"A Marcha dos Pinguins" (2005) é um documentário (que venceu o Óscar em 2006, como melhor documentário) francês que conta a saga dos pinguins - imperador para a procriação da espécie na Antárctida. Realizado por Luc Jacquet, conta com uma banda sonora de Emilie Simon. O documentário é como se fosse um episódio do Discovery Channel realizado por William Shakespeare. Romântico e trágico. Narra uma história de amor entre um casal de pinguins na luta pela sobrevivência do seu filhote. Em cada inverno, na Antárctica, o local mais inabitável da Terra, milhares de pinguins - imperador abandonam a segurança do oceano e sobem para a terra congelada, na intenção de iniciar uma longa jornada rumo ao interior. Em fila indiana, os pinguins marcham para o terreno de reprodução tradicional da espécie. As fêmeas permanecem ali apenas o tempo necessário, para a procriação. Depois, iniciam uma viagem de 200 Km, rumo ao mar cheio de peixes. Os machos permanecem, na Antárctida, para guardar e chocar os ovos. Após 4 meses, em que nada comem, os ovos começam partir-se e os filhotes a nascer. Entretanto, os machos apenas conseguem sobreviver mais 48 horas sem comida, dependendo do retorno das fêmeas ao local, que precisam de trazer comida do oceano.
sábado, fevereiro 02, 2013
A Marcha dos Pinguins
"A Marcha dos Pinguins" (2005) é um documentário (que venceu o Óscar em 2006, como melhor documentário) francês que conta a saga dos pinguins - imperador para a procriação da espécie na Antárctida. Realizado por Luc Jacquet, conta com uma banda sonora de Emilie Simon. O documentário é como se fosse um episódio do Discovery Channel realizado por William Shakespeare. Romântico e trágico. Narra uma história de amor entre um casal de pinguins na luta pela sobrevivência do seu filhote. Em cada inverno, na Antárctica, o local mais inabitável da Terra, milhares de pinguins - imperador abandonam a segurança do oceano e sobem para a terra congelada, na intenção de iniciar uma longa jornada rumo ao interior. Em fila indiana, os pinguins marcham para o terreno de reprodução tradicional da espécie. As fêmeas permanecem ali apenas o tempo necessário, para a procriação. Depois, iniciam uma viagem de 200 Km, rumo ao mar cheio de peixes. Os machos permanecem, na Antárctida, para guardar e chocar os ovos. Após 4 meses, em que nada comem, os ovos começam partir-se e os filhotes a nascer. Entretanto, os machos apenas conseguem sobreviver mais 48 horas sem comida, dependendo do retorno das fêmeas ao local, que precisam de trazer comida do oceano.
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
Para ver mil vezes
A beleza da natureza em estado (quase) intocado. Todo o esplendor da Antárctida e dos pinguim - imperador através da música "Listen To Your Heart" de Mike Rowland, e do filme de Ruedi & Priska Abbühl.
Os pinguins vivem, sobretudo, nas costas da Antárctida , mas também no sul da Austrália, Nova Zelândia, América e África. Mesmo havendo gelo no Árctico e no Canadá , não existem pinguins nestas paragens. O pinguim-imperador é a maior ave da família dos pinguins. Os adultos podem medir até 1,22 m de altura e pesar até 37 kg. Os machos desta espécie são um dos poucos animais que passam o inverno na Antárctida. O pinguim-imperador caracteriza-se pela plumagem multicolorida: cinza-azulado nas costas, branco no abdómen, preto na cabeça e barbatanas. Apresentam, também, uma faixa alaranjada à volta dos ouvidos. Alimentam-se de pequenos peixes, krill e lulas, que pescam em profundidades até 250 metros. O pinguim-imperador pode ficar submerso cerca de vinte minutos sem respirar. Os seus predadores naturais são a orca, a foca-leopardo e os tubarões. O padrão reprodutivo é bastante característico. As fêmeas põem um único ovo em Maio/Junho, no final do Outono, que abandonam imediatamente para passar o Inverno no mar. O ovo é incubado pelo macho durante cerca de 65 dias, que correspondem ao Inverno antárctico. Para suportar as temperaturas de -40 °C e os ventos de 200 km/h, os machos amontoam-se e passam a maior parte do tempo a dormir para poupar energia. Nunca abandonam o ovo, que congelaria, se o fizessem. Sobrevivem à base da camada de gordura acumulada durante o Verão. A fêmea substitui o macho apenas quando regressa no princípio da Primavera. Se a cria choca antes do regresso da mãe, o macho do pinguim-imperador alimenta o filho com secreções de uma glândula especial existente no seu esófago.
