1
Dominical a rua
e branco de silêncio
Agosto varre o sol
e papéis velhos das
soleiras carcomidas
por beirais de sombra.
2
Não nada
e que fica
só mentira
alheia.
Não há nos defenda:
perfídia
alheia.
Que resta
e o durar mais
só como queira
maldade alheia.
3
Um vento que ouço de árvores:
nenhuma voz humana.
Ninguém me ouve ninguém:
um vento que ouço de árvores.
4
Do alto da ponte
encostas de cidade
e prata rio e mar.
5
Rapazes conversam
em gritos grosseiros.
Silêncio de alegres mortos.
Jorge de Sena - (26/8/1973)
domingo, julho 31, 2016
sábado, julho 30, 2016
Viva a Padeira de Aljubarrota!
Faz 631 anos no próximo dia 14 de agosto, que a Padeira de Aljubarrota fez a vida negra aos castelhanos!
A fazer fé na lenda...
Brites de Almeida era uma mulher muito forte, muito feia, bigoduda e briguenta, expedita com a espada e o varapau, e muito temida. Até que um dia, um soldado seduzido com tanta bravura a pediu em casamento. Porém ela impôs como condição lutarem primeiro para ver quão forte ele era. O soldado aceitou e, azar dele, ela venceu, ferindo-o de morte. Para não ser presa, fugiu para Castela, de barco, mas na viagem foi capturada por piratas mouros e vendida como escrava. Conseguiu fugir e regressar a Portugal, mas como ainda corria o risco de ser presa, cortou o cabelo, assumiu identidade masculina e disfarçou-se de almocreve. Quando o perigo passou, fixou-se em Aljubarrota como padeira e casou com um lavrador local.
Até que, no dia 14 de Agosto de 1385, ao ouvir os clamores da grande batalha, não se conteve e, zás, pegou no que tinha à mão e toca de ir ajudar os portugueses a lutar contra os castelhanos.
No fim da batalha regressou a casa triunfante, mas mal entrou ouviu ruídos suspeitos vindos do forno… Correu para lá e deparou-se com nada mais nada menos do que sete castelhanos aí escondidos. Não esteve com meias medidas, agarrou na pá do forno e, zás, matou-os todos à pazada! E fez ainda mais: liderou um grupo de mulheres que perseguiu os castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas!
Ah grande Brites de Almeida!
A fazer fé na lenda...
Brites de Almeida era uma mulher muito forte, muito feia, bigoduda e briguenta, expedita com a espada e o varapau, e muito temida. Até que um dia, um soldado seduzido com tanta bravura a pediu em casamento. Porém ela impôs como condição lutarem primeiro para ver quão forte ele era. O soldado aceitou e, azar dele, ela venceu, ferindo-o de morte. Para não ser presa, fugiu para Castela, de barco, mas na viagem foi capturada por piratas mouros e vendida como escrava. Conseguiu fugir e regressar a Portugal, mas como ainda corria o risco de ser presa, cortou o cabelo, assumiu identidade masculina e disfarçou-se de almocreve. Quando o perigo passou, fixou-se em Aljubarrota como padeira e casou com um lavrador local.
Até que, no dia 14 de Agosto de 1385, ao ouvir os clamores da grande batalha, não se conteve e, zás, pegou no que tinha à mão e toca de ir ajudar os portugueses a lutar contra os castelhanos.
No fim da batalha regressou a casa triunfante, mas mal entrou ouviu ruídos suspeitos vindos do forno… Correu para lá e deparou-se com nada mais nada menos do que sete castelhanos aí escondidos. Não esteve com meias medidas, agarrou na pá do forno e, zás, matou-os todos à pazada! E fez ainda mais: liderou um grupo de mulheres que perseguiu os castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas!Ah grande Brites de Almeida!
sexta-feira, julho 29, 2016
Há gente muito corajosa!
Este será um dos últimos posts antes de férias. Durante o mês de agosto só aqui aparecerei esporadicamente.
Votos de muito boas férias e de preferência longe das novas tecnologias.
Hoje proponho-lhe que veja o vídeo abaixo. Há gente muito corajosa ou então muito doida!
Até fiquei com tonturas e agoniada...
É de arrepiar!
Ora veja. Não perca a oportunidade de apreciar a corajem destas pessoas.
Votos de muito boas férias e de preferência longe das novas tecnologias.
Hoje proponho-lhe que veja o vídeo abaixo. Há gente muito corajosa ou então muito doida!
Até fiquei com tonturas e agoniada...
É de arrepiar!
