Teus olhos são a pátria do relâmpago e da lágrima,
silêncio que fala, tempestades sem vento, mar sem ondas, pássaros presos, douradas feras adormecidas, topázios ímpios como a verdade, outono numa clareira de bosque onde a luz canta no ombro duma árvore e são pássaros todas as folhas, praia que a manhã encontra constelada de olhos, cesta de frutos de fogo, mentira que alimenta, espelhos deste mundo, portas do além, pulsação tranquila do mar ao meio-dia, universo que estremece, paisagem solitária. Octavio Paz
"Caraculo a minha paixão - Deserto de Moçâmedes (Namibe) é um livro de Victor Torres.
O Sul de Angola e em especial o deserto de Moçâmedes vão estar em destaque neste livro que contém também um álbum fotográfico do século XIX e XX.
Victor Manuel Mendonça Torres nasceu em Moçâmedes, Angola, sendo descendente direto de luso-brasileiros da segunda migração que chegou de Pernambuco, no Brasil, para viver naquela baía entre o mar e o deserto, local inóspito onde começava a despontar o projeto da cidade que hoje ali encontramos.
Victor Torres neto do soba Torres, conhece profundamente o deserto do Namibe e a cidade de Moçâmedes, os seus segredos, como o desconhecido projecto de independência ainda no tempo do Estado Novo, as relações comerciais com a ilha de Santa Helena, e a sua relação com os mucubais (hereros).
Sinopse:
"A família Torres viveu de perto a fundação de três países: Portugal (5 de Outubro de 1143), Brasil (7 de Setembro de 1822) e Angola (11 de Novembro de 1975). Das muitas narrativas contadas, recordo que sendo Moçâmedes uma espécie de ilha, de um lado o deserto do outro o mar, o seu comércio era feito por barco na ilha de Santa Helena e no Congo, territórios distantes dos portos das cidades costeiras de Benguela e Luanda. Uma outra memória que retive foi a relação da família com os Mucubais, os verdadeiros donos da terra que foram assassinados e deportados pelo Estado Português, em 1940".
Estas são algumas das histórias incríveis de uma família, no tempo colonial às quais se juntou uma pequena parte do seu álbum fotográfico do século XIX e XX. Do acervo publicado revelam-se fotografias inéditas de um dos mais estudados fotógrafos portugueses do século XIX, Cunha Morais, também ele membro da família Torres. Esta é uma edição rara que publicada no estranho ano de 2020.
Haverá ingrediente mais popular e versátil que o esparguete?
O Esparguete (do italiano spaghetti) ou macarronete é uma pasta alimentícia desidratada e dura, à base de sêmola de trigo, consumida sob a forma de fios fervidos em bastante água salgada. Há vários tipos de esparguete conforme o seu diâmetro (spaghettone, spaghettino, capellini, vermicelli, vermicelloni). O prato é consumido tradicionalmente com diferentes molhos (bechamel, tomate, ragu, quatro-queijos etc.). Os tipos e nomes variam de acordo com o diâmetro das massas alimentícias e a região de produção.
As massas tornaram-se um símbolo da Itália. Têm o lugar de honra no menu e são, atualmente, a mais popular comida nas mesas italianas de todas as classes sociais.
No norte, a preferência é por se cozinhar mais o esparguete; no sul, ele é comido mais al dente. Enquanto a maioria dos italianos diz spaghetti, outros dizem vermicelli, e outros ainda fidelini. O molho ou as ervas variam de acordo com a região. Não é raro ouvir na mesma região, ou muitas vezes na mesma família, discussões sobre se se deve utilizar alho, óleo, pimenta ou mesmo nada.
A propósito do esparguete, proponho-lhe hoje que veja como é que se faz, num restaurante chinês, o esparguete (spaghetti ou noodles). É tudo feito à mão e com uma mestria fantástica.
