Iavnana é um género de música popular georgiana, tradicionalmente destinado a ser uma canção de embalar. Mas, historicamente, as canções são cantadas também como cura para as crianças doentes. Algumas das letras de Iavnana são, no entanto, de caráter didático ou heroico.
O nome deste género musical vem do seu refrão iavnana (ou iavnaninao, nana naninao, etc), que contém a palavra nana (ნანა), supostamente derivado do nome de uma deusa mãe pagã.
Mais de sessenta versões de "Iavnanas" foram gravadas. A maioria dessas canções de embalar são cantadas diretamente para as crianças e em grande parte estão preservadas na Geórgia moderna.
Proponho-lhe que ouça agora uma música Iavnana (იავნანა) da Geórgia, que segundo a tradição cristã, seria uma canção de embalar que a Virgem Maria cantava ao Menino Jesus!
Se quiser saber como o conhecimento desta canção chegou ao grupo coral católico Harpa Dei quea decidiu interpretar, basta clicar aqui.
A igreja de Metekhi é uma igreja de cúpula cruzada, embora este estilo fosse mais comum durante a Idade Média. É feita de tijolos e pedra trabalhada. Os restauros dos séculos XVII, XVIII e XIX empregaram principalmente tijolos. A fachada é geralmente lisa, com elementos decorativos concentrados em torno das janelas das absides orientais. Faixas horizontais abaixo das empenas circundam os quatro lados e servem como um elemento unificador. O pórtico norte da entrada principal não é uma adição posterior, mas foi construído ao mesmo tempo que o resto da igreja.
A região onde se localiza a igreja foi uma das primeiras áreas habitadas no território da cidade. De acordo com relatos tradicionais, o rei Vakhtang I Gorgasali ergueu aqui uma igreja e um forte que servia também como residência de um rei; daí vem o nome Metekhi, que remonta ao século XII e significa literalmente "a área ao redor do palácio".
A tradição diz, também, que este foi o local onde a mártir do século V, Santa Shushanik, foi enterrada. No entanto, nenhuma destas estruturas sobreviveu à invasão mongol de 1235.
A lenda refere também que, o penhasco de Metekhi, foi o local do martírio de Habo (século VIII), o santo padroeiro de Tbilisi . Uma pequena igreja em sua homenagem está a ser construída no sopé da falésia.
A falésia está ligada à margem direita oposta do rio Mtkvari, através de uma ponte de betão armado, que foi construída em 1951, no local das duas pontes mais antigas. Infelizmente, um complexo único de várias estruturas e edifícios que datavam dos séculos XVII a XIX foram destruídos durante a construção da ponte. Recentemente, o governo da cidade anunciou a sua intenção de restaurar esta parte da histórica da Velha Tbilisi, como era na primeira metade do século XX.
A Igreja da Assunção de Metekhi, que fica no topo da colina, foi construída pelo rei georgiano São Demétrio II por volta de 1278 - 1284 e é um exemplo incomum de igreja ortodoxa georgiana com cúpula (foi danificada e restaurada várias vezes, como já referi).
O rei Rostom (r. 1633-1658) fortificou a área ao redor da igreja com uma forte cidadela guarnecida por cerca de 3.000 soldados. Sob o domínio russo (estabelecido em 1801), a igreja perdeu o seu propósito religioso e foi usada como quartel.
A cidadela foi demolida em 1819 e substituída por um novo edifício que funcionou como prisão até à era soviética, e fechada apenas em 1938.
Durante o período soviético, o georgiano Lavrenti Pavlovich Beria pretendeu destruir a igreja também, mas encontrou uma oposição obstinada de um grupo de intelectuais georgianos liderados pelo pintor e colecionador de arte Dimitri Shevardnadze. Beria respondeu aos seus apelos solicitando que ele desistisse de seus esforços para salvar a igreja dizendo-lhe que seria nomeado diretor de um futuro museu. O artista recusou, foi preso e executado. O edifício, contudo, foi preservado.
A estátua equestre do Rei Vakhtang I Gorgaslan, do escultor Elguja Amashukeli, foi erguida em frente à igreja em 1961.
