A Mágica Da Arrumação é um livro deMarie Kondo, que atingiu o primeiro lugar na lista do The New York Times e que vendeu mais de 2 milhões de livros.
Sinopse: Prepare-se para conhecer o método de arrumação que tem conquistado milhões de adeptos pelo mundo fora. A japonesa Marie Kondo, consultora e especialista no assunto, vai ajudá-la/o a organizar a sua casa e a sua vida - de uma vez por todas. Quantas vezes já arrumou a casa e, em seguida, viu todo o trabalho ir por água abaixo? Provavelmente muitas. Então está na altura de conhecer o método Konmari. Um estilo de organização que transforma a sua maneira de pensar e evita que a confusão se instale de novo. Ao contrário do que muita gente pensa, organizar é fácil e compreende duas tarefas básicas: escolher conscientemente o que será mantido e definir um lugar específico para cada coisa. Com um texto leve e cheio de dicas práticas, este livro ensina truques infalíveis para parar de perder tempo a procurar os seus pertences dentro do armário e experimentar a incrível sensação de ver tudo no seu devido lugar.
Em Lisboa ainda existem 7 artérias com a nomenclatura de Arcos. Situam-se todos nas freguesias mais antigas da cidade, as que nasceram com a cidade medieval. Muitos desses arcos são vestígios das antigas portas existentes nas muralhas de Lisboa.
O termo Arco deriva do latim arcus, que serve para designar uma obra de arquitetura com abóbada curva sobre pilares verticais. Foram os romanos que o divulgaram no decorrer da sua política expansionista de conquista e ocupação de outros territórios, apesar de não serem os seus criadores mas terem aprendido como fazê-lo com os etruscos.
Dos 7 arruamentos que possuem essa nomenclatura, 5 estão na Freguesia de Santa Maria Maior, um em São Vicente e um repartido pelas freguesias de Santo António e da Misericórdia.
São eles: O Arco das Portas do Mar (Santa Maria Maior); O Arco de Jesus (Santa Maria Maior); O Arco do Rosário (Santa Maria Maior); O Arco Escuro (Santa Maria Maior); O Arco da Conceição (Santa Maria Maior); O Arco Grande de Cima (São Vicente) e o Arco do Evaristo (Santo António e Misericórdia).
Putumayo viaja pelo mundo em busca de canções excepcionais, do Congo a Cuba, de Roma ao Rio, de Nova Orleans à Nova Escócia. Uma odisseia musical afro-latina, de África a Cuba e vice-versa.
Aqui ficam músicas da coleção original Putumayo: do Congo a Cuba e mais 5 faixas que são um bônus de outros lançamentos.
As jornadas musicais meticulosamente pesquisadas e selecionadas por Putumayo são uma "Garantia para que se senta bem!"
Saiba como pode ficar chique sem blazer, através das sugestões de mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo de hoje Luciane Cachinski mostra-lhe opções de blusas lindas e elegantes que lhe permitirão continuar a esbanjar charme mesmo sem blazer!!!
Sinopse: Honorato, Rudolfo, Baltazar e Clara, quatro gerações da mesma família, são os fios que ligam a saga fascinante dos Carcomo ao longo de mais de um século. Habitando uma espécie de "casa-comboio", a sua história – que começa em Nagar-Aveli e termina em Lisboa – baseia-se na de uma família verdadeira.
Com uma notável capacidade de efabulação, a autora abre-nos a janela sobre o modus vivendi de tantos indo-portugueses – quer a experiência feliz, quer a traumática, em territórios como Goa, Damão e Diu, outrora sob o domínio da Coroa e do Estado portugueses e hoje bastante esquecidos.
A Casa-Comboio – um romance histórico poético sobre uma cultura riquíssima e cativante, recheado de investigação preciosa – é também uma homenagem à valentia dos homens e mulheres comuns.
Agora ouça a opinião de M João Covas da Livrosgosto acerca de "A casa comboio" de Raquel Ochoa.
A Vila Luiz José Nunes fica na Rua Cidade da Horta, nº 6, na freguesia de Arroios, em Lisboa.
Nesta rua há duas vilas operárias, a Villa de Luiz José Nunes e a Vila Mendonça.