Ora veja. Não perca a oportunidade de apreciar a corajem destas pessoas.
quinta-feira, julho 28, 2016
quarta-feira, julho 27, 2016
E como lidam eles com a França?
"E como lidam eles com a França?" É uma conversa muito interessante entre Varoufakis e Chomsky!
Em 26 de abril Yanis Varoufakis e Noam Chomsky tiveram esta interessante conversa na biblioteca pública de Nova York.
A certa altura Noam Chomsky perguntou a Varoufakis, "E como lidam eles como a França?", sendo que "eles" se refere, neste contexto, à Alemanha e à Troika.
A resposta é surpreendente!
A resposta é surpreendente!
Ora veja! Vale bem a pena!
Nos tempos que correm são cerca de seis minutos muito curiosos! No mínimo...
Nos tempos que correm são cerca de seis minutos muito curiosos! No mínimo...
terça-feira, julho 26, 2016
Duas Paisagens da Califórnia
![]() |
| Pigeon Point |
Tão lúcidas recorte no horizonte
a névoa ergue-as do mar em que flutuam
violáceas quietas pela tarde imóvel
até nas brandas ondas que esta praia pousam
recurva apenas de uma luz sem cor
e do silêncio da distância em ilhas.
– Big Sur
Do alto da escarpa escarpas se prolongam
em que de praias se entelaça o mar
sobrevoado de aves. Os rochedos
somem-se e brotam de sem espuma em volta
que só ressaca é depois deles areia.
Jorge de Sena - (de Exorcismos, Poesia III, Janeiro, 1971)
segunda-feira, julho 25, 2016
Heaven
Oiça o cantor canadiano Bryan Adams, em Heaven.
Oh! Thinking about all our younger years
There was only you and me
We were young and wild and free
Now, nothing can take you away from me
We've been down that road before
But that's over now
You keep me coming back for more
Baby, you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
Isn't too hard to see
We're in heaven
Oh, once in your life you find someone
Who will turn your world around
Bring you up when you're feeling down
Yeah, nothing could change what you mean to me
Oh, there's lots that I could say
But just hold me now
'Cause our love will light the way
And, baby, you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
Isn't too hard to see
We're in heaven

I've been waiting for so long
For something to arrive
For love to come along
Now, our dreams are coming true
Through the good times and the bad
Yeah, I'll be standing there by you
And, baby, you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
Isn't too hard to see
We're in heaven
Heaven
Oh
You're all that I want
You're all that I need
Oh! Thinking about all our younger years
There was only you and me
We were young and wild and free
Now, nothing can take you away from me
We've been down that road before
But that's over now
You keep me coming back for more
Baby, you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
Isn't too hard to see
We're in heaven
Oh, once in your life you find someone
Who will turn your world around
Bring you up when you're feeling down
Yeah, nothing could change what you mean to me
Oh, there's lots that I could say
But just hold me now
'Cause our love will light the way
And, baby, you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
Isn't too hard to see
We're in heaven

I've been waiting for so long
For something to arrive
For love to come along
Now, our dreams are coming true
Through the good times and the bad
Yeah, I'll be standing there by you
And, baby, you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
Isn't too hard to see
We're in heaven
Heaven
Oh
You're all that I want
You're all that I need
sábado, julho 23, 2016
Beira Alta
Aqui
Onde celtas, suevos, lusitanos, visigodos e romanos viveram
Aqui
Onde Viriato, o "dux" mais amado dos lusitanos, lutou
Aqui
Onde D. Afonso Henriques e D. Duarte nasceram
Aqui
Onde Grão-Vasco pintou
Aqui
Onde a Estrela toca o céu mais alto e o Caramulo nos saúda
Aqui
Onde a cor cinza do granito se espalha pelas montanhas e casario
Aqui
Onde o Mondego e o Dão nascem e correm por entre penedias
Aqui
Onde Viseu - "Castro Vesense" - foi berço e a paixão foi rainha
Aqui
Onde tudo é mail alto, os prados são verdes e o pinhal nos sorri
Aqui
Onde cantam os rouxinóis e se ouvem as cotovias
Aqui
Onde Deus e a Pátria falam mais alto
Aqui
Onde o vinho do Dão é rei e o barbo no rio salta
Aqui!
É a minha Beira
Aqui!
É a Beira-Alta!
