quinta-feira, dezembro 25, 2014

A PALAVRA MAIS BELA

Fui ver ao dicionário dos sinónimos
A palavra mais bela e sem igual,
Perfeita como a nave dos Jerónimos...
E o dicionário disse-me: NATAL.

Perguntei aos poetas que releio:
Gabriela, Régio, Goethe, Poe, Quental,
Lorca, Olegário... E a resposta veio:
Christmas... Natividad... Noel... NATAL.

Interroguei o firmamento todo!
Cobra, formiga, pássaro, chacal!
O aço em chispa, o pipe-line, o lodo!
E a voz das coisas respondeu: NATAL!

Pedi ao vento e trouxe-me, dispersos,
- Riscos de luz, fragmentos de papel-
Cânticos, sinos, lágrimas e versos:
Um N, um A, um T, um A, um L...

Perguntei a mim próprio e fiquei mudo:
Qual a mais bela das palavras, qual?
Para quê perguntar se tudo, tudo,
Diz NATAL, diz NATAL e diz NATAL?!
Adolfo Simões Müller

quarta-feira, dezembro 24, 2014

Natal, e não Dezembro

Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.

Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
David Mourão-Ferreira

NATAL

Menino Jesus feliz
Que não cresceste
Nestes oitenta anos!
Que não tiveste
Os desenganos
Que eu tive
De ser homem,
E continuas criança
Nos meus versos
De saudade
Do presépio
Em que também nasci,
E onde me vejo sempre igual a ti
Miguel Torga - (1988)

terça-feira, dezembro 23, 2014

Natal Africano

Não há pinheiros nem há neve,
Nada do que é convencional,
Nada daquilo que se escreve
Ou que se diz... Mas é Natal.
Que ar abafado! A chuva banha
A terra, morna e vertical.
Plantas da flora mais estranha,
Aves da fauna tropical.
Nem luz, nem cores, nem lembranças
Da hora única e imortal.
Somente o riso das crianças
Que em toda a parte é sempre igual.
Não há pastores nem ovelhas,
Nada do que é tradicional.
As orações, porém, são velhas
E a noite é Noite de Natal.
Cabral do Nascimento

segunda-feira, dezembro 22, 2014

Loa

É nesta mesma lareira,
E aquecido ao mesmo lume,
Que confesso a minha inveja
De mortal
Sem remissão
Por esse dom natural,
Ou divina condição,
De renascer cada ano,
Nu, inocente e humano
Como a fé te imaginou,
Menino Jesus igual
Ao do Natal
Que passou.
Miguel Torga - LOA (1969) 

domingo, dezembro 21, 2014

Conversa Informal com o Menino

Menino, peço-te a graça
de não fazer mais poema
de Natal.
Uns dois ou três, inda passa...
Industrializar o tema,
eis o mal.

Como posso, pergunto o ano
inteiro, viver sem Cristo
(por sinal,
na santa paz do gusano)
e agora embalar-te: isto
é Natal?

Os outros fazem? Paciência,
todos precisam de vale...
Afinal,
em sua reta inocência,
diz-me o burro que me cale,
natural.

E o boi me segreda: Acaso
careço de alexandrino
ou jornal
para celebrar o caso
humano quanto divino,
hem, jogral?

Perdoa, Infante, a vaidade,
a fraqueza, o mau costume
tão geral:
fazer da Natividade
um pretexto, não um lume
celestial.

Por isso andou bem o velho
do Cosme Velho, indagando,
marginal,
no seu soneto-cimélio,
o que mudou, como, quando,
no Natal.

Mudei, piorei? Reconheço
que não penetro o mistério
sem igual.
Não sei, Natal, o teu preço,
e te contemplo, cimério,
a-pascal.

Vou de novo para a escola,
vou, pequenino, anular-me,
grão de sal
que se adoça ao som da viola,
a ver se desperto um carme
bem natal.

Não será canto rimado,
verso concretista, branco
ou labial;
antes mudo, leve, agrado
de vento em flor no barranco,
diagonal.

