Quando um pequeno rio se junta a outro, normalmente, não deixa vestígios. No entanto, há situações em que dois rios de igual magnitude se encontram e, em vez de se juntarem de forma homogénea, parecem resistir a fazer parte um do outro...
Aqui lhe deixo três imagens que vão fazê-lo descobrir a grande beleza deste fenómeno surpreendente, que está relacionado com os diferentes Ph das águas de cada um dos rios! 1-Rio Jialing e rio Yangtze, China.
2 - Rio Alaknanda e rio Bhagirathi, Índia
3- Rio Negro e Rio Solimões - Brasil. Depois de unidos dão origem ao Rio Amazonas.
A Viagem dos Cem Passos é uma comédia romântica (2014) realizada por Lasse Hallström e que conta com as interpretações de Helen Mirren, Om Puri, Charlotte Le Bon, Rohan Chand, Manish Dayal.
Esta comédia gastronómica conta com o argumento de Steven Knight, e com Steven Spielberg e Oprah Winfrey na equipa de produção.
"A Viagem dos Cem Passos" adapta a obra homónima, escrita por Richard C. Morais em 2010, que se tornou um "best-seller" internacional.
Sinopse:
A família Kadam convive de perto com todas as subtilezas do mundo da culinária: os cheiros, os sabores e os segredos mais delicados. Depois de serem obrigados a deixar a sua Índia natal, os Kadam instalam-se numa pequena e pitoresca aldeia no Sul de França, que julgam ser o local ideal para abrir um restaurante cujos sabores especiais cativem o paladar dos seus habitantes. O lugar parece-lhes perfeito até conhecerem a sofisticada e pouco amistosa Madame Mallory. Proprietária de um elegantíssimo restaurante de alta cozinha francesa galardoado com uma estrela Michelin – e que se situa a apenas cem passos dali –, ela não está nada interessada em dividir a clientela.
O problema agudiza-se quando descobre que Hassan, o filho mais velho dos Kadam, tem realmente um talento nato para a arte culinária. Determinada a não perder o protagonismo, inicia uma guerra contra os seus novos vizinhos que apenas terminará quando tiver a humildade de se render aos sabores da cozinha indiana, dividindo os seus conhecimentos com os deles...
As 3 formas de gratidão na perspetiva do professor português António Sampaio da Nóvoa e de acordo com o Tratado de Gratidão de São Tomás de Aquino.
Este vídeo é um excerto retirado da Conferência "Formar professores para o futuro" durante o III Encontro PIBID UNESPAR a 26/09/2014, em Matinhos e Paranaguá (Estado do Paraná).
Tratado da Gratidão: os 3 níveis! from Prof. PADilla UFRGS Sports Law on Vimeo.
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
Já tive a rosa do amor
- rubra rosa, sem pudor.
Cobicei, cheirei, colhi.
Mas ela despetalou
E outra igual, nunca mais vi.
Já vivi mil aventuras,
Me embriaguei de alegria!
Mas os risos da ventura,
No limiar da loucura,
Se tornaram fantasia...
Já almejei felicidade,
Mãos dadas, fraternidade,
Um ideal sem fronteiras
- utopia! Voou ligeira,
Nas asas da liberdade.
Desejei viver. Demais!
Segurar a juventude,
Prender o tempo na mão,
Plantar o lírio da paz!
Mas nem mesmo isto eu pude:
Tentei, porém nada fiz...
Muito, da vida, eu já quis.
Já quis... mas não quero mais... Cecilia Meireles
O Eucalipto Arco-íris (Eucalyptus deglupta) é uma árvore de grande porte com um tamanho que varia entre os 20 a 25 metros de altura.
Esta árvore é nativa das Filipinas, Nova Guiné e Indonésia. O seu grande atrativo resulta do facto do seu caule cilíndrico ser revestido por uma casca castanha, que no momento em que vai se desprendendo da árvore em fibras longas vai expondo a nova textura do tronco. Este processo faz com que fique com tonalidades de cor diferentes, parecendo até que foi pintado a mão.
Dubai paraíso ou inferno? (versão portuguesa), é uma reportagem transmitida pelo programa Observatório do Mundo da TVI 24.
Fique a conhecer aqui, o outro lado do Dubai. Ora veja!
Portugueses pelo Mundo é uma série de televisão portuguesa, transmitida pela RTP1 desde 2010. Cada programa segue portugueses residentes no estrangeiro que assumem o papel de condutores do programa enquanto dão a conhecer diversos aspetos do seu quotidiano e do modo de vida, cultura, gastronomia, arquitetura e curiosidades das cidades apresentadas no programa.
Este programa é uma adaptação portuguesa do original Madrileños por el Mundo, produzido pela Telemadrid e mais tarde adaptado por outros canais espanhóis, culminando na versão nacional, Españoles en el Mundo, exibida no primeiro canal da televisão pública espanhola.
