quinta-feira, outubro 20, 2016

O Presente

Não deixe de ver o filme de animação que se segue. Este filme foi realizado pelo alemão Jacob Frey em 2014.
Sinopse:
Um rapazinho recebe um presente. Vem dentro de uma caixa. Quando a abre, salta de lá um cãozinho com 3 pernas...
Quer saber o resto da história?
 Então, não deixe de ver este pequeno filme de animação. Vale bem a pena!

quarta-feira, outubro 19, 2016

Sô Santo

Lá vai o sô Santo...
Bengala na mão
Grande corrente de ouro, que sai da lapela
Ao bolso... que não tem um tostão.

Quando sô Santo passa
Gente e mais gente vem à janela:
- "Bom dia, padrinho..."
- "Olá!..."
- "Beçá cumpadre..."
- "Como está?..."
- "Bom-om di-ia sô Saaanto!..."
- "Olá, Povo!..."

Mas por que é saudado em coro?
Porque tem muitos afilhados?
Porque tem corrente de ouro
A enfeitar sua pobreza?...
Não me responde, avó Naxa?

- "Sô Santo teve riqueza...
Dono de musseques e mais musseques...
Padrinho de moleques e mais moleques...
Macho de amantes e mais amantes,
Beça-nganas bonitas
Que cantam pelas rebitas:
"Muari-ngana Santo
 dim-dom
ualó banda ó calaçala
 dim-dom
chaluto mu muzumbo
 dim-dom..."
Sô Santo...

Banquetes p´ra gentes desconhecidas
Noivado da filha durando semanas
Kitoto e batuque pró povo cá fora
Champanha, ngaieta tocando lá dentro...
Garganta cansado:
 "coma e arrebenta
 e o que sobra vai no mar..."

Hum-hum
Mas deixa...
Quando Sô Santo morrer,
Vamos chamar um Kimbanda
Para ngombo nos dizer
Se a sua grande desgraça
Foi desamparo de Sandu
Ou se é já própria da Raça..."

Lá vai...
 descendo a calçada
A mesma calçada que outrora subias
Cigarro apagado
Bengala na mão...

... Se ele é o símbolo da Raça
ou a vingança de Sandu...
Viriato da Cruz

terça-feira, outubro 18, 2016

Blowing In The Wind

Oiça o Prémio Nobel da Literatura deste ano, Bob Dylan, em Blowing In The Wind (ao vivo em março de 1963).
"O mais importante em Dylan é a poesia que há nas suas canções, que transcende a sua própria música" - Martin Scorsese

How many roads must a man walk down
Before you call him a man ?
How many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand ?
Yes, how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes, how many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea ?
Yes, how many years can some people exist
Before they're allowed to be free ?
Yes, how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

Yes, how many times must a man look up
Before he can see the sky ?
Yes, how many ears must one man have
Before he can hear people cry ?
Yes, how many deaths will it take till he knows
That too many people have died ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

segunda-feira, outubro 17, 2016

Maputo tem Sul

"Maputo tem Sul", é uma crónica da angolana Aline Frazão, que não deve deixar de ler.
Aqui fica ela para a devida reflexão!

"Viajar dentro do continente é, provavelmente, o que me ensina mais sobre nós hoje em dia. Maputo é, em muitos sentidos, a antítese de Luanda. Não sei se é o Índico, a poesia rasgada de Eduardo White, o som hipnótico das timbilas ou a música por trás dos neologismos de Mia Couto. O céu é o mesmo mas o tempo aqui é outro. Não sei se é a proximidade com o pólo sul que cria um campo magnético capaz de fazer girar mais devagar os ponteiros deste relógio, ou se é mesmo um talento especial para o sossego. Sei que para uma luandense, chegar aqui pela primeira vez é encontrar o delicioso sabor da diferença.

Luanda - Av. dos Combatentes
Maputo tem luz, Luanda tem gerador. Maputo tem água nas torneiras, Luanda tem tanque e electrobomba. Maputo é uma cidade limpa, Luanda não se pode gabar disso. À hora de ponta, o trânsito daqui é o “até está a andar bem” para nós. Maputo é horizontal, Luanda é vertical. Maputo respira, Luanda transpira.

