O empregado da Funerária bebia a sexta cerveja dominical ao balcão. Estávamos, por bizarro que pareça, na Rua do Paraíso e lia-se na montra vizinha do fornecedor de urnas (24 horas por dia), pintada em letras douradas, a palavra armador. Reparti a minha atenção entre essa palavra e a cerveja alheia. Viajei com a família verbal: pelas armadas marítimas, por ítacas, bojadores e gamas, por elmos de quixote, toucados, presépios e outra literatura, mas não consegui fugir à extinção visível do nível da cerveja no fino do funcionário. Inês Lourenço- Logros Consentidos, Ed.& etc
Ricardo e a Pintura é um filme (documentário) do realizador suíço-iraniano Barbet Schroeder, que começou no cinema como produtor da "nouvelle vague" francesa. No 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐢𝐯𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐋𝐨𝐜𝐚𝐫𝐧𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟑 ganhou o 𝐋𝐞𝐨𝐩𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐇𝐨𝐧𝐫𝐚.
De Buenos Aires à Finisterra, passando por Paris e pelo Peru, o filme convida-nos a mergulhar na história da pintura e dos grandes artistas (da gruta de Chauvet à arte Grega ou aos Aztecas, a Tiepolo, Caravaggio e Velazquez, ao Cubismo, Braque e Picasso) navegando pela história da arte e reconstituindo-a de forma original e viva, e a descobrir a vida de um homem excepcional, que, totalmente comprometido com a sua paixão pela arte e com uma enorme generosidade, transmite esta paixão às crianças da aldeia bretã onde acabou por se radicar.
"Este filme é, com toda a modéstia e inteligência perspicaz, uma aprazível viagem à história da pintura."
Libération (Anne Diatkine)
Sinopse: Ricardo e a Pintura é o retrato íntimo e luminoso, traçado por Barbet Schroeder, do seu amigo Ricardo Cavallo, que consagrou toda a sua vida à pintura. De Buenos Aires à Finisterra, passando por Paris e pelo Peru, o filme convida-nos a mergulhar na história da pintura e dos grandes artistas, e a descobrir a vida deste homem excepcional, que, totalmente comprometido com a sua paixão pela arte e com uma enorme generosidade, transmite esta paixão às crianças da aldeia bretã onde acabou por se radicar.
"Jogo do Pau Português: Uma Tradição de Resistência" - uma história que merece ser contada é um vídeo realizado por Paulo Lopes (também autor do livro ao lado) que lhe conta a origem deste jogo tradicional.
Através das histórias de família que minha mãe contava aos filhos, ficamos a saber de alguns ancestrais que praticavam este jogo. Mais tarde, através dos livros dos escritores: Aquilino Ribeiro, Camilo Castelo Branco, Júlio Machado, Agustina Bessa-Luís e do etnólogo Ernesto Veiga de Oliveira, percebemos melhor o que foi e o que é este jogo português.
"Explore, agora, as raízes profundas e pouco conhecidas do Jogo do Pau em Portugal, desde os tempos medievais até os dias atuais. Este vídeo mergulha nas diferentes armas e treinos específicos que moldaram essa tradição, destacando o protagonismo do "pau" como uma arma popular entre as classes mais baixas.
Viaje por regiões portuguesas enquanto descobre duelos judiciais medievais, as suas formalidades e como o Jogo do Pau resistiu às mudanças sociais e tecnológicas ao longo dos séculos.
Conheça mestres do Jogo do Pau, desde o século XIX até meados do século XX, explorando suas técnicas e influências em diferentes regiões do país. Lisboa, em particular, destaca-se como um bastião da tradição, onde o Jogo do Pau evoluiu para se tornar não apenas uma prática cultural, mas também um desporto.
É questionada a origem do Jogo do Paue desvendada a falta de documentação, sugerindo que a sua história pode ser mais vasta do que a memória popular reconhece. Este vídeo é uma jornada única através do tempo, destacando como o Jogo do Pau Português não desapareceu naturalmente, mas sim se diferenciou do mundo moderno, preservando-se como uma arte de resistência que despertou o interesse de escritores, teólogos e antropólogos.
