Esta série de programas "percorre os principais roteiros turísticos do mundo, lugares muitas vezes longínquos, pouco explorados e repletos de descobertas e contrastes. África, Ásia, Oceania, Europa e Américas: a cada destino uma nova aventura, narrada por personagens reais em tom documental e quase autobiográfico. A cada novo episódio, as várias facetas de uma mesma cidade, com dicas, roteiros, histórias e revelações emocionantes."
Embarque nesta viagem virtual, sem sair de casa, e descubra Ho Chi Minh.
A Cidade de Ho Chi Minh (no Vietname), e comumente conhecida e nomeada até 1975 como Saigão, é a maior cidade e principal centro financeiro, corporativo e comercial do Vietname. Situa-se no sul do país e tem cerca de 8,5 milhões de habitantes. É uma cidade histórica e portuária, recebendo a classificação de cidade global beta, por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC).
Foi fundada pelos khmers, sendo conquistada pelos anameses no século XVII. Depois, foi conquistada pela França em 1859, tornando-se na capital da Cochinchina e, mais tarde, de toda a Indochina Francesa até 1902. Em 1954 tornou-se a capital do Vietname do Sul tendo sido o quartel general das tropas americanas durante a guerra do Vietname. Em 1975 as tropas do Vietname do Norte entraram na cidade, marcando o fim da guerra.
Não deixe de ver também os dois links acima porque aí encontrará algumas histórias da história e ainda algumas curiosidades.
Tomem-se 750 grs. de açúcar, dissolvam-se em metade do seu peso de água e levem-se ao lume até chegar ao ponto de espadana. Em seguida junte-se-lhe 500 grs. de amêndoas peladas e levemente torradas, mexa-se rapidamente, tira-se a vasilha que as contém para fora do lume, mexa-se novamente, deita-se em travessas para arrefecer e separam-se rapidamente, rolando-as por fim entre as mãos se se quiser dar-lhes uma forma mais regular.
Para os amantes da música, ou não, proponho-lhe um filme:Landfill Harmonic - Uma Sinfonia de Espírito Humano.
Este documentário de 2015, foi realizado por Brad Allgood e Graham Townsley, e conta no elenco com Ada Ríos, Favio Chavez, María Ríos, Idalina Hertz, Jorge Ríos, Nicolás Gómez, Esteban Irrazabal, Tania Vera Hertz.
Sinopse:
Conheça a Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cautera, formada por crianças e jovens de baixos rendimentos que vivem numa comunidade (bairro de lata) em redor do aterro de Cateura, em Assunção no Paraguai. É regida por Fávio Chávez e tem a peculiaridade de tocar com instrumentos construídos com materiais recolhidos nesse aterro. É um testemunho de como a música pode transformar o espírito humano.
Charlie Chaplin (1889 - 1977) foi um ator, comediante, realizador, compositor, roteirista, cineasta, editor e músico britânico. Chaplin foi um dos atores da era do cinema mudo, tendo-se notabilizado pelo uso da mímica e da comédia. É bastante conhecido pelos seus filmes O Imigrante, A Quimera do Ouro (considerado por ele o seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
O portal da webOpen Culture publicou uma lista de 65 películas deste ícone do cinema mudo. É de referir que esta figura lendária do cinema, protagonizou e escreveu mais de 80 trabalhos cinematográficos, compôs a música de 20 películas, realizou cerca de 70 curtas e longas metragens e produziu mais de 30 filmes.
Se quiser ver ver alguns destes filmes online, é só aceder aqui.
Entretanto, delicie-se com a cena da luta, do filme The Kid.
Saiba o que combinar com o amarelo mostarda, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo de hoje Luciane Cachinski fala-lhe sobre combinações de cores na moda, desmistificando algumas dificuldades. Começa pelo amarelo mostarda, que é uma cor que pensamos ser difícil, e que só podemos combinar com a cor preta, ou com a cor branca.
Na verdade, este amarelo permite muitas combinações, e permite criar looks lindos.
O Vinho é uma bebida alcoólica produzida pela fermentação do sumo de uva.
A vinha e o vinho constituem um património cultural e económico que representa para nós, Portugueses, um dos traços fundamentais da nossa identidade cultural.