Hoje, terça-feira, é feriado em Moçambique. Celebra-se uma paz que, contraditoriamente, ainda não chegou. Apesar de falarem baixo, apesar da serenidade nos rostos e da amabilidade no trato, não se trata de um povo passivo ou resignado. Ainda ontem houve uma greve dos chapas, os candongueiros daqui, para exigir um ajuste do preço do transporte de acordo com a subida dos combustíveis. Moçambicano não se deixa. Quando me disseram que há mais de uma década que Moçambique tem eleições autárquicas levei as mãos à cabeça em sinal de vergonha. “Como é que nós, em Angola não temos? Será assim tão difícil? Não podemos aprender com os exemplos aqui ao lado?”

Falando em proximidade, no restaurante onde jantei ontem ouvi tocar pelo menos duas vezes o Carlos Burity. Angola, aqui, passa na rádio. Lamentei, em silêncio, que não aconteça o inverso. A música de Moçambique é uma grande desconhecida para nós. E não é falta de talento. De Sukuma a Azagaia, passando por Isabel Novela e Moreira Xonguiça, há para todos os gostos.
Maputo

Precisamos construir nossas pontes. Visitar-nos mais.

Maputo é um daqueles lugares do bom silêncio. Traço fino que vi no rosto de cidades como o Lubango. A precisão, o verde escuro, a temperatura. Até o vento da frente fria, que alonga a linha do “inverno” (nós diríamos cacimbo), nos arrefece com imprevisível doçura. Acho que é coisa de sul mesmo. Ou coisa de alguém com os sentidos tão viciados pelo caos da cidade, que tem o Sul como metáfora de Sossego. O Índico como um apontamento para a Lembrança.

No outro dia ouvi alguém dizer que “cada um tem a cidade que merece” mas não sei se estou de acordo. Se cada um estiver na cidade a que pertence… Como diria o extraordinário poeta Eduardo White, “não é justo um pássaro onde ele não pode voar.”

Luanda - Arredores
Luanda da tensão e dos problemas, dos lamentos e da extensão do riso, Luanda do martelo e dos motores, das sirenes e do “agarra gatuno”, Luanda da poeira, das bichas e das mil besteiras, Luanda da ostentação e do desejo, do ar-condicionado e das sofisticadas fechaduras, da poesia urbana e do gelado de múcua, capital mundial do contorcionismo burocrático, cidade da minha vida, diz-me, quando foi que começamos a ser assim?"
Aline Frazão

domingo, outubro 16, 2016

O Bife à Marrare

O Bife à Marrare,  foi a especialidade que imortalizou um dos mais célebres cafés de Lisboa do século XIX, o Marrare das Sete Portas.

António Marrare, cidadão napolitano, fixou-se em Lisboa no final do século XVIII e foi dono de vários cafés.

O primeiro situava-se junto ao Teatro de S. Carlos, os outros abriram no Cais do Sodré, no Chiado e na Rua dos Sapateiros. Todos foram pontos de reunião da melhor sociedade lisboeta.

Foi no Café da Rua dos Sapateiros, o tal  Marrare das Sete Portas, fundado em 1804, que nasceu o célebre bife, que faz hoje parte do património gastronómico da cidade de Lisboa.

Ingredientes:

1 bife alto do pojadouro (200 g);
80 gr. de manteiga;
3 colheres de sopa de natas;
sal grosso q. b;
pimenta preta em grão q.b;

Confecção:

Numa frigideira de ferro, derrete-se em lume vivo metade da manteiga.
Quando estiver bem quente, introduz-se o bife e deixa-se alourar de um dos lados.
Vira-se o bife sem o picar e aloura-se do outro lado.
(Esta operação, que deve ser relativamente rápida, tem por fim evitar que o suco da carne saia.)
Tempera-se com sal grosso e pimenta moída na altura.
Escorre-se da frigideira a gordura em que o bife fritou (conservando o bife) e junta-se a restante manteiga.
Reduz-se a chama e deixa-se cozer o bife durante uns minutos, agitando a frigideira.
Adicionam-se as natas e deixa-se engrossar o molho, continuando a agitar a frigideira.
Coloca-se o bife num prato aquecido e rega-se com o molho. Serve-se acompanhado com batatas fritas em palitos.

