"Arerê" é um dos maiores sucessos da música brasileira do género axé, lançado em 1997 pela Banda Eva, com a voz de Ivete Sangalo.
Composta por Gilson Babilóniae Alaim Tavares, a música é um clássico de Carnaval, conhecida pelo refrão contagiante "Arerê, um lobby, um hobby, um love com você".
Assista agora à performance ao vivo da Banda Eva, comIvete Sangalo, cantando "Arerê".
As Filhós de Cabrela, o bêbedo ou brinhol, são os doces tradicionais de Carnaval de Montemor-o-Novo.
Cabrela é uma povoação portuguesa do município de Montemor-o-Novo, freguesia com 194,84 km² de área e 509 habitantes (censo de 2021), tendo, por isso, uma densidade populacional de 2,6 hab./km².
Foi vila e sede de concelho entre 1170 e o início do século XIX. Este era constituído apenas pela vila e tinha, em 1801, 892 habitantes.
Este doce típico do Carnaval esteve quase perdido no esquecimento. Há poucos anos recuperou-se a receita ancestral das Filhós de Cabrela que tem como ingrediente base a farinha e os ovos e depois uns toques de aguardente branca, azeite, manteiga, laranjas e mel (ou açúcar).
Com o apoio da Junta de Freguesia local, não só se recuperou a receita, como se candidatou o doce às 7 Maravilhas Doces de Portugal, chegando a finalista. A receita é feita 95% manualmente, o que lhe dá um toque estaladiço e um sabor inconfundível. Se quiser saber como se fazem estas Filhós é só clicar aqui e seguir abaixo a receita dos reis do Carnaval em Montemor-o-Novo.
Ingredientes: 250 g água 100 g erva-doce em grão 50 g banha 120 g sumo de laranja (2 unid. aprox.) 10 g azeite 50 g aguardente 25 g açúcar
"Accorda a gente ouvindo, na rua, as castanholas dos rapazes. De vez em quando passa ao longe, muito festiva, uma philarmonica de artistas. É o Carnaval, não ha que vêr. Estamos em pleno domingo gordo. E aqui mesmo, debaixo da janella, um garroche veio tocar buzina furiosamente. Parece um epigramma a nossa preguiça cheia de indiferença. A pe! a pé! até os gainachas nos fazem surriada. Já se sabe na visinhança que gostamos de levantar-nos tarde; portanto a visinhança aproveita a occasião para nos mandar uma bisca n'uma buzina. Que horas marca o relogio? Onze. Com efeito! a buzina teve razão. A pé! a pé! Abrimos a janella. Oh! santo Deus! que mal encarado dia! eu pesadão, ruas lamacentas. Adivinha-se frio lá fóra. Pois, senhores, os que gostam de divertir-se no carnaval vão ficar verdadeiramente codilhados com este domingo gordo. Pobres rapazes! Elles ainda querem iludir-se annunciando a festa com as suas castanholas, espantar O mau tempo com a buzina." Alberto Pimentel- Vida De Lisboa, 1900, pp. 115-116
que desfolhei a chuva para ti soltei o perfume da terra toquei no nada e para ti foi tudo
Para ti criei todas as palavras e todas me faltaram no minuto em que talhei o sabor do sempre
Para ti dei voz às minhas mãos abri os gomos do tempo assaltei o mundo e pensei que tudo estava em nós nesse doce engano de tudo sermos donos sem nada termos simplesmente porque era de noite e não dormíamos eu descia em teu peito para me procurar e antes que a escuridão nos cingisse a cintura ficávamos nos olhos vivendo de um só amando de uma só vida
Ouça João Gomes e Pabllo Vittar (Clipe Oficial) em Vira Lata.
"Vira-Lata" é uma música do cantor brasileiro João Gomes, que contou com a participação da cantora Pabllo Vittar. É a faixa de abertura do EP "Dois Lados".
Um Dia em Grande (ou Um Dia Especial) é um filme (1997) do género comédia romântica, realizado por Michael Hoffman e que conta no elenco com Michelle Pfeiffer, George Clooney, Charles Durning.
