sábado, abril 28, 2012

O jacarandá florido

O jacarandá florido
Brando cantar trazia
Branda a viola da noite
Branda a flauta do dia

O jacarandá florido
Brando cantar trazia
O vinho doce da noite
A água clara do dia

Quem o olhava bebia
Quem o olhava escutava
O jacarandá florido
Que o silêncio cantava
Matilde Rosa Araújo - in As Fadas Verdes - ed. Civilização, 1994

sexta-feira, abril 27, 2012

A História da Arte



Confira, aqui ao lado a História da Arte, desde o Realismo ao Minimalismo.
É muito interessante! Além do mais revela um sentido de humor fantástico.

quinta-feira, abril 26, 2012

Os Dias da Febre

"Os Dias da Febre" é um romance histórico,, escrito pelo historiador (e escritor) João Pedro Marques, que faz uma viagem pela Lisboa de meados do século XIX.
"Descendo a Calçada de Santana e espreitando por entre as cortinas da sua carruagem, Elvira Sabrosa vislumbra Robert Huntley, um inglês que não via desde os tempos da infância, há mais de 20 anos.
Os Dias da Febre narra as circunstâncias que conduziram ao reencontro de Robert e Elvira, e o que dele decorreu. O cerne da acção situa-se em 1857, quando Lisboa estava a ser atingida por uma epidemia de febre-amarela que mataria quase 5 mil pessoas". Não estamos, contudo, apenas perante um romance sobre uma epidemia, a morte e o amor. É um livro que nos fala também da história da vida quotidiana da Lisboa do século XIX. Através deste romance pode-se não só conviver com as figuras da época, mas também  percorrer a cidade de Lisboa em toda a sua diversidade. Pode-se ir desde os camarotes do S. Carlos até às ruas apertadas de Alfama, ou desde as enfermarias do Hospital de S. José até às bancadas das Cortes, ou dos salões das senhoras das classes altas até ao bulício do café Nicola.

quarta-feira, abril 25, 2012

25 de Abril - Mitos de uma Revolução

 "25 de Abril - Mitos de uma Revolução" é um livro de Maria Inácia Rezola, que sugiro hoje como forma de celebrar, mais uma vez, este dia.
O que foi o 25 de Abril? Que verdades e que mitos se escondem por trás desta data?
 "A 25 de Abril de 1974 um grupo de jovens capitães leva a cabo um golpe de Estado que, em menos de 24 horas, derruba uma ditadura que dominava Portugal há mais de quatro décadas. Tratou-se de uma revolução em nome da liberdade? Existia um grau de politização entre os revoltosos? Até que ponto não foram as questões corporativas centrais na mobilização e primeiros passos do movimento dos Capitães? Porque é que o primeiro presidente da República da transição foi António de Spínola e não Francisco da Costa Gomes como planeado pelos Capitães? Foram os partidos coagidos a assinar a Plataforma de Acordo Constitucional com o MFA? A 25 de Novembro os páras ocupam a base aérea de Tancos: houve ou não uma tentativa de golpe de Estado? Quais os seus autores? Quem deu a ordem de saída aos páras? Passados mais de 30 anos sobre estes episódios, só agora se começam a revelar as verdades que permitem desmascarar os mitos que fazem parte da história do 25 de Abril. Neste livro, a historiadora Maria Inácia Rezola traz-nos uma visão geral da Revolução, analisando os seus episódios mais polémicos, sem medo de desconstruir mitos e ideias formadas sobre este episódio fundamental do século XX português" (sinopse do livro).

terça-feira, abril 24, 2012

Into Eternity

Into Eternity é um documentário (Dinamarca, Finlândia, Suécia e Itália) realizado por Michael Madsen (2010).
Into Eternity "é uma visão documental fascinante sobre o tempo e um retrato de um grupo de pioneiros que planeiam para a eternidade, tentando descobrir o melhor modo de comunicar com o futuro desconhecido da raça humana.
A Finlândia está a construir o primeiro lugar para a derradeira morada de despojos nucleares. Estes deverão permanecer intocados por pelo menos 100 000 anos. Os construtores devem levar em conta as alterações climáticas, os desastres naturais, o erro humano e - talvez o pior de tudo - a curiosidade - a curiosidade humana.
"

segunda-feira, abril 23, 2012

A Verdadeira Compaixão

Martin Luther King , Jr. (1929 — 1968) foi um pastor protestante e ativista político dos E.U.A.. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo. Ele foi a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz em 1964, pouco antes do seu assassinato. O seu discurso mais famoso e lembrado é o que começa com a frase "Eu Tenho Um Sonho".

