Bárbara é um filme alemão (2013), do género drama, realizado por Christian Petzold e conta no elenco com: Nina Hoss, Ronald Zehrfeld e Rainer Bock.
Sinopse: Verão de 1980. Barbara (Nina Hoss) uma médica berlinense é transferida para um hospital de província numa cidade no interior da Alemanha Oriental, após ter solicitado o visto de saída para a Alemanha Ocidental. Enquanto o namorado (Jörg) da Alemanha Ocidental prepara a fuga deles pelo Mar Báltico, Bárbara trabalha como cirurgiã pediátrica sob constante vigilância e controle da polícia alemã, a Stasi, que faz visitas frequentes e sem aviso ao seu apartamento e até mesmo a constrange e humilha fazendo revistas íntimas. Enquanto isto, Barbara começa a receber grande atenção do chefe do hospital, André (Ronald Zehrfeld). Será que este homem está apaixonado por ela ou apenas espia os seus atos para o governo?
Mário Miranda, (Damão, 1926 - Goa, 2011), popularmente conhecido também como Mario de Miranda, foi um cartunista e pintor indiano, de origem portuguesa, que desenvolveu o seu trabalho, principalmente em Loutolim, no estado Indiano de Goa.
Miranda foi um colaborador regular do The Times of India e de outros jornais de Mumbai, incluindo o The Economic Times, onde obteve muita popularidade com a publicação das suas obras na The Illustrated Weekly of India.
Doodle Mario Miranda
Em Portugal, Mário Miranda foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, em 2009. Na Índia, foi agraciado, postumamente, em 2012, com a ordem Padma Vibhushan.
Em 2016, assinalando os 90 anos do seu nascimento, o motor de busca Google dedicou-lhe um Google Doodle.
O Arco da Conceição (freguesia de Santa Maria Maior ) que se apresenta em túnel com um escadinha apertada e íngreme tem no seu interior um oratório a Nossa Senhora da Conceição de onde advém o topónimo cuja denominação foi fixada em 1822. Foi este Nicho de Nossa Senhora da Conceição que deu o nome à serventia que faz a ligação entre a Rua dos Bacalhoeiros e a Rua Afonso de Albuquerque. Antes também se denominou Passadiço de Gaspar Pais (1657), Passadiço que sobe da Ribeira para as Cruzes da Sé (1676), Passadiço da Ribeira (1755), Passadiço da Ribeira Velha (1801), Arco da Senhora da Conceição (1804) e Passadiço da Conceição (1807).
Este arco está documentado desde 1456. A porta pequena para pedestres, da Cerca Moura, foi provavelmente aberta para permitir o acesso à nova fonte localizada nas paredes da face externa. No século XVI, essa fonte de abastecimento de água era conhecida como Fonte Nova da Porta do Mar ou Fonte da Preguiça. O nome pelo qual o arco era conhecido: Arco da Preguiça. Em 1755 era conhecido também como Arco da Ocultação da Concepção.
O Palácio do Deãoé uma casa senhorial (século XVIII) situada junto às margens do rio Kushavati em Quepem, Goa. A casa foi construída pelo nobre José Paulo da Costa Pereira de Almeida, que veio como cónego para a Índia, em 1779, responsável pela igreja e fundador da cidade de Quepem. Aqui, chamam-lhe Deão. O Deão chegou a Goa, em 1779, com o Arcebispo Dom Frei de Santa Catarina – cujos restos mortais estão na igreja de Quepem. Posteriormente nomeado deão da Sé de Goa, o rico prelado dá início à construção do palácio no ano de 1787, data em que, oficialmente, inicia as obras da Igreja de Santa Cruz de Quepém, como é referenciado numa lápide que se encontra no cruzeiro do adro da mesma igreja. José Paulo faleceu em 1835 e os seus restos mortais estão na Sé Catedral de Goa.
Antes de morrer, em 1835, o Deão doou a casa aos vice-reis da Índia portuguesa para uso de férias e para que a propriedade ficasse protegida.
O palácio foi desenhado por Lopes Mendes quando aqui esteve em 1862. Nesta época o edifício já tinha sofrido algumas alterações, que lhe haviam retirado o seu espírito barroco, como é o caso das escadarias da entrada, de linhas neo clássicas.
