A Centáurea Azul (Centaurea cyanus) é uma planta herbácea nativa da Europa e pertencente à família Asteraceae. A centáurea é uma planta herbácea anual, de crescimento rápido, que atinge muito facilmente um metro de altura. No verão nascem flores azuis, mas ocasionalmente podem ser brancas, rosa ou roxas. Geralmente encontram-se em campos de milho ou terrenos baldios na Europa e Ásia ocidental.
Na linguagem das flores, é associada a sentimentos puros e delicados. A cor azul natural persiste mesmo quando seca, permitindo bonitos arranjos decorativos. Esta planta deve o seu nome ao lendário centauro Quíron, famoso pelo seu conhecimento sobre ervas.
Desde a Idade Média, que a Centáurea é utilizada na cosmética devido às suas propriedades calmantes e suavizantes, especialmente benéficas para os olhos.
Calmante e regeneradora, a Centáurea é ideal para o cuidado da pele irritada e sensível.
Reidratando-se na presença de água quente, as centáureas secas são adstringentes e calmantes para a pele e couro cabeludo.
O paper piecing inglês é um método de trabalho manual feito em patchwork onde o tecido é embrulhado em formas feitas de papelão fino ou de papel grosso. Depois destas formas estarem embrulhadas e prontas, a costureira costurará manualmente ou não, as diferentes formas, uma de cada vez, até que formem o desenho pretendido.
No vídeo abaixo pode ver um tutorial simples sobre esta técnica.
Pode usar o papel como guia conforme explica o tutorial abaixo, e costurar com pontos bem miúdos na sua máquina; isso ajudará a cortar o papel na altura de o remover. Quanto mais diversidade de retalhos mais bonito ficará o trabalho. O objetivo é unir bloquinhos menores para formar um bloco maior, como pode ver abaixo.E agora o último tutorial.
Conhece este trocadilho: Qual é a pata direita do cavalo de D. José?
É a esquerda.
É uma provocação tão antiga como a estátua equestre de D. José Ique está no Terreiro do Paço, em Lisboa. A pata direita – ou que está "a direito" – é a pata esquerda do cavalo. A pata do seu lado direito está ligeiramente dobrada, daí ser possível brincar com os vários significados da palavra "direita". É rir a bom rir!
O Navegador da Passagem. Bartolomeu Dias – A figura esquecida dos descobrimentos portugueses é um livro de de Deana Barroqueiro.
Neste livro Deana Barroqueiro fala da vida de uma figura praticamente apagada das páginas da História de Portugal, do homem a quem Fernando Pessoa, n’A Mensagem, apelidou de Capitão do Fim.
Sinopse: Após a descoberta do Brasil, conforme a armada de Pedro Álvares Cabral se aproxima do Cabo da Boa Esperança, um cometa rasga os céus e acompanha a navegação, como uma bola de fogo a pairar sobre os marinheiros, num prenúncio de desgraça.
Bartolomeu Dias, capitão de uma caravela, não duvida de que a mensagem do cometa lhe é dirigida. Ao confrontar-se com a morte anunciada, o Capitão do Fim mergulha em memórias e recorda os sucessos da sua vida que mais o marcaram, para o bem e para o mal. Sobretudo os da sua extraordinária e trágica viagem, treze anos antes, quando descobriu a passagem do Cabo de África, unindo o Atlântico ao Índico. Uma viagem impossível marcada não só pelos seus feitos enquanto navegador, mas também pela paixão secreta e proibida por uma escrava, que o fez questionar a missão e a lealdade para com o rei que servia.
E reforcei a fé de marinheiro. Era longe o meu sonho, e traiçoeiro O mar… (Só nos é concedida Esta vida Que temos; E é nela que é preciso Procurar O velho paraíso Que perdemos).
Prestes, larguei a vela E disse adeus ao cais, à paz tolhida. Desmedida, A revolta imensidão Transforma dia a dia a embarcação Numa errante e alada sepultura… Mas corto as ondas sem desanimar. Em qualquer aventura, O que importa é partir, não é chegar. Miguel Torga- Antologia Poética, 1999
A Catraia de São Paio é uma localidade do concelho de Oliveira do Hospital situada perto das aldeias de São Paio de Gramaços e de Portela.
Atualmente a Catraia de São Paio é conhecida como a Capital do Cobre e do Latão e estende-se ao longo da EN17, mais conhecida como Estrada da Beira (estrada nacional que liga o litoral e o interior de Portugal a Espanha).
No passado já se chamou Catraia do Marrão, como atesta o documento ao lado.
A palavra Catraia, no árabe "Q`al a at raya", depois "Q`al a at raya – Mharran" ou seja Catraia do Marrão e agora Catraia de S. Paio.
Durante o século XI, Muçulmanos e Cristãos guerreavam-se, pelo domínio do Vale do rio Alva.Fernando Magno edificou o Castelo de Seia, em 1035. Afonso Henriques mandou construir o Castelo de Avô, em 1187, já o de Coja, data de 1128.
