Assista a mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski que aborda exatamente a temática das calças.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante mais de 30 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo abaixo, Luciane Cachinski mostra-lhe quais são as 6calças que qualquer mulher elegante deve ter e que definitivamente não estão para sair de moda tão cedo. Independente de tendências estas 6 calças vão servir a mulher que quer estar bem vestida para qualquer compromisso!
Ó Lisboa das meigas Procissões! Ó Lisboa de Irmãs e de fadistas! Ó Lisboa dos líricos pregões… Lisboa com o Tejo das Conquistas, Mais os ossos prováveis de Camões! Ó Lisboa de mármore, Lisboa! Quem nunca te viu, não viu coisa boa…
Ai canta, canta ao luar, minha guitarra, A Lisboa dos Poetas Cavaleiros! Galeras doidas por soltar a amarra, Cidades de morenos marinheiros, Com navios entrando e saindo a barra De proa para países estrangeiros! Uns pra França, acenando Adeus! Adeus! Outros pras Índias, outros… sabe-o Deus!
Ó Lisboa das ruas misteriosas! Da Triste Feia, de João de Deus, Beco da Índia, Rua das Fermosas, Beco do Fala-Só (os versos meus…) E outra rua que eu sei de duas Rosas, Beco do Imaginário, dos Judeus, Travessa (julgo eu) das Isabéis, E outras mais que eu ignoro e vós sabeis. (…)
Mimicat (1984), é uma cantora e compositora portuguesa de música Pop e Soul. Venceu o Festival RTP da Canção em 2023 e representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção2023, com "Ai Coração".
Nasceu na Graça E em cada rua que passa Deixa as vizinhas em brasa Rebelde galã E chega e vem De sorriso malandro com raça Doce verão com fumaça Não é de ninguém Ai Agostinho Na beleza tem maldição Agostinho faz bem aos olhos Faz mal ao coração Ai Agostinho Na beleza tem maldição Agostinho faz bem aos olhos Mas faz mal ao coração Não tem cabelo Mas gosta do seu bigode Usa pente no bolso do peito A camisa tem quase decote Ah! Anda sozinho pra aí A fingir que não sabe que quase morri Puxou-me o tapete debaixo dos pés É o rei das matinés Ai Agostinho Na beleza tem maldição Agostinho faz bem aos olhos Faz mal ao coração Ai Agostinho Na beleza tem maldição Agostinho faz bem aos olhos Faz mal ao coração É famoso, misterioso É charmoso e vaidoso
Ponto fraco de qualquer mulher Ninguém sabe na verdade Bem a sua identidade Agostinho faz o que quer É famoso, misterioso É charmoso e vaidoso Ponto fraco de qualquer mulher Ninguém sabe na verdade Bem a sua identidade Agostinho sabe o que quer Ai Agostinho Na beleza tem maldição Agostinho faz bem aos olhos Faz mal ao coração Ai Agostinho Na beleza tem maldição Agostinho faz bem aos olhos Faz mal ao coração
António Lobo Antunes (1942 - 2026) foi um escritor e médico psiquiatra português.
Sinopse: «Um doloroso canto de uma mulher torturada» foi o ponto de partida para Comissão das Lágrimas, o novo livro de António Lobo Antunes. A mulher torturada foi Elvira (conhecida por Virinha), comandante do batalhão feminino do MPLA presa, torturada e morta na sequência dos terríveis acontecimentos de Maio de 1977 em Angola. Mas este é apenas um episódio num livro denso e sombrio sobre Angola depois da independência. António Lobo Antunes não quis fazer um livro documental ou uma reportagem «verídica» sobre o que se passou em Angola, antes usou a sua sensibilidade e o espantoso poder evocativo da sua escrita para falar sobre a culpa, a vingança, a inocência perdida.
Baseado em factos verídicos, Posto de Combate narra a história de 54 soldados dos EUA. Um drama de guerra, que se baseia na obra de não ficção "The Outpost: An Untold Story of American Valor", escrito por Jake Tapper.
