Sobre esta página escrevo teu nome que no peito trago escrito laranja verde limão amargo e doce o teu nome.
Sobre esta página escrevo o teu nome de muitos nomes feito água e fogo lenha vento primavera pátria exílio.
Teu nome onde exilado habito e canto mais do que nome: navio onde já fui marinheiro naufragado no teu nome.
Sobre esta página escrevo o teu nome: tempestade. E mais do que nome: sangue. Amor e morte. Navio.
Esta chama ateada no meu peito por quem morro por quem vivo este nome rosa e cardo por quem livre sou cativo.
Sobre esta página escrevo o teu nome: liberdade. Manuel Alegre- A Praça da Canção.
Poesia De Cor é a maior plataforma de Vídeo Poemas narrados em português por uma criança. É um Canal de Poesia inédito e único no mundo criado por uma criança para crianças e adultos. Todas as semanas um novo poema.
Nestes 50 anos do 25 de Abril ficam aqui alguns poemas ditos por crianças:
E agora mais alguns poemas na voz dos elementos da Comunidade Educativa do Agrupamento de Escolas de Monserrate, resultantes do projeto: 25 dias de abril, 25 poemas.
O 1º é: ABRIL, um poema de José Fanha na voz da professora Primavera Alves.
O 2º é: Abril de sim, Abril de não, um poema de Manuel Alegre, na voz de Júlia Afonso do 11.º I.
O 3º é: Um poema de 1963 (parte da Trova do Vento Que Passa), que continua a fazer sentido. Porque não temos de calar a desgraça, porque é tempo de resistir e de saber dizer «Não!» por Leonor Rodrigues e Tomás Marques do 12 E.
"Os 50 anos do 25 de Abril devem ser um momento de passagem de testemunho, dos que lutaram contra a ditadura e construíram a Democracia aos que nasceram em Liberdade".
Em baixo pode ver o Filme Institucional das Comemorações em 2024.
A RTP também se junta "à festa dos 50 Anos do 25 de Abril com a sua homenagem e o seu contributo para estas comemorações de 50 anos de Democracia em Portugal. Pode clicar aqui num site especial, agregador dos muitos conteúdos de televisão, rádio e digital, que o Serviço Público de Media produziu e vai continuar a produzir durante este ano sobre os 50 Anos do 25 de Abril. Desde um vasto acervo do Arquivo RTP, a programas, podcast e espetáculos novos, com o mote da revolução dos Cravos".
"A Cor da Liberdade" (2024) é um filme realizado por Júlio Pereira com o argumento e produção de Filipa Patrício, que estreou em março no Museu do Neo Realismo, em Vila Franca de Xira.
Sinopse:
"A Cor da Liberdade" é um documentário que parte da história de José Pedro Soares, ex-preso político que foi detido e torturado pela PIDE entre 1971 e 1974, e contextualiza Portugal e a sua realidade social à época, através das memórias de ex-presos políticos, historiadores, jornalistas e artistas. Transmite uma mensagem de luta e diferentes formas de resistência que é urgente conhecer e preservar.
Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade.
Eu não posso senão ser desta terra em que nasci. Embora ao mundo pertença e sempre a verdade vença, qual será ser livre aqui, não hei-de morrer sem saber.
Trocaram tudo em maldade, é quase um crime viver. Mas, embora escondam tudo e me queiram cego e mudo, não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade.
Com a chegada dos muçulmanos à Península Ibérica no início do século VIII, terá chegado também a açorda. Nos dois tratados conhecidos de culinária hispano-árabe da época, encontram-se várias receitas de pratos classificados como thurûd, açordas. Em algumas dessas receitas, o pão é tratado de forma a produzir um género de migas, ou seja, o pão é cozinhado de forma a produzir uma pasta.
As Migas Gatas são um prato característico do Alentejo e património cultural no domínio da nossa gastronomia. Também chamadas de Migas de Azeite, já que esta gordura vegetal substitui a banha de porco, são elaboradas com fatias de pão duro amolecido em água quente e cozinhado em azeite, até se obter uma bola enxuta e consistente, com uma crosta exterior levemente dourada.
