O argumento baseia-se na biografia vencedora do Prémio Pulitzer, Jackson Pollock: An American Saga, escrita por Steven Naifeh e Gregory White Smith. Jackson Pollock foi um pintor norte-americano e referência no movimento do expressionismo abstrato. Tornou-se conhecido pelo seu estilo único de pintura por gotejamento.
O principal e mais aclamado filme sobre o pintor é Pollock, uma cinebiografia dramática que retrata a vida e a carreira do ícone do expressionismo abstrato norte-americano. O filme foi realizado, produzido e protagonizado por Ed Harris, que passou cerca de 10 anos a preparar-se para o papel.
Marcia Gay Harden venceu o Óscar de Melhor Atriz Secundária (2001) pela sua performance, enquanto Ed Harris foi nomeado para Melhor Ator.
Sinopse:
"Pollock" retrata os últimos 15 anos da vida do pintor norte-americano Jackson Pollock — o anonimato (com dificuldades financeiras), o tormento para alcançar uma genialidade reconhecida, a falta de dinheiro, a consagração (através da sua revolucionária técnica de "gotejamento" - drip painting) e, no fim, a decadência. O filme mostra um Pollock perturbado, à mercê de um estado de espírito que depressa muda da euforia para a mais profunda depressão. Também aborda as suas lutas intensas contra o alcoolismo, transtornos mentais e o casamento tumultuoso com a também pintora Lee Krasner.
"Pollock" retrata os últimos 15 anos da vida do pintor norte-americano Jackson Pollock — o anonimato (com dificuldades financeiras), o tormento para alcançar uma genialidade reconhecida, a falta de dinheiro, a consagração (através da sua revolucionária técnica de "gotejamento" - drip painting) e, no fim, a decadência. O filme mostra um Pollock perturbado, à mercê de um estado de espírito que depressa muda da euforia para a mais profunda depressão. Também aborda as suas lutas intensas contra o alcoolismo, transtornos mentais e o casamento tumultuoso com a também pintora Lee Krasner.
Para além do retrato psicológico, a história realça a forte oposição que este expressionista abstracto encontrou numa altura em que o mundo artístico norte-americano bebia do surrealismo de Picasso, sem disponibilidade para aturar o (mau) génio que foi Jackson Pollock.
Destaque para a interpretação de Marcia Gay Harden, uma atriz secundária que quase salta para primeiro plano sem, contudo, ofuscar a interpretação de Harris.
