segunda-feira, junho 25, 2018

Palavras de Origem Portuguesa Espalhadas Pelo Mundo

Quando pensamos em estrangeirismos, geralmente lembramo-nos de palavras de origem inglesa ou francesa que utilizamos na nossa língua. Mas quem pensa que apenas os anglo-saxónicos e os franceses influenciaram as restantes línguas, por todo o mundo, está completamente errado. O nosso idioma é bastante prolífico e também tem exportado palavras para outros idiomas.
Aqui vão algumas palavras de origem portuguesa utilizadas na língua inglesa:

1.  Zebra
A palavra zebra foi inventada pelos portugueses, quando os descobridores começaram a explorar África e se depararam com estes animais exóticos.

2. Mosquito
A palavra mosquito surgiu porque este inseto faz lembrar uma pequena mosca, tendo assim sido designado tanto em português como em espanhol. Posteriormente este termo foi adoptado nos países de língua anglo-saxónica.

3. Albatross
A palavra Albatross é também de origem lusitana, porque deriva de albatroz
que é o nome deste pássaro, em português.

4. Fetish
Fetish, em inglês, é uma palavra marota, mas teve origem portuguesa, já que proveio da palavra feitiço e que viria mais tarde a ser adaptada pelos franceses para fétiche.

5. Auto-da-fé
Esta palavra é por vezes utilizada exactamente como está acima escrita, nos países de língua inglesa, para descrever um dos episódios mais vergonhosos da História, a Inquisição.

6. Embarass
A palavra embaraçar,do nosso idioma, deu origem ao embarrass, em inglês.

7. Verandah:
Neste caso, a língua inglesa utilizou a fonética da nossa palavra e alterou-a “ligeiramente” para designar varanda ou alpendre.

Agora palavras de origem portuguesa utilizadas na língua espanhola:

1. Caramelo
2. Alecrín (Alecrim)
3. Jangada
4. Lancha
5. Ostra
6. Perca
7. Mandarín (Mandarim)
8. Barroco
9. Chato
10. Mimoso
11. Enfadar
12. Placentero  (Prazenteiro)

Também há palavras de origem portuguesa utilizadas na língua francesa:

1. Albatros (Albatroz)
2. Bambou (Bambú)
3. Baroque (Barroco)
4. Caste (Casta)

E ainda palavras de origem portuguesa utilizadas na língua japonesa:

1. Igirisu
Esta palavra quer dizer Inglês e ainda Reino Unido, em japonês, e advém do nosso primeiro contacto com aquela civilização há vários séculos.

2.  Biidoro
Biidoro tem uma fonética semelhante a vidro, palavra que exportamos para o país do sol nascente.

3.  Furasuko
Como pode uma palavra tão bizarra ter origem portuguesa? É fácil, tente ler mais rápido. Furasuko provém da palavra portuguesa frasco, algo também feito de vidro, ou deveríamos dizer “Biidoro”?

4.  Botan
A palavra japonesa "Botan" derivou da palavra botão em português.

5.  Marumero
A palavra japonesa "marumero" veio da palavra marmelo em português.

6.  Pan
Os japoneses não devem dizer “pan nosso de cada dia”, mas a verdade é que "pan" derivou da palavra pão em português.

7.  Pandoro
Ainda sem fugir do pão, os japoneses usam a palavra "pandoro", com origem no nosso vocabulário, para designar pão-de-ló (ou Kasutera ou Bolo Castela)
E ainda:
8. Arukoru (álcool)
9. Bateren (padre)
10. Bidama (berlinde)
11. Birodo (veludo)
12. Bouro (bolo)
13. Buranko (balanço)
14. Iruman (irmão)
15. Jouro (jarro)
16. Kapitan (capitão)
17. Kappa (capa)
18. Karuta (carta)
19. Kirisuto (cristo)
20. Koppu (copo)
21. Kurusu (cruz)
22. Rozario (rosário)
23. Sabato (sábado)
24. Shabon (sabão)
25. Shoro (choro)
26. Shurasuko (churrasco)
27. Tabako (tabaco)
28. Arigato - Obrigado (de acordo com alguns linguistas esta palavra não é de origem portuguesa)
29. Karusan - Calção  
30. Waca - Vaca 
31. Mamaredo - Marmelada 
32. Kantera - Cadeira 
33. Banko - Banco 
34. Mikero - Miguel 
35. Isaberina - Isabelinha  
36. Chawan – Chávena 
37. Kimono – Quimono
38. Judo – Judo
39. Katana - Catana

E ainda no calão:

