Eggnog ou gemada alcoólica, é uma bebida ou cocktail típico dos Estados Unidos da América.
Tradicionalmente o Eggnog é uma combinação de leite, ovos e açúcar, servida com uma pitada de noz moscada e, com a possibilidade de adição de bebidas alcoólicas como o conhaque ou o rum.
Esta mistura cria uma bebida deliciosa que é muito consumida nesta quadra nos Estados Unidos.
Ingredientes:
Gemas de ovo 3 unidades Açúcar 1/2 chávena (chá) Leite 2 chávenas (chá) Sal 1/4 colher (café) Natas 1/2 chávena (chá) Rum 2 colheres (sopa) Noz moscada ou Canela em pó 1 colher (café)
Preparação:
Num recipiente que possa ser levado a banho-maria, misture as gemas peneiradas com o açúcar. Acrescente uma pitada de sal e o leite morno. Leve a mistura ao banho-maria, mexendo sempre, até que engrosse levemente. Retire do fogo, acrescente o rum e leve ao frigorífico para que arrefeça por completo. Adicione as natas, misturando delicadamente, até que fique homogéneo. Pode ser servido assim, mas se preferir esta bebida quente, volte a mistura ao banho-maria rapidamente. Sirva em taças e polvilhe com noz moscada ou canela.
"Se gostavas de ter um cão, começa por pedir um cavalo." Luis - 13 anos
"Nunca te metas com uma miúda que já te bateu uma vez" Pedro - 9 anos "Se a tua mãe esteve a discutir com o teu pai, não a deixes pentear-te." Sara - 12 anos "Se quiseres dar banho a um gato, prepara-te para tomares um também." João - 10 anos "Nunca se deve confiar num cão para guardar a nossa comida." Gonçalo - 11 anos "Nunca entre numa corrida com os atacadores desapertados." André -12 anos "Quantos mais erros faço mais esperta fico." Inês - 8 anos "Há muitas coisas que a gente sabe e que as notas não dizem." Rita - 10 anos "Quando as coisas estão escritas em letras pequenas é porque são importantes." Diogo - 10 anos
Atração Fatal
"Não sei. Acho que é por causa do cheiro das pessoas. Por isso é que os perfumes e os desodorizantes são tão populares." João - 9 anos "Primeiro temos que ser atingidos por uma seta. Depois, deixa de ser uma experiência dolorosa." Helena - 8 anos. "Se uma pessoa tiver sardas, ela vai-se sentir atraída por outra que também tenha sardas." André - 6 anos
A Idade Certa Para Casar
"Aos oitenta e quatro anos, porque nesta idade ja nao precisamos de trabalhar e podemos passar o dia inteiro a namorar com a outra pessoa." Julia - 8 anos "Eu vou-me casar assim que sair do infantário." Tomas - 5 anos
Solteiro Ou Casado?
