domingo, outubro 31, 2021

Torta de Abóbora ou Pumpkin Pie

Os americanos têm um gosto muito especial por abóboras, tanto que as usam quer na decoração do Halloween quer na culinária (Dia de Ação de Graças).

A Torta (ou tarte) de Abóbora está presente na mesa dos americanos, principalmente no dia de Ação de Graças. Os seus ingredientes mais comuns desta tarte são a abóbora, a noz moscada, o gengibre, a canela e o chantilly.

As abóboras utilizadas no Halloween são reaproveitadas nas tortas, visto que o feriado de Ação de Graças ocorre após essa comemoração.

O Dia de Ação de Graças, conhecido em inglês como Thanksgiving Day, é um feriado celebrado sobretudo nos Estados Unidos, no Canadá e nas Caraíbas.  É comemorado como um dia de gratidão a Deus, com orações e festas, pelos bons acontecimentos ocorridos durante o ano.

Antigamente, o dia de Ação de Graças era comemorado na quarta quinta-feira do mês de novembro, na região da Nova Inglaterra, sob a forma de festivais cristãos em agradecimento pelas boas colheitas realizadas durante o ano. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é comemorado no outono (do hemisfério norte), após a colheita ter sido recolhida. Em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou que a quarta quinta-feira de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças, que este ano ocorre a 25 de novembro.

O Dia de Ação de Graças é comemorado com grandes desfiles e também nos Estados Unidos, com a realização dos jogos de futebol americano. 

O prato principal do Dia de Ação de Graças geralmente é o peru, o que dá ao Dia de Ação de Graças o apelido de "Dia do Peru" (Turkey Day). Além disso, os cookies e a Torta de Abóbora (Pumpkin Pie) também são muito tradicionais nessa data. 

Ingredientes Para a Massa:

1 ¾ xícara (chá) de farinha de trigo
100 g de manteiga gelada
3 colheres (sopa) de açúcar
1 ovo

Preparação:

Numa tigela grande, misture a farinha com o açúcar. Acrescente a manteiga em cubos e misture com a mão, esfarelando com as pontas dos dedos até formar uma mistura areada grossa.

Junte o ovo e amasse até formar uma massa lisa e macia. Modele numa bola e achate delicadamente até ficar num pequeno disco. Coloque na tigela, embrulhe com filme e leve ao frigorífico por, no mínimo, 30 minutos para ficar firme (se preferir, prepare a massa no dia anterior).

Retire a massa do frigorífico 5 minutos antes de abrir. Enquanto isso, separe uma forma redonda canelada de fundo amovível de 22 cm de diâmetro e 2 sacos plásticos para alimentos.

Para abrir a massa, coloque-a entre os dois sacos plásticos abertos – a massa doce é mais quebradiça, os sacos ajudam a manter o formato. Com o rolo da cozinha, comece a abrir a massa. No início ela é mais resistente e os lados da mesma tendem a rachar; caso isso aconteça, pressione delicadamente a massa com as mãos para remendar e manter o formato. Abra a massa até formar um círculo 6 cm maior que o diâmetro da forma.

Retire um dos plásticos e vire a massa de uma só vez sobre a forma. Com as pontas dos dedos, pressione delicadamente a massa para cobrir o fundo e os lados da forma. Com uma faca pequena, corte o excesso de massa que sobrar (com essas sobras e pode fazer biscoitos).

Leve a forma com a massa ao frigorífico por pelo menos 20 minutos para endurecer – como a massa é muito amanteigada, isso evita que os lados baixem durante a cozedura. Entretanto, prepare o recheio.

Ingredientes Para o Recheio:

350 g de abóbora descascada e cortada em pedaços médios (são cerca de 2 ½ xícaras)
3 ovos
¾ de xícara (chá) de açúcar 
¾ de xícara (chá) de natas
1 ½ colher (chá) de canela em pó
¼ de colher (chá) de gengibre em pó
¼ de colher (chá) de pimenta-da-jamaica em pó
noz-moscada ralada (no momento) q.b.

Preparação:

Aqueça previamente o forno a 180 ºC (temperatura média).

Numa panela média, coloque a abóbora com ⅓ de xícara (chá) de água e leve ao fogo médio. Quando começar a ferver, tape a panela, baixe o fogo e deixe cozinhar durante cerca de 15 minutos ou até a abóbora ficar macia – assim ela cozinha sem ficar aguada.

Transfira a abóbora cozida para uma tigela grande e esmague bem com um garfo (ou com o esmagador de batatas), até formar um puré liso. Deixe arrefecer – a massa de abóbora não pode estar muito quente ao ser misturada com os ovos. Entretanto, aproveite para pré-assar a massa. Para isso, corte um círculo de papel vegetal um pouco maior que a forma, coloque-o sobre a massa e preencha o fundo com grãos de feijão cru – eles servem de peso e evitam que a massa faça bolhas e rache ao assar. Leve a base da torta ao forno durante 25 minutos ou até as bordas começarem a dourar. Retire os feijões e o papel e volta ao forno por mais 10 minutos, até que o fundo doure levemente e perca o aspeto de cru.

