Sabia que o centro de investigação Harry Ransom da Universidade do Texas em Austin possui um dos raros exemplares da primeira edição de "Os Lusíadas" , impressa em 1572, em Lisboa? Há quem defenda até que este exemplar pertenceu ao próprio Camões sendo um dos mais importantes, entre os 34 que existem espalhados por três continentes.
Qualquer pessoa pode ver esta obra que é um dos raros exemplares sobreviventes da primeira edição de "Os Lusíadas" – poema épico de Luís de Camões (1524?-1580) e que se encontra no Harry Ransom Center (HRC), Centro de Investigação de Humanidades no campus da Universidade do Texas em Austin .
"Depois de feita a requisição da obra, uma das bibliotecárias aproxima-se, segurando com as duas mãos uma caixa vermelha de capa dura. Com muito cuidado desata os laços, abre a caixa, põe-na sobre a mesa, retira o livro e pousa-o sobre suportes revestidos de veludo. O visitante pode então folhear o livro, tentar ler os comentários escritos à mão nas margens, com a ajuda de duas lupas, identificando as diferenças ortográficas em relação aos dias de hoje. Céu era ceo, muito era muy, e as palavras hoje terminadas em ão acabavam em am. Não era nam". É como regressar ao passado. No entanto, não são muitos os que vivem esta experiência literária. Richard W. Oram, curador de livros raros do Harry Ransom Center, desde 1991, diz que este exemplar de "Os Lusíadas" raramente é requisitado. Porém, a sua aquisição pela Universidade do Texas tem sido de extrema utilidade para produção académica mundial sobre a obra de Camões.
Se quiser ficar a saber mais sobre este assunto basta clicar aqui.
sábado, novembro 30, 2013
sexta-feira, novembro 29, 2013
Muito Pouco
Moska ou Paulinho Moska, (1967) é um cantor, compositor e actor brasileiro.
Começou por tocar viola aos 13 anos com amigos. Mais tarde formou-se em teatro e cinema pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras), no Rio de Janeiro. Integrou o o grupo vocal Garganta Profunda, que, no seu repertório, incluí músicas dos Beatles, de Tom Jobim e ainda óperas medievais. Em 1987 formou o grupo Inimigos do Rei, com os amigos do Garganta, Luiz Nicolau e Luis Guilherme.
Ouça-o, agora, em "Muito Pouco".
Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida traz.
Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Chega
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém poder nos comparar
Porque
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar
Porque muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero
Veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior
E muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Pouco eu não quero mais.
Pouco eu não quero mais.
Paulinho Moska
E agora o vídeo de apresentação, do disco MUITO POUCO, elaborado pelo próprio MOSKA .
Ora veja!
Começou por tocar viola aos 13 anos com amigos. Mais tarde formou-se em teatro e cinema pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras), no Rio de Janeiro. Integrou o o grupo vocal Garganta Profunda, que, no seu repertório, incluí músicas dos Beatles, de Tom Jobim e ainda óperas medievais. Em 1987 formou o grupo Inimigos do Rei, com os amigos do Garganta, Luiz Nicolau e Luis Guilherme.
Ouça-o, agora, em "Muito Pouco".
Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida traz.
Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Chega
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém poder nos comparar
Porque
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar
Porque muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero
Veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior
E muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Pouco eu não quero mais.
Pouco eu não quero mais.
Paulinho Moska
E agora o vídeo de apresentação, do disco MUITO POUCO, elaborado pelo próprio MOSKA .
Ora veja!
quinta-feira, novembro 28, 2013
Os livros que devoraram o meu pai
Proponho-lhe a leitura de "Os Livros que devoraram o meu pai: A Estranha e Mágica História de Vivaldo Bonfim", de Afonso Cruz.
Afonso Cruz (1971) é um escritor, realizador de filmes de animação, ilustrador e músico português. Estudou na Escola Secundária Artística António Arroio, nas Belas Artes de Lisboa e no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Vive num monte alentejano perto de Casa Branca, no concelho de Sousel e foi vencedor do Prémio da União Europeia de Literatura 2012.
Este livro foi, também, muito merecidamente a obra vencedora da modalidade juvenil do prémio Maria Rosa Colaço, atribuído pela Câmara Municipal de Almada, em 2009. É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade e destinado a leitura autónoma.
"Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras".
Afonso Cruz (1971) é um escritor, realizador de filmes de animação, ilustrador e músico português. Estudou na Escola Secundária Artística António Arroio, nas Belas Artes de Lisboa e no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Vive num monte alentejano perto de Casa Branca, no concelho de Sousel e foi vencedor do Prémio da União Europeia de Literatura 2012.
Este livro foi, também, muito merecidamente a obra vencedora da modalidade juvenil do prémio Maria Rosa Colaço, atribuído pela Câmara Municipal de Almada, em 2009. É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade e destinado a leitura autónoma.
"Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras".
quarta-feira, novembro 27, 2013
O TGV na China
Veja, através da apresentação abaixo, como funciona o TGV na China. Aprecie o que é o gigantismo da estação de caminhos de ferro de Pequim.
A China inaugurou o ano passado a maior linha ferroviária de alta velocidade do mundo, com 2.298 quilómetros, que une as cidades de Pequim e Cantão, no sul do país. Este comboio demora oito horas a chegar a Cantão, o que supõe menos 12 horas de viagem face a um comboio convencional. Os TGV chineses viajam a uma velocidade média de 300 quilómetros por hora e param nas principais cidades do interior da China, como Shijiazhuang, Zhengzhou, Wuhan e Changsha, passando por seis províncias onde vive quase metade da população nacional chinesa, cerca de 600 milhões de pessoas. Com a abertura desta linha, a China afirma-se como líder mundial em alta velocidade ferroviária, com mais de 9.300 quilómetros em funcionamento em todo o país.
A China inaugurou o ano passado a maior linha ferroviária de alta velocidade do mundo, com 2.298 quilómetros, que une as cidades de Pequim e Cantão, no sul do país. Este comboio demora oito horas a chegar a Cantão, o que supõe menos 12 horas de viagem face a um comboio convencional. Os TGV chineses viajam a uma velocidade média de 300 quilómetros por hora e param nas principais cidades do interior da China, como Shijiazhuang, Zhengzhou, Wuhan e Changsha, passando por seis províncias onde vive quase metade da população nacional chinesa, cerca de 600 milhões de pessoas. Com a abertura desta linha, a China afirma-se como líder mundial em alta velocidade ferroviária, com mais de 9.300 quilómetros em funcionamento em todo o país.
terça-feira, novembro 26, 2013
As Pombas
Vai-se a primeira pomba despertada…
Vai-se outra mais… mais outra… enfim dezenas
De pombas vão-se dos pombais, apenas
Raia sanguínea e fresca a madrugada.
E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada.
Também dos corações onde abotoam,
Os sonhos, um por um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;
No azul da adolescência as asas soltam,
Fogem… Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais.
Raimundo Correia
Vai-se outra mais… mais outra… enfim dezenas
De pombas vão-se dos pombais, apenas
Raia sanguínea e fresca a madrugada.
E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada.
Também dos corações onde abotoam,
Os sonhos, um por um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;
No azul da adolescência as asas soltam,
Fogem… Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais.
Raimundo Correia
segunda-feira, novembro 25, 2013
NATUREZA SABE TUDO - ÁGUA E CLIMA
Hoje proponho-lhe que veja mais dois vídeos da NATUREZA SABE TUDO, sobre a ÁGUA e o CLIMA.
Aqui, Albert, um pássaro muito curioso, fala-nos da água e do clima (partes 1 e 2 ) e mostra a importância de se preservar o meio ambiente. Ora veja! E agora a segunda parte!
Aqui, Albert, um pássaro muito curioso, fala-nos da água e do clima (partes 1 e 2 ) e mostra a importância de se preservar o meio ambiente. Ora veja! E agora a segunda parte!
domingo, novembro 24, 2013
O mar e a costa em Portugal
Conheça o litoral português em todo o seu esplendor, através de uma bela apresentação de Maria Helena Sá da Bandeira, que se encontra abaixo. Embora o litoral Português seja dominado essencialmente por praias (costa baixa), existem áreas de costa predominantemente rochosa (de arriba). Além disso, o nosso país tem algumas formas litorais que importa conhecer e que se designam por acidentes do litoral. Os principais são: o Tômbolo de Peniche, o "Haff-Delta" de Aveiro (ou Ria de Aveiro), o Lido de Faro (ou Ria Formosa), os Estuários do Tejo e do Sado e a Concha de São Martinho (baía ou enseada). Mas, também poderíamos referir as Fajãs, os Cabos e as Lagoas.
Portugal possui cerca de 1450 km de costa e mais de metade da população portuguesa vive em concelhos do litoral. É também no litoral que se situam a maior parte das indústrias, devido às disponibilidades hídricas, à facilidade de transportes (melhores vias rodoviárias, acesso a portos de escoamento de produtos e de entrada de matérias primas) e à proximidade dos maiores centros económicos.
sábado, novembro 23, 2013
Interrogação
Neste tormento inútil, neste empenho
De tornar em silêncio o que em mim canta,
Sobem-me roucos brados à garganta
Num clamor de loucura que contenho.