As vilas Lisboetas são como que aldeias no meio da cidade grande. Estes complexos habitacionais, que podemos situar entre 1870 - 1930, foram pensados para servir os camponeses que se tornaram operários. Hoje em dia algumas destas vilas operárias foram absorvidas pelo setor imobiliário e transformadas em condomínios privados.
Norman Smith, também conhecido como Hurricane Smith (1923 - 2008) foi um músico e produtor musical inglês.
Ele foi o engenheiro de todas as gravações dos Beatles até 1965. O último álbum dos Beatles que gravou foi Rubber Soul.
No início de 1967, começou a trabalhar com os Pink Floyd, produzindo os seus três primeiros álbuns de estúdio: The Piper at the Gates of Dawn, A Saucerful of Secrets e Ummagumma.
Em 1968, Smith produziu um dos primeiros álbuns conceptuais de rock, SF Sorrow, do The Pretty Things.
Em 1971, sob o nome de Hurricane Smith, teve sucesso no Reino Unido com Don't Let It Die. Em 1972, obteve também um sucesso transatlântico com Oh Babe What Would You Say?, que se tornou um sucesso nos EUA .
Não deixe de ouvir Don't Let It Die, uma música da década de 70, que já continha um apelo á conservação da natureza. Ora ouça. Vale mesmo a pena.
"Os temas deste livro são variados, vão desde recordações de infância a uma velhice imaginada, passando por inúmeros locais, desde a terra natal de José Luís Peixoto e o Alentejo, até a muitos dos sítios por onde viajou. Páginas que se podem ir lendo aos poucos, já que as crónicas são curtas e não seguem exatamente uma sequência".
Aqui lhe deixo um texto deste livro sobre o Porto. Não perca. Vale a pena ler até ao fim.
"Então, eu comia o Porto. Ali à beira do Douro, abria a boca e enchia-a com o Porto. Pousava-o sobre a língua e mastigava-o com cuidado, para não causar estragos na Torre dos Clérigos, no Pavilhão Rosa Mota ou na estátua do leão e da águia da Boavista. Os portuenses haviam de acreditar que o céu da minha boca era um dia de outono nublado e continuariam a fazer a sua vida normal, voltariam para casa à hora certa do relógio de pulso e os autocarros continuariam a subir e a descer os Aliados sem perturbação. O momento de engolir o Porto seria sereno para a cidade e, para mim, seria o instante em que a memória do seu gosto se tornaria efectiva. O Porto não saberia a molho de francesinha, muito menos a tripas ou a vinho doce, teria um gosto composto por múltiplo, intenso e contraditório, composto por perífrase, hipérbole e oximoro. Eu fechava os olhos, claro, para sentir analiticamente o gosto do Porto. Passava bastante tempo assim, o silêncio tinha vagar para rodear-me.
Sentia todo o caminho do Porto através da minha garganta. Haveria de lembrar-me de goles de água no verão, o fresco da água a descer por mim como uma onda de temperança. Nesse túnel, o Porto, com os seus estádios, com o mercado do Bolhão, haveria de fluir imperturbável, mais lento e justo do que um rio grande, atravessado por pontes de ferro projectadas por Gustave Eiffel. Eu não haveria de me engasgar com o Porto, nem sequer me lembraria dessa possibilidade, nem sequer a consideraria. Seria capaz de respirar grandes volumes de ar fresco e limpo, seria capaz de respirar uma tarde inteira ou, mesmo uma primavera inteira, uma infância inteira. Para o Porto, esse caminho no interior da minha garganta seria menos do que uma brisa. Talvez alguns portuenses, os mais sensíveis à humidade, subissem a gola do casaco por instantes, talvez quisessem cobrir o pescoço, sentir tecido na pele fina do pescoço. O carros continuariam a parar nos sinais vermelhos e a avançar nos sinais verdes, continuariam a encaracolar-se pelos caminhos do silo de estacionamento ou, na rua, continuariam a seguir as indicações de um arrumador com barba, vestido com casacos sobrepostos.
