quinta-feira, março 02, 2017

Serenata

Oiça o belíssimo tema Serenata na voz de Chico Cesar. Este tema fez parte da telenovela Velho Chico (tema de Bento e Beatriz).
Chico César (1964), é um cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro.
Serenata (Standchen) é uma música interpretada por Chico César e cuja autoria é de Franz Schubert, Ludwig Rellstab e Arthur Nestrovski.
Arthur Nestrovski (1959) é um compositor, violonista, crítico literário e musical, escritor e editor brasileiro.
E agora aqui vai a letra!

Um sabiá, na palmeira, longe
Canta, canta pra ti
Ele bem sabe a dor da saudade
E canta, canta pra ti

Sabe o que é felicidade
Sabe o que é dor de amor
Sabe o que é dor de amor
Coração, escuta, é tarde
O sabiá cantador
Sabiá cantador

Na madrugada, desarvorada
Faço versos pra ti
Minha toada não vale nada
Se não vale pra ti


Só me escuta o arvoredo
Sob a luz do luar
Sob a luz do luar
Saberá guardar segredo
Até você voltar
Quando você voltar

Abre o coração para a música
Sou teu sabiá
Sou o encanto de te esperar
Vem pra me despertar
Pra me desesperar
Desesperar

quarta-feira, março 01, 2017

Poema de Uma Quarta - Feira de Cinzas


Entre a turba grosseira e fútil
Um Pierrot doloroso passa.
Veste-o uma túnica inconsútil
Feita de sonho e desgraça...

O seu delírio manso agrupa
Atrás dele os maus e os basbaques.
Este o indigita, este outro o apupa...
Indiferente a tais ataques,

Nublada a vista em pranto inútil,
Dolorosamente ele passa.
Veste-o uma túnica inconsútil,
Feita de sonho e desgraça...
Manuel Bandeira Carnaval, 1919

Carnaval, Carnival, Carneval...

Vida, carnaval:
Euforia no começo,
Cinzas ao final...
Francismar Prestes Leal

Terminado o Carnaval, eis que nos encontramos com os seus melancólicos despojos: pelas ruas desertas, os pavilhões, arquibancadas e passarelas são uns tristes esqueletos de madeira; oscilam no ar farrapos de ornamentos sem sentido, magros, amarelos e encarnados, batidos pelo vento, enrodilhados em suas cordas; torres coloridas, como desmesurados brinquedos, sustentam-se de pé, intrusas, anômalas, entre as árvores e os postes. Acabou-se o artifício, desmanchou-se a mágica, volta-se à realidade.
Cecília Meireles

Se a única coisa que de o homem terá certeza é a morte; a única certeza do brasileiro é o carnaval no próximo ano.
Graciliano Ramos

Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.
Clarice Lispector

terça-feira, fevereiro 28, 2017

Gigantones, Cabeçudos e Zés Pereiras

O Gigantone é um boneco com a forma de figura humana, com 3,5 a 4 metros de altura, típico das festas populares portuguesas, romarias e cortejos de carnaval.
Tem uma estrutura que permite ser vestido e manuseado por uma pessoa no seu interior.
A cabeça de grandes dimensões (feita de pasta de papel) e o resto da estrutura podem atingir trinta quilos, peso suportado pelos ombros do manuseador. Isto faz com que a amplitude de movimentos do boneco seja limitada.

Os gigantones não aparecem sozinhos, mas em par ou grupos de casais, envergando trajes de cerimónia ou populares, e desfilando ao ritmo de música tocada por zés-pereiras.

Podem ser acompanhados por Cabeçudos, bonecos mais pequenos (tamanho de uma pessoa) com uma cabeça enorme e desproporcional relativamente ao corpo. A cabeça, também feita em pasta de papel, é usada como uma espécie de capacete, As roupas são mais informais e coloridas que as dos gigantones, podendo mesmo personificar monstros ou demónios. Com maior liberdade de movimentos que os gigantones, os cabeçudos dançam e movimentam-se alegremente como um rancho de filhos ou uma corte animada ao seu redor.
No Minho também são conhecidos por almajonas ou armazonas.