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Quando era bebê, ela me balançava e me deu um ritmo Acredito que ninguém conseguirá tirar minha força de vontade, porque ela deu Acredito que ela sabia mais do que Salomão Sempre regressarei para você, até com todas as estradas quebradas
Stefania Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Quando era bebê, ela me balançava e me deu um ritmo Acredito que ninguém conseguirá tirar minha força de vontade, porque ela deu Acredito que ela sabia mais do que Salomão Sempre regressarei para você, até com todas as estradas quebradas
Ela não me acordará, não me acordará, até com tempestades Mesmo quando a vovó lhe atira coisas, igual balas Ela me conhece muito bem e não se enganou Mesmo quando ela estava cansada, continuava me balançando
Nana, nana, nana, neném
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Não sou mais uma bebê, ma-oh-ma-oh, tudo bem Mesmo assim ela continua me cuidando como um Não sou mais uma criança, mas ela continua se preocupando Eu corro, ela me xinga: vou bater em você
Mãe, você ainda é jovem, está em seu auge Se eu não aprecio sua gentileza, fico em um beco sem saída Ali, aqui, lá, em toda parte, meu amor por você não tem fim
Nana, nana, nana, neném
Stefania Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Quando era bebê, ela me balançava e me deu um ritmo Acredito que ninguém conseguirá tirar minha força de vontade, porque ela deu Acredito que ela sabia mais do que Salomão Sempre regressarei para você, até com todas as estradas quebradas
Ela não me acordará, não me acordará, até com tempestades Mesmo quando a vovó lhe atira coisas, igual balas Ela me conhece muito bem e não se enganou Mesmo quando ela estava cansada, continuava me balançando
Nana, nana, nana, neném
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Não sou mais uma bebê, ma-oh-ma-oh, tudo bem Mesmo assim ela continua me cuidando como um Não sou mais uma criança, mas ela continua se preocupando Eu corro, ela me xinga: vou bater em você
Mãe, você ainda é jovem, está em seu auge Se eu não aprecio sua gentileza, fico em um beco sem saída Ali, aqui, lá, em toda parte, meu amor por você não tem fim
Nana, nana, nana, neném
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
Stefania mãe, mãe Stefania O campo floresce, seu cabelo se acinzenta Mãe, cante uma canção de ninar para mim Quero ouvir sua palavra de acalento
A canção folclórica ucraniana "Oh, the Red Viburnum in the Meadow" (Oi u luzi chervona kalyna - em Ucraniano: Ой у лузі червона калина) tornou-se um dos símbolos da guerra na Ucrânia.
Pode ouvi-la, assistindo ao vídeo abaixo, nas vozes de muitos cantores de vários países do mundo. Este vídeo foi produzido por um produtor da Letónia para apoiar ohub onlineUkraine Helpers.
Um ano depois, continua a guerra na Ucrânia! Proponho-lhe hoje que ouça a canção Hey Hey Rise Up.
Em abril de 2022, a banda de rock inglesa Pink Floyd lançou a música "Hey Hey Rise Up", que conta com a parceria do cantor ucraniano Andriy Khlyvnyuk, vocalista da banda Boombox. Esta faixa do single que editaram nessa altura presta apoio e, além disso uma homenagem, à Ucrânia devido ao conflito do país com a Rússia.
Os fãs dos Pink Floyd foram à loucura, já que esta era a primeira canção inédita do grupo, em 28 anos.
Vale também a pena lembrar que, Andriy Khlyvnyuk, iria realizar uma turné pelos Estados Unidos no primeiro semestre de 2022, mas acabou por desistir de o fazer para combater pelo seu país.
A canção "Hey, Hey, Rise Up" foi inspirada por um vídeo de Andriy Khlyvnyuk - cuja banda BoomBox tocou com David Gilmour em 2015 - cantando a canção folclórica ucraniana "Oh, the Red Viburnum in the Meadow" enquanto estava na linha de frente, em Kiev, contra a invasão russa.
Prestes a completar-se um ano sobre o início da guerra na Ucrânia, ouça Azul e Amarelo o Destino - Uma canção pela Ucrânia. A letra é de José Jorge Letria, a música de Carlos Mendes e conta com a participação de: Amélia Muge; António Manuel Ribeiro; Carlos Mendes; Mafalda Veiga; Paulo de Carvalho; Rita Redshoes; Tozé Brito; Vitorino Salomé e Viviane. No coro: Patrícia Antunes; Patrícia Silveira e Tó Cruz.