A mansão foi depois ocupada por um capelão da igreja e foi também um albergue, onde as freiras recebiam mulheres indigentes (em 1989). A casa classificada com importância histórica, porque foi construída pelo fundador de cidade de Quepem, tem enormes jardins, lago, mais de 15 divisões, com vários quartos, uma biblioteca e, atualmente, serviço de restauração para eventos. A casa está adaptada ao clima local: as portadas, em vez de vidro, têm cascas de conchas (que foram raspadas), as chamadas carepas, de forma a isolar melhor o calor, mantendo a casa sempre fresca. Ao longo das divisões há objetos antigos: ferros de passar roupa, louças para servir refeições, quadros, gira-discos, e LP’s antigos, máquinas de costura, etc.
Mais recentemente, a casa foi comprada e recuperada por um jovem casal indiano: Ruben Vasco da Gama (fale em português com o Ruben, para treinar a nossa língua) e Célia. Ruben, engenheiro mecânico, e Celia, a esposa, microbiologista, decidiram meter mãos à obra e reabilitar esta antiga casa que, na verdade, é uma mistura da arquitetura portuguesa com a indiana. No interior, isso sim, é como uma viagem ao passado às casas portuguesas repletas de arte sacra, mobiliário antigo, louças e muitos livros.
A arquitetura do edifício mantem-se com poucas alterações, apresenta as tradicionais janelas de carepas (antes do vidro se tornar acessível em Goa, recorria-se ao uso de carepas nas janelas, tendo sido largamente utilizado. Para além da função de protegerem os ambientes da imensa luz, o próprio processo de disposição das carepas em escama, levava a uma livre movimentação de ar, entre o interior e o exterior). Também permitiam trespassar uma luminosidade translúcida, possibilitando uma atmosfera suave. Esta ambiência proporcionava às senhoras a oportunidade de observarem o exterior sem serem vistas da rua. Hoje a maioria das casas possui janelas de vidro. Por vezes encontramos a utilização do vidro de cor.
Além da arquitetura, o palácio ostenta um interessante e complexo conjunto de jardins, onde se destaca uma larga escadaria de entrada ladeada por bancos de alvenaria de excepcional originalidade. Os jardins separados, entre si, por muretes e balaustradas em laterite que, envolvendo toda a casa, vão formando espaços com diferentes graus de privacidade. Passe algum tempo no alpendre aproveitando para relaxar rodeado com os bonitos e cuidados jardins da casa.
As Vidas dos Outros é um filme (drama, espionagem, suspense) realizado por Florian Henckel von Donnersmarck e que conta no elenco com Ulrich Mühe, Sebastian Koch, Martina Gedeck.
Nomeado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, "As Vidas dos Outros", conquistou três Prémios do Cinema Europeu: Melhor Filme, Melhor Actor e Melhor Argumento e o Prémio do Público nos festivais de Locarno e Vancouver, "As vidas dos Outros" (2006) traça um retrato da situação vivida por intelectuais e artistas na Alemanha ainda dividida, vigiados pela Stasi, a polícia secreta do regime socialista.
Segundo o realizador, Florian Henckel von Donnersmarck, no filme "cada personagem coloca questões com as quais nos confrontamos todos os dias: como é que lidamos com o poder e com as ideologias? Seguimos os nossos princípios ou os nossos sentimentos? Mais do que qualquer outra coisa, é um drama sobre a capacidade dos seres humanos fazerem o que está certo, não interessa até onde foram no caminho errado".
Sinopse: 1984, Alemanha de Leste. Cinco antes antes da Glasnot e da queda do Muro, a população é mantida debaixo de controlo pela Stasi, polícia secreta alemã. A missão da Stasi é apenas uma: saber tudo sobre a vida de todas as pessoas, através de uma vasta cadeia de informadores/denunciadores. O filme acompanha a gradual desilusão do Capitão Gerd Wiesler, um oficial altamente credenciado da Stasi, cuja missão é espiar um famoso escritor, George Dreyman (Sebastian Koch - que é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político), e a sua esposa, a actriz Christa-Maria Sieland. O agente encarregado da missão descobre um mundo particular de arte e amor com seus novos conhecidos.
