Oiça a música Amor de Carnaval(Decisão) do brasileiro Gilberto Gil.
Eu não quero mais chorar
Por causa de um amor qualquer
Minha dor tem que acabar
No carnaval, se deus quiser
Faz um ano deste amor
Esperei até cansar
Carnaval me trouxe a dor
Carnaval tem que levar
Os Caretos de Podence ou de Lazarimsão alguns dos exemplos das comemorações do Entrudo nas áreas rurais do nosso país. É o chamado Entrudo Chocalheiro.
A origem desta tradição perde-se no tempo, sendo partilhada por outros locais em Trás-os-Montes e na Serra da Lousã .
Ó entrudo Ó entrudo
Ó entrudo chocalheiro
Que não deixas assentar
as mocinhas ao soalheiro
Eu quero ir para o monte
Eu quero ir para o monte
Que no monte é qu'eu estou bem
Que no monte é qu'eu estou bem
Eu quero ir para o monte
Eu quero ir para o monte
Onde não veja ninguém
Que no monte é qu'eu estou bem
Estas casa são caiadas
Estas casa são caiadas
Quem seria a caiadeira
Quem seria a caiadeira
Foi o noivo mais a noiva
Foi o noivo mais a noiva
Com um ramo de laranjeira
Quem seria a caiadeira Malpica, Beira-baixa(Moda Popular) - José Afonso
Nas áreas urbanas, nomeadamente na cidade de Lisboa, no passado, os cortejos ou corsos, constituídos por carros ornamentados, percorriam as principais artérias da Baixa – Avenida da Liberdade, Rossio, Chiado – seguidos pelos foliões e por figuras populares como: a "velha de capote e lenço" – sátira à moda do século XIX - o "janota”, o "galego" e o "Xé-Xé" que foi uma das principais personagens do Carnaval até cerca de 1910. Chamavam-lhe também Salsa, Peralta ou Pisa-flores. Era uma caricatura da Lisboa (Miguelista) do século XVIII.
O Xé-Xé usava uma casaca colorida com punhos de renda, sapatos de fivela, cabeleira de estopa, um enorme bicorne, luneta de vidro e bastão ornado de um chavelho. Empunhava um facalhão de madeira e papel prateado com o qual ia ameaçando: "Arreda.que te espeto" Os bailes de máscaras, os assaltos e os corsos, eram espectáculos reservados à burguesia, que se adornava para passear na Avenida da Liberdade e subir o Chiado, em caleche ou em carro alegórico, decorados de forma vistosa e imaginativa.
Estes dois tipos de Carnaval mantiveram-se em Portugal até aos dias de hoje, embora se tenham adaptado aos tempos modernos e sofrido influências de outros países, nomeadamente do Brasil.
Foram os portugueses que levaram o Carnaval para o Brasil (e para outros países lusófonos) e hoje somos nós que vamos buscar a este país, algumas ideias para o nosso Carnaval.
(...) Quando se aproxima um tão longo período de mortificação, como a Quaresma, toda a gente procura, nos derradeiros dias, alegrar o espírito com divertimentos vários.
Os bailes e as reuniões são então frequentes entre as famílias, principalmente nos últimos três dias, que constituem o verdadeiro Carnaval. A maneira, porém, como ele se celebra ao ar livre é para surpreender os estranhos. Lançar água pelas janelas tinha eu já visto muitas vezes, mas nunca imaginei que houvesse uma época no ano em que se empregasse tanta diligência e boa vontade para, de propósito, molhar a gente que passa. A mim mesmo e a um outro estrangeiro, no dia da Candelária (2 de fevereiro), não houve casa donde não nos atirassem água.
Em vão fugíamos para o meio da rua; ficávamos igualmente expostos, porque se empregam seringas para essa desagradável operação.
Não éramos nós, porém, as únicas vítimas. Todas as pessoas bem vestidas são tratadas da mesma maneira...pelas damas. Algumas atiram pós, ervilhas, tremoços, cascas de laranjas e de limões sobre os cavalheiros que passam.