Sinopse: No dia 3 de Outubro de 2009, um grupo de 400 rebeldes talibãs investem sobre um posto avançado de combate situado no distrito de Kamdesh (Afeganistão), uma região montanhosa e remota próxima da fronteira com o Paquistão, onde servem 53 soldados norte-americanos. O ataque, que se prolonga por 24 horas, faz também com que as autoridades afegãs percam contacto com mais de 90 polícias do país. Durante todo esse dia, os soldados lutam com bravura. Como consequência, cerca de 200 combatentes talibãs sucumbem ao tentar destruir a base, oito soldados norte-americanos são mortos e 27 ficam feridos. Contra todos os obstáculos, a unidade de soldados participou no mais sangrento combate americano da Guerra do Afeganistão. A Batalha de Kamdesh foi o único ato de bravura da Guerra do Afeganistão galardoado com a mais alta patente de valentia militar.
ATorre Milad (Milad Tower), também conhecida como aTorre de Teerão, tem 435 m e é a sexta torre mais alta do mundo e a 24ª maior estrutura independente do mundo. A construção da torre foi iniciada em 1997 e concluída após 11 anos, em 2008. É um edifício multifuncional localizado na capital do Irão.
A Milad Towertem uma base octogonal, simbolizando a tradicional arquitetura persa. Possui escadaria e elevadores para chegar ao topo e faz parte do Centro de Convenções Internacional de Teerão.
O projeto inclui restaurantes, torre de telecomunicações, hotel cinco estrelas, centro de convenções, um centro de comércio, e um parque de TI.
A sua antena possui 100 metros, a torre tem na parte superior 12 andares de metal e vidro, onde funcionam um restaurante panorâmico, uma galeria de arte e um terraço.
Ainda outro vídeo sobre a Torre Milad.
Na Torre de Teerão também se praticam desportos radicais.
OBolo Ópera (Gâteau Opéra) é um dos doces mais clássicos, refinados e técnicos da confeitaria francesa. Criado em Paris na década de 1950, é conhecido pela sua estrutura elegante, composta por camadas finas e precisas que alternam sabor intenso de café e chocolate. Esta é uma boa opção para quem não dispensa esta deliciosa combinação. Aliás, esta receita da gastronomia francesa traduz-se num intenso contraste entre o amargor do café e o rico sabor do chocolate.
Este bolo foi criado por Cyriaque Gavillon na famosa casa de confeitaria parisiense Dalloyau. A esposa do criador, Andrée Gavillon, batizou o bolo de "Ópera" em homenagem à Ópera Garnier de Paris, e diz-se que as camadas lembravam o palco da ópera ou os palcos dos dançarinos. Embora Dalloyau tenha popularizado o bolo, Gaston Lenôtre também reivindicou a invenção da sobremesa na década de 1960.
Tradicionalmente composto por sete camadas finas e harmoniosas, geralmente incluindo biscoito Joconde (um tipo de pão de ló leve feito com farinha de amêndoas, que é banhado em calda de café para manter a humidade e o sabor), ganachede chocolate intenso e creme de manteiga (buttercream) de café. Geralmente retangular, com uma glaçagem de chocolate espelhada no topo e a palavra "Ópera" escrita com chocolate. Para ser perfeito, deve ter entre 2,5 e 3 cm de altura, sendo servido em fatias finas.
Os componentes da Receita Tradicional, são: o Biscuit Joconde (massa de amêndoas crocante); Calda de Café (para embeber o biscoito); Buttercream de Café (que é um creme de manteiga com sabor a café); Ganache de Chocolate (chocolate intenso) e Glaçagem (cobertura de chocolate brilhante).
É uma sobremesa que exige técnica, tempo e paciência, sendo muitas vezes considerada uma das provas de fogo na alta confeitaria, popularizada em escolas como Le Cordon Bleu.
Cada garfada é uma experiência: o aroma intenso, o derreter suave na boca e o equilíbrio perfeito entre doçura e sofisticação.
Um doce que não é só sobremesa, é pausa, é prazer, é o sabor de um momento elegante.
A Torre Azadi ou Torre da Liberdade é um dos símbolos de Teerão. A torre, construída em 1971 por ocasião das comemorações dos 2 500 anos do Império Persa, foi chamada originalmente Shahyād, que significa "memorial dos reis". Passou a chamar-se Azadi "liberdade" a partir dos protestos que tiveram lugar em 12 de dezembro de 1978 que conduziriam à Revolução Islâmica de 1979. Esta Revolução transformou o Irão, até aí uma monarquia autocrática pró-Ocidente comandada pelo Xá Mohammad Reza Pahlevi, numa república islâmica teocrática sob o comando do aiatolá Ruhollah Khomeini.