"A Dama de Chandor" é um documentário que narra uma história sobre a herdeira de uma casa senhorial (Casa Menezes Bragança) e de um passado histórico em declínio na pequena aldeia goesa de Chandor.
Sinopse Oficial: Passadas três décadas sobre a sua integração na União Indiana e a sua libertação face ao poder colonial português, Goa surpreende por nela coexistirem culturas diversas e uma sociedade que se encontra estranhamente cristalizada no tempo. Aida, a dama de Chandor, tem 80 anos e vive sozinha num palácio perdido numa aldeia goesa.
Este documentário conta a sua história, acompanhando o seu esforço diário para preservar a casa onde vive, símbolo palpável de uma identidade que sente quase perdida. A dama de Chandor e a sua casa confundem-se. Aida terá de viver até garantir que a casa lhe sobrevive.
Ingredientes: 500 g de farinha 250 g de açúcar amarelo 100 g de miolo de noz 30 g de erva-doce 1 L de água 500 ml de mel 500 ml de azeite 1 colher (chá) de canela em pó 1 colher (café) de sal Ovo batido q.b. Manteiga para untar Açúcar em pó para polvilhar
Preparação:
Leve ao lume um tacho com o azeite, o mel, a água, o açúcar, o miolo de noz, a erva-doce, a canela e o sal e deixe ferver. Retire do lume, junte a farinha e leve novamente ao lume, até a massa engrossar e descolar do fundo do tacho.
Com a massa anterior fria, molde broas ovais e achatadas. Marque a superfície com um garfo e pincele com ovo batido.
Disponha as broas num tabuleiro, untado com manteiga, e leve ao forno, pré-aquecido a 180ºc, por cerca de 10 minutos. Retire, deixe arrefecer e sirva polvilhadas com açúcar em pó.
No Dia de Todos os Santos era tradição das crianças pedirem o Pão por Deus. Nalguns locais, essa tradição é chamada de "Bolinho Bolinho ou Bolinho Bolinhó". A ideia é ir de porta em porta com um saquinho a pedir doces. Estas broas são feitas na zona de Alpiarça - não só, mas também - por esta altura do ano, para ofertar às crianças.
Estamos, pois, na época dos Santos. Estamos então na época das Broas. Por isso deixo-lhe, hoje, duas receitas de Broas típicas de Alpiarça, no Ribatejo.
Ingredientes: 600 g de açúcar ; 600 g de farinha de trigo ; 500 g de farinha de milho ; 2 dl de azeite ; 2,5 dl de água ; raspa da casca de 1 limão ; 2 colheres de chá de erva-doce ; 1 colher de sopa de canela em pó ; 1 colher de chá de sal
Confecção: Peneiram-se para uma tigela as farinhas, o açúcar, a canela e a erva-doce. Junta-se a raspa da casca de um limão. Leva-se o azeite ao lume a ferver e deita-se sobre as farinhas, escaldando-as. Mistura-se tudo e depois começa a amassar-se com a água morna onde se dissolveu o sal. Amassa-se muito bem. Tendem-se as broas redondas ou ovais com a ajuda de farinha e coloca-se em cima uma amêndoa. Fritam-se em azeite, e quando as broas apresentarem «lar» na base (começarem a alourar) estão fritas. Escorrem-se sobre papel absorvente e passam-se as broas por açúcar.
Murilo Mendes (1901-1975) foi um poeta, colecionador, organizador de exposições, prosador e crítico de artes plásticas brasileiro, católico e expoente do surrealismo na literatura brasileira. Foi uma das figuras mais influentes da vida artística brasileira.
Minha terra tem macieiras da Califórnia onde cantam gaturamos de Veneza. Os poetas da minha terra são pretos que vivem em torres de ametista, os sargentos do exército são monistas, cubistas, os filósofos são polacos vendendo a prestações. A gente não pode dormir com os oradores e os pernilongos. Os sururus em família têm por testemunha a Gioconda. Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores são mais bonitas nossas frutas mais gostosas mas custam cem mil réis a dúzia.
Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade e ouvir um sabiá com certidão de idade! Murilo Mendes
Após a conquista de Lisboa aos mouros em 1147, as Portas medievais da Cerca Moura tornaram-se Arcos, já que a finalidade militar de defesa das primeiras deixou de ter utilidade.
A Porta do Mar antiga, atualmente conhecida por Arco Escuro, é uma antiga porta da cidade inserida naquela cerca de Lisboa. Encontra-se na Rua dos Bacalhoeiros, defronte da porta travessa da Igreja da Conceição Velha. É também denominada por Postigo da Rua das Canastras, por ficar no fim desta rua.
Em 1762 ficava fronteira à porta travessa da Igreja da Misericórdia, atual Igreja da Conceição Velha.
O Arco Escuro(freguesia de Santa Maria Maior) fazia, então, parte da Cerca Moura de Lisboa e quiçá, terá sido a primeira serventia rasgada na muralha, pois já o cruzado R. (vulgarmente conhecido como Osberto de Bawdsey) a ele se referiu na sua carta onde relata a conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques e os cruzados. Este Arco também foi vulgarmente conhecido por Postigo da Rua das Canastras, Arco do Armazém Velho ou ainda Arco de São Sebastião.
Inspirado no documentário Surviving Mumbay que narra os atentados de 26 de novembro de 2008 em Bombaim, o filme incide mais particularmente no Taj Mahal Palace, um dos alvos desses ataques terroristas. Esta é a história do ataque terrorista a este luxuoso hotel, em Bombaím.
O filme estreou em 2018 quer no Festival Internacional de Cinema de Toronto, quer no Festival de Cinema de Adelaide na Austrália.
Sinopse:
Em 2008, o famoso Hotel Taj Mahal em Mumbai foi atacado por um grupo terrorista.
Esse grupo de terroristas chega à cidade de barco, disposto a promover uma série de ataques em locais icónicos da cidade. Um deles é o luxuoso hotel Taj Mahal, bastante conhecido pela quantidade de estrangeiros e artistas que nele se hospeda. Quando os ataques começam, o humilde funcionário Arjun (Dev Patel) tenta ajudar ...
Dentro do hotel os funcionários estão encurralados, mas farão de tudo para salvar os reféns. Uma emocionante história real onde a humanidade e o heroísmo são protagonistas. No meio do caos, os funcionários do hotel arriscam a vida para manterem todos a salvo e fazem sacrifícios impensáveis para se protegerem a si e às suas famílias.
Assista, agora, ao trailer legendado de Hotel Mumbai.
O livro mais famoso de Julio Cortázar foi publicado em 1963, e é considerado um dos títulos mais importantes e inovadores da língua espanhola e da literatura latino-americana e um marco da literatura do século vinte.
Sinopse: Tão radical quanto inclassificável, a obra-prima de Julio Cortázar mudou para sempre a história da literatura.
O livro narra o amor entre um intelectual argentino no exílio, Horacio Oliveira, e uma misteriosa uruguaia, Maga.
O protagonista é um boémio, escritor argentino radicado em Paris, desanimado com o fim de seu relacionamento com Maga. No início do romance, Oliveira é mostrado como uma alma perdida. Ele vagueia ao acaso pelas ruas e pontes de Paris, procurando em vão a visão de Maga, torturado pela lembrança dela.
Críticas: Roberto Bolaño: "Estamos diante de um romancista realmente criador, o único da América Latina de hoje que se pode ombrear com o nosso Guimarães Rosa." Haroldo de Campos: "Nenhum outro escritor deu ao jogo a mesma dignidade literária. A obra do autor argentino abriu portas inéditas." Mario Vargas Llosa: "O O jogo da amarelinha é uma construção literária e, a uma só vez, um projeto paradoxal de destruição da literatura. Uma obra em constante gestação, um texto que se vai tecendo à medida que se lê." Davi Arrigucci Jr: "As grandes obras são as que, passados os anos, continuam sendo inclassificáveis. E penso que O jogo da amarelinha ainda é um romance inclassificável. Talvez só agora estejamos prontos para ler, de verdade, Cortázar."
A Casa Menezes Bragança ou Palácio de Chandor, em Goa, é uma casa senhorial Indo-Portuguesa da segunda metade do século XVIII.