domingo, abril 22, 2012

Dê um passo em frente

Chamamos a atenção para o Dia da Terra, que é hoje 22 de Abril, sugerindo-lhe que veja o vídeo abaixo. Dê um passo em frente, a terra precisa da ajuda de todos e não pode esperar!
 Qualquer pequena acção de cada um de nós poderá fazer a diferença! 

sábado, abril 21, 2012

O Homem Que Plantava Árvores

Hoje proponho-lhe um filme de animação delicado e único.
O Homem que Plantava Árvores (de Frédéric Back) foi vencedor de um OSCAR na categoria de cuta metragem de animação, e é um tributo ao trabalho árduo e à paciência.
Através de um desenho delicado e impressionista o realizador narra a história de um homem bom e simples.
O personagem principal é um pastor que, em total sintonia com a natureza, faz crescer uma floresta onde antes era uma região árida e inóspita. As sementes por ele plantadas representam a esperança de que podemos deixar pra trás, um mundo mais belo e promissor do que aquele que herdamos.

Este filme baseia-se no livro "O Homem que Plantava Árvores"do escritor Jean Giono.


Giono escreveu este conto lendário nos anos 50 do século XX, com a esperança de desencadear um programa de reflorestação a nível mundial que promovesse a regeneração do planeta. Uma mensagem muito à frente do seu tempo.
O filme, graças não só à mensagem, mas também ao minimalismo do desenhador e ao conjunto da obra deixa-nos presos ao computador durante cerca de 30 minutos.
Não perca. Vale bem a pena!
Inspiremo-nos, pois, no incansável pastor que transforma montes hostis numa magnífica floresta!

sexta-feira, abril 20, 2012

Publicidade & Preconceito


Veja este espectacular vídeo. Mostra a exploração publicitária de um preconceito.
"A Carlsberg colocou 148 motards numa sala de cinema e deixou apenas 2 lugares livres para um casal (que pagou o seu bilhete) se poder sentar mesmo no meio de 148 marmanjos de aspecto pouco simpático".
Veja as reacções dos vários casais. Imagine como se comportaria numa situação destas!A publicidade tem destas coisas... às vezes também nos obriga a pensar!

quinta-feira, abril 19, 2012

Não há farrapos humanos

Assista à palestra de Alberto Cairo nas TedTalks. Se a quiser legendada em português, clique aqui. Se prefere ouvi-lo em inglês basta abrir o vídeo abaixo.
Alberto Cairo lidera o trabalho de reabilitação ortopédica, da Cruz Vermelha Internacional, no Afeganistão.
As clínicas de Alberto Cairo no Afeganistão costumavam fechar durante os combates. Agora, permanecem abertas. Nesta palestra, Cairo conta a história poderosa de como e por que motivo encontrou humanidade e dignidade no meio da guerra.
Nota: Atenção às siglas RC/CV que correspondem, respectivamente, a Cruz Vermelha/Crescente Vermelho.



quarta-feira, abril 18, 2012

O Hino à Alegria

Aprecie o conhecido Hino à Alegria aqui cantado por um coro de 10 000 japoneses. Excelentes vozes que interpretam o final da 9ª Sinfonia de Beethoven.
Não perca é absolutamente arrepiante!
O Hino à Alegria, ou Ode à Alegria, é o nome do poema cantado no quarto movimento da 9.ª sinfonia de Beethoven, conhecida também como Hino Europeu ou Hino da União Europeia.
Beethoven compôs este texto em 1823, inspirado no poema "Ode à Alegria", de Schiller, escrito em 1785. Neste poema Schiller expressa uma visão idealista da raça humana como irmandade, uma visão que tanto este como Beethoven partilhavam. Porém, este poema não foi oficialmente adoptado nem pelo Conselho da Europa, nem posteriormente pela União Europeia, permanecendo como um hino sem letra, pois a música é uma linguagem universal e "per se" obtém o mesmo efeito de como se fosse cantada.
Este Hino expressa os ideais de liberdade, paz e solidariedade, ideais estes que a Europa e as suas instituições como um todo querem e ambicionam prosseguir.

terça-feira, abril 17, 2012

Ahh, se tivessemos mar...

Aqui fica, para reflexão, a crónica de João Quadros publicada no Negócio On-Line:

"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses." Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco. Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.

Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti... Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.

Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano.
Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras... fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.

Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.

Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar".
João Quadros

segunda-feira, abril 16, 2012

Não fique em casa...

O dia 18 de Abril é consagrado ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Criado precisamente a 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios) e aprovado pela UNESCO, este dia tenta dar visibilidade aos monumentos e sítios (arqueológicos, bairros históricos, etc). Assim, não fique em casa. Saia, escolha um dos monumentos da sua cidade ou vila e veja que surpresa lhe reservaram para comemorar este dia! Se não quiser ser surpreendido pode sempre consultar o sítio do IGESPAR (clicando aqui) e descobrir tudo o que se pode fazer dos Açores ao Algarve no próximo dia 18 de abril, 4ª feira.
É mesmo proibido ficar em casa.

domingo, abril 15, 2012

Titanic

O Titanic é um filme dos E. U. A. realizado, em 1997, por James Cameron. É uma história ficcionada do naufrágio do RMS Titanic. Os actores principais são: Leonardo DiCaprio (como Jack Dawson) e Kate Winslet (como Rose DeWitt Bukater), membros de diferentes classes sociais que se conhecem e apaixonam durante a viagem inaugural daquele navio. A bordo desse navio, autêntico retrato da sociedade desse século, os dois vivem uma curta mas intensa história de amor…
Apesar de os personagens principais serem fictícios, alguns personagens são figuras históricas.
A produção começou em 1996, quando Cameron filmou os verdadeiros destroços do Titanic. As cenas modernas foram filmadas no Akademik Mstslav Keldysh, navio de pesquisas russo que Cameron usou como base para filmar os destroços. Uma réplica do Titanic foi construída em Playas de Rosarito, no México; com miniaturas e computação gráfica sendo usadas para recriar o naufrágio. Na época, foi o filme mais caro feito na história do cinema, com um orçamento de aproximadamente 200 milhões de dólares.
O filme foi nomeado para 14 Oscars, tendo ganho 11, incluindo o de Melhor Filme e o de Melhor Realizador. Permaneceu como o filme mais rentável da história até 2010, sendo ultrapassado pelo,
Avatar, também realizado por Cameron.
O filme Titanic foi relançado nos cinemas, em 4 de abril de 2012, após uma conversão em 3D, como homenagem aos 100 anos da viajem inaugural do RMS Titanic.

sábado, abril 14, 2012

Cem anos depois...

Cem anos depois, realizam-se exposições no Reino Unido e nos Estados Unidos que assinalam o centenário do naufrágio do Titanic, recordado como uma das maiores tragédias marítimas do século XX.
O Titanic partiu de Southampton (no sul de Inglaterra), a 10 de abril de 1912, e afundou-se, na viagem inaugural, nas águas do Atlântico Norte, na noite de 14 para 15 de Abril de 1912. Este naufrágio causou a morte de mais de 1500 pessoas. Southampton, um dos principais portos de passageiros de Inglaterra, perdeu cerca de 500 habitantes no naufrágio. Inicialmente, muitas pessoas não acreditaram na dimensão do acidente, mas pouco tempo depois a cidade estava em estado de choque, exibindo bandeiras a meia haste e a preparar serviços religiosos que atraíram dezenas de milhares de pessoas. A exposição do Seacity Museum de Southampton retrata, numa viagem virtual, a vida dos habitantes de Southampton que trabalhavam no Titanic, bem como explora o impacto da tragédia na vida das suas famílias.
Em New Tredegar (País de Gales, Reino Unido) uma outra exposição assinala o centenário do naufrágio, recorrendo às memórias escritas de um habitante local, Arthur Moore, que ouviu, na altura, os pedidos de socorro do navio através do seu transmissor de rádio. " Estamos a afundar” era o conteúdo da mensagem, que Arthur Moore, que morreu em 1949, transmitiu na altura à polícia local, que não acreditou na informação. Ainda no Reino Unido, em Belfast, cidade onde o Titanic foi construído, foi recentemente inaugurado um projecto que inclui uma recriação multimédia do naufrágio e até uma réplica do salão do navio.
Nos E.U.A, o National Geographic Museum, em Washington, preparou a exposição “Titanic: 100 Year Obsession”. A exposição incide no trabalho desenvolvido por Robert Ballard, um dos líderes da expedição que descobriu os destroços do navio em 1985, e por James Cameron, o realizador que transpôs para o grande ecrã a história do naufrágio com o filme “Titanic”. É preciso recordar que Cameron organizou 33 expedições até ao local dos destroços. Esta exposição, mostra, entre outros elementos, uma réplica detalhada do navio e modelos da casa das máquinas e da sala de transmissões. Também estão expostos adereços e figurinos do filme de Cameron.