O Zé Pereira é uma forma de diversão musical constituída por vários foliões tocando bombos e desfilando em parada.

Os grupos chamados Zés-Pereiras são característicos das festas e romarias do Norte de Portugal com maior incidência para o Entre Douro e Minho. Estes grupos desfilam pelas ruas tocando instrumentos de percussão - caixas de rufo, timbalões e bombos; assim como aerofones melódicos: pífaros e gaitas-de-fole. Por vezes, por vezes são acompanhados de gigantones e cabeçudos. Recentemente a concertina, instrumento de grande expressão no Minho, tem sido introduzida nestes conjuntos.

Do lado de lá do mar - Um pouco da História luso-brasileira do Carnaval

A constatação da existência de uma diversão carnavalesca conhecida como Zé Pereira no Portugal do século XIX parece apontar para a forte influência lusitana no surgimento da brincadeira no carnaval carioca.

Há uma errónea, mas infelizmente consagrada versão, que atribui a invenção do Zé-Pereira a um português de nome José Nogueira de Azevedo Paredes, comerciante estabelecido no Rio de Janeiro em meados do século XIX. Divulgada na maioria dos livros sobre carnaval, essa versão acabou ocultando toda uma série de influências que contribuíram para o surgimento dessa curiosa categoria carnavalesca.
As raras referências sobre a tema na literatura carnavalesca são bastante desencontradas. Estas apontam o "surgimento" do Zé Pereira em 1846 (Moraes, 1987), em 1852 (Edmundo, 1987) ou em 1846, 1848 e 1850 (Araújo, 2000).

A principal razão dessa discrepância é o facto de a designação Zé Pereira só se vir a consagrar anos mais tarde.

Na segunda metade do século XIX, o termo era usado para qualquer tipo de manifestação carnavalesca acompanhada de zabumbas e tambores - semelhantes ao que chamaríamos hoje de bloco de sujo. Ferreira (2005) e Cunha (2002) abordaram o tema com profundidade destacando a multiplicidade de forma e conceitos que podiam envolver as diversas brincadeiras chamadas genericamente de Zé Pereira.

Um momento importante na fixação da brincadeira no imaginário da folia carioca seria a encenação, em 1869, de uma burleta carnavalesca intitulada O Zé Pereira carnavalesco.

O sucesso da apresentação - uma espécie de adaptação livre da peça Les pompiers de Nanterre (Os bombeiros de Nanterre) - deveu-se, principalmente, à versão para o português da música-tema francesa que se transformaria num verdadeiro hino carnavalesco, sendo tocado até hoje:

E viva o Zé Pereira.
Pois a ninguém faz mal
E viva a bebedeira
Nos dias de Carnaval

A partir daí, o conceito da brincadeira do Zé Pereira iria adquirir feições tipicamente brasileiras (e cariocas) associando-se à alegria característica das ruas da folia no Rio de Janeiro.
O passo seguinte seria a oficialização do Zé Pereira através do estabelecimento de sua genealogia e de sua morfologia resumidas na obra de Moraes (1987).


Ouro Preto - Brasil
Algumas curiosidades:

Na cidade de Ouro Preto, estado de Minas Gerais, no período do Carnaval pode-se assistir, ainda hoje, ao desfile de Zé-Pereiras, em forma muito semelhante à tradição portuguesa.

O mesmo ocorre no Ribeirão da Ilha, em Florianópolis, Santa Catarina, que desde o final do século XIX conta com o desfile de carros alegóricos e foliões fantasiados embalados por sambas e marchinhas.

Na década de 50, o banho à fantasia tornou-se numa marca da festa, que passou a chamar-se Zé Pereira ou Carnaval Toca N’água.

