Proponho-lhe hoje que oiça Piers Faccini em Black Rose.
Este é o vídeo oficial realizado por Piers Faccini a partir do álbum de 2013, Between Dogs and Wolves.
Piers Faccini (1970) é um cantor, pintor e compositor Inglês.
Faccini é filho de pai italiano e mãe inglesa. A sua família mudou-se para França quando tinha apenas cinco anos de idade (daí a capacidade que demonstra em cantar em várias línguas). Faccini apareceu pela primeira vez na cena musical em Londres, em 1997, porque foi co-fundador do grupo Charley Marlowe com a poetisa Francesca Beard, o percussionista Frank Byng e o guitarrista Luc Suarez.
Piers Faccini esteve recentemente em Lisboa na abertura do Misty Fest. Piers Faccini é um artista de grande qualidade pelo que, senão o conhece, não perca a oportunidade de o ouvir no vídeo abaixo.
Os autores da série televisiva Anatomia de Grey já por duas vezes recorreram às melodias e palavras de Piers para sublinhar as complicadas situações que aquela série retrata.
O seu mais recente álbum é "I Dreamed An Island" (2016) enquanto o anterior, "Songs of Time Lost" entrou para o top 10 de World Music do NPR, bem como para o top 10 dos melhores álbuns de 2014 pela Songlines.
Por Um Amor Que Nos Desune Tanto é o livro/disco de Luís Carvalho & os Dead Flowers, cuja edição é do Misty Fest 2016.
A apresentação do livro foi inserida na sessão de abertura do Misty Fest (01/11/16), que incluiu o concerto do sing songwriter, poeta e pintor Piers Faccini.
Oiça e veja o vídeo abaixo, Voltar, dos Dead Flowers, que contam com Luís Carvalho (a voz da poesia), João Guimarães (guitarra e bateria), Pedro Oliveira (guitarra e teclas) e ainda com o músico convidado João Eleutério (na guitarra baixo).
O vídeo é da responsabilidade de João Pires, Inês Oliveira, Estórias da nuvem (Susana Santinho, Hugo Sousa, António Salvador Carvalho).
Vai começar hoje em Lisboa (e durante quatro dias) a Web Summit Lisbon. Esta Web Summit, que se realizará pelo menos durante 3 anos no nosso país, é o maior mercado de tecnologia da Europa. De acordo com a Bloomberg, a Web Summit é uma espécie de Davos para os Geeks.
O conceito de geek é algo semelhante ao conceito de nerd: aquele que tem um profundo interesse por assuntos científicos e tecnológicos, gosta de estudar, é muito inteligente, pouco sociável e não se importa com a aparência pessoal. A subcultura geek caracteriza-se como um estilo de vida, no qual os indivíduos se interessam por tudo que está relacionado com a tecnologia e a eletrónica. Os geeks gostam de filmes de ficção científica (Star Wars, Star Trek e outros), são fanáticos por jogos eletrónicos e jogos de tabuleiro, sabem desenvolver softwares em várias linguagens de programação e, na escola, destacam-se dos outros colegas pelos conhecimentos demonstrados.
A diferença apontada entre um nerd e um geek é a aceitação social e as conotações positivas atribuídas aos geeks, pessoas com atitudes “peculiares”, atraídas por todas as novidades no mundo da tecnologia e apaixonadas pelo que fazem.
Portugal está entuiasmado por receber esta Web Summit e preparou uma recepção calorosa a todos os participantes.
Este ano, mais de 51.000 CEOs, fundadores, startups, investidores e líderes políticos que dirigem mudanças em todo o mundo reunem-se em Lisboa para a Web Summit.
Estas personalidades procuram respostas para as perguntas colocadas pela revolução tecnológica que estamos a viver.
Portugal vai aproveitar, também, a Lisbon Web Summit para promover e dar a conhecer o nosso país, desde a gastronomia à cultura, passando pelas nossas capacidades tecnológicas e startups.
A Brasileira de Prazins é o título de um romance de Camilo Castelo Branco escrito em 1882.
É considerado o último grande romance do autor, já profundamente influenciado pelo realismo, mas sem o intuito satírico que existe em Eusébio Macário.
A versatilidade literária e criadora de Camilo, aliada à necessidade de não perder o público com a progressiva influência de Eça e de Teixeira de Queirós, levam-no a assimilar (depois de ter parodiado) a atitude estética e os processos de escrita do Realismo e do Naturalismo, visíveis neste notável livro que é A Brasileira de Prazins. É um dos grandes romances de Camilo Castelo Branco e um clássico indiscutível da literatura portuguesa.
