sábado, março 30, 2013

Like Portugal - Portugal, the place to grow!

Como gosto de  Portugal  e acredito em atitudes positivas, aconselho-o a ver o vídeo que se segue: "Like Portugal - Portugal, the place to grow!"
Este vídeo pretende divulgar informações positivas sobre Portugal. Pretende dar a conhecer o melhor do nosso país, das nossas gentes e das nossas empresas, demonstrando com isto que Portugal é o melhor lugar para investir, para trabalhar e para viver.  Ora veja!

sexta-feira, março 29, 2013

A Google

A Google, empresa fundada por Larry Page e Sergey Brin, em 1998, teve desde o início como missão “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil”. 
The Dalles, Oregon
Ao que parece, é cada vez mais isso, que ela realmente faz. O buscador Google é executado através de um número espantoso de servidores –  que já supera os espantosos 1 milhão — em data centers espalhados pelos Estados Unidos, nas sedes da empresa, e ao redor do mundo. Processa, diariamente, mais de um bilião de solicitações de pesquisa e vinte petabytes (um número quase inimaginável de bytes, já que um petabyte equivale a 1024 terabytes, e um terabyte equivale a 1024 gigas) de dados gerados pelos utilizadores.
A Google,  também desenvolve outras soluções empresariais, como tradutores online para qualquer idioma que se possa imaginar, navegadores, e-mails, e uma longa lista de outros produtos. Mas a sua grande fonte de receitas é mesmo a publicidade, pelo AdWords, que oferece um vasto elenco de fórmulas para os anunciantes — começando pela ordem em que o produto ou serviço aparece na tela (na primeira página, em primeiro lugar, ou em segundo, ou terceiro) quando alguém faz uma pesquisa.
Quando faz uma pesquisa na Google,  já imaginou o tamanho físico desta empresa? Para ter alguma ideia aqui ficam algumas informações e imagens.
Berkeley Count, South Carolina
O principal data center da Google fica em The Dalles, no Estado norte-americano de Oregon, nas margens do rio Columbia — onde os funcionários podem praticar rafting, windsurf e pesca, para além de poderem fazer caminhadas por uma paisagem  tranquilizadora. Em qualquer área eventualmente desocupada da imensa unidade de The Dalles, de 18.000 metros quadrados, sensores de movimento desligam automaticamente a iluminação principal para economizar energia. O resultado é um bonito brilho de dados, de todo o mundo, filtrados através de LED multicoloridos. Os LED são usados pela Google porque são eficientes, duradouros e brilhantes. A empresa gosta dos ambientes coloridos e visualmente atraentes. São como as luzes de Natal, só que o ano todo. O data center de Council Bluffs, no Estado de Iowa, tem mais de 10.500 metros quadrados de espaço. É daí que vem a velocidade desejada para as pesquisas no buscador ou para assistir a vídeos no YouTube. Neste data center ficam milhares de metros de tubulação colorida (as cores servem para designar as funções). A Google faz backups de tudo, para o caso de alguma coisa acontecer aos dados. Esses dados, dos backups, são armazenados, depois, numas espécies de bibliotecas de dados.

quinta-feira, março 28, 2013

As tartarugas do Solimões



O Rio Solimões é um rio brasileiro que banha o estado do Amazonas. A nascente deste rio é no Peru e ao entrar no Brasil, no município de Tabatinga, recebe o nome de Solimões. Tem como afluentes da margem direita os rios Javari, Jutaí, Juruá e Purus  e na margem esquerda os rios Içá e Japurá. Percorre as cidades de São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo António do Içá, Tonantins, Jutaí, Fonte Boa, Tefé, Coari, Codajás, Anamã, Anori, Manacapuru, totalizando aproximadamente 1.700 km até chegar a Manaus, onde ao encontrar o Rio Negro, recebe o nome de Rio Amazonas. Este rio é importante para o norte do Brasil porque é fonte de alimento, transporte, comércio, pesquisas científicas e lazer.

