Proponho-lhe hoje que ouça Gisela João, no fado "Antigamente" e como entrevistada no programa "Bairro Alto" da RTP2.
Gisela João nasceu em Barcelos, no norte de Portugal. Mais tarde, com a sua música conquistou o Porto ou seja a "Cidade Invicta". Depois, tal como algumas das suas principais referências, desceu até à "Mouraria" em Lisboa, para conquistar o mundo...
Hoje, é considerada por muitos entendidos, como uma das mais interessantes vozes dos últimos anos a surgir no panorama musical do Fado. Gisela prende-nos do princípio ao fim, tanto nos fados tradicionais, como nas músicas mais alegres em que conta a história das gentes que tanto defende e respeita.
Gisela João só, recentemente, editou o seu álbum de estreia, mas já é um nome e uma voz de créditos firmados no meio do fado.
Agora veja a entrevista que Gisela João concedeu ao programa televisivo (RTP2) "Bairro Alto".
quarta-feira, julho 24, 2013
terça-feira, julho 23, 2013
Praia de Gulpiyuri
A Praia de Gulpiyuri é uma fascinante e paradisíaca praia, situada nas Astúrias (Espanha). Esta praia tem uma particularidade única, está localizada a aproximadamente cem metros do mar (Baía da Biscaia), no meio de uma área agrícola.
A pequena praia possui uma areia bem fininha e uma zona circular de 50 metros de diâmetro com água do mar, que está interligada com a costa.
Se quer fazer turismo e conhecer uma praia diferente, é só ir até lá. Entretanto, delicie-se por aqui, vendo a bela apresentação que se segue e que lhe mostra esta pequena preciosidade.
A pequena praia possui uma areia bem fininha e uma zona circular de 50 metros de diâmetro com água do mar, que está interligada com a costa.
Se quer fazer turismo e conhecer uma praia diferente, é só ir até lá. Entretanto, delicie-se por aqui, vendo a bela apresentação que se segue e que lhe mostra esta pequena preciosidade.
segunda-feira, julho 22, 2013
A Rota do Vinho do Porto
A região do Douro contém duas rotas, resultantes de um conjunto de pontos de interesse, ligados à cultura do vinho. Em 1996, A Rota do Vinho do Porto foi inaugurada no âmbito do Programa Dyonisios (da União Europeia), com cerca de 50 quintas, alojamentos, adegas, caves e restaurantes. Baseados em critérios qualitativos pré - definidos, foram seleccionados e devidamente inscritos 54 locais, situados na Região Demarcada do Douro (a primeira região demarcada e reconhecida do mundo) e freguesias limítrofes, que se encontram directa ou indirectamente relacionados com a cultura vitivinícola. Em Março de 2011 criou-se a Rota dos Vinhos de Cister, na região do Távora -Varosa, que engloba oito concelhos da sub-região do Douro: Armamar, Lamego, Moimenta da Beira, Penedono, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço e Tarouca.
Desta forma, o visitante poderá encontrar desde o pequeno viticultor ao grande produtor de vinhos da Região Demarcada do Douro - Vinho do Porto, DOC Douro, Moscatel e Espumante - podendo visitar as vinhas e adegas, provar e comprar vinho e participar em diversos trabalhos vitícolas.
Estes serviços estão disponíveis durante todo o ano. Veja agora a apresentação que se segue e que fala sobre uma pequena parte da Rota do Vinho do Porto.
domingo, julho 21, 2013
Nho Manel
Falar de Bana, é ter contacto com a história da música de Cabo-Verde.
Bana começou a cantar muito jovem, encorajado pelo seu "padrinho" B.Leza e imortalizou para sempre os maiores temas da música caboverdiana, com o conjunto Voz de Cabo Verde e o saudoso Luis Morais.
Neste video, Bana actua na Aula Magna, em Lisboa, com amigos, para uma plateia cheia de gente para ouvir o Rei das Mornas, aqui interpretando Nho Manel.
Bana começou a cantar muito jovem, encorajado pelo seu "padrinho" B.Leza e imortalizou para sempre os maiores temas da música caboverdiana, com o conjunto Voz de Cabo Verde e o saudoso Luis Morais.
Neste video, Bana actua na Aula Magna, em Lisboa, com amigos, para uma plateia cheia de gente para ouvir o Rei das Mornas, aqui interpretando Nho Manel.
sábado, julho 20, 2013
Adeus Bana
Bana (1932 - 2013), falecido recentemente, foi um intérprete, cantor e baladeiro caboverdiano que ficou conhecido entre nós como o Rei da Morna. Este cantor começou a sua carreira quando Cabo Verde era um território português. Nessa altura trabalhava como guarda-costas e moço de recados do compositor e intérprete caboverdiano, B. Leza.
