Sem Nome é um filme, de 2008, do género drama, que conta no elenco com Edgar Flores, Paulina Gaytan, Kristyan Ferrer, Tenoch Huerta Mejía, Diana García.
Este extraordinário thriller do estreante argumentista e realizador Cary Fukunaga, é um corajoso conto de lealdade e redenção, tendo por cenário o rude e agreste México.
Vencedor dos prémios para Melhor Realizador e Melhor Fotografia no Festival de Sundance 2009 e do prémio para Melhor Realizador Estreante no Festival de Edimburgo 2009, Sem Nome marca a emergência de uma brilhante nova voz do cinema.
Sinopse:
Sayra (Paulina Gaytan) é uma rapariga das Honduras que, na companhia do pai e do tio, faz o percurso de emigração até ao México e daí para os Estados Unidos, onde o pai tem já uma nova família.
Willy 'El Casper' (Edgar Flores) é um rapaz a viver em Tapachula, México, que enfrenta um futuro incerto inserido num gang perigoso e implacável. Quando, pelo caminho, os seus destinos se cruzam nasce, entre os dois, um sentimento de mútua solidariedade e ambos vão perceber que, arriscando tudo, poderão ter esperança numa nova vida e alcançar o sonho americano.
Para Lá da Fronteira ou Crossing Over é um filme americano, do género drama, de 2009, realizado e escrito porWayne Kramer,que é um imigrante da África do Sul.
O filme foi filmado na própria cidade de Los Angeles, em 2007 e conta no elenco com os atores: Harrison Ford, Ray Liotta e Ashley Judd.
Sinopse:
Um drama sobre a imigração. Diferentes pessoas, de diversas nacionalidades lutam pelo sonho americano, usando de todo o tipo de esquemas, negócios e fraudes para chegar à América, o país das oportunidades, para conseguir o status de legalidade em Los Angeles, nos Estados Unidos.
O filme aborda os temas de vigilância de fronteiras, fraudes de documentos, o direito a asilo, o processo de obtenção do green card, o emprego de imigrantes em situação ilegal, naturalização, o combate ao terrorismo e o conflito entre culturas.
Harrison Ford é Max Brogan, um trabalhador do Controlo Alfandegário e Imigração de Los Angeles que se deixa comover com cada caso que lhe passa pelas mãos: ele compreende bem como o seu trabalho e as suas decisões interferem com os destinos individuais daquelas pessoas... para sempre.
Al Hajjarah é uma vila situada no Iémen, distrito de Manakhah, nas montanhas Haraz ou Kharaz.
É uma antiga cidade mercantil, situada ao longo da estrada que vai de Sana'a a Al-Hudayda. Hoje é usada como acampamento base por trekkers. A palavra Hajar significa pedra, daí que o seu nome seja o nome mais apropriado para descrever esta antiga localidade comercial.
Al Hajjarah foi construída sobre um precipício e é famosa pelas suas casas altas construídas nas falésias. A cidadela desta vila foi fundada no século XII pelos sulaihidas e tornou-se uma importante fortificação durante a ocupação otomana do Iémen, dada a importância estratégica da sua localização.
A zona rica em pedreiras facilitou um fornecimento ilimitado de material de construção, o que tornou possível cimentar de forma segura os imponentes edifícios de pedra.
Quando foram construídos, eram os edifícios mais altos da região e os primeiros destinados à vida doméstica. Os esforços para erguer construções tão altas só acontecia com objetivos bélicos ou de defesa, nunca como moradias para o povo.
Em Al Hajjarah existe também a antiga residência do Imam Yahya Muhammad, um signatário do Tratado Ítalo-Iemenita de 1926.
O nome destas escadinhas está decerto relacionado com a Ermida do Senhor Jesus dos Terramotos (construída entre 1756 e 1798 e posteriormente reconstruída em 1842), localizada na R. do Arco do Carvalhão.
Aqui lhe deixo, para que aprecie, mais um cosplay do "Capture-me como faria Rembrandt", que é um grupo nas redes sociais em que as pessoas publicam cosplays de obras-primas. O conteúdo é criado pelos seguidores que enviam as suas fotografias no estilo de pinturas e esculturas.
Algumas pessoas procuram repetir os detalhes das obras, enquanto outras fazem isso usando o sentido de humor. No final, o resultado é sempre surpreendente.
No caso de hoje temos a "Mary Magdalene", pintada por Frederick Sandys e uma Mary Magdalene da atualidade.
Frederick Sandys, 1829 - 1904, foi um pintor, ilustrador e desenhador britânico associado aos pré-rafaelitas, tendo também estado associado à Escola de Pintores de Norwich .