Contudo, veja através das imagens ao lado, o que acontece na margem esquerda do rio Solimões (Brasil). As tartarugas põem os ovos na areia, na época da reprodução e, as populações ribeirinhas (talvez por necessidade), retiram os ovos e vão vendê-los.
Daqui a pouco, adeus tartarugas!... E, adeus rendimentos!...


quarta-feira, março 27, 2013

Cabines Artísticas

No Porto
A cabine telefónica (ou "orelhão", no Brasil) é um equipamento urbano usado como protecção para o uso do telefone público.
As cabines, normalmente, são projectadas para dar maior privacidade, conforto,  isolamento acústico e oferecer abrigo contra as intempéries, como chuva, sol, vento ou neve. Com o aumento exponencial dos telemóveis, nos últimos anos (a partir de meados da década de 1990), os telefones públicos têm sido cada vez menos utilizados. Assim, algumas companhias chegaram mesmo a aboli-las, pois a sua manutenção é cara, devido ao vandalismo, para além se terem estruturas obsoletas ou quase em vias de extinção. Nalguns países estes equipamentos têm sido utilizados para outros fins (é o caso da Inglaterra onde têm sido transformadas em pequenas bibliotecas). Contudo, veja aqui, a criatividade ao serviço da utilidade dos equipamentos, como é o caso dos "orelhões" de S. Paulo, no Brasil, através da apresentação que seleccionei para hoje.

terça-feira, março 26, 2013

João Villaret, o declamador


João Villaret foi um grande actor, encenador e declamador português. Enchia salas de espectáculos, declamando poesia e falando de poetas sem nunca olhar para um papel. Morreu  há 50 anos deixando-nos interpretações memoráveis quer no teatro (na peça "Esta Noite Choveu Prata", de Pedro Bloch, em 1954) quer no cinema (em filmes como "O Pai Tirano", "Camões" ou "O Primo Basílio").
Alguém se lembrou de o homenagear, criando um site a ele dedicado. Aí pode ouvi-lo declamando poemas como: "Adivinha", "Balada da Neve", "Fado Falado", "Liberdade", "O Menino de sua Mãe" e o incontornável "Cântico Negro" de José Régio. Consta que após a leitura deste último poema, no Teatro de S. Luís, em Lisboa, recebeu uma ovação ininterrupta de perto de 30 minutos. Este facto, constitui ainda hoje um record nacional, em qualquer tipo de espectáculo.  Se quiser conhecer ou recordar João Villaret, pode aceder a este site clicando aqui.




segunda-feira, março 25, 2013

Mistérios da Natureza

"Fliegende Juweleren" (Jóias Voadoras, em português) é um livro que foi lançado na Alemanha em 2010 e que no ano passado foi transformado numa exposição que corre pelo mundo e que, agora, prolifera na Web, através de apresentações, vídeos e também fotografias.
O livro descreve e ilustra, ao amante da natureza e da estética a grande convenção, de cores atmosféricas, formas e padrões estruturais, que existe entre minerais e insectos, com os seus nomes, localidade de origem, sexo e família.
Todas as imagens dos minerais e insectos, com as suas devidas combinações, estão na vanguarda da fotografia digital, e foram fotografadas por Peter Hirschberg.
O trabalho é fruto da perícia e determinação de Max Kuhbandner e Wierig Eckhard, responsáveis pelo departamento de Coleoptera (que estuda besouros) e Lepidoptera (que estuda borboletas) do Jardim Zoológico de Munique. Veja, agora, a belíssima apresentação acerca destas verdadeiras obras de arte da  da natureza.