Não venho à tua lapinha
pedir lua, amor ou prenda
material.
Nem trago qualquer coisinha
de ouro subtraído à renda
nacional.

Nossa conversa, Menino,
será toda silenciosa,
informal.
Não se toca no destino
e em duros temas de prosa
lacrimal.

Não vou queixar-me da vida
ou falar (mal) do governo
brasilial.
Nem cicatrizar ferida
resultante do meu ser-no-
mundo atual.

Deixa-me estar longamente
junto ao berço, num enleio
colegial.
(Àquele que é menos crente,
um anjo leva a passeio:
é Natal.)

Prosterno-me, e teu sorriso
sugere, menino astuto
e cordial:
Careço de ter mais siso
e vislumbrar o Absoluto
neste umbral.

Sim, pouco enxergo. Releva
ao que lhe falta a poesia,
e por al.
Gravura em branco, na treva:
a treva se aclara em dia
de Natal.
Carlos Drummond de Andrade

sábado, dezembro 20, 2014

Música de Natal Original

A propósito da quadra natalícia que se avizinha, veja o vídeo que se segue, que tem uma proposta de música no mínimo original, senão mesmo alternativa.
É a Música de Natal de 2014 da Rádio Comercial!
Inclui a história do nascimento do menino, o sorriso inesquecível de uma menina e a Taylor Swift da Moita.
A letra é do Vasco Palmeirim & Nuno Markl com Nuno Gonçalo. A música é de Taylor Swift "Shake It Off" e a sonoplastia do Nuno Gonçalo.

sexta-feira, dezembro 19, 2014

A maturidade

Aecio Sarti 



"A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura."
Lya Luft

quinta-feira, dezembro 18, 2014

Luar do Sertao

Oiça Fagner e Fáfá de Belém em "Luar do Sertão" do grande Luiz Gonzaga.
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão

Oh! que saudade do luar da minha terra
Lá na serra branquejando folhas secas pelo chão
Este luar cá da cidade tão escuro
Não tem aquela saudade do luar lá do sertão

Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão

Se a lua nasce por detrás da verde mata
Mais parece um sol de prata prateando a solidão
E a gente pega na viola que ponteia
E a canção e a lua cheia a nos nascer do coração

Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão

Mas como é lindo ver depois por entre o mato
Deslizar calmo, regato, transparente como um véu
No leito azul das suas águas murmurando
E por sua vez roubando as estrelas lá do céu

Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão   

quarta-feira, dezembro 17, 2014

As Melhores Panorâmicas do Mundo

Para quem deseje fazer turismo nesta altura do ano, aqui lhe deixo como sugestão, alguns dos lugares com as melhores panorâmicas do mundo.
Entretanto se também quiser voar de balão, sugiro-lhe mais alguns pontos turísticos: a Capadócia (na Turquia); o Vale do Loire (em França); Sossusvlei (na Namíbia); Masai Mara (no Quénia); Bagan (a cidade sagrada de Myanmar) ou a antiga cidade pré-colombiana de Teotihuacan ( no México).
Não perca, entretanto, o passeio virtual proporcionado pela apresentação que se segue. 

terça-feira, dezembro 16, 2014

A Arte da Camuflagem

Há animais que são verdadeiros mestres na arte da camuflagem.
O objectivo da camuflagem, por parte dos animais, é o de tirar alguma vantagem.
A camuflagem pode ser útil tanto para o predador, quando deseja atacar uma presa sem que esta o veja, como para a presa, que se pode esconder mais facilmente de seu predador.
Existem dois tipos de camuflagem, a Homocromia, onde a cor do animal é a mesma do meio onde vive (como exemplo, podemos citar os ursos polares, cujo pêlo se confunde com a neve), e a Homotipia, onde o animal tem a forma de objetos que compõem o meio (o bicho-pau, que tem forma de graveto e fica em árvores que têm galhos semelhantes à forma de seu corpo).
O mimetismo é semelhante à camuflagem, só que ao invés de se parecerem com o meio, os animais que praticam o mimetismo tentam parecer-se com outros animais, com intuito de parecer o que não são ( o mimetismo pode ser uma arma de defesa ou de ataque). Se quiser ficar a conhecer alguns destes truques, veja com atenção a apresentação que se segue. Vale bem a pena. Ora veja!

segunda-feira, dezembro 15, 2014

O Planeta Terra É...