40. Sakana (peixeiro) – Sacana (em português, espertalhão, malandro, sem caráter – insulto)

domingo, junho 24, 2018

E Viva São joão

O São João do meu nordeste
melhor São João do Brasil
em trajes de cores mil
o nosso povo se veste
sob o belo azul celeste
é junho, mês de alegria
fogueiras, fogos, folia
Antônio, João, Pedro santos
juninos, festas, encantos
herança da liturgia
Sempre o melhor do Brasil
também o melhor do mundo
fiz um estudo fecundo
vi nosso povo gentil
brincar. Adulto, infantil:
em festa. Então comparei
e vi. O nordeste é o rei
do São João. É sem igual
da Rússia até Portugal
e Américas. Confirmei.
É Santo Antônio o primeiro
é treze, lembre, o seu dia!
Solteira faz simpatia
pro santo casamenteiro
se quer arranjar parceiro!
Em vinte e quatro, o São João
- eis a maior atração! -
O São Pedro é vinte e nove
se nunca viu, venha e prove
e se vem… dance o baião!
Com os seus chapéus de palha
camisas quadriculadas
com as calças remendadas
quem pode já se agasalha
pois bom namoro não falha!
Vestidas de chita, vêm
chapéus de palha também
se enfeitam bem as mulheres
o charme excede de ampères
não fica triste ninguém!

Viva o São João, viva a festa
com toda nossa alegria
forró que amanhece o dia
o coco se manifesta
baião que o recinto infesta
tem o samba de latada
xaxado, festa animada
é para ouvir ou dançar
melhor à luz do luar
o amado com a sua amada!
Eu vou dançar a “Quadrilha”
que é o melhor do São João
ao som de um acordeão
vem “Olha a cobra”, “olha a trilha”
eu olho um olho que brilha
“troca a dama”, “anarriê”
tem “tur” e tem “returnê”
tem o casório matuto
com seu ritual poluto
agora é só “balançê”
Esse é o tempo da colheita
de milho verde há fartura
que é a essência da feitura
para um manjar que deleita
canjica sempre bem feita
pamonha da boa tem
pé de moleque, xerém
o bolo Souza Leão
tem “Pê-É” na certidão!
Dá pra listar mais de cem!
Tem a broa de fubá
o bolo de amendoim
batata doce, quindim
arroz doce, mungunzá
cuscuz, coco, vatapá
cocada e tem bom-bocado
tapioca, queijo assado
pipoca e bolo de milho
paçoca, doces, sequilho
coalhada, mel, bem-casado
Mais de dois mil anos faz
em vinte e quatro de junho
escritos são testemunho
as duas primas carnais
a que deu a luz em paz
a João Batista: Isabel
manda a notícia à fiel
amiga. Pela fogueira
acesa. Foi a maneira:
o fogo brilhou no céu!
A mãe – Maria – de Cristo
e a mãe de João, Isabel
assim inspiram novel
costume alegre e benquisto
agora (e sempre) por isto
fogueira expõe tradição
nas festas de um bom São João
em todo o nosso nordeste
pra que o povo manifeste
seu júbilo e animação
Bahia e Maranhão
cercando o nordeste em peso
com seu alto astral aceso
para as festas do São João
cantores da região
e bandas no Centro Histórico
alegre de Salvador
que faz seu show alegórico
quadrilhas, tudo em primor
feliz nosso mês folclórico!
O bumba-meu-boi, zebu
em São Luiz, popular
folguedo, povo a brincar!
Sergipe, Forró-Caju
é festa em Aracaju
tem busca-pé em Estância.
No São João em abundância
do Vale do Jaguaribe
quando o Ceará exibe
quadrilhas com elegância!
Ao ar livre em Mossoró
no São João se comemora
a pisa – à bala – sonora
dada em Lampião sem dó
e por isso haja forró!
As festas em Alagoas
são calmas, com belas loas!
E no Piauí, São João
com fé para a oração
felizes vão as pessoas!
Campina Grande junina
maior São João deste Mundo
primeiro é – ou segundo
com vinte metros acima
a enorme fogueira anima!
Trem do Forró tem também
de pífanos, bandas tem
balões, fogos, maravilhas
mais de trezentas quadrilhas
Campina, São João, amém!
Caruaru, tradição
maior do planeta Terra
diz-se o primeiro, não erra
vá lá dançar o baião
Caruaru no São João
eis a pátria do forró
Caruaru, tem xodó
mais de mil bacamarteiros
e trios de forrozeiros.
Monarca, Rei, Faraó!
Cardápio à base de milho
música boa, forró
o turismo à pão-de-ló
o nosso São João é brilho
com “Trem do Forró” no trilho
não há festa sem você!
Paixão: – quem ouve, quem lê -
Cordel, a literatura!
São João é beleza pura!
“Olha o túnel”! “balancê”!!!
João Alderney

sábado, junho 23, 2018

Prece a S. João


Hoje, véspera de S. João, oiça a Lenita Gentil e a Joana Correia em Prece a S. João.
O autor da letra e da música é Resende Dias.
Agora a Joana Correia.
Novmente a Lenita Gentil.

sexta-feira, junho 22, 2018

Junho: Mês de São João

Mês de junho é só de festa
De forró, xote e xaxado
De pamonha e milho assado
De culinária que presta
Porém a gente detesta
Quando ouve pancadão
Arrocha, axé, pagodão
Trio elétrico e carnaval
Nesse mês especial
Deixe junho pro São João.