Veja em baixo o programa Portugueses pelo Mundo - Dubai - (2011).
Citizen Cohn ou Cidadão Cohn é um filme (drama) de 1992, realizado nos E.U.A. por Frank Pierson.
O filme baseou-se no romance de Nicholas Von Hoffman, e foi adaptado por David Franzoni.
Do elenco fazem parte os atores: Ed Flanders, Fredric Forest, James Woods, Joe Don Baker, Joseph Bologna, Lee Grant, Pat Hingle.
No início dos anos 50, o senador Joseph McCarthy promove uma verdadeira caça às bruxas contra aqueles que supostamente tinham ideais ou atitudes antiamericanas. O advogado Roy Cohn foi uma figura fundamental para o sucesso do senador.
Sinopse:
O filme narra a meteórica subida, na vida política americana, do advogado Roy Cohn, um homem sem escrúpulos, ambicioso e fascinado pelo poder. Abençoado pela mãe vaidosa (Lee Grant), o anti-semita e primitivamente homofóbico Cohn (que era judeu e gay) aprendeu rapidamente como dominar por intimidação.
Um duro olhar sobre a vida e obra de Roy Marcus Cohn através de flashbacks, enquanto morre de Sida num hospital em Nova York.
O braço direito de McCarthy, Roy Marcus Cohn - um James Woods soberbo - faz um balanço da sua carreira, sobretudo quando se transformou no braço direito do temido Senador Joseph McCarthy, na caça aos comunistas americanos.
Homem sem limites, chegou a comprometer a vida e a carreira dos seus amigos, como J. Edgar Hoover, do F.B.I. e o Cardeal Spellman, transformando-se numa das pessoas mais odiadas dos EUA.
Oiça o belíssimo tema Serenata na voz de Chico Cesar. Este tema fez parte da telenovela Velho Chico (tema de Bento e Beatriz). Chico César (1964), é um cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro. Serenata (Standchen) é uma música interpretada por Chico César e cuja autoria é de Franz Schubert, Ludwig Rellstab e Arthur Nestrovski. Arthur Nestrovski (1959) é um compositor, violonista, crítico literário e musical, escritor e editor brasileiro.
E agora aqui vai a letra!
Um sabiá, na palmeira, longe
Canta, canta pra ti
Ele bem sabe a dor da saudade
E canta, canta pra ti
Sabe o que é felicidade
Sabe o que é dor de amor
Sabe o que é dor de amor
Coração, escuta, é tarde
O sabiá cantador
Sabiá cantador
Na madrugada, desarvorada
Faço versos pra ti
Minha toada não vale nada
Se não vale pra ti
Só me escuta o arvoredo
Sob a luz do luar
Sob a luz do luar
Saberá guardar segredo
Até você voltar
Quando você voltar
Abre o coração para a música
Sou teu sabiá
Sou o encanto de te esperar
Vem pra me despertar
Pra me desesperar
Desesperar
Vida, carnaval:
Euforia no começo,
Cinzas ao final... Francismar Prestes Leal
Terminado o Carnaval, eis que nos encontramos com os seus melancólicos despojos: pelas ruas desertas, os pavilhões, arquibancadas e passarelas são uns tristes esqueletos de madeira; oscilam no ar farrapos de ornamentos sem sentido, magros, amarelos e encarnados, batidos pelo vento, enrodilhados em suas cordas; torres coloridas, como desmesurados brinquedos, sustentam-se de pé, intrusas, anômalas, entre as árvores e os postes. Acabou-se o artifício, desmanchou-se a mágica, volta-se à realidade. Cecília Meireles Se a única coisa que de o homem terá certeza é a morte; a única certeza do brasileiro é o carnaval no próximo ano. Graciliano Ramos Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma. Clarice Lispector
O Gigantone é um boneco com a forma de figura humana, com 3,5 a 4 metros de altura, típico das festas populares portuguesas, romarias e cortejos de carnaval.
Tem uma estrutura que permite ser vestido e manuseado por uma pessoa no seu interior.
A cabeça de grandes dimensões (feita de pasta de papel) e o resto da estrutura podem atingir trinta quilos, peso suportado pelos ombros do manuseador. Isto faz com que a amplitude de movimentos do boneco seja limitada.
Os gigantones não aparecem sozinhos, mas em par ou grupos de casais, envergando trajes de cerimónia ou populares, e desfilando ao ritmo de música tocada por zés-pereiras.