O lar de milhões de espécies de seres vivos (...).  Pedro C.
Uma pequena esfera no universo (…) que tem todas as condições para ter vida (...). Linete M.
O único planeta que tem vida (...). Jorge S.
Um planeta constituído por vários países, vários oceanos e ilhas (…) onde se pode desfrutar de lindas paisagens (...).  Ana  R. M.
Um planeta coberto por mais de 70% de água e composto por 5 continentes (...). Carolina S.
Um planeta habitado por seres humanos (...). Paulo S.
Um planeta chamado de planeta azul (…) onde existem dos mais raros metais e pedras preciosas (...). Fernando M.
Um planeta que está a ser afundado em dívidas, burlas, guerras, exércitos e onde a paz ainda está por descobrir (...).  Ana R.
Um planeta geograficamente redondo e situado na Via Láctea (...).  André A.
Curso Profissional Técnico de Comércio - 1º ano

domingo, dezembro 14, 2014

Casa do Professor ou Quinta do Parreira

A Quinta do Parreira, ou Casa do Professor, em Oliveira de Azeméis, é mais um caso de património edificado que se encontra num estado lastimável.
É uma casa lindíssima de estilo romântico, que teve vários proprietários ao longo dos anos e ficou conhecida pelo nome de dois desses proprietários.
Por fora é imponente, assemelhando-se a um palacete, mas é por dentro que revela a sua beleza arquitectónica, especialmente nos relevos dos tectos.
O seu primeiro proprietário, terá sido um tal Doutor Aguiar, médico da região e rico proprietário, que entrou para a posteridade por prestar ajuda aos mais carenciados conterrâneos, proporcionando-lhes emprego nas  propriedades que detinha na região do Porto e na quinta de Riba Ul.
Depois esta propriedade terá sido vendida no primeiro  quartel do Séc. XX, a Domingos Parreira, um ilustre cidadão com origens em Cabreiros, no concelho de Arouca, que terá conquistado simpatias em de Riba-Ul, por ter arranjado trabalho aos locais, na extracção de volfrâmio, na sua terra natal.
Por morte deste último proprietário a quinta passou, depois de uma conturbada herança, para a posse de um sobrinho, que a deixou aos seus descendentes emigrantes na Terra Nova, e consequentemente, votada ao abandono.
Foi também nesta casa que segundo se conta, viveu durante a sua infância o Doutor António de Castro Alves Ferreira.

sábado, dezembro 13, 2014

Prefácio

Assim é que elas foram feitas (todas as coisas) —
sem nome.
Depois é que veio a harpa e a fêmea em pé.
Insetos errados de cor caíam no mar.
A voz se estendeu na direção da boca.
Caranguejos apertavam mangues.
Vendo que havia na terra
Dependimentos demais
E tarefas muitas —
Os homens começaram a roer unhas.
Ficou certo pois não
Que as moscas iriam iluminar
O silêncio das coisas anônimas.
Porém, vendo o Homem
Que as moscas não davam conta de iluminar o
Silêncio das coisas anônimas —
Passaram essa tarefa para os poetas.
Manoel de Barros

sexta-feira, dezembro 12, 2014

Saudade Da Minha Terra

Oiça mais um dos grandes clássicos da música sertaneja, "Saudade Da Minha Terra",  na voz de Chitãozinho & Xororó.
De que me adianta viver na cidade
Se a felicidade não me acompanhar
Adeus, paulistinha do meu coração
Lá pro meu sertão, eu quero voltar
Ver a madrugada, quando a passarada
Fazendo alvorada, começa a cantar
Com satisfação, arreio o burrão
Cortando estradão, saio a galopar
E vou escutando o gado berrando
Sabía cantando no jequitibá