"As raparigas devem ficar solteiras. Os rapazes devem casar-se para terem alguém que lhes limpe a roupa e lhes faça a comida." Catarina - 9 anos "Fico com dor de cabeça só de pensar nesse assunto. Sou muito pequena para pensar nesses problemas." Lina - 9 anos "Uma das pessoas deve saber preencher um cheque. Mesmo que haja muito amor, é sempre necessário pagar as contas." Eva - 8 anos
Manter Uma Relação
"Passar a maior parte do tempo a namorar em vez de irmos trabalhar." Tomás - 7 anos "Não esquecer o nome da namorada. Isso estragava tudo!" Ricardo - 8 anos "Pôr o lixo lá fora todos os dias." Guilherme - 5 anos "Nunca dizer a uma pessoa que se gosta dela se não for verdade." Pedro - 9 anos
Beleza
"Não tem a ver com sermos bonitos ou não. Eu sou bonito e ainda não encontrei ninguém para casar comigo." Ricardo - 7 anos
Táticas Infalíveis
"Diz a toda a gente o quanto gostas dela. E não te importes se os pais dela estiverem ao pé." Manuel - 8 anos "Levá-la a comer batatas fritas, costuma funcionar." Bernardo - 9 anos "Eu gosto de hamburgueres e também gosto de ti." Luis - 6 anos "Abanamos as ancas e rezamos para que tudo corra pelo melhor. "Carla - 9 anos
Amor
"O amor é a melhor coisa que existe no mundo. Mas o futebol ainda é melhor!" Guilherme - 8 anos "Sou a favor do amor, desde que ele não aconteça quando estão a dar desenhos animados." Ana - 6 anos "O amor encontramos mesmo quando nós tentamos nos esconder dele. Eu fujo dele desde os 5 anos mas as raparigas conseguem sempre encontrar-me." Nuno - 8 anos "O amor é a loucura. Mas quero experimentar um dia." Fábio - 9 anos
O Pe.Quelhas Bigotte dizia que o popular "Capitãozinho" apareceu no Convento de Vinhó, onde a Sóror Baptista do Céu Custódio (a "Tia Baptista") "imaginou o Menino Jesus vestido com trajes de maior gala e, como um dia visse um oficial general, concebeu logo a ideia de vestir o seu Menino Jesus com a farda de Capitão dos exércitos". E logo o Povo começou a cantar:
Com votos de um Santo Natal aqui lhe deixo uma receita de Bolo Real.
O Bolo Real é um bolo típico das quadras festivas no Alentejo.
No concelho de Viana do Alentejo são vários os doces conventuais que marcam a sua identidade. Segundo alguns registos, já no século XV doces como a Enxovalhada, o Bolo Real e o Bolo Conde de Alcáçovas eram conhecidos e apreciados e ainda hoje são confecionados de forma tradicional. A localização do Convento de Jesus foi muito importante para a doçaria porque na produção de vinho usavam‑se claras de ovos para aclarar o vinho e doavam-se, às centenas, as gemas às freiras, que as aproveitavam para a criação de vários doces, entre eles o Bolo Real.
Ingredientes:
225 g de água
300 g de açúcar
13 gemas
1 ovo inteiro
450 g de amêndoa
Gila q.b.
Preparação:
Num tacho leva-se ao lume o açúcar e a água até atingir um ponto de açúcar fraco; de seguida mistura-se a amêndoa e mexe-se até atingir ponto de estrada.
Deixa-se arrefecer um pouco e mistura-se as gemas devidamente passadas pelo passador.
Deixa-se repousar a massa de um dia para o outro e leva-se ao forno em forma untada e forrada com papel vegetal.
Na forma coloca-se metade da massa e por cima uma camada de gila fininha, cobrindo com a restante massa e leva-se ao forno.
Depois de cozido e frio cobre-se o bolo com fondant, por cima leva uma camada de gila. Por fim, uma coroa em pérolas e fios de ovos a decorar. Fonte:DGADR, com base no Receitas e Sabores dos Territórios Rurais, MINHA TERRA, 2013
Esta banda desenhada pretende estimular o interesse dos jovens para temas como a sustentabilidade, a ética, as alterações climáticas e os ODS, de um modo descomplicado e através de uma linguagem atrativa para as gerações mais novas. Uma excelente proposta para um presente de Natal útil, didático e que pode – e deve – ser lido por miúdos e graúdos
Este livro pretende transmitir aos jovens, "de forma pedagógica e descomplicada", conceitos como as alterações climáticas, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), a economia circular, a reciclagem, a cadeia de valor, os ecossistemas, os plásticos nos oceanos e as florestas sustentáveis.
Era gente a correr pela música acima.
Uma onda uma festa. Palavras a saltar.
Eram carpas ou mãos. Um soluço uma rima.
Guitarras guitarras. Ou talvez mar.
E acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Na tua boca. No teu rosto. No teu corpo acontecia.