Ó alma da charneca sacrossanta,
Irmã da alma rútila que eu tenho,
Dize para onde eu vou, donde é que venho
Nesta dor que me exalta e me alevanta!
Visões de mundos novos, de infinitos,
Cadências de soluços e de gritos,
Fogueira a esbrasear que me consome!
Dize que mão é esta que me arrasta?
Nódoa de sangue que palpita e alastra…
Dize de que é que eu tenho sede e fome?!
Florbela Espanca
De tornar em silêncio o que em mim canta,
Sobem-me roucos brados à garganta
Num clamor de loucura que contenho.
Ó alma da charneca sacrossanta,
Irmã da alma rútila que eu tenho,
Dize para onde eu vou, donde é que venho
Nesta dor que me exalta e me alevanta!
Visões de mundos novos, de infinitos,
Cadências de soluços e de gritos,
Fogueira a esbrasear que me consome!
Dize que mão é esta que me arrasta?
Nódoa de sangue que palpita e alastra…
Dize de que é que eu tenho sede e fome?!
Florbela Espanca
sexta-feira, novembro 22, 2013
Quizás, Quizás, Quizás
Oiça a cantora brasileira Blubell, aqui com o trio Black Tie em "Quizás, Quizás, Quizás".
A cantora Blubell apresentou o seu novo trabalho, ao vivo, com o trio Black Tie (formado por Mario Manga, Fábio Tagliaferri e Swami Jr.), no Estúdio Showlivre em março deste ano.
Neste trabalho, Blubell mistura o rock clássico dos The Who, com Cole Porter, Edith Piaf, Michael Jackson e um samba do mangueirense Nelson Cavaquinho. Não importa a origem, a época ou estilo, no primeiro CD reunindo a cantora Blubell e o trio Black Tie, todas as canções recebem o mesmo tratamento elegante, de sonoridade acústica, com melodias e harmonias bem desenhadas.
quinta-feira, novembro 21, 2013
Natureza Sabe Tudo: Lixo e Desperdício
"Natureza Sabe Tudo" é uma série de desenhos animados para crianças que diverte e educa ao mesmo tempo.
Cada episódio é apresentado e protagonizado por Albert, o Einstein da natureza. Albert é amigável, muito bem informado e divertido. Ele voa, nada, encolhe e estica-se para explorar e explicar tudo. O espectador, entretido e guiado por Albert, aprende sobre temas ambientais universais e entende porque é necessário conservar a natureza. Os temas de cada episódio foram extensamente pesquisados e os autores procuraram retratar os principais problemas ecológicos de hoje e os caminho possíveis para solucioná-los. O resultado é uma série de desenhos que lida com questões ambientais e de desenvolvimento sustentável de uma forma autêntica, informativa e divertida.
Não perca, portanto, o vídeo que se segue e veja como o Albert diz sempre: "A Natureza... Sabe Tudo!"
Cada episódio é apresentado e protagonizado por Albert, o Einstein da natureza. Albert é amigável, muito bem informado e divertido. Ele voa, nada, encolhe e estica-se para explorar e explicar tudo. O espectador, entretido e guiado por Albert, aprende sobre temas ambientais universais e entende porque é necessário conservar a natureza. Os temas de cada episódio foram extensamente pesquisados e os autores procuraram retratar os principais problemas ecológicos de hoje e os caminho possíveis para solucioná-los. O resultado é uma série de desenhos que lida com questões ambientais e de desenvolvimento sustentável de uma forma autêntica, informativa e divertida.
Não perca, portanto, o vídeo que se segue e veja como o Albert diz sempre: "A Natureza... Sabe Tudo!"
quarta-feira, novembro 20, 2013
Vai um "mergulhinho" em Bali?
A proposta de hoje é ir até Bali e dar um "mergulhinho".
Bali é uma das 13 667 ilhas que fazem parte da Indonésia. Integra as Pequenas Ilhas de Sonda e situa-se entre as ilhas de Java, a oeste, e Lombok, a leste. A capital provincial é Dempassar. A ilha abriga a quase totalidade da pequena população hindu da Indonésia e é o principal destino turístico do país. É conhecida pelas suas manifestações culturais, como a dança, a escultura, a pintura, o trabalho em couro e metais e a música. Faz parte de um arquipélago com quinhentas e quarenta e sete ilhas distribuídas por nove grandes grupos. A palavra Bali, com a qual a ilha foi baptizada no século IX, deriva da palavra Wali. Wali é uma palavra do sânscrito que significa "sacrifício oferecido ao deus", "adoração", "culto" ou "oferenda".
Bali, é realmente um lugar especial. Uma paisagem perfeita, que parece ter sido desenhada minuciosamente pelo Homem, entre campos de arroz e um relevo dramático, que se eleva sob a forma de vulcões. Uma cultura riquíssima e uma atmosfera exótica e espiritual muito particular que se conserva intacta, preservada e imune à invasão de turistas e surfistas.
Então, agora vamos ao tal mergulho? Para isso basta assistir ao vídeo que se segue e poderá ficar a conhecer, também, a beleza da fauna e da flora submarina desta ilha.
Bali é uma das 13 667 ilhas que fazem parte da Indonésia. Integra as Pequenas Ilhas de Sonda e situa-se entre as ilhas de Java, a oeste, e Lombok, a leste. A capital provincial é Dempassar. A ilha abriga a quase totalidade da pequena população hindu da Indonésia e é o principal destino turístico do país. É conhecida pelas suas manifestações culturais, como a dança, a escultura, a pintura, o trabalho em couro e metais e a música. Faz parte de um arquipélago com quinhentas e quarenta e sete ilhas distribuídas por nove grandes grupos. A palavra Bali, com a qual a ilha foi baptizada no século IX, deriva da palavra Wali. Wali é uma palavra do sânscrito que significa "sacrifício oferecido ao deus", "adoração", "culto" ou "oferenda".
Bali, é realmente um lugar especial. Uma paisagem perfeita, que parece ter sido desenhada minuciosamente pelo Homem, entre campos de arroz e um relevo dramático, que se eleva sob a forma de vulcões. Uma cultura riquíssima e uma atmosfera exótica e espiritual muito particular que se conserva intacta, preservada e imune à invasão de turistas e surfistas.Então, agora vamos ao tal mergulho? Para isso basta assistir ao vídeo que se segue e poderá ficar a conhecer, também, a beleza da fauna e da flora submarina desta ilha.
terça-feira, novembro 19, 2013
Qui Nem Jiló
Oiça Marina Elali em "Qui Nem Jiló" de Luiz Gonzaga. É o forró do Nordeste brasileiro, aqui interpretado por uma jovem cantora brasileira.
Marina Elali, de 25 anos, nasceu na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte (nordeste), no meio de uma família de músicos. É neta de Zé Dantas, o parceiro de Luiz Gonzaga. Fez dança, teatro, piano. Cantou ao lado de artistas como Fagner, Elba Ramalho, Chico César, Geraldo Azevedo, Agnaldo Rayol e tantos outros.
"Se a gente lembra só por lembrar
O amor que a gente um dia perdeu
Saudade inté que assim é bom
Pro cabra se convencer
Que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com alguém que se deseja rever
Saudade, entonce, aí é ruim
Eu tiro isso por mim
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz roer
E amarga qui nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar.
Marina Elali, de 25 anos, nasceu na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte (nordeste), no meio de uma família de músicos. É neta de Zé Dantas, o parceiro de Luiz Gonzaga. Fez dança, teatro, piano. Cantou ao lado de artistas como Fagner, Elba Ramalho, Chico César, Geraldo Azevedo, Agnaldo Rayol e tantos outros.
"Se a gente lembra só por lembrar
O amor que a gente um dia perdeu
Saudade inté que assim é bom
Pro cabra se convencer
Que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com alguém que se deseja rever
Saudade, entonce, aí é ruim
Eu tiro isso por mim
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz roer
E amarga qui nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar.
segunda-feira, novembro 18, 2013
Os Jardins Ingleses
O jardim inglês, ou jardim à inglesa, é um tipo de jardim desenvolvido durante o século XVIII. Ao contrário dos jardins geométricos (franceses ou italianos), organizam-se segundo pontos de vista pitorescos, aprazíveis para um cenário de pintura.
O jardim inglês é considerado como um manifesto contra os padrões rígidos e simétricos de outros estilos de jardins. O jardim inglês valoriza a paisagem natural, com formas curvas e arredondadas tanto no relevo, como nos caminhos e na construção dos maciços e bosques. Neste estilo de jardins as formas geométricas ou rectas não são permitidas.As árvores e arbustos são muitas vezes dispostas de acordo com o porte e a cor, as plantas que exijam muita manutenção e reformas, não são permitidas. São contudo permitidos outros elementos, como árvores mortas, rochedos e pequenas colinas, ruínas, clareiras, lagos, riachos, quiosques, etc., porque acrescentam charme e naturalidade a estes espaços de recreio e lazer. Devemos ter a sensação de andar por um bosque antigo e natural, com pouca ou nenhuma intervenção do homem. Se quiser ficar a saber um pouco mais acerca deste tema, basta ver o vídeo abaixo. Aproveite o tempo e distraia-se um pouco! Ora veja!