© Acácio Costa
Onde celtas, suevos, lusitanos, visigodos e romanos viveram
Aqui
Onde Viriato, o "dux" mais amado dos lusitanos, lutou
Aqui
Onde D. Afonso Henriques e D. Duarte nasceram
Aqui
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| A Farrapeira - Beira Alta |
Aqui
Onde a Estrela toca o céu mais alto e o Caramulo nos saúda
Aqui
Onde a cor cinza do granito se espalha pelas montanhas e casario
Aqui
Onde o Mondego e o Dão nascem e correm por entre penedias
Aqui
Onde Viseu - "Castro Vesense" - foi berço e a paixão foi rainha
Aqui
Onde tudo é mail alto, os prados são verdes e o pinhal nos sorri
Aqui
Onde cantam os rouxinóis e se ouvem as cotoviasAqui
Onde Deus e a Pátria falam mais alto
Aqui
Onde o vinho do Dão é rei e o barbo no rio salta
Aqui!
É a minha Beira
Aqui!
É a Beira-Alta!
© Acácio Costa
sexta-feira, julho 22, 2016
quinta-feira, julho 21, 2016
Portugal: Um País Pacífico
Portugal é um dos cinco países mais pacíficos do mundo, como pode ver clicando aqui.
Para nós não é novidade. Mas, sabe bem a confirmação do "Índice Global de Paz de 2016", elaborado anualmente pelo Instituto para Economia e Paz (IEP), organização de pesquisa global sem fins lucrativos sediada em Sydney, Austrália.
Para nós não é novidade. Mas, sabe bem a confirmação do "Índice Global de Paz de 2016", elaborado anualmente pelo Instituto para Economia e Paz (IEP), organização de pesquisa global sem fins lucrativos sediada em Sydney, Austrália.
quarta-feira, julho 20, 2016
Um Concerto com 6 Órgãos em Mafra

Assista, em baixo, a um concerto único. É um Concerto com 6 Órgãos que se realizou na Basílica de Mafra.
A Basílica de Mafra é o único local do mundo, onde se podem ouvir 6 órgãos a tocar em simultâneo.
Quem ainda não viu ao vivo, pode ver aqui e fazer uma ideia do que é. Quem já viu, suponho que gostará de recordar.
Mais comentários, para quê? Considero-o uma maravilha. Penso que vai gostar.
Ocupado pelas tropas francesas e depois inglesas na época das Guerras Peninsulares, o Convento foi incorporado na Fazenda Nacional quando da extinção das ordens religiosas em Portugal, a 30 de Maio de 1834 e, desde 1841 até aos nossos dias, foi sucessivamente habitado por diversos regimentos militares, sendo desde 1890 sede da Escola Prática de Infantaria
De destacar como espaços conventuais mais significativos o Campo Santo e a Enfermaria para além da Sala Elíptica ou do Capítulo, a Sala dos Actos Literários (Exames), a Escadaria e o Refeitório, estes últimos hoje pertencentes à Escola das Armas e visitáveis sob marcação.
A Basílica ocupa a parte central do edifício, ladeada pelas torres sineiras.
Foi feita segundo o desenho de João Frederico Ludovici ourives de origem alemã que, após a sua longa permanência em Itália, a concebeu ao estilo barroco italiano. Tem a forma de cruz latina com o comprimento total 58,5 m e 43 m de largura máxima no cruzeiro, sendo toda em pedra da região de Sintra, Pêro Pinheiro e Mafra.
O zimbório, com 65 m de altura e 13 m de diâmetro, foi a primeira cúpula construída em Portugal.
Na capela-mor encontra-se uma tela de Francesco Trevisani representando A Virgem, o Menino e S. António, a quem a Basílica é dedicada.
Os retábulos das duas capelas no cruzeiro, Sagrada Família (lado sul) e Santíssimo Sacramento (lado norte), bem como da capela lateral sul, Nossa Senhora da Conceição, e das seis capelas colaterais são da autoria de Alessandro Giusti da Escola de Escultura de Mafra e seus discípulos.
De destacar ainda a escultura italiana de encomenda real, a mais significativa colecção de escultura barroca existente fora de Itália e o conjunto único de seis órgãos históricos encomendados por D. João VI aos organeiros Machado Cerveira e Peres Fontanes, em substituição dos primitivos que estavam degradados.
terça-feira, julho 19, 2016
Imigração: Uma Apresentação Inteligente
"Immigration - Clever Presentation" ou seja "Imigração: Uma Apresentação Inteligente" de Roy Beck, explica porque é que a imigração do Terceiro Mundo não faz sentido.
Roy H. Beck é um ex-jornalista e analista de política pública que tem servido como diretor executivo da NumbersUSA desde 1997. Beck foi jornalista por três décadas antes de fundar a NumbersUSA. Mas, é também um orador frequente, sobre questões de população, de trabalho e de imigração tendo ganho prémios durante os anos 1970 devido à sua cobertura acerca de temas sobre a expansão urbana.