No teu ritmo nos teus ritos.
No teu sono nos teus gestos. (Liturgia liturgia).
Nos teus gritos. Nos teus olhos quase aflitos.
E nos silêncios infinitos. Na tua noite e no teu dia.
No teu sol acontecia.
Era um sopro. Era um salmo. (Nostalgia nostalgia).
Todo o tempo num só tempo: andamento
de poesia. Era um susto. Ou sobressalto. E acontecia.
Na cidade lavada pela chuva. Em cada curva
acontecia. E em cada acaso. Como um pouco de água turva
na cidade agitada pelo vento.
Natal Natal (diziam). E acontecia.
Como se fosse na palavra a rosa brava
acontecia. E era Dezembro que floria.
Era um vulcão. E no teu corpo a flor e a lava.
E era na lava a rosa e a palavra.
Todo o tempo num só tempo: nascimento de poesia. Manuel Alegre
As Fatias Douradas são um dos doces de Natal mais antigos e típicos de Portugal. Esta é uma sobremesa tradicional que não falta em nenhuma casa portuguesa na noite da Consoada. A combinação de pão, leite e ovos vem desde a Idade Média e era uma forma de tornar pedaços de pão duro em algo comestível e apetecível.
No norte chamam-lhes Fatias Paridas porque era o que se dava às mulheres após um parto difícil, para elas recuperarem as forças.
Mas, será que existe alguma distinção entre elas?
Pessoas mais antigas afirmam que estas Fatias Paridas até faziam as mulheres ter mais leite para os seus bebés. Eram fatias de pão duro, molhadas em vinho quente açucarado, passadas por ovo, fritas em azeite bem quente e no fim polvilhadas com açúcar. É claro que nos nossos tempos isto não é vulgar fazer-se, mas foi assim que surgiu o nome de Fatias Paridas. Para os lisboetas são Rabanadas, molhadas em leite, previamente fervido com canela e limão. O nome é de origem árabe, já que os mouros, durante o Ramadão, encontravam nestas fatias uma forma de manter as forças durante o longo jejum. Rabanadas, pois, porque eram comidas durante o Ramadão.
Para as pessoas do sul são Fatias Douradas porque é isso que elas parecem: pequenas fatias de pão coloridas por um tom dourado, inconfundível.
Mas, Rabanadas, Fatias Douradas ou Fatias Paridas, haverá pouca gente que as não aprecie, nomeadamente, na época natalícia, cumprindo-se, assim, uma tradição de o seu consumo estar ligado a uma situação de cariz religioso.
As fatias douradas são deliciosas e são também uma forma de aproveitar as sobras de pão, podendo ser fritas em manteiga, azeite ou óleo, dando-lhes nova vida.
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Enquanto em Portugal este é um doce tradicional da altura do Natal, noutros países, é apenas um pequeno-almoço especial. Nos Estados Unidos da América e em Inglaterra as "nossas" Fatias Douradas chamam-se "French Toast" (traduzindo-se livremente como "torrada francesa") e são um recurso recorrente nos pequenos-almoços. Em França, chamam-se "Pain Perdu" (traduzindo-se livremente como "pão perdido") e em Espanha são "Torrijas" ou "Tostadas" e são doces típicos da Quaresma e Semana Santa. No México, "Zacatecas" enquanto na Venezuela se chamam "Tacones".
Como é que são em sua casa, na casa dos seus pais ou na casa dos seus avós?
No passo-a-passo que segue, aprenda como fazer fatias douradas de uma forma simples, e, brilhar na noite da Consoada com este doce típico de Natal.
Ingredientes:
3 ovos (médios)
600 ml leite gordo
1 pau de canela
8 fatias pão de forma
½ l óleo (para fritar)
3 c. de sopa açúcar
2 c. sopa de canela em pó
Passo-a-passo
1. Bata os ovos numa tigela larga e baixa e num tacho aqueça o leite com o pau de canela. Retire do lume e deixe arrefecer um pouco.