O jardim inglês é considerado como um manifesto contra os padrões rígidos e simétricos de outros estilos de jardins. O jardim inglês valoriza a paisagem natural, com formas curvas e arredondadas tanto no relevo, como nos caminhos e na construção dos maciços e bosques. Neste estilo de jardins as formas geométricas ou rectas não são permitidas.As árvores e arbustos são muitas vezes dispostas de acordo com o porte e a cor, as plantas que exijam muita manutenção e reformas, não são permitidas. São contudo permitidos outros elementos, como árvores mortas, rochedos e pequenas colinas, ruínas, clareiras, lagos, riachos, quiosques, etc., porque acrescentam charme e naturalidade a estes espaços de recreio e lazer. Devemos ter a sensação de andar por um bosque antigo e natural, com pouca ou nenhuma intervenção do homem. Se quiser ficar a saber um pouco mais acerca deste tema, basta ver o vídeo abaixo. Aproveite o tempo e distraia-se um pouco! Ora veja!
domingo, novembro 17, 2013
Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
Sophia de Mello Breyner Andresen - Obra Poética I (Editorial Caminho)
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
Sophia de Mello Breyner Andresen - Obra Poética I (Editorial Caminho)
sábado, novembro 16, 2013
Os Filhos do Jacarandá
"Os Filhos do Jacarandá" é o título do primeiro romance de Sahar Delijani. Sahar Delijani é uma jovem (1983) escritora iraniana que actualmente vive em Turim, na Itália.
O livro"Os Filhos do Jacarandá" conta a história de várias crianças que nasceram no Irão, no período pós-revolução, e que foram educadas por avós, tios e tias, já que os pais estavam presos. Embora não seja uma biografia, é inspirado em experiências reais dos pais e familiares da autora, que passou os seus primeiros 45 dias de vida numa cadeia na capital iraniana. Se quiser ficar a conhecer melhor o livro e a autora, basta assistir aos vídeos que se seguem. No primeiro a autora fala do livro e no segundo, poderá assistir a uma entrevista de Sahar Delijani. E agora a entrevista.
O livro"Os Filhos do Jacarandá" conta a história de várias crianças que nasceram no Irão, no período pós-revolução, e que foram educadas por avós, tios e tias, já que os pais estavam presos. Embora não seja uma biografia, é inspirado em experiências reais dos pais e familiares da autora, que passou os seus primeiros 45 dias de vida numa cadeia na capital iraniana. Se quiser ficar a conhecer melhor o livro e a autora, basta assistir aos vídeos que se seguem. No primeiro a autora fala do livro e no segundo, poderá assistir a uma entrevista de Sahar Delijani. E agora a entrevista.
sexta-feira, novembro 15, 2013
Estacionamento para bicicletas
No Japão há demasiadas bicicletas e pouco espaço para estacionamento.Veja o vídeo abaixo e descubra como é que os japoneses resolveram este problema.
Aliás, os japoneses conseguiram resolver vários problemas de uma cajadada só: espaço para estacionamento, protecção contra as adversidades da meteorologia e protecção contra os ladrões.
Não perca!
Aliás, os japoneses conseguiram resolver vários problemas de uma cajadada só: espaço para estacionamento, protecção contra as adversidades da meteorologia e protecção contra os ladrões.
Não perca!
quinta-feira, novembro 14, 2013
Os Garffitis
Grafite ou grafito, é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade.
O grafito foi durante muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção. Actualmente já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da "street art" ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto há quem não concorde, equiparando o grafite a uma acto clandestino, que serve para sujar/degradar espaços públicos ou privados, sem autorização dos respectivos proprietários e é uma actividade proibida por lei em vários países.
Hoje proponho-lhe que veja uma bela apresentação acerca de um dos mais famosos artistas de rua: Bansky. Banksy (1974/1975) é o pseudónimo de um pintor, activista político e realizador de cinema inglês. A sua arte de rua satírica e subversiva combina humor negro e graffiti feito com uma técnica especial: o stêncil. Os seus trabalhos que se caracterizam por comentários sociais e políticos podem ser encontrados em ruas, muros e pontes de cidades de todo o mundo. Ora veja!
O grafito foi durante muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção. Actualmente já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da "street art" ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto há quem não concorde, equiparando o grafite a uma acto clandestino, que serve para sujar/degradar espaços públicos ou privados, sem autorização dos respectivos proprietários e é uma actividade proibida por lei em vários países.
Hoje proponho-lhe que veja uma bela apresentação acerca de um dos mais famosos artistas de rua: Bansky. Banksy (1974/1975) é o pseudónimo de um pintor, activista político e realizador de cinema inglês. A sua arte de rua satírica e subversiva combina humor negro e graffiti feito com uma técnica especial: o stêncil. Os seus trabalhos que se caracterizam por comentários sociais e políticos podem ser encontrados em ruas, muros e pontes de cidades de todo o mundo. Ora veja!
quarta-feira, novembro 13, 2013
SuperSparky says RRR...
Rui Ressurreição, é professor no Agrupamento de Escolas Professor Lindley de Cintra, de que faz parte integrante a Escola Secundária do Lumiar. Este docente está a participar num concurso internacional de filmes sobre ambiente, organizado pela Television for the Environment (tve). A Television for the Environment foi fundada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e pelo WWF e produz filmes sobre ambiente e desenvolvimento sustentável há 29 anos. O filme do professor Rui Ressurreição está entre os 14 finalistas de entre 565 propostas. Os filmes que tiverem maior número de visualizações na sua categoria até 19 de Dezembro, serão considerados os vencedores.
Este filme tem o titulo de "SuperSparky says RRR..." e é sobre os 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).
Veja e partilhe o filme, de modo a que possa obter o maior número de visualizações possível.
Este filme tem o titulo de "SuperSparky says RRR..." e é sobre os 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).
Veja e partilhe o filme, de modo a que possa obter o maior número de visualizações possível.
terça-feira, novembro 12, 2013
La Vie en Chose
Oiça e veja a jovem cantora e compositora brasileira Blubell, numa apresentação ao vivo no Estúdio Windows, interpretando "La Vie en Chose". Blubell nasceu na cidade de São José do Rio Preto, interior do Estado de São Paulo, mas cresceu na capital, para onde foi ainda criança de colo. É só desde 2006 que desenvolve o seu trabalho autoral. Antes disso, fez parte de bandas independentes, e participou em shows da big band paulista "Funk Como Le Gusta". Lançou o seu primeiro álbum, "Slow Motion Ballet", de forma independente, em 2006. Este álbum foi bem recebido pela crítica, e recebeu o apoio elogioso de cantoras como Marisa Monte e Mallu Magalhães.
Durante os anos que se seguiram à sua estréia como artista independente, desenvolveu paralelamente uma parceria com o quarteto de jazz "À Deriva".
Em Janeiro de 2011, Blubell lançou o seu segundo disco, "Eu Sou Do Tempo Em Que A Gente Se Telefonava". O CD conta com participações de Baby do Brasil e de Tulipa Ruiz. A canção 'What If...' fez parte da banda sonora do filme "Bruna Surfistinha", lançada também em Janeiro de 2011.
Durante os anos que se seguiram à sua estréia como artista independente, desenvolveu paralelamente uma parceria com o quarteto de jazz "À Deriva".
Em Janeiro de 2011, Blubell lançou o seu segundo disco, "Eu Sou Do Tempo Em Que A Gente Se Telefonava". O CD conta com participações de Baby do Brasil e de Tulipa Ruiz. A canção 'What If...' fez parte da banda sonora do filme "Bruna Surfistinha", lançada também em Janeiro de 2011.
segunda-feira, novembro 11, 2013
O Verão de S. Martinho
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| El Greco - S. Martinho |
Reza a lenda que num dia tempestuoso de Outono, o soldado S. Martinho se deparou no seu caminho com um pobre mendigo quase nu, tremendo de frio. Ao ver esta situação, S. Martinho não hesitou, pegou na sua capa, cortou-a ao meio e deu uma das metades ao mendigo. Mal agasalhado e debaixo de uma chuva torrencial, S. Martinho prosseguiu o seu caminho feliz por ter ajudado alguém em dificuldades. Mas, de repente, a tempestade parou, o céu ficou sem nuvens, parou de chover e o frio terminou. A lenda conta ainda que, terá sido Deus que ao ver a bondade de S. Martinho decidiu dar algum conforto à sua viagem.
Por seu turno, em termos meteorológicos é normal que em Novembro se instale na Europa Ocidental um anticiclone que proporciona bom tempo durante alguns dias. Os dias são de sol e as temperaturas são um pouco mais altas do que o normal para esta altura do ano.Sendo assim, aproveite o bom tempo e divirta-se. Vá à adega, prove o vinho, coma castanhas e delicie-se com a poesia popular em homenagem ao S. Martinho.
S. Martinho galopava
No seu cavalo valente
Estava uma tempestade
Que assustava toda a gente
A chuva e a trovoada
Era intensa e muito forte
Mas S. Martinho continuava
No seu cavalo a galope
Numa grande pedra viu
Um pobre mendigo a tremer
Que sua mão lhe estendeu
Para ele o proteger.
