Apanhar um lugar a esta hora é uma sorte, poder olhar pela janela e fingir que tenho imunidade diplomática, que estou de lá do vidro com o hálito das folhas, o sabor a hortelã e um ar fresco interrompido pela velha senhora a quem cedo o assento e um sorriso enquanto me agradece de nada, de ir agora em pé empurrada, de cá do vidro a apanhar uma overdose de realidade com o bafo quente do homem gordo na minha orelha, com a mão livre apertada contra o peito contra o visco da hora apinhada na minha pele pública, na minha pele de todos. No banco em frente uma mulher afaga a neta com o sorriso doce e cansado, os olhos brilhantes; a candura intacta toma-me toda como se eu fosse um anjo descendo à terra com um corpo real para que a minha pele receba a dádiva da tua, aceite os cheiros de um dia de trabalho, o calor excessivo, a proximidade insustentável e leia no teu rosto cada mandamento nos solavancos que nos atiram uns para os outros. No teu rosto à hora de ponta aprendo a compaixão até sair na próxima paragem com um suspiro de alívio.
Apaixonada que sou pela arquitetura regional do nosso país, proponho-lhe o livro: Platibandas do Algarve. Esta é uma obra de Miguel Reimão Costa, José Eduardo Horta Correia, Alexandre Tojal e Pedro Prista. A fotografia é deFilipe da Palma.
Sinopse:
As platibandas são uma referência marcante dos edifícios do Algarve e são um elemento de grande valor patrimonial, com uma importância notável na imagem dos aglomerados urbanos e dos núcleos rurais. Embora mais evidentes na região do Sotavento a sua presença é uma constante em todo o território do Algarve e sobressai de uma forma graciosa e colorida na valorização da paisagem de toda a região. As platibandas constituem uma expressão muito especial da afirmação da cultura construtiva regional, tanto na arquitetura popular, como na erudita. São também um testemunho do gosto de criar formas e da perícia de construir do povo algarvio.
Foto de Filipe da Palma
Esta edição, ilustrada com mais de 160 imagens, é o resultado de um significativo e original levantamento fotográfico, que se tornou a base de um estudo importante para a identidade da região e para os apreciadores do património do Algarve. Um livro que nos deixa surpreendidos, curiosos e interessados por uma realidade muito viva que apetece admirar e compreender.
Em Helsínquia, a capital finlandesa, há imensos abrigos (ou bunkers) subterrâneos. Enquanto ninguém precisa de ali se abrigar, estes locais são usados para os mais diferentes propósitos. Somente 30% destes subterrâneos, da capital da Finlândia, é aberta ao público. O resto é secreto.
Este sistema de bunkers tem capacidade para proteger quase toda a população quer de catástrofes, quer de bombardeamentos, quer de ataques químicos e mesmo de ataques nucleares. Um dos abrigos mais modernos, uma verdadeira cidade, está a 25 metros de profundidade, no centro da capital finlandesa.
"Só em Helsínquia temos cerca de 5,5 mil abrigos subterrâneos. Eles podem acomodar quase um milhão de pessoas e resistem a todos os tipos de ataques das armas mais modernas, inclusive nucleares", disse Rask à BBC News Mundo(serviço em espanhol da BBC).
Não é fácil reconhecer as entradas para este submundo. Muitos dos aproximadamente 400 túneis que percorrem as ruas a uma profundidade de 20 a 80 metros abaixo do nível do mar - e cujo diâmetro é um pouco maior do que a largura de um carro - confundem-se com os corredores e as escadas do metro, com os acessos a um simples estacionamento público ou com uma passagem de pedestres.
Este nível de preparação baseia-se, entre outros fatores, na desconfiança em relação ao seu vizinho a leste, a Rússia, com a qual a Finlândia compartilha 1,3 mil km de fronteira, e que no passado invadiu e anexou territórios finlandeses.
Helsínquia construiu verdadeiras cidades subterrâneas para se proteger da Rússia. A construção desta Helsínquia subterrânea começou nos anos 60, em plena Guerra Fria entre os blocos soviético e ocidental.
Perceba como é que se vive numa região habitada predominantemente por imigrantes, na Área Metropolitana de Lisboa (Queluz, Amadora), de acordo com o ponto de vista de umcanal de viagens do Youtube, dinamizado por um jovem casal de brasileiros.
