domingo, novembro 23, 2008

Sabia que...

A propósito das novas tecnologias de que o século XX e o início deste século, têm sido pródigos, ficam aqui algumas informações, algumas questões e uma imensidade de dúvidas. Este, é de facto, como dizia Aldous Huxley ,um Admirável Mundo Novo! O que é que tudo isto significará?

sexta-feira, novembro 21, 2008

A Caixinha que Mudou o Mundo


Hoje, dia 21 de Novembro, é o dia Mundial da Televisão.
Sabes que aquando da apresentação desta invenção ninguém acreditava que esta viesse a ter qualquer sucesso? Estava, segundo os entendidos da altura, vaticinada ao fracasso!
Imagina o que diriam hoje essas pessoas se pudessem estar entre nós e
observar a forma como esta caixinha alterou as relações entre as pessoas e a forma como passaram a divertir-se.
Vá lá.... não passes tanto tempo a ver televisão; a natureza espera-te lá fora!

sábado, novembro 15, 2008

O Poder da Tolerância


Neste dia não nos podemos esquecer do poder da tolerância:
A Tolerância Detém a Violência.
A Tolerância Permite a Harmonia em Casa.
A Tolerância Permite Obter a Paz.
Com Tolerância Fazem-se Amigos.
Como dizia Voltaire em 1764, a discórdia é o grande mal do género humano e a Tolerância é o seu único remédio.
Sejamos Tolerantes!

sexta-feira, novembro 14, 2008

A intolerância não será tolerada


O conceito do direito à tolerância traduz-se na liberdade fundamental que todos temos de não sermos violados na nossa consciência, na nossa intimidade, na nossa integridade física, moral, cultural, étnica, linguística, regional etc., desde que procedamos da mesma forma em relação aos demais. É o direito a que, desde que façamos o mesmo, não nos impeçam de sermos o que somos, ainda que de nós não gostem. É o direito a que as diferenças entre as pessoas e grupos não sejam reprimidas, mesmo que os seus procedimentos sejam avessos aos nossos gostos pessoais.
A intolerância não pode ser tolerada.

quarta-feira, novembro 12, 2008

Dia Internacional da Tolerância


Domingo, 16 de Novembro, comemora-se em todo o mundo o Dia Internacional da Tolerância.
Este dia celebra a assinatura da Declaração de Princípios sobre a Tolerância aprovada pela Conferência Geral da UNESCO na 28ª reunião em Paris, a 16 de Novembro de 1995.
A data foi instituída pela ONU para marcar a crença nos Direitos Fundamentais do Homem e na dignidade e no valor da pessoa humana. A Declaração de Princípios sobre a Tolerância fundamenta-se no respeito pela riqueza e diversidade das culturas dos outros povos e incentiva a convivência pacífica entre os povos vizinhos, a fim de poupar as futuras gerações de conflitos por razões culturais.
Estamos aqui, hoje, a reafirmar o compromisso das Nações Unidas e a sua determinação de agir em favor do fomento da tolerância e da educação para a tolerância.

segunda-feira, novembro 10, 2008

Novembro, mês de escritores

Novembro é de facto o mês dos escritores. A poesia e a prosa portuguesas ficaram mais ricas graças a eles.
É em 25 de Novembro de 1845 que nasce Eça de Queirós,grande romancista português. Das suas obras destacam-se: A Cidade e as Serras, A Correspondência de Fradique Mendes, Os Maias e A Ilustre Casa de Ramires.
Em 2 de Novembro de 1919 nasce Jorge de Sena. A sua obra abrange a ficção, o ensaio e a poesia.

A 16 de Novembro de 1922 nasce José Saramago,escritor português galardoado, em 1998, com o Nobel da Literatura.

Em 23 de Novembro de 1930, Herberto Hélder,tradutor, poeta e ficcionista português.

Rómulo Vasco da Gama de Carvalho, conhecido pelo pseudónimo de António Gedeão - professor, investigador e poeta - nasce em Lisboa a 24 de Novembro de 1906. Algumas das suas poesias foram musicadas e cantadas. Destacam-se Lágrima de Preta e Pedra Filosofal