Estava quase sem roupa
Com muito frio tremia
S. Martinho parou o cavalo
Nem pensou mais para onde ia
Pegou na sua capa
E ao meio ele a cortou
Ofereceu-a ao pobrezinho
E nas costas lha colocou
A grande tempestade
De repente acabou
E no céu muito azul
Um lindo sol raiou
A partir desse dia
O sol raia de mansinho
É a época que chamamos
O Verão de S. Martinho
A Educadora: Virginia Goretti (Agrupamento Vertical de Escolas de Marco de Canaveses)
domingo, novembro 10, 2013
O Cântico da Terra
Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.
Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranqüila ao teu esforço.
Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.
Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.
A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.
E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranqüilo dormirás.
Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.
Cora Coralina
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.
Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranqüila ao teu esforço.
Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.
Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.
A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.
E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranqüilo dormirás.
Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.
Cora Coralina
sábado, novembro 09, 2013
Esta Terra é Minha!
"Esta Terra é Minha" é uma pequena metragem animada (em vídeo) que conta a história das guerras em Israel/Palestina, desde época das cavernas até aos dias de hoje. Começa na pré-história e mostra a chegada dos cananeus, depois dos egípcios, dos assírios, etc. É uma alternância sem fim, que nos leva até aos dias de hoje com a oposição entre os palestinianos, os os israelitas, a OLP e o Hezbollah. O filme narra, pois, a história desta pequena faixa de terra, que tem sido disputada ao longo dos séculos. Digamos que é um passeio completo sem um destino certo.
Nina Paley (1968) é uma animadora e cartoonista americana. Nina, realizou também uma longa-metragem animada, chamada "Sita Sings the Blues" e tem escrito histórias aos quadradinhos ("As aventuras de Nina e Fluff"), mas a maioria do seu trabalho recente, tem sido em animação.
Veja e compartilhe o filme abaixo. Se quiser, contudo, obter mais algumas explicações sobre cada personagem basta clicar aqui.
This Land Is Mine from Nina Paley on Vimeo.
"Esta Terra é Minha" é um filme (de 2012) de Nina Paley, originalmente postado no Vimeo. É interessante referir que no final do vídeo aparece o texto "A cópia é um Ato de Amor, copie e compartilhe. Copyheart.org".
Nina Paley dá-nos a sua versão animada da história desta parte do mundo, tudo ao som da memorável, épica e, no caso, sugestiva canção "This Land is Mine" cantada por Andy Williams.Nina Paley (1968) é uma animadora e cartoonista americana. Nina, realizou também uma longa-metragem animada, chamada "Sita Sings the Blues" e tem escrito histórias aos quadradinhos ("As aventuras de Nina e Fluff"), mas a maioria do seu trabalho recente, tem sido em animação.
Veja e compartilhe o filme abaixo. Se quiser, contudo, obter mais algumas explicações sobre cada personagem basta clicar aqui.
This Land Is Mine from Nina Paley on Vimeo.
sexta-feira, novembro 08, 2013
As Galápagos
O arquipélago das Galápagos (ou Arquipélago de Colombo) formam um grupo de 13 ilhas, das quais apenas quatro são habitadas. Situam-se no Oceano Pacífico a aproximadamente 1000 km a oeste da costa do Equador, país a que pertencem e ponto continental mais próximo. Administrativamente as ilhas estão reunidas na província com o mesmo nome.
O arquipélago apresenta uma biodiversidade elevada e é o habitat de uma fauna peculiar que inclui muitas espécies endémicas como as tartarugas das Galápagos.
A totalidade das ilhas constitui uma reserva de vida selvagem administrada pelo governo do Equador e que é, desde a visita de Charles Darwin, o principal laboratório vivo de biologia do mundo. Se quiser ficar a conhecer um pouco melhor, este paraíso da vida selvagem, basta ver a bela apresentação que se segue, o vídeo abaixo, ou clicar aqui.
O Parque Nacional das Galápagos é uma área de preservação natural do Equador, localizada nas ilhas que lhe dão o nome.
As ilhas foram descobertas em 1535, quando o navio que levava o bispo do Panamá, frei Tomás de Berlanga, se desviou de sua rota quando vinha do Panamá em direcção ao Peru. Estas ilhas logo chamaram a atenção dos exploradores pela grande quantidade de tartarugas-gigantes que ali viviam, que passaram a ser caçadas em massa para fornecer carne e óleo para os marinheiros.
Charles Darwin visitou o arquipélago em 1835, surpreendendo-se com as características únicas da fauna local, cujo estudo contribuiu para que ele formulasse sua teoria da evolução das espécies. E agora o vídeo.
A totalidade das ilhas constitui uma reserva de vida selvagem administrada pelo governo do Equador e que é, desde a visita de Charles Darwin, o principal laboratório vivo de biologia do mundo. Se quiser ficar a conhecer um pouco melhor, este paraíso da vida selvagem, basta ver a bela apresentação que se segue, o vídeo abaixo, ou clicar aqui.
O Parque Nacional das Galápagos é uma área de preservação natural do Equador, localizada nas ilhas que lhe dão o nome.
As ilhas foram descobertas em 1535, quando o navio que levava o bispo do Panamá, frei Tomás de Berlanga, se desviou de sua rota quando vinha do Panamá em direcção ao Peru. Estas ilhas logo chamaram a atenção dos exploradores pela grande quantidade de tartarugas-gigantes que ali viviam, que passaram a ser caçadas em massa para fornecer carne e óleo para os marinheiros.
Charles Darwin visitou o arquipélago em 1835, surpreendendo-se com as características únicas da fauna local, cujo estudo contribuiu para que ele formulasse sua teoria da evolução das espécies. E agora o vídeo.
quinta-feira, novembro 07, 2013
O Primeiro Homem
"O Primeiro Homem", é um romance de Albert Camus. A 4 de Janeiro de 1960, Albert Camus, prémio Nobel de Literatura, morria inesperadamente num acidente de viação, perto de Villeblevin, no trajecto da cidade de Sens para Paris, quando um furo no pneu do carro em que viajava, em alta velocidade, dirigido pelo seu editor Marcel Gallimard, provocou um trágico acidente. Entre os objectos pessoais que transportava consigo, é encontrado um manuscrito inacabado com 144 páginas: "O Primeiro Homem". O texto carecia aqui e além de sinais de pontuação e havia abundantes notas à margem de cada folha. Para tornar o manuscrito publicável, Francine Camus, a filha do escritor, começou por dactilografá-lo. No Primeiro Homem, Camus, conta a pungente história da sua infância e a memória do seu país. Estava previsto que "O Primeiro Homem" viesse a ser o volume inicial de uma trilogia, que nunca chegou no entanto a ser escrita devido à morte trágica de Camus. Mas a obra dá-nos algumas ideias sobre o que ele pretendia exprimir neste romance autobiográfico, onde sobretudo nos descreve, de forma por vezes muito comovente, a infância de Jacques Cormery, o seu alter-ego, na Argélia do princípio do século XX, e o regresso do mesmo personagem, quarenta anos volvidos, à sua terra de origem.
Albert Camus (1913 — 1960) foi um escritor, romancista, ensaísta, dramaturgo e filósofo francês nascido na Argélia. Foi também jornalista militante engajado na Resistência Francesa e nas discussões morais do pós-guerra. Na sua terra natal viveu sob o signo da guerra, fome e miséria, elementos que, aliados ao sol, formam alguns dos pilares que orientaram o desenvolvimento do pensamento do escritor.
Além da sua obra filosófia, Albert Camus escreveu romances ("O Estrangeiro" e "A Peste"), contos, ensaios e peças para o teatro.
Albert Camus (1913 — 1960) foi um escritor, romancista, ensaísta, dramaturgo e filósofo francês nascido na Argélia. Foi também jornalista militante engajado na Resistência Francesa e nas discussões morais do pós-guerra. Na sua terra natal viveu sob o signo da guerra, fome e miséria, elementos que, aliados ao sol, formam alguns dos pilares que orientaram o desenvolvimento do pensamento do escritor.
Além da sua obra filosófia, Albert Camus escreveu romances ("O Estrangeiro" e "A Peste"), contos, ensaios e peças para o teatro.
quarta-feira, novembro 06, 2013
Os Jardins Franceses
O jardim francês, também conhecido como jardim clássico, é considerado o mais rígido e formal de todos os estilos de jardins. As suas características assentam em formas geométricas e simetrias perfeitas. Os jardins franceses mais conhecidos embelezam os palácios de Versalhes e Vau-le-Viconte.
Este tipo de jardins foi criado no século XVII, durante o reinado de Luís XIV, e o seu estilo demonstra o domínio do homem sobre a natureza e a valorização da grandiosidade das construções.
Nestes jardins os caminhos caracterizam-se por serem largos e bem definidos, com cercas vivas e arbustos compactos. Devido à intensa necessidade de podas, o jardim francês é considerado de alta manutenção e custo.
Outros elementos também podem fazer parte dos jardins franceses, por exemplo lagos, bancos, colunas, caramanchões, esculturas, etc, desde que devidamente integrados no estilo. Se quiser ficar a conhecer melhor este tipo de jardins, basta clicar aqui, poderá assim, ter acesso a um excelente PDF sobre o assunto.