O Porto chegava-me ao estômago à hora certa do entardecer. A tranquilidade seria inquestionável. Todos os poetas da cidade haveriam de ter um acesso súbito de inspiração. O meu estômago não precisava de se dilatar, barrigada, para ser capaz de acolher toda a cidade num plano horizontal, nivelado ao milímetro pelos desníveis habituais das suas ruas e avenidas. Quem estivesse a descer até à Foz, continuaria passo após passo; quem estivesse a subir até ao Marquês, continuaria passo após passo. As gaivotas planariam voltas perfeitas dentro do meu estômago e, assim, seriam capazes de puxar a noite. Chegaria devagar, ao ritmo intermitente das luzes que se começariam a acender na Baixa.
Por acaso simbólico, a absorção começaria precisamente à hora de jantar. As casas, o ar, as ruas, os viadutos, as montras, os jardins, as pessoas, os carros, as palavras, a pronúncia, os monumentos seriam gradualmente absorvidos pelas paredes do estômago. Atravessá-las-iam como uma sombra que fosse progredindo sobre a cidade, como uma maré de nuvens que fosse tapando a lua e as estrelas, uma a uma. Todos os elementos sólidos e não sólidos da cidade, mesmo os invisíveis, transformar-se-iam em carne, na minha carne, no meu sangue a correr pelas minhas veias e a atravessar-me desde a ponta dos dedos, os mesmos que carregam nestas teclas, até às pequenas artérias que irrigam os meus olhos, o meu cérebro. O Porto seria oxigenado pelos meus pulmões, passaria pelo meu ventrículo esquerdo e, depois, pela aorta. A zona das Antas seria uma extensão da minha pele, a Sé também. Quando eu tocasse alguma coisa, quando segurasse um livro ou ouvisse uma canção, só seria capaz de fazê-lo através do Porto. Na verdade, nem eu próprio seria capaz de distinguir-me do Porto. Seria capaz de dizer "o Porto", seria capaz de dizer "eu", mas apenas o faria por preguiça analítica, por mecanismo desonesto de esquematização. Essa mentira seria fácil de desmascarar em cada palavra dita, escrita, em cada silêncio, porque se eu articulasse um som mínimo, seria o Porto que o estaria a dizer; se eu escrevesse uma letra, seria o Porto a escolhê-la; se eu permanecesse quieto, a olhar para a distância e a pensar em imagens de tempos passados, seria o Porto que existiria no meu lugar, a lembrar-se de dias, passados neste ou noutro século".
Amalfi: ilustração de uma mulher com vestido amarelo (1922) é uma obra (poster) de George Barbier, o grande artista daArt Déco.
George Barbier (1882 - 1932) foi um dos maiores ilustradores de França do começo do século XX, além de desenhador de moda e pintor.
Barbier liderou um grupo de artistas da École des Beaux Arts em Paris. Conhecidos pelo seu estilo extravagante e elegante, eles foram apelidados de "Os Cavaleiros da Pulseira". Este grupo de ilustradores e artistas ajudou a formar a estética do período Art Déco.
Barbier foi introduzido nos círculos da elite pelos primos Bernard Boutet de Monvel e Pierre Brissaud, e os amigos Paul Iribe, Georges Lepape e Charles Martin. Durante a sua carreira, este artista ainda trabalhou com desenhos para vidreiras, joalharia e papéis de parede. Também escreveu ensaios e vários artigos para a prestigiada Gazette du bon ton.
Nos anos 20 trabalhou com Erté em desenhos de cenários e vestuário para a Folies Bergère, e em 1929 redigiu a apresentação da aclamada mostra de Erté, alcançando grande popularidade com a regular publicação de desenhos na revista L'Illustration.
A influência do Japão na arte europeia é conhecida pelo nome de Japonismo.
O Japonismo é um termo de origem francesa utilizado pelo colecionador e crítico de arte francês Philippe Burty (1830-1890) referindo-se à influência e popularidade do design e da arte japonesa da segunda metade do século XIX.
Este termo foi desenvolvido para explicar a repentina expansão e popularidade das estampas "ukiyo-e", um estilo de pintura parecido com a xilogravura japonesa, criada ao longo do período Edo, de objetos artísticos e decorativos japoneses que influenciaram os artistas e obras ocidentais, com maior destaque nos Estados Unidos e Europa.