2. Deite o leite num prato de sopa e vá molhando as fatias de pão, durante alguns segundos apenas. Depois passe-as pelos ovos batidos, de ambos os lados.
3. Numa frigideira com óleo quente, coloque as fatias e deixe fritar.
4. Quando estiverem bem douradas, vire-as e deixe fritar do outro lado.
5. Depois de escorrerem bem em papel de cozinha, polvilhe com a mistura do açúcar e canela e estão prontas a comer.
O Bairro doMillennium Park, em Chicago, decora a preceito os jardins e ruas adjacentes para comemorar o Natal.
Um dos momentos mais esperados é a iluminação da praça onde está o Cloud Gate (também conhecido como The Bean) e a grande árvore de Natal.
A "Chicago Christmas Tree" é conhecida como uma das melhores atrações desta época nos Estados Unidos, e atrai milhares de visitantes todos os anos. Anteriormente, ela estava situada no pátio aberto do centro cívico Richard J. Daley Center, conhecido como Daley Plaza, porém desde 2010, mudou-se para o Millennium Park, também no centro da cidade. Aprecie um cenário maravilhoso e tire muitas fotos em frente à árvore de Natal de Chicago.
Se apesar da pandemia pensa em viajar para os E.U.A., e em particular para Chicago, descubra este e outros dos melhores lugares para visitar, o que comer e as principais tradições de Natal nesta cidade.
Um projeto de Frederico Mendes Paula, promovido por Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. e pela Embaixada de Portugal em Marrocos.
O episódio I tem como tema: Guerras e Conquistas. O temas seguintes são: Episódio II: A Arquitetura militar das Praças de Marrocos; Episódio III: O dia a dia nas Praças de Marrocos; Episódio IV: As Praças do Norte e o Protetorado de Duquela e no Episódio V: De Alcácer Quibir ao Tratado de Paz.
Venha conhecer a Côte D'Azur, em França, através do programa televisivo: O Mundo Segundo Os Brasileiros.
A Côte D'Azur (Costa Azul) também chamada de Riviera Francesa, é considerada uma das áreas mais luxuosas, caras e sofisticadas do mundo. Anualmente, por exemplo, a cidade de Cannes hospeda o Festival de Cinema de Cannes que atrai celebridades internacionais da sétima arte.
A Costa Azul é parte do litoral sul da França, no Mar Mediterrâneo, correspondente à região de Provença-Alpes-Costa Azul, até à fronteira com a Itália.
Não deixe de fazer mais esta viagem virtual, até à Côte D'Azur através deste programa de televisão.
Os Twinkies são uns populares bolinhos americanos descritos como "pão de ló dourado com um recheio cremoso".
Estes bolinhos, de textura macia e recheados com creme são normalmente consumidos ao lanche.
Os Twinkies são hoje uma marca internacionalmente conhecida e de fabrico industrial pelo que podem ser encontrados com muita facilidade em supermercados.
½ chávena de manteiga sem sal (à temperatura ambiente)
1 colher de sopa de extrato de baunilha
açúcar em pó q.b. (para polvilhar)
Preparação:
Pré-aqueça o forno.
Numa taça grande coloque e misture a farinha, o fermento e o sal. Na taça da batedeira bata a manteiga com a baunilha até ficar um creme macio. Junte depois o açúcar e bata durante 2 minutos. Junte depois o óleo e bata novamente durante mais de 2 minutos. Adicione em seguida os ovos inteiros e as gemas de ovos e bata entre cada adição.
Reduza a velocidade da batedeira e vá juntando na mistura anterior, alternadamente, a farinha e o buttermilk em 3 adições e terminando com o buttermilk.
Coloque o preparado numa forma untada e leve ao forno (45 a 55 m, dependendo do forno). Quando o palito sair seco está pronto. Deixe o bolo arrefecer, completamente, na forma.