A Torre foi concebida pelo arquiteto Hossein Amanat, que aos 24 anos apresentou o projeto vencedor do concurso realizado em 1966. A Torre Azadi combina os elementos arquitetónicos dos períodos Aqueménida e Sassânida e da arquitetura islâmica. Tem 45 m de altura e é inteiramente revestida por 25 000 placas de mármore branco de Isfahan. Um museu e várias fontes completam o conjunto.
A torre está situada no centro da Praça Azadi, cuja área é de 50 000 m². Nessa praça aconteceram as manifestações que conduziram à Revolução de 1979 e que transformaram o país numa ditadura islâmica teocrática.
Jogado em Trás-os-Montes e Alto Douro, oJogo da Silvaou Jogo dos Bilrosé jogado individualmente ou em equipa e num terreno plano.
Material: – 1 bola de madeira de fácil trabalho (principalmente pinho ou amieiro), mais ou menos redonda com o diâmetro da ordem dos 20 cm. – 9 bilros, normalmente de pinho, de forma cilíndrica com o comprimento da ordem dos 25 a 30 cm e diâmetro da ordem dos 4 cm, terminando uma das extremidades em forma cónica. – 1 bilro com a forma dos anteriores cujo comprimento é da ordem dos 30 a 35 cm e diâmetro de cerca de 5,5 cm.
Disposição dos bilros: Os 9 bilros são dispostos por forma a constituírem 3 linhas e 3 colunas com 3 elementos cada. O bilro maior, denominado "vinte", coloca-se separado dos restantes pouco mais ou menos no alinhamento e prolongamento da coluna central (sentido do lançamento) e deles separado cerca de 30 cm por um traço ou risco.
Local: Uma escavação no terreno, sensivelmente plana, formando uma meia cana com a largura aproximada de 90 cm e uma profundidade com cerca de 30 cm, encimada por uma pedra que limita o movimento da bola.
Como Jogar:
As equipas devem encontrar-se a uma distância dos bilros entre 6 a 8 metros, assinalada por dois pinos vermelhos. Um jogador de cada vez lança a bola, rolando-a pelo chão e tentando derrubar os bilros. Pelo derrube do bilro maior a equipa ganha 20 pontos e ganha 2 pontos por cada bilro pequeno, desde que este não ultrapasse o risco. Caso tal aconteça, o derrube vale 10 pontos. Ganha a equipa que fizer primeiro100 pontos.
A partida é constituída por 3 jogos: 1º, 2º e negra. O vencedor terá de ganhar dois destes jogos. Cada jogo vale 100 pontos.
Valores atribuídos: – 10 pontos. Só tem valor quando há bilros derrubados legalmente. – Bilro maior: 20 pontos. Tem valor sempre que tocado pela bola em qualquer sentido e direção.
– Restantes bilros: – se caem e não ultrapassam o risco (não livrar) que os separa do 20, têm o valor de 2 pontos. – Se caem e ultrapassam o risco (livrar) é-lhes atribuído a cada um 10 pontos. Estes bilros só têm valor quando tocados no sentido do lançamento.
O Foie Gras é uma especialidade gastronómica tradicional cuja produção está intimamente ligada à identidade culinária do Sudoeste de França. O Foie Gras é oficialmente reconhecido como parte do "Património Cultural e Gastronómico Protegido" daquele país.
A história conta que este pitéu se tornou uma especialidade com o "Pâté de Contades" inventado por um cozinheiro de Estrasburgo para um marechal de França e governador da Alsácia em 1778. Depois de se tornar uma instituição nas mesas reais no século XIX, o Foie Gras consolidou-se no sudoeste e tornou-se popular no país. É muito consumido no inverno e em datas festivas, como o Natal.
OFoie Gras é uma receita que tem gerado polémica no mundo inteiro, por causa da alimentação forçada de animais. Ainda assim carrega uma aura que evoca luxo e requinte. Juntamente com as trufas, o Foie Gras é considerado uma das maiores iguarias da gastronomia francesa.
Literalmente traduzido como "fígado gordo", este patê tem textura interessante que derrete suavemente na boca. Apesar de ser um prato sofisticado, é conhecido pelo seu sabor delicado e textura aveludada, o que o torna um verdadeiro tesouro para quem aprecia a alta gastronomia.
Um Foie Gras é simplesmente o fígado de um pato ou ganso adulto, saudável e robusto, criado segundo métodos tradicionais, e também em conformidade com as normas rigorosas definidas pela IGP para engordar os patos ou gansos com vista a produzir um fígado maior. Os patos ou gansos são especialmente alimentados com uma dieta rica em grãos.