Assim que o puré de abóbora estiver morno, junte as especiarias e o açúcar e misture bem com uma espátula ou colher de pau.

Bata depois os ovos com um garfo apenas para misturar as claras com as gemas. Junte os ovos batidos ao puré de abóbora, acrescente as natas e misture bem com um batedor de arame até a massa ficar lisa, mas sem incorporar ar.

Retire a base da torta do forno e preencha com o recheio de abóbora. Leve de novo a forma ao forno por mais 30 minutos ou até as bordas do recheio crescerem e ficarem firmes, mas o centro deve ainda estar cremoso e brilhante. Atenção: se assar demais, a torta vai rachar e perder a textura cremosa.

Retire a torta do forno e deixe arrefecer completamente em temperatura ambiente antes de desenformar e servir. Sirva com sorvete, merengue ou natas batidas (Chantilly).

sábado, outubro 30, 2021

Paulina Chiziane: Na Primeira Pessoa


A escritora moçambicana Paulina Chiziane é o Prémio Camões 2021. Os autores moçambicanos que já receberam esta distinção são José Craveirinha, em 1991, e Mia Couto em 2013. 

Na reação, de Maputo, a autora fala de uma "surpresa agradável e reflexiva".  Paulina Chiziane disse que foi teimosa, mesmo estando fora dos "cânones consagrados da altura" de sua instrução inicial. 

Ela considera ter sido premiada pela afirmação de identidade como "moçambicana, negra e mulher".  

Veja agora no vídeo abaixo a reação da autora ao saber do Prémio Camões.   

sexta-feira, outubro 29, 2021

Das Portas de Brandenburgo ao Museu Guggenheim

Das Portas de Brandenburgo, em Berlim, ao Museu Guggenheim de Bilbau; do Arco do Triunfo em Paris ao Palácio dos Doges em Veneza, ou ao Coliseu de Roma, passando pela London Bridge e pela Torre de Belém, em Lisboa e ainda por várias outras obras espetaculares contemporâneas, em várias capitais, todas retratadas à noite, sob iluminação artificial, são imagens fantásticas.

 De acordo com o seu autor, Luke Shepard, estudante da American University em Paris; "este vídeo é uma celebração do brilho e da diversidade da arquitetura Europa afora".


Ele e uma amiga viajaram durante três meses por 36 cidades de 21 países europeus com a ambição de "captar imagens de algumas das grandes estruturas arquitetónicas europeias de uma forma nova, diferente".

O vídeo é composto de milhares de fotos transformadas em vídeo, com o objetivo de "inspirar a apreciação por essas obras-primas realizadas pela mão do homem".

Uma verdadeira maravilha da tecnologia que não deve perder.

Ora veja!

quinta-feira, outubro 28, 2021

A Noiva Judia

A Noiva Judia é uma obra de Rembrandt (1666).

Rembrandt (1606 - 1669) foi um pintor e gravador holandês. É geralmente considerado um dos maiores nomes da história da arte europeia e o mais importante da história holandesa. É considerado, por alguns, como o maior pintor de todos os tempos.

Rembrandt viveu muitos anos em Jodenbreestaat, Grande Rua Judaica, a principal artéria do bairro judaico de Amesterdão. Era amigo dos seus vizinhos, pintou-os e pintou para eles, muitos deles prósperos amantes das belas-artes.

O quadro é considerado um dos mais belos e misteriosos do artista. Ele retrata um homem e uma mulher vestidos elegantemente, mas não oferece muitos elementos sobre o ambiente – apresentando apenas um vaso com uma planta e parte de uma parede detrás de ambos. Um dos aspetos que mais chama a atenção nesta obra são os olhares distantes do homem e da mulher, que parecem estar em profunda meditação.

quarta-feira, outubro 27, 2021

Música, movimento e coordenação

Composição Suprematista, Kazimir Malevich



Música, movimento e coordenação. 

Este é um espetáculo que não deve perder. 

É belíssimo.

Ora veja!

terça-feira, outubro 26, 2021

Qual é o sotaque mais neutro de Portugal?

Aprenda Português Europeu através de conteúdos interessantes e autênticos!

Assista hoje a mais um vídeo do Portuguese With Leo, onde Leonardo Coelho analisa os sotaques de Lisboa, Coimbra, Porto, Braga, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores para descobrir qual é o sotaque mais neutro de Portugal. 

Não perca a oportunidade de aprender um pouco mais. 

 Ora veja!

segunda-feira, outubro 25, 2021

Aqui Não Há Velhos

Picasso -Velho judeu e um menino (1903)
 


Aqui Não Há Velhos é um vídeo que considero não deve perder.