Os pinguins vivem, sobretudo, nas costas da Antárctida , mas também no sul da Austrália, Nova Zelândia, América e África. Mesmo havendo gelo no Árctico e no Canadá , não existem pinguins nestas paragens. O pinguim-imperador é a maior ave da família dos pinguins. Os adultos podem medir até 1,22 m de altura e pesar até 37 kg. Os machos desta espécie são um dos poucos animais que passam o inverno na Antárctida. O pinguim-imperador caracteriza-se pela plumagem multicolorida: cinza-azulado nas costas, branco no abdómen, preto na cabeça e barbatanas. Apresentam, também, uma faixa alaranjada à volta dos ouvidos. Alimentam-se de pequenos peixes, krill e lulas, que pescam em profundidades até 250 metros. O pinguim-imperador pode ficar submerso cerca de vinte minutos sem respirar. Os seus predadores naturais são a orca, a foca-leopardo e os tubarões. O padrão reprodutivo é bastante característico. As fêmeas põem um único ovo em Maio/Junho, no final do Outono, que abandonam imediatamente para passar o Inverno no mar. O ovo é incubado pelo macho durante cerca de 65 dias, que correspondem ao Inverno antárctico. Para suportar as temperaturas de -40 °C e os ventos de 200 km/h, os machos amontoam-se e passam a maior parte do tempo a dormir para poupar energia. Nunca abandonam o ovo, que congelaria, se o fizessem. Sobrevivem à base da camada de gordura acumulada durante o Verão. A fêmea substitui o macho apenas quando regressa no princípio da Primavera. Se a cria choca antes do regresso da mãe, o macho do pinguim-imperador alimenta o filho com secreções de uma glândula especial existente no seu esófago.
quinta-feira, janeiro 31, 2013
Fazer o Que Ainda Não Foi Feito
Mais uma vez lhe proponho uma música do compositor e cantor portuense, Pedro Abrunhosa. Hoje é "Fazer o Que Ainda Não Foi Feito", do álbum "Longe".
Sei que me vês
Quando os teus olhos me ignoram
Quando por dentro eu sei que choram
Sabes de mim
Eu sou aquele que se esconde
Sabe de ti, sem saber onde
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
E eu sei que dói
Sei como foi andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua
Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Sabes quem sou, para onde vou
A vida é curva, não uma linha
As portas que se fecham e eu na minha
A tua sombra é o lugar onde me deito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Pedro Abrunhosa
Sei que me vês
Quando os teus olhos me ignoram
Quando por dentro eu sei que choram
Sabes de mim
Eu sou aquele que se esconde
Sabe de ti, sem saber onde
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
E eu sei que dói
Sei como foi andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua
Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Sabes quem sou, para onde vou
A vida é curva, não uma linha
As portas que se fecham e eu na minha
A tua sombra é o lugar onde me deito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Pedro Abrunhosa
quarta-feira, janeiro 30, 2013
She
Norah Jones (1979) é uma pianista, cantora e compositora dos Estados Unidos. Norah é filha do célebre tocador de sitar indiano Ravi Shankar, falecido recentemente. Jones estudou no Booker T. Washington High School for the Performing and Visual Arts e na University of North Texas, onde se formou em jazz piano. Em 1999, Norah voltou para Nova Iorque, onde toca com sua banda, Wax Poetic. Ouça-a agora em "She".
terça-feira, janeiro 29, 2013
Grandes Desastres Ambientais
Aqui fica mais um trabalho de alunos, da disciplina de Geografia C, do 12º ano, sobre os Grandes Desastres Ambientais. Ora veja !
segunda-feira, janeiro 28, 2013
Um passeio pela Invicta...