O Foie Gras tradicionalmente é servido com acompanhamentos como figos, geleias de frutas ou pães frescos, criando uma sinfonia de sabores. Os críticos gastronómicos são unânimes na sua admiração pelo equilíbrio sublime dos sabores deste prato.
"Epifania" (Epiphany) é uma pintura surrealista criada por Max Ernst. Esta obra reflete o estilo inconfundível do artista, caracterizado por paisagens oníricas, figuras bizarras e texturas complexas, muitas vezes resultantes das suas técnicas inovadoras de frottage e grattage. A obra é notável pela atmosfera contemporânea e misteriosa.
Grattage é uma técnica de pintura surrealista inventada porMax Ernst em 1927. Consiste em raspar tinta fresca ou seca sobre uma tela para criar texturas, relevos e formas tridimensionais. Frequentemente associada à frottage, a técnica revela camadas inferiores de cor e é usada para criar efeitos aleatórios ou figurativos, sendo também utilizada no informalismo.
Max Ernst(1891/1976) foi um pintor e poeta alemão que se naturalizou norte-americano e, posteriormente, francês. Em 1922, mudou-se para França, onde conheceu André Breton e ingressou no movimento surrealista. Breton descrevia-o como o "mais magnífico cérebro assombrado" das artes, destacando a sua maestria na essência do Surrealismo.
A Tentação de Santo António - 1945
Durante a Segunda Guerra Mundial, Ernst fugiu para os Estados Unidos, retornando a França em 1948, quando se naturalizou francês. A sua obra inovadora, marcada por experiências com colagem, frottage e técnicas inusitadas, consolidou o seu impacto na arte moderna.
Uma das obras mais conhecidas de Max Ernest é A tentação de Santo António (1945) que é uma pintura a óleo surrealista que venceu um concurso para o filme "The Private Affairs of Bel Ami". A obra retrata a angústia do santo no deserto, cercado por criaturas fantásticas e bizarras num estilo onírico e de pesadelo, destacando-se pela mistura do fantástico com o real.
De várias cores, Lisboa com suas casas De várias cores, Lisboa com suas casas De várias cores… À força de diferente, isto é monótono. Como à força de sentir, fico só a pensar.
Se, de noite, deitado mas desperto, Na lucidez inútil de não poder dormir, Quero imaginar qualquer coisa E surge sempre outra (porque há sono, E, porque há sono, um bocado de sonho), Quero alongar a vista com que imagino Por grandes palmares fantásticos. Mas não vejo mais, Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras, Que Lisboa com suas casas De várias cores.
Sorrio, porque, aqui, deitado, é outra coisa. À força de monótono, é diferente. E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo.
Fica só, sem mim, que esqueci porque durmo, Lisboa com suas casas De várias cores.
Álvaro de Campos(Fernando Pessoa) - Poesias de Álvaro de Campos, 1934
AEncharcada é uma sobremesa tradicional do Alentejo de origem conventual. É muito apreciada pelo seu sabor doce e textura cremosa e suave.
Este doce simples e reconfortante, fácil de preparar, pode ser servido morno ou à temperatura ambiente.
A história da encharcada envolve, provavelmente, produtores de vinho e freiras. Diz-se que os primeiros clareavam o vinho usando claras de ovo, e as gemas (que não eram usadas) eram doadas às freiras, que os usavam de forma brilhante em diversos doces.
A receita remete-nos para a simplicidade e autenticidade da gastronomia alentejana. Onde a combinação dos ovos, com o leite e o açúcar é equilibrada com um toque de limão e canela. Podemos encontrar algumas variações regionais e pessoais na preparação desta sobremesa. Por exemplo, algumas receitas acrescentam pão alentejano, moído e demolhado em leite, e amêndoa ralada. Esta mistura é depois cozida numa calda de açúcar até ficar uma papa. Aliás, de acordo com algumas opiniões, o nome "encharcada" refere-se ao ato de "encharcar" o pão no preparado dos ovos, açúcar e leite. Muitas famílias têm as suas próprias versões da receita, que transmitem de geração em geração.
Existem diversos tipos de encharcada, umas mais húmidas e moles, outras mais secas, que até podem ser cortadas em fatias. As mais famosas são as feitas à moda do convento de Santa Clara, em Évora.
A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, desencadeando o mais grave conflito na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
Passaram-se exatamente 4 anos.
