a quebrada e a sinuosa Tudo é preciso. De tudo viverás.
Cuida com exatidão da perpendicular e das paralelas perfeitas. Com apurado rigor. Sem esquadro, sem nível, sem fio de prumo, traçarás perspectivas, projetarás estruturas. Número, ritmo, distância, dimensão. Tens os teus olhos, o teu pulso, a tua memória.
Construirás os labirintos impermanentes que sucessivamente habitarás.
Todos os dias estarás refazendo o teu desenho. Não te fatigues logo. Tens trabalho para toda a vida. E nem para o teu sepulcro terás a medida certa.
Somos sempre um pouco menos do que pensávamos. Raramente, um pouco mais. Cecília Meireles
Todo Mundo Odeia o Chris (2005) é uma série de TV de Chris Rock e Ali LeRoi com Tyler James Williams (Chris Rock), Tichina Arnold (Rochelle Rock).
Baseada na vida do comediante Chris Rock, a série conta a história de Chris, um adolescente negro que vive com a família no bairro do Brooklyn...
O típico e conhecido "Mac and cheese" ou macarrão com queijo, é uma marca registada dos americanos, tendo sido também um alimento popular durante a Grande Depressão, em 1929 e hoje é um prato servido no dia de Ação de Graças.
A receita tradicional é composta por macarrão do tipo tubo ou cotovelo, ovos batidos e muito, mas mesmo muito, queijo.
O mac and cheese popularizou-se por ser uma receita prática e saborosa, ideal para quem ama massas e queijos.
A Vila Sousa ocupa um quarteirão inteiro e localiza-se no Largo da Graça, 82, em Lisboa. Esta vila operária foi inaugurada em 1890.
A Vila Sousa foi construída sobre um palácio arruinado (o palácio dos Condes de Vale de Reis, devastado pelo Terramoto de 1755 (depois reconstruído, sendo novamente destruído por um incêndio que deflagrou em 1819). O que restava daquela arquitetura, foi comprado pelos irmãos Tomaz da Costa para aí edificarem a vila, em 1889. O nome atual ("João Luiz de Sousa" - nome que se lê na porta) está ligado à posse da vila, em 1918, por João de Luís de Sousa & Filho.
É um edifício de grande imponência, que ocupa uma área importante daquele largo, ao lado do qual existiu o Botequim da Natália Correia (agora recuperado). A Vila Sousa apresenta uma imponente fachada exterior decorada com belíssimos azulejos azuis. O acesso à vila propriamente dita faz-se por intermédio de um portão de ferro e, no seu interior, o pátio central é cercado por casas contíguas de dois e quatro pisos.
Estas vilas operárias existem em Lisboa a partir do XIX devido ao incremento da indústria e às necessidades crescentes de mão de obra, daí terem começado a ser construídas em Lisboa para alojar a população que chegava à cidade vinda do campo.
Veja agora o vídeo sobre a Vila Sousa que tem a canção Na Minha Rua de Anaquim.
Excerto do documentário em duas partes INSUBMISSA, sobre a escritora portuguesa Natália Correia (1923-1993), produzido em 2021 pela Nanook para a RTP2 com realização de Joaquim Vieira, que assina o guião conjuntamente com Filipa Martins.
História dos Paladaresé um livro (2020) em três volumes (Livro 1: Sedução, Livro 2: Perdição e Livro 3: Redenção) da escritora Deana Barroqueiroque foi "Prix de la Littérature Gastronomique 2021" pela Académie Internationale de la Gastronomie".
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias.
Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, chegando quase inalteradas aos nossos dias.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
A camisa Jeans émais uma peça intemporal que dá muita jovialidade ao seu look. É também uma peça muito versátil que pode ser usada de várias formas e permite criar composições muito interessantes. Convém salientar que a camisa jeans pode ser usada por pessoas de todas as idades, desde as criancinhas até aos jovens com mais de 80 anos.
Ouça a cantora Janis Joplin em Work me Lord (ao vivo em Estocolmo 1969).