Já em Atlanta, Geórgia, a história do Titanic é contada através de William Murdoch, um oficial do navio. A exposição mostra alguns objetos pessoais do oficial, como uma escova de sapatos, uma navalha e um cachimbo. William Murdoch ganhou alguma notoriedade quando foi retratado de forma controversa no filme de Cameron. No filme “Titanic”, a personagem de Murdoch recebe subornos, mata duas pessoas para tentar entrar nos botes de salva-vidas e suicida-se. Relatos históricos referem, no entanto, que o oficial reuniu todos os esforços possíveis para tentar salvar passageiros.

sexta-feira, abril 13, 2012

Morri pela Beleza

Morri pela Beleza - mas mal me tinha
Acomodado à Campa
Quando Alguém que morreu pela Verdade,
Da Casa do lado -

Perguntou baixinho "Por que morreste?"
"Pela Beleza", respondi -
"E eu - pela Verdade - Ambas são iguais -
E nós também, somos Irmãos", disse Ele -

E assim, como parentes próximos, uma Noite -
Falámos de uma Casa para outra -
Até que o Musgo nos chegou aos lábios -
E cobriu - os nossos nomes -
Emily Dickinson, in "Poemas e Cartas" - Tradução de Nuno Júdice (citador.pt)

quinta-feira, abril 12, 2012

"Millorianas"

Millôr Fernandes, (1923 — 2012), foi um escritor, desenhador, humorista, dramaturgo, tradutor e jornalista brasileiro.
Para a sua reflexão, aqui ficam três frases (e não só) deste escritor e humorista, recentemente falecido no Brasil.
"
Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado".

"
Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito".

"
Se todos os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo".
Millôr Fernandes

quarta-feira, abril 11, 2012

Índia Versus Paquistão

A fronteira entre a Índia e o Paquistão é a linha que limita os territórios destes países, e foi estabelecida aquando da independência destes dois estados. As relações entre os dois estados são muito tensas e a passagem na fronteira de pessoas e bens é estritamente limitada. A principal fonte desta discórdia relaciona-se com a questão de Caxemira. Nesta região, não há consenso sobre o traçado da linha de fronteira, e portanto, o mesmo está por definir. A Índia reclama soberania sobre as províncias de Caxemira Livre e Áreas do Norte, atualmente sob controle paquistanês. O Paquistão considera-se soberano na zona do glaciar de Siachen, controlado pela Índia desde o conflito de Siachen em 1984. A região não tem nenhuma fronteira no sentido internacional, mas apenas uma linha de cessar-fogo, a "Line of Control", limite das posições militares aquando do fim da Primeira Guerra Indo-paquistanesa em 1949. Esta linha de controle está materializada na quase totalidade do seu traçado por uma fileira dupla de arame farpado rodeado por campos minados. As escaramuças entre os dois exércitos são regulares.
O resto da fronteira, denominada "International Border", está fortemente demarcado. Só existe um ponto de passagem terrestre entre os dois países, em Wagah, no caminho entre Amritsar, na Índia, e Lahore, no Paquistão. Neste ponto exibem-se todos os dias os guardas fronteiriços dos dois países num ritual que atrai multidões e no qual procedem a movimentações coordenadas antes do fecho dos portões.
Se quiser aprofundar o assunto, aqui fica uma perspectiva do conflito indo-paquistanês, através do "power point" elaborado pela aluna do 12º B, Ana Filipa, e do vídeo que escolheu também, para a apresentação oral deste trabalho.

E agora, veja o vídeo escolhido pela Ana.
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terça-feira, abril 10, 2012

Contrastes Demográficos




Os contrastes entre a evolução da população no distrito de Santarém e no distrito de Viseu, foi o trabalho apresentado pela Daniela e pelo Henrique do 10ª B.
Ora veja!

segunda-feira, abril 09, 2012

Só a arte é útil



"Só a arte é útil. Crenças, exércitos, impérios, atitudes - tudo isso passa. Só a arte fica, por isso só a arte se vê, porque dura".

Fernando Pessoa, em "Ideias Estéticas - Da Arte"