Uhm......
O azul e o amarelo. são as cores de um destino que tem forma de bandeira e a coragem que há num hino.
O azul e o amarelo. andam no céu das cidades. sendo cores gémeas que unem fogo das nossas vontades
O azul nunca desiste. de ser a asa da paz. com o amarelo mostra. o sonho de que é capaz
Na terra que se ajoelha. em nome do que a motiva dando alma ao desejo de ser livre e ficar viva
O azul e o amarelo são as cores de um destino que tem forma de bandeira e a coragem que há num hino.
O azul e o amarelo
andam no céu das cidades sendo cores gémeas que unem fogo das nossas vontades
Uhm....
Vão-se unindo as liberdades que o invasor devorou com todas as crueldades que o tempo e a dor semeou
Na terra que foi de Gogol. e também de Prokofief e que hoje perde os seus filhos em Odessa e em Kiev
O azul e o amarelo são as cores de um destino que tem forma de bandeira e a coragem que há num hino.
O azul e o amarelo. andam no céu das cidades sendo cores gémeas que unem fogo das nossas vontades
Acabou nosso carnaval Ninguém ouve cantar canções Ninguém passa mais Brincando feliz E nos corações Saudades e cinzas Foi o que restou
Pelas ruas o que se vê É uma gente que nem se vê Que nem se sorri Se beija e se abraça E sai caminhando Dançando e cantando Cantigas de amor
E no entanto é preciso cantar Mais que nunca é preciso cantar É preciso cantar e alegrar a cidade
A tristeza que a gente tem Qualquer dia vai se acabar Todos vão sorrir Voltou a esperança É o povo que dança Contente da vida Feliz a cantar
Porque são tantas coisas azuis
E há tão grandes promessas de luz Tanto amor para amar de que a gente nem sabe
Quem me dera viver pra ver E brincar outros carnavais Com a beleza Dos velhos carnavais Que marchas tão lindas E o povo cantando Seu canto de paz Seu canto de paz
Vinicius de Moraes- Marcha de Quarta-Feira de Cinzas
Ouça hoje a cantora brasileira Alcione em Não Deixe o Samba Morrer.
Não deixe o samba morrer Não deixe o samba acabar O morro foi feito de samba De samba para gente sambar
Quando eu não puder pisar mais na avenida Quando as minhas pernas não puderem aguentar Levar meu corpo junto com meu samba O meu anel de bamba Entrego a quem mereça usar
Quando eu não puder pisar mais na avenida Quando as minhas pernas não puderem aguentar Levar meu corpo junto com meu samba O meu anel de bamba Entrego a quem mereça usar
Eu vou ficar No meio do povo, espiando Minha escola perdendo ou ganhando Mais um carnaval
Antes de me despedir Deixo ao sambista mais novo O meu pedido final Antes de me despedir Deixo ao sambista mais novo O meu pedido final
Não deixe o samba morrer Não deixe o samba acabar O morro foi feito de samba De samba para gente sambar
Não deixe o samba morrer Não deixe o samba acabar O morro foi feito de samba De samba para gente sambar
Quando eu não puder pisar mais na avenida Quando as minhas pernas não puderem aguentar Levar meu corpo junto com meu samba O meu anel de bamba Entrego a quem mereça usar
Quando eu não puder pisar mais na avenida Quando as minhas pernas não puderem aguentar Levar meu corpo junto com meu samba O meu anel de bamba Entrego a quem mereça usar
Eu vou ficar No meio do povo espiando Minha escola perdendo ou ganhando Mais um carnaval
Antes de me despedir Deixo ao sambista mais novo O meu pedido final Antes de me despedir Deixo ao sambista mais novo O meu pedido final
Não deixe o samba morrer Não deixe o samba acabar O morro foi feito de samba De samba para gente sambar
Não deixe o samba morrer Não deixe o samba acabar O morro foi feito de samba De samba para gente sambar
Outros tempos e outros carnavais, noutras geografias.