As pessoas mal trajadas, esas ficam por conta do rapazio das ruas, que se incumbe de os salpicar de lama e de lhes enfarruscar a cara com sarranho ou fuligem. Muitos garotos trazem cordas que enlaçam as pernas da gente fazendo-a cair. Das esguichadelas de água nem as tropas da guarnição são poupadas; a maior porção porém é consagrada aos oficiais e aos músicos dos regimentos. (...) A populaça amarra os cães e prende-lhes caçarolas velhas, panelas, funis, mil coisas, enfim.
Festejos de Carnaval, Rua Garrett. Vê-se a carruagem com a rainha D. Amélia, 189..,
Os pobres animais, que fogem angustiados com todas essas quinquilharias a enrodilharem-se-lhes nas pernas, arrastando-os e açulando-os, passam entre a vozearia e as pedradas da multidão, que mais aumentam o seu terror e desespero.
Às noites, foguetes e buscapés fuzilam no ar, enxameando entre as seges e os peões.
Quando aparece algum infeliz levando , sem o saber, qualquer farrapo ou tira de papel que, sub-repticiamente, lhe colaram nas costas, rompem gritos e palmas de todos os lados: "Rabo leva! Rabo leva!". Das seringadelas nem mesmo a gente se livra à janela de casa, porque os que moram nos andares mais altos esguicham os que estão por baixo, e estes repelem o ataque pelo mesmo processo. Toda esta brincadeira é uma espécie de galantaria, contra a qual não deve insurgir-se quem não quiser ser tido na conta de estrangeiro ordinário e grosseirão. Por este motivo, as vítimas costumam tirar o chapéu e cumprimentar as senhoras que mais copiosamente os encharcaram. Nesses dias há um tal excesso de serviço para os aguadeiros, que não há momento em que se não vejam, rua abaixo, rua acima, na faina incruenta de encher as talhas, sempre vazias, dos fregueses.
Os guardas da polícia são as únicas pessoas que nesta ocasião não admitem brincadeiras.(...)
Na quarta-feira que antecede o domingo de Laetare , por volta das onze horas da noite, saem procissões organizadas por particulares, em que o espiritual não tem nada que ver.
Em sinal de regozijo por verem passada metade da Quaresma, percorrem as ruas com uma figura representando uma velha zarolha, muito velha e condenada a perder o único olho que lhe resta. Essas procissões, que se realizam à luz de archotes, são mais ou menos sumptuosas.
Tomam parte nela peões e cavaleiros. Vi-a passar de uma das minhas janelas e não posso negar que apresentava, à luz dos archotes, um aspecto muito belo e imponente. (...)
Deus me abandonou
no meio da orgia
entre uma baiana e uma egípcia.
Estou perdido.
Sem olhos, sem boca
sem dimensão.
As fitas, as cores, os barulhos
passam por mim de raspão.
Pobre poesia.
O pandeiro bate
É dentro do peito
mas ninguém percebe.
Estou lívido, gago.
Eternas namoradas
riem para mim demonstrando os corpos,
os dentes.
Impossível perdoá-las,
sequer esquecê-las.
Deus me abandonou
no meio do rio.
Estou me afogando
peixes sulfúreos
ondas de éter
curvas curvas curvas
bandeiras de préstitos
pneus silenciosos
grandes abraços largos espaços
eternamente. Carlos Drummond de Andrade - Brejo das Almas, 1934
Ovar é uma cidade portuguesa, situada no distrito de Aveiro, região Centro, com cerca de 29 765 habitantes.
O nome desta cidade - Ovar- é um tanto ou quanto invulgar (não existe outra povoação com o mesmo nome quer em Portugal quer em qualquer outro país). A explicação mais popular e citada é a de que este nome deriva do verbo "ovar", devido à enorme quantidade de aves que desovavam e criavam na região.
Os habitantes ou naturais de Ovar são denominados Ovarenses ou Vareiros. A designação de vareiros ou varinos é atribuída a todos os indivíduos da beira-mar entre Aveiro e o Porto.
Ovar é chamada de "Capital do Carnaval" porque aqui se realiza o mais afamado Carnaval do país, reconhecido a nível internacional.