Este tipo de jardins foi criado no século XVII, durante o reinado de Luís XIV, e o seu estilo demonstra o domínio do homem sobre a natureza e a valorização da grandiosidade das construções.
Nestes jardins os caminhos caracterizam-se por serem largos e bem definidos, com cercas vivas e arbustos compactos. Devido à intensa necessidade de podas, o jardim francês é considerado de alta manutenção e custo.
Outros elementos também podem fazer parte dos jardins franceses, por exemplo lagos, bancos, colunas, caramanchões, esculturas, etc, desde que devidamente integrados no estilo. Se quiser ficar a conhecer melhor este tipo de jardins, basta clicar aqui, poderá assim, ter acesso a um excelente PDF sobre o assunto.
terça-feira, novembro 05, 2013
Coisa Amar
Contar-te longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.
Manuel Alegre
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.
Manuel Alegre
segunda-feira, novembro 04, 2013
I Didn't Know What Time It Was
Oiça (através do 1º vídeo abaixo) Billie Holiday em "I Didn't Know What Time It Was" (1957).
A música "I Didn't Know What Time It Was," foi criada por Richard Rodgers e Hart Lorenz para o musical "Too Many Girls" em 1939.
Esta música foi mais tarde (1949) gravada por Charlie Parker (2º vídeo em baixo), como parte do seu álbum, "Charlie Parker with Strings".
Once I was young
Yesterday, perhaps
Danced with Jim and Paul
And kissed some other chaps
Once I was young
But never was naive
I thought I had a trick or two
Up my imaginary sleeve
And now I know I was naive
I didn't know what time it was
Then I met you
Oh, what a lovely time it was
How sublime it was too
I didn't know what day it was
You held my hand
Warm like the month of May it was
And I'll say it was grand
Grand to be alive, to be young
To be mad, to be yours alone
Grand to see your face, feel your touch
Hear your voice say, "I'm all your own"
I didn't know what year it was
Life was no prize
I wanted love and here it was
Shining out of your eyes
I'm wise and I know what time it is now
Grand to be alive, to be young
To be mad, to be yours alone
Grand to see your face, feel your touch
Hear your voice say, "I'm all your own"
I didn't know what year it was
Life was no prize
I wanted love and here it was
Shining out of your eyes
I'm wise and I know what time it is now
HART, LORENZ / RODGERS, RICHARD
E agora oiça a mesma música através do virtuosismo de Charlie Parker.
A música "I Didn't Know What Time It Was," foi criada por Richard Rodgers e Hart Lorenz para o musical "Too Many Girls" em 1939.
Esta música foi mais tarde (1949) gravada por Charlie Parker (2º vídeo em baixo), como parte do seu álbum, "Charlie Parker with Strings".
Once I was young
Yesterday, perhaps
Danced with Jim and Paul
And kissed some other chaps
Once I was young
But never was naive
I thought I had a trick or two
Up my imaginary sleeve
And now I know I was naive
I didn't know what time it was
Then I met you
Oh, what a lovely time it was
How sublime it was too
I didn't know what day it was
You held my hand
Warm like the month of May it was
And I'll say it was grand
Grand to be alive, to be young
To be mad, to be yours alone
Grand to see your face, feel your touch
Hear your voice say, "I'm all your own"I didn't know what year it was
Life was no prize
I wanted love and here it was
Shining out of your eyes
I'm wise and I know what time it is now
Grand to be alive, to be young
To be mad, to be yours alone
Grand to see your face, feel your touch
Hear your voice say, "I'm all your own"
I didn't know what year it was
Life was no prize
I wanted love and here it was
Shining out of your eyes
I'm wise and I know what time it is now
HART, LORENZ / RODGERS, RICHARD
E agora oiça a mesma música através do virtuosismo de Charlie Parker.
domingo, novembro 03, 2013
É bom escrever...
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão".
Cesare Pavese (poeta e novelista italiano)
sábado, novembro 02, 2013
Vai, Brasil
A minha proposta de hoje vai para o livro "Vai, Brasil" (edições Tinta da China), da minha ex-aluna, Alexandra Lucas Coelho.
Não perca, mais esta proposta de leitura.
"Português a falar brasileiro não tem jeito, mesmo quando tem. Mas o que não tem jeito mesmo é perder tempo a não ser entendido. Não vou subir a favela e dizer sítio quando posso dizer lugar, ou apelido quando posso dizer sobrenome, ou alcunha quando posso dizer apelido, ou apanhar o autocarro quando posso pegar o ônibus. Português a falar brasileiro nem é jeito de dizer, porque português e brasileiro falam sempre português, em toda a sua mestiça extensão. Nenhuma outra língua é tão falada no hemisfério sul. Finco os pés onde estou para a usar. Se não me esqueço de quem sou, porque terei medo do que serei? Muito do que hoje é brasileiro foi português antigo que Portugal perdeu, cardápio reduzido, falta de apetite. E eles continuam a vir, dietistas, higienistas, fiscais de contas, reduzindo a língua a um quartinho, e de colarinho: não respire, não respire. Ave a poesia, cheia de fome, Herberto Helder mais jovem que nunca, comendo a língua com travesti brasileiro e tudo." A.L.C.
Não perca, mais esta proposta de leitura.
"Português a falar brasileiro não tem jeito, mesmo quando tem. Mas o que não tem jeito mesmo é perder tempo a não ser entendido. Não vou subir a favela e dizer sítio quando posso dizer lugar, ou apelido quando posso dizer sobrenome, ou alcunha quando posso dizer apelido, ou apanhar o autocarro quando posso pegar o ônibus. Português a falar brasileiro nem é jeito de dizer, porque português e brasileiro falam sempre português, em toda a sua mestiça extensão. Nenhuma outra língua é tão falada no hemisfério sul. Finco os pés onde estou para a usar. Se não me esqueço de quem sou, porque terei medo do que serei? Muito do que hoje é brasileiro foi português antigo que Portugal perdeu, cardápio reduzido, falta de apetite. E eles continuam a vir, dietistas, higienistas, fiscais de contas, reduzindo a língua a um quartinho, e de colarinho: não respire, não respire. Ave a poesia, cheia de fome, Herberto Helder mais jovem que nunca, comendo a língua com travesti brasileiro e tudo." A.L.C.
sexta-feira, novembro 01, 2013
A Feira de Santos de Valença
Neste dia (que costumava ser feriado, por ser Dia de Todos Os Santos) realizam-se por todo o país as tradicionais e inúmeras feiras dos Santos (Valença, Mangualde, Alcains, Cartaxo, Alvito, etc.).
A de Valença decorre, anualmente, no Terreiro de São Bento da Lagoa, entre os dias 01 e 03 de Novembro. Esta feira já existe desde 1758 tal como está documentado nas "Memórias Paroquiais" da freguesia do Cerdal. A Feira dos Santos de Cerdal é, por isso, considerada uma das maiores romarias do noroeste peninsular e vai contar com mais de 400 feirantes.
Os garranos, típicos da região, são um dos principais atractivos da feira, que realiza uma "emblemática" corrida destes cavalos o que atrai muita gente das redondezas e de Espanha (Galiza).
A Feira de Valença serve para vender praticamente de tudo: calçado, roupas, gado e outras coisas típicas de uma feira, como por exemplo a gastronomia característica da região, nas tasquinhas.
À noite a feira anima-se com os típicos cantares ao desafio e desgarradas, a cargo dos tocadores de concertina.
Os habitantes da freguesia do Cerdal estão a contar, este ano,
com milhares de pessoas de toda a Galiza, porque em Espanha o feriado de 01 de Novembro (Dia de Todos Os Santos) mantém-se.
Se quiser ficar a saber um pouco mais acerca desta tradicional feira, veja o vídeo abaixo. Não perca, olhe que vale a pena!
A de Valença decorre, anualmente, no Terreiro de São Bento da Lagoa, entre os dias 01 e 03 de Novembro. Esta feira já existe desde 1758 tal como está documentado nas "Memórias Paroquiais" da freguesia do Cerdal. A Feira dos Santos de Cerdal é, por isso, considerada uma das maiores romarias do noroeste peninsular e vai contar com mais de 400 feirantes.
Os garranos, típicos da região, são um dos principais atractivos da feira, que realiza uma "emblemática" corrida destes cavalos o que atrai muita gente das redondezas e de Espanha (Galiza).
A Feira de Valença serve para vender praticamente de tudo: calçado, roupas, gado e outras coisas típicas de uma feira, como por exemplo a gastronomia característica da região, nas tasquinhas.À noite a feira anima-se com os típicos cantares ao desafio e desgarradas, a cargo dos tocadores de concertina.
Os habitantes da freguesia do Cerdal estão a contar, este ano,
com milhares de pessoas de toda a Galiza, porque em Espanha o feriado de 01 de Novembro (Dia de Todos Os Santos) mantém-se.