Mais palavras para quê!

Ora veja!

domingo, outubro 24, 2021

Enviado Especial

Enviado Especial é um filme (documentário de 2018) de Nalini Elvino de Sousa.

Nalini Elvino de Sousa nasceu em Lisboa, mas é de origem goesa e decidiu mudar-se para Goa onde vive há 19 anos. 

Os aspectos multi-culturais inerentes à sua pessoa e o seu espírito positivo são visíveis em tudo o que faz. Dedica-se de corpo e alma a todos os projetos que estão ligados à educação e aos media.

Realizou, apresentou e produziu mais de 100 documentários para a série "Contacto Goa" que foram transmitidos na RTPi e RTP Africa. É neste momento responsável pelo programa "Hora dos Portugueses" na Índia, transmitido na RTPi e RTP1. Produz também curtas-metragens e outros documentários através da sua produtora Lotus Film & TV Production.

Enviado Especial narra a história de Aquino de Bragança, um homem que lutou a vida inteira pela paz em África.

Este documentário da realizadora portuguesa Nalini Elvino de Sousa, retrata o sonho de um homem para alcançar o diálogo e a paz.

Sinopse:

A história de vida de Aquino de Bragança, um intelectual e jornalista indiano que teve como objetivo de vida lutar contra o colonialismo e ajudar Goa e todos os países africanos a obter a independência e a paz. É também a história da sua amizade com Samora Machel, que foi tragicamente selada por um acidente de avião, a 19 de outubro de 1986, onde ambos perderam a vida.

sábado, outubro 23, 2021

Dia da Criação (Porque hoje é sábado)

Hieronimus Bosch

Assista ao vídeo abaixo, onde pode ouvir um trecho retirado da abertura do show/CD de Vinicius de Moraes Ao Vivo no Canecão, de 1977, em que o Poeta recita o poema Dia da Criação, com acompanhamento musical em jazz. 

Hoje é sábado, amanhã é domingo

A vida vem em ondas, como o mar

Os bondes andam em cima dos trilhos

E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz para nos salvar.


Hoje é sábado, amanhã é domingo

Não há nada como o tempo para passar

Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo

Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal.


Hoje é sábado, amanhã é domingo

Amanhã não gosta de ver ninguém bem

Hoje é que é o dia do presente

O dia é sábado.


Impossível fugir a essa dura realidade

Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios

Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas

Todos os maridos estão funcionando regularmente

Todas as mulheres estão atentas

Porque hoje é sábado.


Neste momento há um casamento

Porque hoje é sábado.

Há um divórcio e um violamento

Porque hoje é sábado.

Há um homem rico que se mata

Porque hoje é sábado.

Há um incesto e uma regata

Porque hoje é sábado.

Há um espetáculo de gala

Porque hoje é sábado.

Há uma mulher que apanha e cala

Porque hoje é sábado.

Há um renovar-se de esperanças

Porque hoje é sábado.

A Criação de Adão de Michelangelo

Há uma profunda discordância

Porque hoje é sábado.

Há um sedutor que tomba morto

Porque hoje é sábado.

Há um grande espírito de porco

Porque hoje é sábado.

Há uma mulher que vira homem

Porque hoje é sábado.

Há criancinhas que não comem

Porque hoje é sábado.

Há um piquenique de políticos

Porque hoje é sábado.

Há um grande acréscimo de sífilis

Porque hoje é sábado.

Há um ariano e uma mulata

Porque hoje é sábado.

Há um tensão inusitada

Porque hoje é sábado.

Há adolescências seminuas

Porque hoje é sábado.

Há um vampiro pelas ruas

Porque hoje é sábado.

Há um grande aumento no consumo

Porque hoje é sábado.

Há um noivo louco de ciúmes

Porque hoje é sábado.

Há um garden-party na cadeia

Porque hoje é sábado.

Há uma impassível lua cheia

Porque hoje é sábado.

Há damas de todas as classes

Porque hoje é sábado.

Umas difíceis, outras fáceis

Porque hoje é sábado.

Há um beber e um dar sem conta

Porque hoje é sábado.

Há uma infeliz que vai de tonta

Porque hoje é sábado.

Há um padre passeando à paisana

Porque hoje é sábado.

Há um frenesi de dar banana

Porque hoje é sábado.

Há a sensação angustiante

Porque hoje é sábado.

De uma mulher dentro de um homem

Porque hoje é sábado.

Há a comemoração fantástica

Porque hoje é sábado.

Da primeira cirurgia plástica

Porque hoje é sábado.

E dando os trâmites por findos

Porque hoje é sábado.

Há a perspectiva do domingo

Porque hoje é sábado.

Por todas essas razões deverias ter sido riscado do Livro das Origens, ó Sexto Dia da Criação.

De fato, depois da Ouverture do Fiat e da divisão de luzes e trevas

E depois, da separação das águas, e depois, da fecundação da terra

E depois, da gênese dos peixes e das aves e dos animais da terra

Melhor fora que o Senhor das Esferas tivesse descansado.

