OiçaFats Domino em Blueberry hill (de "Legends of Rock 'n' Roll").
Fats Domino (1928 - 2017), foi um cantor, compositor e pianista de rock e R&B, considerado um dos mais influentes de todos os tempos.
I found my thrill on Blueberry Hill
On Blueberry Hill, when I found you
The moon stood still on Blueberry Hill
And lingered until my dreams came true
The wind in the willow played
Love's sweet melody
But all of those vows you made
Were never to be
Though we're apart, you're part of me still
For you were my thrill on Blueberry Hill
The wind in the willow played
Love's sweet melody
But all of those vows we made
Were never to be
Though we're apart, you're part of me still
For you were my thrill on Blueberry Hill
(originalmente por Gene Autry)
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando àqueles
que não se levantarão…
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
– a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão… Cecília Meireles
Como se fosse um pássaro, voar sobre um vale glaciar. E haverá melhor forma do o contemplar que, cá do alto, ir percorrendo o curso do Zêzere desde a nascente? Até ficar à vista da cidade de Manteigas.
Estamos em plena Serra da Estrela. Este é um dos vales em U mais longos da Europa. Foi moldado pela erosão glaciar durante a última grande glaciação. Há quase 20 mil anos.
Cerca de 13 quilómetros de extensão. Nos últimos quilómetros são ainda mais evidentes os efeitos da erosão glaciária nas encostas do vale e o U torna-se cada vez mais perfeito.
Pela sua beleza é uma maravilhosa dádiva da Natureza. E ao mesmo tempo, uma lição a céu aberto sobre os vestígios da última época de glaciação.
Deve a sua existência à Falha da Vilariça. No curso superior são visíveis vários covões e ferrolhos que ajudaram à formação do glaciar. E diversas acumulações morénicas criadas já depois do período de glaciação máxima.
São as evidências glaciares mais a sul em todo o continente Europeu.
Agora, deixamos-nos de conversas e vamos mesmo... voar!
Nas mãos de arte e rigor técnico do Hélder Afonso, cintos apertados... aí vamos nós!
Oiça o cantor brasileiro Fabio Brazza em Meu Poeta Predileto.
Neste vídeo Fabio faz uma bela homenagem, em verso e música, ao seu avô Ronaldo Azeredo, poeta concretista brasileiro. Ora veja.
Foi meu avô meu velho
Minha maior influência
Se com ele me assemelho
Não é por coincidência
Ele sempre foi meu espelho
E de conselho em conselho
Me regava a consciência
A poesia era sua ciência
A paciência sua maior virtude
Suas noites de boemia
Lhe tiraram a saúde,
Mas lhe trouxeram vivência
Graças a Deus que eu pude
Durante parte da minha juventude
Desfrutar de tamanha experiência
Seu passo era devagar
Sua fala era pouca
Mas quando ele abria a boca
Todos paravam pra escutar
Trazia a sabedoria ao seu lado
E até mesmo calado
Tinha algo pra ensinar
Sua inteligência era acima da média
Em sua casa tinha uma biblioteca
Fonte de cultura que nunca seca
Mais entendimento que uma enciclopédia
Despertou em mim a sede por conhecimento
Mas seu maior ensinamento Talvez ele nem notasse
Vinha dos seus simples modos
Sua maneira de falar com todos
Sem rigor de cor ou classe
Do barbeiro ao camelô
Todos amavam meu avô
Por sua simpatia natural
Ao ver aquilo eu queria ser igual
E sem perceber eu aprendia
Mais que qualquer livro que eu lia
Que a poesia mais bonita
É aquela que não é escrita
Mas que se faz no dia a dia
E quando meu avô faleceu
E seu nome apareceu no jornal
Foi uma surpresa geral
Que noticia inusitada
O seu Ronaldo era poeta?
Mas ele nunca disse nada?
Talvez porque ele não quisesse ser visto
Com o olhar de quem faz poemas
Queria ser apenas mais um Zé ninguém
“O poeta é um Zé ninguém”
Ele próprio dizia
e aquele que grande se acha
é um homem que se rebaixa
e não merece a poesia
Hoje meu velho está no céu
Sentado na mesa de algum bar
Talvez jogando bilhar
com o grande Rui chapéu
Ou quem sabe ao lado de Noel
Escrevendo versos no guardanapo
Batendo um papo sobre a sua querida Vila Isabel
É Vô , depois da sua partida
Muita coisa aconteceu
O seu neto cresceu
E resolveu poetizar a vida
Não me tornei poeta concreto
Mas herdei, graças à genética
Um pouco dessa veia poética
Só que com outro dialeto
E por toda parte do trajeto
Carrego comigo seus trejeitos
Tentando continuar seus feitos
Com o mesmo labor e afeto
Espero que daí de cima
Se orgulhe de cada rima
E do rumo que tomou o seu neto
Eu sou a semente que você plantou
Sou o fruto do meu Avô
Meu poeta predileto!