Organizado desde 1952, o Carnaval Vareiro atrai anualmente milhares de visitantes durante sensivelmente um mês, durante o qual se multiplicam os bailes, as brincadeiras, as iniciativas culturais e os grandes Corsos Carnavalescos compostos por mais de 2000 figurantes. Em Ovar o Carnaval começou já no dia 20 de janeiro e prolonga-se até ao dia 13 de Fevereiro. Durante cerca de um mês, multiplica-se a loucura e as iniciativas que culminam no Desfile de mais de 2000 foliões distribuídos por Grupos e Escolas de Samba.
Em Ovar, contudo, o início das tradições carnavalescas datam do século XIX, quando as primeiras menções ao mesmo aparecem em 1887, num jornal local.
Estas festividades terão sido muito populares no século XIX e consistiam em várias partidas que eram pregadas à população, onde se destacavam jogos populares, jactos de água, produtos malcheirosos, testamentos de galos, etc.
Mas este Carnaval terá atravessado uma crise tão forte que quase desapareceu, até que, já no século XX, surgiram os Bailes de Carnaval.
Nos loucos anos 20 e 30 e, tal como em outras cidades europeias, o Carnaval começou a ser comemorado nos salões nobres (como o Orfeão e o Progresso), onde a elite ovarense e da região se reunia para bailes de máscaras. Os bailes começaram a atrair cada vez mais população e os salões deixaram de ser suficientes para reunir todos os interessados, pelo que o Carnaval voltaria às ruas da cidade depois do final da II Guerra Mundial. É desta altura que surge a inspiração dos "Grupos de Baile", que mais tarde dariam origem aos "Grupos de Passerelle". A vitória das potências ocidentais na guerra criou um novo ambiente de animação e, nos anos que se seguiram, o Carnaval encheu os bairros da cidade de Ovar.
Cada bairro organizava pequenos grupos, que foram crescendo, e que animavam as ruas da cidade durante um desfile alegórico. Cada bairro promovia um camião decorado, acompanhado pela população fantasiada a preceito.
As bandas de música alegravam o resto das festividades. Os bairros competiam entre si para terem as melhores fantasias e a mais bela decoração dos seus "carros alegóricos". Esta competição faria elevar o glamour das festividades à medida que os anos iam passando. As festas populares de cada bairro ganharam tanto protagonismo que o Município decidiu que estava na hora de fazer dele uma atracção regional e nacional.
O Carnaval de Ovar - uma festa do povo para o povo - evoluiu tal como pode comprovar no vídeo abaixo.
Oiça a música Boomerang Blues que faz parte do álbum póstumo Presente (2003) do cantor brasileiro Renato Russo.
Tudo o que você faz
Um dia volta pra você
Tudo o que você faz
Um dia volta pra você
E se você fizer o mal
Com o mal mais tarde você vai ter de viver
Não me entregue o seu ódio
Sua crise existencial
Preliminares não me atingem
O que interessa é o final
E não me venha com problemas
Sinta sozinho o seu mal
Por que tentar tentei demais
E você só me usou
Eu tentava ajudar
E você só me queimou
Mas é errando que se aprende
Minha boa vontade se esgotou
Os aborígenes na Austrália
Com o boomerang vão caçar O boomerang vai e volta
E só fica quando consegue acertar
E eu sou como um boomerang
Quando eu acerto é pra matar
Como um boomerang tudo vai voltar
E a ferida que você me fez é em você que vai sangrar
Eu tenho cicatrizes
Mas eu não me importo não
Melhor do que a sua ferida aberta
E o sangue ruim do seu coração
Eu só não entendo como fui cair
Dentro da sua teia e não tentei fugir
Me sinto mal lembrando o que aconteceu
Você tentou roubar
Mas o boomerang agora é meu
A velocidade dos tempos atuais é impressionante e a perspectiva é que a velocidade das mudanças continue acelerada.
A Quarta Revolução Industrialtem grande impacto e implica mudanças nos sistemas de produção e consumo, amplo uso de inteligência artificial, e o desenvolvimento de energias verdes.
Uma economia com forte presença de tecnologias digitais, mobilidade e conectividade entre pessoas.
Recuando no tempo, a primeira revolução industrial aconteceu no século XVIII com a máquina a vapor na Inglaterra.