Na verdade, o homem não era necessário

Nem tu, mulher, ser vegetal dona do abismo, que queres como as plantas, imovelmente e nunca saciada

Tu que carregas no meio de ti o vórtice supremo da paixão.

Mal procedeu o Senhor em não descansar durante os dois últimos dias

Trinta séculos lutou a humanidade pela semana inglesa

Descansasse o Senhor e simplesmente não existiríamos

Seríamos talvez pólos infinitamente pequenos de partículas cósmicas em queda invisível na terra.

Não viveríamos da degola dos animais e da asfixia dos peixes

Não seríamos paridos em dor nem suaríamos o pão nosso de cada dia

Não sofreríamos males de amor nem desejaríamos a mulher do próximo

Não teríamos escola, serviço militar, casamento civil, imposto sobre a renda e missa de sétimo dia,

Seria a indizível beleza e harmonia do plano verde das terras e das águas em núpcias

A paz e o poder maior das plantas e dos astros em colóquio

A pureza maior do instinto dos peixes, das aves e dos animais em cópula.

Ao revés, precisamos ser lógicos, freqüentemente dogmáticos

 "O Juízo Final" de Michelangelo (1535 - 1541)
Precisamos encarar o problema das colocações morais e estéticas

Ser sociais, cultivar hábitos, rir sem vontade e até praticar amor sem vontade

Tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e sim no Sétimo

E para não ficar com as vastas mãos abanando

Resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança

Possivelmente, isto é, muito provavelmente

Porque era sábado.

Vinicius de Moraes - Dia da Criação (Porque hoje é sábado)

sexta-feira, outubro 22, 2021

O Mundo Segundo Os Brasileiros: Atenas

Venha conhecer Atenas (capital da Grécia) através do programa televisivo: O Mundo Segundo Os Brasileiros
Atenas é a maior cidade da Grécia. A cidade domina a região da Ática e é uma das cidades mais antigas do mundo, sendo que o seu território está continuamente habitado há 3 400 anos.
Venha daí viajar um pouco. Não perca a oportunidade. 
Olhe que vale mesmo a pena.

quinta-feira, outubro 21, 2021

Ventos do Apocalipse

Ventos do Apocalipse é um livro da escritora moçambicana Paulina Chiziane (1955).

O Prémio Camões 2021 foi atribuído, ontem, à escritora moçambicana Paulina Chiziane. Este é o mais importante prémio literário de língua portuguesa e atinge o valor de 100 000 euros.


Sinopse:

Guerra. Destruição. Miséria. Sofrimento. Humilhação. Ódio. Superstição. Morte. 

Este é o cenário dantesco, boscheano, que encontramos nas páginas de Ventos do Apocalipse. As palavras fortes, cruas, incisivas, dilacerantes e delirantes da autora levam-nos a questionar-nos quanto de ficção existirá no realismo das descrições deste palco apocalíptico em que a guerra mais aberrante será talvez a de dois povos, os mananga e os macuácua, colocados entre dois fogos e não sabendo quem os defende e quem os ataca. 

Paulina Chiziane é uma contadora nata de estórias. Consegue levar-nos ao âmago do mais baixo dos mais baixos degraus de degradação do ser humano. Com ela percorremos as vinte e uma noites de pesadelo e tormentos que foi o êxodo dos sobreviventes de uma aldeia. Através dela aprendemos a respeitar Sixpence, tornado o herói simbólico, emblemático, e líder venerado desses fugitivos.

quarta-feira, outubro 20, 2021

Um Exemplo de Empreendedorismo

Assista à reportagem de Priscila Pollon a Luciane Cachinskivendo mais um vídeo acerca desta influencer brasileira. 

Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos. 

Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha. 

Esta empresária da moda apostou no digital e cresceu mais de 500%. Luciane Cachisnki criou um site de vendas e tornou-se a própria modelo publicitária do negócio. Acerca de dois anos a esta parte, passou de 6 para 40 funcionárias.

Não perca. Olhe que vale mesmo a pena.

terça-feira, outubro 19, 2021

Uma Frase do Poetinha e Não Só!

Vinicius de Moraes (19/10/1913-1980) foi um poeta e um dos maiores compositores da música popular brasileira, além de ter sido um dos fundadores da Bossa Nova, um movimento musical surgido nos anos 50. Foi também dramaturgo e diplomata.

Entre os seus maiores sucessos está "Garota de Ipanema" com a letra escrita por Vinicius e a canção composta por Tom Jobim, em 1962.

Poeta essencialmente lírico, o que lhe renderia o apelido "Poetinha", que lhe teria atribuído Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boémio inveterado, fumador e apreciador de uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador.

segunda-feira, outubro 18, 2021

Golfinhos & Outros

Se se quiser divertir um pouco e distrair-se durante uns breves minutos, não deixe de ver o vídeo abaixo.