Vamos dar uma voltinha até ao Porto? Venha daí dar um passeio pelos bairros históricos desta cidade e de caminho fique a conhecer, também, os jardins e parques da Invicta.
Bora lá...
Bora lá...
domingo, janeiro 27, 2013
O Amante do Crato
"O Amante do Crato", é um livro de Maria Velho da Costa. Maria Velho da Costa (1938), é uma escritora portuguesa que foi Prémio Camões, em 2003.
Sinopse:
sábado, janeiro 26, 2013
Malhoa
José Malhoa (1855 – 1933) foi um pintor, desenhador e professor português.
Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro, designadamente em Madrid, Paris e Rio de Janeiro. Foi pioneiro do Naturalismo em Portugal, tendo integrado o Grupo do Leão. Destacou-se, também, por ser um dos pintores portugueses que mais se aproximou da corrente artística Impressionista.
Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago. Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha. Se quiser conhecer melhor este pintor português veja a bela apresentação que se segue.
sexta-feira, janeiro 25, 2013
Tudo o que eu te dou
Oiça o cantor português Pedro Abrunhosa em "Tudo o que eu te dou"
Eu não sei, que mais posso ser
um dia rei, outro dia sem comer
por vezes forte, coragem de leão
as vezes fraco assim é o coração
eu não sei, que mais te posso dar
um dia jóias noutro dia o luar
gritos de dor, gritos de prazer
que um homem também chora
quando assim tem de ser
Foram tantas as noites sem dormir
tantos quartos de hotel, amar e partir
promessas perdidas escritas no ar
e logo ali eu sei...
(Que) Tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
e tudo o que eu te dou
Sentado na poltrona, beijas-me a pele morena
fazes aqueles truques que aprendeste no cinema
mais peço-te eu, já me sinto a viajar
para, recomeça, faz-me acreditar
"Não", dizes tu, e o teu olhar mentiu
enrolados pelo chão no abraço que se viu
é madrugada ou é alucinação
estrelas de mil cores, ecstasy ou paixão
hum, esse odor, traz tanta saudade
mata-me de amor ou da-me liberdade
deixa-me voar, cantar, adormecer
Composição: Pedro Abrunhosa
Eu não sei, que mais posso ser
um dia rei, outro dia sem comer
por vezes forte, coragem de leão
as vezes fraco assim é o coração
eu não sei, que mais te posso dar
um dia jóias noutro dia o luar
gritos de dor, gritos de prazer
que um homem também chora
quando assim tem de ser
Foram tantas as noites sem dormir
tantos quartos de hotel, amar e partir
promessas perdidas escritas no ar
e logo ali eu sei...
(Que) Tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
e tudo o que eu te dou
Sentado na poltrona, beijas-me a pele morena
fazes aqueles truques que aprendeste no cinema
mais peço-te eu, já me sinto a viajar
para, recomeça, faz-me acreditar
"Não", dizes tu, e o teu olhar mentiu
enrolados pelo chão no abraço que se viu
é madrugada ou é alucinação
estrelas de mil cores, ecstasy ou paixão
hum, esse odor, traz tanta saudade
mata-me de amor ou da-me liberdade
deixa-me voar, cantar, adormecer
Composição: Pedro Abrunhosa
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Desigualdades Sociais Contemporâneas
“Desigualdades Sociais Contemporâneas”, é um pequeno livro (que aconselho aqui hoje) de António Firmino da Costa, sociólogo e professor no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL).
Firmino da Costa tem estudado a fundo estas questões e transformou a sua investigação nesta obra recente.
quarta-feira, janeiro 23, 2013
Como defender o ambiente?
Proponho-lhe hoje uma apresentação sobre organizações de defesa do ambiente. Este trabalho foi realizado por alunos do 12º ano, para a disciplina de Geografia C.
segunda-feira, janeiro 21, 2013
Regando lentamente as flores do riso
Regando lentamente as flores do riso,
vou já de neve em neve e lume em lume,
contornando a nordeste o paraíso
em terrenos de pedras ou de estrume,
com pequenas palavras na algibeira
das calças que mantenho ainda frias
da presença dos lares à minha beira.
E meto mãos e dentes nas vazias
flanelas limpas para o flanar antigo,
marcho directo e escasso, colocando
os pés azadamente.