Festa junina arretada
Tem que ter bom sanfoneiro
Trianguista e zabumbeiro
Num palco ou numa latada
Só não pode ter zoada
De cantor de palavrão
Letras de baixo calão
Gritaria e berra- berra
Nesse mês só pé-de- serra
Deixe junho pro São João.


Se eu pudesse não tocava
A música de Tiaguinho
Também Zeca Pagodinho
Psirico não cantava
O som que a gente escutava
Era só xote e baião
Tocado por Gonzagão
Zé Calixto e Abdias
E durante os trinta dias
Junho era pro São João

Se eu pudesse decretava
O mês inteiro junino
Só o forró genuíno
Em toda rádio tocava
O “Safadão” não cantava
A “Novinha vai no Chão”
Nem eu via a multidão
Entoando a “Muriçoca”
“Pica ,pica, soca, soca”
Não tocava no São João

Ninguem ouviria Ivete
Nem banda de fuleragem
Não havia tietagem
Pra Bel Marques ou Chiclete
Teria muita tiete
Entoando uma canção
Que falasse de Sertão
De seca, chuva e neblina
E aqui em Petrolina
Junho era só São João.
Paulo Robério

quinta-feira, junho 21, 2018

No Entardecer dos Dias de Verão

No entardecer dos dias de Verão, às vezes,
Ainda que não haja brisa nenhuma, parece
Que passa, um momento, uma leve brisa...
Mas as árvores permanecem imóveis
Em todas as folhas das suas folhas
E os nossos sentidos tiveram uma ilusão,
Tiveram a ilusão do que lhes agradaria...
Ah, os sentidos, os doentes que vêem e ouvem!
Fôssemos nós como devíamos ser
E não haveria em nós necessidade de ilusão ...
Bastar-nos-ia sentir com clareza e vida
E nem repararmos para que há sentidos ...
Mas graças a Deus que há imperfeição no Mundo
Porque a imperfeição é uma cousa,
E haver gente que erra é original, E haver gente doente torna o Mundo engraçado.
Se não houvesse imperfeição, havia uma cousa a menos,
E deve haver muita cousa
Para termos muito que ver e ouvir ...
Alberto Caeiro (Heterónimo de Fernando Pessoa) - O Guardador de Rebanhos - Poema XLI 

quarta-feira, junho 20, 2018

14 Mentiras Que Pensamos Serem Verdadeiras !

1 - A CAPA DO TOUREIRO É VERMELHA PARA IRRITAR O TOURO:
É MENTIRA!
O touro não vê cores, a verdade é que os olhos dele não têm as células que captam as cores (cones). Sendo assim, não é a cor que deixa o touro irritado, mas sim a maneira como o toureiro movimenta o pano.

2 - BEBER ÁGUA COM AÇÚCAR ACALMA:
É MENTIRA!
A mistura não tem uma função calmante, muito pelo contrário. Ao tomá-la  estará a  beber uma fonte de energia. Sendo assim, a receita só funcionará se a pessoa estiver sem comer há muito tempo, e a água com açúcar matará a fome.

3 - OS SAPATOS DA CINDERELA SÃO DE CRISTAL:
É MENTIRA!
Originalmente os sapatos da Cinderela eram feitos de pele de esquilo. Acontece que um francês ao ouvir a versão medieval confundiu ''vair'' (pele de esquilo) com ''verre'' (vidro). A partir de então, todas as versões passaram a ter o famoso sapatinho de cristal.

4 - OS PINGOS DA CHUVA SÃO ARRENDONDADOS COM A OUTRA PONTA BEM AGUDA:
É MENTIRA!
Este formato de pingo não existe na natureza, os pingos da chuva são, na verdade redondos. Uma prova disso são os fabricantes de bolinhas de chumbo que resfriam o material largando-o de uma grande altura e que caem em forma de esfera.

5 - O CAMALEÃO MUDA DE COR PARA SE CAMUFLAR:
É MENTIRA!
Na verdade a mudança de cores do animal resultam das variações do seu estado emocional, e que muitas vezes, coincidentemente, são as cores do ambiente. As mudanças acontecem quando o camaleão fica com medo, encontra um camaleão do sexo oposto ou passa por mudanças de luminosidade ou de temperatura.

6 - ACORDAR UM SONÂMBULO PODE MATÁ-LO:
É MENTIRA!
Se acordar um sonâmbulo ele apenas ficará confuso, sem saber onde está ou o que está a acontecer. Porém, é difícil acordar um sonâmbulo, pois ele está na fase mais profunda do sono. Sendo assim, o mais indicado será levá-lo para a cama.

7 - A PERSONAGEM PERNALONGA É UM COELHO:
É MENTIRA!
A personagem foi inspirada numa lebre norte-americana chamada Lepus, com orelhas compridas e patas avantajadas.

8 - FILA INDIANA:
É MENTIRA!
A fila indiana deveria chamar-se fila indígena, pois não teve origem na Índia. Este comportamento foi observado, primeiramente, entre os índios norte-americanos que, enfileirados, pisavam uns nas pegadas dos outros para que não houvesse evidências de que estavam a andar em grupo.

