Saiba como pode usar uma camisa branca todos os dias, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
A camisa branca é uma peça intemporal. Esteve na moda em 1990 e não saiu de moda até aos dias de hoje! Além disso a camisa branca é uma das peças mais ecléticas do nosso roupeiro. Pode usá-la na praia, como traje de gala ou até para ir trabalhar todos os dias da semana.
A camisa feminina branca é uma das tendências da moda de 2022! Veja no vídeo abaixo como pode usar com muito estilo, esta peça do vestuário feminino.
O Jogo do Lencinho é um jogo infantil tradicional, geralmente aprendido na pré-escola ou no jardim de infância. Para a realização deste jogo apenas se necessita de um espaço amplo e de um lenço. O Jogo do Lencinho é uma atividade de grupo e pode ser jogado desde os 3/ 4 anos de idade.
Como se joga?
Os jogadores devem fazer uma roda, com as mãos atrás das costas (podendo estar em pé ou sentados).
Enquanto todos cantam (a lengalenga abaixo) um dos jogadores corre em volta da roda com o lenço na mão (os jogadores não podem olhar para trás).
Num determinado momento, a criança que tem o lenço deixa-o cair discretamente atrás de um colega.
Este, ao aperceber-se que tem o lenço atrás de si, deve começar a correr na tentativa de apanhar o colega, o que deverá acontecer antes deste ocupar o lugar vago.
Se a criança que deixou cair o lenço for apanhada, vai para o centro da roda onde deverá ficar de cócoras.
Se não o conseguir agarrar, continua o jogo, correndo à volta da roda e indo deixar o lenço atrás de outro.
Como é a lengalenga que deve ser cantada? É a Lengalenga do Lencinho:
O lencinho vai na mão, Vai cair no meio do chão, Quem olhar para trás, Leva um grande bofetão
Ouça o grupo português Vozes da Rádio em Samba do Acordo Ortográfico, música antiga interpretada para o programa Prós e Contras da RTP1, em 14/04/08. Se quiser ficar a conhecer melhor este grupo basta clicar aqui.
Não deixe de ouvir esta música porque este tema continua muito atual.
A Samakaka é um tecido de algodão típico de Angola. O vocábulo samacaca foi registado no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora como: "pano tradicional angolano, com padrão característico de figuras geométricas coloridas".
Este termo vem provavelmente de Samacaca, antropónimo, que significa antigo soba bailundo.
A Samacaca é um tecido tradicional dos Muíla, que é um povo do sul de Angola (província da Huíla).
A samakaka chegou a Angola há dois séculos pelas mãos dos portugueses, após uma visita às colónias holandesas das Índias ocidentais. No século XIX, a samakaka era usada como moeda nas trocas comerciais entre os colonos portugueses e os indígenas juntamente com o jiloso (pano azul-escuro e branco) e a aguardente.
Caracteriza-se pelo seu padrão de figuras geométricas coloridas pelas cores vermelho, branco, amarelo, preto ou branco.
O fabrico destes tecidos permitia a distinção de sociedades e grupos etários através da cor e das estampas. Estes panos são produzidos nas aldeias e o trabalho é executado por mulheres e crianças. Contudo a produção não é exclusivamente interna, porque é um meio usado para o sustento do grupo – com a venda – para a obtenção de produtos não cultiváveis.
É o caso do povo Muíla que produz manufaturadamente o pano Samakaka, usado entre entre eles e comercializado no exterior das aldeias.
Contudo, um novo elemento surgiu na África contemporânea, nomeadamente em Angola, a Moda. O resultado é a coexistência da cultura tradicional com os ditames da moda atual.
Os padrões e as cores dos tecidos africanos têm sido fonte de inspiração para vários estilistas e designers de moda, que têm levado um pouco de África e de Angola para o resto do mundo. É o caso, entre outros, de João Pimenta, Rose Palhares, Nadir Tati, Glória Sílvia,Virginie e Fiu Negro.
Conheça o que deve vestir num dia de chuva, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Como é que podemos estar na moda e estilosas num dia de chuva?
Em dia de chuva com certeza tem de programar o look que vai usar porque senão corre o risco de chegar suja e molhada ao destino. Então, aqui vão algumas dicas de moda feminina, para saber o que deve ou não usar em dia de chuva e arrasar com os seus looks!
Não perca o vídeo abaixo.
Espero quer goste e não perca mais esta oportunidade para andar na moda.
Annie Ernaux (1940), é uma escritora e professora francesa. A sua obra literária, principalmente autobiográfica, romance e memórias, remete para a sociologia.
Ernaux foi laureada com o Prémio Nobel de Literatura de 2022 "pela coragem e acuidade clínica com que descortina as raízes, os estranhamentos e os constrangimentos coletivos da memória pessoal", tornando-se na primeira mulher francesa a ser laureada com o Nobel de Literatura.