Para assinalar esta triste efeméride e homenageando este povo corajoso, sofrido e resiliente, não deixe de ouvir a Kalush Orchestraem Stefania(Vídeo oficial Eurovisão 2022).
O Segredo dos Seus Olhos (2009) é um filme realizado por Juan José Campanella. O roteiro foi escrito por Campanella e Eduardo Sacheri e é baseado no romance La Pregunta de sus Ojos, escrito por Sacheri.
Este filme recebeu prémios quer em Hollywood quer em Espanha. De salientar que recebeu o Oscar de Melhor Filme Internacional nos Oscares de 2010, tornando a Argentina o primeiro país da América Latina a ganhar o prémio duas vezes, sendo a primeira em 1985. Três semanas antes, tinha-lhe sido atribuído o prémio espanhol equivalente, o Goya de Melhor Filme Estrangeiro em Espanhol.
Em 2016, O Segredo dos Seus Olhos foi considerado pela crítica internacional como um dos 100 Melhores Filmes do Século XXI pela BBC.
Sinopse: Benjamin Esposito (Ricardo Darín) aposentou-se recentemente do cargo de oficial de justiça de um tribunal penal. Com bastante tempo livre, dedica-se agora a escrever um livro. Benjamin usa a sua experiência para contar uma história trágica, da qual tinha sido testemunha em 1974. Na época o Departamento de Justiça onde trabalhava foi designado para investigar o estupro e consequente assassinato de uma bela jovem. É desta forma que Benjamin conhece Ricardo Morales (Pablo Rago), marido da falecida, a quem promete ajudar a encontrar o culpado. Para tanto conta com a ajuda de Pablo Sandoval (Guillermo Francella), seu grande amigo, e com Irene Menéndez Hastings (Soledad Villamil), sua chefe imediata, por quem nutre uma paixão secreta.
Ouça o cantor brasileiro Silva em Virá (Videoclipe Oficial). "Virá" é uma canção sobre esperança, afeto e amor.
Lúcio Silva de Souza (1988), mais conhecido pelo nome artístico de Silva, é um cantor, compositor e músico multi-instrumentista brasileiro.
Ah, ah
'Cê faz que não vê, mas eu te vejo O corpo que fala sem querer Reflete no olhar igual ao espelho Te espero no claro amanhecer Se você quiser, você vai ver Não vai dar pra disfarçar a luz do sol, eu e você
Virar sobre o mar Pode ser muito bonito, nosso amor já vai raiar
Virar sobre o mar Pode ser muito bonito, nosso amor já vai raiar
Ah, ah, ah, nosso amor já vai raiar Ah, ah, nosso amor já vai raiar Ah, ah, nosso amor já vai raiarº
Ah, ah
'Cê faz que não vê, mas eu te vejo O corpo que fala sem querer Reflete no olhar igual ao espelho Te espero num claro amanhecer Se você quiser, você vai ver Não vai dar pra disfarçar a luz do sol, eu e você
Virar sobre o mar Pode ser muito bonito, o nosso amor já vai raiar Virar sobre o mar Pode ser muito bonito, nosso amor já vai raiar
Ah, ah, ah Nosso amor já vai raiar Ah, ah Nosso amor já vai raiar Ah, ah Nosso amor já vai raiar Ah, ah Nosso amor já vai
Ah, ah Nosso amor já vai raiar Ah, ah, nosso amor já vai raiar Ah, ah, nosso amor já vai raiar Ah, ah
Em cada esquina te vais Em cada esquina te vejo Esta é a cidade que tem Teu nome escrito no cais A cidade onde desenho Teu rosto com sol e Tejo
Caravelas te levaram Caravelas te perderam Nas manhãs da tua ausência Tão perto de mim tão longe Tão fora de seres presente
Esta é a cidade onde estás Como quem não volta mais Tão dentro de mim tão que Nunca ninguém por ninguém Em cada dia regressas Em cada dia te vais.
Em cada rua me foges Em cada rua te vejo Tão doente da viagem Teu rosto de sol e Tejo Esta é a cidade onde moras Como quem está de passagem
Às vezes pergunto se Às vezes pergunto quem Esta é a cidade onde estás Com quem nunca mais vem Tão longe de mim tão perto Ninguém assim por ninguém Manuel Alegre- Babilónia, 1983
Cantinflas(1911 - 1993) era o nome artístico do humorista, ator e comediante mexicano Mario Moreno.
Cantinflas protagonizou cerca de 49 filmes, destacando-se pela comédia social e habilidade linguística única ("cantinflear").