segunda-feira, outubro 27, 2008

AURORA BOREAL

Tenho quarenta janelas
nas paredes do meu quarto.
Sem vidros nem bambinelas
posso ver através delas
o mundo em que me reparto.
Por uma entra a luz do Sol,
por outra a luz do luar,
por outra a luz das estrelas
que andam no céu a rolar.
Por esta entra a Via Láctea
como um vapor de algodão,
por aquela a luz dos homens,
pela outra a escuridão.
Pela maior entra o espanto,
pela menor a certeza,
pela da frente a beleza
que inunda de canto a canto.
Pela quadrada entra a esperança
de quatro lados iguais,
quatro arestas, quatro vértices,
quatro pontos cardeais.
Pela redonda entra o sonho,
que as vigias são redondas,
e o sonho afaga e embala,
à semelhança das ondas.
Por além entra a tristeza,
por aquela entra a saudade,
e o desejo, e a humildade,
e o silêncio, e a surpresa,
e o amor dos homens, e o tédio,
e o medo, e a melancolia,
e essa fome sem remédio
a que se chama poesia,
e a inocência, e a bondade,
e a dor própria, e a dor alheia,
e a paixão que se incendeia,
e a viuvez, e a piedade,
e o grande pássaro branco,
e o grande pássaro negro
que se olham obliquamente,
arrepiados de medo,
todos os risos e choros,
todas as fomes e sedes,
tudo alonga a sua sombra
nas minhas quatro paredes.


Oh janelas do meu quarto,
que vos pudesse rasgar !
Com tanta janela aberta
falta-me a luz e o ar.

António Gedeão/Rómulo de Carvalho

sexta-feira, outubro 24, 2008

Janelas Abertas

Aqui as Janelas estarão sempre Abertas...
Abertas para novos passageiros...
Abertas para novos olhares...
Abertas para novas perspectivas.






Queremos que este blogue seja uma janela aberta para o que se passa na escola (através das actividades da Biblioteca) e para o mundo à nossa volta.
O Lumiar e a cidade de Lisboa serão alguns dos assuntos que, este ano, iremos privilegiar. Mas, a ecologia, os direitos do homem, a literatura, o cinema e a música vão, também, passar por aqui.

domingo, setembro 28, 2008

Em Meu Nome...


Aqui estou de novo.
Aproveito, agora, para vos dar a conhecer mais esta excelente campanha que apela à participação de todos no combate à pobreza. Façamos parte da geração que a erradicará do mundo.
Em meu nome...

segunda-feira, julho 28, 2008

Amnistia Internacional

A Amnistia Internacional (AI) é uma organização de defesa dos Direitos do Homem.
Nos tempos que correm nunca é demais falar sobre este tema. Todos os dias assistimos a verdadeiros atentados contra os direitos fundamentais. Por isso, as diferentes secções da AI espalhadas pelo mundo desenvolvem campanhas para alertar as opiniões públicas acerca do assunto. Aqui fica uma delas.

terça-feira, junho 17, 2008

Pai, Venceremos

Todos os meses são bons para falar de Direitos Humanos. Para denunciar detenções arbitrárias, assassinatos, torturas e todas as outras formas de violência e de negação de direitos de cidadania.


Vale a pena ler:
O roteiro de perguntas sem resposta, de quem não sabe porque lhe terão morto um pai, que não chegou a conhecer e de quem nem ao menos pode guardar a recordação. Rui Tukayana em Todos os anos, neste dia, lhe digo a mesma coisa...


Vale a pena ouvir:

A este propósito, a crónica de Fernando Alves, na TSF.

Vale a pena saber mais:
No sítio da Associação 27 de Maio.


quarta-feira, maio 28, 2008

Proteja-se...

Moçambique é um dos nove países africanos mais duramente atingidos pala Sida. Estima-se que perca 1/3 da sua força de trabalho até 2020 devido a este flagelo. Apesar das dificuldades no campo da saúde, as campanhas apelando à prevenção e não proliferação da doença estão no terreno.

terça-feira, maio 27, 2008

Moçambique: um país ainda por acordar!

Moçambique é actualmente um dos paises menos desenvolvidos do mundo.
Os graves problemas desta ex-colónia portuguesa devem-se essencialmente às catástrofes naturais e às doenças que têm afectado o país, nomeadamente a SIDA. No entanto, tambem as caracteristicas demográficas desta populaçao têm constituido um entrave para o desenvolvimento de Moçambique. A população Moçambicana ronda os 20 milhões de habitantes, sendo 52% desta constituida por mulheres. A falta de qualidade de vida tem sido constante e geral, e a esperança média de vida não passa dos 42 anos. Dizem as estatísticas, que a maior parte da populaçao vive com menos de um dólar por dia (cerca de menos de um euro). A terrivel situação do país deve-se também à falta de desenvolvimento interno; uma vez que quase metade da população é jovem (com menos de 15 anos) e com a reduzida esperança média de vida torna-se muito dificil ter adultos com formação e capacidade para ajudar a desenvolver o país a nivel económico, social e cultural.
Tal como em todos os outros países sub-desenvolvidos, as taxas, quer de natalidade, quer de mortalidade, não são muito animadoras. A taxa de mortalidade infantil é uma das mais altas do mundo e ronda os 100,9%. A taxa de natalidade tem vindo a diminuir, bem como a taxa de mortalidade que rondam os 40,4% e os 20,2% respectivamente.Com isto, o que é facto é que o crescimento natural tem vindo a diminuir, o que noutro páis não seria preocupante, num país como Moçambique será demasiado grave devido ao enorme número de população afectada com o vírus da SIDA, que contribui e influencia muito a taxa de mortalidade do país.
Estudo de Caso - Carina Daúde nº7 12ºB

domingo, maio 18, 2008

Alô Pobreza...