Fazem-se geralmente para aproveitar pão duro. Existem variantes desta receita: pode juntar-se bacalhau cozido e desfiado e um pouco de vinagre, ou ovos migados.
Ingredientes: Pão, alho, azeite, sal.
Preparação: Corta-se o pão em fatias finas que se acamam num tacho de barro. Introduzem-se os dentes de alho pisados, tempera-se com sal grosso e regam-se com água a ferver. Abafam-se para que o pão amoleça. Passados uns minutos escorre-se a água e com uma colher de pau esmaga-se o pão. Faz-se então uma cova ao centro e deita-se aí o azeite. Leva-se o tacho ao lume e, sempre com a colher de pau, vão-se ajeitando as migas em forma de bola. Quando se conseguir obter esta bola, as migas estão prontas.
Numa tigela com o pão cortado às fatias muito finas, verta a água de cozer o dito, a ferver, e tape até que o pão a absorva bem. Com uma colher de pau esmigalhe o pão e junte-lhe alho cru muito bem esmagado, uma boa golada de azeite e um cheiro, a gosto, de vinagre. Mexa bem, controlando a consistência das migas. No final, junte-lhes o bacalhau desfiado. Pode enriquecer com ovo cozido às rodelas.
Acompanha, e bem, com azeitonas e, claro, um bom vinho, ao gosto de quem as come.
Meu amor – assim começavam quase sempre os poemas de que menos conseguia gostar. Mas é verdade (a verdade e a retórica nunca se entenderam) que um bando de gaivotas atravessa o pouco céu que vai da Sé aos Clérigos.
Tu dormes; nunca estivemos aqui. A cortina por levantar, de uma amarelo duvidoso, a varanda sobre ruínas, casas onde morou gente, telhados abatidos que me servem de cinzeiro. Tu dormes, rosto abertamente escondido sob lençóis brancos, almofadas com brasão, espelhos dos anos vinte.
Não sabes, não sabemos, de melhor castelo. Ignoras devagar os motivos que em breve nos farão descer do quarto 209, Grande Hotel de Paris, atentos aos primeiros sinais do nada.
E assim, meu amor, acaba este poema.
Manuel de Freitas,Qui passe, for my Ladye, edição do Autor, Lisboa, 2005.
Amor de Perdição(Memórias duma família) é um livro do escritor português Camilo Castelo Branco(se quiser conhecer a resenha do livro basta clicar aqui), recomendado para os alunos do 11º ano.
Fruto do romantismo exacerbado da própria vida do autor, Amor de Perdição, uma das suas mais importantes obras e que celebrizou a sua escrita, permanece uma das mais eternas histórias de amor da literatura portuguesa. O romance trágico de Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, com Mariana da Cruz a formar o triângulo amoroso, tem sido e é ainda hoje, alvo de várias adaptações ao cinema e ao teatro.
Da filmografia do Amor de Perdição deixo-lhe aqui um excerto do filme realizado (1921) por Georges Pallu.
Outra adaptação cinematográfica do romance homónimo de Camilo Castelo Branco foi realizada por António Lopes Ribeiro em 1943. Conta com António Vilar no papel de Simão Botelho, uma jovem Carmen Dolores como Teresa de Albuquerque e António Silva como João da Cruz. É considerada uma das mais fidedignas adaptações da famosa obra camiliana, tendo o diálogo sido respeitado quase na íntegra. É o filme de estreia de Carmen Dolores, que contava apenas com 19 anos na altura das rodagens.
Agora proponho-lhe que veja um depoimento de Pedro Bandeira Freire e de Manoel de Oliveira, bem como um excerto do filme Amor de Perdição, realizado pelo reconhecido cineasta português Manoel de Oliveira, em1978. Este é um excerto do documentário Novo Cinema Cinema Novo, da série História do Cinema Português, 1998, prod. Acetato Filmes.
Há telhados e telhados... Há até quem diga que determinada pessoa tem telhados de vidro...