A segunda teve a ver com o emprego da energia elétrica na produção em massa e com o desenvolvimento dos transportes terrestres (automóvel). A terceira revolução começou no século passado com a chegada da informática e o seu impacto nas relações comerciais.
Ainda nem acabamos de viver a 3ª revolução e já se fala na 4ª.
A 4ª revolução (a atual) é considerada como o aperfeiçoamento da terceira permitindo a conexão em tempo real proporcionada pelo uso da internet.
A quarta revolução industrial será fruto da convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas promovendo sistemas ciberfisicos capazes de tomar decisões e de cooperar com humanos.
As empresas vivem o desafio do "darwinismo tecnológico", onde quem não se adaptar, não sobreviverá.
A quarta revolução industrial resulta, então, da convergência de tecnologias digitais, físicas, biológicas e da inteligência artificial. Este processo está a acontecer a alta velocidade aos olhos da história. E, segundo os entusiastas da quarta revolução, o efeito poderá ter ainda mais impacto do aquele que foi gerado pela terceira revolução.
Quem viver verá, segundo dizem.
O dia desde o início me pedia
do corpo e da alma física: a matéria
imortalmente morta enquanto viva
talvez fosse o que me fazia crer
no desconcerto incrível dos meus dias
e um deles viria
fundar a profissão desconhecida:
o que fiz foi apenas aprender
a língua rude que ninguém ensina
a quem escuta nem mesmo sempre entende
ou só entende como dia visto
ao sol negro dos seus próprios sentidos. Gastão Cruz - JL - Nº 1235 - de 31/01/18 a 13/2/18
Os músicos de rua são uma preciosidade em cada país. Alegram as ruas com os seus dotes musicais e as suas vozes.
Oiça alguns músicos de rua em algumas partes do mundo e o grupo Los Lobos, a interpretar a música La Bamba. Los Lobos é uma banda de rock, formada na Califórnia, em 1973. A sua música é altamente influenciada pela música country, folk, R&B e músicas tradicionais mexicanas e espanholas.
Ganharam fama internacional quando gravaram uma versão da canção La Bamba, para o filme de mesmo nome sobre o cantor Ritchie Valens.
Os Pássaros de Banguecoque é um livro do escritor espanhol Manuel Vázquez Montálban.
Manuel Vásquez Montalbán é não só um dos melhores escritores policiais espanhóis mas também é, reconhecidamente, um dos maiores escritores actuais de Espanha. Sinopse:
Pepe Carvalho viaja para Banguecoque com o pretexto de atender ao pedido de socorro de Teresa Marsé, uma velha amiga com uma forte inclinação para coleccionar amantes e situações duvidosas. Mas, na verdade, o detective foge do seu quotidiano, em que a realidade lhe é insuficiente e o leva a perseguir fantasmas...
Mais do que viagens, "Os Pássaros de Banguecoque" é um romance de viagens de ida e volta, que, entre outras leituras possíveis, oferece uma versão directa dos cenários de Conrad, Somerset Maugham ou Graham Greene, radicalmente modificados num tempo em que a aventura era quase impossível...
A maioria pensa com a sensibilidade, eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar. Fernando Pessoa - Livro do Desassossego
"Eu não acredito em caridade. Eu acredito em solidariedade. Caridade é tão vertical: vai de cima para baixo. Solidariedade é horizontal: respeita a outra pessoa e aprende com o outro. A maioria de nós tem muito que aprender com as outras pessoas." Eduardo Galeano
Na madrugada de 31 de janeiro, verificou-se um dos fenómenos astronómicos mais raros de que temos registo a partir da Terra: a Super Lua Azul de Sangue. Estes três eventos lunares já não aconteciam desde há 150 anos. A última vez em que o céu nos mostrou um fenómeno destes foi em 1866 e a próxima vez será em 31 de janeiro de 2037.
Este fenómeno foi mais visível no hemisfério norte e veio acompanhado, também, por um eclipse lunar (o eclipse, no entanto, não foi visível em todo o planeta).
O que é a Super Lua?
A Super Lua acontece, quando a Lua está no ponto mais próximo da Terra (perigeu) no percurso de translação em redor do nosso planeta.