Alguns dos filmes notáveis que interpretou incluem, entre outros: "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (1956) onde desempenhou o papel de Passepartout, ganhando reconhecimento mundial; "Bombeiro Atómico" (1952); "Se eu fosse Deputado" (1952); O Grande Fotógrafo (1953); Pepe (1960); O Analfabeto (1961); Sua Excelência (1967); O Patrulheiro 777 (1978) e o último, "O Varredor" (1982).
A maioria dos seus filmes, especialmente na década de 50 e 60, foi realizada porMiguel M. Delgado, focando-se em personagens humildes que superavam situações através do seu carisma e sagacidade.
Para quem se lembra dos filmes de Mário Moreno "Cantinflas", aquele artista que vinha com as calças a meio do rabo, deixo-lhe aqui um cheirinho de alguns dos filmes que fez. Divirtam-se, e riam, que até ver ainda não pagamos imposto.
Em CantinflasO Analfabeto, Mario Moreno é um jovem analfabeto que recebe uma carta que lhe diz que herdou uma larga soma de dinheiro de um tio que falecera. Contudo, ele vai ter de aprender a ler, para conseguir perceber o que vem escrito na carta.
Já o vídeo "Festival de Cantinflas" (1939), realizado por Carlos Toussaint, é uma compilação de curtas-metragens que destaca os primeiros trabalhos de comédia de Mario Moreno "Cantinflas", em que atua em cenários variados desempenhando papéis como um taxista que não leva os passageiros ao seu destino ou um pugilista. Esta coletânea apresenta o início da icónica personagem, explorando o humor característico e o estilo único de Cantinflas no cinema mexicano inicial.
O Morgado e o Morgadinho são doces tradicionais, originários de Portimão e Silves, que representam a forte tradição algarvia da amêndoa.
São feitos à base de massa de amêndoa (amêndoa pelada e moída, açúcar, água), recheada com fios de ovos, ovos moles e doce de chila (gila) e cobertos por glacê.
A versão grande, decorada com pétalas e flores (ou formas de maçapão), é o "Morgado", enquanto a individual, com bolas prateadas, é o "Morgadinho".
O Morgado é, por vezes, moldado em forma de queijo, e a sua confecção reflete um saber artesanal antigo, passado de geração em geração.
Com forte influência conventual, são típicos de festas, casamentos, batizados e mesas de Natal, sendo o morgado de amêndoa um bolo de festas.
Vinhais é uma vila raiana portuguesa localizada em terras de Trás-os-Montes (Bragança) com tradições seculares que atraem inúmeros visitantes. Uma delas é o Dia dos Diabos e da Morteque é celebrado em Vinhais na Quarta-feira de cinzas.
Esta tradição secular é única em Portugal. As origens da mesma permanecem desconhecidas havendo, no entanto, diferentes interpretações que a situam nas celebrações dos Lupercais romanos, nas procissões da Quarta-feira de Cinzas, na Idade Média, ou mesmo por influência dos franciscanos do Convento de São Francisco de Vinhais, durante os séc. XVIII e XIX.
Durante a celebração um grupo de rapazes mascara-se de Diabo vestindo-se com um fato vermelho, a cara coberta com uma máscara vermelha e um cinto na mão; outros mascaram-se de Morte com um fato preto, a cara enfarruscada (pintada com cinza ou carvão) e carregando uma gadanha. A personagem da Morte, que é única, só sai na Quarta-feira de cinzas.
Os Diabos perseguem principalmente as raparigas. Saem a correr pelas ruas com um chicote e quando as apanham elas são levadas à pedra, onde as obrigam a ajoelharem-se para serem chicoteadas. Depois são obrigadas a recitar orações "pagãs":
"Padre-nosso, caldo grosso, carne gorda não tem osso, rilha-o tu que eu já não posso Salve Rainha, mata a galinha, põe-na a cozer, dá cá a borracha que quero beber."
A Morte, mais calma, anda pelas ruas silenciosamente. Quando a Morte encontra alguma pessoa obriga-a a ajoelhar-se e a beijar a gadanha que leva na mão. Ela é a única que pode entrar na igreja, interditada para os Diabos, onde se refugiam as raparigas, para as ir buscar e as entregar aos Diabos.
"Arerê" é um dos maiores sucessos da música brasileira do género axé, lançado em 1997 pela Banda Eva, com a voz de Ivete Sangalo.