Mas, o que nos trás hoje aqui, são os Telhados de Lisboa. Telhados que até foram pintados (por Maluda) e cantados em fado, por Hermínia Silva e Tristão da Silva, como pode ver nos vídeos abaixo.
Lisboa é uma cidade colorida. As cores vão do branco, ao laranja, ao ocre, ao pêssego, ao amarelo, ao verde, ao azul e ao vermelho. Lisboa é a cidade do Tejo, das colinas, das calçadas, mas também dos telhados. Dos telhados da cor do tijolo.
Lisboa - Maluda
Os Telhados de Lisboa são parte integrante da identidade da cidade que deve ser preservada e promovida.
Este bolo é um doce típico da doçaria tradicional portuguesa. É originário de Alcáçovas, uma encantadora vila alentejana do concelho de Viana do Alentejo.
São vários os doces conventuais que marcam a identidade do concelho de Viana do Alentejo. Segundo alguns registos, já no século XV doces como a Enxovalhada, o Bolo Real e o Bolo Conde de Alcáçovas eram conhecidos e apreciados e ainda hoje são confeccionados de forma tradicional.
Hoje deixo-lhe a receita do Bolo do Conde de Alcáçovas de Joana Barrios, divulgada no 24 Kitchen.
Ingredientes: 6 ovos 250g de açúcar Manteiga q.b. 250g de amêndoa triturada 250g de doce de gila Doce de Ovos: 12 gemas 200g de açúcar 100ml de água Fios de ovos: 500g de açúcar 500ml de água 6 gemas Merengue francês: 12 claras 12 colheres de sopa de açúcar
Preparação: 1. Para o bolo, pré-aqueça o forno a 150ºC e prepare uma forma de aro amovível com manteiga e papel vegetal. 2. Comece por separar as gemas das claras; bata as claras em castelo bem firme e reserve. 3. Coe as gemas e bata-as; junte o açúcar e bata até obter um creme bem fofo; acrescente a manteiga cortada em cubos, novamente, enquanto bate e junte a amêndoa triturada e o doce de gila; misture tudo muito bem e comece a envolver as claras em castelo, lentamente, sem bater. 4. Leve ao forno durante cerca de 40 minutos; retire, desenforme e deixe arrefecer enquanto prepara os próximos elementos. 5. Para o doce de ovos, funda o açúcar na água até atingir o ponto espadana; acrescente as gemas coadas e mexa até engrossar; retire e reserve até usar. 6. Para os fios de ovos, comece por fundir a água e o açúcar até que esta comece a ficar espumosa. 7. Separe as gemas das claras e coe-as; transfira para um coador chinês ou para um saco de pasteleiro e coza os fios na calda de açúcar; retire e reserve. 8. Para o merengue francês, comece por bater as claras em castelo; assim que começarem a ficar espumosas, comece a introduzir o açúcar; o merengue está pronto quando as claras estiverem a fazer picos. 9. Para montar este bolo é só cobrir, primeiramente, com o doce de ovos, depois com o merengue e, por fim, com os fios de ovos.
Proponho-lhe que ouça, mais uma vez, a belíssima voz da cantora (sul africana) Kimmy Skota em Casta Diva (Vincenzo Bellini: Norma, Ato 1), num espetáculo de André Rieu em Maastricht, em 2012.
Era um galo azul na manhã do Porto. O campo com castelo em ruínas e os patos no charco. O banho sob a ponte do Senhor Dom Luís a luta espreitando da muralha. S. Jorge S. Jorge por quem gritam os portugueses.
Foi uma cena devoniana de grande efeito os peixes devorando o rei vindo de Itália romântico românticas são as cabras das Montanhas Rochosas criaturas de Camilo fazendo comércio e indo ainda hoje setembro de setenta e oito de bigode encerado criada fardada levando o carrinho de bebé rodas altas capotinha azul. A mulher envolta em rendas negras. Vão jantar na varanda sobre o rio. O cor de rosa os pequenos nevoeiros.