Se quiser ficar a saber um pouco mais acerca desta tradicional feira, veja o vídeo abaixo. Não perca, olhe que vale a pena!
quinta-feira, outubro 31, 2013
Bairro Alto
O Bairro Alto é um bairro antigo e pitoresco no centro de Lisboa, com ruas estreitas e empedradas, casas seculares, pequeno comércio tradicional, restaurantes e locais de vida nocturna. Foi construído com uma planta ortogonal em finais do século XV e início do século XVI. Em tempos recuados era conhecido como Vila Nova de Andrade. É delimitado a Oeste pela Rua do Século, a Este pela Rua da Misericórdia, a Norte pela Rua D. Pedro V e a Sul pela Calçada do Combro, Largo do Calhariz, Rua do Loreto, e Largo de Camões. O Bairro Alto dividia-se pelas antigas freguesias lisboetas da Encarnação e de Santa Catarina.
O Bairro Alto, mais conhecido hoje pelos jovens lisboetas, como "O Bairro", é um espaço de tertúlia e de boémia, de lojas vanguardistas e de espaços tradicionais, de cultura contemporânea e de tradições bairristas. Durante o Século XIX e até ao terceiro quartel do Século XX, o bairro abrigava as sedes dos principais jornais e tipografias do país. Ainda hoje é possível encontrar ecos desse tempo em nomes de ruas como a Rua Diário de Notícias ou a Rua do Século. Ali existiram, então, até aos aos anos 70/80 do século XX muitos jornais e é ainda ali que se encontram as elites culturais e uma nova geração cheia de ideias, de projectos e de histórias para contar.
Desde os anos 80 que é a zona mais conhecida da noite lisboeta, com inúmeros bares e restaurantes, a par das casas de fado. Desde então, adquiriu uma vida muito própria e característica, onde se cruzam diferentes gerações na procura de divertimento nocturno.
Aos poucos verifica-se também que passou a ser procurado como um lugar para viver, estando a sua população a ser renovada e rejuvenescida. Este bairro da capital, a um passo do Chiado, frequentado e habitado por jornalistas, escritores, artistas e estudantes, foi também lugar de tascas de marinheiros, carvoarias e lugares de má fama e prostituição. Vitorino Nemésio faz alusões a este ambiente no romance "Mau tempo No Canal".
O Bairro Alto embora conhecido internacionalmente, continua a sofrer de graves problemas no âmbito do tráfico e consumo de estupefacientes, a que não é alheio o facto de nele se situarem os mais conhecidos bares da capital. Parte dos prédios foram ou estão a ser recuperados, mantendo-se a traça original dos mesmos, o que veio permitir a instalação de novos e alternativos espaços comerciais. Aprecie mais este típico bairro lisboeta, através de uma pequena apresentação elaborada por alunos de Geografia do 11º ano (PTT).
O Bairro Alto, mais conhecido hoje pelos jovens lisboetas, como "O Bairro", é um espaço de tertúlia e de boémia, de lojas vanguardistas e de espaços tradicionais, de cultura contemporânea e de tradições bairristas. Durante o Século XIX e até ao terceiro quartel do Século XX, o bairro abrigava as sedes dos principais jornais e tipografias do país. Ainda hoje é possível encontrar ecos desse tempo em nomes de ruas como a Rua Diário de Notícias ou a Rua do Século. Ali existiram, então, até aos aos anos 70/80 do século XX muitos jornais e é ainda ali que se encontram as elites culturais e uma nova geração cheia de ideias, de projectos e de histórias para contar.
Desde os anos 80 que é a zona mais conhecida da noite lisboeta, com inúmeros bares e restaurantes, a par das casas de fado. Desde então, adquiriu uma vida muito própria e característica, onde se cruzam diferentes gerações na procura de divertimento nocturno.
Aos poucos verifica-se também que passou a ser procurado como um lugar para viver, estando a sua população a ser renovada e rejuvenescida. Este bairro da capital, a um passo do Chiado, frequentado e habitado por jornalistas, escritores, artistas e estudantes, foi também lugar de tascas de marinheiros, carvoarias e lugares de má fama e prostituição. Vitorino Nemésio faz alusões a este ambiente no romance "Mau tempo No Canal".O Bairro Alto embora conhecido internacionalmente, continua a sofrer de graves problemas no âmbito do tráfico e consumo de estupefacientes, a que não é alheio o facto de nele se situarem os mais conhecidos bares da capital. Parte dos prédios foram ou estão a ser recuperados, mantendo-se a traça original dos mesmos, o que veio permitir a instalação de novos e alternativos espaços comerciais. Aprecie mais este típico bairro lisboeta, através de uma pequena apresentação elaborada por alunos de Geografia do 11º ano (PTT).
quarta-feira, outubro 30, 2013
Jardins Japoneses
Os japoneses são mundialmente conhecidos pelos belos jardins e pela habilidade que têm no cultivo de plantas. O jardim faz parte integrante da tradição japonesa. Os jardins japoneses são, no entanto, diferentes dos jardins ocidentais comuns, que são cheios de flores e plantas. No Japão os jardins apelam mais à imaginação e representam a natureza tal como ela é. Mas é importante que saiba que no Japão há vários tipos de jardins.
1- Os jardins do paraíso
O típico jardim do paraíso possui uma ilha no meio de um lago que representa a salvação futura, e uma ponte arqueada que liga a ilha ao resto do jardim, para representar o caminho que se deve percorrer para alcançar essa salvação. Embora restem poucos jardins deste tipo, muitos pavilhões japoneses actuais são modelados de acordo com as construções que um dia embelezaram aquele país.
2- Os jardins de chá
Os jardins de chá surgiram no Japão, quando monges trouxeram para o país o ritual de beber o chá, a fim de diminuir a sonolência durante a meditação. A cerimónia do chá era um evento formal em que as pessoas presentes o compartilhavam numa tigela comunitária. Estes jardins são construídos com materiais simples e rústicos a fim de manter a harmonia com a atmosfera e estão centrados na casa de chá cerimonial.
As casas são circundadas por um jardim externo onde os participantes aguardam o início da cerimónia e um jardim interno sagrado onde a entrada não é permitida, mas apenas a observação e a contemplação do lado de fora dos muros. O jardim externo contém uma bacia de água para que as pessoas se purifiquem dos pecados, um banco para descanso e lanternas.
3- Os jardins naturais
Os jardins naturais são um dos estilos mais simples dos jardins japoneses. Nestes raramente são utilizados ornamentos, como lanternas e estátuas, e em vez de pontes, os jardineiros dispõem algumas pedras planas que cruzam qualquer porção de água. Os jardins naturais tentam copiar uma cena de floresta o mais fielmente possível. Os projectistas acreditam que a sensação de se estar na floresta e a solidão que a acompanha, incentiva o pensamento profundo e a paz mental. O musgo é frequentemente utilizado como a principal cobertura do chão.
4- Os jardins de passeio com lago
Estes jardins possuem um lago ornamental como parte central e um caminho que contorna a periferia do jardim. O caminho pode ramificar-se em muitos lugares para dar acesso a locais de contemplação.
Este tipo de jardim também incorpora vários objectos construídos pelo homem posicionados em pontos estratégicos. Assim, pode encontrar a escultura de uma garça pescando numa determinada passagem ou um sapo de bronze tomando um banho de sol. Olhando na direcção do lago, poderá ver pontes arqueadas que o cruzam em várias áreas. Na água, poderá observar algumas carpas japonesas nadando entre os lírios.
5- Os jardins zen ou jardins de pedra
Os jardins zen ou jardins de pedra fazem um total contraste com a profusão de verde dos jardins naturais e a abundância de água dos jardins de passeio com lago. Os jardins de pedra possuem pouca vegetação. Os pinheiros negros servem como fundo e a ondulação do mar é sugerida com uma grande extensão de areia ou com finos pedregulhos desgastados. Para acrescentar a aparência de um vasto mar, os jardins zen ou jardins de pedra possuem "faixas de areia" de pedras e seixos, assim como "ilhas" de vegetação.
Como vários dos outros jardins, os bancos são colocados em pontos particulares para a contemplação e o descanso.
No vídeo abaixo poderá aprender um pouco mais sobre cada estilo de jardim japonês, e encantar-se com tanta beleza, naturalidade, e espiritualidade!
1- Os jardins do paraíso
O típico jardim do paraíso possui uma ilha no meio de um lago que representa a salvação futura, e uma ponte arqueada que liga a ilha ao resto do jardim, para representar o caminho que se deve percorrer para alcançar essa salvação. Embora restem poucos jardins deste tipo, muitos pavilhões japoneses actuais são modelados de acordo com as construções que um dia embelezaram aquele país.
2- Os jardins de chá
Os jardins de chá surgiram no Japão, quando monges trouxeram para o país o ritual de beber o chá, a fim de diminuir a sonolência durante a meditação. A cerimónia do chá era um evento formal em que as pessoas presentes o compartilhavam numa tigela comunitária. Estes jardins são construídos com materiais simples e rústicos a fim de manter a harmonia com a atmosfera e estão centrados na casa de chá cerimonial.
As casas são circundadas por um jardim externo onde os participantes aguardam o início da cerimónia e um jardim interno sagrado onde a entrada não é permitida, mas apenas a observação e a contemplação do lado de fora dos muros. O jardim externo contém uma bacia de água para que as pessoas se purifiquem dos pecados, um banco para descanso e lanternas.