Nesse tempo as Catraias posicionaram-se em locais estratégicos e eram casotas em madeira, colocadas em zonas estratégicas que serviam de vigia aos movimentos dos Muçulmanos.
Mais tarde tal como outras localidades que existem nesta região (ex: Catraia de Mouronho) as Catraias foram abrigos de apoio e pernoita (tal como acontecia na longa e sinuosa Estrada Real do Piódão), eram muitas vezes a salvação dos almocreves, que se socorriam daquelas "primitivas áreas de serviço de pedra" com restauração e repouso, para tomarem uma sopa quente e desfrutarem de uma muito desejada noite de sono.
Assim a Catraia de São Paio, localidade por onde andaram alguns dos meus ancestrais, primeiro foi uma "uma casinhota" em madeira, depois, provavelmente, foi abrigo de apoio e pernoita; cresceu e mais tarde, foi chamada do "Marrão" e só no século XX , de "S. Paio". Mas, afinal, do "Marrão", porquê?
Estas casinhotas ou "catraias", serviam para vigia dos "marranos" (mharrans) . Assim nasceu o topónimo "Catraia do Marrão", que incorporou essa alusão depreciativa a famílias Judias e Mouras que para esse local foram viver. A palavra marrão cuja origem etimológica vem do árabe mharram, significa proibido, ou um porco novo que deixou de mamar. A Catraia do Marrão foi chamada assim, pelo menos durante 400 anos, e é só já no século XX, que os documentos se referem à Catraia de S. Paio.
Ouça a banda Bee Gees em Stayin' Alive (ao vivo em 1989).
Well, you can tell by the way I use my walk I'm a woman's man, no time to talk Music loud and women warm, I've been kicked around Since I was born And now it's alright, it's okay And you may look the other way We can try to understand The New York Times' effect on man
Whether you're a brother or whether you're a mother You're stayin' alive, stayin' alive Feel the city breakin' and everybody shakin' And we're stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive Oh, when you walk
Well now, I get low and I get high And if I can't get either, I really try Got the wings of Heaven on my shoes I'm a dancin' man and I just can't lose You know it's alright, it's okay I'll live to see another day We can try to understand The New York Times' effect on man
Whether you're a brother or whether you're a mother You're stayin' alive, stayin' alive Feel the city breakin' and everybody shakin' And we're stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive, stayin' alive (oh)
Ah, ha, ha, ha, stayin' alive (oh) Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah Life goin' nowhere, somebody help me, yeah
I'm stayin' alive
Well, you can tell by the way I use my walk I'm a woman's man, no time to talk Music loud and women warm I've been kicked around since I was born And now it's all right, it's okay And you may look the other way We can try to understand The New York Times' effect on man
Whether you're a brother or whether you're a mother You're stayin' alive, stayin' alive Feel the city breakin' and everybody shakin' And we're stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive, stayin' alive Ah, ha, ha, ha, stayin' alive (hey)
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah (ah, ah, ah) Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah (ah, ah, ah, ay) Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Life goin' nowhere, somebody help me Somebody help me, yeah (oh) Life goin' nowhere, somebody help me, yeah I'm stayin' alive
Sabeem que ocasião pode usar um macacão? Se quiser ficar a saber sugiro-lhe que veja mais um vídeo da influencer brasileira Luciane Cachinski.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Muitas de nós ainda têm dúvidas sobre como usar um macacão em diferentes ocasiões. Apesar de ser uma peça muito versátil, muitas vezes as mulheres ficam inseguras na altura de escolher o modelo ideal para um evento específico. Por isso, este vídeo deixa-lhe algumas dicas para que possa usar o macacão sem medo, de modo a sentir-se mais confiante e estilosa.
Um prato típico dos Estados Unidos que já deve ter visto em filmes americanos é o chamado bolo de carne. Como o nome já diz, é um bolo de carne moída, assado ou defumado, de acordo com a preferência dos cada um.
Pode ser servido acompanhado de molhos ou recheios. Para além da receita básica, existem muitas receitas da culinária sulista, empregando diferentes temperos ou acompanhamentos.
Nos E.U.A. o bolo de carne ou rolo de carne é conhecido como "meatloaf" (pão-de-carne) e tornou-se popular durante a Grande Depressão, e novamente durante a Segunda Guerra Mundial, quando o abastecimento em produtos alimentares era escasso e quando as pessoas não tinham muitas condições financeiras.
O "Boston Cooking School Cookbook"de 1884 inclui receitas de rolinhos individuais, de carne misturada com pão ralado e ovos; esta novidade pode estar relacionada com a divulgação da máquina doméstica de moer carne. No entanto, a preparação pode ser ainda mais antiga: James E. McWilliams, professor de história na Universidade do Estado do Texas, publicou "A Revolution in Eating, How the Quest for Food Shaped America", onde afirmou que o "meatloaf "pode ser originário do "scrapple", uma mistura de carne de porco moída e farinha de milho, desenvolvido pelos colonos alemães da Pensilvânia (ver aqui a receita de "Faschierter Braten").