No final da década de 1980, o patriarca católico de toda a Geórgia, Ilia II, lançou uma campanha apoiada popularmente, com o objetivo de o estado devolver a igreja ao patriarcado georgiano. Um conhecido dissidente e futuro presidente da Geórgia, Zviad Gamsakhurdia, fez greve de fome para apoiar essa solicitação. Apesar da resistência inicial da liderança comunista local, a igreja voltou a funcionar em 1988.
Gennady Tkachenko-Papazih, apresenta "Sounds of Earth", numa exibição verdadeiramente talentosa que o vídeo abaixo documenta.
Este talento vem da Geórgia e foi descoberto no Georgia’s Got Talent.
Gennady imita o piar de aves, o restolhar de asas e folhas, o som do vento e de ondas do mar, o zumbido de insetos, e mesmo vozes de homem e mulher.
Ora veja.
Não perca esta oportunidade.
Sóchi, é uma cidade no Krai de Krasnodar, na Rússia, localizada na costa do Mar Negro, perto da fronteira entre a Rússia e a Geórgia/Abecásia.
A Grande Sóchi, tem uma área total de 3.526 km 2 e uma extensão de 145 km ao longo das margens do Mar Negro, perto da Cordilheira do Cáucaso. A área da cidade propriamente dita é de 176,77 km 2.
De acordo com o Censo de 2010, a cidade tinha uma população permanente de 343.334, tornando-a a maior cidade resort da Rússia. Sóchi https://pt.climate-data.org/location/843/faz parte da Riviera Caucasiana, e é um dos poucos lugares na Rússia com um clima subtropical, com verões quentes e invernos suaves.
Para além dos eventos alpinos e nórdicos realizados na estância de esqui próxima de Rosa Khutor, em Krasnaya Polyana, Sóchi sediou o Jogos Olímpicos de Inverno e Jogos Paralímpicos de Inverno em 2014, bem como o Grande Prémio de Fórmula 1 da Rússia de 2014. A cidade também foi uma das cidades-sede da Copa das Confederações de 2017 e tem sido sede de alguns jogos do Mundial de Futebol de 2018.
Fique, agora, a conhecer melhor esta bela cidade russa através da apresentação que se segue.
Quer ver como é um baptismo na Geórgia? Então não deixe de conferir o vídeo abaixo.
Cá para mim, este batismo é uma preparação para se sobreviver a tudo. Ou então, um trauma para o resto da vida...
A Geórgia é um país da Europa Oriental que faz fronteira a norte e a leste com a Rússia, a sul com a Turquia e a Arménia, a leste e a sul com o Azerbaijão, e a oeste com o mar Negro. A capital deste país é Tbilisi, que também é a sua maior cidade.
O país é uma república unitária, semipresidencial, com o governo eleito através de uma democracia representativa.
A Geórgia é atualmente um membro do Conselho da Europa, da Organização de Cooperação Económica do Mar Negro, da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), e do Eurocontrol. A Geórgia aspira ainda aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e à União Europeia. A grande maioria da população georgiana (83,9%) pratica o cristianismo ortodoxo, conforme dados do Escritório Nacional de Estatísticas da Geórgia. A Igreja Ortodoxa da Geórgia é uma das mais antigas igrejas cristãs no mundo, e afirma asua fundação apostólica em Santo André.
Aprecie, então, como é que é umbaptismo na Geórgia.
1- Rios Tobol e Irtysh, Tobolsk, Rússia.
O rio Tobol é um afluente do rio Irtich (margem esquerda), que nasce nas estepes cazaques. O seu percurso tem um comprimento de 1591 km.
O rio Irtich é um rio da Ásia Central. É o maior afluente do rio Ob e o seu nome significa Rio Branco. Na verdade o Irtich é até mais longo que o rio Ob, se considerada apenas a distância da nascente até à confluência. Os rios Ob e Irtich formam uma das maiores bacias hidrográficas da Ásia, que conta com grande parte da Sibéria Ocidental e dos Montes Altai.
2- Rios Chuyá e Katún, Altai, Rússia.