Proponho-lhe hoje que assista a alguns vídeos e filmes acerca do Carnaval nas cidades angolanas, do Lobito (sobretudo) e Luanda, nos anos 60 e 70 do século XX. Pode assistir aos corsos, à passagem dos carros alegóricos, aos bailes, ao desfile dos foliões, às batalhas com fuba (onde as pessoas ficavam totalmente enfarinhadas). Para ficar a conhecer ou recordar estes carnavais, aqui lhe deixo algumas destas memórias.
O Lobito é uma cidade (436 467 habitantes e área territorial de 3 648 km²) e um município da província de Benguela, em Angola, localizada na costa do oceano Atlântico.
Limita-se ao norte com o município do Sumbe, ao leste com o município do Bocoio, ao sul com o município de Catumbela e ao oeste com o oceano Atlântico.
O Lobito é um dos centros logísticos de Angola: tem as suas ligações no importante porto e nos terminais ferroviários, bem como na rede rodoviária continental, que a conectam ao restante do país, levando-a até costa oriental da África.
O LOBITO - Carnaval 1973 é um excerto do documentário "PANORAMA" de Angola, realizado pelo cineasta ANTÓNIO de SOUSA. Infelizmente a qualidade fotográfica do filme não é a mais desejável.
Outras imagens do Carnaval do Lobito. Era irresistível participar na guerra com fuba!
Nos anos 70 o Carnaval do Lobito era já um dos mais conhecidos. No vídeo que se segue pode ver imagens do Carnaval de 72,73 e 74.
Ainda o Lobito (Angola) de outros tempos.
Agora assista ao vídeo Carnaval em Angola, Luanda e Lobito, filmes de Angola da década de 70` - Memórias da África, onde pode vera loucura do carnaval em Luanda e no Lobito.
O Carnaval do Lobito era o expoente máximo da alegria dos angolanos no geral e dos lobitangas em particular. A alegria e a loucura do carnaval vivido no Lobito terminava sempre com grandes bombardeamentos de farinha (fuba) e água, entre os vários carros concorrentes no corso e a população que assistia. Os cortejos eram pensados e construídos pelos seus criadores. Os carros alegóricos e o cortejo dos mascarados que desfilavam na avenida mostravam grandiosidade e beleza.
Ouça o cantor brasileiro Martinho da Vila em Canta canta, minha gente.
Canta Canta, minha Gente. Deixa a tristeza pra lá. Canta forte, canta alto, Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar.
Cantem o samba de roda, O samba-canção e o samba rasgado. Cantem o samba de breque, O samba moderno e o samba quadrado.
Cantem ciranda, o frevo, O côco, maxixe, baião e xaxado, Mas não cantem essa moça bonita, Porque ela está com o marido do lado.
Canta Canta, minha gente. Deixa a tristeza pra lá. Canta forte, canta alto, Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Mas a vida vai melhorar. A vida vai melhorar.
Quem canta seus males espanta Lá em cima do morro Ou sambando no asfalto. Eu canto o samba-enredo, Um sambinha lento e um partido alto.
Há muito tempo não ouço O tal do samba sincopado. Só não dá pra cantar mesmo É vendo o sol nascer quadrado.
Canta Canta, minha gente. Deixa a tristeza pra lá. Canta forte, canta alto, Que a vida vai melhorar.
Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Mas eu disse: Que vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Ora se vai melhorar. Que a vida vai melhorar. Mas será que vai melhorar? Que a vida vai melhorar. Eu já vou é me mandar. Que a vida vai melhorar. Que a vida vai melhorar.
Ouça Bezerra da Silva em dois sambas muito divertidos: Malandro Não Vacila e Sequestraram Minha Sogra.
Bezerra da Silva (1927 - 2005) foi um cantor, compositor, violonista, percussionista e intérprete brasileiro dos géneros musicais coco e samba, em especial de partido-alto.
No princípio, dedicava-se principalmente ao coco até se transformar num dos principais expoentes do samba. Através do samba, cantou os problemas sociais das favelas e da população marginalizada, atuando entre a marginalidade e a indústria musical.