Naquela mesa ele sentava sempre E me dizia sempre o que é viver melhor Naquela mesa ele contava histórias Que hoje na memória eu guardo e sei de cor Naquela mesa ele juntava gente E contava contente o que fez de manhã E nos seus olhos era tanto brilho Que mais que seu filho Eu fiquei seu fã
Eu não sabia que doía tanto Uma mesa num canto, uma casa e um jardim Se eu soubesse o quanto dói a vida Essa dor tão doída não doía assim Agora resta uma mesa na sala E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa 'tá faltando ele E a saudade dele 'tá doendo em mim Naquela mesa 'tá faltando ele E a saudade dele tá doendo em mim
Agora resta uma mesa na sala E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa 'tá faltando ele E a saudade dele 'tá doendo em mim Naquela mesa 'tá faltando ele E a saudade dele 'tá doendo em mim
Eu não sabia que doía tanto Uma mesa num canto, uma casa e um jardim Se eu soubesse o quanto dói a vida Essa dor tão doída não doía assim Agora resta uma mesa na sala E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa 'tá faltando ele E a saudade dele 'tá doendo em mim Naquela mesa 'tá faltando ele E a saudade dele 'tá doendo em mim
Este foi o primeiro livro de cozinha impresso em Portugal. A "Arte de Cozinha", foi publicado por Domingos Rodrigues em 1680. Aqui Domingos Rodrigues compila cerca de 300 receitas de época, que, sem surpresas, se veriam quase exclusivamente nas mesas mais abastadas da nação.
Este livro é obrigatório para qualquer amante de gastronomia ou profissional de cozinha. Com ele pode perceber como era a gastronomia portuguesa, as suas influências e os seus métodos de confecção.
O Gakugyou-Jojo ou Gakugyou-Joujo é um talismã japonês, específico para trazer boa sorte.
Agora que recomeçaram as aulas e se é o tipo de pessoa com dificuldades para aprender ou conseguir o foco fundamental para estudar, o gakugyou-joujo é o talismã ideal. Por lá, este é um talismã específico para trazer boa sorte na altura de passar nas provas da escola ou da faculdade.
Embora seja muito popular entre os estudantes japoneses, o talismã dá ao portador a energia de querer receber conhecimento. Por isso, a energia do gakugyou-joujo pode ser aplicada a qualquer forma de disciplina do conhecimento humano. Não se aplica só no modelo escolar tradicional.
Portugal tem uma doçaria rica e variada. Muito deste receituário provém dos conventos femininos que se espalharam por todo o país e que se celebrizaram pelos seus doces.
Reza a história que, depois de extintas as ordens religiosas em Portugal, foi no Convento de Odivelas que permaneceu a última freira. Esta freira, D. Carolina Augusta de Castro e Silva, deixou de herança à sua afilhada um caderno que continha as receitas daquele Convento. Esta, por sua vez, deixou o caderno à filha e, desta forma, foram salvaguardadas receitas da doçaria conventual que, desta forma, chegaram aos nossos dias.
Por ocasião do centenário da Fundação do Instituto de Odivelas foi publicado O Livro de Receitas da Última Freira de Odivelas, de Maria Isabel Cabral, dando a conhecer estas deliciosas receitas.
Levam-se 500 gr. de açúcar a ponto de espadana e junta-se 125 gr. de amêndoas peladas e moídas, 125 de cidra ralada, 20 gemas de ovos bem batidas e 1 colher (de café) de canela.
Unta-se bem uma forma lisa, polvilha-se com bastante açúcar, e deita-se dentro a massa e leva-se a forno brando.
Ouça o cantor angolano Ruy Mingas em Minha Terra (Vídeo Oficial).
Ruy Mingas (1939 - Portugal, 4 de janeiro de 2024) Foi um cantor, compositor, diplomata, empresário e político angolano. Foi deputado no parlamento angolano, secretário com status de Ministro dos Desportos e embaixador de Angola em Portugal. Compôs a música do Hino Nacional de Angola.
Ruy Mingas pertencia a uma família de influentes músicos angolanos. De seu tio Liceu Vieira Dias recebeu o ritmo e uma nova maneira de interpretar a música angolana. Ruy Mingas desenvolveu a sua sonoridade própria e influenciou outro músico angolano, por sinal, seu irmão André Rodrigues Mingas Júnior.