Super Lua em Roma
A Super Lua ocorre quando o momento de maior aproximação é, além disso, o momento em que há Lua cheia. O tamanho da lua estará de 10% a 15% superior ao habitual e será 30% mais brilhante
O que é a Lua Azul
Considera-se que uma Lua cheia é uma Lua Azul quando duas luas cheias acontecem no mesmo mês. A primeira Lua Cheia de janeiro ocorreu logo no dia 1 às 22 horas e a segunda chegou na tarde de terça-feira quando eram, precisamente, 14 horas, 27 minutos e 46 segundos. O facto de haver duas luas cheias no mesmo mês é relativamente incomum e por isso o fenómeno foi batizado de Lua Azul.
O que é a Lua de Sangue?
O último fenómeno astronómico deste 31 de janeiro foi a Lua de Sangue. Durante o decorrer do eclipse, a atmosfera da Terra filtrou a luz azul e verde dos raios solares, mas deixou passar a luz vermelha. Por isso, a Lua ficou tingida pelo reflexo do brilho avermelhado que lhe chegou procedente da nossa atmosfera. Portanto, esta Lua de Sangue só foi visível apenas nas partes do planeta onde o eclipse pode ser visto.
O eclipse não podeser visto na América do Sul, na África e na Europa Ocidental (Portugal esteve portanto excluído), mas foi visível na América do Norte durante a madrugada de 31 de janeiro. Na Ásia, Austrália, Nova Zelândia e leste da Rússia será possível ver o eclipse lunar total.
O que é um Eclipse lunar?
Este fenómeno acontece quando a Terra, o Sol e a Lua estão alinhados, resultando num eclipse lunar total. A Lua cheia coincide com o momento em que a Lua entra na sombra da Terra, produzindo assim um eclipse.
Larápio segundo o dicionário é um substantivo masculino que significa: ladrão; indivíduo que rouba, que realiza furtos.
Gatuno; quem tem o hábito de se apropriar do que não lhe pertence.
Etimologia (origem da palavra larápio): De origem obscura.
Agora veja, aqui ao lado, uma hipótese explicativa da etimologia desta palavra.
O Jogo da Imitação é um filme de suspense histórico lançado em 2014.
O filme é uma biografia cinematográfica do criptoanalista britânico Alan Turing.
Turing, interpretado por Benedict Cumberbatch, liderou um grupo da inteligência britânica com o objetivo de decifrar os códigos da máquina Enigma usada pela Alemanha Nazi durante a Segunda Guerra Mundial. Este facto ajudou a salvar milhões de vidas.
Apesar de todo o reconhecimento, a carreira de Turing terminou abruptamente em 1952, depois de ter sido processado por atentado ao pudor, acusação que culminou numa condenação por homossexualidade, à época ilegal no Reino Unido. O Jogo da Imitação recebeu a indicação para muitos prémios, tendo vencido o Óscar de Melhor Roteiro Adaptado. Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico cria uma equipa que tem como objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usavam para enviar mensagens aos submarinos. Um dos integrantes desta equipa é Alan Turing, um matemático de 27 anos, muito lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta.
O criptoanalista, matemático e filósofo britânico Alan Mathison Turing (1912-1954) é hoje considerado um dos percursores da computação moderna.
Não demora muito para que Turing, apesar da sua intransigência, lidere a equipa. O seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma a que os ingleses conheçam as ordens enviadas pelos almães antes de elas serem executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipa e tem Joan Clarke (Keira Knightley) como a sua grande incentivadora.
Assista, agora, ao Trailer Oficial Legendado (2015) de O Jogo da Imitação.
Veja o vídeo abaixo que alerta para a utilização abusiva dos telemóveis e para a mania das selfies.
Esta é uma excelente campanha de prevenção rodoviária. Já todos estamos fartos de ver pessoas que se comportam desta maneira quer seja com acontecimentos banais do quotidiano quer seja com acidentes.
Uma verdadeira crítica à nossa sociedade voyeurista e narcisista.
Aqui está o spot na íntegra, a partilhar sem moderação.
Oiça Curió do Bico Doce um Carimbó do compositor brasileiro Gonzaga Blantez, na versão de David Santos .