Gravou o seu primeiro compacto em 1969 e o primeiro disco em 1975, de um total de 28 álbuns lançados em toda a carreira que, somados, venderam mais de 3 milhões de cópias. Ganhou 11 discos de ouro, 3 de platina e 1 de platina duplo. Apesar de ter sido um dos artistas mais populares do Brasil, foi bastante ignorado pelo mainstream.
Lion - A Longa Estrada para Casa é um filme (2016) realizado por Garth Davis, baseado numa emocionante história verídica, onde Dev Patel se afirma como um dos melhores actores da sua geração.
Sinopse:
A autobiografia comovente de uma criança perdida na Índia. 25 anos depois, o reencontro com a mãe. Saroo, de cinco anos, está numa estação de caminho de ferro, sozinho. Perdeu-se de Guddu, o irmão mais velho que o acompanhava. Sem saber como regressar a casa, enfia-se num comboio acreditando que Guddu há-de encontrá-lo. No dia seguinte, porém, vê-se nas perigosas ruas de Calcutá, por onde deambula durante semanas para sobreviver, só e sem qualquer documento, perante a indiferença da multidão.
Acaba por ser acolhido num orfanato e, mais tarde, adotado por um casal australiano. Embora feliz na Austrália, com a sua nova família, que em vão tenta esforçadamente conhecer as suas origens, Saroo nunca deixa de pensar na mãe e nos irmãos que ficaram a quase meio mundo de distância. Anos depois, passa horas a perscutar imagens do Google Earth na esperança de localizar e identificar referências da sua aldeia que lhe permitam reencontrar a mãe biológica. uma história verídica, comovente e intensa, que já inspirou milhões de pessoas em todo o mundo. Um hino à esperança, ao poder dos sonhos e à coragem de nunca desistir.
A Longa Estrada Para Casa é um livro escrito por Saroo Brierley,que foi adaptado ao cinema.
Sinopse:
Saroo, de cinco anos, está numa estação de caminho de ferro, sozinho. Perdeu-se de Guddu, o irmão mais velho, que o acompanhava. Sem saber como regressar a casa, enfia-se num comboio acreditando que Guddu há de encontrá-lo. No dia seguinte, porém, vê-se nas perigosas ruas de Calcutá, por onde deambula durante semanas para sobreviver, só e sem qualquer documento, perante a indiferença da multidão. Acaba por ser acolhido num orfanato e, mais tarde, adotado por um casal australiano. Embora feliz na Austrália, com a sua nova família, que em vão tenta esforçadamente conhecer as suas origens, Saroo nunca deixa de pensar na mãe e nos irmãos que ficaram a quase meio mundo de distância. Anos depois, passa horas a perscrutar imagens do Google Earth na esperança de localizar e identificar referências da sua aldeia que lhe permitam reencontrar a mãe biológica. Uma história verídica, comovente e intensa, que já inspirou milhões de pessoas em todo o mundo. Um hino à esperança, ao poder dos sonhos e à coragem de nunca desistir.
O Lago Magadi, de uma beleza natural fantástica, localiza-se no Quénia, ao sul do Grande Vale do Rifte. Durante a estação seca, 80% do lago é coberto por bicarbonato de sódio e é também conhecido pelas suas aves pernaltas, incluindo flamingos.
O lago Magadi, de aproximadamente 100 km2, encontra-se numa bacia endorreica formada por um graben. O lago é um exemplo de "panela salina". A água do lago é uma densa salmoura de bicarbonato de sódio.
O lago Magadi nem sempre foi tão salino como é hoje. Este ambiente lacustre inóspito exclui a maioria dos organismos, exceto extremófilos| microbianos, alguns invertebrados (principalmente insetos), peixes altamente adaptados (Alcolapia sp.) e pássaros, incluindo flamingos.
O município de Magadi fica na margem leste do lago e abriga a fábrica Magadi Soda. Esta fábrica produz bicarbonato de sódio, que tem uma variedade de usos industriais.