O Porto é descer descer até ao Douro e o retrato de uma mulher tocando arco por detrás de uma janela de Matosinhos porque cinzentos eram os dias mais os poemas do Nobre. Vou de azulejo em azulejo não há nenhuma igreja nenhum café onde não entre. O Porto mais as escadas da Lello as calhas espaçadas dos eléctricos o galo azul tão azul nas manhãs de S. Lázaro no meio-dia dos passeios de tão azul o quero pelos cinzentos dias.
Do azul da torbenite crosta de prismas entrelaçados cidade mais próxima da Primavera de Alice que de Lisboa fica longe é imoral que lá não possas ir ao menos ver Pousão e ouvir o bispo
Uma das praias mais famosas (e bonitas) do mundo é a praia de Elafonisi, situada no sudoeste da ilha de Creta, na Grécia (como pode ver nos vídeos abaixo). O motivo? Tem areia cor de rosa - embora não seja a única do género que se destaca por ter uma tonalidade diferente.
Fica na costa sudoeste de Chania, uma das cidades mais encantadoras da ilha e uma das melhores bases para explorar Creta.
Com águas rasas, areias tingidas de rosa claro e dunas extensas, Elafonisié muito procurada por turistas e considerada uma das melhores praias da Europa. O mar de Elafonisi tem uma tonalidade azul esverdeada perfeita e super atrativa para um dia de verão.
A praia está ligada a uma reserva natural, que abriga uma variedade de plantas e animais raros, incluindo tartarugas marinhas cabeçudas.
O Retorno do Filho Pródigo é uma pintura à óleo de Rembrandtque descreve de forma perfeita o amor de um pai pelo seu filho. Está entre as últimas obras do mestre holandês, possivelmente completada dois anos antes da sua morte, em 1669. A cena evoca o momento em que um pai recebe de volta o seu filho que estava perdido, de acordo com a Parábola do Filho Pródigo, contada por Jesus Cristo na Bíblia (em Lucas 15:11–32, a Parábola do Filho Pródigo).
Rembrandt (1606 - 1669) foi um pintor e gravurista holandês. É geralmente considerado um dos maiores nomes da história da arte europeia e o mais importante da história holandesa, e por alguns, como o maior pintor de todos os tempos.
Hoje apresento-lhe mais um género de mangá: o Yaoie o Yuri.
Estas histórias aos quadradinhos destinadas a adolescentes (dos 16 aos 18 anos), focam-se em relações homoafetivas entre dois homens (Yaoi) ou duas mulheres (Yuri). Os temas destas histórias podem envolver comédia, drama ou até aventura.
Alguns exemplos deste tipo de mangás: Verão, Citrus (Yuri) e Loveless (Yaoi).
Divina Certeza é um mini documentário realizado por Rita Grazina com roteiro deLeo Middea e Rita Grazina.
Entre os dias 20 e 30 de maio de 2019 o músico e cantor brasileiro Leo Middea foi para as ruas pedir dinheiro para conseguir gravar o seu terceiro álbum. Assim, o álbum "Vicentina" acabou por estrear em setembro de 2019.
Veja, aqui em baixo, como foi todo este processo. Não perca. Vale bem a pena!
Saiba como uma mulher madura pode ficar chique com jeans, através das sugestões de mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo de hoje Luciane Cachinski mostra-lhe que os jeans são peças atemporais, que nunca saiem de moda, independentemente da idade. Por isso, é possível usar jeans em qualquer idade e ainda ficar muito estilosa e chique.
Muitas vezes pensamos que os jeans são peças mais casuais e despojadas. Contudo, com as combinações certas e alguns truques de estilo, é possível criar looks incríveis e super elegantes com estas peças tão versáteis. Se ainda tem dúvidas sobre como usar os jeans de forma sofisticada, veja o vídeo de hoje que lhe dá várias dicas e inspirações para looks de arrasar!
O Domingo de Pascoela ocorre sete dias depois da Páscoa, correspondendo ao domingo seguinte ao Domingo de Páscoa, também chamado Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo.
Estas duas últimas designações, embora ainda se usem, eram mais utilizadas antigamente, celebrando-se a oitava noutras liturgias importantes da Igreja, prática caída em desuso aquando da reforma do calendário religioso após o Concílio do Vaticano II.