Preparação do recheio:
Na taça da batedeira junte o creme de marshmallow, a baunilha e a manteiga e bata tudo até ficar um creme macio e liso. Transfira o preparado, utilizando uma colher, para um saco de pasteleiro a que cortou a ponta.
Enquanto o bolo está na forma introduza o recheio no bolo. Para isso faça, com cuidado, 6 ou 7 furos profundos e espaçados no bolo (tendo o cuidado de não ultrapassar metade da altura do bolo), com um descaroçador de maçãs ou uma faca adequada. Com a ponta dos dedos e muito cuidadosamente escave um túnel horizontal de modo a ligar os furos. Descarte as sobras. Introduza, utilizando o saco de pasteleiro, o recheio nos furos e no túnel. Quando toda esta operação estiver finalizada, espalhe com a ajuda de uma espátula, o excesso de recheio.
Cuidadosa e rapidamente desenforme o bolo para o prato de serviço e polvilhe-o com o açúcar em pó.
Aprecie o vídeo abaixo que mostra uma viagem aérea efetuada por um drone sobre Guilin e Yangshuo na China.
Guilin é uma localidade situada ao noroeste da Região Autónoma Zhuang de Quancim, na República Popular da China. Está situada na margem oeste do rio Li, numa região de montanhas cobertas de vegetação que conferem à cidade uma beleza especial. É uma cidade turística, sendo uma das atrações a pesca noturna com recurso ao cormorão (ou corvo-marinho), e os cruzeiros no rio Li para apreciar a paisagem cársica das suas margens.
É um vídeo absolutamente imperdível para conhecer esta China espantosa e de uma beleza fantástica.
O Equador, oficialmente República do Equador, é uma república democrática representativa localizada na América do Sul limitada a norte pela Colômbia, a leste e sul pelo Peru e a oeste pelo oceano Pacífico.
Além do território continental, o Equador possui também as ilhas Galápagos, a cerca de 1 000 km do território continental, sendo o país mais próximo daquelas ilhas. O seu território de 256 370 km² é cortado ao meio pela imaginária linha do Equador.
Não perca mais esta viagem virtual especial até este país da América latina e surpreenda-se! Ora veja.
Os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente da sua raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição.
O Direito Internacional dos Direitos Humanos estabelece as obrigações dos governos de agir de determinada maneira ou de se abster de certos atos, a fim de promover e proteger os direitos humanos e as liberdades fundamentais de indivíduos ou de grupos.
Proponho-lhe que assista no vídeo abaixo a um anúncio para a GoPro, que é uma maravilha do audiovisual e um sucesso na rede.
A peça mostra cenas surpreendentes de pessoas em escalada, divertindo-se no surf, no mergulho, no snowboard e mesmo brincando com um casal de leões. Graças à colocação de câmaras no corpo dos protagonistas podemos ver as situações em tempo real.
O vídeo dura pouco mais de 4 minutos e meio e tem sido visto por milhões de pessoas. Destas, uma percentagem muito elevada, com certeza, ficou de boca aberta.
Os japoneses são um povo que tem e assume por inteiro a sua História.
Não percam, no vídeo abaixo, a emoção de ouvir cantar o Hino Nacional de Portugal, por ocasião das comemorações dos 450 anos do porto do Nagasáqui que ocorreu a 20 de novembro.
O grupo coral é japonês. É absolutamente arrepiante!
Este vídeo revela a importância e a admiração que as autoridades japoneses atribuem à chegada dos portugueses ao Japão, uma vez que foi o povo português que abriu as portas de Nagasáqui ao mundo, em 1571.
É preciso não esquecer, contudo, que foi em 1543 que Fernão Mendes Pinto e Francisco Zeimoto chegaram à ilha japonesa de Tageshima e começou assim o relacionamento de Portugal com o Império do Sol Nascente – a que então chamávamos Cipango.