* * * * 

Uma variação do Bife à Marrare é o Bife à Café (outro dos primores da cozinha de Lisboa). Aí o molho é feito com leite em vez de natas e leva um pouco de mostarda e limão. Esta receita não leva café:  a sua designação tem a ver com os locais onde era tradicionalmente servido.

sábado, outubro 15, 2016

O Café Marrare

(...) "Esta baronesa da Corujeira lavava-se em leite, e cada vez estava mais suja, dizia-se no Marrare do Chiado, quando ela andava por ali farejando o Manuel Brown ou o Chico Belas, os leões. (...)
Camilo Castelo Branco - Eusébio Macário.

O Café Marrare foi o mais célebre estabelecimento comercial da Lisboa do Romantismo. Inaugurado em 1820, o Marrare era o mais requintado dos quatro cafés que o napolitano António Marrare, abrira em Lisboa. Um luxo, a decoração de madeira polida reluzente, que o revestia, valeu-lhe o sobrenome de Marrare do Polimento.
Digno herdeiro dos cafés do final de setecentos, como o Nicola ou o Botequim das Parras, o Marrare foi ponto de encontro favorito para a geração de Garrett, tornando-se o centro absoluto da vida social daquele tempo e por onde passaram nomes como Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Passos Manuel, José Estêvão, etc.
Além da sala de bilhar, tinha ainda um pequeno pátio coberto por uma clarabóia envidraçada onde, no Verão, as senhoras podiam comer os melhores gelados da cidade. Polido era também o atendimento: criados de libré serviam excelente café em cafeteiras de prata.
O Marrare tornara-se "o lugar de reunião de todos os elegantes e todos os homens de Lisboa", como escreveu Bulhão Pato.
"Lisboa era o Chiado; o Chiado era o Marrare e o Marrare ditava Leis", escreveu Júlio de Castilho.

Fechado em 1866, o Marrare reviveria em "Os Maias" de Eça de Queirós. No século seguinte, no mesmo número da Rua Garrett, reviveria com o digno sucessor Café Chiado (1925-1963), considerado o mais belo de Lisboa.

sexta-feira, outubro 14, 2016

O Valor das Coisas...




"Não eduques o teu filho para ser rico, educa-o para ser feliz.
Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO".
Max Gehringer

quinta-feira, outubro 13, 2016

Canção à Vida

Orlando Teruz - Pintor brasileiro
A vida é louca
a vida é uma sarabanda
é um corrupio...
A vida múltipla dá-se as mãos como um bando
de raparigas em flor
e está cantando
em torno a ti:
Como eu sou bela
amor!
Entra em mim, como em uma tela
de Renoir
enquanto é primavera,
   
O Sena - Renoir
enquanto o mundo
não poluir
o azul do ar!
Não vás ficar
não vás ficar
aí...
como um salso chorando
na beira do rio...
(Como a vida é bela! como a vida é louca!)
Mario Quintana - Esconderijos do Tempo

quarta-feira, outubro 12, 2016

Se Eu Soubesse Quanto Dói A Vida (Naquela Mesa)

Zélia Duncan, Hamilton de Holanda, Nilze Carvalho interpretam "ao vivo" o samba intitulado "Naquele Mesa".
A letra do samba é de Nelson Gonçalves e a composição de Sérgio Bittencourt.

Esta é uma belíssima apresentação que não deve perder, porque este samba parece cantado para cada um de nós!

Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor
Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã



Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim




Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim
Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim


terça-feira, outubro 11, 2016

As Ilhas Faroé

As Ilhas Faroé são um território dependente da Dinamarca, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia.
O arquipélago é formado por 18 ilhas maiores e outras menores desabitadas que acolhem, ao todo, 47.000 pessoas numa área de 1.499 km².
Na ilha maior, Streymoy, encontra-se a capital, Tórshavn, com cerca de 16.000 habitantes.
As terras mais próximas são as ilhas mais setentrionais da Escócia (Reino Unido), que ficam a sul-sueste, e a Islândia, situada a noroeste.
Estas ilhas são um território autónomo desde 1948, tendo decidido não aderir à União Europeia.
Gradualmente, têm adquirido cada vez mais, uma maior autonomia e num futuro próximo descortinam a possibilidade de se tornarem independentes da Dinamarca.
Atualmente, como território autónomo da Dinamarca, as Ilhas contam com um Alto Comissário - representante da Rainha da Dinamarca, com um parlamento formado por 32 membros (Lagting) e com um primeiro-ministro, que é o chefe de governo. Se quiser ficar a conhecer melhor este território, não deixe de ver a apresentação e o vídeo que se seguem. Não perca esta oportunidade porque vale mesmo a pena.
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segunda-feira, outubro 10, 2016

Noções de Linguística

Ouço os meus filhos a falar inglês
entre eles. Não os mais pequenos só
mas os maiores também e conversando
com os mais pequenos. Não nasceram cá,
todos cresceram tendo nos ouvidos
o português. Mas em inglês conversam,
não apenas serão americanos: dissolveram-se,
dissolvem-se num mar que não é deles.
Venham falar-me dos mistérios da poesia,
das tradições de uma linguagem, de uma raça,
daquilo que se não diz com menos que a experiência
de um povo e de uma língua. Bestas.
As línguas, que duram séculos e mesmo sobrevivem
esquecidas noutras, morrem todos os dias
na gaguez daqueles que as herdaram:
e são tão imortais que meia dúzia de anos
as suprime da boca dissolvida
ao peso de outra raça, outra cultura.
Tão metafísicas, tão intraduzíveis,
que se derretem assim, não nos altos céus,
mas na caça quotidiana de outras.
Jorge de Sena - Outubro, 1970

domingo, outubro 09, 2016

A Queda Dum Anjo

(...)" - As paixões, minha Srª D. Tomásia... - obtemperou o morgado, e lambeu os beiços molhados da libação de um vinho nervoso daquela garrafeira já mencionada. E prosseguiu! - As paixões do amor... Nem os grandes sábios, nem os grandes santos se isentaram delas. Somos todos de quebradiço barro; somos uns pucarinhos de Estremoz nas mãos infantis das nulheres. O tributo é fatal: quem o não pagou aos vinte anos, há de pagá-lo aos quarenta, e mais tarde quando Deus quer. Deus ou o demónio, que eu não sei ao justo quem fiscaliza estes mal - aventurados sucessos de amor, que a história conta e a humanidade experimenta a cada dia. (..)"
Camilo Castelo Branco - A Queda dum Anjo.

A Queda dum Anjo é o título de um romance satírico de Camilo Castelo Branco, escrito em 1866.
Nele o autor descreve a corrupção de Calisto Elói de Silos e Benevides de Barbuda, morgado da Agra de Freimas, um fidalgo transmontano camiliano e o anjo do título, quando se desloca da província para Lisboa.
Esta é uma das mais célebres obras literárias escritas por Camilo Castelo Branco, onde descreve de maneira caricatural a vida social e política portuguesa e traz, ainda, um aspecto risível ao tratar, também, do desvirtuamento do Portugal antigo.

Sinopse:
O protagonista, Calisto Elói, um fidalgo transmontano, austero e conservador, é uma espécie de encarnação satírica desse Portugal: eleito deputado, Calisto vai viver para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital, tomando como amante uma prima afastada, Ifigénia, e transitando da oposição miguelista para o partido liberal no governo. Ironicamente, a esposa de Calisto, Teodora, uma aldeã prosaica, imita-o na devassidão: vendo-se desprezada pelo marido, une-se a um primo interesseiro e sucumbe ela própria aos vícios da modernidade.
Este livro faz parte do Plano Nacional de Leitura e é recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.

sábado, outubro 08, 2016

Epitáfio

Oiça os Titãs em Epitáfio  (Clipe Oficial).
Titãs é uma banda de rock formada na cidade de São Paulo, Brasil em 1982. Embora originalmente tocassem pop-rock alternativo, o grupo também já cantou diversos outros géneros musicais, ao longo de mais de 30 anos de carreira, como new wave, punk rock, grunge, MPB e música eletrónica.
É uma das bandas de rock mais bem sucedidas no Brasil, que tem feito parcerias com vários artistas brasileiros de renome e diversos cantores internacionais.

Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer

Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor

Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr

sexta-feira, outubro 07, 2016

4 - O Acontecimento Que Mais Me Marcou foi...

Os Ataques Terroristas em França.

Porque a minha irmã e o meu sobrinho vivem lá.
S. Rodrigues - 12º C

(Morreram) pessoas inocentes que nada tinham a ver com os problemas que estavam gerados e muito menos tinham conflitos com os que atacaram o país. Era desnecessário.
J. Lopes - 12º C

Foram recentes. Tenho ainda muito presente na memória, um ataque mortífero, onde muitas pessoas morreram.
E. Borges - 12º C

O terrorismo é um ato desumano que abrange não só, rivalidades culturais, como outros tópicos do mundo e da sociedade e dos valores morais impostos pela sociedade onde foram criados.
A. Martins - 12º C

Foi chocante.
T. Guedes - 12º B

Foi um acontecimento que matou muita gente, abalou e ainda hoje aterroriza o mundo. Todos os países receiam um ataque terrorista, que arrasa um país economicamente e demograficamente.
B. Miguel - 12º B

Criou-se algum medo nos países que estavam a receber os refugiados, pois embora nem todos sejam terroristas, também existem terroristas dentro dos refugiados. E, como o nosso país também estava a receber sírios, instalou-se algum medo de um ataque terrorista.
A. Pinto - 12º B
Alunos de Geografia C do 12º ano.

quinta-feira, outubro 06, 2016

Homens Bons

Homens Bons é o mais recente livro do escritor Arturo Pérez-Reverte, que narra a épica aventura de dois homens que quiseram mudar o mundo através dos livros.
Arturo Pérez-Reverte (1951), é um novelista e jornalista espanhol. Desde o ano de 2003 é, também, membro da Real Academia Espanhola.
Há já alguns anos, que este jornalista de profissão se dedica exclusivamente à literatura, tendo publicado: A Sombra da Águia; O Tango da Velha Guarda e O Hussardo, entre outros. A sua obra está traduzida em quase trinta idiomas.

Sinopse:
"Na Europa do século XVIII, dois homens viajam em segredo. 
A sua missão? Levar para Espanha algo proibido: os 28 volumes da Enciclopédia Francesa de D'Alembert e Diderot. A delicada tarefa está nas mãos do bibliotecário don Hermógenes Molina e do almirante don Pedro Zárate, membros da Real Academia Espanhola. Mas estes dois académicos estão longe de imaginar as peripécias que os aguardam…
Da Madrid de Carlos III à Paris libertina e pré-revolucionária, com os seus cafés e tertúlias filosóficas, don Hermógenes e don Pedro embarcam numa intrépida aventura, repleta de heróis e vilãos, intrigas e incertezas. 
Arturo Pérez-Reverte, com o rigor – e baseando-se em acontecimentos e personagens reais, transporta-nos para a magnífica era do Iluminismo, quando a ânsia de liberdade derrubava a ordem estabelecida, e dá-nos a conhecer os heróicos homens que quiseram mudar o mundo com os livros.
Um romance sobre fé e razão, Teologia e Ciência, sombra e luz".

quarta-feira, outubro 05, 2016

O Senhor Que Se Segue...






O próximo Secretário Geral da ONU é português. De seu nome António Guterres.
É um prestígio para o país e para a língua portuguesa.
Parabéns e bom trabalho.
Vai precisar da força de um Hérculos para vencer os desafios difíceis que tem pela frente.