Sinopse: Melanie Parker (Michelle Pfeiffer), uma arquiteta, e Jack Taylor (George Clooney), um colunista de um jornal, encontram-se quando os filhos se atrasam e perdem um passeio da escola. A partir de então o que deveria ser um dia normal de trabalho, acaba por ser uma loucura de idas e vindas entre celulares, filhos e várias outras crises que ameaçam acabar com as carreiras dos dois em apenas 12 horas.
O Boeuf Bourguignon é um prato típico da gastronomia francesa, apreciado e preparado desde a Idade Média, que consiste em carne de vaca guisada em vinho tinto, com alguns vegetais e condimentos. Como o nome indica, é uma especialidade emblemática duma região da França, aBorgonha, pátria de vinhos célebres e também da raça charolesa de gado bovino, que são as indicadas para a elaboração desta iguaria.
Reza a história que esta receita foi, no passado, um prato muito apreciado pelos agricultores durante as festas. Comiam-no, sobretudo, com pão torrado esfregado com alho. Este prato acabou por se tornar um prato dominical por excelência. E cada família tinha a sua maneira de cozinhar o Borgonha e acompanhava-o com batatas ou puré.
Aprenda a fazer este prato clássico da culinária francesa, de ensopado de carne em vinho tinto que utiliza ingredientes de alta qualidade (cenouras, aipo, salsa, cogumelos, bacon, cebolas-miniatura, etc.), com a chefe brasileira Rita Lobo.
O Filho do Homem é uma pintura (1964) do pintor surrealista belga René Magritte (1898 -1967), produzida com tinta a óleo.
Magritte pintou-o como um auto-retrato. A pintura consiste num homem de chapéu-coco, em pé à frente de um pequeno muro, com o mar e um céu nublado ao fundo.
O rosto do homem é, em grande parte, ocultado por uma maçã verde pairando no ar. Apesar disso, os seus olhos podem ser vistos na borda da maçã.
René Magritte iniciou a sua carreira como designer de cartazes e anúncios. Em 1926, ao assinar um contrato com a Galeria la Centaure, em Bruxelas, passou a dedicar-se integralmente à pintura.
No ano seguinte, mudou-se para Paris e passou a integrar o grupo surrealista, tornando-se um dos principais expoentes do movimento. A sua obra desafiou a percepção da realidade pois é marcada por imagens enigmáticas e jogos visuais. Ainda que René Magritte tenha sido o principal nome do surrealismo na Bélgica, ele foi expulso do movimento em 1947 pelo escritor francês André Breton, seu fundador. Ao terminar a Segunda Guerra Mundial o pintor adoptou uma temática mais otimista, chamada por ele de "surrealismo em pleno sol", o que Breton achava pouco condizente com o seu manifesto.
como eu gostava de ser o terceiro corvo do teu emblema… estar implícita na tua bandeira negra e branca como tinta e papel como escrita e espaço!
Ser teu desenho tua nova lenda invenção deste século que já não inventa e se interroga: donde vieram estes corvos?
Como tu, Vicente, eu também não sou de cá não sou daqui não pertenço a esta terra e talvez nem sequer a este mundo…
Porém estou aqui nesta dolorosa praia lusitana cheia de um tumulto inútil que enegrece as tuas areias e polui o ventre do rio que os golfinhos há muito desertaram
E olhando as nuvens dedilhadas pelo vento sentindo a terna dor do teu sentir sentido peço-te, Lisboa: surge de novo bela reinventa a santidade perdida do teu emblema Ana Hatherly - Em Lisboa sobre o mar, Poesia 2001-2010
A Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes era um dos elementos mais enigmáticos e fotografados da cidade de Tomar, no centro de Portugal, destacando-se não só pela beleza arquitetónica como pela profunda ligação ao passado templário e ao Convento de Cristo. Inserida na vasta Mata Nacional dos Sete Montes - uma área verde de cerca de 39 hectares conhecida também como a Cerca do Convento - esta pequena construção tornou-se ao longo dos séculos num símbolo de mistério, contemplação e património renascentista.
A Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes é um templo em miniatura com uma planta cilíndrica e em pedra lavrada que evocava as torres-lanterna do Convento de Cristo. Com cúpula esférica era inteiramente construída em pedra de cantaria e ficava situada acima do nível da água de um tanque também circular, ao bordo do qual se liga através de uma ponte de pedra.
A obra foi desenhada no século XVI pelo arquiteto João de Castilho, uma das figuras centrais do Renascimento arquitetónico em Portugal, e funcionava como "Casa de fresco": um abrigo de descanso e meditação para os monges, protegido do calor e ligado à água por um tanque circular.
A passagem da tempestade Kristin pelo concelho e cidade de Tomar causou danos significativos na Charolinha da Mata Nacional dos Sete Montes, um dos elementos patrimoniais integrados naquele espaço histórico e natural.
Não deixe de ver agora os Jardins Históricos(da RTP) acerca da Mata Nacional dos 7 Montes e de como era a Charolinha.
E agora veja o que resta da Charolinha da Mata dos Sete Montes após a tempestade Kristin.
O certame é "muito antigo" e "remonta presumivelmente a meados do século XIX". Foi recuperado recentemente pelo atual executivo da União de Freguesias de Oliveira do Hospital e São Paio de Gramaços pois não quer "deixar morrer as tradições".
Tal como o nome sugere, nesta data, as mulheres "aperaltavam-se com os melhores fatos que tinham à época para se mostrarem também à sociedade". Com uma calendarização perto do Carnaval, a feira já se apresentava com uma forte componente de animação com a participação de grupos culturais.
Ao certame estiveram sempre ligadas as vertentes comercial, social e cultural, sob a forma de feira artesanal.
A feira costuma integrar na programação um desfile etnográfico, gastronomia, atividades culturais, animação de rua, artesanato e bicicletas antigas.
Na vertente gastronómica, é sempre servido o almoço, com destaque para os torresmos, "um prato tradicional da época".
Ouça "Minnesota" uma adaptação feita pela Marsh Family, de "San Francisco (Be Sure to Wear Some Flowers in Your Hair)".
Esta família a viver no Reino Unido postou esta música no seu canal do YouTube (Marsh Family Songs) e dedicou-a a ReneeGoode Alex Pretti em solidariedade.
Os autores desta adaptação esclareceram: "Esperamos que os cidadãos de São Francisco não se importem que adaptemos esta canção icónica (sobre a cidade deles, nos anos 60, no meio de protestos e acerca do movimento de contracultura) para abordar as tragédias dos últimos dias e semanas em Minneapolis. A música original foi escrita por John Phillips (do grupo "The Mamas & the Papas") e lançada pela primeira vez (cantada por Scott McKenzie) em 1967, alcançando o primeiro lugar no Reino Unido, Alemanha, Irlanda e Nova Zelândia."
Teve a sua estreia mundial no Festival South by Southwest em Austin, Texas, e foi indicado para o prémio Cinema Eye Honors de 2015 na categoria "Prémio Destaque".
O filme explora a "revolução fotográfica" no Afeganistão pós-Talibã, onde a fotografia era anteriormente proibida.
Sinopse: No final de 2012, Scarpelli e Bombach viajaram para o Afeganistão para filmar uma curta-metragem sobre fotógrafos.
Este projeto acabou por se transformar na longa-metragem Frame by Frame. O documentário que acompanha quatro fotojornalistas afegãos – Farzana Wahidy, Massoud Hossaini, Wakil Kohsar e Najibullah Musafar – que enfrentam dificuldades enquanto reportam durante a "revolução fotográfica" que ocorre na imprensa livre pós-Talibã.
É um olhar pessoal sobre a vida destes quatro fotógrafos afegãos que trabalham em locais onde a fotografia era anteriormente proibida pelo governo talibã, lutando para construir uma imprensa livre após décadas de censura e guerra.
O Mille-feuille ou Mil folhas é uma mistura de uma massa muito fina e crocante (massa folhada) e um creme de baunilha. A cobertura é uma fina camada de açúcar de confeiteiro. O nome significa literalmente "mil folhas", referindo-se ao grande número de finas camadas da massa folhada, que proporcionam uma textura muito leve. É uma sobremesa muito elegante e versátil.