Andrew Smith, editor-chefe do "Oxford Encyclopedia of American Food and Drink", no entanto, anuncia que esta iguaria deixou de ser uma comida simples e humilde, para se tornar num prato que se pode encontrar em restaurantes.
Ouça o cantor Elvis Presley em Blue Suede Shoes (1956).
Elvis Presley foi um cantor, músico e ator norte-americano. Apelidado de o "Rei do Rock and Roll", ou simplesmente "O Rei", é considerado um dos ícones culturais mais significativos do século XX.
E agora ouça outra interpretação da mesma canção, alguns anos depois ('68 Comeback Special).
" Donna " é uma canção escrita por Ritchie Valens, nos anos 50. A música foi lançada em 1958 pela Del-Fi Records. Foi escrita como uma homenagem à sua namorada do colégio, Donna Ludwig, e foi o single de maior sucesso de Valens, alcançando o segundo lugar na parada Billboard Hot 100 no ano seguinte.
Ritchie Valens (1941-1959) foi um músico, compositor e guitarrista norte-americano, descendente de mexicanos.
Ouça Bill Haley & His Comets em Rock Around The Clock (OST, 1956).
Bill Haley & His Comets foi uma banda de rock and roll que teve início nos anos 1950 e que continuou até a morte de Haley em 1981. Esta banda foi um dos primeiros grupos de músicos brancos a levar o rock às grandes plateias norte-americanas e ao redor do mundo.
Ouça o cantor Little Richard em "Tutti Frutti" no concerto para o Rock & Roll Hall of Fame.
Little Richard (1932 - 2020), foi um cantor, compositor e pianista dos E.U.A. Foi eleito pela Rolling Stone como o 8º maior artista da música de todos os tempos.
Com votos de umas excelentes férias de verão proponho-lhe que ouça o grupo Los Lobos em La Bamba.
Los Lobos é uma banda de rock mexicano-estadunidense, formada em Los Angeles na Califórnia, em 1973. A sua música é altamente influenciada pela música country, folk, R&B e músicas tradicionais mexicanas e espanholas. Ganharam fama internacional quando gravaram uma versão da canção La Bamba, para o filme de mesmo nome sobre o cantor Ritchie Valens.
De certeza que todos os lisboetas conhecem a chamada Segunda Circular, uma via sempre referida, nos vários acessos de entrada e saída da cidade, pelos congestionamentos constantes, a qualquer hora do dia, e sempre palco de acidentes diários, com maior ou menor gravidade.
A Segunda Circular resultou da expansão de Lisboa e dos planos de urbanização elaborados pelo Engº Duarte Pacheco (Plano Diretor de 1948) durante o Estado Novo.
Mas, então, onde fica a Primeira Circular?
A Primeira Circular existiu e "circundava" a cidade no século XIX. Representava na altura os limites da cidade, que entretanto transbordou e por isso se fez uma Segunda Circular.
A Primeira Circular começava na ponte de Alcântara, no final da Rua do Prior do Crato e terminava na Cruz da Pedra, em Santa Apolónia. De Alcântara, passava pelas Ruas D. Maria Pia, Arco do Carvalhão, a atual Rua Dom Carlos de Mascarenhas, por Campolide, pelas atuais traseiras do "El Corte Inglês", Avenida Duque D’ Ávila, Largo do Leão, Rua António Pereira Carrilho, Rua Morais Soares, Avenida Afonso III e finalizava na confluência da Rua Cruz da Pedra com a Rua de Santa Apolónia.
Ao longo do percurso acima citado, existiam várias portas e alfândegas, onde se pagavam direitos pelos produtos entrados na capital.
A cidade de então concentrava-se praticamente na área interior à 1ª Circular; os percursos laborais eram mais curtos e efetuados ou a pé ou de transportes públicos; o comércio de proximidade era o único existente. Lisboa era uma cidade pacata, mas, com muito carisma.
Hoje, a maioria dos moradores lisboetas vive para além da 1ª Circular, deixando o interior para os serviços e grande comércio.
Se gosta de viajar e gosta de estar sempre bem arranjada, então, não deixe de ver o vídeo abaixo!
Nele, pode encontrar algumas dicas de como escolher looks confortáveis e estilosos para um aeroporto e para uma viagem.
O estilo aerolook é uma mistura de conforto e elegância, constituído por peças-chave que podem ser usadas para criar looks incríveis para viajar.
Além disso, o vídeo dá algumas dicas práticas para escolher roupas e sapatos que são fáceis de usar durante a viagem, quer seja num voo longo quer seja numa viagem de carro.
A apresentadora faz um pouco o género tia, mas, vale a pena ver.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Este vídeo dá-lhe algumas dicas incríveis de moda feminina para arrasar em qualquer ocasião. Então prepare-se, inspire-se e transforme-se numa verdadeira mulher moderna, apesar dos tempos difíceis que estamos a viver!