E agora do mesmo autor pode ver clicando aqui "Immigration, World Poverty and Gumballs".
Roy H. Beck é um ex-jornalista e analista de política pública que tem servido como diretor executivo da NumbersUSA desde 1997. Beck foi jornalista por três décadas antes de fundar a NumbersUSA. Mas, é também um orador frequente, sobre questões de população, de trabalho e de imigração tendo ganho prémios durante os anos 1970 devido à sua cobertura acerca de temas sobre a expansão urbana.
segunda-feira, julho 18, 2016
A Uvarovite

1) A Uvarovite - pedra preciosa muito rara e cara.
A Uvarovite é um mineral do grupo das granadas, formado de cálcio e de crómio. Dentre o grupo das granadas é a variedade mais rara.
Surge sob a forma de pequenos cristais de cor verde (verde-esmeralda), associados à cromite e à serpentina. É muito brilhante e atraente.
A Uvarite foi descoberta em 1832 por Germain Henri Hess. No entanto, o seu nome provém do colecionador de minerais amador e estadista russo, o Conde Sergei Semenovitch Uvarov (1765-1855).Esta pedra preciosa encontra-se, principalmente, nos Montes Urais (Rússia), na Finlândia e também na Turquia.
domingo, julho 17, 2016
O Bailinho da Madeira
O Bailinho da Madeira, ou só Bailinho (ver letra em baixo), é a dança típica mais conhecida da ilha da Madeira.
Surgiu há cerca de um século quando começaram a aparecer os primeiros grupos folclóricos. Os homens estão vestidos de branco com uma faixa vermelha (ou branca) na cintura e as mulheres de saia riscada, blusa branca e colete vermelho, usando ambos a carapuça – barrete tradicional, de forma cónica.
Eu venho de lá tão longe
Venho sempre á beira mar
Eu venho de lá tão longe
Venho sempre á beira mar
Trago aqui umas couvinhas
Trago aqui umas couvinhas
Pra manhã o meu jantar
Pra manhã o meu jantar
Deixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Prá gentinha da madeira
Deixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Pra gentinha da madeira
A madeira é um jardim
A madeira é um jardim
No mundo não há igual
No mundo não há igual
Seus encantos não têm fim.
Seus encantos não têm fim
É filha de Portugal
É filha de Portugal.
Deixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Pra gentinha da madeira
Deixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Á gentinha da madeira.
Deixa passar
Agora assista ao Bailinho da Madeira (e não só) através da atuação do conhecido Rancho Folclórico da Camacha.
Surgiu há cerca de um século quando começaram a aparecer os primeiros grupos folclóricos. Os homens estão vestidos de branco com uma faixa vermelha (ou branca) na cintura e as mulheres de saia riscada, blusa branca e colete vermelho, usando ambos a carapuça – barrete tradicional, de forma cónica.
Eu venho de lá tão longe
Venho sempre á beira mar
Eu venho de lá tão longe
Venho sempre á beira mar
Trago aqui umas couvinhas
Trago aqui umas couvinhas
Pra manhã o meu jantar
Pra manhã o meu jantar
Deixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Prá gentinha da madeiraDeixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Pra gentinha da madeira
A madeira é um jardim
A madeira é um jardim
No mundo não há igual
No mundo não há igual
Seus encantos não têm fim.
Seus encantos não têm fim
É filha de Portugal
É filha de Portugal.
Deixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Pra gentinha da madeira
Deixa passar esta linda brincadeira
Que a gente vamos bailar
Á gentinha da madeira.
Deixa passar
Agora assista ao Bailinho da Madeira (e não só) através da atuação do conhecido Rancho Folclórico da Camacha.
sábado, julho 16, 2016
Outra Vez Campeões
Não há fome que não dê em fartura...
Somo outra vez campeões europeus! Desta feita de hóquei em patins.
Portugal venceu, hoje à noite, a Itália, por 6-2, e sagrou-se dezoito anos depois, novamente Campeão Europeu de Hóquei em Patins.
Parabéns.
Somo outra vez campeões europeus! Desta feita de hóquei em patins.
Portugal venceu, hoje à noite, a Itália, por 6-2, e sagrou-se dezoito anos depois, novamente Campeão Europeu de Hóquei em Patins.
Parabéns.
Uma Feira Medieval no Lumiar
Santa Brígida, uma santa católica conhecida por Santa Brígida da Irlanda ou Santa Brígida de Kildare, foi a fundadora da abadia de Kildare. Esta abadia é um dos mais prestigiados mosteiros da Irlanda e é famosa por toda a Europa cristã. Contudo, o crânio de Santa Brígida está guardado num relicário (de prata com uma das faces em cristal) duma igreja portuguesa, a Igreja de São João Baptista, no Lumiar, em Lisboa.