O Japonismocomeçou a desenvolver-se por volta da segunda metade do século XIX, sendo promovido pelas
La Japonaise, Claude Monet Madame Monet en costume japonais
Exposições Internacionais de 1862, 1867 e 1878, em cidades como Londres e Paris.
O Japão passou cerca de três séculos, sem contacto com o ocidente, e a sua cultura era desconhecida para o resto do mundo. Enquanto estiveram isolados, os japoneses criaram estilos originais de expressão artística, com temas variados, em especial os ligados à tradição militar, à religião, ou ao quotidiano, tendo desenvolvido também técnicas peculiares de produção.
O Japonismo não pode ser considerado como uma "cópia" do Japão pela Europa, mas sim um encontro entre as duas culturas.
As xilogravuras do "Ukiyo-e" chegaram ao mercado de arte europeu, numa época em que o impressionismo estava a florescer na Europa.
Muitos aspectos dos movimentos artísticos da Art Nouveau e do Impressionismo não podem ser entendidos sem uma referência aos modelos japoneses. Entre os pintores mais influenciados pelo Japonismo estão Van Gogh, Manet, Monet, Degas, Gauguin, Seurat, Mucha, Bonnard, Matisse, entre outros.
Imagem original e cópia feita por Van Gogh.
Van Gogh utilizou a palavra Japonaiserie para nomear essas influências da arte japonesa na estética artística europeia. O artista utilizou as pinturas do artista japonês chamado de Hiroshige como inspiração (como pode ver no vídeo abaixo).
Embora a influência do Japonismo nas artes visuais seja notável, ela não se restringe apenas a esta área artística, tendo influenciado também a arquitetura, o paisagismo e a moda.
Com o início e o fim da Primeira Guerra Mundial esse tipo de influência japonesa e as estéticas modernistas deixaram de fazer sucesso.
Assista agora ao vídeo o Japonismo e o surgimento da Arte Moderna.
E agora a influência da arte japonesa em Van Gogh.
O vídeo abaixo (publicado no canal Histórias Romanas) explora a história do pão naRoma Antiga, um dos alimentos mais importantes daquela época.
Vai descobrir, assim, os tipos de pão que eram feitos, os ingredientes usados, como trigo, cevada, e até frutas secas, e como os romanos o preparavam em fornos rústicos. Além disso, o vídeo fala-lhe sobre o papel do pão nos banquetes romanos e nas refeições quotidianas, mostrando como esse alimento básico era valorizado na cultura romana.
O Minimalismo na Casa: 6 Ideias Geniais daMarie Kondo é um vídeo de uma influencer brasileira.
Marie Kondo (1984), é uma especialista em organização pessoal, empresária e escritora japonesa.
Kondo escreveu quatro livros sobre organização pessoal, que venderam milhões de cópias e foram traduzidos do japonês para mais de 40 idiomas, incluindo coreano, chinês, indonésio, alemão, sueco, português, espanhol, francês e inglês.
Um de seus livros, The Life-Changing Magic of Tidying Up (2011) foi publicado em mais de 30 países, tornando-se best-seller no Japão e na Europa.
A revista Time incluiu-a na lista das cem pessoas mais influentes do planeta.
Não deixe de conhecer, em baixo, 6 Ideias Geniais da Marie Kondo.
Anastácio Gonçalves (1888 - São Petersburgo, 1965) foi um médico e colecionador português que legou ao Estado português uma valiosa coleção de arte que se encontra disponível ao público na Casa -Museu Dr. Anastácio Gonçalves, em Lisboa.
Anastácio Gonçalves participou na I Guerra Mundial como médico incorporado no Corpo Expedicionário Português.
Médico oftalmologista de prestígio, conviveu com personalidades do mundo da ciência, da literatura e das artes como Ricardo Jorge, Silva Porto, José Malhoa, Columbano e Rafael Bordalo Pinheiro, Fernando Fonseca, Aquilino Ribeiro e Ferreira de Castro, entre outros.
A casa onde está instalado o Museu Dr. Anastácio Gonçalves foi encomendada pelo pintor José Malhoa a Norte Júnior que com este projeto ganhou o seu primeiro Prémio Valmor em 1905. Tratou-se, da primeira casa-de-artista da capital. A casa foi preparada para vir a ser museu a partir de 1933, quando o médico republicano Anastácio Gonçalves a comprou.