O testemunho de cantores, artistas de cinema ou de televisão, no combate à pobreza e às desigualdades do mundo actual.
Excelente campanha da ONG: Chamada contra a pobreza. Clique Aqui para saber mais.
Junte a sua voz à deles.

Senhoras do nada...

A cultura e costumes indianos são bastante diferentes do que conhecemos.A maioria da população vive muito mal. 30% vive em bairros de lata, outros vivem no campo e na cidade, mas igualmente mal.
As mulheres têm um papel secundário nesta população. Algumas dessas mulheres são casadas enquanto gatinham! E já casadas a maior parte delas são mal tratadas pelos maridos; são tratadas como escravas, e o mais impressionante é que a violação e a violência doméstica a que as mulheres estão sujeitas é uma rotina. A Índia tem uma percentagem elevada de analfabetismo. As mulheres são proibidas de ir à escola pois ficam a cuidar da casa e do marido.
No que diz respeito aos filhos, quando o bebé é uma rapariga, a mãe usualmente faz abortos, pois iria sair muito “cara” para os pais, por isso os abortos femininos são muito comuns entre as indianas.
Podemos ver então, que a mulher é tratada de forma cruel pela família, pelo marido e pela sociedade indiana em geral. Muitas delas recorrem à prostituição para viver, e muitos indianos praticam o tráfico de pessoas.
Há um dia em que as mulheres podem bater nos homens, é o seu dia de vingança. É o dia de adoração à Deusa da Fertilidade. É o único dia em que a mulher tem algum direito! Um único dia por ano! O resto do ano resume-se à escravatura e à tortura!
Estas mulheres não têm vida, estas mulheres são “Senhoras do Nada”.

Tânia Silva nº17, 12º B

segunda-feira, maio 05, 2008

Escravas da tradição...

Nos dias de hoje, a Índia é ainda um país de escravatura e de más condições de vida. Verifica-se uma grande desigualdade social. As mulheres são seres inferiores e são submetidas aos homens. As suas sinas começam logo à nascença quando são prometidas em casamento ainda bebés.
Ainda em crianças, as meninas são proibidas de ir à escola pois são obrigadas a trabalhar, onde são exploradas e trabalham com falta de condições de segurança. A maioria das mulheres ganha apenas 1,5 dólares por dia. Esta situação leva a uma taxa elevada de analfabetizaçao.
Quando atingem a adolescência, as mulheres casam-se e são entregues à família do noivo, cabendo-lhe a tarefa de cuidar deles. Estes casamentos podem levar famílias à miséria pelo elevado valor que têm de pagar pelos dotes. Depois de casadas as mulheres tornam-se escravas dos maridos. Não podem ir à rua sem companhia, são obrigadas a recorrer ao aborto de bebés femininos, são violadas e espancadas e muitas delas não sobrevivem ao casamento. Para conseguir sobreviver, muitas mulheres recorrem à prostituição ou são vendidas para pagar dívidas.
Dois outros aspectos deste país são a miséria e as más condições de vida. 30% dos seus habitantes vivem em bairros de lata.
Ana Rita Gomes - 12º ano, Turma B

quarta-feira, abril 30, 2008

Portugal em números...


A Situação Demográfica Portuguesa: menos filhos; mais idosos
O estado português enfrenta vários problemas a nível económico e social devido à sua situação demográfica. Esta situação deve-se ao envelhecimento da população portuguesa. Este factor também fragiliza, bastante, a situação porque o envelhecimento da população se reflecte nos gastos económicos do estado e na sociedade. Outro aspecto (neste caso positivo) a ter em conta é o declínio da mortalidade infantil e adulta.

Contudo, há mais de vinte anos que a fecundidade é baixa, com um nível inferior a 2,1crianças por mulher, o que impossibilita a renovação das gerações. A emancipação da mulher, a dificuldade em conjugar (misturar) a vida profissional e familiar, a maior dependência dos jovens face aos mais idosos, (leva - os a ingressar no mercado de trabalho tardiamente), a maior facilidade de encontrar/utilizar métodos contraceptivos, e, obviamente também, o nível de vida mais caro e mais difícil, leva as mulheres portuguesas a reflectirem bastante quando o assunto é ter filhos.