A recriação da lenda da Relíquia de Santa Brígida, datada do tempo de D. Dinis, vai ocorrer no Lumiar, atualmente a mais antiga freguesia da capital, porque ininterruptamente a mesma desde há 750 anos.
Comemorando os 750 anos desta freguesia, ao longo de três dias (de 15 a 17 de Julho), por iniciativa da Junta de Freguesia do Lumiar, pode visitar a I Feira Medieval do Lumiar, no largo da Igreja onde se pode encontrar a Relíquia.
Música, animação, recriações históricas, bancas de venda de alimentação e artesanato, é o que pode encontrar por lá.
Também se pode divertir com os cortejos régios, os saltimbancos e os malabaristas com fogo bem ao estilo dos tempos monárquicos.
São três dias em que as Terras do Lumiar vão regressar ao passado para apresentar uma feira característica da Idade Média.
Se quiser fazer uma viagem no tempo, não perca a oportunidade e vá até lá.
A recriação da lenda da Relíquia de Santa Brígida, datada do tempo de D. Dinis, vai ocorrer no Lumiar, atualmente a mais antiga freguesia da capital, porque ininterruptamente a mesma desde há 750 anos.
Comemorando os 750 anos desta freguesia, ao longo de três dias (de 15 a 17 de Julho), por iniciativa da Junta de Freguesia do Lumiar, pode visitar a I Feira Medieval do Lumiar, no largo da Igreja onde se pode encontrar a Relíquia.
Música, animação, recriações históricas, bancas de venda de alimentação e artesanato, é o que pode encontrar por lá.
Também se pode divertir com os cortejos régios, os saltimbancos e os malabaristas com fogo bem ao estilo dos tempos monárquicos.
São três dias em que as Terras do Lumiar vão regressar ao passado para apresentar uma feira característica da Idade Média.Se quiser fazer uma viagem no tempo, não perca a oportunidade e vá até lá.
quinta-feira, julho 14, 2016
Fui ao gourmet e tramei-me!
Hoje proponho-lhe que leia a crónica:
"Fui ao gourmet e tramei-me!" de Francisco Gouveia.
Não perca. Olhe que vale bem a pena!
"Sou um tipo moderno. E chique. Muito chique. Por isso não podia deixar de entrar num restaurante gourmet da moda. Vesti um Armani que comprei num saldo dos chineses, calcei umas sapatilhas com uma virgula estampada que regateei ao ciganito da feira e esvaziei, pelo pescoço abaixo, meio frasco de Chanel dos marroquinos.
E foi assim, cheio de cagança, como mandam as regras do pelintra luso, que fui jantar ao tal restaurante, gerido por um “chef” reputado com categoria internacional e olímpica.
Tramei-me! Antes tivesse ido ao tasco da esquina aviar uma bifana! Confesso que já levei muita tanga, mas como esta, nunca! Passei fome, fui gozado e fui roubado!
Sempre achei que cozinhar era um acto de descontracção, de partilha, de alegria, de afecto. E eu devia desconfiar, porque aqueles concursos gastronómicos das TVs transformaram uma actividade social sadia, numa agressão stressante, provocadora de lágrimas e depressões. Já para não falar das parvoíces dos mestres cozinheiros da moda, cujos pratos estapafúrdios e minimalistas se apelidam agora de “criatividade culinária”.
Colocaram-me um prato à frente que foi mais difícil de decifrar que as palavras cruzadas do JN ao domingo. Um prato que exibia 5 cm2 de um pobre robalo que pereceu inutilmente só para lhe extraírem um pedacito do cachaço, meia batata engalanada com um pé de salsa, e 2 ervilhas a nadarem numa colher de chá de um azeitado molho de escabeche, bem disfarçado com um nome afrancesado que nem vem nos dicionários. Para remate, três riscos de uma substância pastosa, estilo Miró, para preencher os restantes 90% do prato vazio.
E o bruto do português, habituado à sua travessa de cozido e ao panelão de feijoada, olha para aquilo com uma cara de parvo capaz de partir todos os espelhos lá de casa.
Esboça-se um sorriso amarelo, engole-se em seco, diz-se que está tudo óptimo ao empregado de mesa que mais parece uma melga à nossa volta, e enfiam-se dois Xanaxs quando nos metem a conta à frente. E, a muito custo, cala-se o berro de duas peixeiradas à nortenha que nos vai na alma.
Nunca mais lá volto. E sabem que mais?