Este vídeo foi captado pela representante do Turismo de Portugal no Japão e na Coreia , Inês Queiroz.
Assista ao vídeo abaixo e veja o que acontece quando se torce uma toalha molhada no Espaço. Esta é uma experiência fascinante!
Esta experiência foi realizada e mostrada ao mundo pelo astronauta Chris Hadfield.
Chris Hadfield (1959) é um ex-astronauta canadiano, o primeiro astronauta de seu país a fazer uma "caminhada espacial" e a comandar uma expedição na Estação Espacial Internacional.
Quando Sua Majestade Luís XIV adoeceu!! Muito interessante este facto histórico...
Luís XIV ao sentar-se no seu coche, ter - se - á picado na ponta de uma pena da almofada do assento, a picada infetou e causou um pequeno abcesso no ânus que devia ter sido logo aberto e drenado.
Os médicos do rei, receosos de intervir nas bases da monarquia, optaram por um tratamento mais leve à base de unguentos.
Este tratamento não deu qualquer resultado e ao fim de quatro meses o rei continuava com o abcesso e com dores insuportáveis.
Em meados de maio os cirurgiões diagnosticaram uma fístula o que os deixou transtornadíssimos e finalmente o 1.º cirurgião, Félix de Tassy, decidiu-se por uma intervenção para abrir o abcesso. Para isso desenhou um instrumento especial, uma verdadeira peça de ourivesaria com lâmina de prata.
Mas foram precisos mais 5 meses para fabricar esse instrumento precioso. A operação só foi feita no dia 17 de novembro, sem anestesia, e foram necessárias mais duas intervenções porque foi muito difícil fechar a ferida para que pudesse cicatrizar.
Só no Natal de 1686 os cirurgiões declararam o rei como curado, o que pôs fim aos rumores que no estrangeiro já corriam de que Luis XIV agonizava.
A superiora, Mme de Brinon (sobrinha de Mme de Maintenon), escreveu os seguintes versos:
Grand Dieu sauve le roi ! Longs jours à notre roi ! Vive le roi. A lui victoire, Bonheur et gloire ! Qu'il ait un règne heureux Et l'appui des cieux !
Os versos foram entregues a Jean-Baptiste Lully para que este compusesse a música e as meninas de Saint Cyr passaram a cantar este pequeno cântico sempre que o rei vinha visitar o colégio.
Anos mais tarde, em 1714, o compositor Georg Friedrich Haendel, de passagem por Versalhes, ouviu este cântico e achou-o tão belo que tomou nota da letra e da música. Mais tarde, já em Londres, Haendel pediu a um clérigo chamado Carrey para lhe traduzir os versos de Mme de Brinon.
O padre traduziu-lhe de imediato a letra e escreveu estas palavras que iriam dar a volta ao Mundo:
God save our gracious King, Long life our noble King, God save the King! Send him victorious Happy and glorious Long to reign over us, God save the King !
Haendel agradeceu-lhe e dirigiu-se de imediato à Corte onde ofereceu ao rei - como se fosse de sua autoria - o cântico das Meninas de Saint Cyr.
George I, encantado, felicitou o compositor e determinou que daí em diante o "God save the King" devia ser sempre executado nas cerimónias oficiais. E foi assim que este hino, que nos parece profundamente britânico, nasceu da colaboração:
- de uma francesa (Mme de Brinon), - de um italiano naturalizado francês (Jean-Baptiste Lully - ou Lulli) , - de um inglês (Carrey), - de um alemão naturalizado inglês (Georg Friedrich Händel - ou Haendel), - do ânus de Sua Majestade Luis XIV.
De facto, um verdadeiro hino europeu!
Duas questões se colocam: - Se Louis XIV por acaso não tivesse espetado uma pena no real traseiro, qual seria hoje o hino britânico? - Acham possível que a partir de hoje possam ouvir o "God Save the Queen" sem pensar naquela pena?
