Aprecie o que era e como era feita uma operação de desinfeção em 1945.
É de ficar sem palavras.
Ora veja e tire as suas conclusões.
Aprecie o que era e como era feita uma operação de desinfeção em 1945.
É de ficar sem palavras.
Ora veja e tire as suas conclusões.
A Rua da Praia de Pedrouços é mais uma rua cuja toponímia nos lembra a existência, em tempos recuados, de praias fluviais na cidade de Lisboa.
A Rua da Praia de Pedrouços liga a Rua da Praia do Bom Sucesso à Rua de Pedrouços e foi um topónimo fixado na memória ribeirinha de Lisboa em data que se desconhece.
Sabe-se que nos finais do século XIX e princípios do século XX tiveram o seu apogeu as praias de Pedrouços, da Torre de Belém e da Cruz da Pedra, na zona ribeirinha do Tejo.
O areal do limite sul do sítio de Pedrouços era o seu grande motivo de fama na 2ª metade do século XIX, já que depois de Belém era a praia dos arrabaldes de Lisboa mais procurada pela aristocracia, pela alta burguesia e até pela intelectualidade da época. Existem referências para o ano de 1873 da presença nesta praia da Viscondessa de Algés, do Conde de Casal Ribeiro, de Fortunato Chamiço e de Eça de Queirós, com as suas famílias.
Esta rua é também conhecida porque aí foi fundada em 1898 a Academia Dramática Familiar e, porque num dos seus edifícios ter aí falecido, José Agostinho de Macedo (1761 – 1831), pregador e polemista panfletário.
Oiça a cantora brasileira Joyce Cândido e o português António Zambujo no samba "Queria Morar Num Boteco" de Roger Resende.
O fato é que eu moro num apartamento
Mas queria mesmo é morar num boteco
Naquele boteco no Morro da Glória
Com aquela vitrine, haja coração
Queijinho no espeto e jiló recheado
Cerveja gelada e uma com limão
Na Fonseca Hermes figuinho descendo
Mais uma com mel, eu vou de repeteco
O fato é que eu moro num apartamento
Mas queria mesmo é morar num boteco.
É tanta história que eu nem te conto
E tem sempre um mala só no blábláblá
Mas já tenho na casa meu canto cativo
Pra ficar bebendo e filosofar
Eu mesmo resolvo meu atendimento
Já sou escolado nesse dialeto
O fato é que eu moro num apartamento
Mas queria mesmo é morar num boteco
E quando o samba chega de mansinho
Pandeiro, viola, cavaco e tantan
Olho no relógio e levo aquele susto
Já passam das quatro horas da manhã
Aí vem o dono do estabelecimento
Querendo acabar com o meu telecoteco
O fato é que eu moro num apartamento
Mas queria mesmo é morar num boteco
Compositor: Roger Resende
A instalação das chamadas "Árvores urbanas" teve estreia mundial em Lisboa. Estas "árvores" produzem oxigénio para 7.000 pessoas por hora.
As duas estruturas de madeira batizadas como City Trees e "plantadas" em Lisboa pelo grupo DPD contêm no seu interior, diferentes tipos de musgo que têm como função limpar o ar e produzir oxigénio junto ao Tejo.
Estas duas estruturas de madeira foram recentemente instaladas em plena frente ribeirinha, na Ribeira das Naus, à beira Tejo.
As duas City Trees foram instaladas em Lisboa pelo grupo DPD (que escolheu especialmente a capital portuguesa para arrancar com este projeto-piloto de descarbonização urbana) e produzem a cada hora que passa oxigénio para 14.000 pessoas. Ao fim de 24 horas a qualidade do ar em redor destas "árvores urbanas" já melhorou e há oxigénio para 336 mil pessoas.
Além do musgo no interior, as duas estruturas de madeira têm integrada uma tecnologia avançada com sensores que permitem recolher informação, de forma exaustiva, sobre o estado dos equipamentos, além de fornecer dados em tempo real sobre o ambiente e a qualidade do ar em redor dos mesmos.
No início de outubro, o grupo DPD anunciou que vai investir 200 milhões de euros até 2025 no compromisso a nível global Driving Change, com o objetivo de reduzir a pegada ambiental das suas operações e garantir "entregas verdes" em 225 cidades europeias (entre as quais Lisboa já em 2021 e o Porto entre 2022 e 2025), em 20 países diferentes, contribuindo assim para uma melhoria da qualidade de vida nos meios urbanos.
O sossego da noite desce
sobre os meus olhos cansados,
E como flor que fenece
Dentro em minh'alma me esquece
O cuidado do meu e dos alheios fados"
Fernando Pessoa - Poesia (1902-1917)
Amedeo Modigliani (1884 - 1920) foi um artista plástico e escultor italiano que viveu parte significativa de sua vida adulta radicado em Paris.
Artista principalmente figurativo, tornou-se célebre sobretudo pelos seus retratos femininos caracterizados por rostos e pescoços alongados, à maneira das máscaras africanas.
Morreu aos trinta e cinco anos, em condições de extrema pobreza material, vítima de meningite tuberculosa, agravada pelo excesso de trabalho, álcool e drogas.