As reações de elefantes marinhos, golfinhos, focas etc., fazem-nos sorrir e alegram-nos o dia.

Votos de uma excelente semana. 

Não perca.

domingo, outubro 17, 2021

Sonhos

Oiça o cantor brasileiro Caetano Veloso em Sonhos.

Tudo era apenas uma brincadeira
E foi crescendo, crescendo, me absorvendo
E de repente eu me vi assim
Completamente seu

Vi a minha força amarrada no seu passo
Vi que sem você não há caminho, eu não me acho
Vi um grande amor gritar dentro de mim
Como eu sonhei um dia

Quando o meu mundo era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho, mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar

Quando a canção se fez mais clara e mais sentida
Quando a poesia realmente fez folia em minha vida
Você veio me falar dessa paixão inesperada
Por outra pessoa

Mas não tem revolta, não
Eu só quero que você se encontre
Ter saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom
Que eu tenho em mim

Eu tenho sim
Não tem desespero não
Você me ensinou milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz

Quando o meu mundo era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, mais carinho, mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar

Quando a canção se fez mais clara e mais sentida
Quando a poesia realmente fez folia em minha vida
Você veio me falar dessa paixão inesperada
Por outra pessoa

Mas não tem revolta não
Só quero que você se encontre
Ter saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom
Que eu tenho em mim

Eu tenho sim
Não tem desespero não
Você me ensinou milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz
Compositores: Peninha

sábado, outubro 16, 2021

Pão de Ló de Porto Santo

Em Portugal, existem diversas maneiras de fazer o famoso Pão de Ló, conhecendo-se receitas desde finais do séc. XVII.

Hoje proponho-lhe uma receita diferente. Esta faz parte da doçaria madeirense e conta com um toque bem regional. 

O Pão de Ló à moda do Porto Santo leva um toque de aguardente de cana ou de Vinho da Madeira o que lhe dá um sabor único! Veja duas receitas com aguardente clicando aqui ou aqui.

Entretanto, fique com uma receita feita com Vinho da Madeira (da Agenda Grandes Armazéns do Chiado de 1945) republicada pelo blogue As Receitas da Avó Helena.

Ingredientes:

Ovos - 12
Açúcar - 250 g
Farinha - 250 g
Vinho da Madeira - 1/2 cálice
Limão - raspas de um

Preparação:

Batem-se as gemas com o açúcar, junta-se a farinha, o vinho e continua-se a bater. Por fim, misturam-se as claras batidas em castelo com as raspas de limão. Deita-se numa forma untada e forrada com papel vegetal também untado. Leva-se a cozer em forno de calor reduzido.

sexta-feira, outubro 15, 2021

O Piolho Viajante – Viagens em Mil e Uma Carapuças

O Piolho Viajante – Viagens em  Mil e Uma Carapuças é uma obra incomum  da literatura portuguesa, de António Manuel Policarpo da Silva. Própria da época, era dirigida a um público que tinha gosto por um tipo de literatura ligeira, sem grandes lirismos, que fizesse rir e entreter.

O humor ocupa, assim, um lugar central em O Piolho Viajante. Protagonista das viagens, o Piolho satiriza o Portugal do início de oitocentos através das carapuças enfiadas nas cabeças dos seus alvos – tipos sociais representativos da realidade da altura.

Lançado inicialmente em folhetos semanais, sob autor anónimo, que completam 72 "carapuças" – ou capítulos correspondentes à vida das pessoas cuja cabeça o piolho narrador visita e comenta – veio depois a ser publicado em 1821, com autoria atribuída a António Manuel Policarpo da Silva e tornou-se num verdadeiro "best-seller" na altura.

Esta obra humorística e satírica foi um dos livros mais lidos em Portugal no século XIX.



Sinopse:

A história, narrada por um piolho, que viaja por 72 cabeças, relatando a vida e os vícios dos mais diferentes tipos sociais da sociedade portuguesa do final do século XVIII. Este viaja por uma série de cabeças das mais variadas, entre elas as de um estudante, uma cigana, um filósofo, um poeta, um ladrão, um camponês, um vendedor, um juiz, uma lavadeira, um boticário, além de dezenas de outras, todos com as suas "carapuças" tecidas, por vezes de forma impiedosa, pelo peculiar narrador.

quinta-feira, outubro 14, 2021

Desgarrada Ao Peixe Congelado


Foi assim que há 50 anos foi lançado em Portugal o peixe congelado!
Para incentivar o seu consumo nada como uma Desgarrada Ao Peixe Congelado. Um anúncio que é uma verdadeira preciosidade que não posso deixar de divulgar.
Veja em baixo o anúncio passado há 50 anos na RTP . 
Quem é que ainda se lembra?

quarta-feira, outubro 13, 2021

Boom Boom

Oiça John Lee Hooker (o "bluesman") em Boom Boom ("The Blues Brothers").

