sábado, junho 25, 2011

O Voo do Moscardo

O Voo do Moscardo é um interlúdio musical famosíssimo, composto (entre 1899 e 1900) pelo conde e compositor russo Nicolai Rimsky - Korsakov para a ópera "A Lenda do Czar Saltan". Esta obra foi inicialmente escrita para um solo de violino. Algum tempo depois o próprio Korsakov reescreveu a peça para o piano. Contudo é uma obra exigente, pois é uma técnica tão difícil que o famoso pianista Vladimir von Pachmann (1848/1933) ao ler a partitura julgou-a "impossível de ser tocada".
Anos depois Serguei Prokofiev (1891/1953) aceitou o desafio e abriu a porta para que pouquíssimos colegas realizassem essa proeza...
A jovem pianista chinesa, Yuja Wang, considerada atualmente uma das 5 melhores do mundo dá aqui um show de virtuosismo, ao interpretar o Voo do Moscardo.
Deliciem-se...

sexta-feira, junho 24, 2011

Noite de S. João


Noite de S. João para além do muro do meu quintal.
Do lado de cá, eu sem noite de S. João.
Porque há S. João onde o festejam.
Para mim há uma sombra de luz de fogueiras na noite,
Um ruído de gargalhadas, os baques dos saltos.
E um grito casual de quem não sabe que eu existo.
Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)

quinta-feira, junho 23, 2011

Feliz Ano Velho

Hoje proponho-lhe a leitura de Feliz Ano Velho, romance autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva. Este livro marcou toda uma geração de leitores e tornou-se obra de referência na literatura brasileira contemporânea.
Publicado originalmente em 1982, o livro é um relato verdadeiro do acidente que deixou Marcelo Rubens Paiva tetraplégico, a poucos dias do Natal de 1979. Jovem paulista da classe média alta, com uma vida boa e muitas namoradas, Marcelo era, na altura, estudante de Engenharia Agrícola na Universidade de Campinas. O acidente transformou a sua vida numa questão de segundos. O livro começa com o mergulho fatal que o tornou tetraplégico.
“Levei um ano para escrever este livro, tinha 26 anos. Ouvia Clash, era punk. Fiz só um tratamento depois de escrever, é meu livro mais visceral. É um livro que tem muitos flash-backs, que apareciam quando eu estava cansado de escrever a história principal, do acidente, e começava a falar sobre outras coisas. É um livro sobre construção de identidade, de fé, não é só um livro sobre o acidente”, afirmou Marcelo numa entrevista.
Apesar do tema trágico, Feliz Ano Velho (vencedor do Prêmio Jabuti) - foi adaptado para o teatro e para o cinema – tem momentos de humor, ternura e erotismo.
O acidente que vitimou Marcelo não foi a única tragédia vivida por este escritor. A primeira sentiu-a na pele aos 11 anos: o “desaparecimento” do pai – o ex-deputado federal Rubens Paiva – em resultado da ditadura militar que o Brasil viveu.

quarta-feira, junho 22, 2011

O Puyehue


O vulcão Puyehue, ao sul do Chile, entrou em erupção no dia 4 de Junho, obrigando o governo a retirar cerca de 3.500 pessoas que viviam junto a esta montanha.
O vulcão produziu uma coluna de cinzas de cerca de 3 km de altura.
Com 2240 m de altura, o Puyehue fica na Cordilheira dos Andes (aproximadamente a 950quilómetros a sul da capital, Santiago) e a sua última erupção ocorreu há 41 anos (1960), quando também foi registado na região um terramoto de 9,5 graus na escala Richter – o mais forte até agora registado no mundo.
Se quiser ver as imagens desta impressionante erupção clique aqui.

terça-feira, junho 21, 2011

Por Amor à Língua...