Pauliteiros de Miranda é o nome que se dá a grupos de oito homens que bailam ritmos tradicionais da Terra de Miranda, no nordeste de Portugal, Trás-os-Montes. Estes homens, vestem saias, usam chapéu e utilizam paus como adereços. O nome pauliteiro deriva de paulito.
Os Pauliteiros praticam uma dança guerreira que é característica do planalto mirandês. Esta dança dos paus é representativa de momentos históricos locais e é acompanhada com os sons da gaita-de-foles, da caixa e do bombo. Embora seja uma dança de homens, recentemente, também é dançada por mulheres, que vestem saia bordada e camisa de linho, um colete de pardo, botas de cabedal, meias de lã e chapéu que pode estar enfeitado com flores e finalmente por dois paus (palos). Com os paus ou paulitos os dançadores fazem uma série de diferentes passos e movimentos coordenados. Ao repertório musical da dança dos paus, dá-se o nome de lhaços. A dança é constituída pela música, pelo texto e pela coreografia.
Com os seus saiotes brancos, os seus lenços, os seus chapéus, a sua música e respetiva dança, os pauliteiros transportam uma tradição que procuram defender com unhas e dentes, pois, as letras, os passos e os trajes, ainda se mantêm fiéis à sua origem.
O Mundo Segundo os Brasileiros é um programa de televisão focado em viagens, criado pela Eyeworks em parceria com a Rede Bandeirantes.
Baseado no original espanhol Españoles en el mundo, a série leva o telespectador a percorrer alguns dos principais roteiros turísticos do mundo, lugares bastante conhecidos ou pouco explorados, porém repletos de descobertas e contrastes.
O programa que hoje proponho que veja, é dedicado à cidade de Nova Iorque. As várias facetas desta bela cidade, com dicas, roteiros, histórias e revelações divertidas e emocionantes.
Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser… sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando. Pablo Neruda
Se é daquele género de turistas que viaja pelo mundo inteiro sem sair da sua casa e, fica bem instalado no seu sofá agarrado ao computador ou ao iPhone, aqui lhe deixo uma dica. Conheça o mais completo miradouro que existe para o Turista de Sofá.
Para chegar a este excelente miradouro basta que clique aqui . Depois toque no nome de cada país e veja as maravilhas que cada um tem para lhe oferecer.
Gostou?
Então faça boas viagens e curta-as bastante sem ter de sair da comodidade da sua sala.
Oiça o cantor brasileiro Johnny Hooker em Amor Marginal.
Minha flor, não me machuques
Minha dor, não me abuses assim
Não tire mágoas
Tire mágoas de mim
Meu amor, não me invadas
Com o teu olhar
Não me deixes aqui a gritar
No meio do caminho, sozinho
Meu amor, não mais deixes escapar
Nenhum desejo no teu olhar
De pecados proibidos, esquecidos
Respirando mágoas de uma outra dor
Do nosso caso imoral
Desse amor, desse amor marginal
Eu vou
Minha flor, não me machuques
Minha dor, não me abuses assim
Não tire mágoas
Tire mágoas de mim
Meu amor, não me invadas
Com o teu olhar
Não me deixes aqui a gritar
No meio do caminho, sozinho
Meu amor, não mais deixes escapar
Nenhum desejo no teu olhar
De pecados proibidos, esquecidos
Respirando mágoas de uma outra dor
Do nosso caso imoral
Desse amor, desse amor marginal
Eu vou
Pra calar, o sexo mais banal
Pra virar poesia
Desse amor marginal
Eu vou
Minha flor,
Não mais deixes o azul dos dias nos calar
Pois nesse mundo algo há
De valer a pena, pequena
Meu amor, me faça acreditar
Que tudo é possível,
Pois eu temo que não amanheça
Se você se for
Respirando mágoas de uma outra dor
Do nosso caso imoral
Desse amor, desse amor marginal
Eu vou
Pra calar o sexo mais banal
Pra virar poesia
Desse amor marginal
Eu vou
O que são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável(ODS) definidos pela ONU?
Em 2015, 193 países membros das Nações Unidas adotaram uma nova agenda para o desenvolvimento sustentável e um acordo global sobre as mudanças climáticas. Os Objetivos Globais são 17 e com eles pretende-se transformar o nosso mundo, pois, tem-se uma oportunidade sem precedentes de nos unirmos para melhorar a vida das pessoas em todos os lugares.
Os ODS devem ser implementados por todos os países do mundo durante os próximos 15 anos, até 2030.
Deixai passar pela margem da tarde
a velha florista
que levanta nos braços o fim das flores:
- imenso chapéu de ramos amontoados.