domingo, março 24, 2013

O Zé Povinho na Google


Rafael Bordalo Pinheiro foi homenageado com google doodle, no dia em que se assinalou o 167.º aniversário. Nascido a 21 de Março de 1846, Bordalo Pinheiro foi jornalista, professor desenhador, ilustrador, decorador e caricaturista político e social. Da sua obra podemos destacar o "Zé Povinho" (que é um símbolo do povo português), figura que permanece viva e que foi o mote para esta referência da Google.
Rafael Bordalo Pinheiro deixou, contudo, uma vasta obra, que se espalhou por diversas áreas, desde a escrita à caricatura, passando pela cerâmica, a decoração e a docência. Durante mais de três décadas, escreveu em inúmeros periódicos, quer em Portugal quer no Brasil. O tema dos seus textos estava invariavelmente relacionado com a política e a sociedade portuguesas. Lançou publicações como ‘O Calcanhar de Aquiles’, ‘A Berlinda’ e ‘O Binóculo’. Fez parte de uma geração que integrou nomes como Guerra Junqueiro, Ramalho Ortigão e Guilherme de Azevedo, entre outros.
Bordalo Pinheiro caricaturou as grandes figuras políticas do seu tempo, quer nacionais quer internacionais (desde a política à Igreja, passando pela cultura), valendo-se de um talento inato para a crítica social.
A figura mais popular é precisamente o "Zé Povinho", que transmite a imagem do povo português, no seu tempo, imagem essa que permanece actual. Bordalo Pinheiro deu um rosto e um sentimento ao povo, incapaz de ser enganado pelos podres da sociedade.
Muito populares, também, foram as "figuras de movimento", que são estatuetas compostas por uma base e um corpo humano presos por um arame. Estas peças, uma vez tocadas, repetem um movimento que as anima. Bordalo reproduziu nestas figuras tipos políticos e populares como o cura, o polícia da secreta, a ovarina, a Maria da Paciência ou a ama das Caldas.



sábado, março 23, 2013

Por um lado...




"Por um lado não posso deixar de escrever. Por outro, reconheço que não tenho já nada a dizer. Então, tiro a média e ponho-me sobretudo a imaginar o que devia escrever."
Vergílio Ferreira

sexta-feira, março 22, 2013

Desigualdade Para Todos

Trago-lhe aqui, hoje, um artigo da jornalista Alexandra Prado Coelho, a propósito do documentário "Desigualdade Para Todos" que foi notícia no Público de 4/02/2013.

"Nos EUA, as 400 pessoas mais ricas têm tanto como 150 milhões de pobres, avisa Robert Reich. O documentário Desigualdade para Todos apresentado no festival de Sundance dá-lhe voz. E ele diz que é um mundo diferente é possível.
Há bastante tempo que o economista norte-americano Robert Reich vem repetindo uma mensagem: os 400 americanos mais ricos têm, em conjunto, tanto dinheiro como os 150 milhões de americanos mais pobres. Agora Reich encontrou uma plataforma ideal para que esta mensagem chegue a mais gente. O documentário – “poderoso”, chamou-lhe o The Observer – Inequality for All (Desigualdade para Todos), que passou no Festival de Sundance, nos EUA, tem Reich como figura central e as suas ideias como fio condutor para contar a história da desigualdade económica que não tem parado de aumentar.

No trailer, Reich aparece a explicar que uma forma fácil de medirmos as desigualdades é através da comparação entre o salário do trabalhador americano médio e o de um americano num dos lugares de topo. Um gráfico animado começa a comparação em 1978, ano em que um trabalhador médio recebia cerca de 48 mil dólares, enquanto alguém que fizesse parte do 1% no topo receberia algo como 393 mil dólares.

O gráfico avança depois rapidamente para o ano de 2010: o trabalhador médio ganha menos do que ganhava em 1978 (33 mil dólares), enquanto o do topo ganha 1101 mil dólares. No final Reich repete: “Pensem nisto, hoje 400 pessoas têm tanta riqueza como 150 milhões, metade da população americana”. E mais: os seis herdeiros da cadeia de distribuição Walmart possuem uma fortuna maior do que a do conjunto de 33 milhões das famílias americanas mais pobres.