Work me, Lord, work me, Lord Please don't you leave me I feel so useless down here With no one to love Though I've looked everywhere And I can't find me anybody to love To feel my care
So, oh, oh, work me, Lord Whoa, use me, Lord
Don't you know how hard it is, Trying to live all alone? Every day I keep trying to move forward But something is driving me, oh, back Honey, something's trying to hold on to me To my way of life
So don't you forget me down here, Lord No, no, no, no, no, no, no... Ah, ah, don't you forget me, Lord
Well I don't think I'm any very special Kind of person down here, I know better But I don't think you're gonna find anybody Not anybody who could say that they tried like I tried The worst you can say all about me Is that I'm never satisfied. Whoa!
Whoa, oh, oh, work me, Lord, hmm, use me, Lord Please, honey, don't you leave me I feel so useless down here I can't find me anybody to love me And I've looked around I've looked everywhere, everywhere And I can't find me anyone to love To feel my care
So honey, don't you go and leave me, Lord No, no, no, no, no, no, no... Honey, don't you go and leave me, Lord
Can I show you how hard it is Trying to live when you're all alone? Everyday I keep pushing Keep trying to move forward But something is driving me, oh, back And something's trying to hold on to me To my way of life, why?
Oh please, please, oh don't you go and Forget me down here, don't forget me, Lord I think that maybe you can use me, maybe Maybe I can help you, say that, whoa
Oh please, please, don't you go and leave me, Lord No, no, no, no, no, no, no, whoa, whoa please Hmm please, don't you leave me, Lord
Se gosta de viajar, nem que seja virtualmente, não deixe de conhecer a cidade de Orlandoatravés do programa televisivo O Mundo Segundo os Brasileiros.
Orlandoé uma cidade localizada no estado norte-americano da Flórida, no condado de Orange, do qual é sede. Foi fundada em 1873.
A cidade está localizada na região central do estado, possuindo um clima subtropical. Os pântanos são comuns nesta região. A cidade é famosa pelas suas atrações turísticas, em especial pela Disney. Orlando recebeu em 2012 mais de 55 milhões de turistas, tornando-se a cidade mais visitada dos Estados Unidos e a segunda mais visitada no mundo.
Parte 1: Patrícia acompanha - nos num passeio de balão no Orlando Balloon Rides, de onde se admira o nascer do sol de um ponto alto.
Parte 2 : Angélica mostra-nos o Gatorland Park, que abriga muitos jacarés, cobras, aranhas e lagartos. Mais tarde, acompanhamos a jovem até à "baixa" (Downtown) de Orlando, um bairro conhecido pela movida e agitação à noite.
Parte 3: Vinícius e a família vão dar um passeio numa das mais tradicionais atrações turísticas de Orlando: o parque Magic Kingdom, da Disney. De lá, vão para o I-Drive 360, um complexo de entretenimento que conta com diversas atividades.
Parte 4: Pedro é jogador da equipa de futebol Orlando City e abre-nos as portas do centro de treino para nos mostrar um pouco da rotina da equipe.
Parte 5: Carol e Aline são blogueiras de moda e sabem tudo sobre compras. Passeiam por várias lojas, experimentam várias roupas, adereços, relógios, andam de descapotável, degustam vinhos famosos e comem pratos refinados.
Parte 6: Rodrigo mostra-nos como é possível viver em Orlando sem gastar muito. Ele inicia o passeio no Lake Eola Park, um parque aberto onde é possível fazer um passeio e alimentar os animais que por lá transitam.
A Centáurea Azul (Centaurea cyanus) é uma planta herbácea nativa da Europa e pertencente à família Asteraceae. A centáurea é uma planta herbácea anual, de crescimento rápido, que atinge muito facilmente um metro de altura. No verão nascem flores azuis, mas ocasionalmente podem ser brancas, rosa ou roxas. Geralmente encontram-se em campos de milho ou terrenos baldios na Europa e Ásia ocidental.
Na linguagem das flores, é associada a sentimentos puros e delicados. A cor azul natural persiste mesmo quando seca, permitindo bonitos arranjos decorativos. Esta planta deve o seu nome ao lendário centauro Quíron, famoso pelo seu conhecimento sobre ervas.
Desde a Idade Média, que a Centáurea é utilizada na cosmética devido às suas propriedades calmantes e suavizantes, especialmente benéficas para os olhos.