9 -
O PRETO É A COR UNIVERSAL DO LUTO:
É MENTIRA!
Nos países orientais as pessoas não só se vestem de branco como também decoram o ambiente da mesma cor.

10 - A AMAZÓNIA É O PULMÃO DO PLANETA:
É MENTIRA!
As algas são o pulmão do planeta, pois elas são responsáveis por 55% do oxigénio que circula na atmosfera, pois se pensarmos 70% da superfície de nosso planeta é coberta por água. Os restantes (45%) são constituídos por bosques, florestas e etc.

11 - OS OLHOS CLAROS SÃO MAIS SENSÍVEIS À LUZ:
É MENTIRA!
Os pigmentos responsáveis pela cor da íris não têm nada a ver com a sensibilidade dos olhos em relação à luz. As células fotossensíveis ficam na retina (cones e bastonetes).

12 - O AVESTRUZ ENFIA A CABEÇA NOS BURACOS PARA SE ESCONDER:
É MENTIRA!
O avestruz não enfia a cabeça nos buracos (como acontece nos cartoons), na verdade ele encosta a cabeça no chão para que possa ouvir a aproximação dos inimigos. Além disso, serve também como camuflagem, pois a certa distância parece um arbusto.

13 - NÚMEROS ÁRABES:
É MENTIRA!
Os números que usamos, diariamente (1,2,3) são, originalmente, da Índia, pois nasceram no ano 500 e no século IX espalharam-se entre persas e árabes.
FONTE: Revista Mundo Estranho (edição 45, 144)

terça-feira, junho 19, 2018

Wooden Heart

Oiça Elvis Presley em Wooden Heart (1960).
A música Wooden Heart ficou muito conhecida por ter sido cantada no filme GI Blues, de 1960, que foi protagonizado por Elvis Presley , .

Can't you see
I love you
Please don't break my heart in two
That's not hard to do
'Cause I don't have a wooden heart
And if you say goodbye
Then I know that I would cry
Maybe I would die
'Cause I don't have a wooden heart
There's no strings upon this love of mine
It was always you from the start
Treat me nice
Treat me good
Treat me like you really should
'Cause I'm not made of wood
And I don't have a wooden heart

Muss i denn, muss i denn
Zum Stadtele hinaus
Stadtele hinaus
Und du, mein Schatz, bleibst hier?

There's no strings upon this love of mine
It was always you from the start
Sei mir gut
Sei mir gut
Sei mir wie du wirklich sollst
Wie du wirklich sollst
'Cause I don't have a wooden hear

segunda-feira, junho 18, 2018

Happiness

Veja abaixo, a curta metragem de animação  "Happiness" de Steve Cutts.
Esta animação, que se tornou viral, fala sobre o nosso comportamento como sociedade, e, leva-nos a pensar sobre a felicidade.
O tom sarcástico e crítico de Steve Cutts não é novo quando apresenta os seus projetos de ilustração e animação. Os seus trabalhos dedicados ao consumismo colocam o acento na sociedade alienada em que nos tornámos. Nesta sua última curta metragem Hapipiness (Felicidade), representa este seu ponto de vista através da metáfora dos ratos. E os protagonistas desta animação são, precisamente, ratos.
Steve Cutts, antes de se lançar como ilustrador e animador freelancer, trabalhou no mundo da publicidade com grandes marcas. Personifica, assim, a sociedade na forma de ratos que se movem como um rebanho em busca da felicidade e da realização dos seus sonhos. No entanto, acabam ligados à mesma rotina de sempre...
A estética de Felicidade é uma reminiscência dos desenhos animados clássicos e é claramente inspirada nos quadrinhos, onde podemos encontrar referências também no tema, no ritmo da história e na maneira de a contar, sem palavras, mas lançando uma mensagem clara e inequívoca.
Esta curta-metragem está cheia de pequenos detalhes que vale a pena analisar.
Se ainda não a viu, não a perca, portanto!

domingo, junho 17, 2018

Um Cordial e uma Bebida de Flores de Sabugueiro

Agora que o verão se aproxima deixo-lhe duas sugestões refrescantes com flores de sabugueiro, com votos de bons momentos.
Em primeiro lugar o Cordial de Flores de Sabugueiro:

Ingredientes:
20 flores de sabugueiro (umbelas ou cabeças);
1,5 kg de açúcar;
1,5 l de água mineral;
2 limões grandes;
2 laranjas.
Preparação:
Separe as pequenas flores das hastes. Corte as laranjas e os limões em rodelas.
Leve a água a ferver com o açúcar até que este se dissolva completamente.
Num recipiente grande coloque as rodelas dos citrinos e as flores em camadas, verta sobre estes o xarope de açúcar morno.
Tape com um pano e  deixe em infusão durante 24 horas, mexendo um vez por outra.
No dia seguinte coe o xarope e guarde em frascos ou garrafas esterilizadas.

Está pronto a ser usado em refrescos, gelados, bolos, cocktails, etc.