Carole Cadwallard, jornalista do Observer, diz que Inequality for All foi um sucesso inesperado em Sundance, ao defender a tese de que o capitalismo norte-americano abandonou a classe média, tornando os mais ricos super-ricos. A força do documentário está em grande parte na figura de Reich – aliás, o filme, dirigido por Jacob Kornbluth, segue as aulas do economista na Universidade da Califórnia em Berkeley, em 2012. E Reich não é um economista desconhecido. Hoje com 66 anos, foi secretário de Estado do Trabalho na Administração de Bill Clinton entre 1992 e 1996.
No início do filme, conta Cadwallard, Reich apresenta-se a uma plateia de alunos explicando o seu percurso, e recuando cada vez mais no tempo. Antes de Clinton, esteve na Administração Carter. “Mas vocês não se lembram de Carter, pois não?”. E, perante o silêncio dos alunos, prossegue: “E antes fui agente especial de Abraham Lincoln. Esses sim, foram tempos duros”.

Foi depois de ter lido Aftershock, um dos livros de Reich (o mais recente intitula-se Beyond Outrage e propõe-se explicar o que correu mal com “a nossa economia e a nossa democracia” e como resolver isso), que Kornbluth decidiu desafiá-lo a fazer um filme sobre a situação económica nos EUA. Uma parte substancial de Inequality for All foi paga com dinheiro recolhido através do site de crowd-funding Kickstarter.com, que tem sido usado por vários realizadores independentes.

O discurso de Reich teve um grande eco em Sundance e o Observer considera que o documentário pode vir a tornar-se o fenómeno do ano e “fazer pela economia o que Al Gore [com o seu An Inconvenient Truth] fez pelo ambiente”.

O que o filme de Kornbluth conta, explica Cadwallard, é a história de como a classe média foi ficando cada vez mais privada do bolo económico. Uma situação que não é benéfica para ninguém, sublinha Reich. Dado que 70% da economia depende do poder de compra desta classe média, se esta não puder comprar, a economia não pode crescer. É a mesma mensagem que outros economistas têm repetido, mas Reich fá-lo de uma forma particularmente clara, e, segundo a jornalista do Observer, divertida.

“Eu nunca tinha feito nada político antes”, afirma o realizador. “Não me considerava uma pessoa política. Mas ver o exemplo de [Reich], a forma como ele conduziu esta luta durante tantos anos foi uma inspiração para mim. Vejo isso nos estudantes dele – eles saem das aulas e querem mudar o mundo”.

Os americanos não têm vivido acima das suas posses”, defende, num dos posts do seu blogue. “O problema é que as posses deles não têm acompanhado o crescimento da economia”. O filme apresenta também essa realidade através de casos concretos, e muitos dos espectadores em Sundance confessaram ter chorado ao ouvir alguns dos testemunhos.

Mas, diz ainda Cadwallard, talvez a voz mais surpreendente do documentário seja a de Nick Hanauer, um milionário que faz parte do tal 1% de ricos, e que vem dizer que os impostos que paga são, na sua opinião, insuficientes. Hanauer diz o mesmo que Reich: o sistema não está a funcionar, porque a classe média não consegue comprar. “Eu posso guiar o melhor Audi da cidade, mas é apenas um…”.

Reich considera que um dos momentos decisivos para explicar a actual situação foi o desinvestimento feito na educação na década de 70. A partir daí, diz o economista, as oportunidades para as classes mais baixas reduziram-se, e a força de trabalho americana começou a perder terreno.

Há 30 anos que Reich repete as mesmas ideias, e, no entanto, a mensagem tem tido dificuldades em passar. "Porquê?", pergunta-lhe um jornalista do Huffington Post. “Em parte, por cinismo”, responde. “Somos cínicos em relação à política e à nossa democracia. E em parte porque não compreendemos que o mercado não pode funcionar sem regras do jogo criadas pelo Governo. Criamos o mercado através das regras que estabelecemos numa democracia, e temos poder sobre ele. Nós não trabalhamos para a economia. Deve ser a economia a trabalhar para nós.”"
 ALEXANDRA PRADO COELHO  - Público 04/02/2013

quinta-feira, março 21, 2013

Árvores

São plátanos palmeiras castanheiros
jacarandás amendoeiras e até as
oliveiras que
quando a noite cai na infância formam uma
cortina escura na estrada frente à casa
árvores apagando os dias que a memória
avidamente esconde