Juntando-se ao coro dos diferentes cantores que contavam e cantavam as mornas, os amadores dos violões, das violas e dos cavaquinhos apercebem-se rapidamente da sua voz invulgar, "admitindo-o" entre os grandes de então. Quem ficou particularmente encantado com a voz de Bana foi nem mais nem menos do que o célebre compositor e poeta B. Leza, que o apresentou, em 1959, numa digressão que a Tuna Académica de Coimbra efectuou por São Vicente. Entre os responsáveis pela Tuna figuravam o escritor, romancista e jornalista Fernando Assis Pacheco e o poeta e político Manuel Alegre, que tentaram trazê-lo a Portugal para actuar.
No entanto, seria em Dacar (Senegal) que Bana gravaria o seu primeiro disco e daria os seus primeiros espectáculos. De Dacar, segue para Paris, onde permanece até 1968 e grava mais dois LP, e para a Holanda, publicando mais dois "long-play" e seis EP, muito em voga na altura. É só no ano seguinte, 1969, que surge o convite para se deslocar a Portugal. Foi na inauguração da Casa de Cabo Verde, em Lisboa, na companhia de dois dos seus amigos, Luís Morais e Morgadinho, com quem formara, em 1966, o conjunto Voz de Cabo Verde, ainda com Toy da Bibia.
Ao longo de uma carreira de mais de 60 anos, Bana publicou mais de meia centena de LP e EP, em grupo ou a solo, e participou em quatro filmes - dois franceses, um alemão e um luso/cabo-verdiano.
"Embaixador" da música caboverdiana, por ser pioneiro em levá-la aos quatro cantos da Europa e África, Bana foi agraciado com várias condecorações e homenagens, quer em Cabo Verde quer no estrangeiro.
Oiça a ntrevista a Bana por ocasião do espectáculo em sua homenagem, no Tatro São Luiz(Rumos, RTP África, 30 Junho 2010 - 1ª parte).
No entanto, seria em Dacar (Senegal) que Bana gravaria o seu primeiro disco e daria os seus primeiros espectáculos. De Dacar, segue para Paris, onde permanece até 1968 e grava mais dois LP, e para a Holanda, publicando mais dois "long-play" e seis EP, muito em voga na altura. É só no ano seguinte, 1969, que surge o convite para se deslocar a Portugal. Foi na inauguração da Casa de Cabo Verde, em Lisboa, na companhia de dois dos seus amigos, Luís Morais e Morgadinho, com quem formara, em 1966, o conjunto Voz de Cabo Verde, ainda com Toy da Bibia.
Ao longo de uma carreira de mais de 60 anos, Bana publicou mais de meia centena de LP e EP, em grupo ou a solo, e participou em quatro filmes - dois franceses, um alemão e um luso/cabo-verdiano.
"Embaixador" da música caboverdiana, por ser pioneiro em levá-la aos quatro cantos da Europa e África, Bana foi agraciado com várias condecorações e homenagens, quer em Cabo Verde quer no estrangeiro.
Oiça a ntrevista a Bana por ocasião do espectáculo em sua homenagem, no Tatro São Luiz(Rumos, RTP África, 30 Junho 2010 - 1ª parte).
sexta-feira, julho 19, 2013
Liberdade, onde estás? Quem te demora?
Liberdade, onde estás? Quem te demora?
Quem faz que o teu influxo em nós não caia?
Porque (triste de mim!), porque não raia
Já na esfera de Lísia a tua aurora?
Da santa redenção é vinda a hora
A esta parte do mundo, que desmaia.
Oh!, venha... Oh!, venha, e trémulo descaia
Despotismo feroz, que nos devora!
Eia! Acode ao mortal que, frio e mudo,
Oculta o pátrio amor, torce a vontade,
E em fingir, por temor, empenha estudo.
Movam nossos grilhões tua piedade;
Nosso númen tu és, e glória, e tudo,
Mãe do génio e prazer, ó Liberdade!
Bocage
Quem faz que o teu influxo em nós não caia?
Porque (triste de mim!), porque não raia
Já na esfera de Lísia a tua aurora?
Da santa redenção é vinda a hora
A esta parte do mundo, que desmaia.
Oh!, venha... Oh!, venha, e trémulo descaia
Despotismo feroz, que nos devora!
Eia! Acode ao mortal que, frio e mudo,
Oculta o pátrio amor, torce a vontade,
E em fingir, por temor, empenha estudo.
Movam nossos grilhões tua piedade;
Nosso númen tu és, e glória, e tudo,
Mãe do génio e prazer, ó Liberdade!
Bocage
quinta-feira, julho 18, 2013
O Dia de Mandela
O Dia Internacional Nelson Mandela - Pela liberdade, justiça e democracia é uma comemoração internacional instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Novembro de 2009. A comemoração é feita a 18 de Julho, data de nascimento do líder sul-africano Nelson Mandela.
