domingo, abril 02, 2017

Castelo Branco: O Sítio Certo Para Viver

Castelo Branco é uma cidade portuguesa, capital do distrito de Castelo Branco, situada na região Centro de Portugal.
Conta com cerca de 34 000 habitantes no seu perímetro urbano e é a sede do terceiro maior município português, com 1 438,19 km² de área.
O concelho/município de Castelo Branco é limitado a norte pelo município do Fundão, a leste por Idanha-a-Nova, a sul pela Espanha, a sudoeste por Vila Velha de Ródão e a oeste por Proença-a-Nova e por Oleiros.
Ao contrário de outras cidades da região, que cresceram notavelmente devido à indústria têxtil, Castelo Branco sempre teve uma importância geoestratégica e política em Portugal.
Foi considerada em 2006, num estudo elaborado pela DECO, a segunda capital de distrito do país com melhor qualidade de vida.
Se não conhece esta bela cidade da região centro, não deixe de ver o vídeo abaixo e de clicar aqui.

sábado, abril 01, 2017

Não Precisa


Oiça os cantores brasileiros Paula Fernandes e Victor & Leo no tema Não Precisa.

Você diz que não precisa
Viver sonhando tanto
Que vivo a fazer
Demais por você

Diz que não precisa
A cada vez que canto
Uma canção a mais pra você

Mas tem que ser assim
Pra ser de coração
Não diga "não precisa"
Tem que ser assim
É seu meu coração
Não diga não precisa

Eu já sonhei com a vida
Agora vivo um sonho
Mas viver ou sonhar
Com você, tanto faz

Não diga "não precisa"
Eu digo que é preciso
A gente se amar demais
Nada a mais

Mas tem que ser assim
Pra ser de coração
Não diga "não precisa"
Tem que ser assim
É seu meu coração
Não diga "não precisa"


Eu já sonhei com a vida
Agora vivo um sonho
Mas viver ou sonhar
Com você, tanto faz

Não diga "não precisa"
Eu digo que é preciso
A gente se amar demais
Nada a mais

Mas tem que ser assim
Pra ser de coração
Não diga não precisa
Tem que ser assim
É seu meu coração
Não diga não precisa

Mas tem que ser assim
Pra ser de coração
Não diga não precisa
Tem que ser assim
É seu meu coração
Não diga não precisa

sexta-feira, março 31, 2017

A Guerra Fria

Assista a uma animação russa, em vídeo, sobre A Guerra Fria. Esta é uma visão diferente que não deve perder.
O termo Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética. Esta fase da hitória do século XX compreende o período entre o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991).

A Guerra Fria foi um conflito de ordem política, militar, tecnológica, económica, social e ideológica entre as duas nações e as suas respetivas zonas de influência. A designação "fria" resulta do facto de não ter havido uma guerra direta entre as duas superpotências, dada a inviabilidade da vitória de qualquer delas numa batalha nuclear.
Ora veja! Vale bem a pena.

quinta-feira, março 30, 2017

Amor é Bicho Instruído.

Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem
às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã.
Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, março 29, 2017

Encontros de Águas - 3

1- Rios Tobol e Irtysh, Tobolsk, Rússia.
O rio Tobol é um afluente do rio Irtich (margem esquerda), que nasce nas estepes cazaques. O seu percurso tem um comprimento de 1591 km.
O rio Irtich é um rio da Ásia Central. É o maior afluente do rio Ob e o seu nome significa Rio Branco. Na verdade o Irtich é até mais longo que o rio Ob, se considerada apenas a distância da nascente até à confluência. Os rios Ob e Irtich formam uma das maiores bacias hidrográficas da Ásia, que conta com grande parte da Sibéria Ocidental e dos Montes Altai.


2- Rios Chuyá e Katún, Altai, Rússia.
O rio de Chuya é um rio na república de Altai  (Rússia). É um afluente (margem direita) do rio de Katun (bacia do Ob).
O Chuya tem 320 kms de extensão e a sua bacia cobre 11.200 kms2. O rio congela em outubro ou início de novembro e descongela no final de abril.
O rio Katun é um rio que se situa na parte sul da Rússia. O seu curso tem um comprimento de 688 km e drena uma bacia de 60.950 km² (maior do que países como o Togo e a Croácia).