no corpo do seu gémeo Penetra inutilmente
na terra essa raiz do branco plátano
adolescente
e o campo do tempo onde as palmeiras eram
pilares do corpo nu símbolo de
si mesmo, à luz
do dia fixo, já se estende

na húmida manhã dos castanheiros
Esquecimento que tudo enfim possuis
e geras
a ofuscante luz igual à da
memória, do tempo como ela
filho, construtor da ausência,
em vão te invoco Tu

que mudas a roxa amendoeira
em brancas flores do jacarandá
entrega a minha vida às árvores
que foram na manhã e no crepúsculo
no meio-dia e na noite, palavra
clara que traz o dia em si fechado
Gastão Cruz - de Crateras, 2000

quarta-feira, março 20, 2013

Yvoire

Yvoire é uma aldeia medieval francesa, fortificada,  que se situa junto ao lago Leman. Esta aldeia  pertence ao departamento da Alta Sabóia da região Ródano-Alpes. Está classificada entre "As mais belas aldeias de França" e é um destino turístico muito concorrido. Desde 1959, tem vindo a ser decorada, anualmente, no contexto do Concurso das Cidades e Aldeias Floridas da França. Em 2002 recebeu a medalha de prata no concurso europeu de localidades floridas.
Em 2006, a população local festejou os 700 anos de existência da aldeia, com cortejo e festividades medievais.
O Castelo de Yvoire foi construído no século XIV, mas destruído rapidamente pelos senhores de Berna. A sua torre de menagem só foi reconstruída no século XX.
Viaje agora até Yvoire, através da pequena apresentação que se segue.  

terça-feira, março 19, 2013

O Pai


Terra de semente inculta e bravia,
terra onde não há esteiros ou caminhos,
sob o sol minha vida se alonga e estremece.

Pai, nada podem teus olhos doces,
como nada puderam as estrelas
que me abrasam os olhos e as faces.

Escureceu-me a vista o mal de amor
e na doce fonte do meu sonho
outra fonte tremida se reflecte.

Depois... Pergunta a Deus porque me deram
o que me deram e porque depois
conheci a solidão do céu e da terra.

Olha, minha juventude foi um puro
botão que ficou por rebentar e perde
a sua doçura de seiva e de sangue.

O sol que cai e cai eternamente
cansou-se de a beijar... E o outono.
Pai, nada podem teus olhos doces.

Escutarei de noite as tuas palavras:
... menino, meu menino...

E na noite imensa
com as feridas de ambos seguirei.
Pablo Neruda, in "Crepusculário" 

segunda-feira, março 18, 2013

Céu Azul

Tão natural quanto a luz do dia
Mas que preguiça boa, me deixa aqui a toa
Hoje ninguém vai estragar meu dia
Só vou gastar energia pra beijar sua boca

Fica comigo então, não me abandona não
Alguém te perguntou como é que foi seu dia?
Uma palavra amiga, uma noticia boa
Isso faz falta no dia a dia
A gente nunca sabe quem são essas pessoas

Eu só queria te lembrar
Que aquele tempo eu não podia fazer mais por nós
Eu estava errado e você não tem que me perdoar

Mas também quero te mostrar
Que existe um lado bom nessa história
Tudo que ainda temos a compartilhar

E viver, e cantar
Não importa qual seja o dia
Vamos viver, vadiar
O que importa é nossa alegria
Vamos viver, e cantar
Não importa qual seja o dia
Vamos viver, vadiar
O que importa é nossa alegria

Tão natural quanto a luz do dia
Mas que preguiça boa, me deixa aqui a toa
Hoje ninguém vai estragar meu dia
Só vou gastar energia pra beijar sua boca

Eu só queria te lembrar
Que aquele tempo eu não podia fazer mais por nós
Eu estava errado e você não tem que me perdoar

Mas também quero te mostrar
Que existe um lado bom nessa história
Tudo que ainda temos a compartilhar

E viver, e cantar
Não importa qual seja o dia
Vamos viver, vadiar
O que importa é nossa alegria
Vamos viver, e cantar
Não importa qual seja o dia
Vamos viver, vadiar
O que importa é nossa alegria

Tão natural quanto a luz do dia
Charlie Brown Jr. - "Chorão"

domingo, março 17, 2013

As Coisas Importantes da Vida...