O grande palácio resulta da junção de duas casas de dois primos, os Bragança Pereira e os Meneses Bragança. O edifício daí resultante alcança uma grandeza sem paralelo na arquitetura goesa. Com uma entrada principal e uma escadaria abrindo-se em dois lances, a Casa Meneses Bragança apresenta uma galeria que, embora sem precedentes no que respeita à sua extensão, terá sido comum nos palácios da grande nobreza portuguesa radicada em Goa.
No seu conjunto o Palácio Chandordivide-se em duas casas; respectivamente, a ala nascente, correspondendo à Casa Bragança Pereira, e a ala poente, correspondendo, hoje, à Casa Meneses Bragança. A longa fachada é marcada ao centro por um núcleo de entrada que dá acesso ás duas casas. Rematado por frontão triangular e dois fogaréus este corpo central salienta-se da fachada conferindo uma clara unidade ao conjunto.
Um jardim limitado por um muro de alvenaria corre ao longo da fachada principal acentuando um efeito de unidade ao edifício.
O interior da Casa Meneses Bragança mantém-se com poucas alterações, possuindo ainda a casa uma excepcional colecção de mobiliário que se distribui por salas, salões, biblioteca e quartos, o que lhe confere um valor de museu.
Liteira
O Palácio de Chandor, localiza-se no largo da Igreja de Nossa Senhora de Belém e constitui elemento emblemático do núcleo urbano fundamental da povoação de Chandor. Este espaço de forma irregular, marcado ao centro pela presença de um monumental cruzeiro, é definido a sul pelo palácio e a poente pela Igreja de Nossa Senhora de Belém.
Adeus Goa, Adeus Lisboa é um livro (1986) do coronel de cavalaria e professor Joaquim Ribeiro Simões.
Esta obra que abarca as regiões de Goa e Lisboa, que o autor também descreve, da qual deixo aqui um pequeno excerto, que transcrevo a seguir.
"Para a qual ajuntou então ua assaz grossa e fermosa armada em que haveria duzentas e vinte cinco velas, de que sós as oitenta e três eram de alto bordo entre naos e galeões e caravelas , e as mais eram galés e bargantins e fustas, em que se afirmava que iriam dez mil homens (limpos, e trinta mil de chusma e do serviço de mareação e escravaria cristã)."
Sinopse: Um cientista americano (Paul Newman) vai para Copenhagen a fim de participar num congresso internacional de física e leva a sua noiva/assistente (Julie Andrews). Lá ela intercepta uma mensagem destinada ao noivo e descobre que ele quer desertar para Berlim Oriental.
O cientista americano Michael Amstrong pretende contudo fingir desertar para Berlim Oriental numa missão clandestina para obter uma fórmula e então regressar aos EUA. Mas a situação complica-se quando a sua noiva e assistente, Sarah Sherman, descobre estes planos e decide segui-lo.
O Arco do Rosário, (freguesia de Santa Maria Maior), parte do Largo do Terreiro do Trigo e conduz-nos à Rua da Judiaria.
Fez parte integrante da antiga Cerca Moura e foi depois reaproveitado para ser uma das 34 portas da Cerca Fernandina (ou Cerca Nova ou de D. Fernando), construída entre 1373 e 1375.
Antes foi a Porta da Judiaria e passou a Arco do Rosário porventura devido a uma capelinha onde se venerava Nª Srª do Rosário, localizada no cimo do arco, mas que entretanto desapareceu.
Constitui com as Portas do Mar e o Arco de Jesus um conjunto curioso de acessos a Alfama.
"O Espião Que Saiu do Frio" (1965) é um filme baseado na obra do escritor britânico John Le Carré - pseudónimo de David Cornwell, realizado por Martin Ritt e que conta no elenco com Richard Burton, Claire Bloom, Oskar Werner.
A ação do filme decorre no período da Guerra Fria e do Muro de Berlim.
Sinopse: O espião britânico (agente do MI-16 - serviço de espionagem britânico) Alec Leamas (Richard Burton) é enviado para a Alemanha Oriental (Berlim) para atuar como agente duplo. Manipulado por ambos os lados, fica com a confiança abalada e começa a desconfiar dos companheiros de trabalho.