Deixo-lhe aqui em baixo, a sinopse de um dos livros, publicados em Portugal, desta autora. Lançado em 1991, UmaPaixão Simples surpreendeu o panorama literário francês, quebrando os estereótipos do romance, sentimental pelo seu erotismo e pela sua honestidade. Em 2020, é adaptado ao cinema por Danielle Arbid.
Sinopse:
De um lado, uma mulher culta, independente, divorciada e já com filhos adultos. Do outro, um homem casado, estrangeiro, mais jovem, por quem ela perde completamente a cabeça. E por quem espera, dia após dia. Se o tema parece trivial, não o é, de todo, o modo como os dois anos que dura esta «paixão simples» são contados: no seu estilo frontal, acutilante, despido de vergonhas e julgamentos, Annie Ernaux desfoca a linha ténue entre ficção e autobiografia e põe na voz da narradora as confidências da história de uma relação que toma conta de tudo, que extasia e rebaixa, fonte da maior felicidade e da mais dolorosa solidão. Viver algo assim será, talvez, o maior privilégio da existência.
O Parque Nacional do Catimbau, também conhecido como Vale do Catimbau, é um parque nacional brasileiro localizado no estado de Pernambuco. Foi criado em 2002 e abrange os municípios de Buíque, Ibimirim, Sertânia e Tupanatinga, entre o Agreste e o Sertão pernambucano. O parque é o segundo do estado (o primeiro é o de Fernando de Noronha). O Vale do Catimbau preserva uma das últimas áreas da Caatinga brasileira. A caatinga é um bioma único e exclusivo do Brasil, e ali estão cerca de 62.300 ha de caatinga preservada que abrigam milhares de espécies endémicas e Migratórias.
É formado por montanhas de topo suave. Entre as montanhas encontram-se encostas abruptas e vales abertos. É uma região de intensa erosão. As formações geológicas são compostas de arenitos de diversas cores e tipos, com mais de 100 milhões de anos. Apresenta cerca de duas mil cavernas e 28 cavernas - cemitério.
O Parque é considerado uma Área de Extrema Importância Biológica e arqueológica, pois, apresenta também registos de pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica datados de há pelo menos 6 000 anos.
São mais de 42 os sítios arqueológicos catalogados no Vale do Catimbau. Com isso, o Catimbau é considerado o segundo maior parque arqueológico do Brasil.
Se quiser ficar a conhecer melhor esta região não deixe de ver o vídeo abaixo.
As Cavacas são doces muito tradicionais em Portugal, porém a sua confecção varia de região para região.
Este doce de origem portuguesa, famoso também pela sua história, nasceu nos velhos conventos de Portugal. A sua receita contém ovos, açúcar, e farinha.
Um dos exemplos mais conhecidos são as Cavacas de Resende, oriundas do concelho de Resende. A sua massa é feita com ovos caseiros, farinha e açúcar, sendo adicionada à massa dois tipos de caldas de açúcar após a cozedura e corte das fatias (o que lhe dá um aspeto muito diferente dos restantes tipos de cavacas) em particular as das Caldas da Rainha, Santa Maria(Açores) e Aveiro.
Em Aveiro, milhares de cavacas são arremessadas anualmente do topo da Capela de São Gonçalinho, durante as festas do bairro da Beira-Mar (Vera-Cruz), como forma de pagamento de promessas.
Existem várias receitas de Cavacas à moda de Santa Maria, deixo-lhe aqui uma delas de forma a poder fazê-la e provar esta deliciosa iguaria portuguesa.
Ingredientes:
Para a Massa 10 ovos 125 g de farinha ½ chávena (de café) de água 2 chávenas (de café) de azeite Para a Calda 400 g de açúcar 1 chávena (de chá) de água
Preparação:
Leve o azeite ao lume até levantar fervura. Acrescente a farinha e os ovos, um a um, e vá batendo com uma colher de pau a cada ovo adicionado. Após mexer bem até a massa ficar com uma consistência mole e com bolhas de ar acrescente a água. Adicione 1 colher de sopa desta massa em formas de queques já untadas com manteiga e polvilhadas com farinha e leve ao forno pré aquecido a 220ºc. Deixe-a cozinhar por aproximadamente 30 minutos a 200ºc. Após estarem douradas tire-as do forno e deixe-as arrefecer para colocar a calda. Enquanto a massa arrefece, comece a fazer a calda. Para a calda junte num tacho o açúcar e a água ao lume até ferver. Agora é só cobrir as cavacas com a calda e deixar secar.
Lura (Lisboa, 1975), é uma cantora portuguesa, de ascendência cabo-verdiana. As suas composições baseiam-se na música tradicional cabo-verdiana como por exemplo a Morna, o Funaná e o Batuque, e influenciadas pela música ocidental africana e contemporânea.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Neste vídeo Luciane mostra-lhe a forma como se deve apresentar numa entrevista de emprego porque este aspeto pode ser crucial para o seu futuro! Nesse momento importante a primeira impressão é a que fica, porque não terá outra hipótese de se apresentar. Assista a este vídeo e veja os detalhes importantes que deve seguir para que consiga aquele emprego tão desejado.