O Tradicional Corso de Teresina ou Corso do Zé Pereira reúne uma gigantesca carreata pré carnavalesca na cidade de Teresina (Piauí) com carros enfeitados e foliões fantasiados. Cresce a cada ano, atraindo gente de vários estados do Brasil.
É a maior manifestação popular da capital piauiense e o maior corso do mundo - título oficializado em fevereiro de 2012 pelo Guinness Book.

  • Para rematar estas histórias de Carnaval,  Não perca estes vídeos com imagens de um dos Carnavais mais genuínos de Portugal: O de Torres Vedras.


Espreite o Carnaval do ano passado:


E não perca este Encontro Internacional Gigantones e Cabeçudos em Torres Vedras.

segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Os Clóvis ou Bate-Bolas

Os Clóvis ou rodados ou bate-bolas  são nomes de fantasias carnavalescas característica dos subúrbios (principalmente as Zonas Norte e Oeste) do Rio de Janeiro, no Brasil.

A tradição foi trazida pelos colonizadores portugueses (caretos?), tendo estas fantasias sido também influenciadas pela folia de reis.

Pensa-se que o nome Clóvis tenha derivado do inglês clown, (palhaço), e que teria sido criado no início do século XX, a partir da interpretação popular do termo pelo qual os eruditos teriam denominado os foliões fantasiados.

Nos primórdios, a fantasia de clóvis assemelhava-se muito à de um palhaço. Porém, incluiam também máscaras aterrorizantes. Batendo no chão com as suas bexigas de boi bastante mal-cheirosas, presas por corda a uma vara ou cabo, os bate-bolas eram o terror da criançada.

As bolas deixaram de ser bexigas e agora são de borracha ou plástico mas a atitude assustadora dos bate-bolas mantém-se.

Com o tempo, os trajes dos bate-bolas foram incorporando novas características e, atualmente, os grupos de clóvis podem ser classificadas em diversos tipos, tais como bola-e-bandeira, leque-e-sombrinha, sombrinha-e-boneco, entre outros.


  • A maioria destes grupos têm nomes ligados a sentimentos. Por exemplo: Humildade, Emoção, Explosão, Alegria, etc.
  • Os grupos de bola-e-bandeira têm nomes como Zorra Total, Barulho, Agonia, Bombardeio, Abusados etc.


Se quiser ficar a conhecer mais esta curiosidade do Carnaval brasileiro, não deixe de ver os vídeos abaixo. Valem bem a pena.
Ora Veja:


Um segundo vídeo:


E ainda um terceiro:

domingo, fevereiro 26, 2017

O Voo da Águia

No segundo domingo das festividades do Carnaval de Veneza, um outro voo, também realizado por volta do meio-dia, marca estes festejos: Il Volo dell’Aquila, ou seja, O Voo da águia.
Este voo, que também sai do campanário de São Marcos termina no centro da Praça de São Marcos, parece que é um evento relativamente recente.
Em 2012, o voo foi feito por Fabrizia d’Ottavio, medalha de prata nas Olimpíadas de Atenas, em ginástica ritmica.
Em 2013, a escolhida foi a jogadora de vólei Francesca Piccinini, como pode conferir no vídeo em baixo.

sábado, fevereiro 25, 2017

O Voo do Anjo

O Voo do Anjo marca tradicionalmente o início oficial das festividades de Carnaval na cidade italiana de Veneza.

Milhares de pessoas, a maioria fantasiada ou mascarada, assistem a este tradicional espectáculo do Carnaval de Veneza, que é considerado o mais belo Carnaval do mundo.
Durante os festejos de Carnaval são realizadas grandes apresentações na Piazza San Marco (Praça de São Marcos), principal local e símbolo de Veneza onde está localizada a Basílica de San Marcos, o Campanário da Basílica e o Palazzo Ducal de Veneza.
É nesta Praça que acontecem os tradicionais Voo do Anjo e Voo da Águia, realizados por duas jovens que são escolhidas para representar estes papéis, e que vestidas a caráter descem do Campanário da Basílica até à Praça. Para a descida do Anjo do próximo ano é feita uma seleção, este ano, entre as raparigas venezianas para ver quem será o Anjo de 2018.
E agora veja o Voo do Anjo realizado este ano em Veneza a 19 de fevereiro.