Por Nossa Senhora,
Meu sertão querido
Vivo arrependido por ter deixado
Esta nova vida aqui na cidade
De tanta saudade, eu tenho chorado
Aqui tem alguém, diz
Que me quer bem
Mas não me convém,
eu tenho pensado
eu fico com pena, mas esta morena
não sabe o sistema que eu fui criado
To aqui cantando, de longe escutando
Alguém está chorando,
Com rádio ligado

Que saudade imensa do
Campo e do mato
Do manso regato que
Corta as Campinas
Aos domingos ia passear de canoa
Nas lindas lagoas de águas cristalinas
Que doce lembrança
Daquelas festanças
Onde tinham danças e lindas meninas
Eu vivo hoje em dia sem Ter alegria
O mundo judia, mas também ensina
Estou contrariado, mas não derrotado
Eu sou bem guiado pelas
mãos divinas

Pra minha mãezinha já telegrafei
E já me cansei de tanto sofrer
Nesta madrugada estarei de partida
Pra terra querida que me viu nascer
Já ouço sonhando o galo cantando
O nhambu piando no escurecer
A lua prateada clareando as estradas
A relva molhada desde o anoitecer
Eu preciso ir pra ver tudo ali
Foi lá que nasci, lá quero morrer   

quinta-feira, dezembro 11, 2014

Um passeio por Oberammergau

Oberammergau é um município do distrito de Garmisch-Partenkirchen (Baviera), no sul da Alemanha. Encontra-se localizado no vale do rio Ammer.
Esta localidade é conhecida principalmente pelas representações da Paixão de Cristo que são feitas de dez em dez anos (a próxima será em 2020), envolvendo centenas de figurantes, todos residentes e naturais da localidade. Em 1633, durante uma epidemia de peste, os habitantes de Oberammergau juraram levar a cabo uma encenação periódica da Paixão de Cristo se fossem protegidos da doença. Este facto foi a origem da hoje mundialmente famosa tradição, realizada pela primeira vez em 1634.
Oberammergau também é conhecida pelos seus prédios pintados com motivos religiosos ou de contos de fada. A reconhecida alta qualidade e quantidade destes frescos nas fachadas de várias das suas casas, tornaram esta localidade uma paragem obrigatória para os turistas.
Estes frescos são  conhecidos pelo nome alemão de "Lüftlmalerei" e são comuns na Alta Baviera. A palavra "Lüftlmalerei" parece ter origem na casa "Zum Lüftl" em Oberammergau, que era a residência do pintor de fachadas Franz Seraph Zwinck (1748-1792).
Oberammergau tem também uma longa tradição na escultura de madeira. As ruas contêm dezenas de oficinas que vendem imagens religiosas, relógios, brinquedos e peças humorísticas. Além disso, fabricam-se localmente os típicos chapéus bávaros.
O turismo é, então, a principal atividade económica da localidade, sendo também paragem quase obrigatória a visita ao palácio de Linderhof e ao Mosteiro de Ettal.

quarta-feira, dezembro 10, 2014

A Maratona de Cartas

O que é a Maratona de Cartas ?
É o maior evento global de direitos humanos organizado anualmente pela Amnistia Internacional no último trimestre de cada ano, no âmbito da data simbólica de 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.
Por esta ocasião, pessoas de todo o mundo assinam cartas apelando à solidariedade internacional, em prol de indivíduos e de comunidades em risco.
Um dos casos mais marcantes da Maratona é o da birmanesa e Prémio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi. A defensora de direitos humanos foi declarada prisioneira de consciência pela Amnistia Internacional e foi um dos casos da Maratona de Cartas de 2009. Acabaria por ser libertada em 2010, ao fim de 15 anos de prisão domiciliária.
Portugal ficou em 6º lugar no ranking de 143 países que, em 2013, participaram na recolha de assinaturas para a Maratona de Cartas!
Se quiser participar neste evento, basta clicar aqui, a assinatura é feita no site da Amnistia Internacional.

terça-feira, dezembro 09, 2014

A Terra é...