Através da Resolução A/RES/64/13, a ONU homenageia, assim, a dedicação de Mandela ao serviço da humanidade, na resolução de conflitos, na relação entre as raças, na promoção e protecção dos direitos humanos, na reconciliação, na igualdade de géneros e nos direitos das crianças e de outros grupos vulneráveis, e ainda no desenvolvimento das comunidades pobres ou subdesenvolvidas.
Com esta data os países-membros reconhecem a sua contribuição pela democracia internacional e a promoção da cultura da paz e da liberdade, através do mundo, ideais indissociáveis de Madiba.
Ouça agora os Simple Minds em "Mandela Day".
Através da Resolução A/RES/64/13, a ONU homenageia, assim, a dedicação de Mandela ao serviço da humanidade, na resolução de conflitos, na relação entre as raças, na promoção e protecção dos direitos humanos, na reconciliação, na igualdade de géneros e nos direitos das crianças e de outros grupos vulneráveis, e ainda no desenvolvimento das comunidades pobres ou subdesenvolvidas.
Com esta data os países-membros reconhecem a sua contribuição pela democracia internacional e a promoção da cultura da paz e da liberdade, através do mundo, ideais indissociáveis de Madiba.
Ouça agora os Simple Minds em "Mandela Day".
quarta-feira, julho 17, 2013
A Procissão
Veja João Villaret, a cantar e declamar "A PROCISSÃO" de António Lopes Ribeiro, na década de 50, na RTP.
Tocam os sinos da torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passar a procissão.
Mesmo na frente, marchando a compasso,
De fardas novas, vem o solidó.
Quando o regente lhe acena com o braço,
Logo o trombone faz popó, popó.
Olha os bombeiros, tão bem alinhados!
Que se houver fogo vai tudo num fole.
Trazem ao ombro brilhantes machados,
E os capacetes rebrilham ao sol.
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
Olha os irmãos da nossa confraria!
Muito solenes nas opas vermelhas!
Ninguém supôs que nesta aldeia havia
Tantos bigodes e tais sobrancelhas!
Ai, que bonitos que vão os anjinhos!
Com que cuidado os vestiram em casa!
Um deles leva a coroa de espinhos.
E o mais pequeno perdeu uma asa!
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
Pelas janelas, as mães e as filhas,
As colchas ricas, formando troféu.
E os lindos rostos, por trás das mantilhas,
Parecem anjos que vieram do Céu!
Com o calor, o Prior vai aflito.
E o povo ajoelha ao passar o andor.
Não há na aldeia nada mais bonito
Que estes passeios de Nosso Senhor!
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Já passou a procissão.
Tocam os sinos da torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passar a procissão.
Mesmo na frente, marchando a compasso,
De fardas novas, vem o solidó.
Quando o regente lhe acena com o braço,
Logo o trombone faz popó, popó.
Olha os bombeiros, tão bem alinhados!
Que se houver fogo vai tudo num fole.
Trazem ao ombro brilhantes machados,
E os capacetes rebrilham ao sol.
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
Olha os irmãos da nossa confraria!
Muito solenes nas opas vermelhas!
Ninguém supôs que nesta aldeia havia
Tantos bigodes e tais sobrancelhas!
Ai, que bonitos que vão os anjinhos!
Com que cuidado os vestiram em casa!
Um deles leva a coroa de espinhos.
E o mais pequeno perdeu uma asa!Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
Pelas janelas, as mães e as filhas,
As colchas ricas, formando troféu.
E os lindos rostos, por trás das mantilhas,
Parecem anjos que vieram do Céu!
Com o calor, o Prior vai aflito.
E o povo ajoelha ao passar o andor.
Não há na aldeia nada mais bonito
Que estes passeios de Nosso Senhor!
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Já passou a procissão.
terça-feira, julho 16, 2013
Você é Linda
Ouça, mais uma vez Filipe Catto, em "Você é Linda" (de Caetano Veloso), no Show Cantadas de 9/6 de 2011.Fonte de mel
Nos olhos de gueixa
Kabuki, máscara
Choque entre o azul
E o cacho de acácias
Luz das acácias
Você é mãe do sol
A sua coisa é toda tão certa
Beleza esperta
Você me deixa a rua deserta
Quando atravessa
E não olha pra trás
Linda
E sabe viver
Você me faz feliz
Esta canção é só pra dizer
E diz
Você é linda
Mais que demais
Vocé é linda sim
Onda do mar do amor
Que bateu em mim
Você é forte
Dentes e músculos
Peitos e lábios
Você é forte
Letras e músicas
Todas as músicas
Que ainda hei de ouvir
No Abaeté
Areias e estrelas
Não são mais belas
Do que você
Mulher das estrelas
Mina de estrelas
Diga o que você quer
Você é linda
E sabe viver
Você me faz feliz
Esta canção é só pra dizer
E diz
Você é linda
Mais que demais
Você é linda sim
Onda do mar do amor
Que bateu em mim
Gosto de ver
Você no seu ritmo
Dona do carnaval
Gosto de ter
Sentir seu estilo
Ir no seu íntimo
Nunca me faça mal
Linda
Mais que demais
Você é linda sim
Onda do mar do amor
Que bateu em mim
Você é linda
E sabe viver
Você me faz feliz
Esta canção é só pra dizer
E diz
segunda-feira, julho 15, 2013
Cenas do deserto
Aproximadamente 20% da superfície continental da Terra é desértica. As maiores regiões desérticas do globo situam-se na África (deserto do Saara) e na Ásia (deserto de Góbi).