sexta-feira, fevereiro 24, 2017

O Que Faz Falta

Oiça uma grande música de um grande cantor e poeta: Zeca Afonso! Aqui fica a homenagem, passados que são trinta anos da sua morte.
Quando a corja topa da janela
O que faz falta
Quando o pão que comes sabe a merda
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
Quando nunca a noite foi dormida
O que faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é acordar a malta
O que faz falta

Quando nunca a infância teve infância
O que faz falta
Quando sabes que vai haver dança
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é empurrar a malta
O que faz falta
Quando um cão te morde uma canela
O que faz falta
Quando a esquina há sempre uma cabeça
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é empurrar a malta
O que faz falta
Quando um homem dorme na valeta
O que faz falta
Quando dizem que isto é tudo treta
O que faz falta
O que faz falta é agitar a malta
O que faz falta
O que faz falta é libertar a malta
O que faz falta

Se o patrão não vai com duas loas
O que faz falta
Se o fascista conspira na sombra
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta dar poder à malta
O que faz falta


quarta-feira, fevereiro 22, 2017

O Paço da Ribeira e a Ribeira das Naus

Há 486 anos, a  26 de Janeiro de 1531, um sismo destruiu parte da cidade de Lisboa, em particular a colina de Santa Catarina.
O terramoto e o posterior tsunami resultaram em aproximadamente 30,000 mortes. Os danos causados, especialmente na parte baixa foram severos, aproximadamente um terço das edificações da cidade foram destruídas e mil vidas perderam-se no choque inicial.
O Paço da Ribeira e a Igreja de São João foram ambos completamente destruídos.
Pode ver a como era Lisboa nesta época, através da vista, proporcionada pela imagem ao lado, a partir do Tejo, do Palácio da Ribeira (a Ribeira das Naus está esquerda do Paço da Ribeira) em Lisboa (1598) - Georg Braun and Franz Hogenberg. Civitates Orbes Terrarum (a 1ª edição latina é de 1572).

segunda-feira, fevereiro 20, 2017

Minha grande ternura

Minha grande ternura
Pelos passarinhos mortos;
Pelas pequeninas aranhas.

Minha grande ternura
Pelas mulheres que foram meninas bonitas
E ficaram mulheres feias;
Pelas mulheres que foram desejáveis
E deixaram de o ser.
Pelas mulheres que me amaram
E que eu não pude amar.

Minha grande ternura
Pelos poemas que
Não consegui realizar.

Minha grande ternura
Pelas amadas que
Envelheceram sem maldade.

Minha grande ternura
Pelas gotas de orvalho que
São o único enfeite de um túmulo.
Manuel Bandeira

domingo, fevereiro 19, 2017

Noviy Svet, Crimeia

1 - Novy Svet, Crimeia
Noviy Svet, significa literalmente: "Novo Mundo". Esta localidade, com cerca de 1248 habitantes (censo de 2014) é um resort, um tipo de centro urbano que se situa em Sudak na Crimeia.
É um território reconhecido pela maioria dos países como parte da Ucrânia e que foi incorporado pela Rússia como a República da Crimea .
Novy Svet é conhecida pelo seu vinho espumante.
A cidade está situada numa área muito cénica, como pode ver na imagem ao lado, pelo que numerosos filmes soviéticos foram aí realizados. Possui algumas das melhores praias da região, e um bom um par de hotéis (um dos quais era suposto ser utilizado pelas cosmonautas soviéticas).

sábado, fevereiro 18, 2017

America First, Açores Second?




America First, Açores Second'?
"Açores Second o Caraças"
O arquipélago dos Açores já se juntou à onda de vídeos dedicados a Trump. E fê-lo com um toque bem pessoal. Ora veja!
Não perca esta oportunidade.

sexta-feira, fevereiro 17, 2017

Trem-Bala

Oiça Trem-Bala, da brasileira Ana Vilela, que se tem revelado um fenómeno no YouTube
e no Whatsapp.
Ana Carolina Vilela, ou simplesmente Ana Vilela tem apenas 18 anos e fez uma música com a qual, como se diz na linguagem da internet, "as pessoas não estão conseguindo lidar", de tão bonita e tocante que é.
Aqui lhe deixo a letra e a música para perceber o fenómeno.