OMille-feuille, ou mil-folhas, é uma clássica sobremesa francesa feita com três camadas de massa folhada intercaladas com creme de pasteleiro (ou creme de confeiteiro), coberta com açúcar em pó, muitas vezes com um padrão de chocolate.
Em Portugal, onde é muito popular, serve para denominar dois tipos de doce: inspirado no francês Mille-feuille e no Napoleão, de origem russa, criado em 1912 com clara influência da pastelaria francesa. Assim, pode ser chamado Napoleão, especialmente no Porto, com recheio de creme pasteleiro, natas e doce de ovos, ou Russo (com massa de claras). Este bolo em Lisboa chama-se Mil-Folhas.
No Brasil, é popular com creme de baunilha, doce de leite ou frutas, polvilhado com açúcar de confeiteiro.
Para um Mille-Feuille perfeito, siga a receita abaixo e sirva-o o mais breve possível após a montagem para garantir que a massa continue crocante.
O Sorriso das Estrelas (2008) é um filme do género romance, realizado por George C. Wolfe. Contou no elenco com Richard Gere, Diane Lane, Christopher Meloni e foibaseado no "best-seller" de Nicholas Sparks, é a história de um homem e de uma mulher que se encontram num fim-de-semana que mudará as suas vidas para sempre.
Sinopse: Adrienne (Diane Lane) tem a sua vida num verdadeiro caos e resolve então tentar encontrar alguma paz de espírito para resolver os seus problemas na pousada da sua melhor amiga, na pequena cidade costeira de Rodanthe, na Carolina do Norte. Aí, espera conseguir repensar os conflitos que a rodeiam: o marido que lhe pediu que regressasse a casa e a filha adolescente que contraria e discute todas as suas decisões. Durante esse fim-de-semana, o único hóspede da pousada será o Dr. Paul Flanner (Richard Gere), um médico que enfrenta uma terrível crise de consciência. Uma tempestade que se aproxima de Rodanthe, vai aproximar Adrienne e Paul, que descobrem conforto um no outro. E o fim-de-semana transforma-se num momento mágico em que é possível acreditar que, às vezes, a vida nos oferece uma segunda oportunidade. Uma oportunidade que mudará as suas vidas para sempre.
"O Sorriso das Asas Flamejantes", é uma obra-prima surrealista de Joan Miró! Cores vibrantes, formas oníricas e a essência da arte catalã.
Este quadro de Miró foi realizado em 1953. Na pintura distinguem-se os elementos e figuras mais reconhecíveis de Miró. Tais como linhas pretas, grandes círculos de cor e as curiosas formas redondas e linhas de simplicidade infantil.
O título da obra ajuda o observador a entender o sentimento do pintor ao compor este quadro; elementos como o sorriso e as asas de fogo só podem ser distinguidos através de uma mentalidade simples, da qual Miró fazia uso prolífico.
Joan Miró (1893 - 1983) foi um reconhecido pintor, escultor, gravador e ceramista surrealista. Quando viveu em Paris, teve contacto com importantes correntes modernistas, como o fauvismo e o dadaísmo, que influenciaram a sua trajetória artística.
Na década de 1920, aproximou-se do movimento surrealista, conhecendo figuras como André Breton, seu fundador. A partir de então, adotou uma estética mais lúdica, repleta de símbolos que remetiam para a fantasia. Miró participou na primeira exposição surrealista em 1925 e construiu uma carreira marcada pela experimentação e pela originalidade.
Joan Miró criou a sua própria linguagem artística e retratou a natureza da forma como faria o homem primitivo ou uma criança. Foi um dos mais destacados representantes do Surrealismo e a sua obra, profundamente enraizada na identidade catalã e ao mesmo tempo aberta às vanguardas internacionais, marcou um ponto de viragem entre a figuração e a abstração.
No fim da década dos anos 30, quando eclodiu a Guerra Civil Espanhola (1936-1939), Miró estava em Paris, e sua produção artística foi fortemente influenciada pelos horrores da guerra. É dessa época, The Ladder of Escape (1939).