Os EUA, porque gostaria de conhecer mais a sua cultura e também por causa do seu desenvolvimento a nível económico e social.
Gostaria de ter a experiência em saber mais da convivência e do dia-a-dia da população americana. E também porque quero experimentar coisas novas, visitar muitos lugares históricos da América e conhecer Hollywood.
Pitigliano faz parte da rede de aldeias mais bonitas de Itália e está localizada na Toscana, na região da Maremma, a meio caminho entre Florença e Roma.
Localizada em cima de penhascos cravejados por cavernas, 313 metros acima do nível do mar, o vilarejo parece debruçado sobre uma janela com vista para vales verdejantes.
É também conhecida como a Pequena Jerusalém, devido à longa presença de uma comunidade judaica.
Antes desta parte particular da história, Pitigliano tem um passado muito antigo. Foi uma localidade etrusca o que até hoje deixa as suas marcas.
A principal característica de Pitigliano são as suas construções de tufo vulcânico, rochas porosas, de baixa densidade, e fáceis de serem escavadas (desde a ápoca etrusca), dando origem a cavernas que mais tarde têm sido usadas como refúgios e adegas. Não é por acaso que nos subterrâneos desta localidade existe um incrível labirinto de túneis e sepulturas de origem etrusca.
A cidade é muito graciosa, conhecida como a pequena Jerusalém, porque possui um antigo bairro judeu.
No século XVI, Pitigliano era um território governado pelos condes da família Orsini.
Em 1556, Niccolò IV Orsini – que era favorável à presença de judeus na cidade – doou ao seu próprio médico, de origem hebraica, um terreno para a construção de um cemitério para a comunidade. Mais tarde foi também construída uma sinagoga e criado um gueto hebraico.
Mas, se quiser dar um passeio virtual por esta aldeia italiana, para a conhecer melhor, não deixe de ver o vídeo abaixo. Não perca esta oportunidade de viajar sem sair de casa.
Estamos quase a chegar ao Dia de Todos os Santos, por isso, aqui ficam duas receitas de Broinhas de Batata Doce, para oferecer a quem vier bater-lhe à porta, a pedir o chamado Pão Por Deus.
Ingredientes:
1 kg. de batata doce;
3 ovos;
500 gr. de açúcar;
500 gr. de farinha;
1 colher (café) de canela;
1 colher (café) de fermento em pó;
frutos secos a gosto (nozes, amêndoas ou avelãs).
Preparação:
Descasque as batatas e coza-as em água temperada com sal. Depois de cozidas, reduza-as a puré e deixe arrefecer.
De seguida junte o açúcar e misture muito bem. Adicione depois os ovos, mexendo sempre até os incorporar bem na mistura.
Junte a farinha, o fermento e a canela peneirados.
Adicione os frutos secos à massa e volte a amassar tudo muito bem.
Molde a massa em pequenas broas com a ajuda da farinha.
Coloque-as num tabuleiro forrado com papel vegetal e leve ao forno pré-aquecido durante
aproximadamente 25 minutos ou até estarem douradas.
Agora, veja no vídeo abaixo, uma outra receita. Não perca a oportunidade de ver como se fazem.
A Casa Costa Lobo, na Rua dos Coutinhos, é um imóvel especial situado numa zona privilegiada da cidade de Coimbra.
José de Sousa Gonzaga comprou o edifício e outros edifícios à volta, unindo-os para ter uma casa grande para toda a família. O que a torna singular é precisamente a junção de construções do século XVII, XVIII e XIX.
Assim, nesta casa encontra um arco da renascença, uma escadaria ladeada por azulejos do século XVIII, janelas manuelinas, janelas de guilhotina com bancos de século XVII, jardins interiores, e muitas estrelas em referência a Maria Estrela, filha única de José de Sousa Gonzaga a quem esta casa foi oferecida em dote quando casou com o lente da universidade de Coimbra, Francisco Miranda da Costa Lobo. A Casa manteve-se desde então na posse da sua descendência, como habitação da família.
As vistas da Casa Costa Lobo sobre a cidade são soberbas: a Sé Velha, a Universidade, o Rio Mondego e Santa Clara.
"Não é uma casa museu, é uma casa onde vivem pessoas" mas, como "sempre foi uma casa que recebeu muito, gostamos de partilhar o espaço".
É assim que Joana Costa Lobo apresenta a Casa Costa Lobo.
Se a quiser ficar a conhecer melhor assista, em baixo, ao programa televisivo da RTP2, que faz uma visita a esta casa.