Um deserto, em geografia, é uma região que recebe pouca precipitação. Muitos desertos têm uma média anual de precipitação abaixo dos 400 mm de chuva. Apesar disso, abrigam uma riqueza de vida que normalmente permanece escondida (especialmente durante o dia) para conservar a humidade. A vegetação destas regiões é constituída por gramíneas e pequenos arbustos, é rala e espaçada, ocupando apenas lugares em que a pouca água existente se pode acumular (fendas do solo ou debaixo das rochas). A fauna predominante no deserto é composta por animais roedores (ratos-cangurus), por répteis (serpentes e lagartos), e por insectos. Os animais e plantas têm marcantes adaptações à falta de água. Muitos animais saem das suas tocas só à noite, e outros podem passar a vida inteira sem beber água, extraindo-a dos alimentos que ingerem.
As paisagens desérticas têm alguns elementos em comum. O solo do deserto é principalmente composto por areia, com frequente formação de dunas. Os processos de erosão eólica (isto é, provocados pelo vento) são importantes factores na formação de paisagens desérticas. Por serem locais secos, os desertos são ideais para a preservação de artefactos humanos e fósseis.
Veja, agora, uma bela apresentação que mostras cenas de algumas regiões desérticas do mundo, incluindo de desertos salgados.
Um deserto, em geografia, é uma região que recebe pouca precipitação. Muitos desertos têm uma média anual de precipitação abaixo dos 400 mm de chuva. Apesar disso, abrigam uma riqueza de vida que normalmente permanece escondida (especialmente durante o dia) para conservar a humidade. A vegetação destas regiões é constituída por gramíneas e pequenos arbustos, é rala e espaçada, ocupando apenas lugares em que a pouca água existente se pode acumular (fendas do solo ou debaixo das rochas). A fauna predominante no deserto é composta por animais roedores (ratos-cangurus), por répteis (serpentes e lagartos), e por insectos. Os animais e plantas têm marcantes adaptações à falta de água. Muitos animais saem das suas tocas só à noite, e outros podem passar a vida inteira sem beber água, extraindo-a dos alimentos que ingerem.
As paisagens desérticas têm alguns elementos em comum. O solo do deserto é principalmente composto por areia, com frequente formação de dunas. Os processos de erosão eólica (isto é, provocados pelo vento) são importantes factores na formação de paisagens desérticas. Por serem locais secos, os desertos são ideais para a preservação de artefactos humanos e fósseis.
Veja, agora, uma bela apresentação que mostras cenas de algumas regiões desérticas do mundo, incluindo de desertos salgados.
domingo, julho 14, 2013
A Voz de Um Povo
O fado está no coração da maioria dos portugueses, podendo ser cantado por qualquer pessoa em qualquer ocasião.
Veja, agora, o fado cantado num evento promocional realizado junto ao Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Este evento serviu para fazer a apresentação do disco do cantor Jorge Fernando, "Chamam-lhe Fado".
Os fadistas por ordem de actuação são: Liliana Martins, Nelson Lemos, Lena Valério, Ana Catarina Grilo e Maurício Cordeiro. No acompanhamento musical estão o jovem Pedro Henriques na guitarra portuguesa e o mestre José Carvalhinho na viola de fado.
Ora veja!
Veja, agora, o fado cantado num evento promocional realizado junto ao Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Este evento serviu para fazer a apresentação do disco do cantor Jorge Fernando, "Chamam-lhe Fado".
Os fadistas por ordem de actuação são: Liliana Martins, Nelson Lemos, Lena Valério, Ana Catarina Grilo e Maurício Cordeiro. No acompanhamento musical estão o jovem Pedro Henriques na guitarra portuguesa e o mestre José Carvalhinho na viola de fado.
Ora veja!
sábado, julho 13, 2013
Viver Sem Tempos Mortos
Ouça um trecho do poema "Viver Sem Tempos Mortos" de Simone de Beauvoir, narrado por Fernanda Montenegro. Neste pedaço de reportagem em homenagem aos seus 80 anos, cedida pela Globo News, Fernanda Montenegro recita parte deste poema.
sexta-feira, julho 12, 2013
O Legado de Mandela
"O Legado de Mandela - Quinze Lições de Vida, Amor e Coragem", é um livro de Richard Stengel.