John Lee Hooker (1917 - 2001) foi um influente cantor e guitarrista de blues norte-americano. Foi considerado o 35º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Boom boom boom boom
I'm gonna shoot you right down
Right off of your feet
Take you home with me
Put you in my house
Boom boom boom boom
Hmmm
Hmmm hmmm hmmm hmmm

I love to see you wall
Up and down the floor
When you talking to me
That baby talk
I like it like that
You talk like that?
You nothing me do
Right off of my feet
How how how how
Uoahhh!!


When she walk that walk
And talk that talk
And whisper in my ear
Tell me you love
I love that talk
That baby talk
You nothing me do
Right off of my feet
How how how how
Yeah!

terça-feira, outubro 12, 2021

Almece ou Atabefe

" (...) Almece e  atabefe: obrigados, senhores árabes, por estas duas palavras tão descritivas de mais esta delícia escondida do Alentejo! (...)"- Miguel Esteves Cardoso

Almece ou atabefe (do árabe al-meiç) é o soro que escorre do queijo de cabras (ou de ovelhas), e que é uma gostosa iguaria alentejana. No Alentejo tudo se aproveita: o almece é um subproduto que se obtém no fabrico do queijo de ovelha ou de cabra.

Este soro branco, que escorre do queijo de cabra ou de ovelha, e que, misturado com pedacinhos de coalhada e algum leite, é fervido num tacho para se comer. O soro coalhado do almece, presta-se a sopas de pão. Basta pôr sal e pimenta preta para ficar sensacional. 

Mas há quem o preferia de outras formas: sozinho, sem o pão, ou então com açúcar e canela.

O almece que, em termos de preparação difere do requeijão pelo tempo de ebulição a que se deixa o soro, é vendido comercialmente em recipientes fechados, sendo constituído por flocos sólidos em suspensão num líquido translúcido.

Outras formas de se aproveitar o Almece ou Atabefe é utilizá-lo na confeção de pão ou de um bolo. Deixo-lhe agora aqui uma receita (pescada na Net) de um bolo que parece ser uma delícia.


Bolo de Almece Alentejano

Ingredientes:

3 gemas
3 ovos
500g de açúcar amarelo
500g de almece
65g de manteiga
3 colheres de sopa de farinha
raspa de limão q.b.
canela q.b.
açúcar em pó q.b.

Preparação:
Começa-se por bater bem os ovos com açúcar e as gemas.
Depois, adiciona-se o almece quando este estiver bem incorporado aí junta-se a manteiga derretida, a farinha e a raspa de limão.
Unta-se muito bem uma forma redonda com manteiga e polvilha-se com farinha.


A seguir, deita-se o preparado na forma e leva-se ao forno pré- aquecido a cozer a 180º C + ou - 45 minutos.
Depois, retira-se do forno desenforma-se com muito cuidado, polvilha-se por cima com canela e açúcar em pó a gosto.
Bom apetite!

segunda-feira, outubro 11, 2021

Margens e Travessias

Margens e Travessias é um livro do escritor angolano Boaventura Cardoso.

"Boaventura Cardoso produziu um alto romance. Indelével o sentido poético difuso que o atravessa. Ouve-se a música do pensamento, a expressão de uma língua serena e vibrátil." Marco Lucchesi, escritor e Presidente da Academia Brasileira de Letras.

Sinopse:

"É um romance histórico em que a geografia também protagoniza a construção romanesca, cujas inúmeras travessias penetram margens submersas da história de Angola, ao mesmo tempo que, pela lingua­gem da poesia, tecem uma “terceira margem” da estória.Cármen Lúcia Tindó Secco, autora e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

sábado, outubro 09, 2021

Anita Malfatti

Anita Malfatti - Autorretrato
Anita Malfatti (1889 – 1964) foi uma pintora, desenhadora, gravadora, ilustradora e professora ítalo-brasileira. Anita Malfatti (portadora de deficiência motora) é considerada pioneira da Arte Moderna no Brasil.

A mostra expressionista da pintora, realizada em São Paulo na Exposição de Pintura Moderna (1922), foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil. 

A crítica do escritor Monteiro Lobato, sobre a arte expressionista, publicada no jornal O Estado de São Paulo, intitulada "Paranoia ou mistificação?" serviu de ponto de partida para o Movimento Modernista no Brasil.

sexta-feira, outubro 08, 2021

Abdulrazak Gurnah: Prémio Nobel da Literatura de 2021

Abdulrazak Gurnah, romancista tanzaniano (nascido em Zanzibar), ganhou o Prémio Nobel da Literatura de 2021. 

Segundo a Academia, o prémio foi concedido "pela sua penetração intransigente e compassiva dos efeitos do colonialismo e do destino do refugiado no abismo entre culturas e continentes."