Da sua obra discográfica destacam-se "Cantiga por Luciana”, "Poema da farra", "Makezu", "Muadiakimi", "Birin birin", "Monagambé", "Adeus à hora da partida" e "Meninos do Huambo".
Ruy Mingas foi praticante de atletismo nas décadas de 1950 e 1960, tendo competido no salto em altura e 110 m barreiras, no Sport Lisboa e Benfica, sendo recordista no salto em altura em julho de 1960.
Participou no programa Zip-Zip. Aparece no primeiro disco do programa com a canção "Ixi Ami (Minha Terra)". Gravou vários discos para a editora Zip-Zip.
Com base na opereta homónima de Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos, o filme narra a história amorosa dum soldado português, João Ratão, que regressa da frente de batalha na Flandres, sendo envolvido em intrigas motivadas pela inveja, quanto a Vitória, uma rapariga do povo que namorara através de cartas escritas por outros... Evocação do patético cenário da guerra (1914-18), e a faina dos madeireiros, no deslumbrante Vale do Vouga.
Try, try, try just a little bit harder So I can love, love, love him, I tell myself 'Cause I'm gonna try, oh yeah, just a little bit harder So I won't lose, lose, lose him to nobody else, yeah Hey, I don't care how long it's gonna take ya But if it's a dream I don't want No I don't really want it Yeah if it's a dream I don't want nobody to wake me
Yeah I'm gonna try, oh yeah, just a little bit harder So I can give, give, give, give him every bit of my soul I'm gonna try, oh yeah, just a little bit harder So I can show, show, show him love with no control, yeah Hey! I don't care how long it's gonna take ya But if it's a dream I don't want No I don't really want it Yeah if it's a dream I don't want nobody to wake me Hey, dig it! Yeah! Yeah yeah yeah! Yeah, yeah, yeah, all right
Try oh yeah, hey, try oh yeah, Lord, Lord, Lord Try oh yeah, try oh yeah, Lord, Lord, Lord Try oh yeah yeah, try, whoa, try oh yeah, Lord, Lord, Lord, Push, work, push, work, oh yeah, try, oh yeah hey! Try oh yeah, hey try oh yeah Try Lord, try, try, you ain't trying man You're not trying out man, come up with it Come on, that's a wanker that listens to words, man Hey you gotta work all night Hey little girl, gotta push on You gotta need Work a little more, hey, try a little more Need a little more Yeah, work on, push on, move on, move on You gotta work for it, you gotta work on it Push on, need on, move on Move on, hey hey hey
Work it daddy Work it daddy Come on, work it daddy, oh Yeah, yeah, you better try, try, try, try a little more You ain't never gonna get any man if that's the sort of thing you can do Shit, there's lot more talent around than that man Try, try, try, try try try You've gotta try, try, try, try Try, try, try, try, try, try... You gotta try, try, try, try... Lord, try, try, try, try Lord, try, try, try, try Hey, try, try, try, try
Irmãos humanos tão desamparados a luz que nos guiava já não guia somos pessoas - dizeis - e não mercados este por certo não é tempo de poesia gostaria de vos dar outros recados com pão e vinho e menos mais valia.
Irmãos meus que passais um mau bocado e não tendes sequer a fantasia de sonhar outro tempo e outro lado como António digo adeus a Alexandria desconcerto do mundo tão mudado tão diferente daquilo que se queria.
Talvez Deus esteja a ser crucificado neste reino onde tudo se avalia irmãos meus sem valor acrescentado rogai por nós Senhora da Agonia irmãos meus a quem tudo é recusado talvez o poema traga um novo dia.
Rogai por nós Senhora dos Aflitos em cada dia em terra naufragados mão invisível nos tem aqui proscritos em nós mesmos perdidos e cercados venham por nós os versos nunca escritos irmãos humanos que não sois mercados.
Esta canção está incluída no sexto álbum de estúdio de Taylor Swift , Reputation, de 2017. É feita de piano, voz, texto e pouco mais. E é quanto basta.