Esta Casa - Museu contém as coleções de arte construídas por Anastácio Gonçalves, de pintura portuguesa, porcelana chinesa e mobiliário europeu que têm reputação internacional.
Se quiser conhecer esta casa não deixe de ver a Visita Guiada à Casa - Museu Anastácio Gonçalves, pelas mãos de Paula Moura Pinheiro e da historiadora de arte Ana Mântua, que é a guia desta visita, através de um vídeo de João Santos.
Ouça o tema Escurinha (compositores: Arnaldo Passos/Geraldo Theodoro Pereira) na interpretação do grupo Fundo de Quintal(que canta Cartola).
Este vídeo é do canal Fitamarela, que divulga música de raiz, seja ela o samba, o pagode, o partido alto, o samba enredo, o forró ou qualquer outro ritmo brasileiro.
Escurinha, tu tem de ser minha de qualquer maneira
Te dou meu barraco, eu te dou meu boteco
Que eu tenho no morro de Mangueira
Comigo não há embaraços
Vem que eu te faço, meu amor
A rainha da escola de samba
Que o teu preto é diretor
Quatro paredes de barro
Telhado de zinco, assoalho de chão
Só tu, escurinha, quem está faltando
No meu barracão
Sai disso, bobinha
Aí nessa cozinha levando a pior
Lá no morro eu te ponho no samba
Te ensino a ser bamba, te faço a maior, é
Escurinha, tu tem de ser minha de qualquer maneira
Não fique procurando cada ponto fraco meu. Se ninguém resiste a uma análise profunda, Quanto mais eu…
Ciumento, exigente, inseguro, carente Todo cheio de marcas que a vida deixou Vejo em cada grito de exigência Um pedido de carência, um pedido de amor.
Amor é síntese É uma integração de dados Não há que tirar nem pôr Não me corte em fatias Ninguém consegue abraçar um pedaço Me envolva todo em seus braços E eu serei o perfeito amor.
"Chinoiserie" é uma palavra francesa que significa a imitação ou evocação dos estilos chineses na arte ou na arquitetura ocidentais. O termo é aplicado particularmente à arte do século XVIII, quando desenhos pseudochineses de inspiração fantástica e extravagante combinavam bem com o estilo rococó que dominava na época.
Os europeus, nomeadamente ingleses e franceses, ficaram fascinados pela natureza exótica de produtos de luxo, como porcelana, seda e laca, que chegavam à Europa a partir do Leste Asiático desde o início do século XVI. Essas importações estimularam os designers rococós de meados do século XVIII a imitar e a adaptar motivos e ornamentos orientais para uma ampla variedade de objetos. Eles não distinguiam entre o que era chinês, japonês ou indiano, mas combinavam motivos para criar um mundo de fantasia exótico.
A Chinoiserie, é caracterizada por uma série de motivos que ocorrem com frequência. Na Grã-Bretanha do século XVIII, a China parecia um lugar misterioso e distante. Embora o comércio entre os dois países tenha aumentado ao longo dos séculos XVII e XVIII, o acesso à China ainda era restrito e havia poucas experiências em primeira mão do país. A Chinoiserie baseou-se nesses preconceitos exóticos e misteriosos. Os objetos apresentavam paisagens fantásticas com pavilhões fantasiosos, linhas amplas dos telhados de pagodes chineses, pássaros fabulosos e figuras em roupas chinesas. Às vezes, essas figuras eram copiadas diretamente de objetos chineses, mas, mais frequentemente, elas tinham origem na imaginação do designer. Bestas míticas, como dragões, também se tornaram um motivo comum da Chinoiserie, evocando tudo o que era estranho e maravilhoso sobre o Oriente.
Este estilo fantasioso, que atingiu o seu auge na Grã-Bretanha, de 1750 a 1765, dependia mais da imaginação do designer e do artesão do que de retratar com precisão motivos e ornamentos orientais.
O interesse pela Chinoiserie, embora não fosse universalmente popular, continuou nos séculos XIX e XX, mas declinou em popularidade após a Primeira Guerra do Ópio de 1839 - 42 entre a Grã-Bretanha e a China. A China fechou, em seguida, as suas portas para as exportações e importações e, para muitas pessoas, a chinoiserie tornou-se assim, uma moda do passado.