Junte-se a nós nesta exploração fascinante de uma tradição que permanece viva, uma expressão autêntica da história, cultura e identidade de Portugal".
Ouça o cantor americano Frank Sinatra em Strangers In The Night.
Strangers in the night exchanging glances Wondering in the night What were the chances we'd be sharing love Before the night was through
Something in your eyes was so inviting Something in your smile was so exciting Something in my heart Told me I must have you
Strangers in the night Two lonely people we were strangers in the night Up to the moment When we said our first hello Little did we know Love was just a glance away A warm embracing dance away, and
Ever since that night we've been together Lovers at first sight, in love forever It turned out so right For strangers in the night
Love was just a glance away A warm embracing dance away
Ever since that night we've been together Lovers at first sight, in love forever It turned out so right For strangers in the night
Agora clique aqui e veja o que é o tesouro musical de FranK Sinatra. São 996 músicas!
Importante: Se quiser pesquisar neste site outro cantor, basta colocar o nome do mesmo ou o nome da música no botão "Busca/Pesquisa "
Entre 23 de Maio e 2 de Junho, o IndieLisboa inunda a cidade de Lisboa com as mais recentes estreias e novidades do cinema contemporâneo nacional e internacional.
O festival ocupa novamente as principais salas de cinema de Lisboa — São Jorge, Culturgest, Cinemateca Portuguesa, Ideal, Fernando Lopes, Piscina Municipal da Penha de França — espalhando-se também por jardins, universidades e vários locais noturnos!
Sinopse:
Um jovem preso político, cujo paradeiro a sua família desconhece, tenta convencer um prisioneiro mais velho a passar um bilhete para o exterior.
A Trilogia de Nova Iorque é o livro que tornou Paul Auster (1947-2024) famoso em todo o mundo.
Sinopse: Cidade de Vidro, Fantasmas e O Quarto Fechado à Chave, constituem os três andamentos de uma sinfonia única, neste que continua a ser, tantos anos depois, o livro mais emblemático do autor. São três fascinantes histórias de mistério, centradas no submundo de Nova Iorque, em que o leitor, tal como os personagens, se torna prisioneiro dos irresistíveis enredos, dos puzzles alucinantes, em que o autor é mestre incontestado.
"Uma absorvente combinação de Tom Wolfe com Raymond Chandler..."
A Sesta é uma obra do pintor holandês, Vincent van Gogh (1853-1890), um dos maiores representantes do pós-impressionismo.
Em maio de 1890, Van Gogh mudou-se para Auvers-sur-Oise, região próxima de Paris, onde produziu cerca de oitenta pinturas antes de morrer. Entre elas, "A Sesta". O termo sesta significa o tempo em que se descansa ou dorme depois do almoço, e, que pode acontecer em qualquer lugar. Van Gogh pintou A Sesta para provar isso mesmo.
Diga lá se com este calor não apetece mesmo fazer uma sesta?
O Beco da Achada situa-se na Mouraria. Esta é uma das mais antigas denominações de via pública em Lisboa porqueCristóvão Rodrigues de Oliveiramenciona o topónimo Achada (Rua da) no seu Sumário de Lisboa em 1551, entre as ruas que faziam parte da Freguesia de S. Cristóvão .
Frei Rosa Viterbo, no seu "Elucidário das Palavras, Termos e Frases que em Portugal se Usaram e que Hoje Regularmente se Ignoram" definiu " Achada" ou "Achaada" como "planicie, escampado ou terra baixa plana". Esta definição é confirmada para o local, de acordo com o que escreveu Norberto de Araújo, na sua obra "Peregrinações em Lisboa", "Este sítio da Achada, que foi arrabalde da cidade muçulmana, deve o seu nome, muito antigo e característico, pois já é citado em 1554, ao facto de aqui se encontrar uma pequena planície ou descanso da encosta. "Achada", com efeito, é uma contração de “achaada”, terra chã."