Hoje deixo-o (a), com um pequeno filme de animação, que que fala das coisas que são verdadeiramente importantes na vida. Daquelas pequenas coisas que fazem com que ela se torne uma vida boa e feliz. Os desenhos foram retirados do livro "Be Happy: A Little Book To Help You Live A Happy Life" de Monica Sheehan. Pare uns minutos e desfrute deste pequeno filme.

sábado, março 16, 2013

Uma autêntica fortaleza...


A Fonte de Cibeles, situa-se na Praça de Cibeles em Madrid, Espanha, junto ao Palácio das Comunicações.
Esta fonte foi construída no século XVII, de acordo com um desenho de Ventura Rodriguez de 1782, sobre a deusa Cibeles (deusa grega da fertilidade).
Os autores desta obra foram: Francisco Gutiérrez; Roberto Michel; Miguel Ximénez; Antonio Parera e Miguel Ángel Trilles, que esculpiram em 1895 os cupidos.
Inicialmente estas estátuas estavam no Passeo del Prado (década de 80 do século XVII), tendo sido transferida para local actual em 1895.

Já agora, sabe qual é a relação que há, entre a fonte de Cibeles e o cofre forte do Banco da Espanha? Se não sabe, veja a apresentação que se segue, porque o tema é muito interessante. Ora veja!

quinta-feira, março 14, 2013

O que é a vida?

"O que é a vida?


  • É a luz de um pirilampo na noite escura;
  • É o sopro de um búfalo no inverno; 
  • É a pequena sombra que corre pela relva e se perde com o pôr do sol"!

Blackfoot

quarta-feira, março 13, 2013

Sortelha

Sortelha é uma freguesia portuguesa do concelho do Sabugal, com 25,27 km² de área e 444 habitantes (2011) o que corresponde a uma densidade de 17,6 hab/km². Foi vila e sede de concelho entre 1288 e 1855. Era constituída pelas freguesias de Águas Belas, Urgueira, Bendada, Casteleiro, Malcata, Moita, Pena Lobo, Santo Estêvão, Sortelha e Valverdinho. Tinha, em 1801, 4 096 habitantes em 237 km². Após as reformas administrativas do início do liberalismo foram-lhe anexadas as freguesias de Lomba e Pousafoles do Bispo. Tinha, em 1849, 6 022 habitantes em 261 km². É hoje uma das aldeias históricas de Portugal e do seu património faz parte: o Castelo; o Pelourinho e a Porta da Aldeia de Sortelha.

terça-feira, março 12, 2013

Plitvice Lakes

Plitvice Lakes  é um lugar muito bonito. Fica na Croácia e é um parque nacional formado por cerca de 16 lagos de vários tamanhos ligados por cascatas e dezenas de cachoeiras maravilhosas.  É uma espécie de “Jardim do Éden”.
O carbonato de cálcio colore a água, produzindo uma miríade de lagos azul turquesa, cercados por uma exuberante flora, o que lhe confere uma beleza extraordinária.

Os lagos Plitvice fazem parte do Parque Nacional Plitvice Lakes, desde 1979, e  integra a lista do Património Natural da UNESCO devido à sua importância geológica e ecológica.

segunda-feira, março 11, 2013

Mais grave do que roubarem-nos o futuro...


Mais grave do que roubarem-nos o futuro é roubarem-nos o presente”...
Estas declarações foram proferidas pela actriz Joana Manuel,  no quadro da Conferência Nacional - Em Defesa de um Portugal Soberano e Desenvolvido, dia 23 de Fevereiro de 2013, no auditório da Faculdade de Ciências de Lisboa. O discurso (curto) que fez há dias, deixou toda a gente muito emocionada e merece ser partilhado!
Não perca!