re-emergiu como potência cultural, industrial e educacional na região centro-noroeste, com vários recursos voltados para a pesquisa, o desenvolvimento, a segurança nacional e o programa chinês de exploração espacial.
Assim, enquanto em 2005 Xian tinha 8,07 milhões de habitantes, sendo 51,66% homens e 48,34% mulheres, hoje tem cerca de 13 milhões de habitantes.
A Ganha-Pão (2017) é um filme que foi nomeado para um Óscar na categoria de Melhor Filme de Animação. A realização esteve a cargo de Nora Twomey e o roteiro de Anita Doron.
O elenco conta com a participação de Saara Chaudry, Soma Bhatia e Ali Kazmi.
A Ganha-Pão resulta da adaptação do romance "The Breadwinner" da ativista canadiana Deborah Ellis.
Sinopse: Parvana (Saara Chaudry) é uma corajosa menina afegã de 11 anos que vive num Afeganistão governado pelas forças Talibã em 2001. Quando o pai (Nurullah) é preso de maneira injusta, ela vê a sua vida mudar completamente. Tem de se disfarçar de menino para trabalhar e garantir o sustento de sua família (a mãe, Fattema, e a irmã, Soraya).
O nó de remate ou ligadura, é um nó básico do Macramé, geralmente utilizado nos suportes para plantas ou para peças que tenham um determinado peso, devido à resistência e segurança do próprio nó.
Este tipo de nó tem muitos nomes: de fechamento, de ligadura, fogaça, embrulho, de remate, de montagem, inicial, escondido ou nó invisível.
É considerado como o primeiro nó básico do Macramé e será com este nó que se inicia qualquer projeto neste tipo de arte decorativa.
Para realizar o nó de ligadura tem de se ter sempre uma base, que poderá ser uma argola de madeira, um tronco de madeira tratado, um varão, um cabide de roupa ou mesmo um pau de canela.
Em primeiro lugar, as pontas do fio têm que estar de igual tamanho, formando na outra extremidade do fio, o laço.
Se quiser aprender mais este nó do Macramé não deixe de assistir ao vídeo abaixo.
Paula de Moura Pinheiro (1964) é uma jornalista, apresentadora de televisão, radialista e realizadora portuguesa.
O Visita Guiada é um programa de televisão e de rádio sobre peças da história da arte e da cultura portuguesas, cuja autoria e apresentação é desta jornalista.
Proponho-lhe que assista hoje ao programa sobre as Levadas da Ilha da Madeira, Visita Guiada - 11ª temporada - 9º episódio, RTP2, 10 de Maio de 2021