Podem ser acompanhados por Cabeçudos, bonecos mais pequenos (tamanho de uma pessoa) com uma cabeça enorme e desproporcional relativamente ao corpo. A cabeça, também feita em pasta de papel, é usada como uma espécie de capacete, As roupas são mais informais e coloridas que as dos gigantones, podendo mesmo personificar monstros ou demónios. Com maior liberdade de movimentos que os gigantones, os cabeçudos dançam e movimentam-se alegremente como um rancho de filhos ou uma corte animada ao seu redor.
No Minho também são conhecidos por almajonas ou armazonas.
OZé Pereira é uma forma de diversão musical constituída por vários foliões tocando bombos e desfilando em parada.
Os grupos chamados Zés-Pereiras são característicos das festas e romarias do Norte de Portugal com maior incidência para o Entre Douro e Minho. Estes grupos desfilam pelas ruas tocando instrumentos de percussão - caixas de rufo, timbalões e bombos; assim como aerofones melódicos: pífaros e gaitas-de-fole. Por vezes, por vezes são acompanhados de gigantones e cabeçudos. Recentemente a concertina, instrumento de grande expressão no Minho, tem sido introduzida nestes conjuntos.
Do lado de lá do mar - Um pouco da História luso-brasileira do Carnaval
A constatação da existência de uma diversão carnavalesca conhecida como Zé Pereira no Portugal do século XIX parece apontar para a forte influência lusitana no surgimento da brincadeira no carnaval carioca.
Há uma errónea, mas infelizmente consagrada versão, que atribui a invenção do Zé-Pereira a um português de nome José Nogueira de Azevedo Paredes, comerciante estabelecido no Rio de Janeiro em meados do século XIX. Divulgada na maioria dos livros sobre carnaval, essa versão acabou ocultando toda uma série de influências que contribuíram para o surgimento dessa curiosa categoria carnavalesca.
As raras referências sobre a tema na literatura carnavalesca são bastante desencontradas. Estas apontam o "surgimento" do Zé Pereira em 1846 (Moraes, 1987), em 1852 (Edmundo, 1987) ou em 1846, 1848 e 1850 (Araújo, 2000).
A principal razão dessa discrepância é o facto de a designação Zé Pereira só se vir a consagrar anos mais tarde.
Na segunda metade do século XIX, o termo era usado para qualquer tipo de manifestação carnavalesca acompanhada de zabumbas e tambores - semelhantes ao que chamaríamos hoje de bloco de sujo. Ferreira (2005) e Cunha (2002) abordaram o tema com profundidade destacando a multiplicidade de forma e conceitos que podiam envolver as diversas brincadeiras chamadas genericamente de Zé Pereira.
Um momento importante na fixação da brincadeira no imaginário da folia carioca seria a encenação, em 1869, de uma burleta carnavalesca intitulada O Zé Pereira carnavalesco.
O sucesso da apresentação - uma espécie de adaptação livre da peça Les pompiers de Nanterre (Os bombeiros de Nanterre) - deveu-se, principalmente, à versão para o português da música-tema francesa que se transformaria num verdadeiro hino carnavalesco, sendo tocado até hoje:
E viva o Zé Pereira. Pois a ninguém faz mal E viva a bebedeira Nos dias de Carnaval
A partir daí, o conceito da brincadeira do Zé Pereira iria adquirir feições tipicamente brasileiras (e cariocas) associando-se à alegria característica das ruas da folia no Rio de Janeiro.
O passo seguinte seria a oficialização do Zé Pereira através do estabelecimento de sua genealogia e de sua morfologia resumidas na obra de Moraes (1987).
Ouro Preto - Brasil
Algumas curiosidades:
Na cidade de Ouro Preto, estado de Minas Gerais, no período do Carnaval pode-se assistir, ainda hoje, ao desfile de Zé-Pereiras, em forma muito semelhante à tradição portuguesa.
O mesmo ocorre no Ribeirão da Ilha, em Florianópolis, Santa Catarina, que desde o final do século XIX conta com o desfile de carros alegóricos e foliões fantasiados embalados por sambas e marchinhas.
Na década de 50, o banho à fantasia tornou-se numa marca da festa, que passou a chamar-se Zé Pereira ou Carnaval Toca N’água.
O Tradicional Corso de Teresina ou Corso do Zé Pereira reúne uma gigantesca carreata pré carnavalesca na cidade de Teresina (Piauí) com carros enfeitados e foliões fantasiados. Cresce a cada ano, atraindo gente de vários estados do Brasil.
É a maior manifestação popular da capital piauiense e o maior corso do mundo - título oficializado em fevereiro de 2012 pelo Guinness Book.
Para rematar estas histórias de Carnaval, Não perca estes vídeos com imagens de um dos Carnavais mais genuínos de Portugal: O de Torres Vedras.
Espreite o Carnaval do ano passado:
E não perca este Encontro Internacional Gigantones e Cabeçudos em Torres Vedras.