"Os seus romances fogem de descrições estereotipadas e abrem os nossos olhares para uma África Oriental culturalmente diversificada, desconhecida para muitos em outras partes do mundo", afirmou ainda a Academia.

Este romancista é conhecido sobretudo pelo livro "Paradise", de 1984, ambientado no leste da África durante a Primeira Guerra Mundial. A obra foi finalista na época, do Booker Prize de ficção.

O seu livro de estreia, "Memory of Departure", foi lançado em 1987. Este conta a história de um jovem talentoso que tenta uma nova vida sob a proteção do tio em Nairobi, mas em vez disso, é humilhado e precisa retornar para a sua problemática família, incluindo um pai alcoólatra e uma irmã que é forçada a prostituir-se.

"Pilgrims Way" (1988) e "Dottie" (1990) foram os livros seguintes do romancista. 

A sua obra mais recente, "Afterlives", foi lançada em 2020, e conta a história de Hamza, um jovem que é forçado a ir para a guerra ao lado dos alemães e que se torna dependente de um oficial que o explora sexualmente.

Abdulrazak Gurnah não tem atualmente obra traduzida disponível em Portugal. O seu único título trazido para o mercado nacional é "Junto ao Mar", que foi editado pela Difel, em 2003.

quinta-feira, outubro 07, 2021

As Casas da Roda dos Expostos

Em épocas recuadas os amores sacrílegos dos conventos e os amores adúlteros tinham consequências dolorosas para as mulheres desonradas por estes amores proibidos.

Até ao final do século XV, as mulheres que passavam por este tipo de situações enfrentavam dois cenários: ficar com o recém-nascido e assumir o papel de mãe solteira – papel esse que era muito malvisto na altura – ou abandoná-lo no meio da rua, rezando para que uma boa alma o acolhesse. Havia ainda uma terceira hipótese, a mais extrema: matar o recém-nascido. Assim não teriam de lidar com o escárnio e maldizer dos vizinhos por a criança não ter progenitor e ser fruto de uma relação proibida, ou com a vida de miséria que iria enfrentar nas ruas.

A urgência em resolver o problema coincide com o aparecimento das irmandades da Misericórdia. 

No século XIX foram instituídas, então, as Casas da Roda dos Expostos ou Rodas dos Expostos., as quais desempenharam um papel social fundamental no acolhimento das crianças abandonadas. 

A Casa da Roda dos Expostos de Almeida (ao lado)  ficava situada estrategicamente na rua da Muralha, junto a uma poterna. Esta pequena casa quadrangular (originalmente de dois pisos) apresenta na fachada a data epigrafada de 1843.



No vídeo abaixo pode ver uma Visita Teatralizada Online à Casa da Roda de Caria (esta visita em formato de filme online tem a apresentação de Verónica González e apresenta-nos a vila de Caria como cenário), que é um conteúdo que procura celebrar os nossos espaços e a história que temos, bem como assinalar o Dia Internacional dos Museus, que se celebra a18 de maio.

Quem não tem ascendentes expostos ou deixados na casa da Roda

quarta-feira, outubro 06, 2021

Vamos até Veliko Tarnovo?

Veliko Tarnovo é uma bonita cidade da Bulgária, frequentemente referida como a "Cidade dos Czares"  e conhecida como a capital histórica do Segundo Império Búlgaro. 

Veliko Tarnovo tem mais de 6000 anos de história e, a primeira evidência sobre a mesma, remonta a 4000 aC e foi encontrada na área de Kacica.

A parte velha da cidade está situada em três colinas, Tsarevets , Trapezitsa e Sveta Gora, erguendo-se entre os meandros do Rio Yantra.

Em Tsarevets estão os palácios dos imperadores búlgaros e do Patriarcado, a Catedral Patriarcal e também vários edifícios administrativos e residenciais.

Trapezitsa é conhecida pelas suas muitas igrejas e como a antiga residência principal da nobreza. Durante a Idade Média , a cidade estava entre os principais centros europeus de cultura e deu o seu nome à arquitetura da Escola de Arte de Tarnovo , à pintura da Escola de Arte de Tarnovo e à literatura.

O Que Há Para Ver Em  Veliko Tarnovo?

O castelo é o cartão postal de Veliko Tarnovo (onde se realiza o light & show - show de luzes). Antiga casa dos czares medievais, o Fortress Tsarevets é a principal atração da cidade. Fica no topo de uma colina, numa localização estratégica que os trácios e romanos usavam como posição defensiva. Mas foram os bizantinos que aqui construíram a primeira fortaleza entre os séculos V e VII d.C.

Além disso pode ver a Catedral Rozhdestvo Bogorodichno que é provavelmente a segunda construção que verá logo à chegada a Veliko Tarnovo.

No centro da cidade de Veliko Tarnovo pode ver ainda o Monumento Asenevtsi, que foi construído em 1985 para homenagear três reis e também para celebrar o poder búlgaro medieval.