Vede os tristes cravos desfeitos,
e o lábio oscilante da ultima pétala de rosa.
Os lírios quase líquidos,
moles e túmidos,
prolongam densas lágrimas.
Deixai passar com o fim das flores,
com o fim da vida,
a velha florista,
de saia verde, de xale roxo, de meias grossas,
toda coberta de flores murchas,
de espesso pólen, de mortos espinhos
- canteiro deslizante,
a velha florista,
a escorregar para o ocaso,
lenta e sozinha,
sob os alamos amarelos,
ao longo de muros tão antigos,
como depois de uma grande festa,
de um culto de outrora. Cecília Meireles
O Visita Guiada é um programa de televisão e de rádio sobre peças da história da arte e da cultura portuguesas, soberbamente conduzido pela jornalista Paula Moura Pinheiro.
Assista hoje ao Visita Guiada dedicado ao Palace Hotel do Buçaco (Portugal).
O Palace Hotel do Buçaco é uma das jóias neomanuelinas das várias que existem no nosso país.
A Cidade Histórica de Ouro Preto, conhecida pela sua arquitetura colonial, situa-se em Minas Gerais, no Brasil, tendo sido o primeiro sítio brasileiro considerado Património Mundial da UNESCO, título que recebeu em 1980. Ouro Preto localiza-se numa das principais áreas do ciclo do ouro. Oficialmente, foram enviadas para Portugal 800 toneladas de ouro no século XVIII, isso sem contar com o que circulou de maneira ilegal, ou com o que permaneceu naquela colónia, como por exemplo, o ouro empregado na ornamentação das igrejas. Ouro Preto chegou a ser a cidade mais populosa da América Latina, contando com cerca de 40 mil pessoas em 1730 e, hoje tem cerca de 80 mil. Naquela época, a população de Nova York era de menos da metade desse número de habitantes e a população de São Paulo não ultrapassava os 8 mil.
O município foi fundado em 1711, tendo resultado da fusão de diversos arraiais, fundados por bandeirantes. No município, há treze distritos: Amarantina, António Pereira, Cachoeira do Campo, Engenheiro Correia, Glaura, Lavras Novas, Miguel Burnier, Santa Rita de Ouro Preto, Santo António do Leite, Santo António do Salto, São Bartolomeu e Rodrigo Silva, além de Ouro Preto.
Se não conhece esta bela cidade brasileira, não deixe de ver o vídeo abaixo. Vale bem a pena!
Oiça o jovem cantor brasileiro Johnny Hookerem Alma Sebosa.
John Donovan, mais conhecido como Johnny Hooker (1987), é um cantor, compositor, ator e roteirista brasileiro.
Hooker foi vencedor do Prémio da Música Brasileira como Melhor Cantor na categoria de Canção Popular.
As suas músicas são conhecidas por darem a vida a bandas sonoras de séries, filmes e novelas brasileiras, como "Volta" (do filme Tatuagem), "Amor Marginal" (da novela Babilónia) e "Alma Sebosa" (da novela Geração Brasil, onde Johnny interpretou o personagem Thales Salgado).
Proponho-lhe que leia mais uma crónica de Ruth Manus, publicada no Observador:
"A mulher lisboeta caminha com passos de certeza. Não acelera demais, como fazem as parisienses, não esbarra nos outros, como fazem as madrileñas, não pisa fundo demais, como fazem as berlinenses.
Quando vim morar em Lisboa, há dois anos, eu já namorava um lisboeta, mas percebi que não conhecia nenhuma mulher lisboeta de perto. Dias antes de me mudar, tentava formar um perfil na minha cabeça, misturava a imagem das mulheres que tinha visto caminhar na Avenida da Liberdade quando vim passar férias, com a fama da mulher portuguesa, de ser rígida e trabalhadora. Não conseguia visualizar bem quem seriam essas mulheres e perguntava-me se saberia me relacionar com elas, bem como se seríamos amigas ao invés de sermos adversárias.
O tempo começou a me dar respostas. A mulher lisboeta não cabe num padrão óbvio, muito menos nos velhos clichês sobre a mulher portuguesa- bruta demais, dura demais. Muitas vezes a mulher lisboeta lembra a mulher paulistana, que também não se encaixa no velho clichê sobre a mulher brasileira- sensual demais, vazia demais. Essa semelhança foi uma boa surpresa. São mulheres urbanas, sólidas e donas de si mesmas.
A mulher lisboeta dirige a própria vida. É uma mulher que estuda, trabalha e faz planos sem esperar que ninguém os faça por ela. Ela pode ter mais ou menos apoio, mas nada- nem muito suporte, nem pouco suporte- faz com que ela tenha menos coragem de seguir em frente.