Composta por Gilson Babilóniae Alaim Tavares, a música é um clássico de Carnaval, conhecida pelo refrão contagiante "Arerê, um lobby, um hobby, um love com você".
Assista agora à performance ao vivo da Banda Eva, comIvete Sangalo, cantando "Arerê".
As Filhós de Cabrela, o bêbedo ou brinhol, são os doces tradicionais de Carnaval de Montemor-o-Novo.
Cabrela é uma povoação portuguesa do município de Montemor-o-Novo, freguesia com 194,84 km² de área e 509 habitantes (censo de 2021), tendo, por isso, uma densidade populacional de 2,6 hab./km².
Foi vila e sede de concelho entre 1170 e o início do século XIX. Este era constituído apenas pela vila e tinha, em 1801, 892 habitantes.
Este doce típico do Carnaval esteve quase perdido no esquecimento. Há poucos anos recuperou-se a receita ancestral das Filhós de Cabrela que tem como ingrediente base a farinha e os ovos e depois uns toques de aguardente branca, azeite, manteiga, laranjas e mel (ou açúcar).
Com o apoio da Junta de Freguesia local, não só se recuperou a receita, como se candidatou o doce às 7 Maravilhas Doces de Portugal, chegando a finalista. A receita é feita 95% manualmente, o que lhe dá um toque estaladiço e um sabor inconfundível. Se quiser saber como se fazem estas Filhós é só clicar aqui e seguir abaixo a receita dos reis do Carnaval em Montemor-o-Novo.
Ingredientes: 250 g água 100 g erva-doce em grão 50 g banha 120 g sumo de laranja (2 unid. aprox.) 10 g azeite 50 g aguardente 25 g açúcar
"Accorda a gente ouvindo, na rua, as castanholas dos rapazes. De vez em quando passa ao longe, muito festiva, uma philarmonica de artistas. É o Carnaval, não ha que vêr. Estamos em pleno domingo gordo. E aqui mesmo, debaixo da janella, um garroche veio tocar buzina furiosamente. Parece um epigramma a nossa preguiça cheia de indiferença. A pe! a pé! até os gainachas nos fazem surriada. Já se sabe na visinhança que gostamos de levantar-nos tarde; portanto a visinhança aproveita a occasião para nos mandar uma bisca n'uma buzina. Que horas marca o relogio? Onze. Com efeito! a buzina teve razão. A pé! a pé! Abrimos a janella. Oh! santo Deus! que mal encarado dia! eu pesadão, ruas lamacentas. Adivinha-se frio lá fóra. Pois, senhores, os que gostam de divertir-se no carnaval vão ficar verdadeiramente codilhados com este domingo gordo. Pobres rapazes! Elles ainda querem iludir-se annunciando a festa com as suas castanholas, espantar O mau tempo com a buzina." Alberto Pimentel- Vida De Lisboa, 1900, pp. 115-116
que desfolhei a chuva para ti soltei o perfume da terra toquei no nada e para ti foi tudo
Para ti criei todas as palavras e todas me faltaram no minuto em que talhei o sabor do sempre
Para ti dei voz às minhas mãos abri os gomos do tempo assaltei o mundo e pensei que tudo estava em nós nesse doce engano de tudo sermos donos sem nada termos simplesmente porque era de noite e não dormíamos eu descia em teu peito para me procurar e antes que a escuridão nos cingisse a cintura ficávamos nos olhos vivendo de um só amando de uma só vida
Ouça João Gomes e Pabllo Vittar (Clipe Oficial) em Vira Lata.
"Vira-Lata" é uma música do cantor brasileiro João Gomes, que contou com a participação da cantora Pabllo Vittar. É a faixa de abertura do EP "Dois Lados".
Um Dia em Grande (ou Um Dia Especial) é um filme (1997) do género comédia romântica, realizado por Michael Hoffman e que conta no elenco com Michelle Pfeiffer, George Clooney, Charles Durning.
Sinopse: Melanie Parker (Michelle Pfeiffer), uma arquiteta, e Jack Taylor (George Clooney), um colunista de um jornal, encontram-se quando os filhos se atrasam e perdem um passeio da escola. A partir de então o que deveria ser um dia normal de trabalho, acaba por ser uma loucura de idas e vindas entre celulares, filhos e várias outras crises que ameaçam acabar com as carreiras dos dois em apenas 12 horas.