Deixo-o hoje com uma belíssima aula de português, para acabar de vez com toda e qualquer dúvida que tenha acerca da utilização do termo presidente ou presidenta. Ou quem sabe se esta aula não o vai ainda deixar com mais dúvidas.
Será que é correto utilizarmos o termo presidenta em vez de presidente?
Será que existe a palavra: PRESIDENTA?
Aqui fica um texto muito bem escrito, com a opinião de um(a) brasileiro(a) anónimo. Já agora se conhece a opinião de algum linguísta português não deixe de ma dar a conhecer.
Cá vai a tal opinião, vinda do outro lado do Atlântico:
"No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade. Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Fala quem sabe... E aqui fica a opinião.



segunda-feira, junho 20, 2011

Olhó Balão

Agora que as férias estão cada vez mais próximas aqui vai uma proposta tentadora: fazer balonismo.
Desta vez, sugiro-lhe um passeio de balão! Isso mesmo, um voo de balão de ar quente, em pleno Ribatejo, no dia 17 de Julho, domingo.

O ponto de encontro será perto de Coruche por volta das 06h00m da manhã, para assistir ao nascer do sol – e também a hora ideal para tirar fotografias!!!

Quem quiser levar os filhotes, também o pode fazer, desde que estes tenham mais de 1,20m de altura. Não é necessário nenhum cuidado especial, e mesmo quem sofra de vertigens, não terá qualquer problema em experimentar um voo de balão. A duração do voo varia entre 60 minutos e 90 minutos. Tudo depende das condições atmosféricas e dos ventos nesse dia. O preço é de 125 euros e inclui seguro, certificado de voo de balão e no final, o tradicional baptismo com champanhe. Será

certamente um evento pleno de emoção e aventura, para além de ser uma excelente oportunidade de obter boas fotografias da lezíria ribatejana!

domingo, junho 19, 2011

É lento ensinar por teorias




"É lento ensinar por teorias, mas breve e eficaz fazê-lo pelo exemplo".

"Devem ser evitados os tristes de que tudo se queixam."

"O amor não se define; sente-se."

"Alguns [chefes] são considerados grandes porque lhes mediram também o pedestal."
Séneca

sábado, junho 18, 2011

E Saramago regressou a Lisboa...!

Um ano depois… uma oliveira trazida da Azinhaga - a ribatejana freguesia onde nasceu - e terra de Lanzarote - a ilha que escolheu como refúgio - acompanham as cinzas de José Saramago. Que hoje foram depositadas junto à Casa dos Bicos, sede da Fundação que leva o nome do Nobel português da Literatura.
Jornalista, escritor maior, homem de ideais e paixões.

Recordamo-lo aqui numa das facetas talvez menos conhecida: a de poeta que viveu e escreveu amores. Saramago na voz de Pedro Barroso.

sexta-feira, junho 17, 2011

Para ser grande, sê inteiro




Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Ricardo Reis (Fernando Pessoa)
14/02/1933