Não persigo
ventos ou cores: sou pedro, zé, femando,
nomes comuns, impróprios, que desdigo
baixinho e surdo, curto, enquanto ando.
Pedro Tamen - Daniel na Cova dos Leões, 1970
domingo, janeiro 20, 2013
Mais Vitória
Aqui fica mais uma pequena homenagem à beleza da Vitória Régia amazónica.
Se quiser ver um outro "post" publicado neste blogue sobre o mesmo assunto basta clicar aqui. Não deixe, contudo, de ver a belíssima apresentação que se segue, e que fala desta enorme planta aquática, de grandes folhas circulares e flutuantes.
Se quiser ver um outro "post" publicado neste blogue sobre o mesmo assunto basta clicar aqui. Não deixe, contudo, de ver a belíssima apresentação que se segue, e que fala desta enorme planta aquática, de grandes folhas circulares e flutuantes.
sábado, janeiro 19, 2013
A uma árvore
Ah!, árvore diante da minha janela, somos parentes,
pois nada pedes a um amigo a não ser isto:
encostares-te à janela e espreitar para dentro
e ver-me andar por ali! Benção que é suficiente
para mim, que decidi ficar por detrás do caixilho,
cheia das minhas pequenas tragédias e grotescos desgostos,
para me encostar à janela e espreitar lá para fora,
admirando as infinitésimas folhas.
Poemas de Marianne Moore e Elizabeth Bishop
sexta-feira, janeiro 18, 2013
O Mundo em Revista
Os principais acontecimentos que ocorreram nas últimas décadas. Dos anos 60 do século XX, até aos dias de hoje.
Assim, se fez a história do mundo!
Veja esta apresentação que mostra alguns destes momentos.
quinta-feira, janeiro 17, 2013
A Linha
A eficácia das linhas e de um lápis branco, no humor.
Haja imaginação e criatividade.!
Ora veja!
La Linea - 001 por MisterNatural
Haja imaginação e criatividade.!
Ora veja!
La Linea - 001 por MisterNatural
quarta-feira, janeiro 16, 2013
terça-feira, janeiro 15, 2013
Índio de Apartamento
Oiça, Vinícius Cantuária, em "Índio de Apartamento". Esta canção dá título ao seu último álbum (2012), que conta com a participação de grandes nomes da música internacional: Ryuichi Sakamoto; Norah Jones; Jesse Harris e Bill Frisell.
Vinícius Cantuária (1951) é um cantor e compositor brasileiro. Na década de 1970, integrou a banda de rock progressivo "O Terço". Entre as suas composições, a mais famosa é, "Só Você", da primeira metade dos anos 1980. Esta canção foi gravada por vários artistas, como Fábio Júnior e Fagner. Outro sucesso seu é, do início da mesma década: "Lua e Estrela", gravada na voz de Caetano Veloso, de cuja banda fez parte. Essa música também foi gravada por Gilberto Gil (em inglês). Aos sete anos de idade, a família deixou Manaus rumo ao Rio de Janeiro onde iniciou a sua vida musical. Como compositor, cantor, guitarrista e percussionista, a sua carreira liga várias frentes da música popular brasileira. O melhor exemplo deste facto, é o álbum, "Sol na Cara". Cantuária, tornou-se um artista internacional requisitado, tendo residência fixa em Nova York.
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Loucos e Apaixonados
Hoje proponho-lhe o filme: "Loucos e Apaixonados" (Mozart and the Whale). Este é um filme americano (2005), realizado pelo holandês Petter Naess, que narra a história de dois jovens que sofrem de síndrome de Asperger (uma forma de autismo). Donald (Josh Hartnett) é um pacato motorista de táxi, com um grande amor por pássaros e um jeito especial para números. Isabelle (Radha Mitchell) é complicada, directa e agressiva. Os dois conhecem-se numa sessão de terapia de grupo e apaixonam-se. O problema é que aquilo que os juntou (as mesmas disfunções) é aquilo que vai complicar a sua relação.
domingo, janeiro 13, 2013
Desastres Ambientais
Aqui fica, para apreciar, um trabalho elaborado pelos alunos do 12º ano, para a disciplina de Geografia C.
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