Porque se quero comer aperitivos, como bolinhos de bacalhau e tremoços, que são muito mais saudáveis e baratos.
Porque para ver pintura abstracta, vou a uma exposição.
Porque detesto jantar uma comida onde toda a gente meteu as mãos.
Porque para ser roubado bastava ir à Autoridade Tributária, vulgo Finanças.
E, acima de tudo, porque desconfio de um cozinheiro que vive e trabalha com a ambição obsessiva de ser medalhado por uma companhia de pneus".
© Copyright 2015 - ncultura.pt
"Fui ao gourmet e tramei-me!" de Francisco Gouveia.
Não perca. Olhe que vale bem a pena!
"Sou um tipo moderno. E chique. Muito chique. Por isso não podia deixar de entrar num restaurante gourmet da moda. Vesti um Armani que comprei num saldo dos chineses, calcei umas sapatilhas com uma virgula estampada que regateei ao ciganito da feira e esvaziei, pelo pescoço abaixo, meio frasco de Chanel dos marroquinos.
E foi assim, cheio de cagança, como mandam as regras do pelintra luso, que fui jantar ao tal restaurante, gerido por um “chef” reputado com categoria internacional e olímpica.
Tramei-me! Antes tivesse ido ao tasco da esquina aviar uma bifana! Confesso que já levei muita tanga, mas como esta, nunca! Passei fome, fui gozado e fui roubado!
Sempre achei que cozinhar era um acto de descontracção, de partilha, de alegria, de afecto. E eu devia desconfiar, porque aqueles concursos gastronómicos das TVs transformaram uma actividade social sadia, numa agressão stressante, provocadora de lágrimas e depressões. Já para não falar das parvoíces dos mestres cozinheiros da moda, cujos pratos estapafúrdios e minimalistas se apelidam agora de “criatividade culinária”.
Colocaram-me um prato à frente que foi mais difícil de decifrar que as palavras cruzadas do JN ao domingo. Um prato que exibia 5 cm2 de um pobre robalo que pereceu inutilmente só para lhe extraírem um pedacito do cachaço, meia batata engalanada com um pé de salsa, e 2 ervilhas a nadarem numa colher de chá de um azeitado molho de escabeche, bem disfarçado com um nome afrancesado que nem vem nos dicionários. Para remate, três riscos de uma substância pastosa, estilo Miró, para preencher os restantes 90% do prato vazio.
E o bruto do português, habituado à sua travessa de cozido e ao panelão de feijoada, olha para aquilo com uma cara de parvo capaz de partir todos os espelhos lá de casa.
Esboça-se um sorriso amarelo, engole-se em seco, diz-se que está tudo óptimo ao empregado de mesa que mais parece uma melga à nossa volta, e enfiam-se dois Xanaxs quando nos metem a conta à frente. E, a muito custo, cala-se o berro de duas peixeiradas à nortenha que nos vai na alma.
Nunca mais lá volto. E sabem que mais?
Porque se quero comer aperitivos, como bolinhos de bacalhau e tremoços, que são muito mais saudáveis e baratos.
Porque para ver pintura abstracta, vou a uma exposição.
Porque detesto jantar uma comida onde toda a gente meteu as mãos.
Porque para ser roubado bastava ir à Autoridade Tributária, vulgo Finanças.
E, acima de tudo, porque desconfio de um cozinheiro que vive e trabalha com a ambição obsessiva de ser medalhado por uma companhia de pneus".
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quarta-feira, julho 13, 2016
Uma Gruta Diferente
1) Uma gruta num Icebergue.
Foi vista e fotografada em 5 de Janeiro de 1911, durante a British Antartic Expedition (Expedição Britânica à Antártida).
Foi vista e fotografada em 5 de Janeiro de 1911, durante a British Antartic Expedition (Expedição Britânica à Antártida).
terça-feira, julho 12, 2016
Puro Talento
Anne Klinge é alemã e foi ao UK Got Talent 2016.
Quando todos pensavam que já tinham visto tudo, Anne, deixou os juízes entusiasmados.
A proposta de Anne Klinge é muito diferente do que é costume ver-se.
Muita imaginação e muito talento numa pessoa só.
Vale a pena perder (ou ganhar) 4 minutos...Ora veja!
segunda-feira, julho 11, 2016
Do Minho até Timor: Festejos Globais
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| Xanana Gusmão - Díli (Timor Leste) |
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| Díli - Timor - Leste |
Os portugueses e a lusofonia estão eufóricos e em festa.
Na Ásia e Oceania os festejos começaram ao nascer do sol.