quinta-feira, junho 16, 2011

Uma fenda em África

A partir de 2005 e após uma sequência de alguns terramotos surgiu uma fenda na parte leste do continente africano. Esta fenda localizada na Etiópia tem cerca de 56 km de comprimento.
Uma equipe internacional de cientistas diz que a fenda na Etiópia, sofre um processo vulcânico praticamente igual ao que ocorre no fundo do mar e representa, provavelmente, a formação de um novo oceano. A fenda está a crescer a uma velocidade sem precedentes e é a maior já vista em séculos. Com cerca de 60 quilómetros pode chegar ao Mar Vermelho, separando a Etiópia e a Eritréia do resto do continente africano e dar origem a um novo oceano.
Este fenómeno que apareceu em África é o resultado do movimento normal das chamadas placas tectónicas.
O mundo em que vivemos é como uma grande bola de futebol, com a crosta (parte sólida da terra) dividida em placas, como as secções de couro que formam as bolas de futebol. Estas placas deslizam umas de encontro às outras, provocando terramotos e criando novas cadeias de montanhas. Quando duas placas se separam, os continentes podem fragmentar-se e nos seus intervalos podem surgir oceanos. Foi assim que nasceu o Oceano Atlântico, quando a América se separou da África, há 200 milhões de anos.
Outra região semelhante, mas muito mais perigosa, é o chamado Anel de Fogo do Pacífico, perto do sudeste asiático. Aí a crosta terrestre está a abrir-se no fundo do mar, o que provoca abalos submarinos capazes de gerar ondas gigantes, os tsunamis, como os que atingiram recentemente a Indonésia.
Não há nada que a humanidade possa fazer para deter estes processos de movimentação da crosta terrestre. As populações que moram nestas regiões, geologicamente ativas, podem apenas precaver-se, instalando bóias de alerta contra tsunamis e evitando morar perto de vulcões ou de fendas em atividade, como esta da África.
Estas manifestações geológicas fazem com que a geografia do planeta mude gradualmente ao longo das eras. Se um viajante do tempo chegar à Terra, daqui a 250 milhões de anos, vai ter que desenhar um novo mapa do mundo. Nesta altura, provavelmente, a Califórnia já se terá separado dos EUA, a Etiópia estará afastada do resto da África e é provável até que a América Central se tenha fragmentado, criando um braço de mar que irá unir o Atlântico e o Pacífico.
Aproveite para ver a apresentação que se segue que contém algumas imagens deste fenómeno.





quarta-feira, junho 15, 2011

Ábacos e Computadores

Proponho-lhe, hoje, que veja uma apresentação que mostra a evolução de algumas tecnologias que vão do ábaco ao computador.
O primeiro instrumento de cálculo utilizado pelo ser humano foi a mão. É tão eficaz que, em pequenas contas, ainda é muito usado, sobretudo pelos mais pequenos.
O ábaco é um antigo instrumento de cálculo que teve origem, provavelmente, na Mesopotâmia, há mais de 5.500 anos. Este instrumento pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar pelos dedos e emprega um processo de cálculo baseado no sistema decimal. O primeiro ábaco foi quase de certeza construído numa pedra lisa coberta por areia ou pó. Palavras e letras eram desenhadas na areia; os números eram eventualmente adicionados e bolas de pedra eram utilizadas para ajudar nos cálculos. A China desempenhou um papel importante no desenvolvimento e utilização do ábaco.
A Régua de Cálculo é um instrumento mecânico analógico que permite a realização de cálculos por meio de guias graduadas deslizantes. A sua criação foi feita pelo padre inglês William Oughtred, em 1638, basendo-se na tábua de logaritmos que fôra criada por John Napier pouco antes, em 1614.
Mas, se quiser saber um pouco mais acerca deste assunto, não perca a apresentação que lhe proponho.

terça-feira, junho 14, 2011

Fiordes na Antártida?

Foi criado por cientistas norte-americanos, britânicos e australianos o primeiro mapa topográfico em alta resolução de uma das últimas regiões inexploradas da Terra: a bacia sub-glaciar Aurora. Esta bacia situa-se no leste da Antárctica e tem um tamanho superior ao da França. O trabalho destes cientistas revelou que alguns dos maiores fiordes do planeta se encontram debaixo do gelo
Se estiver interessado em aprofundar este assunto é só clicar aqui.

segunda-feira, junho 13, 2011

O Passeio de Santo António

Saíra Santo António do convento,
A dar o seu passeio costumado
E a decorar, num tom rezado e lento,
Um cândido sermão sobre o pecado.

Andando, andando sempre, repetia
O divino sermão piedoso e brando,
E nem notou que a tarde esmorecia,
Que vinha a noite plácida baixando…

E andando, andando, viu-se num outeiro,
Com árvores e casas espalhadas,
Que ficava distante do mosteiro
Uma légua das fartas, das puxadas.