A República e os Homens Bons





O dia 5 de outubro voltou a ser feriado nacional, depois de um interregno de quatro anos.
Neste dia comemora-se, anualmente, a Implantação da Repúblicadia em que saiu vitoriosa, no ano de 1910, em Lisboa, esta revolução.
Com a destituição da monarquia constitucional e o surgimento do regime republicano foram alterados alguns símbolos do país como o hino e a bandeira nacional, que passou de azul e branca para verde e vermelha.







Comemora-se também hoje o Dia Mundial do Professor.
O Dia Mundial do Professor homenageia todos os que contribuem para o ensino e para a educação da sociedade.

A propósito do seu livro " Homens Bons", veja o que é que Arturo Pérez-Reverte, respondeu na sua entrevista ao jornal Expresso (revista) em 01/10/16:

Exp: "Hoje em dia é mais difícil encontrar homens bons?
A. P. R.:É muito mais difícil. Mas eles existem. Um amigo perguntou-me: e quem são agora os homens bons? Pensei um pouco e respondi: talvez os professores. Os professores são, para mim, os homens bons neste momento. Os que mantêm a luz do conhecimento". (...)

terça-feira, outubro 04, 2016

O maior topázio do mundo

O maior topázio do mundo foi encontrado em meados dos anos 1980, na Floresta Amazónica, pelo aventureiro britânico Max Ostro.
Esta pedra preciosa, pesa 2 kg e tem 9,381 quilates, e esteve desde a sua descoberta, ou seja durante 30 anos, guardada num cofre.
O maior topázio azul do mundo será exposto ao público, a partir do dia 19 de outubro, no Museu Nacional de História, em Londres.
Segundo especialistas, o topázio é tão valioso que o seu preço é inestimável, podendo ultrapassar alguns milhões de libras.
Foi o filantropo Maurice Ostro, filho de Max, que morreu aos 84 anos (2010), que decidiu colocar a pedra preciosa em exibição para ajudar a família nos seus trabalhos de caridade.

segunda-feira, outubro 03, 2016

3 - O acontecimento que mais me marcou foi...


A - O atentado ao/à  bar/boate gay em Orlando nos E.U.A.
Porque os gays são pessoas normais como todas (as outras). O que mais irrita é que muitos acham que são pessoas ofensivas no mundo, sendo que são normais  como todas.
M. Silva - 12º C

Porque ninguém deve morrer devido às suas escolhas de vida, ou porque não o aceitam como realmente é. Porque amor é amor, não importa quem amamos.
A. Loureiro - 12º B.


B - A legalização do casamento gay/homossexual e da adoção (por casais homossexuais).

Por ser um acontecimento que me afeta pessoalmente. Foi um momento bastante importante para o desenvolvimento da sociedade e da liberdade de cada um.
A. Sousa - 12º C

Porque foi um grande passo de igualdade na sociedade.
L. Lima - 12º B
Alunos de Geografia C do 12º ano.

domingo, outubro 02, 2016

O Selo do Túmulo de Tutankamon

1) O selo do túmulo, completamente intacto, do faraó Tutankhamon, quando foi descoberto por Howard Carter, em 1922.
Esteve intacto cerca de 3,245 anos.

Tutankhamon foi um faraó do Antigo Egipto que faleceu ainda na adolescência.
Era filho e genro de Aquenáton (o faraó que instituiu o culto de Aton, o deus Sol) e filho de Kiya, uma esposa secundária de seu pai. Casou-se aos 8 anos, e assumiu o trono quando tinha cerca de nove anos, restaurando os antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero (principalmente o do deus Amon de Tebas).
Morreu, provavelmente, em 1 324 a.C., aos dezanove anos, sem herdeiros - com apenas nove anos de trono.
Devido ao facto de ter falecido tão novo, o seu túmulo não foi tão sumptuoso quanto o de outros faraós, mas mesmo assim, é o que mais fascina a imaginação moderna pois foi uma das raras sepulturas reais encontradas quase intacta.
Ao ser aberta, em 1922, ela ainda continha peças de ouro, tecidos, mobília, armas e textos sagrados que revelam muito sobre o Egipto de  há 3 400 anos.