Em segundo lugar um Cordial (alcoólico) de Flores de Sabugueiro:

Ingredientes:
2 l de água
500 gr de açúcar
sumo de um limão
raspa de  um limão
1 l  de vinho branco ou cidra
flores de sabugueiro
Preparação:
Ferva a água com o açúcar. Deixe arrefecer. Coloque, no preparado anterior,  o sumo e a raspa de um limão e as flores de sabugueiro. Cubra o preparado com um pano de linho,algodão ou com uma fralda. Deixe descansar 24 h.

Coloque o preparado num fraco de boca larga  (cm capacidade para  3 l), ou num recipiente que possa ser hermeticamente fechado. Acrescente 1 l de vinho branco ou cidra e deixe descansar durante duas semanas.
Coe. Esta bebida que pode ser servida como sumo ou ser misturada com frutas e água.



sábado, junho 16, 2018

Licores & Cordiais

Existe alguma diferença entre os termos Cordial e Licor?
Parece que não!
Embora as pessoas usem muitas vezes o termo "Cordial" para se referirem a um licor frutado com maior concentração de açúcar (não necessariamente menos álcool), as palavras "Licor" e "Cordial" têm essencialmente a mesma função e finalidade.
De facto, ambas as palavras querem dizer a mesma coisa:  bebida açucarada, alcoólica, a que se adicionam sabores aromatizantes (de flores ou frutos) e corantes, que determinam a sua natureza de acordo com a matéria prima utilizada.
O termo Licor é a designação mais usada, no dias de hoje, na Europa, no entanto, na Inglaterra, por exemplo, a palavra cordial é usada também, para descrever bebidas não alcoólicas, mas aromáticas e doces, como o Lime Juice Roses, que trás no rótulo a palavra cordial. Assim, podemos afirmar que há Cordiais alcoólicos e não alcoólicos.
Podemos também dizer que o termo Cordial, era mais usado noutros tempos e por isso há quem considere que o termo cordial se refere ao licor da "Belle Époque".

Aqui vão, agora, duas receitas de Cordiais (um alcoólico e outro não).

Cordial (não alcoólico) de Gengibre


Ingredientes:
1 copo de gelo (picado)
1 chávena (chá) de água com gás
1 ramo de hortelã
1/2 copo de sumo de laranja
1/2 copo de sumo de limão
4 fatias de gengibre
Raspa de 1 laranja
Raspa de 1 limão
5 colheres (sopa) de açúcar mascavado

Preparação:
Faça um xarope, colocando numa  panela todos ingredientes (com excepção do gelo, da água com gás e da hortelã). Leve ao lume. Cozinhe em fogo brando até dissolver o açúcar, sem parar de mexer. Deixe arrefecer, passe por uma peneira fina e coloque numa garrafa de vidro (este cordial pode ser mantido no frigorífico durnte cinco dias).
Sirva num copo com gelo, acrescente o xarope e complete com água com gás. Decore com a hortelã.

Cordial de Framboesa

Uma deliciosa receita para Um Cordial framboesa:

Ingredientes:
2 partes sumo de framboesa
2 partes de vodka
1 1 / 4 partes de açúcar

Preparação:
Misture todos os ingredientes e mexa até que o açúcar se dissolva.
Guarde em garrafas grandes durante 22 dias.
Despeje depois o preparado em garrafas bonitas, se desejar oferecer este cordial como presente.

sexta-feira, junho 15, 2018

Visita Guiada aos Muçulmanos do Al Andalus

Aprecie mais um episódio do programa de televisão (RTP2) Visita Guiada, pelas mãos de Paula Moura Pinheiro e Rosa Varela Gomes.
Neste programa irá ficar a conhecer melhor Silves, o seu Castelo e o Poço Cisterna bem como os Muçulmanos do Al Andalus .

quinta-feira, junho 14, 2018

Astronauta

Oiça Hungria Hip Hop em Astronauta (Música Oficial).
Gustavo da Hungria Neves (1991) mais conhecido pelo nome artístico Hungria Hip-Hop é um cantor, compositor e rapper brasileiro. O tema principal das suas músicas, atualmente, incide sobre vida suburbana, enquanto anteriormente, era sobre a ostentação (carros e luxo).
Hungria já lançou um álbum, uma coletânea, um EP, um álbum ao vivo e dois álbuns de estúdio, sendo um dos álbuns como membro do grupo Son d'Play (do qual foi membro até ao ano 2013). Atualmente Hungria encontra-se a desenvolver uma carreira a solo.

quarta-feira, junho 13, 2018

Santo António

 Nasci exactamente no teu dia —
Treze de Junho, quente de alegria,
Citadino, bucólico e humano,
Onde até esses cravos de papel
Que têm uma bandeira em pé quebrado
Sabem rir...
Santo dia profano
Cuja luz sabe a mel
Sobre o chão de bom vinho derramado!

Santo António, és portanto
O meu santo,
Se bem que nunca me pegasses
Teu franciscano sentir,
Catholico, apostólico e romano.

(Reflecti.
Os cravos de papel creio que são
mais propriamente, aqui,
Do dia de S. João...
Mas não vou escangalhar o que escrevi.
Que tem um poeta com a precisão?)