O rio de Chuya é um rio na república de Altai (Rússia). É um afluente (margem direita) do rio de Katun (bacia do Ob).
O Chuya tem 320 kms de extensão e a sua bacia cobre 11.200 kms2. O rio congela em outubro ou início de novembro e descongela no final de abril.
O rio Katun é um rio que se situa na parte sul da Rússia. O seu curso tem um comprimento de 688 km e drena uma bacia de 60.950 km² (maior do que países como o Togo e a Croácia).
3 - Rios Kisha e Bélaya. Adygea, Rússia.
O rio Belaya é um rio da Rússia, que é afluente da margem esquerda do rio Kama, que por sua vez é afluente do rio Volga. O Belaya passa pelas repúblicas do Bascortostão e Tartaristão.
Nasce no sudeste dos Montes Urais e junta-se ao rio Kama perto de Neftekamsk. É um rio adequado para a prática de rafting.
O Rio Kisha é um rio da república de Adygea , no sul da Rússia , que é um afluente do Belaya.
4-Rios Aragvi negro e Aragvi branco, Geórgia, Eurásia.
Este fenómeno acontece na confluência dos rios Negro e Branco, Aragvi.
O Rio Aragvi e sua bacia localiza-se na Geórgia, na encosta sul das montanhas do Cáucaso. O rio tem 112 kms de extensão. A bacia abrange uma área de 2724 km2.
O Rio Aragvi encontra o Mtkvari (o nome do rio Kura, na Geórgia) poucos quilómetros abaixo da barragem em Mtskheta .
Osiazidis (ou yazidis), são uma comunidade étnico-religiosa curda cujos membros praticam uma antiga religião sincrética, o iazidismo, uma espécie de iazdanismo ligada ao zoroastrismo e a antigas religiões da Mesopotâmia. A maior parte dos seus membros vive ou é originária da província de Ninawa, no norte do Iraque, cuja capital é Mossul, uma região que fez parte da antiga Assíriae foi o centro do Império Neoassírio, mas também há comunidades na Arménia, Geórgia e Síria, as quais têm registado um acentuado declínio desde a década de 1990, devido à emigração para a Europa Ocidental, sobretudo para a Alemanha. A maioria dos Yazidis, cerca de 500 mil, vivem no Iraque. Na zona da Síria que faz fronteira com o Iraque há ainda cerca de 50 mil membros desta comunidade.
O avanço dos "jihadistas" está a ameaçar pelo menos quatro minorias no Iraque, entre as quais o caso mais grave é o dos Yazidis
A religião Yazidi mistura elementos de várias tradições religiosas, como o Zoroastrianismo, o Islão e o Cristianismo Segundo os próprios iazidis, a sua religião tem origem no antigo Irão e há numerosas semelhanças entre o iazidismo actual e as antigas religiões persas, o que leva muitos autores a considerá-lo um vestígio sobrevivente do mitraísmo iraniano que se adaptou a um ambiente hostil absorvendo elementos exógenos.
Entretanto outros estudos consideram que o iazidismo tem origem no movimento heterodoxo do islão sunita do século XII protagonizado pelo xeque Adi, que misturou elementos islâmicos, com elementos pré-islâmicos conservados no Curdistão. Os iazidis acreditam em Deus como criador do mundo. Mundo que colocou sob o cuidado de sete "seres sagrados" ou anjos, cujo "chefe" (arcanjo) é Melek Taus, o Anjo Pavão.
Como governante do mundo, este Anjo Pavão é a causa de tudo o que sucede de bom e de mau aos humanos e este caráter ambivalente surge em mitos da sua queda em desgraça junto de Deus, antes das suas lágrimas de arrependimento terem apagado os fogos do seu cárcere infernal e de ter-se reconciliado com Deus.
Esta crença tem origem nas reflexões místicas sufistas (um ramo místico do islão) sobre o anjo Iblis (o equivalente islâmico do Diabo), que se recusa orgulhosamente a violar o monoteísmo, adorando Adão e Eva, apesar da ordem expressa de Deus para o fazer.
Se quiser ficar a conhecer um pouco mais esta religião e este povo veja com atenção a apresentação que se segue.