Calmante e regeneradora, a Centáurea é ideal para o cuidado da pele irritada e sensível.
Reidratando-se na presença de água quente, as centáureas secas são adstringentes e calmantes para a pele e couro cabeludo.
O paper piecing inglês é um método de trabalho manual feito em patchwork onde o tecido é embrulhado em formas feitas de papelão fino ou de papel grosso. Depois destas formas estarem embrulhadas e prontas, a costureira costurará manualmente ou não, as diferentes formas, uma de cada vez, até que formem o desenho pretendido.
No vídeo abaixo pode ver um tutorial simples sobre esta técnica.
Pode usar o papel como guia conforme explica o tutorial abaixo, e costurar com pontos bem miúdos na sua máquina; isso ajudará a cortar o papel na altura de o remover. Quanto mais diversidade de retalhos mais bonito ficará o trabalho. O objetivo é unir bloquinhos menores para formar um bloco maior, como pode ver abaixo.E agora o último tutorial.
Conhece este trocadilho: Qual é a pata direita do cavalo de D. José?
É a esquerda.
É uma provocação tão antiga como a estátua equestre de D. José Ique está no Terreiro do Paço, em Lisboa. A pata direita – ou que está "a direito" – é a pata esquerda do cavalo. A pata do seu lado direito está ligeiramente dobrada, daí ser possível brincar com os vários significados da palavra "direita". É rir a bom rir!
O Navegador da Passagem. Bartolomeu Dias – A figura esquecida dos descobrimentos portugueses é um livro de de Deana Barroqueiro.
Neste livro Deana Barroqueiro fala da vida de uma figura praticamente apagada das páginas da História de Portugal, do homem a quem Fernando Pessoa, n’A Mensagem, apelidou de Capitão do Fim.
Sinopse: Após a descoberta do Brasil, conforme a armada de Pedro Álvares Cabral se aproxima do Cabo da Boa Esperança, um cometa rasga os céus e acompanha a navegação, como uma bola de fogo a pairar sobre os marinheiros, num prenúncio de desgraça.
Bartolomeu Dias, capitão de uma caravela, não duvida de que a mensagem do cometa lhe é dirigida. Ao confrontar-se com a morte anunciada, o Capitão do Fim mergulha em memórias e recorda os sucessos da sua vida que mais o marcaram, para o bem e para o mal. Sobretudo os da sua extraordinária e trágica viagem, treze anos antes, quando descobriu a passagem do Cabo de África, unindo o Atlântico ao Índico. Uma viagem impossível marcada não só pelos seus feitos enquanto navegador, mas também pela paixão secreta e proibida por uma escrava, que o fez questionar a missão e a lealdade para com o rei que servia.
E reforcei a fé de marinheiro. Era longe o meu sonho, e traiçoeiro O mar… (Só nos é concedida Esta vida Que temos; E é nela que é preciso Procurar O velho paraíso Que perdemos).
Prestes, larguei a vela E disse adeus ao cais, à paz tolhida. Desmedida, A revolta imensidão Transforma dia a dia a embarcação Numa errante e alada sepultura… Mas corto as ondas sem desanimar. Em qualquer aventura, O que importa é partir, não é chegar. Miguel Torga- Antologia Poética, 1999
A Catraia de São Paio é uma localidade do concelho de Oliveira do Hospital situada perto das aldeias de São Paio de Gramaços e de Portela.
Atualmente a Catraia de São Paio é conhecida como a Capital do Cobre e do Latão e estende-se ao longo da EN17, mais conhecida como Estrada da Beira (estrada nacional que liga o litoral e o interior de Portugal a Espanha).
No passado já se chamou Catraia do Marrão, como atesta o documento ao lado.
A palavra Catraia, no árabe "Q`al a at raya", depois "Q`al a at raya – Mharran" ou seja Catraia do Marrão e agora Catraia de S. Paio.
Durante o século XI, Muçulmanos e Cristãos guerreavam-se, pelo domínio do Vale do rio Alva.Fernando Magno edificou o Castelo de Seia, em 1035. Afonso Henriques mandou construir o Castelo de Avô, em 1187, já o de Coja, data de 1128.