Through the winter’s ice and cold Down Nicollet Avenue A city aflame fought fire and ice ‘Neath an occupier’s boots King Trump’s private army from the DHS Guns belted to their coats Came to Minneapolis to enforce the law Or so their story goes Against smoke and rubber bullets By the dawn’s early light Citizens stood for justice Their voices ringing through the night And there were bloody footprints Where mercy should have stood And two dead left to die on snow-filled streets Alex Pretti and Renee Good
Oh our Minneapolis, I hear your voice Singing through the bloody mist We’ll take our stand for this land And the stranger in our midst Here in our home they killed and roamed In the winter of ’26 We’ll remember the names of those who died On the streets of Minneapolis
Trump’s federal thugs beat up on His face and his chest Then we heard the gunshots And Alex Pretti lay in the snow, dead Their claim was self defense, sir Just don’t believe your eyes It’s our blood and bones And these whistles and phones Against Miller and Noem’s dirty lies
Oh our Minneapolis, I hear your voice Crying through the bloody mist We’ll remember the names of those who died On the streets of Minneapolis
Now they say they’re here to uphold the law But they trample on our rights If your skin is black or brown my friend You can be questioned or deported on sight
In chants of ICE out now Our city’s heart and soul persists Through broken glass and bloody tears On the streets of Minneapolis
Oh our Minneapolis, I hear your voice Singing through the bloody mist Here in our home they killed and roamed In the winter of ’26 We’ll take our stand for this land And the stranger in our midst We’ll remember the names of those who died On the streets of Minneapolis We’ll remember the names of those who died On the streets of Minneapolis
António Chainho(1938 - 2026) foi um guitarrista e compositor português, reconhecido internacionalmente, considerado um embaixador da guitarra portuguesa. Com espetáculos em Espanha, França, Estados Unidos da América, Inglaterra, Brasil, Suécia, entre outros, António Chainho teve a possibilidade de atuar a solo e de participar em grandes eventos internacionais, ao lado dos maiores solistas do mundo, como Paco de Lucia, John Williams.
O músico e compositor português faleceu no dia em que completava 88 anos.
Esta data é celebrada pela igreja católica, homenageando as obras de um dos santos mais importantes do catolicismo: São Tomás de Aquino(1225-1274).
Este Santo é conhecido por ser o padroeiro das escolas públicas, professores e estudantes. Tomás de Aquino foi um notável professor de teologia e filosofia, além de poeta.
São Tomás de Aquino também é considerado um dos primeiros a representar a escolástica (que concilia a fé cristã com pensamento racional), além de ter sido fundador da "escola tomista".
e um conjunto de casas rústicas típicas, designadas por cardenhas, muitas delas restauradas, mantendo a traça original, e que foram adaptadas para turismo.
As cardenhas são pequenos abrigos rústicos de pedra, típicos das zonas de montanha no norte de Portugal (como as serras da Peneda-Gerês), usados tradicionalmente pelos pastores durante a transumância. Estruturas de granito com dois pisos - o inferior para o gado e o superior para habitação - constituem o núcleo das "brandas", como a famosa Branda de Santo António de Vale de Poldros.
Vales da era glaciar, mamoas pré-históricas e abelhas mansas são apenas alguns dos aspetos que tornam única a aldeia de Branda da Aveleira, no distrito de Viana do Castelo. A paisagem ainda preserva efeitos das transformações geológicas a que o planeta foi sujeito há mais de 10.000 anos, como é visível no desenho dos seus vales, e também guarda indícios dos primeiros habitantes do território, como os que aí ergueram a bem preservada Mamoa do Batateiro. Uns dias de descanso na aldeia proporcionam um regresso às tradições agrícolas e culturais e momentos de total relaxamento.
Cardenha
Nesta zona não faltam sugestões de percursos pedestres: percorra o Trilho megalítico que o levará ao Dólmen do Batateiro; o Trilho da Aveleira, percurso de montanha; ou o Trilho da Peneda, entre o Povoamento da Peneda e a Branda da Bouça dos Homens. Desvende os vestígios glaciários na Serra da Peneda e aventure-se à descoberta do lago da Peneda, no cume da serra com o mesmo nome. Como se isto não bastasse não deixe de provar a saborosa gastronomia local, da qual se destacam a broa de milho, o fumeiro e o cabrito à moda da Serra. Se quer conhecer melhor as tradições culturais de Branda da Aveleira, não deixe de a visitar no mês de junho, quando se realiza a Feira do Gado.