Sinopse:
O romance em si conta duas histórias. Após introduzir as personagens que vão ser centrais na segunda parte do livro, este passa a centrar-se na história de um falso D. Miguel que se esconde na casa de um padre minhoto. Deste modo Camilo procura dar ao leitor um retrato das condições sociais, políticas e económicas do Minho no período pós-Lutas Liberais.
A segunda parte do livro conta a história de Marta. O amor contrariado de Marta de Prazins (que acaba conhecida como a Brasileira de Prazins) e de José Dias, o casamento forçado de Marta com o tio Feliciano, a morte por doença de José e a explicação da loucura de Marta pelo determinismo da hereditariedade.
Babelé um filme (E.U.A e México) de 2006, do género drama, realizado por Alejandro González Iñárritu e que conta com o roteiro de Guillermo Arriaga.
Do elenco fazem parte muitos atores e atrizes, destacando-se de entre eles, Brad Pitt e Cate Blanchett. Sinopse:
O filme Babel, tem como temas principais a globalização e o problema da falta de comunicação entre as pessoas.
O enredo do filme desenrola-se entre quatro núcleos de histórias paralelas, localizados em diferente regiões do mundo (Marrocos, Japão, E.U.A e México), mas que estão ligados por circunstâncias peculiares.
O realizador Alejandro González Iñarritu procura demonstrar a dificuldade que temos em nos expressarmos sem uma linguagem comum e também a fragilidade das escolhas que fazemos ao longo da vida e que podem interferir na vida de outras pessoas e, até alterar-lhes o destino.
Babel é, então, um filme que faz de diferentes histórias uma só e de uma só história, várias.
A Bauínia de Hong Kong ou Bauhinia blakeana é uma bela árvore. Resultou, provavelmente, da hibridização entre as espécies Bauhinia variegata e Bauhinia purpurea. Tem floração exuberante e atinge cerca de 8 metros de altura.
É endêmica e originária de Hong Kong, além da sua flor ser o símbolo que surge na bandeira daquela cidade. As folhas são simples, mas, chamam a atenção pelo seu formato peculiar que pode ser comparado ao casco de uma vaca ou a uma borboleta.
As flores (são estéreis e conseqüentemente não produzem sementes) assemelham-se às flores de orquídeas, são perfumadas, de coloração rosa púrpura, com 5 pétalas, sendo que uma destas é modificada, apresentando coloração mais forte. A Bauínia de Hong kong é uma árvore indicada para o paisagismo de áreas grandes e médias, como parques e jardins.
As suas raízes não são agressivas tornando-a apta para a arborização de ruas e estacionamentos, porque fornecem sombra e beleza a estes espaços já que tem folhagem e floração exuberante.
Pela primeira vez ganhou o seu primeiro europeu de futebol; F. Covas- 12º B
Pela primeira vez pude testemunhar a união entre os portugueses e até chorei quando ganhamos; Anónimo - 12º C
Foi um acontecimento único para todos os portugueses; Anónimo
Por ser algo inédito e que catapulta Portugal para a ribalta. C. Bento - 12º C
B) Foi o Benfica ser tricampeão porque:
É o meu clube e gosto muito dele. A. Adamou- 12º C
Estamos no Outono. Embora não pareça, porque este tem sido um Outono com sabor a Verão...!
É dia de Todos os Santos.
É dia de bolinhos e bolinhós, de pedir um Pão por Deus e de comer broas e frutos secos, tal como reza a tradição.
Se algumas crianças das redondezas lhe forem bater à porta a pedir um Pão por Deus ou Bolinhos e Bolinhós, não deixe de lhes oferecer umas Broas dos Santos.
Como gosto muito destas broas, aqui vai mais uma receita, muito fácil de fazer:
Broas de Mel e Azeite
Ingredientes:
100 ml. de mel
100 ml. de azeite
2 ovos
150 gr. de açúcar
500 gr. de farinha de trigo
1 colher (sobremesa) de fermento
1 colher (sopa) de canela
1 colher (sopa) de erva doce
Nozes q.b.
Sultanas q.b.
1 ovo batido para pincelar
Preparação:
Bata bem os ovos com o açúcar. Junte depois a mistura do mel com o azeite. Bata de novo.
Adicione, então, a farinha, o fermento, a canela e a erva doce e bata de novo o preparado.