Os cavaleiros no centro do monumento são os Asenevtsi (Asen): Petar, Kaloyan e Ivan Asen II, os três irmãos que governaram a Bulgária após a libertação do domínio bizantino. Eles governaram o estado medieval búlgaro, também chamado de Segundo Reino Búlgaro, entre 1187 e 1280.

A Gurko Street e a Stefan Stambolov, entre outras, são ruas que não deve deixar de visitar também, ou pelos seus murais coloridos ou pelas lojas de lembranças, os cafés e os restaurantes. 

O monumento à Mãe Bulgária é dedicado aos búlgaros mortos nas guerras russo-turca, sérvia-búlgara, balcânica e na primeira guerra mundial.

Atualmente Veliko Tarnovo é um importante centro administrativo, económico, educacional e cultural do norte da Bulgária.

terça-feira, outubro 05, 2021

Uma Data: Dois Significados!

 Hoje dia da Implantação da República em Portugal é também o Dia Mundial do Professor.

Aqui lhe deixo imagens e frases que celebram esta data.



"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina". 

Cora Coralina

"Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante".

Paulo Freire

segunda-feira, outubro 04, 2021

O Pudim Molotof ou Molotov

O Pudim Molotof ou Molotov é uma sobremesa feita em praticamente todo o país. 

Ao contrário da grande maioria dos bolos, sobremesas, doces, e pastéis de Portugal a versão original não leva doce de ovos, pelo contrário, leva as claras e não as gemas. Normalmente faz-se o Pudim Molotof para se gastar as claras, das gemas usadas noutras sobremesas, como o pudim de ovos, ou qualquer outro doce conventual.

A origem do nome e da receita é um pouco confusa e incerta. O nome original supostamente seria Malakoff e não Molotov. Malakoff é uma fortaleza localizada em Sebastopol na Crimeia. O nome "Malakoff" estaria então relacionado com a guerra da Crimeia, entre 1854 e 1855. Com o tempo, e devido à parecença do nome com o famoso cocktail molotov (arma química incendiária – utilizada em manifestações urbanas e guerrilhas – recebeu o nome de cocktail molotov, devido a um político russo Viatcheslav Mikhailovitch Molotov), o nome mudou para Molotof/Molotov

O Pudim Molotov é uma sobremesa muito suave e fofa, que se desfaz completamente na boca ao comer. Tem um sabor doce de caramelo.  

Existe igualmente uma variação do Pudim Molotov com doce de ovos por cima, o que estraga um pouco a ideia de o fazer para gastar as sobras de claras.

Ingredientes:

10 claras de ovo
10 colheres de sopa de açúcar
caramelo q. b.
1 pacote de amêndoas laminadas (opcional)
canela q. b.

Confeção:

Pré-aqueça o forno a 180º. Bata as claras em castelo e vá colocando o açúcar, aos poucos, enquanto for mexendo.

Acrescente o caramelo até o preparado anterior ficar com a tonalidade  "café com leite".

Coloque na forma e coza o Molotof durante 10 minutos, Deixe-o repousar dentro do forno  durante 20 minutos apenas com a porta do forno um pouco aberta.

Depois de retirar o Molotof do forno, desenforme-o de imediato para ser decorado com um pouco de caramelo, amêndoas laminadas (opcional) e canela ao seu gosto.

domingo, outubro 03, 2021

Mannish Boy

Se aprecia Blues não deixe de ouvir Muddy Waters em Mannish Boy (áudio).

Muddy Waters (1913 -1983) Cantor e guitarrista norte-americano, foi um músico de blues norte-americano, considerado o pai do Chicago blues. Foi considerado o 49.º melhor guitarrista da história, pela revista norte-americana Rolling Stone.

Muddy Waters serviu de referência e inspiração para inúmeros agrupamentos de blues dos anos 60. A sua influência estendeu-se ainda aos domínios do rock e a artistas como Chuck Berry, Bob Dylan, Eric Clapton, Jimi Hendrix, Jeff Beck ou os Rolling Stones.

Oh, yeah
Oh, yeah
Everything gonna be alright this mornin'
Now, when I was a young boy
At the age of five
My mother said I was gonna be
The greatest man alive
But now I'm a man
I'm age twenty-one
I want you to believe me, honey
We having lots of fun
I'm a man (yeah)
I spell M
A, child
N
That represent man
No B
O, child
Y
That spell mannish boy
I'm a man
I'm a full-grown man
I'm a man
I'm a rollin' stone
I'm a man
I'm a hoochie-coochie man
Sittin' on the outside
Just me and my mate
I'm made to move
Come up two hours late
Wasn't that a man?

I spell M
A, child
N
That represesnt man
No B
O, child
Y
That spell mannish boy
I'm a man
I'm a full-grown man
I'm a man
I'm a rolllin' stone
I'm a man
Full-grown man
Oh, well
Oh, well