There's glitter on the floor after the party Girls carrying their shoes down in the lobby Candle wax and Polaroids on the hardwood floor You and me from the night before, but
Don't read the last page But I stay when you're lost, and I'm scared, and you're turning away I want your midnights But I'll be cleaning up bottles with you on New Year's Day
You squeeze my hand three times in the back of the taxi I can tell that it's gonna be a long road I'll be there if you're the toast of the town, babe Or if you strike out and you're crawling home
Don't read the last page But I stay when it's hard, or it's wrong, or we're making mistakes I want your midnights But I'll be cleaning up bottles with you on New Year's Day
Hold on to the memories They will hold on to you Hold on to the memories They will hold on to you Hold on to the memories They will hold on to you And I will hold on to you
Please don't ever become a stranger Whose laugh I could recognize anywhere Please don't ever become a stranger Whose laugh I could recognize anywhere
There's glitter on the floor after the party Girls carrying their shoes down in the lobby Candle wax and Polaroids on the hardwood floor You and me, forevermore
Don't read the last page But I stay when it's hard, or it's wrong, or we're making mistakes I want your midnights But I'll be cleaning up bottles with you on New Year's Day
Hold on to the memories They will hold on to you Hold on to the memories They will hold on to you Hold on to the memories They will hold on to you And I will hold on to you
Please don't ever become a stranger (hold on to the memories, they will hold on to you) Whose laugh I could recognize anywhere (hold on to the memories, they will hold on to you) Please don't ever become a stranger (hold on to the memories, they will hold on to you) Whose laugh I could recognize anywhere (I will hold on to you)
de um ano, início de outro. Olho o céu: nenhum indício. Olho o céu: o abismo vence o olhar. O mesmo espantoso silêncio da Via-Láctea feito um ectoplasma sobre a minha cabeça nada ali indica que um ano novo começa. E não começa nem no céu nem no chão do planeta: começa no coração. Começa como a esperança de vida melhor que entre os astros não se escuta nem se vê nem pode haver: que isso é coisa de homem esse bicho estelar que sonha (e luta).
Ouça o Choral Scholars of University College de Dublin em "Auld Lang Syne" (canção tradicional escocesa).
Pode ouvir esta canção em várias versões: de Nathan Evans, em 2021; na versão de Frank Sinatra e Dean Martin; na versão mais pop de Lea Michele; na versão de Mariah Carey. Pode ainda escolher: James Taylor, Rod Stewart, Mairi Campbell, Sufjan Stevens, B.B. King, Colbie Caillat, Andrew Bird ou Pink Martini.
Should auld acquaintance be forgot, And never brought to mind? Should auld acquaintance be forgot, And days o’ lang syne!
For auld lang syne, my Dear, For auld lang syne, We’ll tak a cup o’ kindness yet, For auld lang syne.
We twa hae run about the braes, And pu’t the gowans fine; But we’ve wander’d mony a weary foot, Sin auld lang syne.
We twa hae paidlet i’ the burn, Frae mornin’ sun till dine: But seas between us braid hae roar’d, Sin auld lang syne.
And there’s a hand, my trusty feire, And gie’s a hand o’ thine; And we’ll tak a right gude‐willie waught, For auld lang syne.
And surely ye’ll be your pint‐stowp, And surely I’ll be mine; And we’ll tak a cup o’ kindness yet, For auld lang syne.
Para a noite de passagem de ano, aqui lhe deixo mais uma receita: Peras Com Mel.
Ingredientes: 4 peras 2 colheres (sopa) de mel Sumo de 1 laranja 2 cálices de vinho do Porto 1 colher (sopa) de manteiga 4 retângulos de papel de alumínio.
Preparação: Lave muito bem as peras e, descascadas ou não, conserve-lhes o pé. Pique-lhes a polpa com um garfo, mas sem exagerar. Num copo, misture o mel com o sumo de laranja e o vinho do Porto. Coloque uma pera no centro de cada retângulo de papel de alumínio e vire as pontas do papel de modo a ficar levantado dos lados para aguentar o molho. Divida o molho pelas 4 peras e também a manteiga. Feche o papel, apertando-o em volta do pé das mesmas. Coloque-as com cuidado num tabuleiro e leve 20 m a forno bastante quente se forem descascadas, ou 30 m se forem com a pele. Chefe António Silva - Teleculinária
A Capadócia é uma região com belezas naturais e históricas. A área é composta por diferentes cidades e vilas, entre elas Göreme, Ürgüp, Uçhisar e Avanos.