É do século XIV ou XV e tem uma porta e uma janela gótica em cantaria. As características pré-pombalinas, mesmo medievais, em alguns destes edifícios, deve-se , sem dúvida, ao facto desta zona urbana ter sido pouco afetada pelo sismo de 1755, que se faria sentir sobretudo para sul da Igreja de S. Cristóvão. As únicas alterações da morfologia urbana dizem apenas respeito ao próprio Largo, que não existia antes do terramoto (como se pode verificar pela Planta de João Nunes Tinoco de 1650).
E agora fique também com o que reza a lenda:
FundouDiogo Lopes Solis, em 1598, um asilo para acolher meninas órfãs e abandonadas, com o nome de Recolhimento de Nossa Senhora do Amparo, e construído nas Escadinhas da Achada em 1610. Ficou assim ligado ao lugar o facto de aí se recolherem as meninas pobres "achadas" nas ruas Lisboa, sem teto nem família e entregues à sua sorte.
Este edifício ainda hoje existe, com fins diferentes, mas ligados também à assistência social. Tomou o nome de Recolhimento de S. Cristóvão e está a cargo da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
A democracia em Portugal já fez 50 anos! Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de abril de 1974, a Pordata(A Pordata é uma plataforma online que disponibiliza dados oficiais e atualizados sobre a sociedade portuguesa, os seus municípios e a Europa) e a Fundação Francisco Manuel dos Santos(A FFMS nasceu em 2009, fundada por Alexandre Soares dos Santos e família, para estudar os grandes problemas nacionais e levá-los ao conhecimento da sociedade) têm efetuado debates e publicado mini-infografias sobre as mudanças profundas que ocorreram no nosso país, entre a década de 1970 e o presente, no emprego, na população, na economia, entre outras áreas importantes da vida nacional. Explore os temas e infografias que mais lhe interessam clicando aquipara perceber tudo sobre o país que éramos então e que somos agora.
Saiba como usar as transparências, através das sugestões de mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Há quem goste das transparências e há quem as odeie. As transparências são uma das tendências da moda em 2024 e em doses pontuais até podem ser uma alternativa muito elegante.
Através do vídeo abaixo pode descobrir com Luciane Cachinski que tendência é esta e como a pode encaixar no seu look!!!
Não perca esta oportunidade de saber como incluir as transparências no seu guarda-roupa!
A propósito da comemoração dos 50 anos do 25 de abril deixo-lhe hoje uma sugestão de leitura: 25 de Abril, Mitos de Uma Revolução, de Maria Inácia Rezola.
Este é um livro que faz parte do Plano Nacional de Leitura e é recomendado para apoio a projetos relacionados com a História de Portugal no Ensino Secundário.
Sinopse:
A 25 de Abril de 1974 um grupo de jovens capitães leva a cabo um golpe de Estado que, em menos de 24 horas, derruba uma ditadura que dominava Portugal há mais de quatro décadas. Tratou-se de uma revolução em prol da liberdade? A base do movimento nasceu de questões corporativas: do descontentamento dos militares face a alterações de carreira e do desgaste da guerra colonial. A 25 de Novembro os páras ocupam a base aérea da Tancos. A polémica subsiste: houve ou não uma tentativa de golpe de Estado? Quais os seus autores? Quem deu a ordem de saída aos páras? Passados mais de 30 anos só agora se começam a revelar as verdades que permitem desmascarar os mitos que fazem parte da história do 25 de Abril.
terrível entusiasmo. Eram milhares, dezenas de milhar e todos se esticavam, todos tentavam ver os carros, sentiam o solene momento, gritavam da alegria mais pura. Era um som de pólvora liberta, uma explosão de esperança, de loucura, de vida – sim, por uma vez, a vida -. Lembro esse gosto de pão, o corte brusco na inércia, o fogo da presença em oferenda, a compressão da ira vinculada agora a um caminho. Hoje contemplo esta praça, estas ruas que a tristeza semeou de novo e espero a multidão que uma vez aqui floresceu.