Oiça o cantor angolano Paulo Flores no semba,Jeito Alegre de Chorar.
Paulo Flores (1972) é um dos cantores mais populares de Angola. Mudou-se para Lisboa durante a infância. Começou como cantor de kizomba, lançou o seu primeiro álbum em 1988. As suas canções tratam temas diversos como o governo, a vida quotidiana dos angolanos, a guerra civil e a corrupção.
O Semba é um género de música e de dança tradicional de Angola que se tornou muito popular nos anos 50. A palavra semba significa umbigada em kimbundo. Numa tradução livre, a palavra Semba representa "o corpo do homem que entra em contato com o corpo da mulher ao nível do barriga".
Eu queria ser um cantor
Queria ser o ator principal da minha vida
Eu queria saber o que é certo
Hoje que o fim está mais perto
Pra não chorar na partida
Eu queria entender o amor
Disfarçar a dor por trás do teu sorriso
Fazer o que for preciso
Para encontrar a saída
Eu sei, a vida é sofrida
A gente se aleija, mas que viva na peleja
Osami, nos proteja
Apesar da tristeza, eu só vivo a cantar
Ó, meu lugar (meu lugar)
A gente tem um jeito tão alegre de chorar
Até os endinheirados a título posto é invejoso
Têm inveja desse povo tão feliz no seu chorar
Ó, meu lugar (meu lugar)
A gente tem um jeito tão alegre de chorar
Que até os endinheirados a título posto é invejoso
Têm inveja desse povo tão feliz no seu chorar
Tão feliz no seu chorar
Tão feliz no seu chorar
Mas é feliz no seu chorar o meu povo
(Tão feliz no seu chorar)
Mas é feliz no seu chorar o meu povo
(Tão feliz no seu chorar)
Eu queria ser um cantor
Queria ser o ator principal da minha vida
Eu queria saber o que é certo
Hoje que o fim está mais perto
Pra não chorar na partida
Eu queria entender o amor
Disfarçar a dor por trás do teu sorriso
Fazer o que for preciso
Para encontrar a saída
Eu sei, a vida é sofrida
A gente se aleija mas que viva na peleja
Osami, nos proteja
Apesar da tristeza, eu só vivo a cantar
Ó, meu lugar (meu lugar)
A gente tem um jeito tão alegre de chorar
Até os endinheirados a título posto é invejoso
Têm inveja desse povo tão feliz no seu chorar
Ó, meu lugar (meu lugar)
A gente tem um jeito tão alegre de chorar
Até os endinheirados a título posto é invejoso
Têm inveja desse povo tão feliz no seu chorar (uh, uh)
Tão feliz no seu chorar (uh, uh)
Feliz no seu chorar
É tão feliz no seu chorar o meu povo (tão feliz)
É tão feliz no seu chorar o meu povo (feliz no seu chorar)
É tão feliz no seu chorar, ô, mamã (tão feliz)
Mas é feliz no seu chorar, ô, mamã (feliz no seu chorar)
O Farol das Orcas (2015) é um filme realizado por Gerardo Olivares que conta no elenco com Maribel Verdú, Joaquín Furriel, Ana Celentano. É um filme baseado em factos reais que narra de forma fantástica o problema do autismo e suas consequências.
"O Farol das Orcas" é muito mais do que simplesmente a história de uma mãe que leva o filho autista até um biólogo marinho para interagir com orcas.
Beto e Tristán (verdadeiros)
Sinopse:
Beto (Joaquín Furriel) mora na Argentina e é um homem solitário que trabalha como guarda florestal num Parque Nacional. Lola (Maribel Verdú) é espanhola e é mãe de Tristán (Joaquín Rapalini), um menino de onze anos, autista. Depois de ver Beto num documentário, desesperada, Lola vai com o filho para Argentina em busca de ajuda. Um pouco relutante no início, Beto concorda em ajudar Tristán.