3- Os jardins naturais
Os jardins naturais são um dos estilos mais simples dos jardins japoneses. Nestes raramente são utilizados ornamentos, como lanternas e estátuas, e em vez de pontes, os jardineiros dispõem algumas pedras planas que cruzam qualquer porção de água. Os jardins naturais tentam copiar uma cena de floresta o mais fielmente possível. Os projectistas acreditam que a sensação de se estar na floresta e a solidão que a acompanha, incentiva o pensamento profundo e a paz mental. O musgo é frequentemente utilizado como a principal cobertura do chão.4- Os jardins de passeio com lago
Estes jardins possuem um lago ornamental como parte central e um caminho que contorna a periferia do jardim. O caminho pode ramificar-se em muitos lugares para dar acesso a locais de contemplação.
Este tipo de jardim também incorpora vários objectos construídos pelo homem posicionados em pontos estratégicos. Assim, pode encontrar a escultura de uma garça pescando numa determinada passagem ou um sapo de bronze tomando um banho de sol. Olhando na direcção do lago, poderá ver pontes arqueadas que o cruzam em várias áreas. Na água, poderá observar algumas carpas japonesas nadando entre os lírios.
5- Os jardins zen ou jardins de pedra
Os jardins zen ou jardins de pedra fazem um total contraste com a profusão de verde dos jardins naturais e a abundância de água dos jardins de passeio com lago. Os jardins de pedra possuem pouca vegetação. Os pinheiros negros servem como fundo e a ondulação do mar é sugerida com uma grande extensão de areia ou com finos pedregulhos desgastados. Para acrescentar a aparência de um vasto mar, os jardins zen ou jardins de pedra possuem "faixas de areia" de pedras e seixos, assim como "ilhas" de vegetação.
Como vários dos outros jardins, os bancos são colocados em pontos particulares para a contemplação e o descanso.
No vídeo abaixo poderá aprender um pouco mais sobre cada estilo de jardim japonês, e encantar-se com tanta beleza, naturalidade, e espiritualidade!
terça-feira, outubro 29, 2013
Quanto mais estudamos a vida...
"Quanto mais estudamos a vida e a literatura, mais nos damos conta de que tudo o que é magnífico se prende com o indivíduo, e que não é o momento que faz o homem, mas o homem que cria o seu tempo."
Oscar Wilde (escritor irlandês)
segunda-feira, outubro 28, 2013
O que é o Alzheimer?
O Alzheimer, é uma doença degenerativa actualmente incurável mas que possui tratamento. As pessoas com doença de Alzheimer tornam-se confusas, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmas quando colocadas frente a um espelho.
À medida que a doença evolui, tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão permanente, até mesmo para as actividades elementares do quotidiano como alimentação, higiene, vestuário, etc..
Muitas vezes, pode ser difícil perceber a diferença entre as mudanças características do envelhecimento e os primeiros sinais da Doença de Alzheimer. A perda de memória é uma característica natural do envelhecimento. Mas quando a perda de memória começa a perturbar a vida quotidiana da pessoa, já não estamos a falar de algo natural, mas sim daquilo que poderá ser um sintoma de demência. De seguida, deixo-o com os dez sinais de alerta desta doença:
1 - Perda de Memória
2 - Dificuldade em planear ou resolver problemas
3 - Dificuldade em executar tarefas familiares
4 - Perda da noção de tempo e desorientação
5 - Dificuldade em perceber imagens visuais e relações especiais
6 - Problemas de linguagem 7 - Trocar o lugar das coisas
8 - Discernimento fraco ou diminuído
9 - Afastamento do trabalho e da vida social
10 - Alterações de humor e personalidade
Proponho-lhe, também, que veja o vídeo que se segue. É um documentário curto, didáctico, legendado em português e que serve principalmente para se ficar com uma ideia do que é a doença. Este documentário foi concebido para ser visto a qualquer hora e em qualquer local. Não perca!.
1 - Perda de Memória
2 - Dificuldade em planear ou resolver problemas
3 - Dificuldade em executar tarefas familiares
4 - Perda da noção de tempo e desorientação
5 - Dificuldade em perceber imagens visuais e relações especiais
6 - Problemas de linguagem 7 - Trocar o lugar das coisas
8 - Discernimento fraco ou diminuído
9 - Afastamento do trabalho e da vida social
10 - Alterações de humor e personalidade
Proponho-lhe, também, que veja o vídeo que se segue. É um documentário curto, didáctico, legendado em português e que serve principalmente para se ficar com uma ideia do que é a doença. Este documentário foi concebido para ser visto a qualquer hora e em qualquer local. Não perca!.
domingo, outubro 27, 2013
A Origem da Língua Portuguesa
"A história da língua portuguesa é a história da evolução da língua desde a sua origem no noroeste da Península Ibérica até ao presente, como língua oficial falada em Portugal e em vários países de expressão portuguesa.
Em todos os aspectos - fonética, morfologia, léxico e sintaxe - o português é essencialmente o resultado de uma evolução do latim vulgar trazido por colonos romanos no século III a.C., com influências menores de outros idiomas. O português arcaico desenvolveu-se no século V d.C., após a queda do Império Romano e as invasões bárbaras, como um dialecto românico, o chamado galego-português, que se diferenciou de outras línguas românicas ibéricas. Usado em documentos escritos desde o século IX, o galego-português tornou-se uma linguagem madura no século XIII, com uma rica literatura. Em 1290 foi decretado língua oficial do reino de Portugal pelo rei D.Dinis I. O salto para o português moderno dá-se no renascimento, sendo o Cancioneiro Geral de Garcia de Resende (1516) considerado o marco do seu início. A normalização da língua foi iniciada em 1536, com a criação das primeiras gramáticas, por Fernão de Oliveira e João de Barros. A partir do séc. XVI, com a expansão da era dos descobrimentos, a história da língua portuguesa deixa de decorrer exclusivamente em Portugal, abrangendo o português europeu e o português internacional". De qualquer modo se quiser ficar a saber um pouco mais acerca deste assunto basta ver o vídeo abaixo. Agora veja, ainda, outro vídeo sobre o mesmo tema.
Em todos os aspectos - fonética, morfologia, léxico e sintaxe - o português é essencialmente o resultado de uma evolução do latim vulgar trazido por colonos romanos no século III a.C., com influências menores de outros idiomas. O português arcaico desenvolveu-se no século V d.C., após a queda do Império Romano e as invasões bárbaras, como um dialecto românico, o chamado galego-português, que se diferenciou de outras línguas românicas ibéricas. Usado em documentos escritos desde o século IX, o galego-português tornou-se uma linguagem madura no século XIII, com uma rica literatura. Em 1290 foi decretado língua oficial do reino de Portugal pelo rei D.Dinis I. O salto para o português moderno dá-se no renascimento, sendo o Cancioneiro Geral de Garcia de Resende (1516) considerado o marco do seu início. A normalização da língua foi iniciada em 1536, com a criação das primeiras gramáticas, por Fernão de Oliveira e João de Barros. A partir do séc. XVI, com a expansão da era dos descobrimentos, a história da língua portuguesa deixa de decorrer exclusivamente em Portugal, abrangendo o português europeu e o português internacional". De qualquer modo se quiser ficar a saber um pouco mais acerca deste assunto basta ver o vídeo abaixo. Agora veja, ainda, outro vídeo sobre o mesmo tema.
sábado, outubro 26, 2013
As Caraíbas
O passeio de hoje vai fazer-se rumo às Caraíbas. Instale-se e "curta" a viagem. Nem precisa de sair de casa. Basta abrir a bela apresentação abaixo. As Caraíbas são uma região do continente americano formada pelo Mar das Caraíbas, as suas ilhas e estados insulares. Esta região do planeta também é conhecida como Antilhas ou Índias Ocidentais. Este nome provém da crença inicial dos europeus de que o continente americano era a Índia (o termo "ocidentais" foi, posteriormente adicionado para distinguir a região, da verdadeira Índia).
Ora veja!
sexta-feira, outubro 25, 2013
Telejornal com efeitos especiais
Hoje proponho-lhe que veja o vídeo abaixo, que mostra imagens como nunca viu. Estes factos ocorreram num telejornal nocturno de uma TV russa.
As principais e mais poderosas cadeias de TV de todo o mundo, procuram todos os dias inventar cenários mirabolantes para os seus programas, e visuais à base das tecnologias mais modernas.
No entanto, esta TV russa parece que "descobriu a pólvora". Criou um cenário em 3D para o seu principal noticiário nocturno. Os telespectadores assistem, assim, às notícias em 3D. As imagens são impressionantes e segundo os media locais, não existe nada igual em nenhuma TV do mundo, tamanha é a sofisticação e os efeitos especiais utilizados.
Este telejornal transformou-se por causa disto, no programa jornalístico campeão de audiências em todo o mundo, pois traduz em imagens reais, toda a violência dos conflitos regionais espalhados pelo planeta. Ao falar de cada assunto, o apresentador (no estúdio) parece estar no meio do acontecimento.