Ooh, each morning I get up I die a little Can barely stand on my feet (Take a look at yourself) Take a look in the mirror and cry (and cry) Lord, what you're doing to me? (Yeah, yeah) I have spent all my years in believing you But I just can't get no relief, Lord Somebody (somebody), ooh, somebody (somebody) Can anybody find me somebody to love? Yeah
I work hard (he works hard) every day of my life I work 'til I ache my bones At the end (at the end of the day) I take home my hard earned pay (goes home) All on my own (goes home on his own) I get down (down) on my knees (knees) And I start to pray (praise the Lord) 'Til the tears run down from my eyes Lord, somebody (somebody), ooh, somebody (Please) can anybody find me somebody to love?
Every day (every day), I try and I try and I try But everybody wants to put me down They say I'm going crazy They say I got a lot of water in my brain I got no common sense (He's got) I got nobody left to believe in Yeah, yeah, yeah, yeah
Ooh, somebody, ooh (somebody) Anybody find me somebody to love? (Can anybody find me someone to love)
Got no feel, I got no rhythm I just keep losing my beat (you just keep losing and losing) I'm okay, I'm alright (he's alright, he's alright) I ain't gonna face no defeat (yeah, yeah) I just gotta get out of this prison cell One day (someday) I'm gonna be free, Lord
Find me somebody to love Find me somebody to love Find me somebody to love Find me somebody to love Find me somebody to love (find me) Find me somebody to love (find me, find) Find me somebody to love Find me somebody to love, love, love (ooh, find me, find me) Find me somebody to love (somebody to love) Find me somebody to love (ooh) Somebody, somebody, somebody, somebody Somebody find me Somebody find me somebody to love
Can anybody find me somebody to love? (Find me somebody to love) Ooh
(Find me somebody to love) Find me somebody, somebody (find me) Somebody, somebody to love (somebody to love) Find me, find me, find me, find me, find me Ooh, somebody to love (find me somebody to love) Ooh (find me somebody to love) Find me, find me, find me somebody to love Anybody, anywhere (find me) Anybody, find me somebody to love, love, love, love, love (somebody to love) Find me, find me, find me love.
Saiba que blusas usar com saia midi, vendo mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Ainda tem dúvidas sobre o que usar com a sua saia midi? Neste vídeo Luciane Cachinski mostra-lhe uma lista de blusas, e de terceiras peças, que vai gostar e que lhe permitem criar muito mais looks com a sua saia midi!
Assista hoje a mais uma viagem do Portuguese With Leo, onde Leonardo Coelho o leva na viagem que fez de volta à ilha da Madeira onde estudou. Com este vídeo pode ver tudo aquilo que a Pérola do Atlântico tem para oferecer!
Não perca a oportunidade de aprender um pouco mais.
O Homem do Lixo é um filme realizado por Laura Gonçalves. Este filme foi eleito como o Melhor Filme de Animação no Festival Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, tal como foi anunciado sábado passado, nesta cidade francesa, onde se realiza o maior festival de curtas-metragens do mundo.
O filme de Laura Gonçalves tem marcado presença em dezenas de festivais por todo o mundo, onde reuniu já mais de 20 prémios, tendo estado também, com "Ice Merchants", de João Gonzalez, na shortlist para os Óscares da Academia Americana, através do prémio qualificante obtido no World Festival of Animated Films de Zagreb.
Laura Gonçalves, é licenciada em Arte e Multimédia pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2009). Em 2012 realizou a sua primeira curta de animação Três Semanas Em Dezembro, concluindo o Mestrado de Animação na Arts University Bournemouth. Em 2013 mudou-se para o Porto, como animadora e pintora na produtora Bando à Parte. Em 2015 co-realizou com Abi Feijó, Alice Guimarães e Daniela Duarte a curta metragem Nossa Senhora da Apresentação, produção Curtas Metragens CRL. Em 2016 co-realizou com Alexandra Ramires (Xá) a curta Água Mole. Na cooperativa BAP Animation Studio, da qual é um dos membros - fundadores, realizou O Homem do Lixo.
Sinopse:
O Homem do Lixo (11' 50''), produzido pela Bando à Parte, é um filme sobre as recordações e memórias de uma família. Numa tarde quente de agosto a família junta-se à mesa, partilhando a história do tio Botão, da ditadura à emigração para França, onde trabalhava na recolha do lixo, voltando a Belmonte de carrinha cheia de lixo transformado em tesouros.