3 - Rios Kisha e Bélaya. Adygea, Rússia.
O rio Belaya é um rio da Rússia, que é afluente da margem esquerda do rio Kama, que por sua vez é afluente do rio Volga. O Belaya passa pelas repúblicas do Bascortostão e Tartaristão.
Nasce no sudeste dos Montes Urais e junta-se ao rio Kama perto de Neftekamsk. É um rio adequado para a prática de rafting.
O Rio Kisha é um rio da república de Adygea , no sul da Rússia , que é um afluente do Belaya.

4-Rios Aragvi negro e Aragvi branco, Geórgia, Eurásia.
Este fenómeno acontece na confluência dos rios Negro e Branco, Aragvi.
O Rio Aragvi e sua bacia localiza-se na Geórgia, na encosta sul das montanhas do Cáucaso. O rio tem  112 kms de extensão. A bacia abrange uma área de 2724 km2.
O Rio Aragvi encontra o Mtkvari (o nome do rio Kura, na Geórgia) poucos quilómetros abaixo da barragem em Mtskheta .

segunda-feira, março 27, 2017

Um adeus a Chuck Berry

Assista ao concerto completo de Chuck Berry (Rock and Roll Music) realizado na cidade de Toronto, no Canadá em 1969.
Chuck Berry, (1926 - 2017), foi um compositor, cantor e guitarrista dos E.U.A.
É considerado um dos pioneiros do rock and roll. Não se pode garantir, contudo, que foi ele sozinho que criou o rock and roll, já que este estilo foi produto de um contexto do pós-guerra, nos Estados Unidos e, da mistura de jump blues e rhythm and blues que era feita por vários músicos afro-americanos.
Chuck Berry é considerado um dos pioneiros do rock justamente por ter feito a mistura funcionar.
Chuck foi eleito pela revista Rolling Stone como o 5º maior artista de música de todos os tempos, e foi considerado o sétimo melhor guitarrista do mundo pela mesma revista.

domingo, março 26, 2017

O Que Falta No Texto

O que falta no texto abaixo?
Se quer mesmo saber, vai ter que o ler com paciência. É um óptimo exercício!
Este texto (em português do Brasil) está mesmo genial!
Como vai ver, pode-se brincar com a língua portuguesa.
Tente encontrar a resposta, antes de a ver no final...
Aqui vai ele, tal como o recebi. Não deixe de o ler! Vale bem a pena!

*************************************

"Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.

Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.

Trechos difíceis se resolvem com sinónimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.

Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.

Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?

Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.

Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.

Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos".

Descobriu?

Não?

O texto não tem a letra  "a"  

sábado, março 25, 2017

O Jato de Água: A assinatura de Genebra


Genebra localiza-se nas margens do Lago Léman, na fronteira com a França. É o centro cultural e económico da Suíça de língua francesa e, ao mesmo tempo, a cidade mais internacional do país: quase 44% da população total (500 mil habitantes) é constituída por estrangeiros.
Esta cidade abriga mais de 200 instituições internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a representação europeia da Organização Mundial do Comércio (OMC).
O Jato de Água é para Genebra o que para Paris é a Torre Eiffel ou para NovaYork a Estátua da Liberdade. Assim, Genebra exibe-o orgulhosa na maioria dos seus cartões postais.
O que talvez não saiba é que foi o acaso que levou à existência deste famoso jato.
Tudo começou no século XIX quando Genebra vivia um desenvolvimento intenso. Com o crescimento da cidade, a necessidade de água aumentou quer para o abastecimento da população, quer para a indústria local. A câmara local resolveu então fazer construir uma estação elevatória para distribuir o fluxo de água proveniente do Rio Ródano. Esta realmente funcionou de 1886 a 1990.
Contudo à noite, quando as máquinas industriais paravam, os operadores tinham de ir a correr parar as bombas. Era preciso, então, ter alguém de serviço para ligar e desligar as bombas.
 Alguém teve, contudo,  a brilhante ideia de criar uma válvula de segurança para controlar a pressão da bomba. Quando precisava ser diminuída a pressão, jogava-se para o céu a água. E assim, nasceu o jato de água que inicialmente tinha só 30 m de altura.
Em Julho de 1891 para comemorar os 600 anos da Confederação Suíça, foi inaugurado um jato de 90 m no lago, que começou então a caracterizar a cidade de Genebra.
Hoje o jato tem uma altura média de 140 metros e uma velocidade de saída de água de 200 km/h, escoando 500 litros de água por segundo.
Atualmente o bom funcionamento do Jato d’ água de Genebra é garantido por voluntários reformados do Serviço Industrial da cidade.