O livro é o resultado de dezenas de horas de conversas entre Richard Stengel, editor da revista Time, e Nelson Mandela. Durante 3 anos, Richard Stengel acompanhou Mandela para todo o lado, assistiu a várias conferências do líder mundial, viajou com ele, comeu ao seu lado, ouviu-o pensar em voz alta, ajudou-o na sua biografia. Como resultado das longas conversas do autor com esta enigmática figura, da profunda amizade e conhecimento mútuo, resultou o livro "O Legado de Mandela".
Nesta obra, Stengel revela os princípios que nortearam a vida do maior líder africano de todos os tempos e que, de resto, lhe deram a notabilidade e reconhecimento mundial e relata vários momentos (em sociedade e em família) da vida de Mandela.
O livro é o resultado de dezenas de horas de conversas entre Richard Stengel, editor da revista Time, e Nelson Mandela. Durante 3 anos, Richard Stengel acompanhou Mandela para todo o lado, assistiu a várias conferências do líder mundial, viajou com ele, comeu ao seu lado, ouviu-o pensar em voz alta, ajudou-o na sua biografia. Como resultado das longas conversas do autor com esta enigmática figura, da profunda amizade e conhecimento mútuo, resultou o livro "O Legado de Mandela".
Nesta obra, Stengel revela os princípios que nortearam a vida do maior líder africano de todos os tempos e que, de resto, lhe deram a notabilidade e reconhecimento mundial e relata vários momentos (em sociedade e em família) da vida de Mandela.
quinta-feira, julho 11, 2013
O Mostrengo
Este ano celebrou-se em Maio, o centenário do nascimento de João Villaret. Para o comemorar, aqui, veja este declamador português a dizer "O Mostrengo" de Fernando Pessoa.
João Villaret (1913 — 1961) foi um actor, encenador e declamador português. Depois de frequentar o Conservatório Nacional de Teatro, começou por integrar o elenco da companhia de teatro lisboeta Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Mais tarde, fez parte da companhia teatral "Os Comediantes de Lisboa", fundada em 1944 por António Lopes Ribeiro e o seu irmão Francisco, mais conhecido por Ribeirinho. Teve uma interpretação considerada antológica na peça "Esta Noite Choveu Prata", de Pedro Bloch, em 1954, no extinto Teatro Avenida, em Lisboa.
João Villaret foi, também, actor de cinema e apresentou programas de televisão. No cinema, João Villaret trabalhou com Leitão de Barros em filmes como “Inês de Castro” (1944) e “Camões” (1946). Mas, João Villaret é recordado, sobretudo, como declamador porque dizia poesia como ninguém. Morreu aos 48 anos mas, neste quase meio século de vida, fez com que os portugueses se apaixonassem pelos poetas nacionais, sobretudo por Fernando Pessoa. Mas não só. Muita gente ouviu falar pela primeira vez de José Régio através dele, com a declamação do poema "Cântico Negro".
A experiência que adquiriu no palco e no cinema, assim como em programas radiofónicos, fez do seu programa de televisão um êxito. Aos domingos era impreterível vê-lo declamar, com graça e paixão, poemas dos maiores autores nacionais. Na televisão, teve um papel muito importante na divulgação dos grandes poetas portugueses, sobretudo Fernando Pessoa e António Botto, que eram seus amigos.
Em conjunto com Aníbal Nazaré e Nelson de Barros, deu origem à canção “Fado Falado”, onde se afirmava: “Se o fado se canta e chora, também se pode falar.” Criava-se um estilo. De mão no peito e olhar fixo na câmara, prendia as famílias ao pequeno ecrã.
João Villaret (1913 — 1961) foi um actor, encenador e declamador português. Depois de frequentar o Conservatório Nacional de Teatro, começou por integrar o elenco da companhia de teatro lisboeta Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Mais tarde, fez parte da companhia teatral "Os Comediantes de Lisboa", fundada em 1944 por António Lopes Ribeiro e o seu irmão Francisco, mais conhecido por Ribeirinho. Teve uma interpretação considerada antológica na peça "Esta Noite Choveu Prata", de Pedro Bloch, em 1954, no extinto Teatro Avenida, em Lisboa.
João Villaret foi, também, actor de cinema e apresentou programas de televisão. No cinema, João Villaret trabalhou com Leitão de Barros em filmes como “Inês de Castro” (1944) e “Camões” (1946). Mas, João Villaret é recordado, sobretudo, como declamador porque dizia poesia como ninguém. Morreu aos 48 anos mas, neste quase meio século de vida, fez com que os portugueses se apaixonassem pelos poetas nacionais, sobretudo por Fernando Pessoa. Mas não só. Muita gente ouviu falar pela primeira vez de José Régio através dele, com a declamação do poema "Cântico Negro".