Quer apostar num look fácil e estiloso? Então não se esqueça das botas de cano curto.
Os looks com botas de cano curto são uma escolha certeira para quem busca conforto e estilo.
Assista agora a mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski que aborda exatamente esta temática.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante mais de 30 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Estas botas de cano curto encaixam na maioria dos looks! E, por incrível que pareça, podem ser usadas quer nos dias mais frios quer nos dias um pouco mais quentes! Inspire-se nos looks com botas de cano curto que o vídeo abaixo lhe propõe e aprenda a combinar esta tendência em todas as ocasiões. No vídeo pode ver como este calçado lhe facilita a vida e a criação de novos looks!
Os Moletinhos do Dia de S. Vicente, também conhecidos como Arrufadinhas, são um doce tradicional português, especialmente popular em Braga.
Este doce foi criado entre finais do séc. XIX e inícios do séc. XX. Trata-se de um doce festivo, de romaria, comido por tradição nas festas deS. Vicente, a 22 de janeiro, em homenagem à Senhora das Candeias, e no dia 19 de março, pelas festas de S. José, celebrando o Dia do Pai.
Por altura das romarias, nas paróquias de S. Vicente, ede S. José de S. Lázaro é comum observar-se vários vendedores de Moletinhos junto às igrejas.
São bolinhos de massa levedada, cobertos com açúcar, que fazem parte da tradição bracarense.
Moletinhos de São Vicente
Ingredientes:
Para a Massa
500 g Farinha de Trigo sem fermento (T55)
2 Ovos
115 g Açúcar branco
14 g Fermento de padeiro, seco
200 ml Natas
100 g Leite
Sal, pitada
2 c. sopa Vinho do Porto
Para Polvilhar
1 Gema de ovo
2 c. sopa Leite
Açúcar q.b.
Preparação da Massa 1. Comece por colocar a farinha, o sal, o fermento e o açúcar na batedeira. 2. Amasse um pouco para envolver tudo. 3. De seguida junte os ingredientes líquidos: ovos, leite, natas e vinho do Porto. 4. Amasse bem até que a massa se liberte das paredes da taça, sendo que se for necessário, junte um pouco mais de farinha. 5. Quando a massa estiver lisa, mude-a para a bancada enfarinhada e amasse-a por uns minutos. 6. Transfira a massa para uma taça enfarinhada, tapando a taça com película aderente. 7. Deixe a massa repousar até dobrar de volume, durante 2 a 3 horas. 8. Prepare uma forma ou pirex, forrando-a com papel vegetal. 9. Quando estiver bem levedada, vá retirando pequenas porções de massa da taça, para moldar bolinhas, que deve apertar e formar bem, pois ajuda depois a crescer. 10. Coloque as bolinhas, lado a lado, encostadas, até preencher toda a forma. 11. Tape a forma com película aderente e coloque-a no frigorífico por pelo menos 12 horas. Deixe de um dia para o outro.
Cozer os Moletinhos S. Vicente 12. No dia, retire a forma com a massa do frio e deixe-a levedar durante 1 hora em local quente. 13. Entretanto ligue o forno a 180ºC. 14. Finda a hora de levedação, pincele a massa com uma mistura de gema e leite e polvilhe com açúcar. 15. Leve a cozer ao forno já quente, por aproximadamente 40 minutos, fazendo o teste do palito antes de as retirar. 16. Espere um pouco que arrefeçam antes de os servir e comer.
Os Moletinhos podem ser consumidos quentes ou frios. São ideais para tomar com café, chá ou vinho do Porto.
O Parque Florestal de Monsanto situa-se na Serra de Monsanto, no concelho de Lisboa e nasceuhácerca de 90 anos. Tem uma área de 1000 hectares, integrando o território de sete freguesias: Benfica; São Domingos de Benfica; Campolide; Campo de Ourique; Belém; Ajuda e Alcântara.