Curió do bico doce, passarinho quem te trouxe pra chamar meu carimbó
Foi Verequete, Verê
Foi Verequete, Verê
Foi Verequete, foi Lucindo e Cupijó.
Curió do bico doce, passarinho quem te trouxe pra chamar meu carimbó
Foi Verequete, Verê
Foi Verequete, Verê
Foi Verequete, foi Lucindo e Cupijó.
Na sombra do cajueiro
Lá no fundo do quintal
A moça que roda a saia é mimo de Marambaia na roda de carimbó
Na sombra do cajueiro
Lá no fundo do quintal A moça que roda a saia é mimo de Marambaia na roda de carimbó
Curió do bico doce, passarinho quem te trouxe
Pra chamar meu carimbó
Curió do bico doce, passarinho quem te trouxe
Pra chamar meu carimbó
Curió do bico doce, passarinho quem te trouxe
Pra chamar meu carimbó
Curió do bico doce, passarinho quem te trouxe
Pra chamar meu carimbo.
Gatos (Kedi), é um documentário (2016) da realizadora turca Ceyda Torun. Este documentário é uma espécie de carta de amor aos gatos e à cidade de Istambul. Istambul, a antiga Bizâncio e Constantinopla, é a maior cidade da Turquia, a quarta maior do mundo, rivalizando com Londres como a mais populosa da Europa, com 13 120 596 habitantes na sua área metropolitana (2010). A grande maioria da população é muçulmana, mas também há um grande número de laicos e uma ínfima minoria de cristãos e judeus.
Foi a capital do Império Romano do Oriente e do Império Otomano até 1923, cujo governante máximo, o sultão, foi durante séculos reconhecido como califa, o chefe supremo de todos os muçulmanos, o que fazia da cidade uma das mais importantes de todo o Islão. Sinopse: Depois de uma pesquisa intensa, que começou com a recolha de 35 histórias de gatos vadios, a realizadora turca acabou por filmar apenas as de sete desses gatos. Seguiu-os por ruelas, barcos, cafés, becos, mercados ou casas de portas abertas, sempre em absoluta de liberdade.
Cada um destes felinos foi batizado com um nome: Sari, Bengü, Psikopat, Deniz, Aslan Parçasi, Duman e Gamsiz.
É um documentário mágico que nos conduz numa viagem pelas ruas de Istambul juntamente com estes seus habitantes de quatro patas que têm personalidades distintas.
Gatos (Kedi) tornou-se um verdadeiro fenómeno mundial, tanto junto do público como da crítica, que não ficou indiferente ao charme destes animais e da cidade de Istambul.
Não deixe, por isso, de ver o trailer oficial (em baixo) deste documentário.
Ora veja!
Conhece a Islândia?
Não? Então fique a conhecer o país do fogo e do gelo, através deste post e da apresentação abaixo.
A Islândia é um país nórdico, insular, situado no Atlântico Norte. O seu território abrange a ilha homónima e algumas pequenas ilhas, localizadas entre a Europa continental e a Gronelândia.
O país conta com uma população de quase 320 mil habitantes numa área de cerca de 103 mil Km2. A capital e maior cidade do país é Reiquejavique, cuja área metropolitana abriga cerca de dois terços da população nacional.
Devido à sua localização na dorsal mesoatlântica, a Islândia tem uma grande atividade vulcânica e um importante gradiente geotérmico, o que afeta muito a sua paisagem.
O interior é constituído principalmente por um planalto constituído por campos de areia, montanhas e glaciares. Aquecida pela corrente do Golfo, a Islândia tem um clima temperado tendo em conta a sua latitude, facto que lhe proporciona um ambiente habitável. Até ao século XX, a população islandesa era fortemente dependente da pesca e da agricultura e o território do país era, entre 1262 e 1918, parte das monarquias norueguesa e, mais tarde, dinamarquesa. No século XX, a economia e o sistema de proteção social da Islândia desenvolveram-se rapidamente e, nas últimas décadas, o país tem implementado o livre comércio no Espaço Económico Europeu, acabando com a dependência da pesca e investindo em novos domínios económicos no setor de serviços, finanças e de vários tipos de indústrias.
A Islândia é um país desenvolvido e tecnologicamente avançado cuja cultura se baseia no património cultural das nações nórdicas.