Não é sobre ter
Todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar
Alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar
Mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida
Que cai sobre nós

É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito
É saber sonhar
E, então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar

Não é sobre chegar no topo do mundo
E saber que venceu
É sobre escalar e sentir
Que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo
E também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo
Em todas as situações

A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe
Pra perto de mim

Não é sobre tudo que o seu dinheiro
É capaz de comprar
E sim sobre cada momento
Sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr
Contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera
A vida já ficou pra trás

Segura teu filho no colo
Sorria e abraça Seus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Segura teu filho no colo
Sorria e abraça teus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

Tristão e Isolda: O Filme

Tristão e Isolda é um filme (2006) do género drama, realizado por Kevin Reynolds.
Esta co-produção dos E.U.A. e do Reino Unido, conta no elenco com os nomes de James Franco, Sophia Myles e David O'Hara.

Sinopse:
Na Europa da Idade Média as tribos lutam pelo poder, logo após a queda do império romano.
Tristão (James Franco) vê toda a sua família assassinada por conspiradores, que tinham o objetivo de impedir os planos do seu pai de unificar a Inglaterra.
Adotado pelo tio, Lorde Marke (Rufus Sewell), Tristão cresce e torna-se o seu maior guerreiro. Imbuído do desejo de seguir os planos do pai,  é ferido em combate e considerado morto, acabando por ser atirado ao mar num enterro viking. Porém é resgatado por Isolda (Sophia Myles), por quem se apaixona. O casal troca juras de amor, mas não revela os seus nomes.
Depois de se recuperar volta à sua terra, sem saber que o seu amor é a filha de Donnchadh (David O'Hara), o rei da Irlanda e também o seu principal inimigo.
Mas, o destino fará com que se encontrem novamente, quando Donnchadh organiza um campeonato de lutas até a morte, e, promete como prémio a mão de sua filha.

quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Tristão e Isolda

Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos. Os trovadores anglo-normandos de língua francesa e a rainha Leonor de Aquitânia contribuíram para a sua difusão na Europa.
O mito de Tristão e Isolda tem provável origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do noroeste Europeu, ganhando uma forma mais ou menos definitiva a partir de obras literárias escritas por autores normandos no século XII. No século seguinte a história foi incorporada no Ciclo Arturiano, com Tristão transformando-se num cavaleiro da távola redonda da corte do Rei Artur. A história de Tristão e Isolda provavelmente influenciou outra grande história de amor trágico medieval, que envolve Lancelote e a Rainha Genebra. A partir do século XIX até os dias de hoje o mito voltou a ganhar importância na arte ocidental, influenciando desde a literatura até a ópera, ao teatro e ao cinema. Tornou-se, por exemplo, tema de uma das mais famosas óperas de Wagner e deu origem a diversos filmes - o mais recente, produzido em 2006.
Sinopse do livro:
Tristão e Isolda conta a história de amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda (ou Iseu), protagonistas de uma história medieval de amor baseada numa lenda celta. Seu amor impossível inspirou poetas, escritores, pintores e músicos da Idade Média e dos tempos modernos.
As inúmeras versões que imortalizaram e divulgaram essa história em outros países são o testemunho do fascínio e do encantamento que ela causa até hoje. Misturando magia, traição e sofrimento, a lenda provoca, comove e inspira.

terça-feira, fevereiro 14, 2017

Oi Amor Oiça


Hoje dia dos Namorados oiça Ronaldo, Saiming & RC em Oi Amor Oiça (Video Oficial).
A letra é de Ronaldo, Saiming & RC.
Ao Piano e Guitarra está RC e a realização é de Saiming & Ronaldo.
Não deixe de ouvir de deixar commentários acerca deste trabalho dos nossos alunos.