O Boeuf Bourguignon é um prato típico da gastronomia francesa, apreciado e preparado desde a Idade Média, que consiste em carne de vaca guisada em vinho tinto, com alguns vegetais e condimentos. Como o nome indica, é uma especialidade emblemática duma região da França, aBorgonha, pátria de vinhos célebres e também da raça charolesa de gado bovino, que são as indicadas para a elaboração desta iguaria.
Reza a história que esta receita foi, no passado, um prato muito apreciado pelos agricultores durante as festas. Comiam-no, sobretudo, com pão torrado esfregado com alho. Este prato acabou por se tornar um prato dominical por excelência. E cada família tinha a sua maneira de cozinhar o Borgonha e acompanhava-o com batatas ou puré.
Aprenda a fazer este prato clássico da culinária francesa, de ensopado de carne em vinho tinto que utiliza ingredientes de alta qualidade (cenouras, aipo, salsa, cogumelos, bacon, cebolas-miniatura, etc.), com a chefe brasileira Rita Lobo.
O Filho do Homem é uma pintura (1964) do pintor surrealista belga René Magritte (1898 -1967), produzida com tinta a óleo.
Magritte pintou-o como um auto-retrato. A pintura consiste num homem de chapéu-coco, em pé à frente de um pequeno muro, com o mar e um céu nublado ao fundo.
O rosto do homem é, em grande parte, ocultado por uma maçã verde pairando no ar. Apesar disso, os seus olhos podem ser vistos na borda da maçã.
René Magritte iniciou a sua carreira como designer de cartazes e anúncios. Em 1926, ao assinar um contrato com a Galeria la Centaure, em Bruxelas, passou a dedicar-se integralmente à pintura.
No ano seguinte, mudou-se para Paris e passou a integrar o grupo surrealista, tornando-se um dos principais expoentes do movimento. A sua obra desafiou a percepção da realidade pois é marcada por imagens enigmáticas e jogos visuais. Ainda que René Magritte tenha sido o principal nome do surrealismo na Bélgica, ele foi expulso do movimento em 1947 pelo escritor francês André Breton, seu fundador. Ao terminar a Segunda Guerra Mundial o pintor adoptou uma temática mais otimista, chamada por ele de "surrealismo em pleno sol", o que Breton achava pouco condizente com o seu manifesto.
como eu gostava de ser o terceiro corvo do teu emblema… estar implícita na tua bandeira negra e branca como tinta e papel como escrita e espaço!
Ser teu desenho tua nova lenda invenção deste século que já não inventa e se interroga: donde vieram estes corvos?
Como tu, Vicente, eu também não sou de cá não sou daqui não pertenço a esta terra e talvez nem sequer a este mundo…
Porém estou aqui nesta dolorosa praia lusitana cheia de um tumulto inútil que enegrece as tuas areias e polui o ventre do rio que os golfinhos há muito desertaram
E olhando as nuvens dedilhadas pelo vento sentindo a terna dor do teu sentir sentido peço-te, Lisboa: surge de novo bela reinventa a santidade perdida do teu emblema Ana Hatherly - Em Lisboa sobre o mar, Poesia 2001-2010
A Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes era um dos elementos mais enigmáticos e fotografados da cidade de Tomar, no centro de Portugal, destacando-se não só pela beleza arquitetónica como pela profunda ligação ao passado templário e ao Convento de Cristo. Inserida na vasta Mata Nacional dos Sete Montes - uma área verde de cerca de 39 hectares conhecida também como a Cerca do Convento - esta pequena construção tornou-se ao longo dos séculos num símbolo de mistério, contemplação e património renascentista.
A Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes é um templo em miniatura com uma planta cilíndrica e em pedra lavrada que evocava as torres-lanterna do Convento de Cristo. Com cúpula esférica era inteiramente construída em pedra de cantaria e ficava situada acima do nível da água de um tanque também circular, ao bordo do qual se liga através de uma ponte de pedra.
A obra foi desenhada no século XVI pelo arquiteto João de Castilho, uma das figuras centrais do Renascimento arquitetónico em Portugal, e funcionava como "Casa de fresco": um abrigo de descanso e meditação para os monges, protegido do calor e ligado à água por um tanque circular.
A passagem da tempestade Kristin pelo concelho e cidade de Tomar causou danos significativos na Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes, um dos elementos patrimoniais integrados naquele espaço histórico e natural.
Não deixe de ver agora os Jardins Históricos(da RTP) acerca da Mata Nacional dos 7 Montes e de como era a Charolinha.
E agora veja o que resta da Charolinha da Mata dos Sete Montes após a tempestade Kristin.