sexta-feira, março 24, 2017

Cotovia

— Alô, cotovia!
Aonde voaste,
Por onde andaste,
Que saudades me deixaste?

— Andei onde deu o vento.
Onde foi meu pensamento
Em sítios, que nunca viste,
De um país que não existe . . .
Voltei, te trouxe a alegria.

— Muito contas, cotovia!
E que outras terras distantes
Visitaste? Dize ao triste.

— Líbia ardente, Cítia fria,
Europa, França, Bahia . . .

— E esqueceste Pernambuco,
Distraída?

— Voei ao Recife, no Cais
Pousei na Rua da Aurora.

— Aurora da minha vida
Que os anos não trazem mais!

— Os anos não, nem os dias,
Que isso cabe às cotovias.
Meu bico é bem pequenino
Para o bem que é deste mundo:
Se enche com uma gota de água.
Mas sei torcer o destino,
Sei no espaço de um segundo
Limpar o pesar mais fundo.
Voei ao Recife, e dos longes
Das distâncias, aonde alcança
Só a asa da cotovia,
— Do mais remoto e perempto
Dos teus dias de criança
Te trouxe a extinta esperança,
Trouxe a perdida alegria.
Manuel Bandeira

quinta-feira, março 23, 2017

Hidrografia

São belos os nomes dos rios
na velha Europa.
Sena, Danúbio, Reno são
palavras cheias de suaves inflexões,
lembrando em tardes de oiro fino,
frutos e folhas caindo, a tristeza
outoniça dos chorões.
O Guadalquivir carrega em si espadas
de rendilhada prata,
como o Genil ao sol-poente,
o sangue de Federico.
E quantas histórias de terror
contam as escuras águas do Reno ?
Quantas sagas de epopeia
não arrasta consigo a corrente
do Dniepre.
Quantos sonhos destroçados
navegam com detritos
à superfície do Sena ?
Belos como os rios são
os nomes dos rios na velha Europa.
Desvendada, sua beleza flui
sem mistérios.
Todo o mistério reside nos rios
da minha terra.
Toda a beleza secreta e virgem que resta
está nos rios da minha terra.
Toda a poesia oculta é a dos rios
da minha terra.
Os que, cansados, sabem todas
as histórias do Sena
e do Guadalquivir, do Reno
e do Volga
ignoram a poesia corográfica
dos rios da minha terra.
Vinde acordar
as grossas veias da água grande !
Vinde aprender
os nomes de Uanéteze, Mazimechopes,
Massintonto e Sábiè.
Vinde escutar a música latejante
das ignoradas veias que mergulham
no vasto, coleante corpo do Incomáti,
o nome melodioso dos rios
da minha terra,
a estranha beleza das suas histórias
e da suas gentes altivas sofrendo
e lutando nas margens do pão e da fome.
Vinde ouvir,
entender o ritmo gigante do Zambeze,
colosso sonolento da planura,
traiçoeiro no bote como o jacaré,
acordando da profundeza epidérmica do sono
para galgar os matos
como cem mil búfalos estrondeantes
de verde espuma demoníaca
espalhando o imenso rosto líquido da morte.
Vede as margens barrentas, carnudas
do Púngoè, a tristeza doce do Umbelúzi,
à hora de anoitecer. Ouvi então o Lúrio,
cujo nome evoca o lírio europeu,
e que é lírico em seu manso murmúrio.
Ou o Rovuma acordando exóticas
lembranças de velhos, coloniais
navios de roda revolvendo águas pardacentas,
rolando memórias islâmicas de tráfico e escravatura.
Ah, ouvidos e olhos cansados de desolação
e de europas sem mistério,
provai a incógnita saborosa
deste fruto verde,
destes espaços frondosos ou abertos,
destes rios diferentes de nomes diferentes,
rios antigos de África nova,
correndo em seu ventre ubérrimo
e luxuriante.
Rios, seiva, sangue ebuliente,
veias, artérias vivificadas
dessa virgem morena e impaciente,
minha terra, nossa Mãe !
Rui Knopfli -  Reino Submarino (1962)