A mulher lisboeta se veste bem. Ninguém sabe usar botas melhor do que elas. Ninguém sabe usar tons de castanho melhor do que elas. Sigo observando-as nas ruas, tentando aprender como um casaco cinzento e uma calça preta pode ganhar tanta graça quando bem escolhidos. Não precisam de muita maquiagem, não precisam de peças caríssimas, não precisam de salto fino. Não precisam de muito porque elas simplesmente sabem o que fazer.
A mulher lisboeta caminha com passos de certeza. Não acelera demais, como fazem as parisienses, não esbarra nos outros, como fazem as madrileñas, não pisa fundo demais, como fazem as berlinenses. Ela caminha, às vezes apressada no Saldanha, às vezes calma no Chiado, mas sempre com o ar de quem sabe aonde está indo. Você pode não saber, mas ela sempre sabe aonde vai.
A mulher lisboeta não pede licença para ocupar o espaço ao qual tem direito, seja na família, no trabalho, na universidade ou nas ruas. Ela tem consciência de que o mundo é machista e decide diariamente não se intimidar com isso. Ela segue em frente e vai derrubando as barreiras com sua capacidade e sua postura que, sim, às vezes é agressiva porque precisa ser. Num mundo que ainda é dos homens, ser doce nem sempre funciona.
A mulher lisboeta sabe esbravejar quando é necessário. Talvez seja isso o que mais falta nas brasileiras. Mas a mulher lisboeta também sabe sorrir. Sorri de forma tímida, não sei bem o porquê, mas sorri. A mulher lisboeta é divertida e sólida ao mesmo tempo. É forte, tem charme e sempre segue em frente.
A mulher lisboeta é grande, mesmo quando é pequena. Não vive de mesquinharias, não compra os rótulos burros que tentam lhes vender, inclusive sobre nós brasileiras. Isso ficou no passado. A mulher lisboeta não se sente ameaçada porque sabe quem é. Ela sorri seu sorriso riso curto e estende a mão de forma discreta. Mas sorri e estende a mão, é o que importa.
Não sei se as mulheres do Porto são como as de Lisboa. Nem se as de Coimbra, de Braga, de Évora, de Faro, de Funchal, de Viseu e de Santarém o são. Espero que sim, cada uma com suas nuances e sua identidade. Mas todas mulheres fortes, movendo o mundo. É bom poder contar com vocês". Ruth Manus- Observador (04/02/17)
Quem me dera em Lisboa
Á porta de uma taberna,
P´ra ver passar a saloia
Com saia a meia perna.
Sou saloia, trago botas,
E também trago mantéu,
Também trago carapuça Debaixo do meu chapéu.
Sou saloia, trago botas,
Também trago o meu mantéu:
Também tiro a carapuça
A quem me tira o chapéu
Sou saloia, vendo queijos,
Também vendo requeijão,
Também falo ao meu amor,
Quando tenho ocasião.
Ó saloia, dá-me um beijo,
Que eu te darei um vintém,
Os beijos de uma saloia
São caros, mas sabem bem. Luís Chaves- Lisboa nas auras do povo e da história - Ensaios Etnográficos, CML,1961
A Aldeia da Roupa Branca foi o filme de Chianca de Garcia (de 1938) que projetou a atriz e cantora portuguesa Beatriz Costa para o estrelato. Chianca de Garcia contou com as participações de José Gomes Ferreirae de Ramada Curto no argumento, a de Aquilino Mendes na fotografia e Miguel Vieira de Sousa na montagem,
O filme retrata a típica Região Saloia (nos arredores de Lisboa) e os seus habitantes - os saloios, cuja actividade principal consistia ou no cultivo da hortaliça ou no lavar da roupa dos lisboetas, os "Alfacinhas".
Este filme é um exemplo do cinema português na sua era dourada, que se estendeu dos anos trinta aos anos cinquenta, sobretudo ao nível da comédia de costumes, em que se integra esta divertida história de duas famílias saloias.
A vida, o quotidiano, os costumes pitorescos, as zangas, as rivalidades e as paixões da pequena comunidade saloia da periferia de Lisboa, que se encarregava da lavagem da roupa no rio, são o pano de fundo deste filme. Sinopse: Duas famílias, a do tio Jacinto e a sua afilhada Gracinda, e da viúva Quitéria e o seu filho Luís, mantêm entre si uma viva e feroz concorrência no negócio da roupa branca, que os leva a alguns extremos. Tudo se irá, porém, resolver da melhor forma com o aparecimento de uma camioneta comprada em Lisboa, o que vai inaugurar uma nova era no trabalho da lavagem de roupa dos "alfachinhas"
Se não conhece o filme veja em baixo a Aldeia da Roupa Branca, passado naRTP MEMÓRIA.