Confio em que virá. O vento fala já nos seus passos, faz da espera alimento; o ar vai encher-se de vozes, vai ver-nos todos juntos, livres, respirando através das mãos unidas, através do ardente fluido de alegria que liberta as raízes do canto estagnado.
O Tecolameco, também conhecido como Teco Lameco, Teculameco ou Teculameca, é uma sobremesa típica da vila do Crato (no Alentejo), muito saborosa, feita à base de amêndoas, ovos, açúcar, banha e canela.
O Tecolameco é mais um doce tradicional, originário da doçaria conventual portuguesa.
Quanto à história do Tecolameco, conta-se que um antigo chefe terá encontrado no Castelo do Crato (também conhecido como Castelo da Azinheira), no distrito de Portalegre, no Alto Alentejo, um livro antigo que revelava o sentido da vida. Todas as páginas estavam em branco, exceto uma que continha a receita do Tecolameco.
Se quiser arriscar delicie todos em sua casa com a receita que se segue e bom apetite!
Ingredientes:
500 g de açúcar
250 g de miolo de amêndoa ralado
25 g de manteiga
10 g de banha
10 gemas M
2 ovos M
300 ml de água
1 pau de canela
1 pitada de canela em pó
Manteiga para untar
Açúcar em pó para polvilhar
Preparação:
Leve ao lume o açúcar com a água e o pau de canela e deixe ferver, até atingir ponto de pérola.
Retire do lume e junte a amêndoa, a manteiga e a banha. Leve novamente ao lume e deixe engrossar. Retire, elimine o pau de canela e deixe arrefecer. Misture depois os ovos e as gemas, bem como a canela, e mexa muito bem.
Deite o preparado numa forma, previamente untada com manteiga e forrada com papel vegetal também untado. Leve ao forno, pré-aquecido a 180ºC, por cerca de 40 minutos. Retire, deixe arrefecer e desenforme. Polvilhe com bastante açúcar em pó.
Ponto de Pérola:
Encha uma colher com a calda e, lentamente, despeje-a para um recipiente. Se, ao cair, formar um fio um tanto resistente e, na sua extremidade, aparecer uma bolinha, a calda atingiu o ponto de pérola.
Se preferir antes uma receita que utiliza a Bimby, aqui vai ela:
Ingredientes:
Açúcar: 550 g
Amêndoas sem pele: 280 g
Água: 200 g
Pau de Canela: 1
Limão (casca, só parte amarela, e sumo): 1
Manteiga: 55 g
Banha: 55 g
Ovos: 14
Preparação:
No copo da Bimby, coloque 50g de açúcar e pulverize 15 seg/ vel 10. Retire e reserve. Coloque no copo a água, 500g de açúcar, o pau de canela e uma tira da casca de limão e cozinhe 30 min/ 100ºC/ vel 1. Adicione a manteiga e a banha, cozinhe 3 min/ 100º/ vel 1. Descarte o pau de canela e a casca de limão. Adicione 12 gemas e dois ovos, misture 10 seg/ vel 4. Adicione a farinha de amêndoa reservada e envolva 12 seg/ vel 3. Deite numa forma redonda de fundo amovível forrada com papel vegetal. Leve ao forno, previamente aquecido a 180 ºC, cerca de 45 minutos. Faça o teste do palito, este deve sair seco. Retire, deixe arrefecer por completo e leve ao frigorífico. Entretanto faça a cobertura: no copo limpo coloque duas claras, o açúcar em pó reservado e quatro a cinco gotas de sumo de limão, misture 2 min/ vel 4. Deite a cobertura sobre o bolo fresco e decore a gosto. Coloque no copo a amêndoa e pulverize 10 seg/ vel 7. Retire e reserve.
Os telhados parisienses possuem um potencial inestimável porque são muito bonitos e fotogénicos e têm seduzido, por isso, cineastas, fotógrafos, músicos e poetas. O cinza das placas de zinco, as chaminés com a aparência de pequenos potes de cerâmica ocre e, aqui e além, esculturas revestidas de ouro formam um conjunto extraordinário.
