A democracia em Portugal já fez 50 anos! Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de abril de 1974, a Pordata (A Pordata é uma plataforma online que disponibiliza dados oficiais e atualizados sobre a sociedade portuguesa, os seus municípios e a Europa) e a Fundação Francisco Manuel dos Santos (A FFMS nasceu em 2009, fundada por Alexandre Soares dos Santos e família, para estudar os grandes problemas nacionais e levá-los ao conhecimento da sociedade) têm efetuado debates e publicado mini-infografias sobre as mudanças profundas que ocorreram no nosso país, entre a década de 1970 e o presente, no emprego, na população, na economia, entre outras áreas importantes da vida nacional. Explore os temas e infografias que mais lhe interessam clicando aqui para perceber tudo sobre o país que éramos então e que somos agora.
sábado, maio 04, 2024
quarta-feira, janeiro 10, 2024
Como É A Vida Num Bairro De Imigrantes Em Portugal?
Perceba como é que se vive numa região habitada predominantemente por imigrantes, na Área Metropolitana de Lisboa (Queluz, Amadora), de acordo com o ponto de vista de um canal de viagens do Youtube, dinamizado por um jovem casal de brasileiros.
quarta-feira, março 15, 2017
Os Millennials ou Geração Y
Esta geração está agora a começar a dominar o mercado trabalho. As empresas terão de se adaptar às características deste grupo enorme, que nasceu num milénio e está a começar a construir a sua carreira noutro. Veja, no vídeo abaixo a opinião de Simon Sinek, numa entrevista a dada a Tom Bilyeu para o programa Inside Quest.
sábado, outubro 12, 2013
Os Portugueses em 2030
terça-feira, abril 10, 2012
Contrastes Demográficos
sexta-feira, maio 06, 2011
How Many People Can Live on Planet Earth
Quando o documentarista David Attenborough nasceu éramos pouco menos de 2 biliões de pessoas em todo o planeta. Atualmente a população mundial é de cerca de 7 biliões de pessoas. A vida de Attenborough foi em boa parte dedicada ao acompanhamento da vida selvagem, no entanto, também se preocupou com o impacto do aumento populacional. Assim, ingressou na organização Optimum Population Trust, que tem como meta avaliar esta situação. Por volta de 1800 éramos não mais do que 1 bilião de pessoas. O acesso ao controle de doenças, a diminuição da mortalidade e a melhoria da qualidade de vida causaram uma violenta explosão populacional. Mas a Terra, certamente, possui um limite físico para a produção de recursos. O primeiro alarme que soa vem da escassez de água em diversos países. Não só este alarme está a tocar, como outro já começa a fazer-se ouvir, o da falta de áreas propícias para a prática de uma agricultura economicamente viável. E, o sinal vem de um fluxo de investidores de países desen
volvidos que compram terras em países mais pobres para uma produção exclusivamente voltada para a exportação, sem os benefícios desejados para a população local. Algumas iniciativas de controle populacional, foram feitas, infelizmente, de maneira autoritária. Ninguém gosta que se lhe diga quantos filhos deve ter ou de ver a sua vida pessoal devassada. Iniciativas mais inteligentes e planeadas demonstraram, de maneira quase óbvia, que a educação é o fator que mais influencia na decisão de uma família em optar por ter menos filhos. As mulheres estão na linha da frente neste poder de decisão. A educação de uma mulher provoca uma visível tendência em planear melhor a vida antes de esta ter o primeiro filho. David Attenborough encerra este documentário "How Many People Can Live on Planet Earth?" comentando que os dados fornecidos podem ser desanimadores e neste caso a melhor maneira de encarar a situação é com o máximo de planeamento, preferencialmente feito de maneira racional. É que embora a maior parte do crescimento da população provenha do mundo em desenvolvimento, é o estilo de vida de muitos países do ocidente que mais danos causa ao nosso planeta.Assista agora a este excelente documentário (em seis partes). É um bocadinho longo, mas, olhe que vale a pena. Dá que pensar.
sexta-feira, abril 15, 2011
E esta, hem!
Sabia que há alguns sem-abrigo privilegiados? "Dormem na Gare de Oriente e são recenseados nas Torres de São Rafael e de São Gabriel, as duas torres emblemáticas do Parque das Nações. Os Censos 2011 obrigam a que a pessoa seja recenseada num alojamento familiar, o que exclui escritórios, hotéis e, claro, a rua. Os sem-abrigo vão contar pela primeira vez em separado. As estações de comboio não são alojamentos e muito menos familiares. E os 34 sem-abrigo que dormem na Estação do Oriente, em Lisboa, têm de ser incluídos nos dois edifícios com famílias mais próximos: as Torres São Rafael e São Gabriel. Mesmo que tenham a designação de sem-tecto". E Esta, Hem?!Fonte: DN
domingo, outubro 17, 2010
Assim vai o mundo...