O Hospices Civils de Beaune é um hospital francês! Foi construído para atender os pobres, em Beaune, em 1443. Hoje é um Museu. Veja este hospital e repare nos detalhes.
Ouça a cantora e apresentadora brasileira, Hebe Camargo, em É Preciso Saber Viver.
Hebe Camargo, considerada a Rainha da TV, canta o sucesso É Preciso Saber Viver, música de Erasmo Carlos e Roberto Carlos para o especial Hebe Mulher E Amigos.
Para os nostálgicos, e também para os que o não são, aqui deixo algumas imagens da cidade do Namibe/Moçâmedes.
Moçâmedes é uma cidade e município de Angola, capital da província de Namibe. Entre 1985 e 2016, a cidade teve o mesmo nome da província, isto é, denominou-se "Namibe" quando, por decreto-lei , o nome voltou a ser "Moçâmedes". O primeiro nome do lugar foi "Chitoto Chobatua" (buraco dos passarinhos), dado pelos mucubais a uma aldeia de pescadores, pastores e caçadores que existia na baía do Namibe, no século XV.
Segundo as projeções populacionais de 2018, elaboradas pelo Instituto Nacional de Estatística, conta com uma população de 335 892 habitantes e uma área territorial de 8 916 km², sendo o município mais populoso da província.
Grande centro económico da província, é também um dos mais vitais centros logísticos de Angola, congregando porto, ferrovia, aeroporto e rodovias, num grande entroncamento de transportes.
Sabia que existem algumas palavras portuguesas de origem Persa? O persa enriqueceu, portanto, o português.
Na nossa língua existem muitas palavras do reino da Pérsia. Algumas delas são: laranja, limão, berinjela, pato, açúcar, pijama, tafetá, cáqui, quiosque, divã, lilás, jasmim, chacal, caravana, bazar, xeque, persiana.
Aqui lhe deixo algumas explicações para a existência destas palavras na nossa língua.
1. Açúcar
A palavra entrou nas línguas europeias a partir do árabe "as-sukkar", por duas vias: a via italiana, que levou a palavra até ao francês e ao inglês (entre outras), e a via ibérica, que nos deu a palavra "açúcar".
Ora, os árabes também já tinham ido buscar esta palavra ao persa, onde era "šakar". A palavra persa tem uma origem mais remota: o sânscrito "śárkarā".
2. Laranja e Limão
As palavras Laranja e Limão fizeram o mesmo caminho até ao português: "laranja", por exemplo, veio da "nārang" persa, passando pelo árabe (e, tal como no caso do açúcar, também já tinha vindo do sânscrito). A palavra "Laranja" em árabe diz-se "alburtuqaliu", que liga este fruto como originário ou que foi trazido de Portugal.
Também o "limão" veio do árabe "laymūn", que tinha vindo do persa "limu".
3. Pato
A palavra pato fez o mesmo caminho: do "bat" persa, passou ao "baṭṭ" árabe, que na nossa península se transformou em "pato"..
4. Xadrez
A palavra Xadrez começou no sânscrito, de onde passou ao persa, onde se dizia "šatrang", que a emprestou ao árabe, na forma "aš-šaṭranj", que a ofereceu às línguas ibéricas, acabando no nosso português como "xadrez".
Já que falamos de xadrez, diga-se que "xeque" e "xeque-mate" também são de origem persa — e, por acaso, "cheque" (de dinheiro) também.
6. Pijama
A palavra Pijama surgiu de forma um pouco diferente: começou no persa "pāy-jāma", que significava "roupa para as pernas", e passou para o hindi e urdu com a mesma forma.
Na Índia, os europeus (portugueses e ingleses entre eles) encontraram este tipo de roupa noturna e começaram a usá-la, aproveitando o nome.
Com o tempo, os ingleses trouxeram a palavra até à Europa. O inglês "pyjama" acabou por se espalhar pelas outras línguas — até chegar ao português.
7. Azul
Esta palavra tem origem no nome da pedra "lápis-lazúli", que já se extraía nas montanhas do Afeganistão há quase 10 000 anos.
O nome persa da pedra passou ao árabe, que o trouxe na forma "lāzuward" até à Península Ibérica.
Esta palavra acabou por dar origem ao "azul" com que, em várias línguas ibéricas, nos referimos à cor daquela rocha.
8. Magia
A palavra "magia" veio do latim "magia", aonde tinha chegado vinda do grego «μαγεία» — que significa "a arte do mago".
E de onde veio a palavra mago? Do antigo persa…
E agora assista ao vídeo abaixo que lhe fornece mais explicações sobre este assunto. Não perca. Vale mesmo a pena.