É o principal pulmão da capital portuguesa, o maior parque florestal português e um dos maiores europeus. Inclui espaços lúdicos que proporcionam aos habitantes e visitantes várias atividades, tais como desportos radicais, caminhadas, atividades ao ar livre, trilhos de btt-enduro, peças de teatro, concertos, feiras, exposições, e vistas únicas sobre a cidade de Lisboa e concelhos limítrofes, o estuário do rio Tejo e o oceano Atlântico.
O Visconde Cortado ao Meio é um livro do escritor italiano de Italo Calvino.
Sinopse: Na guerra entre a Áustria e a Turquia de 1716, o visconde Medardo de Terralba é atingido no peito por uma bala de um canhão turco, e o que regressa a casa é apenas uma metade sua.
Este início cruel desencadeia uma fábula cadenciada como um bailado, na qual em redor do meio-visconde se movimentam e afadigam indivíduos mais reduzidos a metade do que ele: o doutor Trelawney, cuja ciência negligencia os seres humanos, o carpinteiro Pedro Prego, que constrói engenhos admiráveis tentando não pensar que são forcas, o moralismo abstrato dos refugiados huguenotes, o hedonismo decadente do asilo de leprosos.
Uma história fantástica que é também uma reflexão alegórica da condição do homem contemporâneo, sempre «alienado», mutilado, incapaz de alcançar a integridade, a completude. As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, que este Visconde Cortado ao Meio inicia; seguem-se-lhe O Barão Trepador e O Cavaleiro Inexistente.
Os 6 erros de moda mais comuns incluem usar roupa interior à mostra, escolher tamanhos errados (muito justos ou largos), não passar ou cuidar mal da roupa (amarrotada/velha), usar sapatos sujos ou desconfortáveis, ignorar o cuidado com a pele e exagerar em acessórios ou tendências passageiras, comprometendo a elegância e a imagem pessoal.
Por exemplo: roupas muito apertadas evidenciam o que não queremos, e peças muito largas dão um ar desleixado; é fundamental que a roupa caia de forma perfeita; já uma pele desidratada ou uma maquiagem pesada pode prejudicar o look, mesmo com roupas caras; hidratar e cuidar da pele é essencial para uma boa aparência.
Assista agora a mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski que aborda exatamente esta temática.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante mais de 30 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
No vídeo abaixo, Luciane Cachinski mostra-lhe quais são os 6 erros de moda que deve evitar.
A Persistência da Memória (1931) ou os "Relógios fundidos" é uma das mais famosas obras de Salvador Dalí. Esta pintura apresenta a surrealista imagem da fusão de um relógio de bolso. A interpretação geral do trabalho é a de que o relógio é, incansavelmente, o pressuposto de que o tempo é rígido ou determinista, e neste sentido é apoiado por outras imagens, no trabalho, tais como a vasta expansão da paisagem e de formigas a voar a devorar os outros relógios.
Salvador Dalí(1904 - 1989), nascido na região da Catalunha, Espanha, é o maior símbolo da pintura surrealista mundial.
Aliás, Dalí costumava afirmar: "A única diferença entre mim e os Surrealistas é que Eu sou o Surrealismo".
O trabalho de Dalíchama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica.
O estilo extravagante, tanto na maneira de se vestir quanto nas suas aparições públicas, fez dele um ícone pop da arte moderna.
Ao longo da carreira, Dalí criou mais de 1.500 quadros, além de ilustrações para livros, litografias, cenografias teatrais, desenhos, esculturas e diversos outros projetos artísticos.
numa deriva de quem tudo olha de viés: esvaído, o boi no gancho, ou o outro vermelho que te molha.Sangue na serradura ou na calçada, que mais faz se é de homem ou de boi? O sangue é sempre uma papoila errada, cerceado do coração que foi.Groselha, na esplanada, bebe a velha, e um cartaz, da parede, nos convida a dar o sangue. Franzo a sobrancelha: dizem que o sangue é vida; mas que vida?
Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui, na terra onde nasceste e eu nasci? Alexandre O’Neill- De Ombro na Ombreira, 1969