Mas os telhados de Paris não são todos cinzentos. Apenas 70% dos telhados são cinzentos: é de facto um casamento único entre o cinzento claro do zinco e o cinzento mais escuro da ardósia! Os telhados da Madeleine ou da Opera Garnier também têm uma cor muito específica de Paris, um verde-cinza claro: isto é, cobre com o seu tom avermelhado, que fica verde com o tempo.
Tudo começou em meados do século XIX, durante a transformação de Paris por Napoleão III e a obra do Barão Haussmann: alargar as ruas, dar ar fresco aos parisienses e modernizar a cidade. Os famosos edifícios de Haussmann espalharam-se pela capital francesa. Para os seus telhados, Haussmann opta por placas de zinco: um material barato, fácil de cortar e instalar. E acima de tudo, um produto totalmente novo que na época representava absoluta modernidade!
Graças à lei de ocupação do solo, que impede a construção de torres, e a lei de proteção do património francesa, os telhados são protegidos e restaurados quando é necessário, sempre dentro do mesmo modelo.
Delphine Burkli, prefeita de um bairro de Paris, deseja que os telhados daquela cidade sejam inscritos na lista do Património Mundial da Unesco. De referir que em Paris, só as margens do Sena estão inscritas na lista da Unesco. Enquanto tal não acontecer, contemplemos esta maravilha da arquitetura francesa, neste imenso museu a céu aberto chamado Paris!
Os telhados de Paris tornaram-se um local obrigatório para os adeptos das esplanadas já que oferecem vistas espetaculares sobre a cidade. Estes lugares altos oferecem a possibilidade de saborear uma bebida ou uma boa refeição enquanto se desfruta de uma vista deslumbrante sobre os telhados da capital.
Ouça agora a cantora brasileira Zélia Duncan em Telhados de Paris.
Álbuns de Família: Fotografias da diáspora africana em Portugal é uma exposição temporária, patente no Padrão dos Descobrimentos, a partir de hoje até 30 novembro 2024, que reúne fotografias da autorrepresentação da diáspora africana em Portugal do período entre 1975 e os dias de hoje.
São "álbuns de família" com as imagens que os portugueses afrodescendentes e os africanos registaram de si próprios e das suas comunidades desde 1975, data das independências dos países africanos de colonização portuguesa.
Ouça a cantora brasileira Simone em Liberdade, Liberdade Abre as Asas Sobre nós/ O Amanhã (Áudio Oficial).
Liberdade!, Liberdade! Abre as asas sobre nós E que a voz da igualdade Seja sempre a nossa voz;
Liberdade!, Liberdade! Abre as asas sobre nós E que a voz da igualdade Seja sempre a nossa voz;
Vem, vem reviver comigo amor O centenário em poesia Nesta pátria mãe querida O império decadente, muito rico incoerente Era fidalguia e por isso que surgem
Surgem os tamborins, vem emoção A bateria vem, no pique da canção E a nobreza enfeita o luxo do salão, Vem viver
Vem viver o sonho que sonhei Ao longe faz-se ouvir Tem verde e branco por aí Brilhando na Sapucaí e da guerra
Da guerra nunca mais Esqueceremos do patrono, o duque imortal A imigração floriu, de cultura o Brasil A música encanta, e o povo canta assim e da princesa
Pra Isabel a heroína, que assinou a lei divina Negro dançou, comemorou, o fim da sina Na noite quinze e reluzente Com a bravura, finalmente O Marechal que proclamou foi presidente
Liberdade!, Liberdade! Abre as asas sobre nós E que a voz da igualdade Seja sempre a nossa voz,
Liberdade!, Liberdade! Abre as asas sobre nós E que a voz da igualdade Seja sempre a nossa voz
Vem, vem reviver comigo amor O centenário em poesia Nesta pátria mãe querida O império decadente, muito rico incoerente Era fidalguia e por isso que surgem
Surgem os tamborins, vem emoção A bateria vem, no pique da canção E a nobreza enfeita o luxo do salão, Vem viver