Nesse tempo as Catraias posicionaram-se em locais estratégicos e eram casotas em madeira, colocadas em zonas estratégicas que serviam de vigia aos movimentos dos Muçulmanos.
Mais tarde tal como outras localidades que existem nesta região (ex: Catraia de Mouronho) as Catraias foram abrigos de apoio e pernoita (tal como acontecia na longa e sinuosa Estrada Real do Piódão), eram muitas vezes a salvação dos almocreves, que se socorriam daquelas "primitivas áreas de serviço de pedra" com restauração e repouso, para tomarem uma sopa quente e desfrutarem de uma muito desejada noite de sono.
Assim a Catraia de São Paio, localidade por onde andaram alguns dos meus ancestrais, primeiro foi uma "uma casinhota" em madeira, depois, provavelmente, foi abrigo de apoio e pernoita; cresceu e mais tarde, foi chamada do "Marrão" e só no século XX , de "S. Paio". Mas, afinal, do "Marrão", porquê?
Estas casinhotas ou "catraias", serviam para vigia dos "marranos" (mharrans) . Assim nasceu o topónimo "Catraia do Marrão", que incorporou essa alusão depreciativa a famílias Judias e Mouras que para esse local foram viver. A palavra marrão cuja origem etimológica vem do árabe mharram, significa proibido, ou um porco novo que deixou de mamar. A Catraia do Marrão foi chamada assim, pelo menos durante 400 anos, e é só já no século XX, que os documentos se referem à Catraia de S. Paio.
Ouça a banda Bee Gees em Stayin' Alive (ao vivo em 1989).
Well, you can tell by the way I use my walk I'm a woman's man, no time to talk Music loud and women warm, I've been kicked around Since I was born And now it's alright, it's okay And you may look the other way We can try to understand The New York Times' effect on man
Whether you're a brother or whether you're a mother You're stayin' alive, stayin' alive Feel the city breakin' and everybody shakin' And we're stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive Oh, when you walk
Well now, I get low and I get high And if I can't get either, I really try Got the wings of Heaven on my shoes I'm a dancin' man and I just can't lose You know it's alright, it's okay I'll live to see another day We can try to understand The New York Times' effect on man
Whether you're a brother or whether you're a mother You're stayin' alive, stayin' alive Feel the city breakin' and everybody shakin' And we're stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive, stayin' alive (oh)
Ah, ha, ha, ha, stayin' alive (oh) Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah Life goin' nowhere, somebody help me, yeah
I'm stayin' alive
Well, you can tell by the way I use my walk I'm a woman's man, no time to talk Music loud and women warm I've been kicked around since I was born And now it's all right, it's okay And you may look the other way We can try to understand The New York Times' effect on man
Whether you're a brother or whether you're a mother You're stayin' alive, stayin' alive Feel the city breakin' and everybody shakin' And we're stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive (hey)
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah (ah, ah, ah) Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah (ah, ah, ah, ay) Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah (oh) Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Sabeem que ocasião pode usar um macacão? Se quiser ficar a saber sugiro-lhe que veja mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Muitas de nós ainda têm dúvidas sobre como usar um macacão em diferentes ocasiões. Apesar de ser uma peça muito versátil, muitas vezes as mulheres ficam inseguras na altura de escolher o modelo ideal para um evento específico. Por isso, este vídeo deixa-lhe algumas dicas para que possa usar o macacão sem medo, de modo a sentir-se mais confiante e estilosa.
Um prato típico dos Estados Unidos que já deve ter visto em filmes americanos é o chamado bolo de carne. Como o nome já diz, é um bolo de carne moída, assado ou defumado, de acordo com a preferência dos cada um.
Pode ser servido acompanhado de molhos ou recheios. Para além da receita básica, existem muitas receitas da culinária sulista, empregando diferentes temperos ou acompanhamentos.
Nos E.U.A. o bolo de carne ou rolo de carne é conhecido como "meatloaf" (pão-de-carne) e tornou-se popular durante a Grande Depressão, e novamente durante a Segunda Guerra Mundial, quando o abastecimento em produtos alimentares era escasso e quando as pessoas não tinham muitas condições financeiras.