quarta-feira, março 22, 2017

Cantiga da Agua



No Dia Mundial da Água proponho-lhe que veja o vídeo abaixo com a Cantiga da Água.
A importância de beber água na saúde humana, num excelente vídeo pedagógico.
Não perca a oportunidade de o ver. Vale bem a pena!

terça-feira, março 21, 2017

Se às Vezes Digo que as Flores Sorriem

Se às vezes digo que as flores sorriem
E se eu disser que os rios cantam,
Não é porque eu julgue que há sorrisos nas flores
E cantos no correr dos rios...
É porque assim faço mais sentir aos homens falsos
A existência verdadeiramente real das flores e dos rios.
Porque escrevo para eles me lerem sacrifico-me às vezes
À sua estupidez de sentidos...
Não concordo comigo mas absolvo-me,
Porque só sou essa cousa séria, um intérprete da Natureza,
Porque há homens que não percebem a sua linguagem,
Por ela não ser linguagem nenhuma.
Alberto Caeiro (Heterónimo de Fernando Pessoa) -  "O Guardador de Rebanhos - Poema XXXI" 

segunda-feira, março 20, 2017

Adorno

Toda a noite chorei na casa velha
Provei, da terra, as veias finas,
Um nome um nome a causa das coisas
Eu terra eu árvore eu sinto
todas as veias da terra
em mim e
o doce silêncio da noite.

domingo, março 19, 2017

Encontros de Águas 2

1- Rios Drava e Danúbio, Croácia.
O rio Drava (749 km de extensão) é um rio da Europa Central que nasce no Tirol Meridional (Itália) e segue na direção sudeste através da Croácia. Forma a maior parte da fronteira entre aquele país e a Hungria, e termina o seu curso no rio Danúbio, perto de Osijek.
O Danúbio é o segundo rio mais longo da Europa e tem entre 2 845 e 2 888 km de extensão. Atravessa o continente europeu de oeste a leste, desde sua nascente na Floresta Negra (Alemanha) até desaguar no mar Negro.
Passa por diversas capitais da Europa e constitui a fronteira natural de dez nações.


2- Rios Mosela e Reno, Alemanha.
O Mosela (560 km de extensão) é um rio do nordeste da França, do Luxemburgo e do oeste da Alemanha.
O Mosela é marcado ao longo do seu percurso por célebres vinhedos, desembocando no rio Reno à altura da cidade alemã de Koblenz.
O Reno é um rio com 1 233 km de comprimento. Atravessa a Europa de sul a norte, desaguando no mar do Norte no delta do Reno e Mosa.
Em conjunto com o Danúbio, o Reno constituía a maior parte da fronteira setentrional do Império Romano. Desde essa época que o Reno é um curso de água muito usado quer para o transporte quer para o comércio


3- Rios Ródano e Arve, Suíça.
O rio Ródano é um importante rio europeu. Com um comprimento total de 812 km, tem sua nascente na Suíça e acaba o seu curso na França, onde desagua no mar Mediterrâneo. É o rio francês mais caudaloso e o mais importante rio europeu a desaguar no Mediterrâneo.
O rio Arve é um curso de água secundário que nasce no passo de Balme no monte Branco e que desagua no rio Ródano, a sul de Genebra.
Tem um caudal importante e por receber nada menos do que 40 afluentes, geralmente torrentes, nos seus 107 km de comprimento, tem um regime tumultuoso, que se presta à prática do rafting de canoa ou ainda do hydrospeed.