De Timor, a Macau, passando por Malaca, Indonésia, Índia e Sri Lanka, as comunidades lusófonas e seus descendentes comemoraram com animação.

O mesmo se passou na África (África do Sul, Angola, Cabo Verde, Moçambique, S. Tomé e Principe e Guiné Bissau).
Não nos podemos esquecer que Éder tem as suas origens na Guiné Bissau e a população deste país lusófono e a sua avó Ricardina, comemoraram o golo da vitória em Bissau.
Os portugueses e as comunidades de luso-descendentes na América do Norte (E.U.A. e Canadá) e na América do Sul (Venezuela, Brasil, etc) exultaram com a vitória portuguesa.Já agora a seleção contou com um apoio ilustre… Robert Sherman, o embaixador dos Estados Unidos em Portugal, apoiou a nossa equipa e gravou um bem-humorado vídeo de apoio à seleção nacional que pode ver clicando aqui.
Mas, os emigrantes em França (e nos restantes países da Europa) apoiaram sem desânimo a seleção e comemoraram de forma efusiva pela noite fora, a sua vitória.
Já o nosso país (de Norte a Sul) não parou ainda de festejar. Foi pela noite fora e já hoje com a chegada dos jogadores.

Milhares de portugueses receberam os jogadores, no Marquês de Pombal, e na Alameda Afonso Henriques em Lisboa, ao som da música: A Minha Casinha.
E veja como Timor Leste celebrou a passagem de Portugal à Final do Euro 2016. Imagine agora, como foi a festa com a consagração de Portugal como campeão europeu.
A Minha Casinha transformou-se, assim, no hino da vitória da nossa seleção.
Oiça então aqui em baixo, os Xutos e Pontapés em A Minha Casinha ( Rock In Rio 27/05/2010 Lisboa ).
Campeões da Europa em Atletismo
Os Campeonatos da Europa de Atletismo (European Athletics Championships) são um evento organizado pela Associação Europeia de Atletismo, e que se celebravam de quatro em quatro anos numa cidade da Europa.
A primeira edição ocorreu em 1934 em Turim, Itália, e até hoje disputaram-se 20 edições. Somente ficaram por realizar os de 1942 devido à Segunda Guerra Mundial.
A partir de 2012 os campeonatos passaram a ser realizados de dois em dois anos.
Os Campeonatos da Europa de Atletismo este ano deram-nos muitas alegrias. A atleta portuguesa Dulce Félix conquistou quarta-feira passada a medalha de prata nos 10 mil metros.
Marta Pen esteve na final dos 1500 metros e Sara Moreira sagrou-se campeã da Europa da meia-maratona, em Amesterdão, prova na qual Jéssica Augusto foi terceira, tendo Portugal vencido coletivamente a prova da Taça da Europa, igualmente em estreia.
Na Taça da Europa, realizada conjuntamente, Portugal ganhou coletivamente, contando ainda com Dulce Félix, que terminou no 12.º posto.
Patrícia Mamona conquistou a medalha de ouro de triplo salto neste Campeonato Europeu de Atletismo, e Tsanko Arnaudov (luso-búlgaro) ficou em terceiro lugar no lançamento de peso.
A primeira edição ocorreu em 1934 em Turim, Itália, e até hoje disputaram-se 20 edições. Somente ficaram por realizar os de 1942 devido à Segunda Guerra Mundial.
A partir de 2012 os campeonatos passaram a ser realizados de dois em dois anos.
Os Campeonatos da Europa de Atletismo este ano deram-nos muitas alegrias. A atleta portuguesa Dulce Félix conquistou quarta-feira passada a medalha de prata nos 10 mil metros.
Marta Pen esteve na final dos 1500 metros e Sara Moreira sagrou-se campeã da Europa da meia-maratona, em Amesterdão, prova na qual Jéssica Augusto foi terceira, tendo Portugal vencido coletivamente a prova da Taça da Europa, igualmente em estreia.
Na Taça da Europa, realizada conjuntamente, Portugal ganhou coletivamente, contando ainda com Dulce Félix, que terminou no 12.º posto.
Patrícia Mamona conquistou a medalha de ouro de triplo salto neste Campeonato Europeu de Atletismo, e Tsanko Arnaudov (luso-búlgaro) ficou em terceiro lugar no lançamento de peso.
domingo, julho 10, 2016
O Caneco Já Cá Canta!
O Caneco Já Cá Canta!
Vencemos a final com a França.
Somos Campeões Europeus de futebol.
Parabéns Portugal.
Não sei quantas almas tenho.