A Pascoela simboliza o prolongamento do próprio domingo de Páscoa, numa atitude festiva da Igreja e dos fiéis, podendo dizer-se que representa uma espécie de diminutivo da palavra Páscoa.
Recorde-se que o batismo dos primeiros Cristãos adultos ocorria durante a Vigília Pascal, ritual que continua a manter-se, sendo a quadra da Páscoa a preferida desde os primórdios da religião cristã para se efetuarem os batismos dos catecúmenos.
Daí, chamar-se também – conquanto não já oficialmente – ao domingo de Pascoela o domingo In Albis (domingo branco), devido ao facto dos catecúmenos utilizarem (como hoje) vestimentas brancas no ato do batismo, celebrado depois, festivamente, por toda a semana que decorria desde o domingo de Páscoa ao domingo de Pascoela.
O domingo da Pascoela marcou também o calendário rural: era o dia em que "começava a sesta", um descanso de 1 ou 2 horas a que tinham direito os trabalhadores rurais durante as horas de canícula, horas que eram pagas. As Sestas ("buscar as Sestas" significava que entre a Pascoela e inícios do mês de setembro os trabalhadores tinham direito a ter duas horas de descanso à hora do almoço.) e eram uma parte indissociável das festas em honra da Senhora dos Prazeres.
Neste domingo, ia-se aos montes, a uma festa ou capela, para "esperar a sesta"; regressava-se com um ramo de flores silvestres ("a sesta") que se guardava em casa. No calendário católico, era a festa de Nª. Srª dos Prazeres.
Trata-se de uma invocação de origem popular, exclusivamente portuguesa, já registada no séc. XIV e instituída oficialmente pelo Papa para Portugal a pedido de D. João V (sec. XVIII) que apontou a sua importância na tradição portuguesa.
Foi das invocações mais assinaladas em todo o País. No distrito de Leiria há várias capelas e paróquias sob o orago "Senhora dos Prazeres", nomeadamente Alcaria e Aljubarrota.
É verdade. Existe mesmo. Esta praia com areia roxa é real e belíssima.
Há várias praias, por esse mundo fora, que têm cores de areia diferentes (verde, preto, rosa, etc.), como pode ver clicando aqui.
Esta maravilha natural salienta-se por ter um areal com uma tonalidade espetacular. Localiza-se nos Estados Unidos, e o areal tem uma particularidade: é o único do mundo onde a areia é roxa. A Pfeiffer Beach destaca-se também por estar isolada, ao contrário da maioria das praias mais turísticas da Califórnia.
Situada na Floresta Nacional Los Padres, na região montanhosa de Big Sur, na Califórnia, a Pfeiffer Beach é considerada uma "joia escondida" e uma maravilha natural. É a tonalidade que mais chama a atenção, embora não se saiba ao certo o porquê deste fenómeno.
Acredita-se, no entanto, que a cor púrpura seja o resultado da erosão das rochas (chamadas granadas de manganês) nas colinas e montanhas íngremes ao longo da costa, cujos sedimentos são arrastados até ao areal. As minúsculas lascas do minério são as responsáveis pelo espetáculo das cores, já que possuem uma tonalidade de roxo intenso. A cor é mais intensa em certas ocasiões, especialmente após um período de chuva.
É uma praia tranquila, de pequena dimensão (com cerca de 1.600 metros de extensão), conhecida pela areia roxa, as grandes formações rochosas e a vista deslumbrante.
É um destino de eleição para os surfistas porque as ondas que ali se formam convidam à prática deste desporto aquático.
Além da tonalidade diferente, outro dos atrativos que leva muitos turistas até Pfeiffer Beach é o Keyhole Rock, uma formação rochosa única - e um dos pontos mais fotografados da região. Trata-se de uma rocha em forma de arco (particularidade que lhe deu o nome), com uma abertura no meio, que foi esculpida ao longo dos anos pela força do mar.
O cenário é paraíso dos fotógrafos, principalmente ao final da tarde. Antes do ocaso, o sol fica emoldurado pela janela natural, produzindo uma imagem única.