4- Este é o lugar onde três rios se unem: o Danúbio, o Inn e o Ilz, Alemanha.
O Inn é um rio que atravessa três países: a Suíça, a Áustria e a Alemanha. É afluente do Danúbio, tem 510 quilómetros de comprimento e uma bacia hidrográfica de 25 700 km².
O Rio Ilz, conhecido como "a pérola negra" – nasce nas duas montanhas da Baviera Rachel e Lusen que estão perto da fronteira da Boémia. Possui uma extensão de 65 km, abrangendo uma diferença de altitude de 1.000 metros, desde a nascente até onde se junta ao rio Danúbio, em Passau. A sua área de influência é de aproximadamente 850 km². Devido ao seu leito de granito duro, a água do Ilz é muito macia, contendo quantidades muito baixas de cálcio.

sábado, março 18, 2017

Mergulhar o fundo do mar... sem sequer molhar os pés!


O Oceanário de Lisboa situa-se no Parque das Nações, na capital portuguesa.

É um aquário que pode ser visitado pelo público e, simultaneamente, uma instituição de pesquisa sobre Biologia Marinha e Oceanografia.


O Oceanário de Lisboa tem uma vasta coleção de espécies - aves, mamíferos, peixes e outros habitantes marinhos.


Se não conhece o Oceanário, ainda vai ficar com mais vontade de o visitar depois de ver esta apresentação, publicada no Descobrir Portugal, elaborada com as fotografias de José Caeiros.


Ora veja:

sexta-feira, março 17, 2017

Mandado de despejo aos mandarins do mundo (Últimatum)

Oiça um (resumo) poema magnífico ... que é mais actual do que nunca.
A declamação, soberba, é da excelente cantora brasileira, Maria Bethânia.
Sabe qual é autor e a data deste poema?...
Poderia deixá-lo(a) a sofrer até ao final da declamação. Mas, não resisto a fazer a revelação já.
O autor é Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) que escreveu este poema em 1917.
Já lá vão 100 aninhos e permanece tão actual como antes!
Ora veja!

quarta-feira, março 15, 2017

Os Millennials ou Geração Y

Da Geração Y, ou millennials,  fazem parte os indivíduos nascidos entre meados da década de 80 e o ano 2000, ou seja, as pessoas que cresceram num ambiente volátil, de avanços tecnológicos acelerados, com acesso a uma quantidade antes inimaginável de informação e conhecimento.
Esta geração está agora a começar a dominar o mercado trabalho. As empresas terão de se adaptar às características deste grupo enorme, que nasceu num milénio e está a começar a construir a sua carreira noutro. Veja, no vídeo abaixo a opinião de Simon Sinek, numa entrevista a dada a Tom Bilyeu para o programa Inside Quest. 

terça-feira, março 14, 2017

A Linha de Cascaes (Cascais)

Praia de Santa Marta - Cascais
Cascais (em grafia antiga, Cascaes) é uma vila portuguesa localizada no distrito de Lisboa. Tem cerca de 209 869 habitantes e situa-se na região popularmente chamada de Riviera Portuguesa.
Veja, em baixo,  como era a Linha de Cascais (Cascaes) de 1889 a 1926.
A linha de Cascais, como poucos viram...
Outros tempos, outros hábitos e outra gente... para sempre recordar.

segunda-feira, março 13, 2017

Um Apartamento Moderno No Japão



Veja como é um verdadeiro apartamento moderno, uma casa real, pensado por pessoas e para pessoas reais, no Japão.




Pensa que o seu apartamento é pequeno?
Então veja o vídeo abaixo!

domingo, março 12, 2017

Linda Inês

Inês de Castro por Columbano
Bordalo Pinheiro, no Museu Militar de Lisboa
Choram ainda a tua morte escura
Aquelas que chorando a memoraram;
As lágrimas choradas não secaram
Nos saudosos campos da ternura.

Santa entre as santas pela má ventura,
Rainha, mais que todas que reinaram;
Amada, os teus amores não passaram
E és sempre bela e viva e loira e pura.

Ó Linda, sonha aí, posta em sossêgo
No teu muymento de alva pedra fina,
Como outrora na Fonte do Mondego.

Dorme, sombra de graça e de saudade,
Colo de Garça, amor, moça menina,
Bem-amada por toda a eternidade!
Afonso Lopes Vieira - Cancioneiro de Coimbra