O vinho possui uma longa história que remonta pelo menos a aproximadamente 8000 a. C., pensando-se que tenha tido origem nos atuais territórios da Geórgia, Turquia ou Irão. Crê-se que o seu aparecimento na Europa ocorreu há aproximadamente 6500 anos, nas atuais Bulgária ou Grécia. Era muito comum na Grécia e Roma antigas. O vinho tem desempenhado um papel importante em várias religiões desde tempos antigos. O deus grego Dionísio e o deus romano Baco representavam o vinho, e ainda hoje o vinho tem um papel central em cerimónias religiosas cristãs e judaicas como a Eucaristia e o Kidush.
Portugal é um país com uma longa tradição na produção de vinho, tendo sido exportador deste produto desde tempos remotos.
É de relembrar que a Região Demarcada do Douro, criada em 1756 pelo Marquês de Pombal, constitui a mais antiga região vitícola regulamentada do mundo.
Originalmente estabelecida para regular a produção do vinho fortificado a que se chama de "vinho do Porto", hoje a RDD circunscreve a Denominação de Origem Controlada dos vinhos do Porto e Douro. Mas, para além do vinho do Porto, não podemos deixar de referir também o Vinho da Madeira, para além de muitos outros de elevada qualidade e importância.
Mas, se quiser ficar a conhecer tudo sobre vinhos não deixe de clicar aqui , pois, poderá ficar a saber que castas (ou cepas) existem, como envelhecer e armazenar o vinho, alguns pratos e doces que utilizam vinho na sua confeção, outros locais no mundo onde se cultiva a vinha, etc.
Não dá pé Não tem pé, nem cabeça Não tem ninguém que mereça Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo Não tem dó no peito Não tem nem talvez ter feito O que você me fez, desapareça Cresça e desapareça
Não tem dó no peito, não tem jeito Não tem coração que esqueça Não tem ninguém que mereça Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito Não foi nada, eu não fiz nada disso E você fez um bicho de sete cabeça
Bicho de sete cabeça Bicho de sete cabeça
Não dá pé Não tem pé, nem cabeça Não tem ninguém que mereça Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo Não tem dó no peito Não tem nem talvez ter feito O que você me fez, desapareça Cresça e desapareça
Não tem dó no peito, não tem jeito Não tem coração que esqueça Não tem ninguém que mereça Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito Não foi nada, eu não fiz nada disso E você fez um bicho de sete cabeça
Bicho de sete cabeça Bicho de sete cabeça
Não dá pé Não tem pé, nem cabeça Não tem ninguém que mereça Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo (Não tem coração que esqueça) Não tem dó no peito (Não dá pé, não é direito) Não tem nem talvez ter feito (Não foi nada) O que você me fez, desapareça (Eu não fiz nada disso, e você fez um) Cresça e desapareça (Bicho de sete cabeça)
Bicho de sete cabeça Bicho de sete cabeça Compositores: Jose Ramalho Neto, Geraldo Azevedo De Amorim e Renato Rocha
Com Poejos e Outras Ervas é um livro da eminente figura da ciência portuguesa, A. M. Galopim de Carvalho.
Sinopse:
À primeira vista um livro de culinária como muitos outros, este ... Com Poejos e Outras Ervas, transfigura-se, após o iniciar da sua leitura, numa visão muito pessoal e sentida de um Alentejo vivo, povoado por uma miríade de cheiros e sabores, nascidos na bruma dos tempos e transmitidos de geração em geração pelos homens e mulheres que foram fazendo do Além Tejo a sua terra. Aqui, Galopim de Carvalho escreve-nos histórias e receitas que se complementam dando forma a uma aguarela colorida do seu Alentejo, apresentado ao ritmo do sabor mas onde nos é possível visualizar a paisagem física e humana que forma um Alentejo real, que urge conhecer e tanta beleza oferece àqueles que o quiserem descobrir.
Ouça Sheryl Crow na canção "Walk On By" (dos compositores Burt Bacharach & Hal David), numa sessão especial na Casa Branca, que contou com a presença de Burt Bacharach e Barack Obama.
Burt Bacharach, recentemente falecido, criou canções como Walk on By, I Say a Little Prayer ou This Guy's in Love with You, para intérpretes como Dionne Warwick , Aretha Franklin, Dusty Springfield, Tom Jones entre outros. As baladas românticas e melancólicas que criou cruzavam a fronteira entre o jazz e o pop.
Burt Bacharachfoi vencedor de oito Grammys e de três Óscares.