Estudo de Caso: Alexon S.; Carlos J.; Luís P. e Mansur B. -12º Ano-Turma B

sexta-feira, abril 25, 2008

ABRIL...





Foram dias foram anos a esperar por um só dia.
Alegrias. Desenganos. Foi o tempo que doía
Com seus riscos e seus danos. Foi a noite e foi o dia
Na esperança de um só dia.

Manuel Alegre (excerto de Trovas do mês de Abril)
Na íntegra aqui.
















34 anos
depois,
Abril
conjuga-se
com
Liberdade.

terça-feira, abril 01, 2008

Portugal é...

1. (...)Um dito país do 1º mundo, mas com os seus “fracos” recursos é semelhante a um país do 2º ou do 3º Mundo(...)
É um país que descobriu meio mundo(...) Rui Rodrigues

2. (...)Um dos piores países da União Europeia porque é muito mal gerido pelos partidos(...) Ricardo Silva

3. (...)Um país pobre e pequeno...Um país com pessoas corajosas e lutadoras(...) Um país com histórias encantadoras e emocionantes(...) Alina Fortes

4. (...)Um país
que não sabe
aproveitar os conhecimentos que tem(...)Um país com monumentos muito lindos e encantadores(...) Ana Geada




5. (...)Um país rico em cultura... Um país conhecido pelos seus feitos e descobrimentos(...)Um país pequeno mas muito independente(...)Um país onde há muito turismo... André Garcia

6. (...)Um país pequeno com cerca de 10 milhões de habitantes e com grande importância histórica(...) Ricardo Lima


7. (...)O país onde nasci(...)Um país de tradições e costumes(...) Paula I. Cassola

8. (...)Um país vencedor, porque conseguiu ultrapassar a ditadura(...)Um país conquistador, porque descobriu o caminho marítimo para a Índia(...)O país em que nasci e conquistei tudo o que tenho, principalmente, os meus amigos(...) Ana Sofia Rodrigues

9. (...)Um país problemático cheio de corruptos mas também com virtudes(...) Maytiga

10. (...)Um país muito bonito(...)Um bom país para se viver mas também tem, como a maioria dos países, os seus problemas(...) Mikael Pereira

11. (...)Um país bonito e apesar de pequeno com muitas paisagens e monumentos(...) Paulo Silva







12. (...)Conhecido pelos seus monumentos e paisagens lindas(...)Um país que tem uma gastronomia muito boa(...)Um país que não tem a melhor política(...) Tânia Guerreiro

13. (...)Um país histórico(...)Um país com temperaturas amenas e boas praias(...)Um país bom para o turismo(...) Ana Isabel



14. (...)O país das minhas origens(...)Um país cheio de tradições e cultura(...)Um país maioritariamente religioso(...) Marta Melo

15. (...)Um país situado na Europa, banhado pelo Oceano Atlântico e que faz península com a Espanha – a P. Ibérica(...)Um país com uma população alegre e acolhedora(...) Ana Rita Machado

16. (...)Um país cheio de imigrantes e de uma grande variedade de culturas(...)Um país relaxado em que ninguém quer trabalhar(...) (as pessoas) só querem ganhar dinheiro fácil sem ter de trabalhar para o ter(...) Ivo Geada

17. (...)Um país que eu não trocava por nenhum outro, apesar de ser um país com muitos defeitos(...)Um país também com muitas qualidades(...) Susana Henriques

18. (...)Um país com alguma segurança, lugares cativantes e repleto de tradições... Eu tenho orgulho de ser portuguesa(...) Sara Pereira

19. (...)Um país com terras onde vale a pena passar(...) Joana Mendes


20. (...)Um país que vale mesmo a pena conhecer(...)Um país com várias áreas florestais com espécies protegidas (ex: o lobo Ibérico)(...)Um país com um sistema multipartidário(...)Um país lindo, cheio de cultura, com defeitos e virtudes(...) Ana Pais
21. (...) Um país de grandes poetas e escritores(...)Um país com história(...)Um país de cultura e de belas paisagens(...)Um país de sonhos e conquistas(…)O país do fado(...) Maria Augusta Chingue

22. (...)Um país pobre, com muitos estrangeiros(...)Um país de poucos conflitos(...)O país do vinho do Porto(...) Márcia Mendes

24. (...)Um país desenvolvido e rico em história, em monumentos, animais, plantas e paisagens(...) Ana Rita Fernandes

Nota: Estas frases, são excertos das opiniões dos alunos da turma C do 10º ano (07/08), acerca do nosso país.

Portugal à minha maneira...












A realização de mapas mentais foi o ponto de partida para o estudo do nosso país. Alguns alunos, do décimo ano turma C, revelam conhecimento geográfico do país outros, nem por isso.