Ao assistir ao vídeo, provavelmente, não vai entender uma palavra do que o apresentador diz, mas nem precisa, porque o que vale a pena é conferir o inédito das imagens. Ora veja!
As principais e mais poderosas cadeias de TV de todo o mundo, procuram todos os dias inventar cenários mirabolantes para os seus programas, e visuais à base das tecnologias mais modernas.
No entanto, esta TV russa parece que "descobriu a pólvora". Criou um cenário em 3D para o seu principal noticiário nocturno. Os telespectadores assistem, assim, às notícias em 3D. As imagens são impressionantes e segundo os media locais, não existe nada igual em nenhuma TV do mundo, tamanha é a sofisticação e os efeitos especiais utilizados.
Este telejornal transformou-se por causa disto, no programa jornalístico campeão de audiências em todo o mundo, pois traduz em imagens reais, toda a violência dos conflitos regionais espalhados pelo planeta. Ao falar de cada assunto, o apresentador (no estúdio) parece estar no meio do acontecimento.Ao assistir ao vídeo, provavelmente, não vai entender uma palavra do que o apresentador diz, mas nem precisa, porque o que vale a pena é conferir o inédito das imagens. Ora veja!
quinta-feira, outubro 24, 2013
Vai uma voltinha por Lisboa?
Quer conhecer ou visitar Lisboa? Então proponho-lhe que abra a excelente apresentação que se segue. Através das imagens escolhidas pelo autor, poderá fazer um belo percurso turístico pela capital de Portugal. Para além de ficar a conhecer os monumentos e as mais importantes ruas da Lisboa turística, poderá também apreciar um dos símbolos da cidade: os eléctricos que circulam na parte antiga da cidade e que até são conhecidos e cantados como os amarelos da Carris (empresa de transportes lisboeta). Ora Veja!
quarta-feira, outubro 23, 2013
Uma Hora de Ponta Especial
Aconselho-o (a) a ver com especial atenção o vídeo abaixo, que mostra o que é a hora de ponta na capital do Bangladesh. De qualquer modo neste dia a situação foi especial. Milhares de pessoas deixaram Daca, capital do Bangladesh, enchendo ferries e combóios, para se dirigirem às suas aldeias com o objectivo de celebrarem o Eid al - Fitr, que marca o fim do mês sagrado do Ramadão.
Em algumas sociedades muçulmanas esta celebração é também conhecida como a "Doce Celebração" ou a "Pequena Celebração". O Eid religioso é um só dia, mas ele é muitas vezes celebrado por 3 dias.
Durante o mês do Ramadão os muçulmanos devem abster-se de fumar, comer, beber, ter relações sexuais desde antes do nascer do sol até ao anoitecer. O festival do Eid al-Fitr celebra o fim deste jejum, bem como a força que os muçulmanos acreditam ter recebido de Alá para poderem executá-lo. À semelhança de outras celebrações muçulmanas inicia-se como o registo visual da lua nova.
Este festival é assinalado com uma oração comunal a meio da manhã, geralmente realizada em praças ou recintos de feiras, uma vez que as mesquitas não possuem espaço para tantas pessoas.
Antes da oração se iniciar a congregação recita o Takbir, uma prece que glorifica a grandeza de Deus. Depois da oração segue-se um sermão (khutba) e uma oração especial que pede perdão e ajuda a todos os muçulmanos do mundo.
É tradição a realização de um grande almoço (o primeiro almoço que os muçulmanos tomam após o jejum diurno de um mês), geralmente na casa de um parente mais velho. As crianças recebem prendas, que podem ser roupas novas ou dinheiro.
Em algumas sociedades muçulmanas esta celebração é também conhecida como a "Doce Celebração" ou a "Pequena Celebração". O Eid religioso é um só dia, mas ele é muitas vezes celebrado por 3 dias.
Durante o mês do Ramadão os muçulmanos devem abster-se de fumar, comer, beber, ter relações sexuais desde antes do nascer do sol até ao anoitecer. O festival do Eid al-Fitr celebra o fim deste jejum, bem como a força que os muçulmanos acreditam ter recebido de Alá para poderem executá-lo. À semelhança de outras celebrações muçulmanas inicia-se como o registo visual da lua nova.
Este festival é assinalado com uma oração comunal a meio da manhã, geralmente realizada em praças ou recintos de feiras, uma vez que as mesquitas não possuem espaço para tantas pessoas.
Antes da oração se iniciar a congregação recita o Takbir, uma prece que glorifica a grandeza de Deus. Depois da oração segue-se um sermão (khutba) e uma oração especial que pede perdão e ajuda a todos os muçulmanos do mundo.
É tradição a realização de um grande almoço (o primeiro almoço que os muçulmanos tomam após o jejum diurno de um mês), geralmente na casa de um parente mais velho. As crianças recebem prendas, que podem ser roupas novas ou dinheiro.
terça-feira, outubro 22, 2013
Uma Folha Cai ao Céu
Proponho-lhe que assista hoje a um documentário que retrata o drama das sociedades modernas. É triste, mas imperdível.
O escritor Knud Romer fala sobre a morte de seu pai e a solidão dos idosos na Dinamarca, um país várias vezes eleito o mais feliz do mundo.
"Uma folha Cai ao Céu" é o nome do documentário sobre o pai de Romer, produzido por Didde Elnif e Anders Birch.
"Uma folha cai ao Céu" retrata o ostracismo a que é votado o o idoso no primeiro mundo!!
O escritor Knud Romer fala sobre a morte de seu pai e a solidão dos idosos na Dinamarca, um país várias vezes eleito o mais feliz do mundo.
"Uma folha Cai ao Céu" é o nome do documentário sobre o pai de Romer, produzido por Didde Elnif e Anders Birch.
"Uma folha cai ao Céu" retrata o ostracismo a que é votado o o idoso no primeiro mundo!!
segunda-feira, outubro 21, 2013
Dizia uma vez Aquilino...
Dizia uma vez Aquilino que em Portugal
os filósofos se exilavam ainda em seu país
(v.g. Spinoza). O curioso porém
é que também ninguém foi santo lá:
os nascidos em Portugal foram todos sê-lo noutra parte
(St. António, S. João de Deus, etc.)
e outros santos portugueses, se o foram,
terá sido, porque, estrangeiros que eram e em Portugal
vivendo, não tiveram outro remédio
(v.g. Rainha Santa) senão ser santos,
à falta de melhor. Oh país danado.
Porque os heróis também nunca tiveram melhor sorte
(Albuquerque e outros que o digam) a menos que
tivessem participado de revoluções feitas
"em vez de" (v.g. o Condestável que fez
fortuna e a casa de Bragança e acabou só Santo quase).
Jorge de Sena
os filósofos se exilavam ainda em seu país
(v.g. Spinoza). O curioso porém
é que também ninguém foi santo lá:
os nascidos em Portugal foram todos sê-lo noutra parte
(St. António, S. João de Deus, etc.)
e outros santos portugueses, se o foram,
terá sido, porque, estrangeiros que eram e em Portugal
vivendo, não tiveram outro remédio
(v.g. Rainha Santa) senão ser santos,
à falta de melhor. Oh país danado.
Porque os heróis também nunca tiveram melhor sorte
(Albuquerque e outros que o digam) a menos que
tivessem participado de revoluções feitas
"em vez de" (v.g. o Condestável que fez
fortuna e a casa de Bragança e acabou só Santo quase).
Jorge de Sena
domingo, outubro 20, 2013
Meu Amor é Marinheiro
Assista à interpretação de Gisela João em "Meu Amor É Marinheiro" num concerto ao vivo.
Meu amor é marinheiro
E mora no alto mar
Seus braços são como o vento
Ninguém os pode amarrar.
Quando chega à minha beira
Todo o meu sangue é um rio
Onde o meu amor aporta
Seu coração - um navio.
Meu amor disse que eu tinha
Na boca um gosto a saudade
E uns cabelos onde nascem
Os ventos e a liberdade.
Meu amor é marinheiro
Quando chega à minha beira
Acende um cravo na boca
E canta desta maneira.
Eu vivo lá longe, longe
Onde passam os navios
Mas um dia hei-de voltar
Às águas dos nossos rios.
Hei-de passar nas cidades
Como o vento nas areias
E abrir todas as janelas
E abrir todas as cadeias.
Assim falou meu amor
Assim falou-me ele um dia
Desde então eu vivo à espera
Que volte como dizia.
Meu amor é marinheiro
E mora no alto mar
Seus braços são como o vento
Ninguém os pode amarrar.
Quando chega à minha beira
Todo o meu sangue é um rio
Onde o meu amor aporta
Seu coração - um navio.
Meu amor disse que eu tinha
Na boca um gosto a saudade
E uns cabelos onde nascem
Os ventos e a liberdade.
Meu amor é marinheiro
Quando chega à minha beira
Acende um cravo na boca
E canta desta maneira.
Eu vivo lá longe, longe
Onde passam os navios
Mas um dia hei-de voltar
Às águas dos nossos rios.
Hei-de passar nas cidades
Como o vento nas areias
E abrir todas as janelas
E abrir todas as cadeias.
Assim falou meu amor
Assim falou-me ele um dia
Desde então eu vivo à espera
Que volte como dizia.
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