If you see me walking down the street And I start to cry each time we meet Walk on by, walk on by
Make believe That you don't see the tears Just let me grieve In private 'cause each time I see you I break down and cry
And walk on by (don't stop) And walk on by (don't stop) And walk on by
I just can't get over losing you And so if I seem, broken and blue Walk on by Walk on by
Foolish pride That's all that I have left So let me hide The tears and the sadness you gave me When you said goodbye
Walk on by (don't stop) Walk on by (don't stop) Walk on by (don't stop) Walk on
Walk on by
Walk on by
Foolish pride That's all that I have left So let me hide The tears and the sadness you gave me When you said goodbye
Walk on by (don't stop) Walk on by (don't stop) Now you really gotta go, so walk on by (don't, don't stop) Baby, leave, you'll never see the tears I cry (don't, don't stop) Now you really gotta go, so walk on by (don't, don't stop) Mmm, baby, leave, you'll never see the tears I cry (don't, don't stop) Now you really gotta go, so walk on by (don't, don't)
Mário de Sá-Carneiro (1890 - 1916) foi um poeta, contista e ficcionista português, um dos grandes expoentes do modernismo em Portugal e um dos mais reputados membros da Geração d'Orpheu.
Hoje deixo-lhe um poema de Mário de Sá-Carneiro e um site que deve explorar e divulgar: "Mário de Sá-Carneiro online". Este sítio da net serve para dar a conhecer a obra do poeta não só cá, mas também além-fronteiras.
Além da correspondência e de uma pequena biografia do autor (escrita por Ricardo Vasconcelos), em português e em inglês, "Mário de Sá-Carneiro online" inclui separadores dedicados à exposição realizada na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, por altura do centenário da morte do poeta e às edições críticas, nomeadamente, a edição de Jerónimo Pizarro e Ricardo Vasconcelos.
Fim
Quando eu morrer batam em latas, Rompam aos saltos e aos pinotes, Façam estalar no ar chicotes, Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro Ajaezado à andaluza... A um morto nada se recusa, Eu quero por força ir de burro.
O Lubango é uma cidade e município de Angola, capital da província de Huíla, localizada no sudoeste do país.
O termo "Lubango" vem do nome do soba (rei tribal) dos muílasCalubango (ou Kaluvango), que foi o líder local que recebeu a primeira expedição europeia nas suas terras. A área sob o seu domínio passou a ser denominada Terras do Calubango e, com o tempo, Terras de Lubango.
Polo de desenvolvimento da província da Huíla por excelência, o Lubango é limitado a norte pelos municípios de Quilengues e Cacula, a leste por Quipungo, a sul pela Chibia e a oeste pela Humpata e Bibala (Namibe).
O seu clima é tropical de altitude, a temperatura média anual ronda os 20º centígrados, sendo Julho o mês mais frio e Novembro o mais quente. A média pluviométrica anual é superior a 1000 milímetros.
A etnia predominante nesta região de Angola é o subgrupo étnico Ovamuila, do grupo Nhaneka-Humby, que vive disperso em pequenas aldeias.
Os portugueses da Madeira fundaram, em Janeiro de 1885, a "colónia de Sá da Bandeira", que a 31 de Maio de 1923 atingia a categoria de cidade, depois do comboio ter escalado a urbe, vindo do Namibe.
O Lubango desenvolveu-se sobretudo a partir da "colónia de Sá da Bandeira", tomando esse nome entre 1884 e 1975, enquanto o município foi sempre denominado Lubango.
O primeiro contacto europeu com pessoas da região data, contudo, de 1627. Embora a soberania portuguesa tenha começado apenas em 1769, foram os holandeses que deram os primeiros sinais de povoamento europeu, por volta de 1880.
No que se refere à educação, o Lubango assumiu-se desde 2007 como "Cidade do Conhecimento". É de salientar que, no tempo colonial, foi uma das primeiras cidades do interior a possuir ensino liceal, não só o Liceu Nacional Diogo Cão, mas também a Escola Industrial e Comercial Artur de Paiva e o Instituto Agrícola do Tchivinguiro. A chamada "Sá da Bandeira" até 1975, acolheu a sede da atual Universidade Mandume Ya Ndemufayo, que, com outras cinco privadas, perfazem uma rede de seis instituições de ensino superior, onde estudam perto de 15 mil estudantes.
O Monumento do Cristo Rei, as Fendas da Tundavala e Bimbe, as águas cristalinas da Cascata da Huíla, a Serra da Leba (esta última embora pertencente ao município da Humpata, o seu acesso é feito a partir do Lubango) são, sem sombra de dúvidas, os cartões de visita desta cidade localizada a cerca de 2 400 metros de altitude.