Adeante ... Ia eu dizendo, Santo António,
Que tu és o meu santo sem o ser.
Por isso o és a valer,
Que é essa a santidade boa,
A que fugiu deveras ao demónio.
És o santo das raparigas,
És o santo de Lisboa,

És o santo do povo.
Tens uma aureola de cantigas,
E então
Quanto ao teu coração —
Está sempre aberto lá o vinho novo.

Dizem que foste um pregador insigne,
Um austero, mas de alma ardente e anciosa,
Etcetera...
Mas qual de nós vae tomar isso à lettra?
Que de hoje em deante quem o diz se digne
Dexar de dizer isso ou qualquer outra cousa.

Qual santo! Olham a árvore a olho nu
E não a vêem, de olhar só os ramos.
Chama-se a isto ser doutor
Ou investigador.

Qual Santo António! Tu és tu.
Tu és tu como nós te figuramos.


Valem mais que os sermões que deveras pregaste
As bilhas que talvez não concertaste.
Mais que a tua longínqua santidade
Que até já o Diabo perdoou,
Mais que o que houvesse, se houve, de verdade
No que — aos peixes ou não — a tua voz pregou,
Vale este sol das gerações antigas
Que acorda em nós ainda as semelhanças
Com quando a vida era só vida e instincto,
As cantigas,
Os rapazes e as raparigas,
As danças
E o vinho tinto.

Nós somos todos quem nos faz a história.
Nós somos todos quem nos quer o povo.
O verdadeiro titulo de gloria,
Que nada em nossa vida dá ou traz
É haver sido taes quando aqui andámos,
Bons, justos, naturaes em singeleza,
Que os descendentes dos que nós amámos
Nos promovem a outros, como faz
Com a imaginação que ha na certeza,
O amante a quem ama,
E o faz um velho amante sempre novo.

Assim o povo fez contigo
Nunca foi teu devoto: é teu amigo,
Ó eterno rapaz.

(Qual santo nem santeza!
Deita-te noutra cama!)
Santos, bem santos, nunca têm belleza.
Deus fez de ti um santo ou foi o Papa? ...
Tira lá essa capa!
Deus fez-te santo! O Diabo, que é mais rico
Em fantasia, promoveu-te a mangerico.

És o que és para nós. O que tu foste
Em tua vida real, por mal ou bem,
Que coisas, ou não coisas se te devem
Com isso a estéril multidão arraste
Na nora de uns burros que puxam, quando escrevem,
Essa prolixa nullidade, a que se chama historia,
Que foste tu, ou foi alguém,
Só Deus o sabe, e mais ninguém.

És pois quem nós queremos, és tal qual
O teu retraio, como está aqui,
Neste bilhete postal.
E parece-me até que já te vi.

És este, e este és tu, e o povo é teu —
O povo que não sabe onde é o céu,
E nesta hora em que vae alta a lua
Num plácido e legitimo recorte,
Atira risos naturaes à morte,
E cheio de um prazer que mal é seu,
Em canteiros que andam enche a rua.

Sê sempre assim, nosso pagão encanto,
Sê sempre assim!
Deixa lá Roma entregue à intriga e ao latim,
Esquece a doutrina e os sermões.
De mal, nem tu nem nós merecíamos tanto.
Foste Fernando de Bulhões,
Foste Frei António—
Isso sim.
Porque demónio
É que foram pregar contigo em santo?
Fernando Pessoa - Os Santos Populares

terça-feira, junho 12, 2018

Este Junho...

Este Junho, mês tão quente
é sinónimo de folia,
é do povo, é da gente,
trinta dias de alegria.

Dias treze, vinte e quatro
e, por fim, a vinte e nove,
três noitadas de aparato,
três dias de corre-corre.

Santo António é o primeiro
a trazer a gente à rua,
santinho casamenteiro,
juntou o Sol e a Lua.
Quadras Populares (Lusofonia)


segunda-feira, junho 11, 2018

A aldeia de Sistelo

 A aldeia de Sistelo, no Norte de Portugal, é uma maravilha. É como se fosse o nosso  pequeno Tibete.
Sistelo situa-se no concelho de Arcos de Valdevez, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gêres, junto à nascente do rio Vez.
Esta pequena aldeia é famosa pelas suas paisagens em socalcos, onde se cultiva o milho e onde pasta o gado. A aldeia encontra-se muito bem preservada, tendo sido recuperadas as casas típicas de granito, os espigueiros e os lavadouros públicos.
Neste pedaço de paraíso existente em Portugal pode visitar o Castelo de Sistelo, ex-líbris da aldeia, que é um palácio de finais do século XIX onde viveu o Visconde de Sistelo, a Igreja Paroquial, a Ponte Romana e o Moinho, a ponte de Sistelo, a Ermida de Nossa Senhora dos Aflitos e as Capelas de Santo António, de São João Evangelista, da Senhora dos Remédios e da Senhora do Carmo.
Não deixe de visitar também a Praia Fluvial de Sistelo e de subir ao miradouro do Chã da Armada para admirar a magnífica vista panorâmica!
Se é apreciador de artesanato não deixe de comprar os aventais e as meias redondas de lã, tão características desta aldeia.
Se gosta de caminhadas na natureza, percorra o Trilho das Brandas de Sistelo (10 km), que tem início na aldeia, e fique a conhecer as brandas de Rio Covo, em Sistelo, do Alhal, no Padrão, e da Cerradinha, terrenos que, durante o verão, serviam de apoio à pastorícia.
Para lhe aguçar o apetite, deixo-lhe o vídeo abaixo, para que aprecie desde já, este pedacinho de Portugal.