A Capadócia é uma região semiárida, situada na área central da Turquia e conhecida pelas inconfundíveis "chaminés de fada".
As "chaminés de fada" são formações rochosas altas com a forma de cone e que se encontram agrupadas no Vale dos Monges, em Göreme e noutros lugares. Emolduradas há milhões de anos por cinzas vulcânicas, as torres rochosas da Capadócia, as famosas chaminés de fada, dão um ar místico e medieval a toda esta região da Turquia.
Outros locais importantes da Capadócia são as casas da Idade do Bronze esculpidas nas paredes do vale por trogloditas (habitantes das cavernas) e usadas posteriormente como refúgio pelos primeiros cristãos.
Os seus primeiros habitantes fizeram uso da topografia incomum para esculpir uma rede subterrânea de casas em forma de colmeia e refúgios religiosos.
O Vale de Ihlara, com 100 metros de profundidade, abriga também várias igrejas esculpidas nas rochas. Passeando pela região, é de impressionar a quantidade de cavernas que existem, a quantidade de igrejas com pinturas sagradas seculares, muitas delas no Göreme Open Air Museum ecastelos, como o Castelo de Uçhisar, Hoje é possível visitar estas "vilas subterrâneas" ou até hospedarmo-nos em hotéis caverna. Derinkuyu é uma cidade subterrânea situada embaixo da terra, a 85 m de profundidade, e uma de suas finalidades foi oferecer proteção aos cristãos que sofriam perseguições religiosas. Uma visita a este Património Mundial da Unesco só fica completa com um voo de balão sobre a Capadócia.
Mais do que uma viagem para admirar estas paisagens estonteantes e voar pelo céu num balão colorido, o que já seria um motivo suficiente para justificar o sucesso do turismo local, a região reserva aos seus visitantes, uma imersão na cultura turca moderna e antiga!
A Rosa de Porcelana é uma flor que se crê de Angola Ou, pelo menos, que é por lá que se rebola de cor Mesmo quando está com dor Cresce do Kwanza Norte a Benguela Sendo símbolo do País Fina, singela Rara de bela Bonita donzela Em tempos que já lá vão Foi a pé numa casca de noz E chegou a São Tomé onde não ergueu a voz Mas encantou Eram tempos de escravatura Sem respeito pelas criaturas Quanto mais por essas rosas doçura Conheci-a em São João dos Angolares, numa Roça Vermelha, Cor de Rosa e Branca Recebê-la foi uma honra Dá-la é um sinal de respeito e de bem querer É uma flor muito resistente Tem pétalas carnudas e duras !… e leva muito tempo a murchar…!Politicamente é persistente E hoje está mais viva do que nunca Porque na sua terra há Eleições Num clima de mais ou menos adaptações A Rosa de Porcelana beldade é pela liberdade Dá-se a todos, sem condições O que parece também agitar a mocidade E é pela Democracia Que começa a sentir-se a correr na Baía Se vai ficar contente e sorridente Só o fim do processo eleitoral o dirá Mas o certo É que ela, flor em tempo sinal Irreverente Como a vontade/força da Juventude … Resistirá!
Saiba quelooksdeve usar com leggings, neste inverno, através das sugestões de mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo abaixo, Luciane explica como deve usar leggings no inverno. Vai perceber que a partir do momento em que se juntam ao look as terceiras peças, tudo se vai encaixando, o que deixa o resultado do look maravilhoso.
Ouça Dean Martin em Silver Bells (vídeo oficial animado). Dean Martin foi um ator, cantor e comediante norte-americano. Com a alcunha de "The King of Cool", ficou conhecido como um mestre do Jazz, fazendo uma transição perfeita entre o country e a pop tradicional.
A sua voz suave e sensual fez dele uma estrela instantânea, com vários sucessos como "Memories Are Made of This", "Everybody Loves Somebody" e "You’re Nobody Til Somebody Loves You". A lista de colaborações de Dean Martin inclui artistas como Frank Sinatra, Sammy Davis Jr., entre outros, tendo sido homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em fevereiro de 2009.