De acordo com as projeções de 2018, elaboradas do Instituto Nacional de Estatística, conta com uma população de 876 339 habitantes e uma área territorial de 3 147 km², sendo o mais populoso município da província, da região sul de Angola e o sexto mais populoso do país.
O Lubango em conjunto com a Chibia e a Humpata é uma área de grande concentração humana.
Concebida para pouco mais de 50 mil habitantes, a urbe suporta atualmente mais de um milhão, distribuídos em quatro comunas (Arimba, Hoque, Quilemba e Huíla), o que dificulta a prestação de alguns serviços básicos com eficácia.
O Lubango, considerada a Cidade Jardim de Angola, assinala este ano o seu centenário a 31/5/2023, desde a sua elevação a esta categoria, quando a primeira locomotiva do Caminho-de-ferro de Moçâmedes (CFM) venceu o deserto do Namibe e chegou ao planalto da Huíla.
A cidade do Lubango tenta, aos poucos, reaver a sua antiga imagem, para que se torne verdadeiramente numa das cidades mais prósperas do país.
Se quiser ficar a conhecer um pouco mais desta cidade angolana não deixe de ver os vídeos abaixo (atenção que pelo menos uma das imagens, do vídeo que se segue, não é do Lubango, mas sim do Lobito - é o caso do Tamariz).
O Arquivo Ephemera, criado pelo historiador e político (ex-deputado) José Pacheco Pereira, é um arquivo privado, mas que funciona como se fosse público. Recolhe, trata, inventaria, divulga materiais sobre a história cultural, social, económica e política de Portugal e internacional.
Está sediado em várias casas particulares na Vila da Marmeleira e tem pontos de recolha e de trabalho em Lisboa (Livraria Ler Devagar, na LX Factory), no Porto (Instituto de Investigação em Design, Media e Cultura da Universidade do Porto, e na galeria Mira Forum), em Torres Vedras e em Viana do Castelo (no Café Girassol e na Associação de Comerciantes).
Tem recolhido milhares de documentos, e outros materiais por todo o país, na sua maioria por oferta, mas também por aquisição, inclusive fora de Portugal.
Se quiser conhecer este arquivo veja, abaixo, uma reportagem multimédia, em 360 graus, do Jornal Expresso, onde Pacheco Pereira lhe mostra quatro das cerca de quinze salas do seu arquivo.
As cataratas do Iguaçu são o maior conjunto de quedas de água do mundo e um dos principais cartões postais do Brasil.
As Cataratas do Iguaçu ficam na fronteira entre o Brasil e a Argentina, já que o rio Iguaçu divide os dois países. Parte das quedas está na foz do Iguaçu e a outra parte na cidade argentina de Puerto Iguazu.
Saiba como disfarçar ombros largos, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Se tem ombros largos veja o vídeo abaixo porque, de uma forma muito didática, lhe diz o que deve evitar e o que pode usar.
Teus olhos são a pátria do relâmpago e da lágrima,
silêncio que fala, tempestades sem vento, mar sem ondas, pássaros presos, douradas feras adormecidas, topázios ímpios como a verdade, outono numa clareira de bosque onde a luz canta no ombro duma árvore e são pássaros todas as folhas, praia que a manhã encontra constelada de olhos, cesta de frutos de fogo, mentira que alimenta, espelhos deste mundo, portas do além, pulsação tranquila do mar ao meio-dia, universo que estremece, paisagem solitária. Octavio Paz
"Caraculo a minha paixão - Deserto de Moçâmedes (Namibe) é um livro de Victor Torres.
O Sul de Angola e em especial o deserto de Moçâmedes vão estar em destaque neste livro que contém também um álbum fotográfico do século XIX e XX.
Victor Manuel Mendonça Torres nasceu em Moçâmedes, Angola, sendo descendente direto de luso-brasileiros da segunda migração que chegou de Pernambuco, no Brasil, para viver naquela baía entre o mar e o deserto, local inóspito onde começava a despontar o projeto da cidade que hoje ali encontramos.
Victor Torres neto do soba Torres, conhece profundamente o deserto do Namibe e a cidade de Moçâmedes, os seus segredos, como o desconhecido projecto de independência ainda no tempo do Estado Novo, as relações comerciais com a ilha de Santa Helena, e a sua relação com os mucubais (hereros).