Surpreendido por se ver tão longe,
E fraco por haver andado tanto,
Sentou-se a descansar o bom do monge,
Com a resignação de quem é santo…

O luar, um luar claríssimo nasceu.
Num raio dessa linda claridade,
O Menino Jesus baixou do céu,
Pôs-se a brincar com o capuz do frade.

Perto, uma bica de água murmurante
Juntava o seu murmúrio ao dos pinhais.
Os rouxinóis ouviam-se distante.
O luar, mais alto, iluminava mais.

De braço dado, para a fonte, vinha
Um par de noivos todo satisfeito.
Ela trazia ao ombro a cantarinha,
Ele trazia… o coração no peito.

Sem suspeitarem de que alguém os visse,
Trocaram beijos ao luar tranquilo.
O Menino, porém, ouviu e disse:
- Ó Frei António, o que foi aquilo?…

O Santo, erguendo a manga de burel
Para tapar o noivo e a namorada,
Mentiu numa voz doce como o mel:
- Não sei o que fosse. Eu cá não ouvi nada…

Uma risada límpida, sonora,
Vibrou em notas de oiro no caminho.
- Ouviste, Frei António? Ouviste agora?
- Ouvi, Senhor, ouvi. É um passarinho.

- Tu não estás com a cabeça boa…
Um passarinho a cantar assim!…
E o pobre Santo António de Lisboa
Calou-se embaraçado, mas por fim,

Corado como as vestes dos cardeais,
Achou esta saída redentora:
- Se o Menino Jesus pergunta mais,
… Queixo-me à sua mãe, Nossa Senhora!

Voltando-lhe a carinha contra a luz
E contra aquele amor sem casamento,
Pegou-lhe ao colo e acrescentou: - Jesus,
São horas…
........................E abalaram pró convento.
Augusto Gil

domingo, junho 12, 2011

O Castelo dos Pirenéus

O Castelo nos Pirenéus é o mais recente livro de Jostein Gaarder autor (norueguês) de O Mundo de Sofia. Esta obra (que fez um enorme sucesso na época do seu lançamento) repleta de reflexões filosóficas diversas, já mostrava como era o seu autor: sensível e complexo.
"Durante cinco intensos anos da década de 1970, Steinn e Solrunn foram felizes. Depois, seguiram rumos diversos, por razões desconhecidas de ambos. No verão de 2007, depois de trinta anos distantes, encontram-se por acaso no terraço de um velho hotel de madeira, nas margens de um fiorde situado no oeste da Noruega.
Encontram-se, no mesmo hotel onde viveram um amor apaixonado. Mas esse mesmo hotel, que em tempos testemunhara a força do seu amor, esconde também o mistério que envolveu o seu fim.
Para entenderem como é que um relacionamento que prometia ser duradouro pode acabar subitamente, o ex-casal começa uma frenética troca de e-mails - a matéria e a forma deste novo romance filosófico de Jostein Gaarder, que desta vez conta uma história de amor para discutir o embate entre o racionalismo e a espiritualidade. Na linguagem destas missivas apressadas que inundam a nossa vida quotidiana, os dois esboçam visões de mundo antagónicas e explicações contraditórias para o fim do seu romance".
Se quizer ficar a saber mais é só ler o livro que lhe proponho: O Castelo dos Pirenéus. Um romance fascinante nos leva a reflectir sobre a natureza da fé, do acaso, do universo e de tudo o que nele existe.

sábado, junho 11, 2011

Se deres um peixe a um homem...

"Se deres um peixe a um homem, ele comerá uma única vez, se, porém, o ensinares a pescar, ele alimentar-se-á durante toda a vida".

"Se os teus projetos são para um ano, semeia o grão.
Se são para dez anos, planta uma árvore.
Se são para cem anos, instrói um povo.

Semeando uma vez um grão, colherás uma única vez,
plantando uma árvore, colherás dez vezes,
instruindo um povo, colherás cem vezes".
Kuan-Tzu (sábio chinês do séc VII a.C.)


sexta-feira, junho 10, 2011

Ainda Portugal é ...