Misture o mel e o azeite e leve a aquecer ao lume.
Junte, depois, as nozes e sultanas e envolva-as na mistura anterior.
Forme bolinhas do tamanho de uma noz que se dispõem num tabuleiro polvilhado com farinha.
Pincele-as com o ovo batido e no topo coloque um pouco de açúcar.
O Dia das Bruxas ou Halloween é uma celebração observada em vários países, principalmente no mundo anglófono e em particular nos E. U.A., a 31 de outubro.
Esta celebração, que chegou aos E.U.A. pelos imigrantes irlandeses, em meados do século XIX, começa com a vigília de três dias do chamado Allhallowtide, o tempo do ano litúrgico dedicado a lembrar os mortos, incluindo os santos (hallows), os mártires e todos os fiéis falecidos.
Acredita-se que muitas das tradições do Halloween tiveram a sua origem no antigo festival celta da colheita, o Samhain, e que esta festividade gaélica foi cristianizada pela Igreja primitiva.
Entre as atividades mais comuns do Halloween, estão: decorar a casa, fazer lanternas de abóbora, pedir de porta em porta gosturas ou travessuras, as fogueiras, os jogos de adivinhação, crianças e adultos mascararem-se de almas assombradas e assistir a filmes de terror.
Nos tempos de hoje, o Dia das Bruxas transformou-se, sobretudo, numa celebração comercial.
* * * * *
Como um dos símbolos deste dia é a abóbora e, em muitas regiões do nosso país se faz. por esta altura do ano, doce de abóbora, aqui lhe deixo uma receita, muito simples, deste doce.
Ingredientes:
3 kg de abóbora descascada e cortada em cubinhos
1,800 kg de açucar (pode ser amarelo)
sumo de 4 laranjas 5 paus de canela
nozes q.b.
Preparação:
Dentro de uma panela ponha tudo em camadas. Deixe cozer em lume brando até ficar com uma côr laranja acastanhada, (mais ou menos 1 hora).
Em seguida, junte as nozes.
Ponha o doce em frasquinhos. Vire-os para baixo, até o doce arrefecer, para que fique guardado em vácuo e o doce possa durar mais tempo!
É bom para barrar em torradas ou para acompanhar com requeijão.
Urjalé uma aldeia típica do Minho (concelho de Amares).
Está encaixada nas encostas da serra de Santa Isabel e do monte da Abadia.
De destacar no seu núcleo histórico alguns espigueiros e, um conjunto de casas rústicas, algumas delas renovadas e adaptadas ao turismo rural.
Na Serra de Santa Isabel, pode passear-se por um troço de uma via romana (via XVIII antonina) e apreciar a vista que dali se vislumbra: encostas em socalcos e pastos verdes pintalgados pelos famosos laranjais da região!
No Monte da Abadia pode visitar o Santuário de Nossa Senhora da Abadia, que é o santuário mariano mais antigo de Portugal.
Outra proposta de visita a esta região é fazer o Trilho de Urjal, que percorre as aldeias rurais de Urjal e Chã Grande e que proporciona aos seus visitantes uma vista magnífica sobre o vale do Cávado.
Se entretanto pretender mais alguma informação sobre o assunto basta clicar aqui.
Mas se apetecer provar as especialidades gastronómicas típicas de Urjal, não deixe de procurar o bolo de milho e o bolo de sardinhas!
Oiça Bob Dylan em Mr. Tambourine Man (ao vivo no Newport Folk Festival, em 1964).