Na Roma Antiga, a culinária consistia sobretudo em vegetais, pão e frutas. Os romanos gostavam de alho, cebola, nabo, figo, romãs, laranjas, peras, maçãs e uvas. O prato típico era uma papa feita de água com cevada. Uma versão mais sofisticada levava vinho e miolos de animais. Somente os ricos comiam carne, geralmente de carneiro, burro, porco, ganso, pato ou pombo. Os romanos alimentavam os porcos com figos para que a sua carne ficasse perfumada e criavam os gansos de maneira especial para com eles preparar patês. Faziam o mesmo com os frangos, alimentando-os com anis e outras especiarias. A maior parte da alimentação era produzida localmente com exceção dos cereais que eram provenientes do Egito, a pimenta da Índia e as tâmaras do Norte da África.
A culinária da Roma Antiga fazia um uso generoso de condimentos e molhos (o garum). Os principais condimentos utilizados na preparação das refeições eram a pimenta, os cominhos, os orégãos, a salsa e até mesmo o mel.
As principais refeições do dia a dia dos romanos eram: o Jentaculum (pouco tempo depois de se levantarem); o Prandium (que era tomada de pé por volta do meio-dia) e a Cena (que era a principal refeição do dia e se iniciava cerca das quatro horas da tarde). Esta última refeição dividia-se em três partes: gustatio (ou gustus ou promulsio - composto por uma série de aperitivos), a prima mensa (composta por vegetais e carnes) e a secunda mensa (consistia na sobremesa, na qual se serviam frutas ou bolos).
Como é que se sabe isto tudo?
Através de fontes escritas, da arte e da arqueologia.
Estas fontes incluem os textos de autores como Énio, Plauto, Horácio, Virgílio, Aulo Pérsio Flaco, Petrónio e Plínio o Novo. No campo das fontes escritas técnicas estão como a obra De re rustica de Marco Terêncio Varrão, a De agricultura de Marco Pórcio Catão, os textos de Columela, para além da compilação de receitas De re coquinaria de Apício.
A arte fornece dados que são expressos através dos mosaicos, frescos, pinturas e na cerâmica. Registe-se ainda as informações arqueológicas presentes em restos de alimentos encontrados em túmulos, em acampamentos militares ou no estômago de múmias.
Os Caderninhos de Baile ou de Dança ("carnet de dance", "carnet de bal", "Dance Cards" ou "Tanzkarte") eram uma espécie de caderninhos com um lápis e uma corrente que os prendia ao pulso da senhora ou menina.
Estes caderninhos, cartões de dança ou programas de baile, eram usados para as damas registarem os nomes dos cavalheiros com quem pretendiam dançar em cada dança sucessiva num baile formal, ou seja, eram um acessório feminino fundamental na sua vida social.
Nenhuma menina ou senhora que se prezasse deixava de se fazer acompanhar do seu "carnet" nos bailes românticos do séc. XIX. Nele anotava de forma ordenada o nome dos cavalheiros que lhe pediam a honra de uma dança. E alterar a ordem de inscrição era considerado uma ofensa grave para aquele que era ultrapassado.
O programa contendo as valsas e as polcas que seriam tocadas era divulgado antes do baile. Assim, os homens sabiam de antemão que música requisitar à sua favorita.
Os Caderninhos de Baile mais luxuosos eram feitos de materiais nobres como o marfim, a madrepérola, a tartaruga, o ouro ou a prata, e eram decorados com pedras preciosas (diamantes, rubis, etc).
Se quiser ficar a conhecer algumas destas preciosidades não deixe de clicar aqui.
Espero que aprecie este tributo prestado à compositora peruana Chabuca Granda (1920 - 1983) no ano do centenário do seu nascimento.
Chabuca Granda foi uma cantora e compositora peruana. Chabuca foi a mais importante cantora e compositora da música folclórica peruana. É conhecida através da canção La Flor de la Canela. A sua canção Fina Estampa foi tema da telenovela brasileira Fina Estampa, exibida em vários países.
Aqui lhe deixo, então, "Chabuca Limeña" de Manuel Alejandro, na voz de vários artistas de diferentes países (Sonidos del Mundo).