A experiência que adquiriu no palco e no cinema, assim como em programas radiofónicos, fez do seu programa de televisão um êxito. Aos domingos era impreterível vê-lo declamar, com graça e paixão, poemas dos maiores autores nacionais. Na televisão, teve um papel muito importante na divulgação dos grandes poetas portugueses, sobretudo Fernando Pessoa e António Botto, que eram seus amigos.
Em conjunto com Aníbal Nazaré e Nelson de Barros, deu origem à canção “Fado Falado”, onde se afirmava: “Se o fado se canta e chora, também se pode falar.” Criava-se um estilo. De mão no peito e olhar fixo na câmara, prendia as famílias ao pequeno ecrã.
quarta-feira, julho 10, 2013
Poética
Neste ano que se comemora o centenário do nascimento do poetinha, aqui fica a sua Poética:
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
Vinícius de Moraes
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
Vinícius de Moraes
terça-feira, julho 09, 2013
Gardénia Branca
Proponho-lhe que oiça, mais uma vez, uma das grandes vozes do Brasil em "Gardénia Branca". Filipe Catto é uma das vozes mais recentes da música brasileira. Não perca!
Gardênia branca no cabelo dela
Gardênia branca no cabelo, assim
Dizem que é mulher da vida
Mas vale mais que ouro para mim
Mulher que é boa não se esconde
Faz o que pode pra se virar
Ela me recebe no seu barraco
me conta casos e me pede pra lhe amar
Gardênia branca no cabelo dela
Gardênia branca no cabelo, assim
Dizem que é mulher da vida
Mas vale mais que ouro para mim
Dessa mulher eu não reclamo
Todos os dias eu bato no portão
Ela é dengosa e sabe o jeito
De me deixar apaixonado em suas mãos
E o povo pode até falar do nosso caso
Mas eu não ligo, pois a conheço bem
Essa nega de noite quando deita na cama
Dorme tranquila, pois não teme a ninguém
Ela é mulher da vida
Mas não é puta, não
Traz a linda flor branca
Dentro do seu coração
Gardênia branca no cabelo dela
Gardênia branca no cabelo, assim
Dizem que é mulher da vida
Mas vale mais que ouro para mim
Mulher que é boa não se esconde
Faz o que pode pra se virar
Ela me recebe no seu barraco
me conta casos e me pede pra lhe amar
Gardênia branca no cabelo dela
Gardênia branca no cabelo, assim
Dizem que é mulher da vida
Mas vale mais que ouro para mim
Dessa mulher eu não reclamo
Todos os dias eu bato no portão
Ela é dengosa e sabe o jeito
De me deixar apaixonado em suas mãos
E o povo pode até falar do nosso caso
Mas eu não ligo, pois a conheço bem
Essa nega de noite quando deita na cama
Dorme tranquila, pois não teme a ninguém
Ela é mulher da vida
Mas não é puta, não
Traz a linda flor branca
Dentro do seu coração
segunda-feira, julho 08, 2013
A Jordânia
A Jordânia, oficialmente Reino Hachemita da Jordânia, é um país do Médio Oriente, limitado a norte pela Síria, a leste pelo Iraque, a leste e a sul pela Arábia Saudita e a oeste pelo Golfo de Aqaba (através do qual faz fronteira marítima com o Egipto), por Israel e pelo território palestiniano da Cisjordânia. A capital da Jordânia é a cidade de Amã. A Jordânia é essencialmente um grande planalto. A parte ocidental é a mais acidentada, não só devido às cadeias montanhosas, mas também à descida abrupta até à depressão que liga o mar Vermelho ao mar Morto e ao rio Jordão.
Todo o país é desértico ou semi-desértico, sendo a zona menos árida também aquela onde se aglomera a maior parte da população: a região noroeste, separada da Cisjordânia pelo Jordão. As maiores cidades são Amã e Irbid.
A história desta região remonta há muitos anos, tendo sido dominada por diferentes tipos de povos. A partir do século VII a.C., a presença mais expressiva é a dos nabateus, um povo nómada que constrói uma próspera civilização na área, assumindo o controle das importantes rotas de caravanas localizadas na região. Mais tarde por esta região passaram invasores e colonos como por exemplo: egípcios, israelitas, assírios, babilónios, persas, gregos, romanos, árabes muçulmanos, cruzados cristãos, turcos otomanos e, finalmente, os britânicos.