O "Boston Cooking School Cookbook"de 1884 inclui receitas de rolinhos individuais, de carne misturada com pão ralado e ovos; esta novidade pode estar relacionada com a divulgação da máquina doméstica de moer carne. No entanto, a preparação pode ser ainda mais antiga: James E. McWilliams, professor de história na Universidade do Estado do Texas, publicou "A Revolution in Eating, How the Quest for Food Shaped America", onde afirmou que o "meatloaf "pode ser originário do "scrapple", uma mistura de carne de porco moída e farinha de milho, desenvolvido pelos colonos alemães da Pensilvânia (ver aqui a receita de "Faschierter Braten").
Andrew Smith, editor-chefe do "Oxford Encyclopedia of American Food and Drink", no entanto, anuncia que esta iguaria deixou de ser uma comida simples e humilde, para se tornar num prato que se pode encontrar em restaurantes.
Ouça o cantor Elvis Presley em Blue Suede Shoes (1956).
Elvis Presley foi um cantor, músico e ator norte-americano. Apelidado de o "Rei do Rock and Roll", ou simplesmente "O Rei", é considerado um dos ícones culturais mais significativos do século XX.
E agora ouça outra interpretação da mesma canção, alguns anos depois ('68 Comeback Special).
" Donna " é uma canção escrita por Ritchie Valens, nos anos 50. A música foi lançada em 1958 pela Del-Fi Records. Foi escrita como uma homenagem à sua namorada do colégio, Donna Ludwig, e foi o single de maior sucesso de Valens, alcançando o segundo lugar na parada Billboard Hot 100 no ano seguinte.
Ritchie Valens (1941-1959) foi um músico, compositor e guitarrista norte-americano, descendente de mexicanos.
Ouça Bill Haley & His Comets em Rock Around The Clock (OST, 1956).
Bill Haley & His Comets foi uma banda de rock and roll que teve início nos anos 1950 e que continuou até a morte de Haley em 1981. Esta banda foi um dos primeiros grupos de músicos brancos a levar o rock às grandes plateias norte-americanas e ao redor do mundo.
Ouça o cantor Little Richard em "Tutti Frutti" no concerto para o Rock & Roll Hall of Fame.
Little Richard (1932 - 2020), foi um cantor, compositor e pianista dos E.U.A. Foi eleito pela Rolling Stone como o 8º maior artista da música de todos os tempos.
Com votos de umas excelentes férias de verão proponho-lhe que ouça o grupo Los Lobos em La Bamba.
Los Lobos é uma banda de rock mexicano-estadunidense, formada em Los Angeles na Califórnia, em 1973. A sua música é altamente influenciada pela música country, folk, R&B e músicas tradicionais mexicanas e espanholas. Ganharam fama internacional quando gravaram uma versão da canção La Bamba, para o filme de mesmo nome sobre o cantor Ritchie Valens.
De certeza que todos os lisboetas conhecem a chamada Segunda Circular, uma via sempre referida, nos vários acessos de entrada e saída da cidade, pelos congestionamentos constantes, a qualquer hora do dia, e sempre palco de acidentes diários, com maior ou menor gravidade.
A Segunda Circular resultou da expansão de Lisboa e dos planos de urbanização elaborados pelo Engº Duarte Pacheco (Plano Diretor de 1948) durante o Estado Novo.
Mas, então, onde fica a Primeira Circular?
A Primeira Circular existiu e "circundava" a cidade no século XIX. Representava na altura os limites da cidade, que entretanto transbordou e por isso se fez uma Segunda Circular.
A Primeira Circular começava na ponte de Alcântara, no final da Rua do Prior do Crato e terminava na Cruz da Pedra, em Santa Apolónia. De Alcântara, passava pelas Ruas D. Maria Pia, Arco do Carvalhão, a atual Rua Dom Carlos de Mascarenhas, por Campolide, pelas atuais traseiras do "El Corte Inglês", Avenida Duque D’ Ávila, Largo do Leão, Rua António Pereira Carrilho, Rua Morais Soares, Avenida Afonso III e finalizava na confluência da Rua Cruz da Pedra com a Rua de Santa Apolónia.