domingo, junho 10, 2018

Portugal


Eu tenho vinte e dois anos e tu às vezes fazes-me
sentir como se tivesse oitocentos
Que culpa tive eu que D. Sebastião fosse combater os
infiéis ao norte de África
só porque não podia combater a doença que lhe
atacava os órgãos genitais
e nunca mais voltasse
Quase chego a pensar que é tudo mentira que o
Infante D. Henrique foi uma invenção do Walt Disney
e o Nuno Álvares Pereira uma reles imitação do Príncipe Valente
Portugal
Não imaginas o tesão que sinto quando ouço o hino
nacional
(que os meus egrégios avós me perdoem)
Ontem estive a jogar póker com o velho do Restelo
Anda na consulta externa do Júlio de Matos
Deram-lhe uns electro-choques e está a recuperar
àparte o facto de agora me tentar convencer que nos
espera um futuro de rosas
Portugal
Um dia fechei-me no Mosteiro dos Jerónimos a ver
se contraía a febre do Império
mas a única coisa que consegui apanhar foi um
resfriado
Virei a Torre do Tombo do avesso sem lograr encontrar
uma pétala que fosse
das rosas que Gil Eanes trouxe do Bojador
Portugal
Se tivesse dinheiro comprava um Império e dava-to
Juro que era capaz de fazer isso só para te ver sorrir
Portugal
Vou contar-te uma coisa que nunca contei a ninguém
Sabes
Estou loucamente apaixonado por ti
Pergunto a mim mesmo
Como me pude apaixonar por um velho decrépito e
idiota como tu
mas que tem o coração doce ainda mais doce que os
pastéis de Tentugal
e o corpo cheio de pontos negros para poder
espremer à minha vontade
Portugal estás a ouvir-me?
Eu nasci em mil novecentos e cinquenta e sete Salazar
estava no poder nada de ressentimentos
o meu irmão esteve na guerra tenho amigos que
emigraram nada de ressentimentos
um dia bebi vinagre nada de ressentimentos
Portugal depois de ter salvo inúmeras vezes os
Lusíadas a nado na piscina municipal de Braga
ia agora propôr-te um projecto eminentemente
nacional
Que fôssemos todos a Ceuta à procura do olho que
Camões lá deixou
Portugal
Sabes de que cor são os meus olhos?
São castanhos como os da minha mãe
Portugal
gostava de te beijar muito apaixonadamente
na boca.

sábado, junho 09, 2018

Portugal, Tão Diferente de seu Ser Primeiro

 Os reinos e os impérios poderosos,
Que em grandeza no mundo mais cresceram,
Ou por valor de esforço floresceram,
Ou por varões nas letras espantosos.

Teve Grécia Temístocles; famosos,
Os Cipiões a Roma engrandeceram;
Doze Pares a França glória deram;
Cides a Espanha, e Laras belicosos.

Ao nosso Portugal, que agora vemos
Tão diferente de seu ser primeiro,
Os vossos deram honra e liberdade.

E em vós, grão sucessor e novo herdeiro
Do Braganção estado, há mil extremos
Iguais ao sangue e mores que a idade.
Luís Vaz de Camões - "Sonetos"

sexta-feira, junho 08, 2018

Stand By Me

Oiça o cantor Ben E.King em Stand By Me (1961).
Ben E. King, (1938 -2015), foi um cantor de Soul americano. Nasceu em Henderson, Carolina do Norte, mas mudou-se para o Harlem, em New York, com a idade de 9 anos. Ele é, talvez, mais conhecido como vocalista e co-compositor da música Stand by Me do álbum Don't Play That Song gravado em 1961 e lançado em 1962.
When the night has come
And the land is dark
And the moon
Is the only light we'll see

No, I won't be afraid
Oh, I won't be afraid
Just as long as you stand
Stand by me

So, darlin', darlin', stand by me
Oh, stand by me
Oh, stand, stand by me
Stand by me

If the sky that we look upon
Should tumble and fall
Or the mountain
Should crumble to the sea

I won't cry, I won't cry
No, I won't shed a tear
Just as long as you stand
Stand by me

And, darlin', darlin', stand by me
Oh, stand by me
Woah, stand now
Stand by me, stand by me

Darlin', darlin', stand by me
Oh, stand by me
Oh, stand now
Stand by me, stand by me

