terça-feira, junho 30, 2026
Nôs Morna
terça-feira, setembro 09, 2025
A Floresta Laurissilva
A maior e mais bem conservada mancha de floresta Laurissilva encontra-se nas terras altas da Madeira.
Cobre cerca de 15 mil hectares, o que corresponde a cerca de 20% da ilha. Esta floresta húmida subtropical, com origem há cerca de 20 milhões de anos, destaca-se pela sua elevada biodiversidade e presença de muitas espécies endémicas.
Na laurissilva as plantas mais comuns são as lauráceas como o loureiro (Laurus novocanariensis e Laurus azorica), o vinhático (Persea indica), o til (Ocotea foetens), e o barbusano (Apollonias barbujana). É um dos habitats, no mundo, com maior índice de diversidade de plantas por km². A palavra laurissilva deriva do latim Laurus (loureiro, lauráceas) e Silva (floresta, bosque). É uma floresta produtora de água, precipitação oculta, visível na quantidade de levadas da ilha da madeira, é no Parque Natural da Madeira que se encontra de forma mais preservada.
quinta-feira, julho 17, 2025
Estanhadinha
Ouça Elida Almeida (1993) em Estanhadinha.
Elida Almeida é uma cantora e compositora cabo-verdiana, nascida em Santa Cruz, Ilha de Santiago. Ganhou reconhecimento internacional após vencer o Prix Découvertes RFI em 2015. A sua música mistura géneros cabo-verdianos como o batuque, o funaná e a coladera com influências latinas e pop, resultando num estilo único e vibrante.
sábado, julho 05, 2025
Maria Júlia
segunda-feira, novembro 20, 2023
Sara Tavares
domingo, dezembro 18, 2022
Boas Festas
Aos cabo-verdianos espalhados pelo mundo e aqueles que não sendo de Cabo Verde apreciam esta excelente música, os meus votos de Boas Festas.
domingo, outubro 02, 2022
Oh Naia
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| Jornal de Notícias (Foto) |
Ouça a cantora Lura em Oh Naia.
Lura (Lisboa, 1975), é uma cantora portuguesa, de ascendência cabo-verdiana. As suas composições baseiam-se na música tradicional cabo-verdiana como por exemplo a Morna, o Funaná e o Batuque, e influenciadas pela música ocidental africana e contemporânea.
Oh Náia
Kuse ki'n fazeu
Só pamodi n'ba Lisboa
Ma nada n'ka trazeu
A mi n'cumpra tlivison
Ku video ku DVD
Computador pa nha fidjo
Boneca pa nha côdé
Nha dona pidim kelí
Nha pai dja pidim kelá
Nha guenti mó ki'n ta fazi
Sem dinheiro ka ta da
Na frontera: Senhora tem muito peso
Tem que pagar este excesso
Dinheiro gó kem ki fla?N'papia kuel sô na badiu
Minina n'dal sô pa dôdu
Ê fla: Senhora já viu que
Não tenho o dia todo?
Oh Náia
Kuse ki'n fazeu
Só pamodi n'ba Lisboa
Ma nada n'ka trazeu
domingo, junho 26, 2022
Kolá San Jon é Festa di Kau Berdi
domingo, fevereiro 20, 2022
quarta-feira, janeiro 12, 2022
Boas Festas
O CaboCubaJazz combina ritmos cubanos animados com melodias sonhadoras e melancólicas das mornas das ilhas de Cabo Verde. Música de dança melancólica e ardente alterna nas suas performances quentes e cintilantes.
Projeto liderado pelo músico e compositor cabo verdiano radicado na holanda – Carlos Matos em parceria com o percussionista Nils Fischer e Dina Medina que junta clássicos da música de Cabo Verde, arranjos jazz e ritmos cubanos.
sexta-feira, julho 30, 2021
A Sucrinha
A Sucrinha é um doce típico de Cabo Verde e da Guiné Bissau. Deixo-lhe aqui hoje duas receitas (pescadas na net) deste docinho, uma simples e a outra com amendoim ou mancarra.