A situação da fome em alguns países lusófonos é alarmante, porque se verificou um aumento no índice de fome na Guiné-Bissau, em Moçambique e em Angola .De acordo com o Índice da Fome no Mundo em 2010, mil milhões de pessoas são atingidas pelo flagelo que tem assumido proporções alarmantes em perto de trinta países devido a conflitos e miséria.
O estudo que incidiu sobre cento e vinte e dois países, retrata quatro cenários onde os níveis de fome são “extremamente alarmantes”. República Democrática do Congo, Burundi, Chade e Eritreia constituem os estados em que o flagelo da fome conhece maior dimensão.
A Guiné-Bissau, Moçambique e Angola integram a lista de vinte cinco estados que têm um nível de fome “alarmante”, ao lado de países como o Zimbabué, Togo, Iémen, Sudão, Ruanda, Haiti, Serra Leoa ou Etiópia. Angola está no nível alarmante com 20 pontos.
Este índice, elaborado pelo Instituto Internacional de Pesquisa sobre Políticas Alimentares, é calculado através de três indicadores: a taxa de mortalidade infantil, o baixo peso infantil e a proporção de população subnutrida.

O índice apresenta os países numa escala de 100 pontos, sendo zero a melhor pontuação - sem fome - e 100 a pior, apesar de nenhum desses dois extremos ser alcançado na prática.
Uma pontuação superior ou igual a 20 revela níveis alarmantes de fome num país, e mais de 30 é "extremadamente alarmante".
A divulgação do Índice da Fome no Mundo 2010, sublinha também que a República Democrática do Congo tem conhecido a maior deterioração de indicadores.
Não é possível reduzir a fome, se não secombater a pobreza nestes países!
sábado, janeiro 30, 2010
O Mundo: Desafios & Problemas
O repto foi lançado às turmas do 12º ano.Tinham que seleccionar os principais desafios & problemas com que nos confrontamos no mundo actual. Eis a opinião dos alunos.
Do ponto de vista económico: a crise económica mundial 2008, as crises nas bolsas de valores, a economia e o desemprego.
Os problemas políticos: guerras, golpes de estado, luta pelo poder, corrupção, assaltos e o terrorismo.
A lista dos problemas sociais e demográficos é imensa. Ora veja:
-Exploração da mão-de-obra
-Miséria e pobreza 
-Fome e falta de água
-Doenças (gripe A e Sida)
-Xenofobia e racismo
-Alimentação e sobrepopulação
-Falta de Instrução
-Favelas e bairros degradados
-Prostituição
-Imigração
E agora os problemas ambientais:
- o aquecimento global,
-a desflorestação,
-a extinção de espécies,
-as catástrofes naturais ;
- os problemas resultantes da exploração do petróleo.
Trabalho Colectivo: 12º ano (Turmas A, B e C).
quinta-feira, maio 28, 2009
Ameixoeira e Belém
Agora as imagens de Santa Maria de Belém.
Agora as da Freguesia da Ameixoeira.
quarta-feira, abril 30, 2008
Portugal em números...

O estado português enfrenta vários problemas a nível económico e social devido à sua situação demográfica. Esta situação deve-se ao envelhecimento da população portuguesa. Este factor também fragiliza, bastante, a situação porque o envelhecimento da população se reflecte nos gastos económicos do estado e na sociedade. Outro aspecto (neste caso positivo) a ter em conta é o declínio da mortalidade infantil e adulta.
Contudo, há mais de vinte anos que a fecundidade é baixa, com um nível inferior a 2,1crianças por mulher, o que impossibilita a renovação das gerações. A emancipação da mulher, a dificuldade em conjugar (misturar) a vida profissional e familiar, a maior dependência dos jovens face aos mais idosos, (leva - os a ingressar no mercado de trabalho tardiamente), a maior facilidade de encontrar/utilizar métodos contraceptivos, e, obviamente também, o nível de vida mais caro e mais difícil, leva as mulheres portuguesas a reflectirem bastante quando o assunto é ter filhos.Estudo de Caso: Alexon S.; Carlos J.; Luís P. e Mansur B. -12º Ano-Turma B