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
I'm not sleepy and there ain't no place I'm going to
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
In the jingle jangle morning I'll come following you
Though I know that evenings empire has returned into sand
Vanished from my hand
Left me blindly here to stand but still not sleeping
My weariness amazes me, I'm branded on my feet
I have no one to meet
And the ancient empty street's too dead for dreaming
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
I'm not sleepy and there ain't no place I'm going to
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
In the jingle jangle morning I'll come following you
Take me on a trip upon your magic swirling ship
My senses have been stripped
My hands can't feel to grip
My toes too numb to step
Wait only for my boot heels to be wandering
I'm ready to go anywhere, I'm ready for to fade
Into my own parade
Cast your dancing spell my way, I promise to go under it
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
I'm not sleepy and there ain't no place I'm going to Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
In the jingle jangle morning I'll come following you
Though you might hear laughing, spinning, swinging madly through the sun
It's not aimed at anyone
It's just escaping on the run
And but for the sky there are no fences facing
And if you hear vague traces of skipping reels of rhyme
To your tambourine in time
It's just a ragged clown behind
I wouldn't pay it any mind
It's just a shadow you're seeing that he's chasing
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
I'm not sleepy and there ain't no place I'm going to
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
In the jingle jangle morning I'll come following you
Take me disappearing through the smoke rings of my mind
Down the foggy ruins of time
Far past the frozen leaves
The haunted frightened trees
Out to the windy bench
Far from the twisted reach of crazy sorrow Yes, to dance beneath the diamond sky
With one hand waving free
Silhouetted by the sea
Circled by the circus sands
With all memory and fate
Driven deep beneath the waves
Let me forget about today until tomorrow
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
I'm not sleepy and there ain't no place I'm going to
Hey, Mr. Tambourine Man, play a song for me
In the jingle jangle morning I'll come following you
A) Talvez a saída do Reino Unido da União Europeia porque:
- Causou desconforto e preocupação no nosso país;
- Portugal sairá a perder e foi uma notícia chocante. P. Costa e Daniela - 12º B
B) O sismo em Itália porque:
- Foi um acontecimento devastador e foram perdidas pessoas tal como nos ataques terroristas à U.E.
M. Rocha - 12º C
C) A morte de Bin Laden porque:
- Finalmente se retaliou contra os terroristas
P. Dias - 12º B
D) A crise em Angola porque:
- Tendo eu nascido em Angola, nunca pensei que algum dia iríamos enfrentar uma crise económica tão duradoura como esta, pois, Angola é um país muito rico em termos de recursos minerais e, não havia necessidade de termos de passar por esta crise.
Caminhar por Lisboa é um livro de um antigo aluno meu, hoje historiador e conservador do Museu Nacional de Arte Antiga, Anísio Franco.
Um aliciante e sedutor passeio à descoberta da cidade do Tejo.
Anísio Franco propõe, neste seu "Caminhar por Lisboa", sete percursos para conhecer a capital, apresentada como uma "metrópole de ruas labirínticas, velhas como a História".
São sete os percursos deste livro:
1. Do Castelo de São Jorge ao Intendente
2. Do Marquês de Pombal ao Cais do Sodré
3. Da Torre de Belém ao Museu da Electricidade
4. Da Ribeira das Naus ao Parque das Nações
5. Do Parque Mayer ao Rossio
6. Do Museu Nacional de Arte Antiga a São Paulo
7. Do Chafariz d`El Rey à Senhora do Monte.
O guia ajuda-nos a descobrir Lisboa, percorrendo-a a pé, de maneira a descobrir-lhe os segredos, os palácios, as personagens e as histórias da história da cidade de Lisboa.
Para abrir o apetite e em jeito de resumo, fica esta citação: Lisboa é uma metrópole de ruas labirínticas, velhas como a História. Em criança prometi a mim mesmo que havia de conhecer todas as suas ruas, cada beco, igreja, convento, museu, palácio. Os sete percursos resultam dessa experiência feita de afetos, de memórias, de histórias que se cruzam entre si. Uns perfazem os caminhos do natural desenvolvimento da cidade, outros são apostas que me dão especial prazer quando levo alguém a descobri-los. Há, no entanto, algo que une todos os percursos: as histórias que nos contam as ruas e as personagens que nelas vivem. Feito dos lugares, mas também dessas histórias o guia que aqui se apresenta.
Once upon a time, you dressed so fine
Threw the bums a dime in your prime, didn't you?
People'd call, say: "beware, doll! You're bound to fall!"
You thought they were all kiddin' you
You used to laugh about
Everybody that was hangin' out
Now you don't talk so loud
Now you don't seem so proud
About having to be scrounging for your next meal
How does it feel?
How does it feel?
To be without a home?
Like a complete unknown?
Like a rolling stone?
You've went to the finest school, all right, miss lonely
But you know you only used to get juiced in it
Nobody has ever taught you how to live on the street
Manuscrito de Like a Rolling Stone
And now you're gonna have to get used to it
You said you'd never compromise
With the mystery tramp, but now you realize
He's not selling any alibis
As you stare into the vacuum of his eyes
And saying "do you want to make a deal?"
How does it feel?
How does it feel?
To be on your own?
With no direction home?
A complete unknown?
Like a rolling stone?
You never turned around to see the frowns on the jugglers and the clowns
When they all did tricks for you
You never understood that it ain't no good
You shouldn't let other people get your kicks for you
You used to ride on the chrome horse with your diplomat
Who carried on his shoulder a siamese cat
Ain't it hard when you discover that
He really wasn't where it's at
After he took from you everything he could steal
How does it feel?