Aprenda a fazer Queijadas Alentejanas, com esta receita simples.
Portalegre, Beja, Évora, Serpa, ou seja, no Alentejo, estão por todo o lado.
E não é por acaso. Sendo o requeijão um alimento que se estraga com facilidade, as freiras dos conventos alentejanos tiveram que encontrar uma forma de o aproveitar. Nasceram assim as queijadas de requeijão. Começaram por ser alentejanas mas hoje podem ser encontradas em qualquer parte do país.
Ingredientes:
2 requeijões 200 g de açúcar 75 g de manteiga 2 colheres de sopa de farinha com fermento 5 ovos 1 limão
Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180 ºC. Esmague os requeijões com um garfo (ou triture-os no liquidificador). Misture os requeijões com a farinha e o açúcar. De seguida, adicione os ovos, a manteiga derretida, e a raspa do limão. Misture muito bem até obter uma massa homogénea. Verta a massa nas formas (que foram untadas com manteiga e polvilhadas com farinha). Leve-as ao forno durante 30 minutos. Deixe arrefecer antes de desenformar. Polvilhe com açúcar em pó e sirva.
E agora, algumas notas:
Nas variantes "Queijadas de Évora" e "Queijadas de Estremoz", o requeijão é substituído por queijo fresco de ovelha e as proporções variam ligeiramente.
Pode adicionar um pouco de canela em pó para conferir uma dose de aroma extra. Em alternativa, pode também utilizar a canela em pó em vez do açúcar para polvilhar.
Estas queijadas de requeijão bastantes simples e fáceis de fazer. Se quiser algo mais elaborado, pode optar por fazer uma massa e recheá-la com o creme desta receita. Para fazer a massa basta água, farinha, 1 ovo, um pouco de banha (na versão tradicional), manteiga e uma pitada de sal.
Também pode utilizar massa folhada e recheá-la com este creme antes de levar ao forno. O método é o mesmo e o tempo de cozedura também. Apenas irá obter queijadas mais consistentes por fora porque ficarão com uma espécie de crosta.
Pode utilizar requeijão de ovelha ou de vaca. Também pode substituir a farinha de trigo por Maizena.
Pode optar por fazer uma queijada de grandes proporções em vez de várias queijadas pequenas.
Ouça o cantor brasileiro Fagner em Maringá (Vídeo oficial).
Fagner (1949), é um cantor, compositor, instrumentista, ator e produtor brasileiro, e um dos integrantes do chamado Pessoal do Ceará.
O nome de Fagner foi incluído na lista dos maiores cantores de música latina, principalmente pela sua filiação com outros músicos latinos não-brasileiros, como Mercedes Sosa.
Foi numa leva Que a cabocla Maringá Ficou sendo a retirante Que mais dava o que falar
E junto dela Veio alguém que suplicou Pra que nunca se esquecesse De um caboclo que ficou
Maringá, Maringá Depois que tu partiste Tudo aqui ficou tão triste Que eu garrei a imaginar
Maringá, Maringá Para haver felicidade É preciso que a saudade Vá bater noutro lugar
Maringá, Maringá Volta aqui pro meu sertão Pra de novo o coração De um caboclo assossegar
Antigamente Uma alegria sem igual Dominava aquela gente Da cidade de Pombal
Mas veio a seca Toda a chuva foi-se embora Só restando então as águas Dos meus olhos quando chora
Maringá, Maringá Depois que tu partiste Tudo aqui ficou tão triste Que eu garrei a imaginar
Maringá, Maringá Para haver felicidade É preciso que a saudade Vá bater noutro lugar
Maringá, Maringá Volta aqui pro meu sertão Pra de novo o coração De um caboclo assossegar
Aprenda Português Europeu através de conteúdos interessantes e autênticos!
Assista hoje a mais um vídeo do Portuguese With Leo, onde Leonardo Coelho lhe fala dos seus livros e escritores portugueses preferidos e os que recomenda para os diferentes níveis de aprendizagem do português!