Um país que apesar das dificuldades que está a passar é único.
É o meu país, aquele que faz parte de mim… ontem, hoje e amanhã.
Miriam – 12º C

Neste momento desconforto, preocupação, má liderança, crise.Um povo unido para alterar a situação.
Ana Gonçalves – 12º C

Um país cheio de locais e monumentos muito belos para visitar. Um país com uma gastronomia e com um povo alegre mas pessimista.
David Silva – 12º B

O país em que me orgulho de viver.
Um país de boa comida, pessoas e culturas. O que o estraga é os membros dos governos. Posso dizer que adoro passear nos lugares magníficos da minha terra. Mas, como tudo há sempre onde melhorar e nós temos que lutar para isso.
Andreia B. – 12º C

Um país que está totalmente na crise, mas, é também um país lindo cheio de sítios lindos e um país acolhedor.
Susana H. – 12º C

Onde eu nasci…
é a minha nação…
Apesar dos problemas que tem,
Tenho orgulho no coração.
Miguel Monteiro – 12º B

Uma maré de descobrimentos,
Onde apesar dos maus momentos,
Temos sempre a chance de
Encontrar bons sentimentos.
Sílvia Rosário – 12º C

A minha nação.
Um país de tradições muito diferenciadas.Um país quente, cheio de gente animada!
Ana Patrícia – 12º C

Um dos países mais velhos da Europa. País por onde passaram árabes, romanos e muitas outras civilizações que construíram a nossa história e o hino da nossa nação que tanto se orgulha do nosso passado glorioso.
Soraia Guerra – 12º C

quinta-feira, junho 09, 2011

Para falar ao vento


"Para falar ao vento bastam quatro palavras; para falar ao coração são necessárias obras".

"Livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive".

"Os vivos são pó levantado, os mortos são pó caído; os vivos são pó que anda, os mortos são pó que jaz".

"A boa educação é moeda de ouro, em toda parte tem valor".

"O melhor comentador da profecia é o tempo".
Padre António Vieira

quarta-feira, junho 08, 2011

S. Tomé e Príncipe é…

A minha terra natal!
Uma terra de pessoas lutadoras.
Uma terra cheia de magia, muitas alegrias e muitas tristezas.
Mas, sobretudo é uma terra rica em recursos naturais.
Adoro a minha terra apesar das dificuldades em que se encontra em termos de pobreza.
Adoro o meu povo, a minha gente, embora não estando lá desde os meus 14 anos!
I Love You, S.T.P.
Nylsa F.
– 12º C


Um país de muita riqueza natural e social, com a clareza da sua água é fácil de perceber.
É um paraíso embora com algumas dificuldades, mas estas não são muito relevantes para a população, pois basta olhar para as suas caras e perceber.
Adelma Rebelo – 12º C

terça-feira, junho 07, 2011

A China é…

Um país com vasto território (96 mil Km2) e o maior número de população do mundo (1,4biliões). É um país em que existe também uma história rigorosa (6000 anos).
Actualmente a China é um país que é uma grande potência no aspecto económico, político, militar, etc.
Mas a China também é um país em desenvolvimento. 70% da sua população são camponeses e são pobres.
Na China existe vários problemas como noutros países do 3º Mundo (contraste social, fuga de cérebros, poluição, etc).
A China está localizada no continente Ásia, os seus vizinhos são países “fortes”: a Índia; o Japão; a Rússia.
Du An Nan – 12º B

segunda-feira, junho 06, 2011

Cabo Verde é…

É o meu porto seguro quando estou triste e desamparada.
São dez ilhas lindas com praias maravilhosas.
A minha terra, de que tenho muitas saudades e onde mais me identifico.







Eveline Sanches -12º C



Um autêntico paraíso, que todas as pessoas deveriam conhecer porque a população é muito unida e porque tem uma beleza natural indescritível. Só conhecendo para ver.
Carla Sanches – 12º B