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

História do Amor

Assista à História do Amor, parte 1 de 6 episódios realizados para o programa Fantástico, pela rede de televisão brasileira, Globo.
"O modelo de amor romântico, como o conhecemos hoje, foi inventado no século XII. Na maior parte do tempo e na maioria das civilizações, primeiro as pessoas casavam e o amor vinha depois. 
Quem descobriu o amor? Como será que nasceu esse sentimento que arrebata e enlouquece corações? Os atores brasileiros Leandra Leal e Daniel de Oliveira começam a contar esta história de uma forma bem divertido no Fantástico. 
Toda a gente gosta de uma história de amor. Cada época e cada lugar têm as suas histórias. Mas o amor também tem uma história, que começa muito antes de existirem as histórias de amor. E a história contada por Leandra Leal e Daniel de Oliveira começa há dez milhões de anos, com um olhar. 
No início da humanidade, a reprodução da espécie, portanto o sexo, era mais importante que o amor. Hoje, acreditamos que o amor deve vir antes e o sexo deve ser uma consequência do amor. 
A maneira como homens e mulheres se amam mudou muito ao longo dos séculos. Há três mil anos, o Rei Salomão tinha 700 mulheres e 300 concubinas. Até à Idade Média, não era comum o homem tratar a mulher com carinho. O modelo de amor romântico, como conhecemos hoje, foi inventado no século XII. Hoje, acreditamos que o amor traz felicidade, e as histórias de amor devem ter um final feliz. Mas, no século XIX, o bonito mesmo era sofrer por amor. Os anos 60 do século XX marcaram o início de uma revolução sexual e amorosa que continua dividindo as opiniões até hoje. Uns pensam que o amor é um entrave à liberdade e preferem viver sozinhos. Outros acreditam que vão se casar e ser felizes para sempre".

domingo, fevereiro 12, 2017

Nha Guigui & Quero-te.

Deixo-lhe aqui um cheirinho do nº1 Saiming feat Ronaldo - Nha Guigui & Quero-te.

Saiming e Ronaldo,  alunos da Escola Secundária do Lumiar, avisam que esta é a faixa nº 1 e que vão lançar vários vídeoclips a partir deste mês.

Deixem, aqui, os vossos comentários/mensagens de apoio.


sábado, fevereiro 11, 2017

Boa Noite, e Boa Sorte

Good Night, and Good Luck (ou Boa Noite, e Boa Sorte) é um filme (2005) feito em co-produção entre os E.U.A., o Reino Unido, a França e o Japão. Este filme do género drama, foi realizado por George Clooney e conta com roteiro escrito por Clooney e Grant Heslov.
O título original do filme é uma referência à frase com a qual o verdadeiro Edward R. Murrow encerrava todos os seus programas.

Sinopse:
Nos anos 50 nos Estados Unidos, numa época que foi designada por "McCartismo", o governo e em particular o senador Joseph McCarthy, promoveram uma campanha de denúncia de simpatizantes comunistas e colaboradores da União Soviética.
Edward R. Morrow (David Strathairn) é um jornalista, pivot do canal de televisão CBS que, em plena era do macarthismo, luta para mostrar no seu jornal os dois lados da questão, ou seja, noticiar com a maior transparência e isenção. Para tanto ele revela as táticas e mentiras usadas pelo senador Joseph McCarthy na sua caça aos supostos comunistas. O senador, por sua vez, prefere intimidar Morrow ao invés de usar o direito de resposta por ele oferecido no seu jornal, iniciando um grande confronto público que trará consequências à recém-implantada TV nos Estados Unidos.
Na luta que trava por transmitir a verdade, Murrow é colocado na lista de comunistas de Joseph McCarthy e passa a ter que encarar directamente o peso da censura.
Veja agora o trailer do filme Boa Noite e Boa Sorte que conta com as interpretações de Jeff Daniels, David Strathairn e Alex Borstein.