No fim da Primeira Guerra Mundial, o território que agora compreende Israel, a Jordânia, a Cisjordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém foi concedido ao Reino Unido como o Mandato Britânico da Palestina. Em 1922, a Grã-Bretanha dividiu o controle da região estabelecendo o semiautónomo Emirado da Transjordânia, regido pelo príncipe hachemita Abdullah, enquanto continuou a administração do resto da Palestina sob um alto comissariado britânico. O domínio sob a Transjordânia acabou oficialmente em Maio de 1946. Nesse mesmo mês, o país tornou-se independente assumindo a designação de Reino Hachemita da Transjordânia. O tratado especial de defesa com o Reino Unido acabou em 1957.
A Jordânia é um país pequeno com recursos naturais bastante limitados. A sua economia depende da exploração de fosfatos, carbonato de potássio, do turismo, da comercialização de fertilizante e de outros serviços. Tem apostado, também, no gás natural para suprir internamente pelo menos parte de suas necessidades de energia.A maior parte da população jordana é de origem árabe. As principais minorias étnicas correspondem à dos arménios e a um reduzido grupo de origem caucasiana. Quase todos os habitantes são muçulmanos sunitas, embora existam pequenas comunidades xiitas e cristãs - das quais um terço pertence à Igreja Ortodoxa Grega. A elevada taxa de natalidade e a entrada de imigrantes constituem a base do alto crescimento demográfico. As condições climáticas e a disponibilidade de água são os factores que determinam a distribuição da população, concentrada, sobretudo, nas proximidades do Lago Tiberíades, do mar Morto e ao longo do rio Jordão. Aprecie agora algumas belas imagens da Jordânia, através da apresentação que se segue.
domingo, julho 07, 2013
Está de ananases...
A onda de calor que se tem feito sentir, em Portugal, fez-me lembrar o grande Eça de Queiroz. Aqui fica, pois, a sua verve, a propósito deste Verão quente!
"(...) entrei no quarto atordoado com bagas de suor na face. E debalde rebuscava desesperadamente uma outra frase sobre o calor, bem trabalhada, toda cintilante e nova. E nada... Só me acudiam sordidezes paralelas em calão teimoso:
-É de rachar, está de ananases, derrete os untos. (...)".
Eça de Queiroz - "A Correpondência de Fradique Mendes".
"(...) entrei no quarto atordoado com bagas de suor na face. E debalde rebuscava desesperadamente uma outra frase sobre o calor, bem trabalhada, toda cintilante e nova. E nada... Só me acudiam sordidezes paralelas em calão teimoso:
-É de rachar, está de ananases, derrete os untos. (...)".
Eça de Queiroz - "A Correpondência de Fradique Mendes".
sábado, julho 06, 2013
13 curiosidades acerca da cultura japonesa
Hoje vamos aprender um pouco com os Japoneses ! Eis aqui algumas das características do país do sol nascente:
1 - Sabia que as crianças japonesas limpam as escolas todos os dias, durante 15 minutos, juntamente com os professores? E que este facto levou ao surgimento de uma geração de japoneses modestos e entusiastas da limpeza?
2 - Sabia que qualquer cidadão japonês que tenha um cão, é obrigado a usar, para apanhar os dejectos do animal, sacos de pano especial ? O desejo de manter a limpeza e a higiene faz parte da cultura e ética japonesas.
3 - Sabia que um empregado (a) de limpeza no Japão é chamado "engenheiro da saúde" e pode ter salários de 5000-8000 dólares por mês? Sabia que estes técnicos estão sujeitos a provas escritas e orais!
4 - Sabia que o Japão é um país que não tem recursos naturais, que está exposto a centenas de terramotos por ano mas, ainda assim, conseguiu tornar-se a terceira maior economia do mundo?
5 - Sabia que a cidade de Hiroshima retornou à sua economia vibrante, após a queda da bomba atómica, em apenas 10 anos?
6 - Sabia que o Japão impede o uso de telemóveis em comboios, restaurantes e esplanadas?
7 - Sabia que no Japão os alunos do primeiro ao sexto ano devem aprender a ética no lidar com as pessoas?
8 - Sabia que os japoneses, ainda que sejam uma das populações mais ricas do mundo, não têm empregados domésticos? Os pais são responsáveis quer pela a casa quer pelos filhos.
9 - Sabia que no Japão não há nenhuma avaliação (exame) do primeiro ao terceiro ano, porque o objectivo da educação é incutir os conceitos e desenvolvimento do carácter, e não apenas o exame e os conteúdos?
10 - Sabia que num restaurante japonês, com o sistema buffet, as pessoas só se servem do que vão comer e comem tudo até ao fim? Nenhum alimento é desperdiçado!
11 - Sabia que os comboios de alta velocidade no Japão, apresentam no máximo, um atraso de cerca de 7 segundos por ano? Eles apreciam o valor do tempo. São hiper pontuais, à escala do minuto e do segundo.
12 - Sabia que as crianças japonesas em idade escolar, escovam os dentes e usam fio dental, após as refeições na escola, para aprenderem a manter a sua saúde oral desde cedo?