Sinopse:
"A família Torres viveu de perto a fundação de três países: Portugal (5 de Outubro de 1143), Brasil (7 de Setembro de 1822) e Angola (11 de Novembro de 1975). Das muitas narrativas contadas, recordo que sendo Moçâmedes uma espécie de ilha, de um lado o deserto do outro o mar, o seu comércio era feito por barco na ilha de Santa Helena e no Congo, territórios distantes dos portos das cidades costeiras de Benguela e Luanda. Uma outra memória que retive foi a relação da família com os Mucubais, os verdadeiros donos da terra que foram assassinados e deportados pelo Estado Português, em 1940".
Estas são algumas das histórias incríveis de uma família, no tempo colonial às quais se juntou uma pequena parte do seu álbum fotográfico do século XIX e XX. Do acervo publicado revelam-se fotografias inéditas de um dos mais estudados fotógrafos portugueses do século XIX, Cunha Morais, também ele membro da família Torres. Esta é uma edição rara que publicada no estranho ano de 2020.
Haverá ingrediente mais popular e versátil que o esparguete?
O Esparguete (do italiano spaghetti) ou macarronete é uma pasta alimentícia desidratada e dura, à base de sêmola de trigo, consumida sob a forma de fios fervidos em bastante água salgada. Há vários tipos de esparguete conforme o seu diâmetro (spaghettone, spaghettino, capellini, vermicelli, vermicelloni). O prato é consumido tradicionalmente com diferentes molhos (bechamel, tomate, ragu, quatro-queijos etc.). Os tipos e nomes variam de acordo com o diâmetro das massas alimentícias e a região de produção.
As massas tornaram-se um símbolo da Itália. Têm o lugar de honra no menu e são, atualmente, a mais popular comida nas mesas italianas de todas as classes sociais.
No norte, a preferência é por se cozinhar mais o esparguete; no sul, ele é comido mais al dente. Enquanto a maioria dos italianos diz spaghetti, outros dizem vermicelli, e outros ainda fidelini. O molho ou as ervas variam de acordo com a região. Não é raro ouvir na mesma região, ou muitas vezes na mesma família, discussões sobre se se deve utilizar alho, óleo, pimenta ou mesmo nada.
A propósito do esparguete, proponho-lhe hoje que veja como é que se faz, num restaurante chinês, o esparguete (spaghetti ou noodles). É tudo feito à mão e com uma mestria fantástica.
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Quando era bebê, ela me balançava e me deu um ritmo Acredito que ninguém conseguirá tirar minha força de vontade, porque ela deu Acredito que ela sabia mais do que Salomão Sempre regressarei para você, até com todas as estradas quebradas
Stefania Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Quando era bebê, ela me balançava e me deu um ritmo Acredito que ninguém conseguirá tirar minha força de vontade, porque ela deu Acredito que ela sabia mais do que Salomão Sempre regressarei para você, até com todas as estradas quebradas
Ela não me acordará, não me acordará, até com tempestades Mesmo quando a vovó lhe atira coisas, igual balas Ela me conhece muito bem e não se enganou Mesmo quando ela estava cansada, continuava me balançando
Nana, nana, nana, neném
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Não sou mais uma bebê, ma-oh-ma-oh, tudo bem Mesmo assim ela continua me cuidando como um Não sou mais uma criança, mas ela continua se preocupando Eu corro, ela me xinga: vou bater em você
Mãe, você ainda é jovem, está em seu auge Se eu não aprecio sua gentileza, fico em um beco sem saída Ali, aqui, lá, em toda parte, meu amor por você não tem fim
Nana, nana, nana, neném
Stefania Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Quando era bebê, ela me balançava e me deu um ritmo Acredito que ninguém conseguirá tirar minha força de vontade, porque ela deu Acredito que ela sabia mais do que Salomão Sempre regressarei para você, até com todas as estradas quebradas
Ela não me acordará, não me acordará, até com tempestades Mesmo quando a vovó lhe atira coisas, igual balas Ela me conhece muito bem e não se enganou Mesmo quando ela estava cansada, continuava me balançando
Nana, nana, nana, neném
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Não sou mais uma bebê, ma-oh-ma-oh, tudo bem Mesmo assim ela continua me cuidando como um Não sou mais uma criança, mas ela continua se preocupando Eu corro, ela me xinga: vou bater em você
Mãe, você ainda é jovem, está em seu auge Se eu não aprecio sua gentileza, fico em um beco sem saída Ali, aqui, lá, em toda parte, meu amor por você não tem fim
Nana, nana, nana, neném
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento