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quinta-feira, maio 22, 2025

A Papoila Azul dos Himalaias

 A papoila azul dos Himalaias (Meconopse betonicifolia) é uma das plantas mais raras e fascinantes do mundo vegetal. É uma joia botânica originária dos Himalaias, famosa pelas suas flores extraordinárias de um tom de azul intenso e sedoso. A cor azul celeste intensa torna-a única, pois o azul puro é muito raro na natureza, por isso esta espécie é considerada por muitos jardineiros como uma das flores mais belas do mundo.

Originária das regiões montanhosas dos Himalaias, esta flor cresce a mais de 3.000 metros de altitude, em condições frias e extremas. Foi documentada pela primeira vez pela ciência ocidental em 1912 durante uma expedição britânica ao Tibete.

Embora seja muito cobiçada pela sua beleza, é difícil de cultivar fora do seu habitat natural, pois precisa de ambientes frescos, húmidos e ligeiramente sombreados, semelhantes aos do seu habitat natural nas encostas montanhosas do Tibete e do norte da Índia

As suas pétalas delicadas de tom azul celeste, muitas vezes com reflexos violáceos, criam um contraste impressionante com o verde da folhagem envolvente. Esta planta perene é resistente ao frio e adapta-se bem a solos ricos em matéria orgânica e bem drenados. Floresce na primavera e no verão, oferecendo um espetáculo inesquecível. Mas também é um símbolo de paciência e dedicação para os amantes da jardinagem, pois requer condições específicas para prosperar e florescer em todo o seu esplendor.

domingo, novembro 14, 2021

O Mosteiro Sakya

O Mosteiro Sakya, também conhecido como Pel Sakya ("Terra Branca" ou "Terra Pálida") é um mosteiro budista situado a cerca de 127 km a oeste de Shigatse, na estrada para Tingri, na Região Autónoma do Tibete.

A escola de budismo tibetano Sakya, foi fundada em 1073, por Konchog Gyalpo, originalmente um praticante Nyingma da poderosa e nobre família dos Tsang. Os seus poderosos abades governaram o Tibete durante todo o século XIII, até que seu poder foi declinando tendo-se verificado a ascensão da recente escola Gelug, possuindo, contudo, muitos seguidores no Tibete.

A arquitetura medieval mongol do Mosteiro é bem diferente da dos templos em Lhassa e Yarlong. O único prédio antigo que permanece é o Lakang Chempo ou Sibgon Trulpa. Originalmente numa caverna na lateral da montanha, foi construído em 1268 por Panchen Sakya Zangpo e restaurado no século XVI. Contém algumas das mais magníficas obras de arte remanescentes de todo o Tibete, que aparentam não terem sido danificadas nos tempos recentes. 

Quanto à grande biblioteca de Sakya, fica em prateleiras ao longo das paredes do grande átrio do Lhakhang Chempo. Estão preservados aqui muitos volumes escritos com letras de ouro. As páginas têm cerca de 1,8m de comprimento por 45cm de largura. Nas margens de cada página existem ilustrações e os primeiros quatro volumes possuem figuras dos mil Budas. Estes livros estão encadernados em ferro. Foram elaborados de acordo com as ordens do imperador Kublai Khan, e presenteados à Phag-pa na sua segunda visita a Pequim.


Em 2003, no Mosteiro Sakya, uma imensa biblioteca com cerca de 84 mil pergaminhos foi encontrada, selada, numa parede de 60 metros de comprimento por 10 metros de altura.

Os pergaminhos devem ter permanecido intocados por centenas de anos e espera-se que a maioria deles sejam escrituras budistas, apesar de poderem também incluir trabalhos de literatura, história, filosofia, astronomia, matemática e arte. Hoje em dia estão a ser estudados na Tibetan Academy of Social Sciences.


terça-feira, outubro 20, 2020

The Tibet Solution

The Tibet Solution é um vídeo que é uma chamada de atenção aos líderes mundiais, feita por uma jovem tibetana de seu nome Pema. 
Pema é também a diretora de uma organização internacional juvenil chamada Students for a Free Tibet  (Estudantes Para Um Tibete Livre). Esta organização alerta para o imenso sofrimento do povo tibetano que está sob ocupação chinesa nos últimos 60 anos.
Ora veja. Vale bem a pena. 
Não perca esta oportunidade de conhecer mais um pouco sobre esta realidade.

quinta-feira, maio 17, 2018

O Conflito do Tibete



Aprecie a apresentação que se segue e que foi elaborada por uma aluna do 12º B, no âmbito da disciplina de Geografia C.

quarta-feira, maio 03, 2017

O Conflito no Tibete

Veja a apresentação (em baixo), sobre O Conflito no Tibete, elaborada por alunos do 12º B.
Fique a conhecer mais um dos conflitos regionais que abalam o nosso mundo.
Ora veja!
Vale bem a pena.
Não desperdice esta oportunidade.

segunda-feira, maio 18, 2015

Curiosas Fronteiras


O termo fronteira significa o limite entre duas partes distintas, por exemplo, dois países ou dois estados.
As fronteiras podem ser naturais ou artificiais; sendo delimitações territoriais e políticas que, através da protecção que garantem aos seus estados, representam a autonomia e a soberania desses, perante os outros.
As fronteiras representam muito mais do que uma mera divisão e unificação dos pontos diversos. Elas determinam também a área territorial precisa de um Estado, ou seja a sua base física.
As fronteiras, ao contrário do que muitas vezes se crê, não se demarcam unicamente sobre as terras, pois existem diferentes tipos de fronteiras: aéreas, territoriais, fluviais, marítimas e lacustres.
Agora veja mais umas quantas curiosas fronteiras.

A primeira é a que separa o Haiti, da República Dominicana.
Com leis limitadas contra a desflorestação, percebe-se a clara diferença entre o Haiti (à esquerda) e a República Dominicana (à direita).



A segunda é a fronteira entre os Estados Unidos e o México.

A divisão entre Nogales, Arizona (à esquerda) e Nogales, Sonora (à direita). A fronteira entre os Estados Unidos e o México é a mais atravessada do mundo.



A terceira mostra a fronteira entre a Costa Rica e o Panamá .

A ponte sobre o rio Sixaola cruza a fronteira natural entre os dois países da América Central.





A quarta mostra a fronteira entre a Nepal e o Tibete (China).

O cume da montanha mais alta do planeta, o Monte Everest, marca a fronteira entre o Nepal e o Tibete.