O planeta onde vivemos, redondo e azul (...).  Liliana M.
Constituída por continentes e tem várias camadas por dentro (...).  Tatiana E.
Um planeta que fica em 3º lugar no sistema solar (…) é o único que é habitado e que tem atmosfera (...). Carlos S.
Um planeta rochoso com uma composição líquida no seu interior mais profundo (...).  Filipe S.
O único planeta com uma boa temperatura (…) mas que sofre de muita poluição causada pelas fábricas, carros, etc. (...).  Isabella P.
Um planeta do sistema solar e é giro (...).  Rafaela G.
A nossa casa, mas um planeta a que nem todos dão o devido valor (...).  Cristiano P. 
É um planeta com muitos anos de história (...). Anónimo
Um planeta que tem que ser preservado pelos humanos para que os animais não fiquem extintos (...). Hugo S.
Curso Profissional Técnico de Comércio - 1º ano

segunda-feira, dezembro 08, 2014

Murmúrio Infinito

Proponho-lhe um encontro com as palavras escritas pela Sofia Fonseca Costa, através do sua primeira obra publicada, "Murmúrio Infinito" (Chiado Editora).
Porque há alunos inesquecíveis, foi com enorme emoção que estive com a Sofia no lançamento deste seu livro, que foi o resultado da concretização de um sonho antigo e muito acarinhado. Parabéns Sofia.
A Sofia Fonseca Costa cedo assumiu um amor sem fim pelas palavras. Estudou jornalismo, fotojornalismo e em simultâneo investiu em formação teatral.
Entre 1999 e 2011 participou em várias peças de teatro de rua e animações infantis, na Baixa Lisboeta, em escolas e bairros carenciados; chegando a fazer parte da companhia artística de um parque temático para crianças. Teve a sua estreia no teatro d'A Barraca.
Em 2002 foi convidada para ser a representante nacional na área de literatura, na Fábrica da Pólvora, numa feira de artes, partilhando o espaço com outros artistas de várias áreas.
Em 2006, foi autora da exposição fotográfica e literária "Estados d'alma" na galeria de arte Hibiscus.
Mulher lutadora e confiante de que amanhã será sempre um dia melhor, finalmente viu realizado o sonho que tem acalentado há largos anos: o seu livro "Murmúrio Infinito"
Neste Natal, não deixe de dar a conhecer as palavras da Sofia Fonseca Costa, porque "Todos murmuramos baixinho... Shhh!"

domingo, dezembro 07, 2014

Lawrence da Arábia - A Miragem De Uma Guerra No Deserto

"Lawrence da Arábia - A Miragem De Uma Guerra No Deserto" é um  livro de Adrian Greaves, que aqui lhe deixo como sugestão de leitura ou de oferta nesta quadra natalícia.
ADRIAN GREAVES é editor das revistas publicadas pela Anglo Zulu War Historical Society e autor de vários livros sobre este tema, incluindo Rorke’s Drift e Crossing the Buffalo. O seu interesse por Lawrence da Arábia e pela sublevação dos Árabes contra a Turquia levou-o a seguir as pisadas de Lawrence nos desertos e nos campos de batalha.
Sinopse (da editora):
"T. E. Lawrence é uma das personagens mais enigmáticas da história da Grã-Bretanha. Aquando da eclosão da Primeira Guerra Mundial, não possuía qualquer instrução militar. Contudo, teve êxito onde todos os outros tinham fracassado: uniu a nação árabe e conduziu-a à vitória contra o Exército turco. Os historiadores continuam a confessar-se perplexos em relação ao modo como Lawrence da Arábia realizou os seus feitos incríveis, embora os mitos tenham sido exagerados pelas inverdades que o próprio propagou. Ao contrário do que afirmou, nunca foi capturado nem torturado pelos Turcos, e também não foi o primeiro a dinamitar comboios turcos. No entanto, a verdade é tão ou mais fascinante do que a ficção. Lawrence da Arábia foi muito mais implacável do que se retratou, e combateu de forma tão bárbara como os seus inimigos, conforme descobriu Adrian Greaves, editor dos jornais da Anglo Zulu War Historical Society e autor de vários livros sobre este tema, incluindo Rorke’s Drift e Crossing the Buffalo".