Os Clóvis ou rodados ou bate-bolas são nomes de fantasias carnavalescas característica dos subúrbios (principalmente as Zonas Norte e Oeste) do Rio de Janeiro, no Brasil.
A tradição foi trazida pelos colonizadores portugueses (caretos?), tendo estas fantasias sido também influenciadas pela folia de reis.
Pensa-se que o nome Clóvis tenha derivado do inglês clown, (palhaço), e que teria sido criado no início do século XX, a partir da interpretação popular do termo pelo qual os eruditos teriam denominado os foliões fantasiados.
Nos primórdios, a fantasia de clóvis assemelhava-se muito à de um palhaço. Porém, incluiam também máscaras aterrorizantes. Batendo no chão com as suas bexigas de boi bastante mal-cheirosas, presas por corda a uma vara ou cabo, os bate-bolas eram o terror da criançada.
As bolas deixaram de ser bexigas e agora são de borracha ou plástico mas a atitude assustadora dos bate-bolas mantém-se.
Com o tempo, os trajes dos bate-bolas foram incorporando novas características e, atualmente, os grupos de clóvis podem ser classificadas em diversos tipos, tais como bola-e-bandeira, leque-e-sombrinha, sombrinha-e-boneco, entre outros.
A maioria destes grupos têm nomes ligados a sentimentos. Por exemplo: Humildade, Emoção, Explosão, Alegria, etc.
Os grupos de bola-e-bandeira têm nomes como Zorra Total, Barulho, Agonia, Bombardeio, Abusados etc.
Se quiser ficar a conhecer mais esta curiosidade do Carnaval brasileiro, não deixe de ver os vídeos abaixo. Valem bem a pena.
Ora Veja:
No segundo domingo das festividades do Carnaval de Veneza, um outro voo, também realizado por volta do meio-dia, marca estes festejos: Il Volo dell’Aquila, ou seja, OVoo da águia.
Este voo, que também sai do campanário de São Marcos termina no centro da Praça de São Marcos, parece que é um evento relativamente recente.
Em 2012, o voo foi feito por Fabrizia d’Ottavio, medalha de prata nas Olimpíadas de Atenas, em ginástica ritmica.
Em 2013, a escolhida foi a jogadora de vólei Francesca Piccinini, como pode conferir no vídeo em baixo.
O Voo do Anjo marca tradicionalmente o início oficial das festividades de Carnaval na cidade italiana de Veneza.
Milhares de pessoas, a maioria fantasiada ou mascarada, assistem a este tradicional espectáculo do Carnaval de Veneza, que é considerado o mais belo Carnaval do mundo.
Durante os festejos de Carnaval são realizadas grandes apresentações na Piazza San Marco (Praça de São Marcos), principal local e símbolo de Veneza onde está localizada a Basílica de San Marcos, o Campanário da Basílica e o Palazzo Ducal de Veneza. É nesta Praça que acontecem os tradicionais Voo do Anjo e Voo da Águia, realizados por duas jovens que são escolhidas para representar estes papéis, e que vestidas a caráter descem do Campanário da Basílica até à Praça. Para a descida do Anjo do próximo ano é feita uma seleção, este ano, entre as raparigas venezianas para ver quem será o Anjo de 2018.
E agora veja o Voo do Anjo realizado este ano em Veneza a 19 de fevereiro.
Há 486 anos, a 26 de Janeiro de 1531, um sismo destruiu parte da cidade de Lisboa, em particular a colina de Santa Catarina.
O terramoto e o posterior tsunami resultaram em aproximadamente 30,000 mortes. Os danos causados, especialmente na parte baixa foram severos, aproximadamente um terço das edificações da cidade foram destruídas e mil vidas perderam-se no choque inicial.
O Paço da Ribeira e a Igreja de São João foram ambos completamente destruídos.
Pode ver a como era Lisboa nesta época, através da vista, proporcionada pela imagem ao lado, a partir do Tejo, do Palácio da Ribeira (a Ribeira das Naus está esquerda do Paço da Ribeira) em Lisboa (1598) - Georg Braun and Franz Hogenberg. Civitates Orbes Terrarum (a 1ª edição latina é de 1572).
Minha grande ternura
Pelos passarinhos mortos;
Pelas pequeninas aranhas.
Minha grande ternura
Pelas mulheres que foram meninas bonitas
E ficaram mulheres feias;
Pelas mulheres que foram desejáveis
E deixaram de o ser.
Pelas mulheres que me amaram
E que eu não pude amar.
Minha grande ternura
Pelos poemas que
Não consegui realizar.
Minha grande ternura
Pelas amadas que
Envelheceram sem maldade.
Minha grande ternura
Pelas gotas de orvalho que
São o único enfeite de um túmulo. Manuel Bandeira