How does it feel?
To be on your own?
With no direction home?
Like a complete unknown? Like a rolling stone?
Princess on the steeple and all the pretty people
They're all drinkin', thinkin' that they got it made
Exchangin' all precious gifts, but you better take a diamond ring
You better pawn it, babe!
You used to be so amused
At napoleon in rags and the language that he used
Go to him now, he calls you, you can't refuse
When you ain't got nothing you got nothing to lose
You're invisible now, you got no secrets to conceal
How does it feel?
How does it feel?
To be on your own?
With no direction home?
Like a complete unknown?
Like a rolling stone
A Torre Sineira da Ajuda, ou Torre do Galo, foi construída no séc. XVIII ao lado da Capela Real da Ajuda, a partir do desenho do arquiteto Manuel Caetano de Sousa, tendo ocorrido a cerimónia de sagração dos seus sinos em 1793.
Erguida na denominada Quinta de Cima, a Real Barraca (que eram vários edifícios em madeira) funcionou como residência-refúgio para a Família Real, após o terramoto de 1755.
A Capela Real tinha uma tribuna destinada à Família Real e acesso ao Paço. Em 1792, Manuel Caetano de Sousa iniciou a construção da torre, única edificação em cantaria.
Nesse mesmo ano, a Igreja Patriarcal de Lisboa foi instalada na Capela Real da Ajuda, até que em 1833 passou a ser incorporada na Sé de Lisboa. Assim, em 1835 a Capela Real deixou de existir como tal e, em 1864, o ministro Costa Cabral mandou demolir o edifício. A Torre permanece (encontra-se integrada na zona circundante do Palácio Nacional da Ajuda), e é de estilo barroco e feita em pedra de lioz.
Tem planta quadrangular e apresenta uma forma poligonal, com entrada no lado oriental. O acesso ao campanário é feito através de uma escada interior em caracol com 80 degraus. No 67º degrau, acedendo por uma porta a norte, encontra-se o relógio, datado de 1796, actualmente, fora de uso. No topo, existe um cata-vento, um galo típico de campanário, sobre um globo, com uma cruz. A Torre do Galoé, então, um exemplo de arquitectura barroca tardía, e o último vestígio da Patriarcal e da Capela Real da Ajuda, Só sobreviveu, provavelmente, por ser o único elemento em cantaria, dado que tudo o resto era de madeira.
Não deixe de ver, aqui em baixo, A História da Música em Sete Minutos.
Pablo Morales de Los Rios (1979) cineasta, pintor, ilustrador, historicista, escritor e fotógrafo espanhol é o responsável por este incrível vídeo.
A música é considerada a arte mais antiga e a mais primitiva de todas. Através do seu estudo podemos compreender a evolução do mundo e da cultura de cada povo.
O vídeo que lhe proponho que veja hoje, mostra a evolução da música desde o ínicio da humanidade, até aos dias de hoje. Mostra os instrumentos musicais, os ritmos e os estilos, desde as primeiras tribos, até à atualidade, mostrando até a criação das 7 notas musicais.
Assim, em sete minutos, passa pela música antiga, a clássica, o jazz, os blues, o rock, a metálica e a eletrónica.
Não deixe de ver, porque vale bem a pena!
O Retrato de Ricardina é uma novela de Camilo Castelo Branco. Sinopse: O Retrato de Ricardina retrata a sociedade portuguesa do século XIX, onde a mulher é discriminada e não possui os mesmos direitos que o homem.
Ricardina Pimentel é filha do Abade de Espinho, Leonardo Botelho de Queirós, que era um homem influente e poderoso, e de Clementina Pimentel.
Ricardina Pimentel apaixona-se por Bernardo Moniz que não possuía a mesma posição social que ela. Mas, estava prometida para casar com seu primo Carlos Pimentel. Por amor a Bernardo luta contra o seu pai e para não casar vai para o convento de Chagas em Lamego acompanhada pela mãe, que morre...
Resumidamente, O Retrato de Ricardina relata os amores de Ricardina Pimentel e de Bernardo Moniz.
Obra típica da criação camiliana, cujo herói é o amor. Retrato de mulher; retrato de uma época. A fidelidade recompensada, a dignidade da espera sem esperança - chaves de um "enovelado" enredo camiliano (como pode ver no vídeo abaixo que conta toda a história como se fosse um "cordel").