Aqui lhe deixo, para que aprecie, mais um cosplay do "Capture-me como faria Rembrandt" que é um grupo nas redes sociais em que as pessoas publicam cosplays de obras-primas. O conteúdo é criado pelos seguidores que enviam as suas fotografias no estilo de pinturas e esculturas.
Algumas pessoas procuram repetir os detalhes das obras, enquanto outras fazem isso usando o sentido de humor. No final, o resultado é sempre surpreendente.
A poetisa Americana Louise Glück pela sua "inconfundível voz poética que, com austera beleza, torna universal a existência individual."
Veja o vídeo a seguir, onde são declamados 5 poemas desta escritora.
1-A COVID 19
2- A Morte de George Floyd
4- No início de 2020 os E.U.A. matou um general iraquiano. Este acontecimento gerou rumores de uma possível 3ª Guerra Mundial
5 - O Presidente Jair Bolsonaro foi esfaqueado antes da sua eleição6 - Donald Trump foi eleito presidente dos U.S.A.
7 - A morte do ditador Mugabe
8 - A explosão no Porto do Líbano (Beirute)
9 - A morte de Michael Jackson
10 - Portugal venceu a liga das nações.
O que mais me marcou foi a COVID 19 porque mudou completamente a minha rotina, as escolas fecharam, as lojas agora fecham mais cedo e o que mais incomoda é o facto de ter que usar sempre uma máscara.
C. Pedro - 12º D
Oiça o cantor Johnny Nash (1940-2020) em I Can See Clearly Now ("The Midnight Show", 1973)
I can see clearly now the rain is gone
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind
It's gonna be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
It's gonna be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
Oh, yes I can make it now the pain is gone
All of the bad feelings have disappeared
Here is that rainbow I've been praying for
It's gonna be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
Look all around, there's nothing but blue skies
Look straight ahead, there's nothing but blue skies
I can see clearly now the rain is gone
I can see all obstacles in my way
Here is that rainbow I've been praying for
It's gonna be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
It's gonna be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
Bright (bright) bright (bright)
Bright sunshiny day
It's going to be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
It's gonna be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
It's gonna be a bright (bright)
Bright (bright) sunshiny day
Compositores: Johnny Nash
Oiça Otis Redding, o Rei do Soul, em (Sittin' On) The Dock Of The Bay.
Sittin in the morning sun,
I'll be sittin' when the evening come,
Watching the ships roll in,
And I'll watch 'em roll away again, yeah,
I'm sittin' on the dock of the bay,
Watching the tide roll away, ouh,
I'm just sittin' on the dock of the bay,
Wasting time.
I left my home in Georgia,
Headed for the Frisco bay
I have nothing to live for,
Look like nothings gonna come my way,
So I'm just go sit on the dock of the bay
Watching the tide roll away,
I'm sittin' on the dock of the bay,
Wasting time
Look like nothings gonna change,
Everything still remain the same,
I can't do what ten people tell me to do,
So I guess I'll remain the same, yes,
Sittin' here resting my bones,
And this loneliness won't leave me alone, yes,
Two thousand miles I roam
Just to make this dock my home
Now I'm just go sit at the dock of the bay
Watching the tide roll away, ooh
Sittin' on the dock of the bay
Wasting time
Compositores: Redding Otis, Cropper Steve
Sinopse:
Bath, Inglaterra, 1821.
Jonathan Alleyn vive atormentado pelas memórias da guerra e pela dor de ter perdido Alice, o seu amor de infância. Nos últimos anos, a mansão em que vive apenas oferece abrigo aos seus fantasmas. Até Starling, a governanta, e irmã adotada de Alice, duvida que a jovem tenha simplesmente fugido e teme algo bem mais sinistro.
Mas eis que chega Rachel, casada com um charmoso homem de negócios e que é convidada a fazer companhia a Jonathan. A sua presença tem um efeito perturbador na falsa harmonia da mansão Alleyn, pois Rachel é muito parecida com a desaparecida Alice.
As ameaçadoras sombras do passado emergem para trazer à tona verdades desoladoras e cruéis. Quem terá coragem de desvendar um passado cheio de enigmas obscuros? Quem é Rachel? E o que aconteceu a Alice?
O "Capture-me como faria Rembrandt" é um grupo nas redes sociais em que as pessoas publicam cosplays de obras-primas. O conteúdo é criado pelos seguidores que enviam as suas fotografias no estilo de pinturas e esculturas.
Algumas pessoas procuram repetir os detalhes das obras, enquanto outras fazem isso usando o sentido de humor. No final, o resultado é sempre surpreendente.
Aprecie então e agora este Autorretrato de Egon Schiele. Egon Schiele (1890 -1918) foi um pintor austríaco ligado ao movimento expressionista.
Este grande representante do expressionismo austríaco deixou trabalhos onde estavam a representados seres humanos transfigurados por sentimentos fortes (implícitos no seu traço). Assim, as suas pinturas retratam amantes revirados em amontoados de lençóis brancos, diversas mulheres posando para o pintor e autorretratos provocantes mostrando, provavelmente, a sua visão de si.
Atualmente as obras mais importantes deste pintor encontram-se em museus de Viena e da Suíça, assim como em importantes coleções particulares.