Ingredientes:
+/- 850gr de açúcar
Baunilha q. b.
Raspa de limão q. b.
Preparação:
Leva-se ao lume o leite com o açúcar e a raspa de limão. Quando ferver, mexe-se até fazer estrada e começar a borbulhar. Um pouco antes acrescenta-se a baunilha.
Despeja-se imediatamente para um prato untado, marcam-se os quadrados e deixa-se arrefecer, o que é rápido.
Está pronto e é só experimentar.
Ingredientes:
1 lata de leite condensado;
2 chávenas de açúcar;
2 colheres de sopa de manteiga;
Baunilha q.b.
Preparação:
Coloque numa panela o amendoim, o açúcar e a manteiga, leve ao lume até o açúcar ficar dourado.
Acrescente depois o leite e mexa sem parar até descolar do fundo da panela.
Espalhe o preparado numa travessa untada com manteiga. Corte em pedaços enquanto ainda está morno, pois se cortar frio pode partir.
Agora bom apetite e boas férias.
terça-feira, janeiro 19, 2021
Lua Nha Testemunha
Oiça os cantores portugueses Ana Moura e António Zambujo, no Coliseu de Lisboa, interpretando a morna Lua Nha Testemunha, tornada célebre pela cantora cabo - verdiana Cesária Évora.
Bô ka ta pensâ
nha kretxeu
Nen bô ka t'imajiâ,
o k'lonj di bó m ten sofridu.
Perguntâ
lua na séu
lua nha kompanhêra
di solidão.
Lua vagabunda di ispasu
ki ta konxê tud d'nha vida,
nha disventura,
El ê k' ta konta-bu
nha kretxeu
tud k'um ten sofridu
na ausênsia
y na distânsia.
Mundu, bô ten roladu ku mi
num jogu di kabra-séga,
sempri ta persigi-m,
Pa kada volta ki mundu da
el ta traze-m un dor
pa m txiga más pa Déuz
Mundu, bô ten roladu ku mi
num jogu di kabra-séga,
sempri ta persigi-m,
Pa kada volta ki mundu da
el ta traze-m un dor
pa m txiga más pa Déuz
Bô ka ta pensâ
nha kretxeu
Nen bô ka t'imajiâ,
o k'lonj di bó m ten sofridu.
Perguntâ
lua na séu
lua nha kompanhêra
di solidão.
Lua vagabunda di ispasu
ki ta konxê tud d'nha vida,
nha disventura,
El ê k' ta konta-bu
nha kretxeu
tud k'um ten sofridu
na ausênsia
y na distânsia.
Mundu, bô ten roladu ku mi
num jogu di kabra-séga,
sempri ta persigi-m,
Pa kada volta ki mundu da
el ta traze-m un dor
pa m txiga más pa Déuz
Mundu, bô ten roladu ku mi
num jogu di kabra-séga,
sempri ta persigi-m,
Pa kada volta ki mundu da
el ta traze-m un dor
pa m txiga más pa Déuz
sábado, dezembro 19, 2020
Rochas à Vista
Celina Pereira foi uma cantora e educadora cabo-verdiana (f. a 17-12-2020) que tirou em Viseu o curso do magistério Primário.
O seu primeiro single foi editado em 1979 pela etiqueta Discos Monte Cara de Bana. Em 1986 é editado o seu primeiro disco, "Força di Cretcheu" (Força do Meu Amor), com arranjos e direção musical de Paulino Vieira, que inclui histórias e cantigas de roda, brincadeira, casamento e trabalho.
Em 1990 lançou "Estória, Estória... No Arquipélago das Maravilhas" que contou com a colaboração de Paulino Vieira. Iniciou um trabalho de contadora de estórias em 1991, nos Estados Unidos.
Edita pela editora francesa Melódie, em 1993, o álbum "Nós Tradição".
No disco "Harpejos e Gorjeios", editado em 1998, canta em crioulo e português. Contou com a direção musical de Zé Afonso. Interpreta a morna "Bejo de Sodade", da autoria de B. Leza, com o fadista Carlos Zel.
Colabora com Martinho da Vila no tema "Nutridinha (nutridinha do sal)" do disco "Lusofonia" de 2000.
"Estória, Estória..." foi reeditado em CD e em formato audiolivro (livro/cassete) tendo vários prémios internacionais. "Estória, Estória… do Tambor a Blimundo" é um áudio-livro que pretende recuperar o património expressivo das histórias e jogos de roda tradicionais africanos. As ilustrações são da autoria da italiana Cláudia Melotti e os textos são da autoria de Celina Pereira bem como a adaptação de dois contos africanos.
Celina Pereira foi condecorada, em 2003, com a medalha de mérito - grau comendadora - pelo presidente português, Jorge Sampaio, pelo seu trabalho na área da educação e da cultura cabo-verdiana.
quarta-feira, dezembro 16, 2020
Dona Tututa
Epifânia de Freitas Silva Ramos Évora (1919 - 2014), conhecida como Dona Tututa ou Tututa Évora, foi uma pianista e compositora cabo-verdiana.
Considerada uma figura lendária no seu país, foi autora de temas como Grito d’ Dor, Sentimento, Mãe Tigre e Vida Torturada, entre outros. Cesária Évora, Bana, Humbertona e a sua filha Magda Évora são alguns dos intérpretes que gravaram temas seus.
Epifânia Évora amava a música e o piano, tanto quanto era possível alguém o fazer. Ao longo da sua vida, transformou dor e alegria em melodias e cantou-as, rompendo convenções. Para esta Cabo-Verdiana, filha do "inventor da coladera" , a vida só fazia sentido com aplausos.
Das noites quentes e gloriosas do Café Royal no Mindelo de outrora, à vida familiar na inóspita Ilha do Sal, é possível viajar pela biografia – ora coladera, ora morna – desta apaixonante mulher e celebrar com ela a cultura singular de um país de músicos, que carinhosamente a trata por “Dona Tututa”, através do documentário que foi feito em sua homenagem .
Assista, agora, ao trailer do documentário, Dona Tututa, realizado por João Alves da Veiga, em 2013.
sábado, novembro 14, 2020
A Cidade da Praia (Cabo Verde): O Mundo Segundo Os Brasileiros
segunda-feira, dezembro 16, 2019
A Morna
A Morna é um género musical e de dança de Cabo Verde que foi proclamado Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO em dezembro de 2019. Seguindo os entendidos terá nascino na Ilha da Boavista no século XIX.Tradicionalmente tocada com instrumentos acústicos, a morna reflecte a realidade insular do povo de Cabo Verde, o romantismo intoxicante dos seus trovadores e o amor à terra (ter de partir e querer ficar).
É verdadeiramente o símbolo nacional do país, do mesmo modo que o tango é para a Argentina, a rumba para Cuba, o samba para o Brasil, etc. A morna é o único género musical que consegue ser largamente transversal a todos os grupos etários, cronologicamente, geograficamente, etc., daquele país.
Nesta canção apela-se ao sentimento, versando temas vinculados ao amor, à saudade, ao sofrimento, ao desprezo. Geralmente pode-se escutar a morna em ambientes informais onde decorrem as famosas tocatinas, contudo, é nas famosas "noites caboverdianas" que se pode escutar este género musical.
A morna sempre teve os seus embaixadores (Bana, Dany Silva, Tito Paris, Paulinho Vieira, etc) , mas, nos últimos anos, a morna foi conhecida internacionalmente por vários artistas, nomeadamente em França e nos Estados Unidos, sendo a mais famosa a cantora Cesária Évora. O timbre da voz desta diva conquistou e alargou o público da morna, de Cabo Verde até ao Olympia, passando pelo Carnegie Hall, pelo Hollywood Bowl e pelo Canecão.Oiça agora Cesaria Évora em Lua nha testemunha e Partida.
quinta-feira, março 28, 2019
Gufongo
Gufongo é uma receita típica da gastronomia de Cabo Verde. De acordo com o dicionário a palavra significa variedade de pão, folhado de sêmola de milho.Para que experimente aqui lhe deixo a receita!
4 tigelas de água
1/4 tigela de açúcar
0,5 Kg farinha de milho
1 colher de sal
1/4 tigela de margarina
2 colheres de fermentoPreparação
Ponha água a ferver, com a margarina, o açúcar e o sal. Retire do lume e acrescente a farinha de milho, mexendo até dissolver todos os pedaços. Coloque novamente ao lume e deixe cozer em lume muito brando durante cerca de 20 minutos, mexendo de vez em quando.

Deixe arrefecer para poder pegar na panela e depois junte 2 colheres de fermento, um pouco de cada vez, até que seja fácil de amassar.
Faça rolos parecidos com maçarocas (polvilhe as mãos com um pouco de farinha branca para evitar que a massa se pegue).
Frite numa frigideira meio cheia de óleo, em lume médio. Volte as maçarocas de todos os lados até ficarem todas dourados. Sirva quente com café. Hummmmm!
quarta-feira, março 06, 2019
A Festa das Cinzas
Em Cabo Verde, em particular na ilha de Santiago, após toda a folia, alegria e animação do Carnaval, celebra-se a Festa das Cinzas.
Conforme a tradição, os católicos devem iniciar o dia com um período de jejum, para depois terem um almoço marcado por imensa fartura.
Reúne-se a família e amigos, para que juntos se deliciem com várias iguarias, como o peixe seco, cuscuz (veja vídeo abaixo) com mel, xerém, trutchida, couve, mandioca, batatas, coco, entre outras verduras e legumes. Nesta festa, em que todos os que chegam são bem-vindos, o único elemento proibido é a carne.
Quarta feira de cinzas, muita comida, mesa farta – "uma guerra bedju ku cuscuz ku mel"!
Este é assim, um dia marcado pela alegria e convívio. Sem dúvida uma tradição a preservar!
Para preservar a tradição nada como divulgar as receitas de algumas destas iguarias. Assim, aqui lhe deixo duas receitas de cuscuz.

Cuscuz de farinha de milho com mel de cana
Ingredientes:
1 pacote de farinha de milho da mais fina
1 colher das de sopa de canela (facultativo)
mel (facultativo)
1 xícara de água morna
1 xícara de açúcar
½ xícara de farinha de mandioca da mais fina
Preparação:
Juntam-se as farinhas numa tigela. Borrifa-se a água e esfregando muito bem a farinha para que fique húmida, mas solta.
Acrescentam-se os outros ingredientes misturando muito bem. (Esta operação deverá ser feita com as mãos.)
Coloca-se água no cuscuzeiro e vai juntando a mistura, esfregando-se sempre com as duas mãos. Quando acabar, calca-se levemente com uma colher, tapa-se e leva-se ao lume.
Quando começar a soltar fumaça através da tampa, o cuscuz subiu e portanto está pronto.
Serve-se em fatias em quanto está quente, corta-se com uma faca molhada serve-se com o mel de cana.
Cuscuz de farinha de mandiocaIngredientes:
1kg de farinha de mandioca
250g de açúcar
0,5l de água
aproximadamente 1 colher de sobremesa de canela.
Preparação:
Mistura-se a farinha com o açúcar e a canela,
Molha-se com água, salpicando e mexendo com uma colher de pau.
Coloca-se em cima de um tacho com água a ferver,
E tapa-se à volta (para não sair o vapor), com massa feita de farinha de Mandioca e água.
Coze em lume forte, cerca de 20 minutos.
Desenforma-se e serve-se cortado ás fatias com mel de cana.
sexta-feira, janeiro 25, 2019
Cabo Verde: Dia Mundial Dos Oceanos
segunda-feira, julho 10, 2017
Mi ma nha San Jon
Oiça Tété Alhinho (cantora e compositora de Cabo Verde) em Mi ma nha San Jon que é tema do single com o mesmo nome.
