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
sábado, julho 09, 2016
O Bismuto
O bismuto é um elemento químico com o símbolo Bi , que faz parte da tabela periódica dos elementos químicos. À temperatura ambiente, o bismuto encontra-se no estado sólido.
A existência deste metal foi demonstrada em 1753 pelo francês Claude Geoffroy Junine.
Este metal que é pesado, frágil, trivalente e cristalino, assemelha-se quimicamente ao arsénio e ao antimónio. É um metal com uma tonalidade rosada e com brilho iridescente. Entre os metais pesados, é o único que praticamente não é tóxico e o que menos conduz corrente elétrica.
O bismuto natural é encontrado na crosta terrestre, mas não de forma abundante, por isso é considerado um mineral raro.
Uma boa parte deste mineral é hoje produzido de forma sintética para atender à procura do setor industrial.
As ligas metálicas com bismuto são utilizados na soldagem e em dispositivos para detectar fogo. Compostos de bismuto, livres de chumbo, são usados na cosmética e em procedimentos médicos (o subsalicilato de bismuto é um líquido cor-de-rosa usado como antidiarréico).
Na década de 1990, foram iniciadas pesquisas no sentido de avaliar a utilização do bismuto (não tóxico) em substituição do chumbo (tóxico) para a produção de ligas, que serão usadas em cerâmicas, esmaltes, pesos de anzóis de pescaria, equipamentos de processamento de alimentos, bem como como substituto para canalizações
A existência deste metal foi demonstrada em 1753 pelo francês Claude Geoffroy Junine.
Este metal que é pesado, frágil, trivalente e cristalino, assemelha-se quimicamente ao arsénio e ao antimónio. É um metal com uma tonalidade rosada e com brilho iridescente. Entre os metais pesados, é o único que praticamente não é tóxico e o que menos conduz corrente elétrica.
O bismuto natural é encontrado na crosta terrestre, mas não de forma abundante, por isso é considerado um mineral raro.
Uma boa parte deste mineral é hoje produzido de forma sintética para atender à procura do setor industrial.
As ligas metálicas com bismuto são utilizados na soldagem e em dispositivos para detectar fogo. Compostos de bismuto, livres de chumbo, são usados na cosmética e em procedimentos médicos (o subsalicilato de bismuto é um líquido cor-de-rosa usado como antidiarréico).
Na década de 1990, foram iniciadas pesquisas no sentido de avaliar a utilização do bismuto (não tóxico) em substituição do chumbo (tóxico) para a produção de ligas, que serão usadas em cerâmicas, esmaltes, pesos de anzóis de pescaria, equipamentos de processamento de alimentos, bem como como substituto para canalizações
sexta-feira, julho 08, 2016
O Parque Nacional da Gorongosa

O Parque Nacional da Gorongosa é uma área de conservação, situada na zona limite sul do Grande Vale do Rift africano, no coração da zona centro de Moçambique.
Este parque, com um pouco mais de 4000 km², inclui o vale e parte dos planaltos circundantes. Os rios que nascem no vizinho Monte Gorongosa, que atinge os 1.863 metros de altura, irrigam a planície.
Em julho de 2010 o governo moçambicano decidiu alargar a área do parque para 4.067 km², bem como criar uma zona tampão de 3,30 km² à sua volta.As cheias e inundações sazonais do vale, que é constituído por um mosaico de diferentes tipos de solo, criam uma diversidade de ecossistemas distintos.
As pradarias são salpicadas por áreas de acácias, savana, floresta seca em zona de areias, lagunas que são cheias sazonalmente pelas chuvas e moitas nos montículos construídos pelas térmitas.
Os planaltos têm florestas de miombo e de montanha e uma espectacular floresta húmida no sopé de uma série de desfiladeiros calcários.
Esta combinação de características únicas suportava outrora uma das mais densas populações de vida selvagem de toda a África, incluindo carnívoros, herbívoros e cerca de 500 espécies de aves.
Mas, os números dos grandes mamíferos foram reduzidos em mais de 95% e os ecossistemas foram largamente afectados pelos cerca de trinta anos de guerra civil em Moçambique.A Fundação Carr/Gorongosa Restoration Project, uma organização não lucrativa dos E.U.A., associou-se ao Governo de Moçambique para proteger e restaurar o ecossistema do Parque Nacional da Gorongosa e desenvolver uma indústria de ecoturismo para beneficiar as comunidades locais.
De acordo com o Sunday Times "O Parque Nacional da Gorongosa é a maior maravilha de Moçambique – uma África em miniatura, com um ecossistema que se parece com o protótipo divino".Veja agora, em vídeo, a apresentação institucional do Parque Nacional de Gorongosa.
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