A herança cultural do país inclui a cozinha tradicional islandesa, a poesia e as sagas islandesas medievais. Nos últimos anos, a Islândia tornou-se uma das nações mais ricas e desenvolvidas do mundo, tendo sido classificada pela Organização das Nações Unidas como o terceiro país mais desenvolvido do mundo. Em 2008, contudo, o sistema bancário do país falhou, causando contração económica significativa, o que fez com que o país perdesse várias posições na lista dos países com maior PIB per capita.
Como pode ver a seguir, a Islândia é um belo paraíso vulcânico.
O gato é um mamífero carnívoro da família dos felídeos, muito popular como animal de estimação.
É um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos. Evidências genéticas assinalam que os gatos domésticos atuais, partilham uma procedência direta com os gatos selvagens do Médio Oriente.
Os gatos vivem entre quinze e vinte anos e têm uma personalidade independente e brincalhona. O gato tornou-se, por isso, um animal de companhia em diversos lares ao redor do mundo, para pessoas dos mais variados estilos de vida. Na cultura humana, é uma figura da mitologia ou pode estar associado às mais diversas superstições. É, também um animal que aparece como personagem em diferentes desenhos animados, tiras de jornais, filmes e contos de fadas. Entre as suas mais conhecidas representações, estão os gatos: Tom, Gato Félix, Gato das Botas e Garfield.
São bichos deliciosos ternurentes que nos podm proporcionar uns minutos de descontração e divertimento.
Ora veja!
Abu Dabi ou Abu Dhabi é a capital dos Emirados Árabes Unidos e também o maior de todos os Emirados. Tem uma área de 67 340 Km2, equivalente a 86,7% da área total do país, excluindo as ilhas.
O emirado tem um litoral que se estende por mais de 400 Km e é dividido, por razões administrativas, em três regiões principais. A primeira região cerca a cidade de Abu Dhabi, que é a capital do emirado e a capital federal. Aí se encontram os edifícios parlamentares, a maioria dos ministérios federais e instituições, embaixadas estrangeiras, instalações de radiodifusão estatais e a maioria das companhias de petróleo assim como a Universidade Zayed eas Faculdades de Alta Tecnologia. Nesta região também se localizam as instalações das principais infraestruturas como Mina (Porto) Zayed e o Aeroporto Internacional de Abu Dhabi.
A cidade também tem extensos espaços culturais e de desporto. O Abu Dhabi Corniche foi maravilhosamente criado para oferecer muitos kms de passeios seguros ao longo da beira-mar. A cidade tem uma arquitetura fascinante, tendo preservado edifícios antigos, como pequenas mesquitas, que se situam confortavelmente na sombra de arranha-céus modernos e futurísticos. Abu Dhabi, cresceu muito nos últimos anos, devido ao petróleo. Sedia, desde 2009, uma das etapas do Campeonato Mundial de F1. Sugiro-lhe agora, que conheça o estacionamento do Aeroporto de Abu Dhabi 1 (vídeo abaixo). Tem que ter presente que este aeroporto é um dos aeroportos com mais rápido crescimento no mundo em termos de passageiros (34% : 2008), novas Linhas aéreas, e desenvolvimento das infra-estruturas (dispõe de três terminais e uma capacidade superior a 12 milhões de passageiros por ano).
O Aeroporto Internacional de Abu Dhabi é o segundo maior nos Emirados Árabes Unidos, parece-se com um barco à vela e está localizado entre Abu Dhabi e Dubai adaptando-se perfeitamente à atmosfera destas cidades luxuosas.
Ora veja. Não perca esta oportunidade.
Assista a mais um episódio da série televisiva Património Mundial em Portugal acerca do Mosteiro da Batalha & Évora
A série documental "Património Mundial" reúne 14 filmes, de cerca de 25 minutos cada, sobre edifícios e paisagens portugueses classificados pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade. Das vinhas da Ilha do Pico, nos Açores, ao Mosteiro da Batalha, passando, claro, pelos Jerónimos e pelo centro histórico de Guimarães, esta série cobre parte do que de melhor existe em Portugal em património histórico construído e em paisagem natural.