Ao longo do percurso acima citado, existiam várias portas e alfândegas, onde se pagavam direitos pelos produtos entrados na capital.
A cidade de então concentrava-se praticamente na área interior à 1ª Circular; os percursos laborais eram mais curtos e efetuados ou a pé ou de transportes públicos; o comércio de proximidade era o único existente. Lisboa era uma cidade pacata, mas, com muito carisma.
Hoje, a maioria dos moradores lisboetas vive para além da 1ª Circular, deixando o interior para os serviços e grande comércio.
Se gosta de viajar e gosta de estar sempre bem arranjada, então, não deixe de ver o vídeo abaixo!
Nele, pode encontrar algumas dicas de como escolher looks confortáveis e estilosos para um aeroporto e para uma viagem.
O estilo aerolook é uma mistura de conforto e elegância, constituído por peças-chave que podem ser usadas para criar looks incríveis para viajar.
Além disso, o vídeo dá algumas dicas práticas para escolher roupas e sapatos que são fáceis de usar durante a viagem, quer seja num voo longo quer seja numa viagem de carro.
A apresentadora faz um pouco o género tia, mas, vale a pena ver.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Este vídeo dá-lhe algumas dicas incríveis de moda feminina para arrasar em qualquer ocasião. Então prepare-se, inspire-se e transforme-se numa verdadeira mulher moderna, apesar dos tempos difíceis que estamos a viver!
Aprenda Português Europeu através de conteúdos interessantes e autênticos!
Assista hoje a mais um vídeo do Portuguese With Leo, onde Leonardo Coelho lhe mostra como os italianos tentam pronunciar palavras portuguesas e a importância de aprender Pronúncia Portuguesa.
A vida tem duas faces: Positiva e negativa O passado foi duro mas deixou o seu legado Saber viver é a grande sabedoria Que eu possa dignificar Minha condição de mulher, Aceitar suas limitações E me fazer pedra de segurança dos valores que vão desmoronando. Nasci em tempos rudes Aceitei contradições lutas e pedras como lições de vida e delas me sirvo Aprendi a viver.
O Alasca é um dos últimos redutos do salmão selvagem e nas suas águas habitam as populações mais numerosas e mais saudáveis do planeta.
A denominação Salmão Selvagem do Alasca agrupa seis espécies que nascem nos rios cristalinos do Alasca e cuja vida adulta é passada nas águas do Norte do Oceano Pacífico.
Os salmões do Alasca, à semelhança dos do Atlântico, nascem e vivem a primeira época das suas vidas na água doce e depois seguem para águas salgadas para crescer e amadurecer. A última fase da vida é o regresso ao rio onde nasceram para desovar e morrer.
Ao contrário do Oceano Atlântico, onde apenas vive uma espécie de Salmão (Salmo Salar), no Pacífico Norte vivem seis espécies de salmão, cinco das quais são pescadas comercialmente no Alasca.
O importante é saber que o salmão proveniente da aquacultura não é tão saudável quanto o selvagem. Sempre que possível, opte pelo salmão selvagem. Ele é facilmente reconhecível pela sua cor, um vermelho vivo e escuro, como pode ver na imagem acima (à esquerda o salmão selvagem e à direita o salmão de cativeiro).
O Salmão do Alasca mais do que uma comida americana americana típica, é uma comida do Alasca! Para garantir uma experiência única ao visitar os Estados Unidos, não deixe de provar o salmão selvagem do Alasca, in loco, e no clima extremo da região. É no Alasca que os salmões selvagens são capturados e utilizados para criar uma receita saborosa e cheia de benefícios para a saúde.
Com o vídeo abaixo pode aprender a fazer o delicioso Salmão Selvagem Sockeye do Alasca na grelha com manteiga de cebolinha e paprica.
Se gosta de decoração não deixe de ver o vídeo que se segue.
Este episódio de Pequenos Apartamentos apresenta um apartamento de cerca de 36m2. A moradora Maria Paula Coelho, fez uma reforma espetacular com a ajuda do primo e arquiteto, Guilherme Fiorotto.
A cozinha é absolutamente incrível pois fica escondida num cubo amarelo. A cama também teve uma ótima solução de marcenaria.