Whenever you're in trouble
Won't you stand by me
Oh, stand by me
Woah, stand now
Oh, stand by me
Ben E.King

quinta-feira, junho 07, 2018

O Castelo de Himeji

O Castelo de Himeji (1333), também conhecido como Hakurojō ou Shirasagijō devido ao seu brilhante exterior branco, é um complexo palaciano com 82 edifícios de madeira, localizado na cidade de Himeji, Província de Hyogo, no Japão.
Uma das mais antigas estruturas ainda existentes do Período Sengoku, é considerado como um Tesouro Nacional do Japão, tendo sido classificado como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, em Dezembro de 1993.
O Castelo de Himeji, juntamente com o Matsumoto-jo e com o Kumamoto-jo, é um dos "Três Famosos Castelos" do Japão e um dos mais visitado do país.
A torre principal foi restaurada em 1910.
A cidade de Himeji foi bombardeada em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial. Apesar de a maior parte da área circundante ter sido completamente incendiada, o castelo sobreviveu sem sofrer danos, à excepção de alguns impactos resultantes das explosões nas redondezas.
Os esforços para restaurar o castelo começaram em 1956, e durante o processo foram usados, apenas, equipamentos e métodos tradicionais, tendo o restauro ficado concluído em 1964.
O Castelo de Himeji é um excelente exemplo do protótipo de Castelo Japonês, contendo muitas das características de defesa e de arquitectura militar mais associadas a este tipo de edificações. As altas fundações em aparelho de pedra, as paredes brancas e a organização interna dos edifícios no complexo são elementos padrão de qualquer castelo daquele país. Este monumento também exibe muitos outros exemplos do típico desenho japonês, incluindo os locais de posicionamento de armas e as aberturas para lançar pedras.
Um dos elementos defensivos mais importantes do Castelo de Himeji, e talvez o mais famoso, é o confuso labirinto de caminhos que conduzem à fortaleza principal. Os portões, as muralhas exteriores e outras paredes do complexo estão organizados por forma a confundir as forças invasoras e permitir um ataque mais rápido e eficiente.
A espiral em volta do castelo, com muitos caminhos sem saída, permitia que os atacantes fossem observados e atacados a partir da fortaleza durante todo o seu caminho de aproximação.
Senhime e Honda e Honda Heihachirō, 
A Nishinomaru é uma das secções mais famosas, além da torre principal, encontrando-se na ala Oeste do castelo. Neste sector viveu Senhime, a filha do shógun Tokugawa Hidetada, em 1615, a qual foi esposa durante onze anos de Honda Tadatoki, embora a morte deste, em 1626, a tenha obrigado a regressar a Edo, a capital do xogunato.
Embora, actualmente, a maioria da ala esteja em ruínas, existem alguns pavilhões em melhor estado, como o Hyakkenroka (grande corredor) e o Keshō yagura (pavilhão das mulheres). Acredita-se que este último foi o salão onde Senhime se vestia.





quarta-feira, junho 06, 2018

Em caso de incêndio...

Em caso de incêndio... Veja o que pode fazer!
Quase toda a gente tem uma garrafa de Coca Cola em casa. Apesar de não ser benéfica para o nosso organismo, a coca tornou-se na bebida favorita de muitas pessoas.
Pode não fazer bem à saúde, mas, pode salvar a nossa vida.
Estão confusos?
Nós explicamos como e por quê !!!
Uma garrafa de Coca Cola pode ser a diferença entre a vida e a morte em caso de incêndio numa casa. Ela pode fazer com que, em segundos, possamos extinguir o fogo. Quase ninguém tem um extintor à mão, por isso é melhor ter um plano B. E esse plano B é a bebida de que vos falo.
Querem saber como reagir em caso de incêndio?
Primeiro, abram a tampa da garrafa de Coca Cola, coloquem, depois, o polegar sobre a abertura e agitem o máximo que puderem! Quando a espuma da bebida começar a subir, abram a garrafa em direção ao fogo.
No vídeo baixo, podem ver um bombeiro a demonstrar esta técnica maravilhosa e barata.
Esta dica pode fazer a diferença numa situação aflitiva.
Assista e saiba o que fazer neste tipo de situações !!!...

terça-feira, junho 05, 2018

O Dia da Sobrecarga da Terra

O que é o Dia da Sobrecarga da Terra?
Imagine que já tinha feito, para o ano inteiro, todas as suas compras de supermercado e hoje, 5 de junho, tudo já tivesse acabado.
Esta analogia serve para explicar o que está a acontecer com os recursos naturais da Terra. Já usámos nestes últimos meses, toda a água, a energia, os minerais e vegetais que o planeta tem capacidade para produzir e utilizar num período de 365 dias. Ou seja, neste período de tempo, já ultrapassámos o nosso orçamento de recursos naturais disponível e agora estamos no vermelho!

Assim, com o nosso ritmo atual de consumo e estilo de vida, precisaríamos ter 1,7 planetas para atender às nossas necessidades.
Analisando, também, as pegadas de carbono dos países separadamente, verificamos que a Austrália é o país que aparece em pior lugar no ranking, necessitando de 5,2 planetas por ano. Logo em seguida, estão os Estados Unidos, com 5 e o Brasil na 13ª posição, precisando de 1,8 planetas.