13 - Sabia que os alunos japoneses terminam as refeições em meia hora de maneira a garantirem uma boa digestão?
1 - Sabia que as crianças japonesas limpam as escolas todos os dias, durante 15 minutos, juntamente com os professores? E que este facto levou ao surgimento de uma geração de japoneses modestos e entusiastas da limpeza?
2 - Sabia que qualquer cidadão japonês que tenha um cão, é obrigado a usar, para apanhar os dejectos do animal, sacos de pano especial ? O desejo de manter a limpeza e a higiene faz parte da cultura e ética japonesas.
3 - Sabia que um empregado (a) de limpeza no Japão é chamado "engenheiro da saúde" e pode ter salários de 5000-8000 dólares por mês? Sabia que estes técnicos estão sujeitos a provas escritas e orais!
4 - Sabia que o Japão é um país que não tem recursos naturais, que está exposto a centenas de terramotos por ano mas, ainda assim, conseguiu tornar-se a terceira maior economia do mundo?5 - Sabia que a cidade de Hiroshima retornou à sua economia vibrante, após a queda da bomba atómica, em apenas 10 anos?
6 - Sabia que o Japão impede o uso de telemóveis em comboios, restaurantes e esplanadas?
7 - Sabia que no Japão os alunos do primeiro ao sexto ano devem aprender a ética no lidar com as pessoas?
8 - Sabia que os japoneses, ainda que sejam uma das populações mais ricas do mundo, não têm empregados domésticos? Os pais são responsáveis quer pela a casa quer pelos filhos.
9 - Sabia que no Japão não há nenhuma avaliação (exame) do primeiro ao terceiro ano, porque o objectivo da educação é incutir os conceitos e desenvolvimento do carácter, e não apenas o exame e os conteúdos?
10 - Sabia que num restaurante japonês, com o sistema buffet, as pessoas só se servem do que vão comer e comem tudo até ao fim? Nenhum alimento é desperdiçado!11 - Sabia que os comboios de alta velocidade no Japão, apresentam no máximo, um atraso de cerca de 7 segundos por ano? Eles apreciam o valor do tempo. São hiper pontuais, à escala do minuto e do segundo.
12 - Sabia que as crianças japonesas em idade escolar, escovam os dentes e usam fio dental, após as refeições na escola, para aprenderem a manter a sua saúde oral desde cedo?
13 - Sabia que os alunos japoneses terminam as refeições em meia hora de maneira a garantirem uma boa digestão?
sexta-feira, julho 05, 2013
Crime Passional
Oiça Filipe Catto em "Crime Passional". O músico brasileiro canta no programa Ensaio do dia 01/01/2012.
Tem samba no meu quarto a noite inteira
Especialmente quando tu te vais
Tem dança quando diz que não me chegas
Que é para distrair o que me faz sofrer aqui demais
Na madrugada tem perfume e vela
Pra atrair alguém que vem e traz
Alguma coisa que em ti me falta
Uma atenção singela pra deixar a noite em paz
Se for pra me ferir com teu silêncio
Respondo teu vazio com a paixão
Pra outros corpos que me satisfazem
Já que essa rua te acalanta muito mais que o meu colchão
Enquanto te convence para os outros
Enquanto te bajulam pelo bar
Não vê, nem por milagre, que tua casa
Pega fogo, espalha, luxuriosa, regozija...
Até que um belo dia me culpaste
Disseste que assim não pode mais
Eu ri e disse: "vai, pode cantar vitória agora
Eu fiz mesmo e faria é de novo se tivesse..." mas...
Três tiros irromperam a noite surda
Pr´um corpo de calor que se extinguiu
Me deu três beijos úmidos de lágrima
Selou meus olhos como um arrepio
Tem samba no meu quarto a noite inteira
Especialmente quando tu te vais
Tem dança quando diz que não me chegas
Que é para distrair o que me faz sofrer aqui demais
Na madrugada tem perfume e vela
Pra atrair alguém que vem e traz
Alguma coisa que em ti me falta
Uma atenção singela pra deixar a noite em paz
Se for pra me ferir com teu silêncio
Respondo teu vazio com a paixão
Pra outros corpos que me satisfazem
Já que essa rua te acalanta muito mais que o meu colchão
Enquanto te convence para os outros
Enquanto te bajulam pelo bar
Não vê, nem por milagre, que tua casa
Pega fogo, espalha, luxuriosa, regozija...
Até que um belo dia me culpaste
Disseste que assim não pode mais
Eu ri e disse: "vai, pode cantar vitória agora
Eu fiz mesmo e faria é de novo se tivesse..." mas...
Três tiros irromperam a noite surda
Pr´um corpo de calor que se extinguiu
Me deu três beijos úmidos de lágrima
Selou meus olhos como um arrepio
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















